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Ibovespa descola mais uma vez de bolsas internacionais após decisão do Fed

O comitê de política monetária do Fed (FOMC) sinalizou ontem a decisão sobre a elevação da taxa básica de juros da economia americana em março; confira as movimentações da bolsa

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IBOVESPA +1,0% | 111.289 Pontos

CÂMBIO -0,2% | 5,43/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Destaque do dia

O comitê de política monetária do Fed (FOMC) sinalizou ontem a decisão sobre a elevação da taxa básica de juros da economia americana em março. Em entrevista coletiva, o Presidente do Fed, Jerome Powell, reforçou que houve piora no quadro inflacionário no período recente, e indicou que o comitê estaria disposto a discutir aumentos de juros em todas as reuniões até o final do ano. Com isso, o mercado passa a precificar 5 altas em 2022 (o consenso anterior apontava para 4). Isto posto, Powell não forneceu pistas adicionais sobre a trajetória de aperto da política monetária, tanto em termos de timing quanto de ritmo de elevação dos juros. Por fim, o Fed reafirmou os planos de encerrar em março o processo de tapering (diminuição das compras de títulos), mas sugeriu que a redução do seu balanço patrimonial não deve ter início antes de junho, já que discussões sobre este tópico serão realizadas “nas próximas reuniões”.

Brasil

O Ibovespa renovava suas máximas no dia de ontem, mas perdeu fôlego logo após a decisão do Fed e mesmo assim fechou no campo positivo aos 111.289 pontos, com variação de +0,98%, mais uma vez descolando das bolsas internacionais. O dólar futuro foi para R$ 5,43 enquanto as taxas de juros futuras tiveram forte alta nos vencimentos mais curtos, principalmente com a divulgação do IPCA-15 que mostrou uma inflação mais persistente e disseminada. Os vencimentos intermediários apresentaram queda refletindo a divulgação do Relatório Mensal da Dívida e o Plano Anual de Financiamento pelo Tesouro Nacional, com destaque ao robusto colchão de liquidez no pais. DI jan/23 fechou em 12,085%; DI jan/25 encerrou em 11,16%; DI jan/27 foi para 11,235%; e DI jan/29 fechou em 11,42%.

No campo político, governadores decidiram prorrogar o congelamento do ICMS sobre combustíveis a partir de 1º de fevereiro. A medida ainda precisa ser ratificada hoje pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).

Mais sobre o IPCA-15

Ainda no Brasil, o IPCA-15 (prévia mensal da inflação ao consumidor) apresentou alta de 0,58% entre dezembro e janeiro, resultado muito acima da nossa estimativa e da mediana das previsões de mercado. No acumulado em 12 meses, o índice exibiu aumento de 10,2%. A inflação brasileira segue bastante pressionada, quadro que não deverá ser alterado no 1º trimestre deste ano. A partir do 2º trimestre, por sua vez, antevemos um processo de desinflação gradual na economia doméstica. Projetamos elevação de 5,2% para o IPCA de 2022, após o salto de 10,1% registrado em 2021.

Mundo

As bolsas globais amanhecem sem direção definida (EUA +0,1% e Europa -0,1%) enquanto investidores digerem a decisão do Fed de manter a taxa de juros americana entre 0% e 0,25%, bem como o atual ritmo de compras de títulos de dívida. Apesar da decisão, o pronunciamento do Jerome Powell foi visto como hawkish, causando uma queda nos mercados nesta quarta-feira. Na China, o índice de Hang Seng (-2,0%) registou sua maior queda dos últimos 2 meses, puxado pelas ações do Alibaba -7,2%, após mais analistas reduzirem seu preço alvo para o ativo. O pessimismo acabou contagiando outras ações de tecnologia: Meituan (-6,9%), NetEase (-3,5%), JD.com (-3,5%) e Tencent (-2,2%). Por fim, o petróleo (+0,2%) continua sua tendência de alta com a escalada das tensões entre Rússia e Ucrânia, que poderão ter impacto na oferta da commodity.

Agenda de hoje

Na agenda econômica de hoje, destaque para a publicação de vários indicadores de atividade nos Estados Unidos, como o PIB do 4º trimestre (primeira leitura), pedidos iniciais de seguro-desemprego para a semana encerrada em 22/jan, além de encomendas de bens duráveis e vendas pendentes de moradias em dezembro.

Veja todos os detalhes

Economia

Fed sinaliza elevação de juros em março; no Brasil, prévia da inflação de janeiro vem acima das expectativas

  • Conforme amplamente esperado, o Comitê Federal de Mercado Aberto do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) sinalizou elevação da taxa básica de juros da economia americana em março. Em entrevista coletiva, o Presidente do Fed, Jerome Powell, afirmou que “o comitê está pensando em aumentar a taxa de juros de referência na reunião de março, assumindo que as condições sejam apropriadas para isso” (tradução própria). Powell também indicou que o comitê estaria disposto a discutir aumentos de juros em todas as reuniões até o final do ano. Com isso, o mercado passa a precificar 5 altas em 2022 (o consenso anterior apontava para 4). Isto posto, a autoridade não forneceu pistas adicionais sobre a trajetória de aperto da política monetária, tanto em termos de timing quanto de ritmo de elevação dos juros. O banco central reiterou que a atividade econômica do país continua se fortalecendo apesar da rápida disseminação da variante Ômicron. Sobre a inflação, os dirigentes do Fed continuam a esperar descompressão importante ao longo de 2022, embora reconheçam o alto grau de incerteza em torno deste tópico e o espalhamento da alta de preços na economia. Por fim, o Fed reafirmou os planos de encerrar em março o processo de tapering (diminuição das compras de títulos relacionadas à pandemia), mas indicou que a redução do seu balanço patrimonial não deve ter início antes de junho. Segundo o Presidente Powell, não houve decisão alguma sobre esse tópico, mas discussões serão realizadas “nas próximas reuniões”;
  • Na agenda econômica de hoje, destaque para a publicação de vários indicadores de atividade nos Estados Unidos: PIB do 4º trimestre de 2021 (consenso de mercado: elevação de 5,5% ante o 3º trimestre, em termos anualizados e dessazonalizados); pedidos iniciais de seguro-desemprego para a semana encerrada em 22/jan (consenso: 265 mil); vendas de moradias pendentes em dezembro (consenso: -0,8% versus novembro); e encomendas de bens de consumo duráveis em dezembro (consenso: -0,6% versus novembro). Conforme já publicado pelo escritório oficial de estatísticas, os lucros industriais da China cresceram 4,2% em dezembro de 2021 comparativamente ao mesmo mês de 2020, desacelerando ante a elevação de 9,0% registrada em novembro. Além disso, o índice de confiança do consumidor da Alemanha (Instituto GfK), também já divulgado nesta manhã, melhorou ligeiramente de -6,9 em janeiro para -6,7 em fevereiro, superando a mediana de projeções do mercado (-8,0). Segundo a publicação, as famílias alemãs antecipam algum alívio no quadro inflacionário e na situação da Covid-19 nos próximos meses;
  • No Brasil, o IPCA-15 (prévia mensal da inflação ao consumidor) apresentou alta de 0,58% entre dezembro e janeiro, resultado muito acima da nossa estimativa e da mediana das previsões de mercado (0,45% e 0,44%, respectivamente). No acumulado em 12 meses, a inflação recuou modestamente de 10,42% para 10,20%. A diferença entre o resultado efetivo e a projeção do time econômico da XP deveu-se principalmente ao aumento mais acentuado nos preços de “veículos”, “cuidados pessoais” e “telefone, internet e TV”. Além disso, tanto os grupos de “serviços” quanto “bens industrializados” exibiram surpresas altistas, levando a medida de núcleo da inflação (exclui os itens voláteis de alimentos e energia) a avançar de 0,67% em dezembro para 0,95% em janeiro. Em linhas gerais, a inflação brasileira segue bastante pressionada, quadro que não deverá ser alterado no 1º trimestre deste ano. A partir do 2º trimestre, por sua vez, antevemos um processo de desinflação gradual na economia doméstica. Projetamos elevação de 5,2% para o IPCA de 2022, após o salto de 10,1% registrado em 2021;
  • Enquanto isso, o saldo em transações correntes do Brasil apresentou déficit de US$ 5,9 bilhões em dezembro, resultado um pouco melhor que o consenso de mercado (-US$ 6,3 bilhões). Com isso, a conta corrente acumulou déficit de US$ 28,1 bilhões em 2021 (-1,7% do PIB). Já o IDP (Investimento Direto no País) registrou saída líquida de US$ 3,9 bilhões no mês passado, frustrando as projeções (consenso: entrada líquida de US$ 3,1 bilhões). Ainda assim, o IDP totalizou US$ 46,4 bilhões em 2021 (2,9% do PIB). Em síntese, as contas externas brasileiras permanecem robustas. Em 2022, esperamos que o IDP e o déficit em conta corrente atinjam US$ 60,0 bilhões e US$ 14,7 bilhões, respectivamente. Em relação ao segundo, vale destacar o impacto da desaceleração da atividade doméstica, dos patamares relativamente altos dos preços de commodities e da taxa de câmbio depreciada.   

Empresas

Americanas (AMER3): Novas regras de comissão, cancelamento e frete para o marketplace a partir de Fev/2021

  • A companhia anunciou algumas mudanças na política do seu marketplace, dentro elas: i) taxa de comissão deixa de ter um percentual único e passa a ser definido por departamento (priorizando categorias como alimentos e bebidas e Pet); ii) não haverá mais cobrança de uma taxa fixa de R$5 para itens abaixo de R$40; iii) Aumento do subsídio do frete grátis para parceiros Fulfillment, passando de 60% para 80% nos itens leves, e de 35% para 55% nos itens pesados; iv) Produtos pesados (a partir de 29 kg) de R$ 40 a R$ 79,99 passam a fazer parte da política de frete subsidiado;
  • Além disso, a companhia lançou um programa de consultores de marketplace para motivar sellers a trazerem pequenos sellers (de bairro) para a plataforma e serem comissionados em cima da venda desses novos entrantes;
  • Vemos o movimento com cautela uma vez que sinaliza um investimento em direção a aumentar competitividade da plataforma através de alguns incentivos para os sellers, o que pode levar a uma pressão de rentabilidade. Mantemos nosso Neutro para o papel.

Commodities: As tensões geopolíticas na Rússia afetam os mercados globais de commodities.

  • De acordo com a Reuters, as tensões entre a Rússia e a UE podem levar à interrupção das importações de gás da Rússia, que fornece 40% do gás total usado na União Europeia. Isso fez com que os preços do gás na Europa subissem 20% esta semana, juntamente com os preços do Brent que subiram 2,3% ontem a US$ 89,8/bbl;
  • O aumento do preço do gás pressiona os produtores de alumínio na Europa. Além disso, eventuais sanções econômicas à Rússia (segundo maior produtor de alumínio) também podem pressionar os preços do alumínio. A commodity acumula alta de 10,6% (US$3.106/t) nos últimos 30 dias e é uma notícia positiva para a CBA (CBAV3), pois não é afetada pelo aumento do preço do gás, mas deve se beneficiar da alta do preço do alumínio. Temos recomendação de compra em CBA e preço-alvo de R$ 18/ação;
  • Embora o aumento do preço do Brent beneficie a Petrobras (PETR4), por outro lado ajuda a manter a defasagem nos preços dos combustíveis. Tanto a nossa metodologia quanto a Platts/ANP apontam para uma defasagem de R$0,26/L nos preços do diesel (7,1%) e nos preços da gasolina nossa metodologia aponta para uma defasagem de R$0,38/L (11,7%) e a Platts/ANP para R$0,26/L (8%).

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas e Energia (óleo & gás e elétricas).

  • Notícias Diárias do Setor Financeiro
    • BC deve chegar a meio-termo em regulação que aumenta exigências para fintechs;
    • BTG fecha aquisição da carteira de varejo da corretora Planner;
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo
    • ARTIGO: Nas eleições 2022, risco ou oportunidade?;
    • Alimentos podem ficar mais caros com seca no Sul;
    • S&P corta perspectiva de nota de crédito da Via para negativa;
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Agro, Alimentos & Bebidas: confira as principais notícias
    • Trading Viterra compra Gavilon;
    • Cade dá aval para Eurochem comprar Fertilizantes Heringer;
    • Arcos Dorados tem alta de 24,2% em vendas no 4º tri e prevê expansão de lojas até 2024;
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Radar Energia XP: Notícias diárias do setor de energia
    • Decreto de eólicas em mar promete destravar aportes;
    • Governadores congelam ICMS sobre combustível por mais 60 dias;
    • Petróleo avança e WTI atinge máxima em 8 anos, em meio as tensões Ucrânia-Rússia;
    • Clique aqui para acessar o relatório.

Mercados

Radar Global: Análises das principais empresas e tendências sob o nosso Radar | Tesla bate recorde de faturamento

  • Tesla bate recorde de faturamento, mas alerta sobre problemas na cadeia de suprimentos;
  • Intel surpreende positivamente;
  • Apple ganha espaço na China;
  • Correções dos índices americanos amenizam a gravidade do desempenho médio de seus constituintes;
  • Acesse aqui o relatório internacional.

ESG

Pressão dos investidores sobre o risco das mudanças climáticas cresce no exterior | Café com ESG, 27/01

  • O mercado encerrou o pregão de quarta-feira em território positivo, com o Ibov e o ISE em alta de +1,0% e +0,4%, respectivamente;
  • No internacional, do lado das empresas, (i) o JP Morgan Chase está lutando contra quatro petições de acionistas relacionadas às mudanças climáticas na SEC e, sendo maior credor para empresas de combustíveis fósseis, o banco enfrenta uma pressão crescente dos investidores sobre o risco das mudanças climáticas nos últimos anos; e (ii) líderes empresariais dos Estados Unidos, GM e Microsoft expressaram apoio a partes-chave da proposta do presidente Joe Biden de gastos de US$1,75 trilhão em programas climáticos e sociais, mesmo com um futuro incerto no Congresso;
  • Por fim, os principais estados produtores de petróleo dos EUA estão tentando tirar a supervisão dos poços de captura de carbono de reguladores federais, na esperança de acelerar a abordagem preferida da indústria petrolífera para combater o aquecimento climático em meio a pedidos de limites à produção de combustíveis fósseis.
  • Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG.
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