Taxa Selic avança para 3,5% ao ano e o ciclo de alta dos juros deve continuar

Tudo o que você precisa saber sobre os mercados nacional e internacional, com análises econômicas e políticas sobre fatos que podem impactar seus investimentos.


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IBOVESPA 1,6% | 119.564 Pontos

CÂMBIO -1,62% | 5,36/USD

O que pode impactar o mercado hoje

O Ibovespa teve alta de 1,6% e encerrou a sessão de quarta-feira em 119.564 pontos, bem acima do fechamento das bolsas americanas (S&P500 +0,07%; Dow Jones + 0,29% e Nasdaq -0,37%). A alta foi liderada por empresas de commodities (Gerdau +5,5%, Usiminas +4,4%, Braskem 5%, Petrobras +4,1%). O dólar comercial, por sua vez, teve queda de 1,62%, cotado a R$ 5,36 na venda. Após o fechamento dos mercados, o Comitê de Política Monetária (COPOM), elevou a taxa Selic de 2,75% para 3,50% ao ano, subindo os juros básicos brasileiros pela segunda vez no ano, e antevê outro ajuste de mesma magnitude na próxima reunião de junho.

Nesta manhã, bolsas internacionais amanhecem sem movimentos expressivos (EUA +0,1% e Europa -0,2%) com os principais índices de ações oscilando perto de seus níveis recordes. A forte temporada de resultados norte-americana se aproxima do fim, com 85% das empresas batendo as expectativas de lucros.

No Brasil, o Comitê de Política Monetária (COPOM) elevou a taxa Selic em 0,75 pp, para 3,50% a.a., conforme amplamente esperado. No comunicado pós-decisão, o Comitê reafirmou seu plano de fazer um ajuste parcial das condições monetárias, mas destacou que este plano depende da evolução do cenário econômico. O único compromisso é atingir a meta de inflação de 3,5% em 2022. Para a próxima reunião, o Copom antevê outro ajuste de mesma magnitude (0,75 pp) na taxa básica de juros. Em relação a indicadores econômicos, a produção industrial brasileira recuou menos que o previsto em março e ficou praticamente estável no 1º trimestre.

No radar político, Câmara, Senado e governo ainda discutem o melhor caminho para a tramitação da reforma tributária. O presidente da Câmara, deputado Arthur Lira, pretende fatiar a discussão em quatro blocos, o que conta com simpatia do governo. Aliados de Aguinaldo Ribeiro, que apresentou um parecer para uma reforma única, contam com a disposição do Senado para fazer com que o texto não seja desprezado.No cenário internacional, os dados da

economia americana seguem apontando para forte recuperação da atividade local. O PMI de Serviços dos EUA subiu de 60,4 em março para 64,7 em abril, nova máxima da série histórica de dados iniciada em 2009. O resultado veio acima do consenso de mercado (63,1). O PMI Composto dos EUA ficou em 63,5 em abril, também superando as expectativas (o consenso estava em 62,2). Também com sinais promissores, o relatório de emprego privado nos EUA (ADP) exibiu aceleração no ritmo de criação de vagas em abril.

Do lado das empresas, a AmBev reportou um trimestre forte com aumento de volume e preço em todas as geografias, apesar do cancelamento do Carnaval e do processo de reabertura de bares e restaurantes mais lento do que o esperado. Mantendo a excelência operacional como sua vantagem competitiva principal, acreditamos que a inovação no portfólio e a estratégia digital estão dando cada vez mais frutos, impulsionando o desempenho da empresa.

Além disso, após o relatório do nosso time de estratégia com uma visão mais otimista com Brasil e com a aceleração da vacinação no Brasil, trouxemos um relatório onde destacamos quais segmentos e empresas no setor de varejo seriam nomes interessantes para se expor à tendência de recuperação econômica e retomada à normalidade.

Na agenda econômica de hoje, destaque para a decisão de política monetária no Reino Unido. O Banco da Inglaterra (BoE) tende a apresentar projeções econômicas mais favoráveis, em linha com os avanços significativos na vacinação contra a Covid-19 e a recuperação robusta da atividade na região.

Tópicos do dia

Acesse aqui o relatório internacional

Agenda de resultados

AmBev (ABEV3): Antes da abertura
Banco do Brasil (BBAS3): Após o mercado
B2W (BTOW3): Após o mercado
JHSF (JHSF3): Após o mercado
Lojas Americanas (LAME4): Após o mercado
B3 (B3SA3): Após o mercado
Calendário do 1T21
Temporada de resultados do 1º trimestre 2021 – o que esperar?

Economia

  1. COPOM eleva a taxa Selic para 3,50% e indica outra alta de 0,75 pp na próxima reunião

Política

  1. Congresso ainda se divide sobre futuro da reforma tributária; Ministro da Saúde e presidente da Anvisa depõem à CPI da Pandemia
  2. Política internacional: EUA impulsionam debate sobre quebra de patentes para as vacinas contra a Covid-19

Empresas

  1. Selic sobe para 3,5% ao ano: Conheça 21 ações que pagam dividendos acima dos juros brasileiros
  2. Prontos para a recuperação? Como se posicionar no setor de varejo
  3. AmBev (ABEV3): resultados sólidos em meio a cenário ainda desafiador; alta nos preços e em volume para todas as geografias
  4. Setor de Aluguel de Carros apresenta resultados fortes no 1T21
  5. Engie Brasil (EGIE3): Resultados do 1T21 em linha com nossas estimativas; Mantemos a recomendação Neutra
  6. Copel (CPLE6): Resultado do 1T21 em linha com nossas estimativas; Mantemos a recomendação de Compra
  7. TAESA (TAEE11): Resultados do 1T21 exatamente em linha com nossas estimativas; Mantemos a recomendação Neutra
  8. Grupo Pão de Açucar (PCAR3): Vendas do 1T21 sofrem com cenário desafiador, mas rentabilidade mantida
  9. AES Brasil (AESB3): Resultado do 1T21 ligeiramente abaixo das nossas estimativas
  10. Tenda (TEND3) – 1T21: Sólido trimestre com marcos adicionais para o modelo off-site
  11. Klabin (KLBN11): Atualização do Projeto Puma II
  12. Notícias Diárias do Setor Financeiro
  13. Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo nacional e internacional

ESG

  1. Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 06/05

Veja todos os detalhes

Economia

COPOM eleva a taxa Selic para 3,50% e indica outra alta de 0,75 pp na próxima reunião

  • O PMI de Serviços dos EUA subiu de 60,4 em março para 64,7 em abril, nova máxima da série histórica de dados iniciada em 2009. O resultado veio acima do consenso de mercado (63,1). O PMI Composto dos EUA ficou em 63,5 em abril, também superando as expectativas (o consenso estava em 62,2);
  • Também com sinais promissores, o relatório de emprego privado nos EUA (ADP) exibiu aceleração no ritmo de criação de vagas em abril. As empresas privadas adicionaram 742 mil ocupações no mês, resultado muito acima do total de 565 mil empregos registrados em março (dado revisado). O setor de lazer e hotelaria, fortemente impactado pelas restrições de mobilidade relacionadas à pandemia, liderou a geração de vagas em abril (adição de 237 mil);
  • As vendas no varejo da zona do euro cresceram bem acima das expectativas em março (2,7% vs. 1,6%), conforme publicação hoje cedo. Destaque positivo também para as encomendas à indústria da Alemanha, que avançaram 3,0% no mesmo mês (consenso: 1,7%), além da leitura (final) de abril do PMI de Serviços do Reino Unido, que atingiu o maior nível desde 2013 (elevação mensal de 56,3 para 61);
  • Ainda na agenda econômica de hoje, a decisão de política monetária no Reino Unido assume protagonismo. O Banco da Inglaterra (BoE) tende a apresentar projeções econômicas mais favoráveis, em linha com os avanços significativos na vacinação contra a Covid-19 e a recuperação robusta da atividade na região. Destacamos ainda a divulgação dos dados de custo unitário do trabalho e produtividade da mão-de-obra na economia dos EUA referentes ao 1º trimestre de 2021, assim como os pedidos semanais de auxílio-desemprego na maior economia do mundo;
  • No Brasil, conforme amplamente antecipado, o Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) elevou a taxa Selic em 0,75 pp, para 3,50% a.a.. No comunicado pós-reunião, o Copom reafirmou seu plano de implementar um ajuste parcial das condições monetárias, mas destacou que este plano depende da evolução do cenário econômico. O único compromisso é atingir a meta de inflação de 3,5% em 2022. Para a próxima reunião, o Copom sinalizou outro ajuste de mesma magnitude (0,75 pp) na taxa básica de juros;
  • A sondagem pós-Copom da XP, com 162 investidores institucionais, mostrou que o comunicado do Comitê foi lido como neutro pela maioria dos respondentes. A principal mudança nas expectativas ante a sondagem pré-Copom ocorreu em relação às reuniões de política monetária em junho – para a qual agora 96% dos participantes esperam outra elevação de 0,75 pp – e agosto, cuja chance de 0,75 pp subiu 11 pp. Não houve alteração relevante na expectativa para a taxa de juros terminal;
  • A produção industrial brasileira recuou menos que o esperado em março (efetivo: -2,4% m/m; consenso de mercado: -3,0% m/m). Apesar da retração no mês, o volume produzido no setor secundário ficou praticamente estável no 1º trimestre deste ano. Mesmo com a escassez de matérias-primas em algumas cadeias manufatureiras importantes (setor automotivo como principal destaque), a produção industrial deve apresentar crescimento nas próximas divulgações mensais, puxada por fatores como o processo de recomposição de estoques, o afrouxamento adicional das medidas de distanciamento social e a recuperação robusta da economia global.

Política

Congresso ainda se divide sobre futuro da reforma tributária; Ministro da Saúde e presidente da Anvisa depõem à CPI da Pandemia

  • Câmara, Senado e governo ainda discutem o melhor caminho para a tramitação da reforma tributária. O presidente da Câmara, deputado Arthur Lira, pretende fatiar a discussão em quatro blocos, o que conta com simpatia do governo. Aliados de Aguinaldo Ribeiro, que apresentou um parecer para uma reforma única, contam com a disposição do Senado para fazer com que o texto não seja desprezado;
  • A Câmara aprovou ontem projeto de lei que torna permanente o Pronampe, uma linha de crédito com condições especiais para micro e pequenas empresas. Neste ano, o governo pretende injetar R$ 5 bilhões no fundo garantidor por meio de crédito extraordinário. O texto passará por nova votação dos senadores;
  • A sessão de depoimentos de hoje da CPI da Pandemia tem o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, às 10h, e o presdiente da Anvisa, Antonio Barra Torres, às 14h.

Política internacional: EUA impulsionam debate sobre quebra de patentes para as vacinas contra a Covid-19

  • A Casa Branca anunciou nesta quarta-feira (6) que apoiaria a quebra de patentes para as vacinas contra a Covid-19, o que deve impulsionar o debate sobre a pauta na Organização Mundial do Comércio (OMC). Em carta pública, a representante de Comércio dos EUA, Katherine Tai, afirmou que as “circunstâncias extraordinários exigem medidas extraordinárias”;
  • Após a divulgação da carta, a presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen, disse que o bloco estaria disposto a discutir uma proposta para quebrar patentes com intuito de ampliar a oferta de vacinas no mundo;
  • No lado da política doméstica dos EUA, o líder dos republicanos no Senado, Mitch McConnell, afirmou a união dos parlamentares de seu partido contra a agenda de Biden. A fala dificulta ainda mais as negociações entre os partidos sobre o plano econômico democrata e reiteramos que o cenário mais provável é de avanço das medidas sem apoio republicano;
  • Notamos também que, segundo especialistas, a proposta do democrata de arrecadar USD 700 bilhões por meio de regras de auditoria mais rígidas deve enfrentar desafios;
  • Ainda no lado da política americana, o Departamento do Tesouro dos EUA recomendou ao Congresso agir rapidamente para aumentar o limite de endividamento federal, alertando que o governo poderia ficar sem recursos mais cedo que em anos anteriores.  

Empresas

Selic sobe para 3,5% ao ano: Conheça 21 ações que pagam dividendos acima dos juros brasileiros

  • Como esperado, o Banco Central, em mais uma reunião de seu Comitê de Política Monetária (Copom), elevou a taxa Selic de 2,75% para 3,50% ao ano, subindo pela segunda vez no ano os juros básicos brasileiros;
  • Para a Bolsa, vários investidores nos perguntam se a alta da taxa de juros impactará a trajetória do Ibovespa e, principalmente, se afetará o fluxo de renda fixa para ações;
  • Achamos que não, pois os juros reais (juros nominais subtraído da inflação) devem continuar próximos de zero;
  • Apesar da alta na taxa Selic, de 2,75% para 3,5% ao ano, as ações conhecidas por distribuir bons e recorrentes dividendos ainda superam a taxa básica de juros. Dessa forma, listamos as 21 ações da nossa cobertura que podem pagar um dividend yield  (rendimento dos dividendos) acimados juros brasileiros;
  • Veja o relatório completo.

Prontos para a recuperação? Como se posicionar no setor de varejo

  • Nosso time de estratégia publicou um relatório destacando que agora é um bom momento para se investir em ações brasileiras, dada melhor perspectiva para os lucros das empresas e o valuation atrativo da bolsa. Além disso, a campanha de vacinação está acelerando, e a expectativa do nosso time é que todas as pessoas elegíveis estejam vacinadas até o final do ano;
  • Considerando este cenário, acreditamos que a mudança de posicionamento dos investidores será rápida e, portanto, destacamos nossas preferências no setor de varejo para se expor a esta tendência;
  • As vencedoras são empresas de vestuário, com o Grupo Soma como nossa preferência, mas também gostamos do segmento de atacarejo como uma proteção à inflação, com Assaí como nossa preferência. Nós também trazemos nossa visão para farmácias e ecommerce. Clique aqui para ver o relatório completo.

AmBev (ABEV3): resultados sólidos em meio a cenário ainda desafiador; alta nos preços e em volume para todas as geografias

  • A AmBev registrou mais um trimestre sequencialmente forte, com um EBITDA normalizado de R$ 5,38 bilhões (+26% A/A e +22% versus XPe) e uma margem EBITDA de 32% (-157 bps A/A e + 169 bps versus XPe). Clique aqui para o relatório completo;
  • Mantendo a excelência operacional como sua vantagem competitiva principal, acreditamos que a inovação no portfólio e a estratégia digital estão dando cada vez mais frutos, impulsionando o desempenho da empresa;
  • No geral, o segmento core-plus apresentou forte crescimento em todas as geografias, o que foi uma surpresa bastante positiva dado que ainda passamos por um momento muito desafiador, com um ritmo de vacinação mais lento do que o esperado impedindo a aceleração da reabertura de bares e restaurantes;
  • O segmento de Cerveja Brasil entregou outro trimestre forte com volume crescendo 16% A/A, apenas 2% abaixo da nossa estimativa, apesar do cancelamento do Carnaval e do ritmo lento de reabertura. Destaque para o forte desempenho da Brahma Duplo Malte e para o portfólio premium crescendo quase 20%, juntamente com o crescimento de um dígito alto (cerca de 9%) para as marcas convencionais;
  • Continuamos otimistas com a AmBev apesar das incertezas de curto prazo. Mantemos nossa recomendação de Compra com preço-alvo de R$ 17,15 por ação.

Setor de Aluguel de Carros apresenta resultados fortes no 1T21

  • O Setor de Aluguel de Carros apresentou resultados fortes no 1T21 (lucro líquido superou nossas estimativas em ~15% em média para Localiza, Movida e Unidas) – link para o relatório completo;
    • Unidas foi o destaque positivo, em nossa opinião, com lucro líquido (+167% A/A) impulsionado pelo desempenho superior de sua operação incumbente de aluguel de frotas;
    • De maneira geral, os bons resultados finais foram (i) sustentados pela continuidade do cenário positivo de Seminovos, decorrente da reciclagem do estoque da frota em um contexto de elevação dos preços dos carros novos (e usados); enquanto (ii) as operações de aluguel foram prejudicadas pela falta de fornecimento de veículos pelas montadoras e pela segunda onda de restrições relacionadas à pandemia no Brasil (no final do trimestre);
  • Reiteramos nossa visão positiva de longo prazo com o setor.

Engie Brasil (EGIE3): Resultados do 1T21 em linha com nossas estimativas; Mantemos a recomendação Neutra

  • A Engie Brasil divulgou seus resultados do primeiro trimestre em 5 de maio, após o fechamento do mercado. A empresa reportou um EBITDA Ajustado (Pro-forma para a participação da Engie na operadora de gasodutos TAG) de R$ 1.667,1 milhões, em linha (+ 1,1%) com nossa estimativa de R$ 1.649,4 milhões, mas -8,8% abaixo do consenso da Bloomberg, de R$ 1.520,7 milhões. O resultado reflete (i) uma margem de contribuição exatamente em linha (+0,8%) com nossas estimativas (R$ 1.753,4 milhões vs. R$ 1.739,9 milhões); (ii) uma maior contribuição da TAG e do segmento de transmissão para os resultados da Companhia na comparação anual, o que vemos como positivo; (iii) uma redução do volume de compra de energia, e (iv) um ganho não recorrente de R$ 51,9 milhões referente ao complemento de valores da repactuação do risco hidrológico, conforme previsto na Lei 14.052 / 2020 (repactuação do risco hidrológico);
  • O Lucro Líquido foi de R$ 529,1 milhões, abaixo da nossa estimativa de R$ 793,6 milhões (-33,3%), mas em linha com o consenso da Bloomberg de R$ 525,1 milhões (+0,6%). A diferença em relação às nossas estimativas pode ser explicada por despesas financeiras acima do esperado;
  • Adicionalmente, a companhia aprovou em 28 de abril uma distribuição intermediária de dividendos no valor de R$ 609,6 milhões, ou 0,7471 por ação, referente ao ano de 2020, o que significa um dividend yield de 1,9%. As ações serão negociadas “ex-dividendos” a partir de 12 de maio de 2021. Como resultado, a empresa atingiu um payout de 100% em 2020. Destacamos que a Engie pertence à nossa carteira Top Dividendos XP. Estimamos um dividend yield de 9,7% em 2021;
  • Temos uma avaliação neutra dos resultados da Engie no 1T21, visto que os números do EBITDA Ajustado do período vieram em linha com as nossas expectativas. Por outro lado, destacamos que o mercado pode ter uma reação negativa, dado que os números do EBITDA Ajustado ficaram abaixo das estimativas do consenso. Mantemos nossa recomendação Neutra para a Engie Brasil, com preço alvo de R$ 44/ação.

Copel (CPLE6): Resultado do 1T21 em linha com nossas estimativas; Mantemos a recomendação de Compra

  • Em 5 de maio, a Copel reportou um EBITDA Ajustado de R$ 1.303,2 milhões no 1T21, em linha com nossa estimativa de R$ 1.276,7 milhões (+2,1%), mas acima do consenso da Bloomberg de R$ 1.232,0 milhões (+ 5,8%). O Lucro Líquido foi de R $ 795,2 milhões, acima da nossa estimativa de R$ 658,2 milhões e do consenso da Bloomberg de R$ 684,3 milhões;
  • O resultado reflete a combinação do (1) crescimento da linha “suprimento de energia elétrica” e do maior volume de energia vendida em contratos bilaterais pela Copel Mercado Livre; (ii) aumento na linha de “disponibilidade da rede elétrica (TUSD/TUST)”, efeito do crescimento de 2,6% no mercado fio da distribuidora, e (iii) redução de 42,2% na linha de “provisões e reversões”, parcialmente compensado por o aumento de 12,7% em “energia elétrica comprada para revenda” e de 22,7% em serviços de terceiros;
  • Temos uma avaliação neutra os resultados da Copel no 1T21, visto que o EBITDA Ajustado do período veio em linha com nossas expectativas. Por outro lado, destacamos que pode haver uma reação ligeiramente positiva do mercado aos resultados da Copel no 1T21, dado que os números do EBITDA Ajustado ficaram acima das estimativas do consenso;
  • Por fim, aproveitamos para elogiar o esforço contínuo em direção a operações mais eficientes. Mantemos nossa recomendação de compra, com preços-alvo de R$ 7,5 / ação para CPLE6 e R$ 37,5/unit para CPLE11.

TAESA (TAEE11): Resultados do 1T21 exatamente em linha com nossas estimativas; Mantemos a recomendação Neutra

  • Em 5 de maio, após o fechamento do mercado, a Taesa reportou um EBITDA Ajustado (incluindo equivalência patrimonial, consistente com nossa metodologia para fins de comparação) de R$ 355,4 milhões, exatamente em linha com nossa estimativa de R$ 359,1 milhões (-1,0%), mas acima do consenso da Bloomberg de R$ 336,0 milhões (+5,8%);
  • O lucro líquido foi de R$ 107,8 milhões, abaixo de nossa estimativa de R$ 183,9 milhões, refletindo principalmente um resultado de equivalência patrimonial abaixo do esperado e despesas financeiras acima do esperado;
  • Adicionalmente, a empresa aprovou em 29 de abril a distribuição extraordinária de dividendos no valor de R$ 561,9 milhões, ou R$ 1,6311 por unit, referente ao ano de 2020, o que significa um dividend yield de 4,1%. O dividendo será pago em 31 de maio. Como resultado, a empresa atingiu um payout de 71% em 2020;
  • Temos uma avaliação neutra dos resultados da Taesa no 1T21, dado que os números do EBITDA Ajustado vieram exatamente em linha com nossas estimativas. No entanto, consideramos a manutenção de níveis mais elevados de distribuição de dividendos como positivo para a Taesa, refletindo seu forte potencial de geração de caixa e o menor perfil de risco do setor de transmissão de energia. Mantemos nossa recomendação Neutra para a TAESA, com um preço-alvo de R$ 32/unit.

Grupo Pão de Açucar (PCAR3): Vendas do 1T21 sofrem com cenário desafiador, mas rentabilidade mantida

  • O GPA reportou resultados referentes ao 1T21, com EBITDA 4,5% acima das nossas estimativas, por conta de um impacto positivo de câmbio na receita do Grupo Éxito, e um lucro bastante acima da nossa estimativa, em R$113 milhões, devido a um impacto positivo não recorrente de imposto diferido;
  • Esperamos uma reação mista do mercado devido a uma performance de vendas (moeda constante) mais fraca do que esperado (e abaixo do apresentado pelo Carrefour em +8,6%), porém com uma rentabilidade sólida tanto no Brasil como no Grupo Éxito (ambas margens EBITDA em 8,2%);
  • Apesar de termos uma visão positiva em relação às iniciativas da companhia e vermos riscos positivos para o papel, acreditamos que parte disso já está refletido no nível de valuation atual, em 31x P/L 2021e. Além disso, vemos desafios para que que a venda da participação da Cnova seja concretizada no curto prazo. Mantemos nossa recomendação Neutra e preço alvo para R$39,0 por ação. Clique aqui para ver o relatório completo.

AES Brasil (AESB3): Resultado do 1T21 ligeiramente abaixo das nossas estimativas

  • Em 5 de maio, a AES Brasil reportou um EBITDA ajustado de R$ 313,2 milhões referente ao primeiro trimestre de 2021, um pouco abaixo da nossa estimativa de R$ 329,9 milhões (-5,1%) e do consenso de mercado, de R$ 326,7 milhões (-4,1%). Os resultados refletiram principalmente uma menor margem de contribuição (receitas menos custos de aquisição e transmissão de energia) de R$ 411,9 milhões em relação aos nossos R$ 424,4 milhões. Isso por sua vez reflete o impacto de elevados preços de energia no mercado de curto prazo e rebaixamento da garantia física da companhia dentro do Mecanismo de Realocação de Energia (MRE) devido ao cenário pressionado de condições de chuvas e reservatórios no período;
  • Destacamos que retiramos dos nossos cálculos de EBITDA Ajustado um ganho não recorrente de R$ 35,9 milhões referente à repactuação do risco hidrológico, conforme previsto na Lei 14.052 / 2020 (repactuação do risco hidrológico);
  • O Lucro Líquido foi de R$ 93,0 milhões, bem abaixo das nossas estimativas de R$ 140,6 milhões (-33,9%) e consenso da Bloomberg de R$ 111,0 milhões (-16,2%), principalmente devido a despesas financeiras acima do esperado;
  • Adicionalmente, a companhia aprovou uma distribuição intermediária de dividendos no valor de R$ 68 milhões, ou 0,1704 por ação, em relação ao 1T21, o que significa um dividend yield de 1,2%. As ações serão negociadas “ex-dividendos” a partir de 11 de maio de 2021. Ressaltamos que a AES Brasil pertence à nossa carteira recomendada Top Dividendos XP. Estimamos um dividend yield de 8,5% em 2021;
  • Temos uma avaliação ligeiramente negativa dos resultados da AES Brasil no 1T21, uma vez que os números do EBITDA Ajustado ficaram ligeiramente abaixo das nossas estimativas devido a condições hidrológicas deterioradas no período. Mantemos nossa recomendação de Compra e nosso preço-alvo de R$ 18,00/ação para AESB3.

Tenda (TEND3) – 1T21: Sólido trimestre com marcos adicionais para o modelo off-site

  • Tenda (TEND3) reportou sólidos resultados do primeiro trimestre, ligeiramente acima das nossas expectativas e impulsionada pelo forte desempenho de vendas. Apesar da recente pressão de custo de materiais de construção, a margem bruta foi um pouco mais forte do que o esperado, caindo apenas 50 pontos-base trimestre contra trimestre. Do lado negativo, despesas operacionais acima do esperado e resultados financeiros mais fracos compensaram o melhor desempenho na margem bruta e levou o lucro líquido em linha com nossas estimativas;
  • No balanço patrimonial, a Tenda registrou uma queima de caixa operacional (ex-dividendos) de R$97 milhões, parcialmente atribuível a menor volume de repasses de clientes para os bancos e desembolsos relacionados ao desenvolvimento do modelo remoto/off-site. Isso levou sua alavancagem para 2,6% dívida líquida/patrimônio líquido, o que vemos como baixo;
  • Além disso, a Tenda continua avançando com os requisitos para iniciar a operação da nova planta off-site (no modelo remoto) como as certificações, chegada das novas máquinas e equipamentos. Em suma, vemos os resultados trimestrais como positivo e reiteramos nossa recomendação de compra e preço-alvo de R$37,2/ação. Para mais detalhes, acesse nosso relatório.

Klabin (KLBN11): Atualização do Projeto Puma II

  • A Klabin anunciou a aprovação da atualização de escopo da segunda etapa do Projeto Puma II pelo seu Conselho de Administração. O Puma II contempla a expansão de capacidade no segmento de papéis para embalagem;
  • Originalmente, a segunda etapa contemplava a construção de uma máquina de papel kraftliner. Com a revisão do escopo, o Projeto contará com a instalação de uma máquina de papel cartão integrada a uma linha de fibras complementar (capacidade de 460 mil toneladas por ano);
  • A alteração do escopo demandará um investimento adicional de R$ 2,6 bilhões, totalizando R$ 12,9 bilhões. A companhia reforça que não haverá necessidade de contração de financiamentos adicionais;
  • Para acessar os detalhes dessa atualização, clique aqui.

Notícias Diárias do Setor Financeiro

  • Acesse este relatório com notícias do setor financeiro que complementam nossos comentários publicados no Morning Call, mas que não consideramos relevantes o suficiente para serem analisadas. Aqui você encontra o título com o link para a fonte original da notícia, além de uma breve descrição do conteúdo;
  • Clique aqui para acessar o relatório.

Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo nacional e internacional

  • Nesta publicação diária, trazemos as principais notícias do setor de varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.) nacional e internacional, complementando nossa visão sobre as tendências e acontecimentos mais importantes do dia. Além disso, o relatório contém um resumo dos múltiplos e recomendações para as empresas de nossa cobertura.
  • Clique aqui para acessar o relatório.

ESG

Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 06/05

  • Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo falam sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança;
  • Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance histórica do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP;
  • Por que essas informações são importantes? Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias. Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG.

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Este relatório de análise foi elaborado pela XP Investimentos CCTVM S.A. (“XP Investimentos ou XP”) de acordo com todas as exigências na Resolução CVM 20/2021, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A XP Investimentos não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelo cliente com base no presente relatório. Este relatório foi elaborado considerando a classificação de risco dos produtos de modo a gerar resultados de alocação para cada perfil de investidor. O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à XP Investimentos e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado, e que sua(s) remuneração(es) é(são) indiretamente influenciada por receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela XP Investimentos.

O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Instrução CVM nº 598/18 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório. Os analistas da XP Investimentos estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários da XP Investimentos. O atendimento de nossos clientes é realizado por empregados da XP Investimentos ou por agentes autônomos de investimento que desempenham suas atividades por meio da XP, em conformidade com a ICVM nº 497/2011, os quais encontram-se registrados na Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários – ANCORD. O agente autônomo de investimento não pode realizar consultoria, administração ou gestão de patrimônio de clientes, devendo atuar como intermediário e solicitar autorização prévia do cliente para a realização de qualquer operação no mercado de capitais. Os produtos apresentados neste relatório podem não ser adequados para todos os tipos de cliente. Antes de qualquer decisão, os clientes deverão realizar o processo de suitability e confirmar se os produtos apresentados são indicados para o seu perfil de investidor. Este material não sugere qualquer alteração de carteira, mas somente orientação sobre produtos adequados a determinado perfil de investidor. A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes. Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da XP Investimentos, incluindo agentes autônomos da XP e clientes da XP, podendo também ser divulgado no site da XP. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da XP Investimentos. SAC. 0800 77 20202. A Ouvidoria da XP Investimentos tem a missão de servir de canal de contato sempre que os clientes que não se sentirem satisfeitos com as soluções dadas pela empresa aos seus problemas. O contato pode ser realizado por meio do telefone: 0800 722 3710. O custo da operação e a política de cobrança estão definidos nas tabelas de custos operacionais disponibilizadas no site da XP Investimentos: www.xpi.com.br. A XP Investimentos se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo. A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas. O investimento em ações é indicado para investidores de perfil moderado e agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto. O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. O investimento em termos é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. São contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem. O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos, e por isso é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.

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