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Mercados em alta com dados de inflação global; no Brasil, destaque para decisão do CMN

Meta de inflação no Brasil e inflação global são alguns dos temas de maior destaque nesta sexta-feira, 30/06/2023

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IBOVESPA +1.46% | 118.383 Pontos

CÂMBIO +0,04% | 4,85/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Agenda do dia

A semana encerra com a divulgação de importantes indicadores econômicos ao redor do mundo. No Brasil, as divulgações da taxa de desemprego e das estatísticas fiscais do Banco Central são destaque. No cenário internacional, o destaque do dia é a divulgação do deflator do PCE nos Estados Unidos às 9h30, considerada a medida de inflação favorita pelo Fed. O mercado aguarda um avanço de 0,1% no índice geral e de 0,4% no núcleo. Além disso, teremos o índice de sentimento do consumidor de junho, medido pela Universidade de Michigan, às 11h00, juntamente com as expectativas dos consumidores para a inflação de curto prazo (1 ano) e de médio-longo prazo (5-10 anos).

Meta de inflação

Ontem, o Conselho Monetário Nacional (CMN) definiu a meta de inflação para o ano de 2026 em 3,0%, mantendo a mesma meta já estabelecida para 2024 e 2025. Além disso, o CMN anunciou uma importante mudança no horizonte de convergência da meta, que passará a ser contínua a partir de 2025, não mais baseada no ano-calendário. O prazo exato para essa convergência será estabelecido posteriormente pelo Banco Central, e aguardamos a divulgação de mais detalhes por meio de um decreto presidencial.

Outro aspecto relevante é a manutenção da a margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo da meta pelo CMN. Isso significa que o IPCA, índice utilizado para medir a inflação, poderá oscilar entre 1,5% e 4,5%.

A decisão de adotar uma meta contínua era esperada pela XP e pela maioria dos participantes do mercado, portanto, não altera a projeção para a taxa Selic no curto prazo. A perspectiva é de um corte de 0,25 ponto percentual em agosto, seguido por reduções de 0,50 ponto percentual nas reuniões seguintes.

Mercado no Brasil ontem

No pregão de ontem (29), o índice Ibovespa apresentou alta de 1,46%, encerrando o dia com 118.382 pontos. Ao mesmo tempo, o dólar teve uma ligeira desvalorização em relação ao real, com uma queda de 0,01%, sendo cotado a R$ 4,84.

No mercado de taxas futuras de juros, houve uma redução especialmente nos prazos mais longos, devido às declarações dos ministros da Fazenda, Fernando Haddad, e do Planejamento, Simone Tebet, antecipando os resultados da decisão do Conselho Monetário Nacional (CMN). Nas taxas DI, o vencimento de janeiro de 2024 caiu de 12,955% para 12,92%; o vencimento de janeiro de 2025 passou de 10,97% para 10,855%; o vencimento de janeiro de 2026 diminuiu de 10,345% para 10,26%; e o vencimento de janeiro de 2027 recuou de 10,425% para 10,31%.

Mercados globais

No último dia do semestre, os mercados iniciaram o dia em alta, com os futuros do S&P 500 e do Nasdaq subindo 0,4% e 0,5%, respectivamente. Nos últimos seis meses, o S&P 500 acumulou uma alta de mais de 14%.

Ontem, dados robustos do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos levantaram preocupações adicionais sobre o ciclo de aumento das taxas de juros no país e elevaram os rendimentos dos títulos do Tesouro americano. Após o teste do Federal Reserve (Fed) demonstrar que os principais bancos dos EUA possuem capital suficiente para enfrentar uma crise econômica grave, o índice bancário do S&P 500 fechou com uma alta de aproximadamente 2,6%. O rali do setor impulsionou os ganhos do índice ontem.

Na Europa, as principais bolsas também operam em alta, com os investidores repercutindo os dados de inflação da Zona do Euro, que vieram abaixo das expectativas. Isso também pode fortalecer a perspectiva de aumento das taxas de juros, após o Banco Central Europeu (BCE) reafirmar que o ciclo de aumento ainda não chegou ao fim e que continuará acompanhando de perto os dados econômicos. A inflação preliminar de junho desacelerou de 6,1% para 5,5% em comparação com o ano anterior, enquanto a inflação subjacente avançou de 5,3% para 5,4%. A Zona do Euro está experimentando as taxas de juros mais altas dos últimos 22 anos.

Os mercados asiáticos tiveram resultados mistos (HSI -0,1%; CSI 300 +0,5%), após o terceiro mês consecutivo de contração nos dados da atividade fabril da China em junho. O Índice de Gerentes de Compras (PMI) industrial subiu de 48,8 em maio para 49,0 em junho, enquanto o PMI de serviços recuou de 54,5 para 53,2 neste mês. Valores abaixo de 50 indicam contração na atividade econômica.

Veja todos os detalhes

Economia

CMN estabelece meta de inflação em 3,0% para 2026 e determina horizonte contínuo; no exterior, destaque hoje para o deflator do PCE, medida de inflação favorita do Fed

  • No Brasil, o Conselho Monetário Nacional (CMN) definiu em 3,0% a meta de inflação para 2026 – a mesma já estabelecida para 2024 e 2025. O CMN também anunciou a mudança do horizonte de convergência da meta, que passará a ser uma meta contínua e não mais baseada no ano-calendário a partir de 2025. Haddad primeiramente disse que o horizonte seria de 24 meses, mas logo pontuou que o prazo será estabelecido posteriormente pelo Banco Central; vale dizer que é necessário esperar o decreto presidencial para sabermos de mais detalhes. Também muito importante, o CMN não alterou a margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo da meta. Ou seja, o IPCA pode oscilar entre 1,5% e 4,5%. O mercado estava dividido quanto a esse assunto, com alguns agentes esperando uma ampliação do intervalo da meta para 2 pontos percentuais. A manutenção das bandas ajuda a conter as expectativas de médio prazo, embora ainda não vejamos uma convergência para a meta de 3,0% tão cedo, devido ao viés expansionista da atual política fiscal. A decisão pela meta contínua era esperada por nós e pela maioria dos participantes do mercado. Portanto, ela não altera nossa projeção para a taxa Selic no curto prazo: vemos um corte de 0,25pp em agosto, seguido de cortes de 0,50pp nas próximas reuniões;
  • Mais cedo, o Banco Central do Brasil (BCB) divulgou o Relatório Trimestral de Inflação (RTI) do segundo trimestre. No documento, as previsões centrais para o IPCA dos próximos anos (cenário com Selic Focus e câmbio PPP) cederam de 5,8% para 5,0% em 2023, de 3,6% para 3,4% em 2024 e de 3,2% para 3,1% em 2025. O grande destaque do relatório se deu por um boxe técnico onde a autoridade monetária expõe uma gama de modelos para estimar a taxa de juro neutra brasileira. A média de todos os modelos se situa em 4,8%. Vale lembrar que na última ata do Copom, o BCB elevou sua própria estimativa de taxa de juro neutra de 4,0% para 4,5%. Além disso, também ressaltamos a revisão para o PIB do Brasil de 1,2% para 2,0% em 2023;
  • Nos indicadores, o CAGED trouxe criação líquida de 155,3 mil empregos formais em maio, abaixo do esperado (XP: 192,0 mil; mercado: 190,5 mil). A criação líquida de postos de trabalho foi de 865 mil de janeiro a maio de 2023, não muito longe do total de 1,103 milhão registrado no mesmo período de 2022 (sem ajuste sazonal). Prevemos um total de 1,35 milhão de empregos neste ano, após o forte saldo de 2,04 milhões de empregos no ano passado;
  • Do lado fiscal, o resultado primário do governo central registrou déficit de R$ 45,0 bilhões em maio, ante superávit de R$ 15,7 bilhões em março e déficit de R$ 39,3 bilhões em maio de 2022. O resultado veio acima do consenso (R$ -46,6 bilhões), mas ligeiramente abaixo da nossa projeção (R$ -44,3 bilhões). A preços constantes, é o pior resultado da série histórica para o mês (com exceção de 2020). A receita líquida cresceu 14,3% em termos reais em relação a maio de 2022, enquanto a despesa total aumentou 13,3% em termos reais. Olhando para frente, mantemos nossa estimativa de déficit de R$ 122,1 bilhões para o governo central neste ano;
  • O IGP-M recuou 1,93% em junho, ante queda de 1,84% em maio. Com o resultado, o índice desacelera a -6,86% em 12 meses, ante -4,47% na leitura anterior. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) desacelerou a -2,73%, ante -2,72%, puxado por Bens Finais (-1,22% ante -0,16%) e Bens Intermediários (-2,88% ante -1,49%), enquanto Matérias-Primas Brutas, ainda em deflação, aceleraram (-4,10% ante -6,48%). Na abertura por origem, produtos agrícolas e industriais ficaram praticamente estáveis (-4,36% e -2,12% ante -4,37% e -2,08%, respectivamente). O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) também desacelerou na leitura, a -0,25% ante 0,48%, puxado por 7 das 8 classes de despesa.  Por fim, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) acelerou a 0,85% em junho, ante 0,40% em maio;
  • Na agenda brasileira de indicadores dessa sexta-feira, teremos a divulgação do resultado primário do governo geral às 8:30, para o qual a XP espera déficit de R$44,3 bi. Às 9:00, conheceremos a taxa de desemprego do trimestre móvel encerrado em maio; a XP projeta queda de 8,5% para 8,2%.
  • Na seara internacional, o PIB do 1T23 dos EUA foi revisado de 1,3% para 2,0% t/t (dados dessazonalizados e anualizados), surpreendendo o mercado; o índice de preços de gastos do consumo (PCE) acelerou de 4,1% para 4,9%. A resiliência da economia americana também foi corroborada por queda nos pedidos de auxílio-desemprego. Com isso, tivemos alta nas taxas de títulos soberanos no país;
  • A inflação preliminar de junho na Zona do Euro desacelerou de 6,1% para 5,5% a/a, com núcleo avançando de 5,3% para 5,4% a/a, puxado por serviços. Na região, a taxa de desemprego de maio seguiu em 6,5%. Na China, o PMI industrial avançou de 48,8 em maio para 49,0 em junho, enquanto o PMI de serviços recuou de 54,5 para 53,2 neste mês;
  • O destaque de hoje é a divulgação do deflator do PCE nos Estados Unidos às 9:30, a medida de inflação favorita do Fed. O mercado espera avanço de 0,1% m/m para o índice cheio e de 0,4% m/m para seu núcleo. Ainda nos indicadores americanos, teremos o índice de sentimento do consumidor medido pela Universidade de Michigan de junho às 11:00 e as expectativas dos consumidores para a inflação de 1 ano e de 5-10 anos.

Empresas

Orizon (ORVR3): Três razões para comprar ORVR3

  • Estamos atualizando nossas estimativas da Orizon (ORVR3) incorporando: (i) os resultados do follow-on; (ii) as plantas de biometano de Jaboatão dos Guararapes e Paulínia II; (iii) maiores preços de crédito de carbono; e (iv) a aquisição de um aterro sanitário em Porto Velho. Como resultado, estamos aumentando nosso preço-alvo para R$ 47,0/ação de R$ 43,0/ação anteriormente;
  • Reiteramos nossa recomendação de compra ao destacar três razões para comprar ORVR3 que devem atrair os investidores. Nossa visão é baseada em (i) a oportunidade única para a Orizon sair na frente e construir uma operação pioneira de biometano; (ii) oportunidade clara de crescimento orgânico; e (iii) embora o momento seja desfavorável para a alavancagem da companhia, acreditamos que ainda há espaço para expansão por meio de aquisições menores e atrativas;
  • Finalmente, vemos uma TIR real de 13,5% para ORVR nos níveis atuais do mercado;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Temu: “nova Shopee” no Brasil? Saiba como a plataforma pode impactar ações do varejo

  • Nesta edição do Carrinho XP, trazemos um resumo sobre a Temu, um marketplace que pertence à Pinduoduo e que deve ser lançado no Brasil até o final do ano. A plataforma está presente em 18 países, com um GMV anualizado de mais de US$2,3bi, contando com um amplo sortimento (+ de 30 categorias);
  • Sendo assim, enxergamos a Temu como mais comparável à Shopee, embora também lembre a Shein uma vez que ajuda os fornecedores chineses a entender melhor as necessidades dos consumidores;
  • No geral, acreditamos que a plataforma representa um risco menor para as varejistas de vestuário comparada à Shein, enquanto sua estratégia de precificação agressiva deve ser monitorada, uma vez que pode impactar o cenário competitivo do e-commerce. Entretanto, o plano de conformidade para as plataformas cross-border devem mitigar parte deste risco;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

BrasilAgro (AGRO3): colocando dinheiro no bolso… de novo!

  • A BrasilAgro anunciou hoje mais uma venda de fazenda no valor total de R$ 121,9 milhões para uma área total de 4.408ha (3.202 ha aráveis), ou ~R$ 38,0 mil/ha arável. Isso reforça nossa visão de que a empresa tem excelência na execução de sua estratégia de reciclagem de portfólio mesmo em cenários desafiadores;
  • Contabilizando a última venda de fazenda realizada em abril com valor total de R$ 417,8 milhões, as vendas superaram nossas estimativas para o ano de R$ 251 milhões para 5.508 ha aráveis ​​(~R$ 48,8k/ha arável), trazendo um risco de alta para nossa estimativa de dividend yield de ~10% para jun/24, já que a sólida posição do balanço da empresa permite um maior nível de distribuição de dividendos;
  • Dessa forma, as ações da da AGRO3 devem refletir positivamente essa venda no pregão de amanhã, em nossa visão;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

AgroGalaxy (AGXY3): Velho/Novo CEO anunciado

  • A AGXY anunciou que o Sr. Welles Pascoal, atual conselheiro, assumirá novamente o cargo de CEO da empresa. A ex-CEO Sra. Sheilla Albuquerque está deixando o cargo devido a licença médica;
  • A AgroGalaxy passa por um ambiente macro e micro desafiador: preços de insumos mais baixos, nível de comercialização de safra mais lento do que o esperado e alta alavancagem estão afetando os resultados, enquanto a empresa está integrando as fusões e aquisições feitas nos últimos anos;
  • Apesar do ambiente desafiador mencionado acima pode não ser o melhor momento para mudar o CEO da empresa, não vemos disrupções na atual estratégia da gestão, pois o Sr. Welles foi o CEO da empresa de Out/20 a Set/22. Portanto, esperamos reação neutra nas ações da empresa;
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Telecom Brasil: Data Expert | Monitor Anatel; Resultados de Maio de 2023

  • Ontem (28 de junho), a Anatel divulgou o banco de dados de assinantes referente a maio de 2023. Os principais destaques foram;
  • (i) no que diz respeito à banda larga (todas as tecnologias incluídas), entre os ISPs listados, a Brisanet continua apresentando o melhor desempenho em termos de crescimento orgânico, adicionando cerca de 13,1 mil clientes. A Desktop reportou uma adição líquida de +6,9 mil assinantes em Maio, e neste mês a Unifique adicionou +0,9 mil clientes; e (ii) no segmento móvel, a Claro conquistou o maior número de clientes pós-pagos (excluindo M2M) em maio, adicionando cerca de 212,3 mil clientes, e aumentou em 53,7 mil conexões líquidas no pré-pago ao longo do mês;
  • A Vivo aumentou o número de clientes pós-pagos (excluindo M2M) em +134,1 mil, mas desconectou -367,3 mil clientes no pré-pago. Neste mês, a TIM conectou +118.7 mil clientes pós-pagos (excluindo M2M), mas desconectou -211,7 mil clientes no pré-pago, o que ainda pode ser justificado pela migração de clientes da Oi Móvel. A Vivo atualmente possui uma participação de mercado de 39,0% (pré-pago + pós-pago), enquanto a Claro tem 33,1% e a TIM 24,4%;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

GPA (PCAR3): Conselho de administração nega a oferta pela sua participação no Grupo Éxito

  • O GPA anunciou hoje em fato relevante que seu conselho de administração decidiu rejeitar por unanimidade a oferta não solicitada recebida ontem (28) pela totalidade das suas ações do Grupo Éxito, enquanto a companhia reforçou que o processo de spin-off da operação Colombiana segue em evolução, pendente de ritos processuais nos EUA e Colômbia;
  • A negativa à oferta, segundo a companhia, vem por entenderem que o preço ofertado não atende parâmetros adequados de razoabilidade financeira, enquanto acreditamos que a ausência de liquidez direta para o Casino pode ter tido um obstáculo adicional;
  • Vemos o anúncio como negativo pois somos céticos em relação à realização do desinvestimento de Éxito nos patamares de valuation da expectativa da companhia, apesar de achar possível vermos uma contraoferta pelo ativo. Mantemos nossa recomendação Neutra e preço-alvo de R$ 20/ação.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas e Energia (óleo & gás e elétricas).

  • Notícias Diárias do Setor Financeiro
    • Visa busca ampliar transações internacionais (Valor);
    • Itaú quer ajudar no piloto do real digital antes de lançar tokens de ativos (Valor);
    • BC eleva projeção para crescimento do crédito (Valor);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Radar Tech XP: Notícias diárias do setor de Telecom e Tecnologia
    • 5G alcança 10 milhões de acessos no Brasil (telesintese);
    • Telefonia fixa já conta com 12 milhões de acessos por fibra (TELETIME);
    • Claro ultrapassa marca de 1 milhão de clientes com fibra na banda larga (TELETIME);
    • Startup de IA arrecada US$ 1,3 bi de cofundador do LinkedIn, ex-CEO do Google, Bill Gates e Nvidia(Valor);
    • Clique Aqui para acessar o relatório.
  • Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo
    • GPA recusa proposta de R$ 4,1 bi por sua participação no Éxito, da Colômbia (Valor);
    • Após reunião com Lula, Coteminas anuncia que irá produzir vestuário da Shein no Rio Grande do Norte (Valor);
    • Mercado Livre investe em moda, atrai lojistas do Brás e vai brigar com a Shein (Estadão);
    • Shein nega rumores de IPO nos EUA (CNBC);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Agro, Alimentos & Bebidas: confira as principais notícias
    • Alimentos e Bebidas
      • Consumers, food-makers face choice as WHO cancer agency set to warn on aspartame sweeteners (Reuters);
      • BRF lançará oferta de ações dia 3 de julho (Valor);
    • Agro
      • Governo retoma a política de estoques reguladores no país (Valor);
      • BrasilAgro (AGRO3) vende parte da Fazenda Jatobá por R$ 121,9 milhões (InfoMoney);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Radar Energia XP: Notícias diárias do setor de energia
    • Aneel realiza nesta sexta-feira leilão com previsão de R$ 15,7 bi em investimentos. (Valor Econômico);
    • Leilões de transmissão têm novas datas e alivia fabricantes. (Valor Econômico);
    • Eletrobras acerta reperfilamento de emissão de R$ 513,8 milhões de subsidiárias. (Canal Energia);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Combustível XP: As principais notícias que movem o setor de Óleo & Gás
    • Operadores independentes cobram segurança jurídica para o setor de óleo e gás (EPBR);
    • Unipar não renovará proposta por Braskem (Valor Econômico);
    • Negativa da licença em Foz do Amazonas terá “amplo impacto” no setor de upstream do país, segundo a Wood Mackenzie  (Petróleo Hoje);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa

  • Juro menor ganha força em agosto com decisão da meta, dizem economistas (Valor Econômico);
  • Rating do Nubank elevado para ‘brAA+’ por melhor desempenho financeiro; perspectiva estável (S&P Global);
  • Fitch Revisa Perspectiva do Rating do Banco Pan para Positiva; Afirma Ratings ‘BB-‘/’AA(bra)’ (Fitch);
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • FII HGLG11 reverte na Justiça calote de R$ 10 milhões em venda de imóveis (InfoMoney);
    • FIIs: Brookfield Asset vai desocupar 3,2 mil metros quadrados de escritório alugados em SP (InfoMoney);
    • A ‘FORÇA DO TIJOLO’ NO RBVA11 (ClubeFII);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

ESG

Atualização Radar ESG | Orizon (ORVR3): Ainda uma das melhores posicionadas sob a cobertura da XP

  • A Orizon entregou um significativo crescimento operacional nos últimos anos, ao mesmo tempo em que avançou na agenda ESG. Com isso em mente, nós aproveitamos a oportunidade para atualizar nossa cobertura ESG da empresa, iniciada em abril/21 (link);
  • Na frente (E), o destaque fica para o lançamento da BioE¹, adicionando projetos de biometano e geração renovável, enquanto no pilar (S), o principal marco foi a criação do Instituto Orizon, visando centralizar os esforços da agenda social da companhia;
  • Por fim, em termos do (G), destacamos uma melhoria importante na divulgação de informações, além da maior independência do Conselho (agora em 43%), embora a falta de diversidade de gênero ainda persista;
  • De forma geral, reforçamos nossa visão ESG positiva para a Orizon, sendo de válida menção que a empresa faz parte da nossa carteira ESG XP desde outubro de 2021, entregando performance de +25,7% no período (link);
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Lei antidesmatamento da UE entra em vigor | Café com ESG, 30/06

  • O mercado encerrou o pregão de quinta-feira em território positivo, com o Ibov e o ISE em alta de +1,45% e +1,79%, respectivamente;
  • No lado da regulação, a legislação da União Europeia antidesmatamento entrou em vigor ontem e empresas terão que confirmar que óleo de palma, soja, café, cacau, madeira, borracha e carne, além de derivados como móveis ou chocolate, não estão relacionados a desmatamento ou degradação florestal ocorridos depois de 31 de dezembro de 2020 – a norma será implementada em 18 meses, mas empresas pequenas e médias terão mais tempo para se adequarem;
  • Já nas empresas, (i) o executivo-chefe da Glencore, a mineradora de carvão mais lucrativa do mundo e uma das maiores empresas da Bolsa de Valores de Londres, criticou os investidores europeus por colocarem o ESG acima dos retornos financeiros, ao defender uma proposta da mineradora listada em Londres para listar uma cisão de seu negócio de carvão em Nova York – o executivo afirmou que parece ser a mesa de ESG que toma mais decisões na UE; e (ii) líderes de grandes empresas japonesas estão enfrentando crescente oposição dos acionistas em meio à temporada de assembleias gerais deste ano – os investidores exigem ações para melhorar a eficiência do capital e a diversidade do conselho;
  • Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG.

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O investimento em ações é indicado para investidores de perfil moderado e agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto. O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. O investimento em termos é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. São contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem. O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos, e por isso é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.

A XP Investimentos CCTVM S/A, inscrita sob o CNPJ: 02.332.886/0001-04, é uma instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Toda comunicação através de rede mundial de computadores está sujeita a interrupções ou atrasos, podendo impedir ou prejudicar o envio de ordens ou a recepção de informações atualizadas. A XP Investimentos exime-se de responsabilidade por danos sofridos por seus clientes, por força de falha de serviços disponibilizados por terceiros. A XP Investimentos CCTVM S/A é instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.


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