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Política monetária está no centro das atenções esta semana

Conflito na Ucrânia e decisão de juros nos EUA e Brasil são alguns dos temas de maior destaque nesta segunda-feira, 14/03/2022

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O que pode impactar o mercado hoje

Destaques da semana

Nesta semana, no cenário internacional, o conflito na Ucrânia segue em destaque. Nesse sentido, os mercados devem ficar atentos aos impactos sobre o comércio global, sobre os preços de commodities e dos ativos financeiros. Também deverá ser destaque a decisão de juros do banco central dos Estados Unidos, com início nesta terça-feira – investidores projetam que o banco central americano irá aumentar a taxa de juros pela primeira vez desde 2018. No Brasil, também teremos decisão de taxa de juros, com reunião do Copom na quarta-feira. No campo político, o foco deve se manter em possíveis novas medidas voltadas para a redução dos preços de combustíveis.

Mundo

Hoje, Bolsas Internacionais amanhecem positivas (EUA +1,1% e Europa +1,6%) enquanto o mercado monitora a quarta rodada de negociações entre Rússia e Ucrânia, que deverá focar em um potencial acordo de cessar fogo. Na China, ambos os índices CSI 300 (-3,1%) e Hang Seng (-5,0%) encerram em forte baixa diante da escalada dos casos da Covid-19 no país asiático e também diante de novas pressões regulatórias sobre empresas de tecnologia. Neste domingo, a China registrou mais de 1,8 mil novas contaminações sintomáticas, o volume mais alto desde o início da pandemia, o que catalisou a adoção de novas medidas restritivas e prolongou lockdowns em cidades importantes como Shenzhen, considerada o vale do silício chinês.

Ucrânia

Os mercados de ações estão otimistas esta manhã e os preços das commodities estão em queda, com a perspectiva de que uma nova rodada de negociações entre a Ucrânia e a Rússia possa ajudar a conter o conflito. O presidente da Ucrânia, Zelensky, expressou esperança em um esforço diplomático para um cessar-fogo, apesar dos bombardeios contínuos durante a noite. Em outro evento importante, Estados Unidos e China planejam ter sua primeira reunião de alto nível desde a invasão. A reunião foi marcada depois que a China rejeitou a acusação de autoridades americanas de que a Rússia havia pedido equipamento militar para apoiar a invasão.

Economia

Na semana, a política monetária está no centro das atenções esta semana. Os Bancos Centrais anunciam decisão nos EUA, Reino Unido, Japão, China, Rússia, Brasil, entre outros. Espera-se que o Fed (banco central americano) promova seu primeiro aumento de juros desde 2018. Os preços mais altos das commodities, estimulados pela guerra na Ucrânia, tornam as perspectivas de inflação global ainda mais desafiadoras. No Brasil, o IPCA de fevereiro ficou em 1,01%, acima das expectativas da XP e do consenso. No campo dos indicadores econômico, destaque para a divulgação, nesta semana, de dados sobre o volume de serviços (PMS), a proxy do PIB do Banco Central (IBC-Br) e a taxa de desemprego (PNAD Contínua).

Ações

Desde a sexta-feira à noite, o time de Ações publicou uma série de relatórios, dentre eles a segunda prévia dos resultados do quarto trimestre de 2021 (4T21) das empresas de saúde. Para operadoras de saúde verticalizadas, o tema principal deve ser a queda trimestral da sinistralidade, após dois trimestres com fortes impactos de custos relacionados ao Covid-19. Para hospitais, esperamos que a sazonalidade típica do quarto trimestre impacte as margens, pois as receitas tendem a ser menores do que no restante do ano, portanto afetando a alavancagem operacional. A Oncoclínicas deve ser o destaque positivo, com receita impulsionada por aquisições e margens estáveis apoiadas pela escala. Acesse o relatório completo aqui.

Veja todos os detalhes

Agenda de resultados

Direcional Engenharia (DIRR3): Após o fechamento
Ecorodovias (ECOR3):  Após o fechamento
G2D (GD2I333): Após o fechamento

Calendário do 4T21
Temporada de resultados do 4º trimestre 2021 – o que esperar?

Economia

A semana de política monetária começa com esperanças de que uma nova rodada de negociações possa levar a um cessar-fogo na Ucrânia

  • Os mercados de ações estão otimistas esta manhã e os preços das commodities estão em queda, com a perspectiva de que uma nova rodada de negociações entre a Ucrânia e a Rússia possa ajudar a conter o conflito. O presidente da Ucrânia, Zelensky, expressou esperança em um esforço diplomático para um cessar-fogo, apesar dos bombardeios contínuos durante a noite. Em outro evento importante, EUA e China planejam ter sua primeira reunião de alto nível desde a invasão. A reunião foi marcada depois que a China rejeitou a acusação de autoridades americanas de que a Rússia havia pedido equipamento militar para apoiar a invasão;
  • A política monetária está no centro das atenções esta semana. Os Bancos Centrais anunciam decisão nos EUA, Reino Unido, Japão, China, Rússia, Brasil, entre outros. Espera-se que o Fed (banco central americano) promova seu primeiro aumento de juros desde 2018. Os preços mais altos das commodities, estimulados pela guerra na Ucrânia, tornam as perspectivas de inflação global ainda mais desafiadoras;
  • No Brasil, o jornal Valor Econômico diz que o presidente Bolsonaro quer estender a isenção de impostos para a gasolina, mas a equipe econômica argumenta que seria correto apenas se o conflito ucraniano se mostrar duradouro. Na semana passada, o Congresso aprovou incentivos fiscais para diesel, gás natural e querosene de aviação, em um esforço para conter os aumentos de preços;
  • Divulgado na última sexta-feira, o IPCA de fevereiro ficou em 1,01%, acima das expectativas (XP: 0,94% e consenso de mercado: 0,95%). O desvio de 7 bps da nossa projeção foi generalizado. A média dos núcleos acelerou e subiu mais de 10 bps em relação a janeiro, passando de 0,88% para 0,99%. Em 12 meses, chega a 8,4%, de 7,9%. Em geral, os números do IPCA continuam mostrando inflação acima de 10%, bem acima da meta do banco central (3,5%).

Empresas

Saúde: Sala de Espera XP 4Q21 (Parte 2)

  • Em nossa segunda prévia dos resultados do 4T21 das empresas de saúde, temos uma visão mais clara sobre o que esperar do setor e, no geral, nossa visão é neutra;
    • Para operadoras de saúde verticalizadas, o tema principal deve ser a queda trimestral da sinistralidade, após dois trimestres com fortes impactos de custos relacionados ao Covid-19;
    • Para hospitais, esperamos que a sazonalidade típica do quarto trimestre impacte as margens, pois as receitas tendem a ser menores do que no restante do ano, portanto afetando a alavancagem operacional;
    • A Oncoclínicas deve ser o destaque positivo, com receita impulsionada por aquisições e margens estáveis apoiadas pela escala.
  • Acesse o relatório completo aqui.

BR Malls (BRML3): Aliansce Sonae aumenta oferta para BR Malls; Positivo 

  • A Aliansce Sonae elevou sua oferta para a BR Malls, aumentando o prêmio para 10,9% em relação à oferta anterior e pedirá uma assembleia para aprovar o negócio. ALSO originalmente fez uma oferta de 50%/50% que mais tarde foi elevada para 51,08% para BRML, o que está em linha com nossas expectativas;
  • ALSO vem aumentando a posição em BRML e argumentando a favor do negócio. ALSO e o maior acionista já tem uma posição relevante (14,5%) para brigar pela fusão, abrindo espaço para uma possível aprovação;
  • Em janeiro, a Br Malls recebeu uma oferta não vinculante do Conselho de Administração da Aliansce Sonae, apoiada pelos consultores jurídicos e financeiros da companhia, que decidiu por unanimidade recusar a oferta por entender que a referida proposta subestima consideravelmente o valor econômico justo da BR Malls e o de sua carteira de ativos;
  • Vemos o fluxo de notícias como positivo a favor da potencial fusão. Portanto, reiteramos nossa recomendação de compra para BRML3 com TP de R$12,00/ação.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas e Energia (óleo & gás e elétricas).

  • Notícias Diárias do Setor Financeiro
    • Regulação proporcional preserva inovação, diz BC (Valor);
    • Nubank fecha em mínima histórica após BC anunciar novas regras para IPs (Valor);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo
    • Varejistas dão até 80% de desconto para impulsionar o Dia do Consumidor. (Mercado&Consumo);
    • Shopee enfrenta gargalos na logística. (Valor);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Agro, Alimentos & Bebidas: confira as principais notícias
    • Em fertilizantes, um ‘plano de Estado’ sem investimento do governo (Valor);
    • Milho: as tendências de produção, utilização e comércio nas novas previsões do USDA (Avisite);
    • Inflação da cerveja acelera em fevereiro, mas fica abaixo de alta histórica do IPCA (Guia da Cerveja)
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Radar Energia XP: Notícias diárias do setor de energia
    • Ambiente de negócios para venda de refinarias da Petrobras se deteriora no Brasil. (Valor Econômico);
    • Câmara aprova ICMS monofásico para combustíveis. (Petróleo Hoje);
    • Geração de energia no Brasil teve um acréscimo em janeiro de 482 MW, montante suficiente para atender cerca de 1 milhão de pessoas (Brasil61);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

Mercados

Radar Global: Análises das principais empresas e tendências sob o nosso Radar | Ações da Didi despencam

  • Tesla pode não atingir meta de produção de baterias neste ano;
  • Youtube amplia bloqueios na Rússia;
  • Didi não cumpre requisitos de segurança para listar suas ações na bolsa de Hong Kong;
  • Conflito entre Rússia e Ucrânia deverá continuar impulsionando setor de energia;
  • Acesse aqui o relatório internacional.

Alocação&Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • Fundos imobiliários de hospitais são mau negócio? Caso de FII que terá dividendos afetados por ação de inquilino reacende debate; entenda(InfoMoney);
    • Fundos imobiliários: volume de negociações em fevereiro cai 13,7%, para R$ 4,4 bilhões (InfoMoney);
    • Quanto falta para a ocupação dos escritórios voltar à forma pré-pandemia (InfoMoney);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.

ESG

Bancos estrangeiros definem metas para reduzir financiamento à combustíveis fósseis | Café com ESG, 14/03

  • Na sexta-feira, o mercado fechou em território negativo, com o Ibov e o ISE em queda de -1,7%. Na semana, o Ibov encerrou recuando -2,4%, enquanto o ISE -1,6%;
  • No Brasil, o Ministério de Minas e Energia abriu consulta pública para inserir na regulamentação do programa federal RenovaBio a previsão de negociações de contratos futuros de Créditos de Descarbonização (CBios), tendo como prazo para o envio de sugestões até 30 dias;
  • No internacional, bancos estrangeiros evoluem em metas ESG, com destaque para (i) o UBS, que afirmou na sexta-feira que pretende cortar seu financiamento de emissões de combustíveis fósseis em mais de dois terços até 2030; e (ii) o Credit Suisse, que na semana passada estabeleceu novas metas para reduzir quase pela metade sua exposição ao financiamento de emissões de petróleo, gás e carvão entre 2020 e 2030. Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG.
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