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Mercados globais intensificam queda com temor de epidemia do coronavírus

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IBOVESPA -2,6% | 102.984 Pontos

CÂMBIO -0,9% | 4,49/USD

O que pode impactar o mercado hoje

O Ibovespa fechou em forte queda de 2,6% ontem, aos 102.984 pontos, após um pregão muito volátil. A Bolsa chegou a subir 0,89% na máxima, mas seguiu a pressão dos mercados internacionais no fechamento, terminando na mínima do dia.

As bolsas dos Estados Unidos desabaram mais de 4% nesta quinta, estendendo as perdas ao final do dia também. Nesta manhã, o medo pela disseminação do coronavírus continua a pesar nos mercados globais, com as bolsas na Europa, Ásia e futuros nos EUA em forte queda, um dia após a pior performance em Wall Street desde 2011.

O rendimento dos Títulos do Tesouro americano de 10 anos atingiram novas mínimas, à medida que os investidores continuam em busca de ativos seguros. O índice de volatilidade (VIX) bateu 44% nesta manhã, maior nível desde a crise da Europa de 2011.

Entre as atualizações do coronavírus, estão sendo monitoradas mais de 8 mil pessoas na Califórnia. A Coréia do Sul reportou mais 571 casos na sexta-feira, ultrapassando 2.300, e Hokkaido, no Japão, declarou estado de emergência. A Nigéria, país mais populoso na África, confirmou a primeira infecção e no Brasil, são mais de 100 casos suspeitos.

No lado econômico, o secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, reconheceu que os efeitos negativos associados ao coronavírus podem levar a equipe econômica do governo a revisar a projeção de crescimento do PIB desse ano. De acordo com o secretário, a equipe terá uma posição mais sólida ao final da próxima semana.

Além disso, de acordo com o noticiário local, a falta de componentes industriais importados da China estaria levando algumas empresas brasileiras a darem férias coletivas. Segundo o presidente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), Humberto Barbato, 20 mil a 30 mil funcionários de empresas de tecnologia da informação devem ter a rotina de trabalho alterada no curto prazo e que isso pode fazer com que a produção do primeiro trimestre fique 22% abaixo da inicialmente projetada.

Na agenda local, o Banco Central anunciou leilão de swap cambial em um total de US$ 1,0 bilhão para esta sexta-feira, a partir das 9h30. A medida visa, em alguma medida, contrabalancear o efeito de aversão ao risco sobre o câmbio. Às 9h, o IBGE divulgará a taxa de desemprego referente a janeiro.

O noticiário político segue repercutindo a tensão instalada entre Planalto e Congresso depois de Jair Bolsonaro ter repassado um vídeo a contatos no WhatsApp com um chamado às manifestações de 15 de março, que ganharam o Legislativo como alvo principal. Em transmissão em redes sociais, o presidente falou ontem em “serenidade” e negou que tenha incitado ataques aos congressistas, mas cobrou a votação de projetos que enviou ao Legislativo – sem mencionar a agenda econômica.

A discussão impacta a tentativa de acordo para destravar a pauta no Congresso. Antes de discutir outros assuntos, deputados e senadores querem decidir sobre o veto do presidente ao trecho do orçamento que obriga o governo a executar um tipo específico de emenda apresentada pelos congressistas. Há uma tentativa de convocar a sessão já para a próxima semana, mas ainda não há garantia de acordo.

No mercado de commodities, o petróleo tem 5ª baixa seguida, para US$ 50/barril, com receio de que uma pandemia afete o crescimento global, enquanto o futuro do minério de ferro em Singapura caiu para US$88/t (de US$92/t no fechamento da semana passada).

Por fim, a AES Tietê divulgou resultados do 4T19 acima das nossas estimativas, refletindo uma estratégia eficiente de compra e venda de energia e os impactos positivos da diversificação de fontes de energia para os segmentos eólicos e solar. Mantemos compra nas ações com preço-alvo de R$17/unit.

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Brasil

  1. Surto de coronavírus começa a prejudicar fábricas brasileiras

Empresas

  1. AES Tietê (TIET11): Resultado 4T19: Colhendo os frutos da diversificação de fontes de energia, mantemos Compra
  2. Ambev (ABEV3): Ação cai 8% após resultado misto; confira destaques da teleconferência
  3. Santander Brasil (SANB11): Rial vai se tornar conselheiro executivo do Grupo Santander
  4. Bancos: Banco Central soltou dados de crédito de janeiro

Veja todos os detalhes

Brasil

Surto de coronavírus começa a prejudicar fábricas brasileiras

  • Diante do alastramento da epidemia de coronavírus pelo mundo, o Ministério da Economia deve revisar até o fim da próxima semana sua estimativa de PIB para 2020. Adolfo Sachsida, secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, disse que o avanço das reformas no Congresso é o melhor remédio para enfrentar os efeitos negativos da epidemia, e garantiu que a equipe econômica tem monitorado diariamente os fatores que podem impactar a economia brasileira;
  • O alastramento da epidemia, entretanto, já começa a impactar algumas fábricas brasileiras que, diante da falta de componentes industriais produzidos na China, começam a decretar férias coletivas e adiar lançamentos, o que deve afetar as metas de produção deste trimestre;
  • A Flextronics em Jaguariúna, que fabrica os celulares da marca Motorola, anunciou que vai dar férias coletivas a cerca de 1,1 mil trabalhadores do setor de celulares entre os dias 9 e 28 de março. A coreana LG é outra que pretende fazer uma parada parcial, enquanto a LG afirma que considera um risco potencial de parada na produção em sua unidade localizada em Taubaté no mês de março. A concorrente Samsung, por outro lado, informou que a fábrica de Campinas opera normalmente, enquanto a Honda, maior fabricante de motos do Brasil, informou que não prevê parada em suas linhas de produção até o momento.

Empresas

AES Tietê (TIET11): Resultado 4T19: Colhendo os frutos da diversificação de fontes de energia, mantemos Compra

  • Em 27 de fevereiro, a AES Tietê reportou o resultado do 4T19 com um lucro líquido de R$105,6 mi, acima da nossa estimativa de R$ 94,7 mi. O EBITDA ajustado de R$ 291,9 mi (cálculos da XP) veio acima dos nossos R$ 275,2 mi (-3,4%), refletindo uma maior margem de contribuição (receitas de energia menos custos de comercialização e transmissão) de R$ 381,3 milhões, contra nossos R$ 366,5,1 mi;
  • Além disso, para a sua próxima Assembleia Geral Ordinária, a AES Tietê propôs uma distribuição de dividendos de R$0,24/unit, ou um dividend yield implícito de 1,7%. As ações negociarão ex-dividendos a partir de 30 de abril de 2020, e o pagamento dos proventos deverá acontecer até 29 de julho de 2020. Ao longo de 2019, a AES Tietê distribuiu 116% do lucro a acionistas, implicando um dividend yield anualizado de 7,4%;
  • Temos uma avaliação positiva dos resultados da AES Tietê no 4T19, dado que o EBITDA Ajustado e o Lucro vieram acima das nossas estimativas. Acreditamos que as ações da AES Tietê fornecem uma das melhores histórias de risco-retorno no setor elétrico. Mantemos nossa recomendação de compra e nosso preço-alvo de R$ 17,00/unit. Clique aqui para nossa análise completa dos resultados.

Ambev (ABEV3): Ação cai 8% após resultado misto; confira destaques da teleconferência

  • A ação da Ambev caiu 8% ontem, após divulgação de resultado misto pela manhã. No 4T19, tanto receita, de R$ 15,8 bilhões, quanto EBITDA, de R$ 6,9 bilhões, vieram em linha com nossa expectativa. Por outro lado, o resultado do segmento cerveja Brasil desapontou e a empresa reiterou que espera forte pressão de custos para o 1T20, gerando pressão negativa no preço das ações ao longo da tarde. Clique aqui para ler nossa análise completa do resultado.
  • Durante a teleconferência de resultados do 4T19, o atual CEO da Ambev, Jean Jereissati Neto, descreveu 2019 como um ano em que muitas lições foram aprendidas, com um primeiro semestre forte enquanto o segundo foi fraco. Ele reiterou que o pico da pressão de custos deve ser sentido no 1T20, mas que a empresa deverá conseguir retomar sua rota de crescimento por meio de 3 pilares: Ambev como um ecossistema, inovação como mentalidade, e transformação via tecnologia;
  • Em sua teleconferência, a empresa também trouxe alguns exemplos de destaque: 10% das receitas da cerveja brasileira em 2019 vieram de novos produtos, vs. 5% em 2018, demonstrando o foco em inovação da empresa; no ano, foram feitas mais de 30 mil entrevistas com consumidores, comprovando os esforços da Ambev em focar cada vez mais em seus clientes; mais de 220 mil clientes (cerca de 25% da base) já retiram pedidos online, revolucionando o trabalho dos representantes de vendas;
  • Reconhecemos a importância das iniciativas de inovação e tecnologia da Ambev. Por outro lado, a concorrência permanece acirrada, e a recuperação econômica ainda é gradual. Seguimos com recomendação neutra em Ambev, com preço-alvo de R$ 21 por ação. Clique aqui para acessar nossa tese completa de investimento.

Santander Brasil (SANB11): Rial vai se tornar conselheiro executivo do Grupo Santander

  • Rial, CEO do Santander Brasil, vai se tornar conselheiro do Grupo Santander (Espanha). Rial vai ser um dos três conselheiros executivos do grupo. ao lado de Ana Botín e José Álvarez;
  • Rial, que se juntou ao Santander Brasil em 2015, foi importante para a melhora na rentabilidade do banco. O SANB11 atingiu um retorno sobre patrimônio líquido de 21,3% no último trimestre de 2019 (4T19), patamar muito superior ao encontrado na sua chegada ao banco, que era de aproximadamente 14%;
  • Nossa visão sobre a notícia é negativa, uma vez que o Rial é um executivo chave para a subsidiária brasileira e agora ele deve se aproximar da matriz. Lembrando possível saída do executivo brasileiro para o grupo espanhol já era especulada pelo mercado.

Bancos: Banco Central soltou dados de crédito de janeiro

  • O Banco Central do Brasil soltou os dados de crédito relativos ao mês de janeiro. No geral, os dados foram positivos com o saldo do sistema financeiro nacional evoluindo 7% anualmente para R$ 3,5 bilhões;
  • O destaque continua sendo o crédito livre, que evoluiu 14,3% para R$ 2 bilhões, enquanto o crédito direcionado decresceu 1,6% para R$ 1,5 bilhão. O spread aumentou 0,1 pp para 18,3%, enquanto a inadimplência veio controlada em 3.0%.
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