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Bolsas negativas enquanto mercado aguarda Pesquisa Mensal de Serviços

PMS e crise covid-19 são alguns dos temas de maior destaque nesta terça-feira, 12/07/2022

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O que pode impactar o mercado hoje

Destaque do dia

No Brasil, a Pesquisa Mensal de Serviços de maio será monitorada na abertura do mercado local. Enquanto que no exterior, o presidente do Banco da Inglaterra (BoE), Andrew Bailey, discursa em evento e a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) publica relatório de julho.

Brasil

Ontem foi mais um dia negativo para os mercados, em que além das preocupações sobre uma potencial recessão global, pesaram também as novas restrições na China e perspectiva do agravamento das interrupções de fornecimento de gás à Europa pela Rússia. Pressionado por esse sentimento de aversão ao risco, O Ibovespa operou em queda (-2,07%), nos 98,2 mil pontos, enquanto o dólar acompanhou a valorização externa e subiu 2,35%, aos R$5,38. O câmbio contaminou o mercado de renda fixa, e os juros futuros deram continuidade ao movimento de alta da semana anterior, com algumas taxas encerrando o dia nas máximas dos últimos seis anos. Além da pressão externa, a mediana das projeções de inflação subiram no relatório Focus do Banco Central, o que reflete a piora das expectativas do mercado para o ritmo de preços e adiciona mais pressão nas taxas locais. DI jan/23 fechou em  13,89%; DI jan/24 em 13,94%; DI jan/25 em 13,235%; DI jan/27 encerrou em 13,07%; e DI jan/29 em 13,2%.

Ainda sobre Brasil, o IBGE divulgará a Pesquisa mensal de Serviços (PMS) e de maio. Esperamos crescimento de 0,3% no mês  e 9,0% na comparação interanual.

Mundo

Mercados globais amanhecem negativos (EUA -0,8% e Europa -0,4%) à medida que as preocupações com a alta inflação e o risco de recessão continuam derrubando o preço das commodities e fortalecendo o dólar contra as outras moedas. Na Europa, hoje o foco ficará por conta do pronunciamento de Andrew Bailey, governador do Banco da Inglaterra, sobre a sua visão do cenário econômico atual. Na China, ambos os índices CSI 300 (-0,9%) e Hang Seng (-1,3%) encerram em baixa com o salto no número de novos casos diários da Covid-19 para 59 em Xangai nesta segunda-feira. O aumento no volume de infecções poderá revitalizar as restrições da política zero-covid, que por sua vez afetam substancialmente a atividade econômica do país. Ações de tecnologia também seguiram em tendência baixista – Alibaba (-5,4%), Meituan (-2%) e Tencent (-1,3%) – enquanto investidores ponderam os riscos de novos escrutínios regulatórios após a recente multa aplicada sobre algumas empresas em relação a práticas antimonopolistas.

Temores sobre as cadeias de petróleo e gás natural

Os mercados de ações europeus enfraqueceram na terça-feira atingidos por preocupações com a crise energética da região, já que o maior gasoduto que transporta gás russo para a Alemanha vai passar pelo período de manutenção anual (10 dias), a partir do início da semana. Crescem os temores de que a Gazprom, a estatal russa de energia que administra o oleoduto, aproveite esta oportunidade para estender a paralisação, especialmente porque a União Europeia está se preparando para impor um embargo gradual ao petróleo russo e proibir o transporte marítimo seguro para qualquer petroleiro que transporta petróleo russo. O índice de sentimento econômico na Alemanha, ZEW, caiu para -53,8 pontos, de -28,0 em junho, pressionado justamente por temores com o fornecimento de energia no país.

Os preços do petróleo caíram na terça-feira, com as novas restrições da COVID na China, o maior importador mundial de petróleo, pesando fortemente nas expectativas de demanda.

Mercado em Gráfico

Quando investidores falam de “curva de juros”,  referem-se ao rendimento de títulos de dívida  para diferentes prazos de vencimento. Geralmente, quando um país apresenta uma economia estável, é esperado que o dinheiro renda mais de acordo com o tempo que você aplica – quanto mais tempo investido, maior o risco, portanto essa curva tem um movimento ascendente (linha cinza no gráfico). Quando isso não acontece, é uma sinalização de que tem algo errado com a economia. Historicamente, em períodos em que a economia americana entrou em recessão, as crises foram precedidas pela “inversão da curva”, que consiste nas taxas de juros de títulos de curto prazo passarem a ter os mesmos níveis ou maiores que os títulos de longo prazo. Quando isso acontece, a curva se torna invertida, isso é tomado, pelo mercado, como sinal de uma possível recessão por vir nos EUA. Na semana passada, ocorreu novamente a inversão da curva de rendimento do Tesouro de 10 anos e do Tesouro de 2 anos, preocupando novamente os investidores sobre os riscos crescentes de uma recessão americana. A primeira inversão da curva observada nesse período atual da economia americana foi em março desse ano, quando os temores de recessão passaram a ficar mais latente no mercado.

Veja todos os detalhes

Economia

Cresce temores com crise energética na Europa

  • Aumenta risco de crise energética na Europa com o maior gasoduto que transporta gás russo para a Alemanha começou 10 dias de manutenção anual no início da semana. Crescem os temores de que a Gazprom, a estatal russa de energia que administra o oleoduto, aproveite esta oportunidade para estender a paralisação, especialmente porque a União Europeia está se preparando para impor um embargo gradual ao petróleo russo e proibir o transporte marítimo seguro para qualquer petroleiro que transporta petróleo russo;
  • O instituto de pesquisa econômica ZEW divulgado hoje mostrou que seu índice de sentimento econômico caiu para -53,8 pontos de -28,0 em junho, e está um pouco abaixo dos valores vistos em março de 2020, no início da pandemia de coronavírus. O sentimento dos investidores alemães caiu acentuadamente em julho, pressionado por grandes preocupações com o fornecimento de energia da Alemanha, bloqueios relacionados à pandemia na China e o aumento de juros anunciado pelo BCE. As expectativas para setores da economia com uso intensivo de energia e orientados para a exportação caíram mais acentuadamente;
  • No Brasil, o IBGE divulgará a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) e de maio. Esperamos crescimento de 0,3% no mês  e 9,0% na comparação interanual.

Empresas

Aura Minerals (AURA33) – Resultados Preliminares de Produção do 2T22: Não foi o melhor trimestre, mas conteve indicações positivas para o futuro

  • A Aura Minerals divulgou seus números preliminares de produção para o 2T22. Excluindo Gold Road, a produção foi de -7% A/A e -9% T/T;
  • Assim como no último trimestre, Aranzazu manteve seu bom ritmo (+17% A/A, -13% T/T), enquanto as minas EPP (-12% A/A, +2% T/T) e San Andrés (-27% A/A, -9% TT) apresentaram números abaixo do esperado;
  • Por outro lado, a administração reforçou o aumento esperado na produção nos próximos dois trimestres e reiterou o guidance de produção para o ano (260-290 mil onças de ouro equivalente – “kGEO”, embora a Aura provavelmente entregue o ponto inferior desta faixa);
  • Outras indicações positivas foram os custos mais baixos das minas de EPP e do Projeto Almas estar a caminho de ser entregue no prazo e dentro do orçamento;
  • Mantemos nosso rating Neutro no nome (R$ 50/BDR TP). Clique aqui para acessar o relatório completo.

Direcional (DIRR3) – Prévia operacional forte em todas as frentes no 2T22 e dividendo com yield atrativo de 4%

  • A Direcional apresentou excelentes dados operacionais no 2T22, impulsionados por vendas líquidas recorde de R$ 836 milhões (+34,4% T/T e +36% A/A). Dito isso, o segmento Direcional registrou vendas líquidas de R$ 600 milhões (+34,1% T/T e +38,6% A/A), enquanto a Riva atingiu R$ 235 milhões (+37,6% T/T e + 32,1% A/A);
  • Como resultado do forte desempenho de vendas, a empresa apresentou uma recuperação significativa da velocidade de vendas (VSO), atingindo 20% (+4 p.p. T/T e +2 p.p. A/A), apoiada principalmente pelo segmento Direcional atingindo 23% (+ 5 p.p. T/T e +6 p.p. A/A), sugerindo que a DIRR continua a ganhar participação de mercado no Grupo 2, enquanto os principais players vêm diminuindo a operação neste segmento devido ao cenário desafiador em termos de custos de construção. Além disso, os lançamentos atingiram R$ 790 milhões (+31,9% T/T e em linha com o 2T21), enquanto o preço por unidade lançada aumentou significativamente (+14,5%), impulsionado pela Riva atingindo um crescimento de +25,1% no T/T;
  • Por fim, a Direcional registrou geração de caixa de R$ 18 milhões no 2T22 vs. R$ 34 milhões em cash-burn no 1T22. Além disso, a empresa divulgou fato relevante destacando o pagamento de dividendos no valor de R$ 0,47 por ação, totalizando R$ 70 milhões, implicando em um yield atrativo de 4%;
  • Assim, esperamos uma reação positiva do mercado e reiteramos nossa recomendação de compra para DIRR3 com TP de 17,00/ação.

Cury (CURY3): Recorde de lançamentos e vendas com VSO robusta, apesar do aumento de preço significativo no 2T22

  • Cury reportou dados operacionais impressionantes no 2T22, impulsionado por um aumento significativo de preços nos lançamentos de (40,8% A/A), levando a um recorde de lançamentos de R$ 1,05 bilhão no 2T22 (+53,9% A/A) e totalizando R$ 1,84 bilhão em 2022 vs. R$ 1,3 bilhão em 2021 (+43,9% A/A);
  • Como resultado, a empresa também registrou venda líquida recorde de R$ 897,5 milhões no 2T22 (+19,1% T/T e +31,5% A/A), totalizando R$ 1,65 bilhão em 2022 vs. R$ 1,27 bilhão em 2021 (+29,7% A/A). Destacamos o preço médio por unidade mais alto de R$238,4 mil no 2T22 (+14,3% A/A), mas mesmo assim, mantendo uma velocidade de vendas (VSO) robusta de 41,6% no trimestre vs. 41,4% no 1T22, refletindo a demanda sólida no segmento de baixa renda, e especialmente para o grupo 3 no programa CVA. Além disso, a geração de caixa operacional atingiu R$ 80 milhões no 2T22 vs. R$ 18 milhões no 1T22, impulsionado por um sólido aumento dos repasses, alcançando R$ 728,5 milhões no 2T22 (+35% de A/A);
  • Por fim, podemos ver uma reação positiva das ações. Dito isso, reiteramos Cury como nossa top pick, negociando em 5,2x P/L para 2022, o que vemos como atrativo.

JHSF (JHSF3): Prévia operacional saudável impulsionada pelo segmento de renda recorrente no 2T22

  • JHSF reportou uma prévia operacional saudável no 2T22, explicada pelo segmento de shoppings com vendas consolidadas aumentando significativamente, atingindo R$1 bilhão +42,5% em relação ao 2T21 e 65,2% em relação ao 2T19. O shopping Cidade Jardim foi o principal destaque em vendas (+44,5% YoY), seguido por Catarina Fashion Outlet (+33,2% A/A), indicando o forte desempenho do portfólio de shoppings de alta renda da JHSF. Como resultado, o custo de ocupação atingiu 8,6% (-160bps A/A). Além disso, a taxa de ocupação chegou em 97,7% (+130bps A/A), deixando espaço para continuar aumentando a receita de aluguel no 2T22;
  • Além disso, os segmentos de hotelaria e gastronomia apresentaram recuperação sólida, com taxa de ocupação hoteleira chegando a 48,2% (+13,0 p.p A/A), impulsionado pelo Fasano Hotel São Paulo atingindo 74% da taxa de ocupação. Como resultado, a diária média subiu (+45,3% A/A), atingindo R$3,3 mil. No segmento gastronômico, o número de couverts também aumentou +18,9% A/A, demonstrando forte recuperação no fluxo de restaurantes à medida que as restrições pandêmicas foram facilitadas;
  • No segmento de incorporação, as vendas contratadas chegaram a R$416,5 milhões (-10,3% A/A e +29,5%T/T), ajudado pelo Complexo boa vista, representando 51% das vendas totais. O projeto Estates e o Reserva Cidade Jardim foram os destaques, alcançando R$ 153,9 milhões no 2T22 (-19,3% A/A e +30,8% T/T), e R$ 102,6 milhões no 2T22, respectivamente, refletindo a demanda resiliente no segmento de alta renda e nos produtos exclusivos da JHSF;
  • Dito isso, mantemos nossa recomendação de compra para JHSF3 e TP de R$9,7/ação.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas e Energia (óleo & gás e elétricas).

  • Notícias Diárias do Setor Financeiro
    • Mercado Pago recebe US$ 233 milhões do Goldman Sachs para ampliar oferta de crédito (Valor);
    • Número de negativados bate novo recorde em maio, com 66,6 milhões de CPFs, aponta Serasa (Valor);
    • Com fim de IPOs, bancos avançam em ‘situações especiais’ para gerar caixa (Estadão);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo
    • Brasil soma mais de 66 milhões de inadimplentes em maio e tem maior média da série histórica (Estadão);
    • Varejo pode abocanhar R$ 16,3 bilhões dos recursos liberados pela PEC Kamikaze, estima CNC (Estadão)
    • Venda de eletro não deve crescer neste ano (Valor)
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Agro, Alimentos & Bebidas: confira as principais notícias
    • Trigo reage à perspectiva de maior oferta e cai quase 4% em Chicago (Valor);
    • Indonésia planeja implementar 35% de óleo de palma no biodiesel a partir de 20 de julho (Notícias Agrícolas);
    • Mais de nove anos depois, carne de frango obtém novo recorde de preços (Pecsite);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Radar Energia XP: Notícias diárias do setor de energia
    • Petrobras assina linha de crédito com compromissos de sustentabilidade no valor de US$ 1,25 bi (Valor Econômico);
    • Prio dobra produção de petróleo no campo de Frade, na Bacia de Campos (Valor Econômico);
    • Neoenergia Coelba fecha empréstimo de R$ 550 mi com metas ESG(Canal Energia).
    • Clique aqui para acessar o relatório.

Mercados

Mercado de luxo: a resiliência do varejo de alta renda

  • Crises globais, como a pandemia do COVID-19 e a recente invasão russa da Ucrânia, afetam todas as indústrias, incluindo o varejo, que reflete diretamente o poder e hábito de consumo das populações. Mas, diferentes segmentos desse setor podem ser impactados de formas variadas;
  • O segmento de luxo vem mostrando um crescimento resiliente ao longo da última década e, apesar da pior queda da história em 2020, causada pela pandemia, esse mercado apresentou uma forte recuperação em “formato V”;
  • Analisando as empresas focadas no mercado de alta renda, temos uma perspectiva construtiva para o segmento, favorecido pelo momento atual em que:

1) houve formação de poupança circunstancial durante a crise;

2) a reabertura economica, com a volta de eventos sociais, movimenta o setor;

3) o consumidor de alto padrão, menos afetado pela inflação, sustenta uma demanda pouco elástica.

  • Dito isso, esperamos um incremento nas vendas das varejistas focadas no público de alta renda, que devem continuar apresentando crescimento dos números.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo. Nele você encontrará, além da tese, algumas empresas destaque nessa frente e formas de investir no tema.

Radar Global: Análises das principais empresas e tendências sob o nosso Radar | Amazon Prime perde tração nos EUA

  • Fatores macroeconômicos pesam no crescimento da Netflix
  • Amazon Prime perde tração nos EUA
  • Rivian deverá anunciar cortes de empregos
  • Preço do barril de petróleo pode cair para US$ 65 em caso de recessão
  • Acesse aqui o relatório internacional.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • Shoppings puxam prévia saudável da JHSF no 2º trimestre, diz XP (Valor);
    • Investir ou não em FIIs? Gestoras criam multimercados para aproveitar fundos com cotas descontadas (InfoMoney);
    • Fundo imobiliário cancela emissão de cotas por causa de condições desfavoráveis do mercado; Ifix cai (MoneyTimes);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.

ESG

Petrobras prevê investir R$ 120 milhões em soluções de captura de carbono | Café com ESG, 12/07

  • O mercado fechou o pregão de segunda-feira em território negativo, com o Ibov e o ISE em queda de -2,1%.
  • No Brasil, (i) o diretor de relações institucionais da Petrobras, Rafael Chaves, disse ontem que a Petrobras vai atuar no mercado de crédito de carbono tanto pelo lado da demanda quanto da oferta – segundo Chaves, nos próximos anos, a companhia prevê investir R$ 120 milhões em soluções de captura de carbono focadas em florestas; e (ii) de acordo com executivos da gestora Schroders Brasil, as práticas ESG demandam um novo tipo de comportamento dos investidores – o engajamento com as companhias precisa ser maior para que mudanças efetivamente aconteçam, mas, no país, não são todas as empresas que estão dispostas a mudar.
  • No internacional, ontem, a BlackRock, maior gestora de recursos do mundo, fez um pedido para que as empresas demonstrem como estão minimizando seus impactos negativos e, idealmente, aumentando o estoque de capital natural do qual depende seu desempenho financeiro de longo prazo, à medida que o mundo faz a transição para uma economia de baixo carbono. Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG.
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