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Pressionado por preocupações fiscais novamente, o Ibovespa volta aos 105 mil pontos

Tudo o que você precisa saber sobre os mercados nacional e internacional, com análises econômicas e políticas sobre fatos que podem impactar seus investimentos.

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IBOVESPA -0,6% | 105.705 Pontos

CÂMBIO +1,9% | 5,65/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Em dia após decisão do Copom, além de sinalizações de que a PEC dos Precatórios possa emperrar no Congresso e perspectivas de novas alternativas para driblar o teto de gastos, o Ibovespa fechou a sessão de ontem em queda de -0,62%, aos 105.705 pontos, renovando a mínima de quase 11 meses, enquanto o dólar subiu +1,96% cotado a R$ 5,65. As taxas futuras de juros fecharam a sessão de ontem em alta, com exceção dos juros de curtíssimo prazo, que recuaram. DI jan/22 fechou em 8,46%; DI jan/24 foi para 12,675%; DI jan/26 encerrou em 12,49%; e DI jan/28 fechou em 12,39%.

Os mercados globais amanhecem negativos (EUA -0,5% e Europa -0,5%) após as gigantes de tecnologia Apple e Amazon reportarem receitas abaixo do esperado em virtude dos problemas com a cadeia de produção, escassez global de chips e altos custos de mão-de-obra, ocasionando um sentimento negativo nos investidores. Ainda nos EUA, dados do PIB mostraram que o PIB cresceu a uma taxa anualizada de 2,0%, o menor crescimento desde o final da recessão de 2020, abaixo dos +2,8% das projeções. Na Zona do Euro, a inflação e o PIB vieram acima do esperado, sugerindo que uma alta na taxa de juros pelo Banco Central Europeu pode estar no radar, mesmo após decisão de manter a política monetária atual na reunião de ontem. Na China (+0,9%), o mercado encerrou em alta, impulsionado por novos pagamentos de cupons de dívida da Evergrande. Por fim, no universo das criptos, o Ethereum (+2,7%) amanhecem em campo positivo após atingir sua máxima histórica acima dos US$ 4,4 mil no pregão de ontem.

No Brasil, o resultado primário do governo central em setembro ficou acima das expectativas, ainda refletindo os números robustos de arrecadação tributária. Dito isso, não são os resultados fiscais de curto prazo que estão guiando o comportamento do mercado nas últimas semanas. Enquanto os dados positivos do Tesouro Nacional eram divulgados ontem, o mercado estava voltado para a Câmara dos Deputados, onde a votação da PEC dos Precatórios foi novamente adiada, elevando ainda mais a percepção de risco dos agentes.

Além disso, a temporada de resultados continua com força. Ontem, a queda da Bolsa foi parcialmente compensada pelas altas de empresas que divulgaram balanços melhores do que esperado, como a Ambev que subiu quase 10%. O mercado também deve repercutir os resultados da Vale e da Petrobras, que publicaram ontem após o fechamento do mercado. Sobre a Petrobras, a ADR da companhia teve forte volatilidade ontem depois do presidente Bolsonaro indicar que estuda maneiras de alterar sua política de preços.

Hoje, teremos a divulgação de indicadores relevantes da economia americana serão divulgados hoje, com destaque para o deflator das despesas de consumo pessoal (PCE), medida de inflação preferida do Federal Reserve, além de dados de renda, custo do emprego e índices de sentimento econômico. Na agenda doméstica, o Banco Central publicará o resultado primário do setor público consolidado – governo federal, governos regionais e empresas estatais – também referente a setembro.

Por fim, atualizamos as nossas carteiras Top 10 XP,  Top Small Caps XP, Top Dividendos XP, Top 10 BDR BDRs e a nossa Carteira ESG para o mês de novembro.

Tópicos do dia

Agenda de resultados

Irani (RANI3): Antes da abertura
Usiminas (USIM5):  Antes da abertura

Calendário do 3T21

Temporada de resultados do 3º trimestre 2021 – o que esperar?

Economia

  1. Mercados monitoram diversos indicadores de atividade e inflação nos EUA e na Europa

Política

  1. Esforços de Biden não destravam sua agenda econômica no Congreso americano

Empresas

  1. Vale (VALE): Resultados abaixo do esperado, com preços mais baixos
  2. RD (RADL3): Feedback do Investor Day; Transformação digital impulsionará o crescimento
  3. Varejo – Vitrine XP 3T21: Análise dos resultados do 3T21; Consistência frente a um cenário volátil; Assaí reporta resultados sólidos, de novo
  4. Fleury (FLRY3): 3T21 – Quase de volta à normalidade
  5. Omega Geração (OMGE3): Adeus Omega Geração, Olá Omega Energia
  6. CTEEP (TRPL4): Sem surpresas no resultado do 3T21 e pagamento de bons dividendos
  7. Equatorial Energia (EQTL3): Compra geradora de renováveis Echoenergia
  8. Grendene (GRND3): Resultados em Recuperação no 3T21
  9. Carteiras XP: Top 10, Top Dividendos, Top Small Caps, Top BDRs
  10. Principais notícias dos setores

Mercados

  1. Análises das principais empresas e tendências sob o nosso Radar | Apple e Amazon desapontam expectativas

ESG

  1. Carteira ESG XP: Atualizando o nosso portfólio para novembro
  2. Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 29/10

Veja todos os detalhes

Economia

Mercados monitoram diversos indicadores de atividade e inflação nos EUA e na Europa

  • Em anúncio de política monetária realizado ontem, o Banco Central Europeu (BCE) manteve suas taxas de juros de referência inalteradas, conforme amplamente esperado. A Presidente do BCE, Christine Lagarde, afirmou que a área do euro continua em rota de recuperação firme, a despeito de alguma perda de ímpeto no período recente. Além disso, a dirigente da instituição reforçou a avaliação de transitoriedade da pressão inflacionária atual, embora tenha reconhecido a maior persistência da forte alta de preços ante as expectativas originais. Segundo Lagarde, “a inflação está subindo principalmente por causa do aumento nos preços de energia, mas também porque a recuperação da demanda está ultrapassando a oferta restrita”. Conforme indicado no comunicado oficial do banco central, as compras líquidas de ativos continuarão a um ritmo mensal de 20 bilhões de euros, e o Programa de Compras Emergencial para a Pandemia (PEPP) permanecerá até, no mínimo, março de 2022. Ainda nas palavras do BCE, “as compras serão realizadas de forma flexível, de acordo com as condições de mercado e com o objetivo de evitar um aperto nas condições de financiamento que seja incompatível com o efeito de redução do impacto da pandemia sobre a trajetória projetada da inflação”;
  • Neste sentido, de acordo com dados preliminares publicados nesta manhã pela Eurostat (agência de estatísticas), o Índice de Preços ao Consumidor (CPI) da zona do euro registrou elevação anual de 4,1% em outubro, acima das expectativas do mercado (3,7%) e da leitura de setembro (3,4%). Com isso, a inflação geral da região atingiu o patamar mais alto desde julho de 2008. Já a medida de núcleo da inflação – exclui os itens voláteis de alimentos e energia – registrou aumento anual de 2,1, também acima da mediana das projeções e do resultado do mês anterior (ambos em 1,9%). Com relação aos dados desagregados do índice de inflação, destaque para a elevação significativa dos preços de energia (variação anual de 23,5% em outubro, frente a 17,6% em setembro), ao passo que os grupos de serviços (2,1% vs. 1,7%), bens industrializados (2,0% vs. 2,1%) e alimentos, bebidas e fumo (estável em 2,0%) continuaram próximos à meta de inflação de 2%. Enquanto isso, o PIB da zona do euro (leitura preliminar) cresceu 2,2% no 3º trimestre deste ano em relação ao trimestre imediatamente anterior (e 3,7% ante o 3º trimestre de 2020), resultado um pouco acima das expectativas do mercado (de 2,1% no 3T21/2T21 e 3,5% no 3T21/3T20). Entre os principais países da região, os resultados do PIB do 3º trimestre foram mistos (os números a seguir representam taxas de variação em comparação ao trimestre imediatamente anterior, após ajuste sazonal): França (crescimento efetivo de 3,0% versus consenso de 2,2%); Alemanha (1,8% vs. 2,2%); Itália (2,6% vs. 2,0%); Espanha (2,0% vs. 2,9%);
  • Por sua vez, o PIB dos Estados Unidos cresceu a uma taxa anualizada de 2,0% no 3º trimestre, abaixo das expectativas do mercado (2,6%), segundo dados divulgados ontem. A surpresa negativa decorreu principalmente das menores contribuições dos investimentos e estoques, enquanto o consumo das famílias registrou expansão acima do esperado (principalmente o consumo de serviços, que cresceu a uma taxa anualizada de quase 8%). Projetamos elevação de 5,3% para o PIB americano em 2021. Além disso, os pedidos iniciais de auxílio-desemprego atingiram na semana passada o nível mais baixo desde o início da pandemia, conforme publicação realizada ontem pelo Departamento de Trabalho. As solicitações do benefício totalizaram 281 mil na semana encerrada em 23/10, sucedendo o registro de 291 mil na semana anterior (o consenso de mercado apontava para 288 mil pedidos). Em relação à agenda econômica de hoje, os mercados estarão bastante atentos à publicação do deflator das despesas de consumo pessoal (PCE) – medida de inflação preferida do Federal Reserve – de setembro; dados de renda e despesa pessoal de setembro; índice de custo do emprego referente ao 3º trimestre; e índices de sentimento econômico da Universidade de Michigan e Índice de Gerente de Compras (PMI) de Chicago relativos a outubro;
  • No Brasil, o resultado primário do governo central registrou superávit de R$ 0,3 bilhão em setembro, reduzindo o acumulado em doze meses em quase 1 p.p., para 1,8% do PIB (de 2,7% em agosto). O resultado veio melhor do que o consenso de mercado (de -R$ 6,0 bilhões) e reflete a tendência ainda robusta na arrecadação tributária, como visto no início desta semana nos resultados da Receita Federal. Por sua vez, as despesas seguem a tendência de baixa na comparação anual, devido aos gastos extraordinários para combater a Covid-19 implementados no ano passado. Dito isso, não são os resultados fiscais de curto prazo que estão guiando o comportamento do mercado nas últimas semanas. Enquanto os dados positivos do Tesouro Nacional eram divulgados, o mercado estava voltado para a Câmara dos Deputados, onde a votação da PEC dos Precatórios foi novamente adiada, elevando ainda mais a percepção de risco dos agentes. Na agenda doméstica de hoje, o Banco Central publicará o resultado primário do setor público consolidado – governo federal, governos regionais e empresas estatais – também referente a setembro (consenso de mercado: superávit de R$ 1,7 bilhão).

Política

Esforços de Biden não destravam sua agenda econômica no Congreso americano

  • Na expectativa de unir as diferentes alas do partido democrata e destravar sua agenda econômica, Joe Biden apresentou nesta quinta-feira (27) um novo esboço do Plano das Famílias Americanas/Build Back Better Act com valor de USD 1,75 trilhão. Apesar de ter sido recebido com tom positivo pelos parlamentares, o projeto ainda terá que ser negociado;  
  • Nesse contexto, a ala mais à esquerda do partido democrata bloqueou ontem uma nova tentativa de votar o projeto de infra-estrutura de USD 1,2 trilhão, que já foi aprovado no Senado, vinculando mais uma vez o andamento da matéria a garantias de avanço do Build Back Better Act;
  • Vale destacar que parte da preocupação do grupo parlamentário é que os senadores Krysten Sinema e Joe Manchin, os mais centristas na Casa e cujo voto é essencial para aprovação da medida, ainda não deixam claro se devem apoiar o projeto – apesar de tom positivo;
  • Ainda no lado da política americana, o Congresso aprovou uma extensão do orçamento para estradas públicas até dezembro, abrindo um pouco de espaço na agenda do Congresso na semana que vem.

Empresas

Vale (VALE): Resultados abaixo do esperado, com preços mais baixos

  • A Vale reportou resultados operacionais piores do que o esperado no terceiro trimestre. O EBITDA ajustado (excluindo despesas com doações de Brumadinho e Covid-19) de US$ 7,1 bilhões foi 4% abaixo das nossas estimativas e 18% abaixo do consenso;
  • O principal destaque negativo foram os preços realizados de minério de ferro abaixo do esperado: US$ 126,7/t (12% abaixo das nossas estimativas), embora os custos também tenham subido acima do esperado. Em Metais Básicos, os preços realizados também decepcionaram, devido a uma greve de trabalhadores que impactou as operações no Canadá;
  • O Fluxo de Caixa Livre de Operações foi de US$ 7,7 bilhões em razão do forte impacto da variação no capital de giro, apesar do EBITDA mais baixo;
  • Além disso, a Vale anunciou ontem um novo programa de recompra de ações, limitado a um máximo de 200 milhões de ações e seus respectivos ADRs, representando até 4,1% do número total de ações em circulação;
  • Mantemos nossa recomendação de Compra para a Vale.

RD (RADL3): Feedback do Investor Day; Transformação digital impulsionará o crescimento

  • Ontem, A RD realizou seu Investor Day anual nesta manhã e deu uma atualização de seus principais pilares estratégicos e iniciativas de crescimento;
  • As mensagens principais foram: (i) A Nova Farmácia em destaque, com as lojas se tornando um ponto central para a plataforma de saúde da RD, digitalização e fidelização dos clientes; (ii) A expansão do marketplace deve acelerar em 2022, com foco na adição e oferta de serviços aos vendedores; e (iii) Otimismo para 2022, apesar do cenário macroeconômico desafiador, com o anúncio de um novo guidance de 260 aberturas de lojas e a expectativa de uma rentabilidade estável;
  • Nós reiteramos nossa recomendação de compra e um preço-alvo de R$27,0 para o final de 2022 para RADL3;
  • Clique aqui para o relatório completo.

Varejo – Vitrine XP 3T21: Análise dos resultados do 3T21; Consistência frente a um cenário volátil; Assaí reporta resultados sólidos, de novo

  • Nós estamos testando uma nova abordagem para a análise dos resultados do 3T21: estamos lançando um relatório único onde iremos consolidar todos as análises dos resultados do 3T21, trazendo nossa visão por companhia assim como uma leitura do setor;
  • Assaí é a primeira empresa a reportar seus resultados, os quais vieram em linha com nossas estimativas. De modo geral, o resultado foi sólido, com manutenção de crescimento de receita (+16% A/A) e rentabilidade apesar da abertura de lojas e cenário macro mais desafiador;
  • Mantemos nossa recomendação de compra e preço-alvo para o fim de 2022 de R$ 23,0/ação;
  • Clique aqui para ver o relatório completo.

Bullet Fleury (FLRY3): 3T21 – Quase de volta à normalidade

  • Fleury reportou os resultados do 3T21, com lucro de R$95M (5% acima da nossa estimativa);
  • A receita cresceu 18% A/A, com receitas de mesmas unidades crescendo 7.3% A/A, B2B crescendo 17% A/A e novos negócios gerando R$87M em receitas (com ajuda de aquisições);
  • A margem EBITDA comprimiu em 9 p.p. A/A principalmente graças ao aumento de custo de pessoal e G&A, dada a volta a normalidade e contratações para sustentar o crescimento das novas linhas de negócio;
  • O forte crescimento de receita é bem-vindo, mas a parcela inorgânica pode trazer retornos marginais menores que os atualmente gerados pela companhia;
  • Acesse o relatório completo aqui.

Omega Geração (OMGE3): Adeus Omega Geração, Olá Omega Energia

  • Em 28 de outubro, os acionistas minoritários da OG aprovaram a fusão das empresas. A empresa combinada, denominada Omega Energia (“OE”), pretende ser listada no Novo Mercado do B3 e tem a ambição de ultrapassar 4.500 MW em geração renovável operacional até dezembro de 2024;
  • Uma melhor relação de troca. A relação de troca aprovada foi de 2,2621: 1 OE por ação OG, uma melhoria em relação à proposta original de 1,4898: 1 OE por ação OG. Os atuais acionistas da OG passarão a deter 81,4% da OE, ante 74,4% da proposta original;
  • Um melhor valuation. Com a nova relação de troca, os ativos OD são avaliados em R$ 1,5 bilhão se considerarmos o preço atual das ações da OG, ou em R$ 1,8 bilhão se considerarmos a avaliação inicial dos ativos OG de R$ 40/ação. Isso significaria uma taxa de retorno (TIR) real de 11,8% para a empresa combinada, incluindo sinergias (ou TIR real de 10,7% para a aquisição – sem sinergias consideradas);
  • Vemos a transação como positiva devido a: (i) sinergias estimadas pela empresa em R$ 1 bilhão, das quais ~R$ 815 milhões são atribuídos aos acionistas da OG; (ii) aquisição do pipeline em desenvolvimento de OD em uma transação em dinheiro zero com um retorno atraente (2p.p de prêmio sobre o custo de capital próprio de OG);
  • Reiteramos nossa recomendação de Compra para o Omega, com preço alvo de R$ 48/ação (que ainda não incorpora a transação analisada neste relatório);
  • Clique aqui para acessar nosso relatório completo.

CTEEP (TRPL4): Sem surpresas no resultado do 3T21 e pagamento de bons dividendos

  • Em 28 de outubro, a CTEEP anunciou seus resultados do 3T21 após o fechamento do mercado. O EBITDA ajustado atingiu R$ 593,8 milhões, em linha com nossa estimativa de R$ 633,4 milhões e com o consenso de R$ 601,1 milhões (-6,3% e -2,5% respectivamente). Os resultados vieram em linha com nossas estimativas refletindo principalmente: (i) o impacto positivo do ciclo da Receita Anual Permitida (RAP) 2021/2022, que considera a variação positiva do IPCA e a aplicação da Revisão Tarifária Periódica; e (ii) a entrada em operação de novos projetos energizados nos últimos 12 meses;
  • Adicionalmente, a companhia aprovou a distribuição de dividendos de R$ 1,30 / ação (div. yield 5,4%) dividido entre: (i) R$ 0,53/ação correspondente à distribuição de dividendos intermediários de 2021; e (ii) R$0,78/ação correspondente a juros sobre capital próprio. O pagamento ocorrerá até o dia 17 de novembro, e as ações serão negociadas ex-dividendos a partir do dia 03 de novembro;
  • Vemos o resultado da CTEEP como neutro, em linha com nossas estimativas. No entanto, acreditamos que os resultados reforçam a estabilidade e resiliência do segmento de transmissão de energia. Dito isso, consideramos essa estabilidade já precificada nas ações. Mantemos nossa recomendação Neutra na CTEEP, com preço alvo de R$ 26/ação;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Equatorial Energia (EQTL3): Compra geradora de renováveis Echoenergia

  • Ontem a Equatorial Energia informou, via fato relevante, a compra da geradora renovável Echoenergia. A Companhia pagará ao vendedor (Actis) o valor aproximado de R$ 6.657 milhões (database: dezembro/2020), sujeito a correção. A transação gira aproximadamente em R$ 10bi de valor da firma;
  • A Echoenergia possui aproximadamente 1,2GW de capacidade eólica, sendo 1,0GW já operacionais e 0,2GW em estágio de construção avançado, além de portfólio de projetos prontos para construir, os quais totalizam 1,1GW de capacidade (10% eólico e 90% solar). Os ativos operacionais, em construção e em desenvolvimento estão localizados na região Nordeste;
  • A conclusão da Operação está sujeita a: (a) aprovação do CADE; (b) anuência de credores; e (c) aprovação em assembleia geral da Companhia;
  • Hoje as 11hrs a Companhia fará um call para o mercado para dar mais detalhes da transação.

Grendene (GRND3): Resultados em Recuperação no 3T21

  • A Grendene divulgou resultados em recuperação, marcados por volumes menores na comparação anual, mas compensados por uma receita bruta por par de sapato significativamente mais alta. Dessa forma, a receita bruta consolidada atingiu o maior patamar para um terceiro trimestre na história da companhia;
  • Ainda assim, a pressão de custos segue ditando o tom do resultado da empresa, com margens em queda na comparação anual: -50 pontos base de margem bruta, que ficou na casa dos 44,2%, e -240 pontos base de margem EBIT recorrente, chegando em 18,8%;
  • Olhando para a frente, entendemos que a tendência de recuperação de receita bruta por par de sapato deveria ser mantida, sobretudo em função das vendas da marca Melissa. Além disso, uma melhora gradual no cenário macro, tanto do lado internacional quanto no Brasil, também deveria beneficiar o varejo como um todo, inclusive a Grendene;
  • Isto posto, nós mantemos nossa recomendação neutra para o papel GRND3, com um preço-alvo de R$ 10,70 por ação;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Carteiras XP: Top 10, Top Dividendos, Top Small Caps, Top BDRs

  • Para o mês de novembro, dado o atual cenário macroeconômico mais desafiador no Brasil, fizemos mudanças nas nossas carteiras recomendadas no sentido de torná-las mais defensivas;
  • Na Carteira Top 10 XP, estamos realizando duas mudanças, retirando dois nomes mais expostos a esse ambiente, para dar espaço a ações sobre a qual temos perspectivas mais otimistas;
  • Na Carteira Top Small Caps XP, fizemos uma alteração, reduzindo a exposição ao cenário local e, no lugar dela, adicionando um nome de uma empresa com receita mais diversificada em relação aos riscos domésticos;  
  • Nossa Carteira Top Dividendos XP não apresentou mudanças;
  • Por fim, nossa Carteira Top 10 BDR BDRs também não apresentou mudanças.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas e Energia (óleo & gás e elétricas).

  • Notícias Diárias do Setor Financeiro
    • Banco Inter lidera ranking de qualidade de ouvidorias do Banco Central no 3º trimestre. O Banco Inter liderou no terceiro trimestre o ranking do Banco Central (BC) que avalia a qualidade das ouvidorias das instituições financeiras. Conforme divulgado nesta quinta-feira (28) pela autoridade monetária, a instituição teve nota 3,89. A nota máxima é 5. (Valor);
    • Stone compra fatia minoritária no ReclameAqui. A Stone acaba de comprar uma participação minoritária no Reclame AQUI, o site onde todo mundo já entrou para ver se uma loja é boa ou ruim, ou para reclamar de algum produto ou serviço. (Brazil Journal);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo
    • Americanas vai reforçar entregas em até 30 minutos de produtos de conveniência. (Valor);
    • GPA terá nova loja para concorrer com hortifrútis. (Valor);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Radar Energia XP: Notícias diárias do setor de energia
    • XP mira mercado elétrico com estruturação de opções de energia. (Valor Econômico);
    • Bolsonaro defende “papel social” e um “lucro não muito alto” para Petrobras. (Valor Econômico);
    • Petrobras reverte prejuízo e registra lucro de R$ 31,14 bilhões no 3º trimestre. (Valor Econômico);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

Mercados

Radar Global: Análises das principais empresas e tendências sob o nosso Radar | Apple e Amazon desapontam expectativas

  • Amazon reporta desaceleração no crescimento das vendas à medida que consumidores retornam às lojas físicas e a empresa enfrenta desafios com a cadeia de suprimentos;
  • Apple decepciona em receitas em consequência do impacto, acima do esperado, da escassez dos semicondutores;
  • Mastercard supera o consenso em lucros e receitas, impulsionada pela retomada do consumo internacional;
  • Dados apontam que o volume de chips a serem entregues está na máxima histórica, indicando uma possível melhora na oferta destes componentes nos próximos trimestres;
  • Acesse aqui o relatório internacional.

ESG

Carteira ESG XP: Atualizando o nosso portfólio para novembro

  • Com o objetivo de ajudar os investidores no processo de alocação de recursos, lançamos no mês passado nossa carteira recomendada ESG, combinando 10 nomes que gostamos sob uma perspectiva fundamentalista e que possuem altos padrões ESG;
  • Para novembro, estamos realizando uma mudança na nossa Carteira ESG XP: trocamos um nome cujo cenário adiante é menos atrativo e adicionamos uma companhia bem posicionada na agenda ESG, que, além de ser uma empresa de alta qualidade, também é uma tese de investimento de baixo risco, estando bem posicionada para enfrentar um cenário macro mais desafiador adiante;
  • Clique aqui para acessar o conteúdo.

Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 29/10

  • O mercado encerrou o pregão de ontem em leve queda, com o Ibov e o ISE em recuando -0,6% e -0,9%, respectivamente;
  • No Brasil, (i) os bancos nacionais passaram a adotar regras para análise de risco climático em suas concessões de crédito em conformidade com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), que criou uma comissão de sustentabilidade, reunindo 30 bancos, dedicada a mapear as melhores práticas de mercado e avaliar como o financiamento a empresas pode se impor em relação às mudanças climáticas; e (ii) a criação de um comércio regulado internacional de crédito de carbono, prevista no artigo 6 do Acordo de Paris, é vista por especialistas como urgente e necessária para equalização das emissões de gases do efeito-estufa (GEE) no mundo, mas, para participar dessas negociações compensatórias, o Brasil precisa antes estabelecer seu próprio marco regulatório;
  • No internacional, a ambição climática poderá ser decisiva à aspiração do país de entrar na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento (OCDE), uma vez que 40% de seus instrumentos de entrada têm critérios de qualificação ambiental;
  • Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG.
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A XP Investimentos se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo. A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas. O investimento em ações é indicado para investidores de perfil moderado e agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto. O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. O investimento em termos é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. São contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem. O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos, e por isso é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.

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