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Bolsas sobem com expectativa de Fed menos agressivo; juros na Europa em destaque na semana

Expectativa de inflação de longo prazo cai nos EUA e alta de juros na Europa são alguns dos temas de maior destaque nesta segunda-feira, 18/07/2022

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O que pode impactar o mercado hoje

Destaques da semana

Expectativa de inflação de longo prazo cai nos EUA, mas a demanda doméstica continua sólida. Na Europa, BCE deve implementar a primeira alta de juros em 10 anos. No Brasil, os jornais de fim de semana ainda se concentraram na aprovação da Emenda Constitucional que permite ao governo aumentar os gastos sociais este ano além do teto constitucional.

Resumo da semana anterior

Na semana passada o Ibovespa encerrou com uma queda de -3,7%, retornando aos 96.551 pontos. O principal índice da Bolsa brasileira acompanhou o que foi visto no exterior, com o peso adicional negativo da performance das commodities, além de riscos fiscais no radar dos investidores. Já o Dólar fechou a semana com alta de 2,60% em relação ao Real, em R$ 5,40/US$.

Na Renda Fixa, os juros futuros fecharam mais uma semana em alta firme, com as taxas sendo pressionadas em toda extensão da curva e ponto máximo no vencimento de julho de 2023, encerrando a sexta-feira em 14,05%. O movimento é explicado em parte pela divulgação da inflação ao consumidor nos Estados Unidos acima do esperado e, no Brasil, um desconforto em relação às políticas públicas de expansão fiscal em ano eleitoral.

Mercados hoje

Mercados globais amanhecem positivos (EUA +1,0% e Europa +1,3%) após redução das expectativas sobre um aumento mais agressivo da taxa de juros americana e enquanto investidores aguardam a divulgação de novos resultados. Comentários dos membros do Federal Reserve, na última semana, somados ao artigo publicado pelo Wall Street Journal afirmando que o banco central americano deverá seguir com uma alta de 75 bps na taxa básica de juros acalmaram o mercado, que agora precifica uma menor probabilidade de um aumento de 100 bps já na próxima reunião. Em relação à temporada de resultados, hoje teremos as divulgações do Goldman Sachs, Bank of America, Charles Schwab e IBM. Na Europa, o foco da semana ficará por conta da reunião de política monetária do BCE e o fim da manutenção no gasoduto Nord Stream 1. Na China, o índice de Hang Seng (+2,7%) encerra em forte alta, à medida o governo solicitou que os credores forneçam crédito as incorporadoras para ajudá-las a acelerar a entrega de projetos atrasados. O movimento resultou em um sentimento positivo por parte dos investidores, que já especulam sobre novos estímulos econômicos.

Política monetária dos EUA

Os mercados vêm reagindo aos determinantes da política monetária dos EUA. Na sexta-feira passada, vendas no varejo mais fortes do que o esperado aumentam os temores de que o Fed precisaria implementar um aumento mais agressivo das taxas. No final do dia, no entanto, as expectativas de inflação de 5 a 10 anos coletadas pela pesquisa da Universidade de Michigan caem de 3,1% para 2,8%, um sinal de que a ação do Fed pode ter sido eficiente para ancorar as expectativas. Esta semana será mais calma no fluxo de dados econômicos nos EUA. Mas espera-se que os mercados permaneçam voláteis.

Expansão Fiscal no Brasil

A respeito da aprovação da Emenda Constitucional que permite ao governo aumentar os gastos sociais este ano além do teto constitucional, analistas de mercado acreditam que essa expansão fiscal concentrada manterá a demanda aquecida no segundo semestre, podendo forçar o banco central a elevar as taxas acima de 14%.

Veja todos os detalhes

Economia

Expectativa de inflação de longo prazo cai nos EUA, mas a demanda doméstica continua sólida. Na Europa, BCE deve implementar a primeira alta de juros em 10 anos

  • Os mercados vêm reagindo aos determinantes da política monetária dos EUA. Na sexta-feira passada, vendas no varejo mais fortes do que o esperado aumentam os temores de que o Fed precisaria implementar um aumento mais agressivo das taxas. No final do dia, no entanto, as expectativas de inflação de 5 a 10 anos coletadas pela pesquisa da Universidade de Michigan caem de 3,1% para 2,8%, um sinal de que a ação do Fed pode ter sido eficiente para ancorar as expectativas. Esta semana será mais calma no fluxo de dados econômicos nos EUA. Mas espera-se que os mercados permaneçam voláteis;
  • Diferente dos EUA, é uma semana movimentada para os lançamentos econômicos da Europa. Na terça-feira, os números finais da inflação ao consumidor de junho saem, o mercado espera 8,6% ano a ano. Na quinta-feira, o Banco Central Europeu decide sobre as taxas de juros, e deve entregar uma primeira alta em mais de 10 anos. O Banco do Japão também se reúne esta semana, na quarta e quinta-feira;
  • Os preços do petróleo estão subindo esta manhã, já que há poucos sinais de que os países do Golfo aumentarão a oferta, como pediu o presidente dos EUA, Joe Biden, ao visitar a região;
  • No Brasil, os jornais de fim de semana ainda se concentraram na aprovação da Emenda Constitucional que permite ao governo aumentar os gastos sociais este ano além do teto constitucional. Analistas de mercado acreditam que essa expansão fiscal concentrada manterá a demanda aquecida no segundo semestre, podendo forçar o banco central a elevar as taxas acima de 14%.

Empresas

Bens de Capital: confira nossas expectativas para o segundo trimestre de 2022 para o setor industrial da bolsa

  • Esperamos resultados neutros no 2T22 no setor Industrial;
  • Embora a maioria das empresas esteja conseguindo repassar com sucesso os aumentos de custos para os preços, os gargalos relacionados à cadeia de suprimentos ainda estão impedindo um desempenho normalizado para alguns nomes;
    • Para a WEG, esperamos que as receitas sigam as tendências positivas observadas nos últimos trimestres, com margem EBITDA estável em relação ao trimestre anterior (EBITDA +14% A/A e +3% T/T);
    • Para a Embraer, devemos ver uma melhora no faturamento em relação ao 1T22, embora ainda em níveis baixos, pois esperamos que as entregas sejam mais concentradas no 2S22 (receita de ~US$ 1,0 bilhão -12% A/A e +66% T/T);
    • A Aeris deve apresentar resultados melhores no 2T22 em relação aos trimestres anteriores, embora ainda abaixo de um nível normalizado, pois algumas linhas de produção ainda estão em processo de maturação;
    • E para Autopeças, destacamos:
      • (i) Fras-le como destaque positivo, apresentando forte combinação de crescimento de receita e desempenho de rentabilidade;
      • (ii) sólido desempenho de receita da Randon ofuscado pela piora da rentabilidade no 2T22 (margem EBITDA de 13,0% vs. 16,2% no 1T22 e 15,2% no 2T21); e
      • (iii) perfil de receita resiliente da Iochpe-Maxion, respaldado por contratos de longo prazo com montadoras, com contínua redução da alavancagem no 2T22 (2,1x dívida líquida/EBITDA ajustado vs. 2,3x no 1T22).
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Rumo (RAIL3): Rumo vende seu terminal de elevação portuária em Santos; Positivo

  • A Rumo anunciou a venda de 80% de seus terminais de elevação portuária (T16 e T19) em Santos por R$ 1,4 bilhão;
  • Vemos o anúncio como positivo, pois:
    • (i) o movimento está em linha com a estratégia da empresa [e do grupo Cosan] de preservar o caixa e focar nas operações essenciais em meio ao atual ambiente de inflação alta e juros elevados;
    • (ii) o valuation nos parece atrativo para a Rumo (estimamos ~14x EV/EBITDA para 2022e, vs. ~10x da Rumo); e
    • (iii) a Rumo continuará participando da governança do ativo por meio de seus 20% restantes.
  • Reiteramos nossa visão positiva para a Rumo;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

EZTec (EZTC3): Dados operacionais negativos prejudicados pelo fraco desempenho das vendas líquidas

  • A EZTec divulgou dados operacionais fracos no 2T22, explicados pelo desempenho negativo das vendas líquidas, atingindo R$ 229 milhões (-19,9% A/A e -24,4 T/T). Com isso, as vendas contratadas líquidas totalizaram R$ 615 milhões em 2022, praticamente em linha com os níveis do 6M2021;
  • Além disso, os lançamentos (%EZTec) tiveram um desempenho moderado, atingindo R$ 414 milhões (-55,4% A/A e -15,3% T/T). Esse volume foi composto por 2 empreendimentos: (i) Haute Brooklin, com 19% vendido; (ii) Hub Brooklin, com 15% vendido. Mais ainda, a EZTec concentrou seus lançamentos na última semana do trimestre. Dito isso, as vendas líquidas e a velocidade de vendas (VSO) foram impactadas pelo prazo limitado para o reconhecimento de vendas. Por fim, os distratos como porcentagem da venda bruta foi de 13,3% (-0,4 p.p. T/T e +1,3 p.p. A/A);
  • Assim, podemos ver uma reação negativa do mercado para EZTC3;
  • Clique aqui para acessar o relatório.

3R (RRRP3): Dados de Produção de maio

  • Na última sexta-feira (15), a 3R divulgou os dados de produção de junho. Mais uma vez, o destaque positivo foi Rio Ventura, que evoluiu pelo quarto mês consecutivo, atingindo 1.522boe/d (+28% A/A e +8% em relação ao mês anterior). No entanto, Macau, que entregou uma média de 5.773 boe/d, ainda apresenta queda nos níveis de produção (-5% M/M e -15% A/A);
  • Quanto a Macau, a 3R esclareceu que os números de junho ainda refletem as consequências do apagão do Alto Rodrigues, que também impactou o processo de medição e rateio da produção. Além disso, a produção foi afetada pelas manutenções realizadas no período;
  • Conforme informado na última divulgação, o sistema de medição e rateio de volume será modificado para evitar esses problemas e diminuir a dependência da Petrobras nesse processo. Acreditamos que essa questão será resolvida no curto prazo quando a planta de separação de óleo e gás de Macau entrar em operação e indicamos que os investidores já estão cientes dos problemas;
  • Excluindo Macau, os outros clusters (Areia Branca, Recôncavo e Pescada & Arabaiana) apresentaram uma produção relativamente estável;
  • Embora compreendamos as preocupações dos investidores sobre os riscos da tese, mantemos nossa recomendação de compra com preço-alvo de R$ 82,50/ação, pois vemos que a 3R está fortemente descontada no preço de mercado atual (segundo menor EV/2P entre os pares).

Méliuz (CASH3): Prévia Operacional 2T22; Performance Positiva

  • A Méliuz (CASH3) divulgou ontem sua prévia operacional 2T22 com uma performance positiva. Os principais destaques foram: i) 25,8 milhões de contas totais, crescimento de +8% no trimestre e +37% no ano; ii) 2,1% de net take rate, apresentando elevação de +0,1p.p. e +0,2 p.p. em comparação ao trimestre anterior e ao mesmo período de 2021, respectivamente; e iii) R$ 1,2 bi GMV (Meliuz + Promobit), queda de -10% no A/A e alta de +38% T/T, e R$ 1,4 bi incluindo Shopping internacoinal (Picodi);
  • Reiteramos nossa recomendação de Compra com preço-alvo de R$ 8,0/ação;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas e Energia (óleo & gás e elétricas).

  • Notícias Diárias do Setor Financeiro
    • Bancos de Wall Street festejam aumentos de juros promovidos pelo Fed; ações disparam (Valor);
    • Inter começa a liberar cartão vinculado à conta global (Valor);
    • Estrangeiros sacam R$ 471,5 milhões na B3 no dia 13, mas seguem com superávit de R$ 51 bi no ano (Valor);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo
    • Bolsonaro diz ser contra taxar empresas chinesas de e-commerce. (Poder360);
    • Arezzo vai transformar a Troc em brechó virtual de luxo. (Estado);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Agro, Alimentos & Bebidas: confira as principais notícias
    • Proposta da ANP para elevar estoques de diesel deve morrer na praia (O Globo);
    • Metas de compra de créditos de carbono de 2022 devem ser prorrogadas por um ano (O Globo);
    • Menor pressão dos custos sobre a Ambev e Copa deixam analistas otimistas (Guia da Cerveja);Camil (CAML3): juros levam a uma queda do lucro no 1º tri, mas Ebitda supera projeções (Infomoney);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Radar Energia XP: Notícias diárias do setor de energia
    • Gasolina cai mais 6,4% nos postos e volta a nível de maio de 2021. (Valor Econômico);
    • ONS registra primeiro recorde de geração eólica de 2022. (Valor Econômico);
    • Petróleo fecha sessão em alta, mas acumula forte queda na semana em meio aos temores de recessão. (Valor Econômico);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

Mercados

Radar Global: Análises das principais empresas e tendências sob o nosso Radar | Citi supera as estimativas enquanto Wells Fargo decepciona

  • Citigroup supera estimativas de lucro à medida que banco se beneficia do aumento das taxas de juros;
  • Wells Fargo é mais um dos grandes bancos a desapontar as expectativas do mercado;
  • Amazon agressiva na estratégia de preço de supermercado para ganhar mercado no Reino Unido;
  • Mesmo com Prime Day, os olhos do mercado estão para o segmento de nuvem da Amazon;
  • Acesse aqui o relatório internacional.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • Hedge funds FIIs: vale a pena investir? (Suno);
    • Quais FIIs são mais indicados em logística, escritórios e outros 3 segmentos? Relatório da XP aponta opções (Suno);
    • Cotistas do FII BCRI11 pedem nova assembleia para discutir troca do Banestes pela Suno como gestora do fundo (InfoMoney);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.

ESG

Impulso para descarbonização incentiva otimismo de investidores com empresas de energia | Café com ESG, 18/07

  • O mercado fechou o pregão de sexta-feira em território neutro, com o Ibov e o ISE em alta de +0,4% e +0,1%, respectivamente. Na semana, o Ibov e o ISE fecharam em queda de -3,7% e -1,4%, respectivamente;
  • No Brasil, na análise de João Accioly, diretor da CVM, um interesse maior em participar do mercado de carbono traz, aos olhos do público, uma melhora de imagem da empresa entre o público consumidor – na prática, o consumidor apresenta crescente interesse em comprar produtos que não agridam tanto ao meio-ambiente e até mesmo a pagar mais por esses itens, o que também seria algo vantajoso, tanto no lado empresarial quanto para a sociedade;
  • No internacional, (i) a invasão da Ucrânia pela Rússia tornou ainda mais necessária a tarefa de reduzir o vício da economia global em combustíveis fósseis – segundo Mark Lacey da Schroders, os investidores estão começando a olhar mais favoravelmente para as empresas de energia devido ao seu papel vital na transição para uma economia descarbonizada; e (ii) o Parlamento europeu aprovou na semana passada, na Comissão de Meio Ambiente, um texto que: aumenta a lista de commodities que não podem entrar no bloco se estiverem ligadas a desmatamento; altera a data de corte; e inclui instituições financeiras às normas até agora discutidas apenas para empresas. Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG.
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