Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do temaESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.
Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Principais tópicos do dia
• O pregão de quinta-feira fechou em território misto, com o IBOV avançando 0,24% e o ISE recuando 0,13%.
• No Brasil, (i) a discussão entre os Estados a respeito da redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre equipamentos para “data centers” deve ficar para depois das eleições, possivelmente em dezembro – o Ministério da Fazenda cogita levar o tema à reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) da próxima segunda-feira, mas a expectativa é que a proposta não avance diante da resistência dos entes à concessão de novos incentivos fiscais antes da disputa eleitoral; e (ii) o efeito da guerra de preços dos novos carros chineses no mercado de usados brasileiro começou pelos SUVs médios seminovos e agora impacta também os SUVs compactos usados – a entrada de modelos como BYD Song Pro, GWM Haval H6 e Geely EX5, focados em custo-benefício e com preços extremamente competitivos entre os modelos zero-quilômetro, já está derrubando o preço para uma redução de até R$ 20 mil da tabela Fipe e elevando o tempo em estoque de modelos tradicionais no mercado de usados e seminovos, como Volkswagen T-Cross, Jeep Renegade e Hyundai Creta.
• No internacional, a Pasqal anunciou um acordo de colaboração com a USA Rare Earth e a Riven Systems, companhia especializada em aplicações de inteligência artificial voltadas à engenharia química – o projeto visa acelerar a identificação de reagentes químicos mais eficientes para o processo de separação de minerais de terras raras, marcando um avanço que pode viabilizar unidades de processamento mais compactas, baratas e significativamente mais eficientes no consumo de energia.
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Brasil
Empresas
Carros chineses derrubam preços de compactos usados
“O efeito da guerra de preços dos novos carros chineses no mercado de usados começou pelos SUVs médios seminovos. Agora, são os SUVs compactos usados que também começam a sofrer os efeitos do avanço dos chineses no mercado brasileiro. A entrada de modelos como BYD Song Pro, GWM Haval H6, GAC GS3, GAC GS4, Geely EX5 EM-i e Omoda 5, focados em custo-benefício e com preços extremamente competitivos entre os modelos zero-quilômetro, já está derrubando o preço e elevando o tempo em estoque de modelos tradicionais no mercado de usados e seminovos, como Volkswagen T-Cross, Jeep Renegade e Hyundai Creta. Os revendedores ainda não sofrem tanto com esses modelos parados nas lojas, mas o tempo que eles levam para serem vendidos vem crescendo de modo significativo. Além disso, trabalhar com preços acima da Tabela Fipe tem sido cada vez mais difícil. Por isso, o número de anúncios abaixo do indicado na tabela comprovam isso.”
Fonte: Valor Econômico; 18/09/2026
Avaliação de baterias em leilão de capacidade ou de transmissão será separada, diz Engie
“A diretoria da Engie Brasil Energia avalia que a inclusão de baterias em um dos lotes do leilão de transmissão de energia previsto para o primeiro semestre do próximo ano não se mistura com a avaliação de participação e debate a respeito do leilão exclusivo para contratação da tecnologia marcado pelo governo para dezembro deste ano. “São separados. O leilão de bateria que está previsto em transmissão é muito pequeno e visa endereçar um problema específico”, afirmou o diretor de energias renováveis e armazenamento da companhia, Guilherme Ferrari, em referência ao lote proposto pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para o Acre. A declaração foi feita em evento com jornalistas promovido pela companhia na manhã desta quinta-feira (17), em São Paulo. A empresa está interessada no leilão de baterias, que será contratado para ofertar sua disponibilidade ao sistema em montante de horas maior e para acionamento pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), mas tem questionado a forma como tal contratação será remunerada, já que uma lei aprovada no ano passado exige que este certame seja pago pelos geradores de energia. A forma como este pagamento será feito está em debate na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O diretor de regulação e estratégia da companhia, Gabriel Mann, afirmou que a empresa defende o pagamento do encargo que financiará a contratação de baterias pelos consumidores para que haja isonomia entre o outro leilão, realizado com a mesma finalidade de dar flexibilidade ao sistema nos horários de maior consumo de energia, que contratou, em março deste ano, termelétricas e hidrelétricas para este fim.”
Fonte: Valor Econômico; 17/09/2026
Construtoras adaptam rotinas em canteiros com chegada de El Niño
“O El Niño está levando construtoras a antecipar etapas de obras, acompanhar mais de perto a previsão do tempo e adaptar a rotina dos canteiros pelo Brasil. Segundo órgãos federais de meteorologia e monitoramento, existe mais de 90% de probabilidade de o fenômeno atingir intensidade muito forte entre setembro e novembro. Confirmado em junho, o El Niño deve permanecer pelo menos até o começo de 2027, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). Para o setor, as mudanças do clima podem atrapalhar tanto atividades que precisam de tempo seco quanto aquelas realizadas em áreas expostas à chuva. O Sindicato da Indústria da Construção (Sinduscon-RJ) afirma que chuvas intensas e ventos fortes podem interromper diretamente os trabalhos. Em empreendimentos residenciais, determinados serviços podem ser suspensos. A alternância entre períodos secos e chuvosos também pode atrasar serviços como preparação e nivelamento do terreno, escavações e construção das bases dos edifícios, afetando prazos e custos. “Os fenômenos extremos, como chuvas fora de época e ventos acima de 100km/h, impactam também diretamente na execução das nossas obras”, afirma o presidente do Sinduscon-RJ, Cláudio Hermolin.”
Fonte: Valor Econômico; 17/09/2026
Interesse no mercado de biofertilizantes cresce, mas custo alto é desafio
“Embora exista um interesse crescente na produção de biofertilizantes à base de lodo no Brasil, essa alternativa ainda enfrenta desafios relevantes para deslanchar. Entre os entraves listados pelo próprio segmento produtivo estão a escala baixa de produção, o custo elevado do produto final, e uma demanda ainda fraca. Segundo Lívia Baldo, especialista em gestão de resíduos e diretora da Tera Ambiental, um dos desafios para o uso do lodo é o rendimento, já que esse biofertilizante é produzido a partir de uma grande massa de resíduos orgânicos.”
Fonte: Um Só Planeta; 17/09/2026
Política
Debate sobre ICMS menor para ‘data center’ deve ficar para o fim do ano
“A discussão entre os Estados a respeito da redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre equipamentos para “data centers” deve ficar para depois das eleições, possivelmente em dezembro. O Ministério da Fazenda cogita levar o tema à reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) da próxima segunda-feira (21). Mas a expectativa é que a proposta não avance diante da resistência dos entes à concessão de novos incentivos fiscais antes da disputa eleitoral, apurou o Valor. Empresários do setor, que já vinham pleiteando a redução do ICMS em paralelo à aprovação do programa federal Redata, afirmam que a demora pode fazer com que o Brasil perca oportunidades em meio à corrida global por investimentos. Já especialistas em contas públicas ressaltam que os benefícios precisam ser monitorados e acompanhados de perto para evitar distorções e impactos elevados sobre as contas públicas. Parte dos Estados vinha condicionando o avanço da discussão sobre ICMS à definição do Redata, que reduz tributos federais sobre equipamentos para centros de dados. Com a sanção do programa na terça-feira (15), empresários avaliam que esse argumento perde força e que os entes terão de voltar a discutir o tratamento tributário do setor.”
Fonte: Valor Econômico; 17/09/2026
Quatro roteiros de transição climática na mão dos presidenciáveis
“Entidades que representam diferentes setores da economia e da agenda socioambiental entregaram aos presidenciáveis propostas para a política energética e climática do próximo governo. A mensagem para os candidatos é clara: estabelecer metas não serve mais, o ciclo de 2027 a 2031 vai exigir resultados concretos. Embora partam de interesses e perspectivas diferentes, grupos que representam empresas, agronegócio, think tank e ONGs ambientais tratam a agenda climática como parte de uma estratégia de desenvolvimento econômico e competitividade do país. O Reset analisou as propostas de quatro organizações: O Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), que representa 110 grandes empresas em torno da agenda de desenvolvimento sustentável;
A Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, que reúne empresas, instituições financeiras, ONGs e outros atores ligados às agendas de florestas e agricultura; O Instituto Talanoa, think tank voltado à formulação e ao acompanhamento de políticas públicas sobre mudança do clima; e Observatório do Clima (OC), rede de 130 organizações da sociedade civil (ONGs) com atuação em clima e meio ambiente. As quatro organizações apresentam ampla convergência em sete eixos fundamentais: desmatamento zero e implementação do Código Florestal; transição para uma agropecuária de baixo carbono; rastreabilidade socioambiental de cadeias produtivas; financiamento climático, mercado de carbono e taxonomia sustentável; bioeconomia e economia da restauração; transição energética justa; e adaptação, prevenção de desastres e segurança hídrica.”
Fonte: Capital Reset; 17/09/2026
MPTCU pede auditoria sobre mineração de terras raras no Sul de Minas
“O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (MPTCU) apresentou nesta quinta-feira (17/9) representação para que o tribunal faça uma auditoria operacional nos órgãos federais que autorizam, licenciam e fiscalizam a exploração de terras raras no Planalto Vulcânico do Sul de Minas Gerais. O caso foi distribuído ao ministro Antonio Anastasia. O pedido, assinado pelo subprocurador-geral Lucas Rocha Furtado, chega um dia após o governo federal sancionar o marco legal que busca atrair investimentos para exploração e processamento de minerais críticos e terras raras no país. A auditoria mira a Agência Nacional de Mineração (ANM), o Ibama, a Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN), a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) e as Indústrias Nucleares do Brasil (INB). O objetivo é examinar se os controles existentes são suficientes para prevenir danos cumulativos aos recursos hídricos, solo, biodiversidade e saúde pública. A representação também pede que o TCU levante o estágio de cada projeto de terras raras na região, com estimativa de passivos ambientais, planos de fechamento de mina e garantias financeiras constituídas para remediar eventuais danos.”
Fonte: Eixos; 17/09/2026
Internacional
Empresas
Exxon eleva previsão de emissões globais para 2050 e prevê declínio mais lento do carvão
“O mundo corre o risco de ficar para trás nos esforços para reduzir as emissões de carbono até 2050, afirmou a ExxonMobil (XOM.N) em sua perspectiva energética anual publicada na quinta-feira, uma vez que a queima de carvão pode diminuir a um ritmo mais lento do que o esperado anteriormente. A Exxon estima que o carvão representará 15% da matriz energética mundial até 2050 — uma queda em relação aos 25% previstos para 2025, mas um aumento de um ponto percentual frente à projeção anterior da empresa. Isso ocorre porque o carvão ainda é uma fonte de energia significativa na China e em outros países da Ásia, sendo considerado fundamental para a segurança energética, disse Prasanna Joshi, diretor de economia e energia da Exxon, durante uma apresentação. Na semana passada, a Agência Internacional de Energia previu que a demanda global por carvão atingiria um recorde de 8,94 bilhões de toneladas métricas este ano, à medida que o conflito envolvendo EUA, Israel e Irã interrompe as exportações de petróleo bruto e os embarques de gás natural liquefeito através do Estreito de Ormuz. A perspectiva da Exxon, que serve de base para suas decisões de investimento, não leva em conta o conflito no Oriente Médio, pois ainda é muito cedo para determinar todas as suas consequências, disse Joshi. “Precisamos de mais alguns anos para realmente entender qual será o impacto nos fundamentos de longo prazo”, afirmou. Confira mais detalhes sobre a perspectiva energética da Exxon: projeta-se que as emissões globais anuais de dióxido de carbono relacionadas à energia caiam para 30 bilhões de toneladas métricas até 2050 — um nível muito acima das 11 bilhões de toneladas métricas que um órgão das Nações Unidas determinou serem necessárias para limitar o aumento da temperatura média global.”
Fonte: Reuters; 17/09/2026
“A Pasqal fechou uma parceria estratégica para explorar um novo mercado potencialmente lucrativo para a computação quântica. A desenvolvedora francesa anunciou nesta quinta-feira (17) um acordo de colaboração com a USA Rare Earth e a Riven Systems, companhia especializada em aplicações de inteligência artificial voltadas à engenharia química. O projeto visa acelerar a identificação de reagentes químicos mais eficientes para o processo de separação de minerais de terras raras, avanço técnico que pode viabilizar unidades de processamento mais compactas, baratas e significativamente mais eficientes no consumo de energia. Embora a Pasqal tenha enfrentado oscilações em suas primeiras semanas de negociação em bolsa, os papéis do setor quântico seguem altamente sensíveis a anúncios corporativos e catalisadores operacionais. As ações da empresa francesa dispararam 6,5% hoje, negociadas a US$ 7,94, enquanto as ações da USA Rare Earth avançaram quase 5%. Pelo cronograma estabelecido, a Riven executará milhares de ensaios laboratoriais automatizados para construir bases de dados de treinamento para modelos de aprendizado de máquina. A partir desse mapeamento, os pesquisadores realizarão testes comparativos entre arquiteturas de inteligência artificial quântica e alternativas computacionais clássicas, avaliando se a tecnologia quântica assegura maior velocidade e precisão na seleção dos insumos ideais de extração química. “
Fonte: Valor Econômico; 17/09/2026
GM reforça aposta em picapes a diesel enquanto rivais recorrem a modelos híbridos
“A General Motors manterá o motor a diesel para maximizar a eficiência de combustível no lançamento de uma nova geração de picapes, divergindo das ofertas híbridas das rivais. A GM planeja lançar no quarto trimestre a primeira grande reformulação desde 2019 de dois de seus veículos mais importantes: as picapes Chevrolet Silverado e GMC Sierra. Juntas, elas são os modelos mais vendidos mundialmente pela montadora de Detroit e respondem pela maior parte do lucro da companhia. Para aumentar a eficiência de combustível, a GM informou, nesta quinta-feira (17), que as picapes oferecerão um motor a diesel aprimorado que, combinado com um tanque de combustível maior disponível como opcional, proporcionará autonomia rodoviária superior a 900 milhas antes da necessidade de reabastecimento. As principais concorrentes da GM no segmento de picapes leves, a Ford e a Stellantis, fabricante da Ram, apostam em modelos híbridos para obter a maior eficiência de combustível possível. Ao longo dos anos, a GM evitou amplamente os veículos híbridos. “É um pouco diferente de acrescentar um sistema híbrido a um conjunto motriz existente e tentar obter eficiência dessa forma”, afirmou Mark Reuss, presidente da GM, ao falar sobre o motor a diesel de 3,0 litros durante uma entrevista coletiva.”
Fonte: Valor Econômico; 17/09/2026
Política
UE pede à China que limite voluntariamente exportação de híbrido
“A União Europeia (UE) pediu à China que restrinja voluntariamente as exportações de veículos híbridos como parte de um acordo para evitar uma guerra comercial, em meio ao aumento das tensões entre os dois lados antes de reuniões decisivas que serão realizadas em Pequim no mês que vem. Montadoras europeias estão promovendo demissões em massa enquanto modelos mais baratos fabricados na China inundam o mercado, e Bruxelas quer que Pequim contenha sua indústria, caso contrário enfrentará tarifas mais altas, informaram três fontes a par da situação. “Se eles não limitarem suas exportações para o nosso mercado, então nós o faremos”, disse uma autoridade da UE. “Trata-se de impedir a desindustrialização. Precisamos agir. É uma questão de comércio administrado.” Bruxelas busca compromisso de Pequim para limitar as vendas de veículos híbridos fabricados na China a cerca de 15% do mercado da UE, ante mais de um terço atualmente, disseram as fontes.”
Fonte: Valor Econômico; 18/09/2026
“O chefe da Agência Internacional de Energia (AIE) afirmou, na quinta-feira, que a transição para a eletrificação continua contando com forte apoio dos mercados de capitais, mesmo diante de desafios persistentes relacionados à capacidade da rede elétrica e à acessibilidade de custos. Questionado sobre riscos de excesso de investimento em infraestrutura elétrica — incluindo preocupações com uma possível desaceleração nos investimentos em inteligência artificial devido a temores de riscos existenciais —, o diretor executivo da AIE, Fatih Birol, disse que o caminho da eletrificação “não é um mar de rosas”, mas que a direção a seguir é clara. “A demanda por eletricidade cresce três vezes mais rápido do que a demanda total por energia”, disse ele a jornalistas em Seul, acrescentando que 61% dos investimentos globais em energia foram destinados à eletricidade neste ano, contra 39% para combustíveis fósseis.”
Fonte: Reuters; 17/09/2026
Renováveis seguram carvão, enquanto indústria puxa emissões na Índia
“Renováveis atenderam todo o crescimento da demanda elétrica da Índia nos últimos dois anos, mantendo a geração a carvão estável. Mas a dependência de fósseis nas indústrias de aço e cimento contribuiu para o incremento de 3,7% nas emissões totais do país no primeiro semestre de 2026. Pela primeira vez em mais de 50 anos, a geração termelétrica a carvão na Índia alcança dois anos sem registrar aumento, mesmo com a expansão da demanda por eletricidade. Análise do Carbon Brief também aponta que o consumo de petróleo e gás caiu em todo o país por dois anos consecutivos, em meio às oscilações do preço do barril, especialmente em 2026, após a guerra desencadeada por Estados Unidos e Israel no Irã. Segundo o levantamento, o aumento da energia renovável manteve as emissões indianas de CO2 sob controle no setor elétrico em comparação com o primeiro semestre de 2024: após uma queda de 2,2% nos primeiros seis meses de 2025, elas voltaram a registrar um aumento de 2,3% no mesmo período deste ano. Já as emissões de CO2 relacionadas a petróleo e gás caíram 7% no primeiro semestre de 2026, mantendo a tendência de redução observada em 2025, mesmo com o aumento do consumo no transporte rodoviário. O país asiático vive um momento de virada de chave no setor elétrico, com o impulso nas instalações de fontes de baixa emissão, ao mesmo tempo em que gargalos na infraestrutura de transmissão e distribuição começam a impactar o ritmo dessa transição. Dados do Centro de Pesquisa em Energia e Ar Limpo (CREA) estimam que a energia não fóssil atendeu a todo o aumento de 7% na demanda de eletricidade da Índia ao longo de dois anos, adicionando 63 terawatts-hora (TWh).”
Fonte: Eixos; 17/09/2026
União Europeia pede que China limite exportação de carros híbridos
“A União Europeia solicitou que a China restrinja voluntariamente as exportações de veículos híbridos como parte dos esforços para conter uma guerra comercial, informou o jornal Financial Times. Bruxelas quer que Pequim estabeleça um teto para as vendas de híbridos chineses em torno de 15% do mercado comunitário da UE, afirmou o jornal, citando pessoas a par das negociações. “Se eles não limitarem suas exportações para o nosso mercado, nós o faremos”, afirmou uma autoridade da UE em declaração ao FT. Ainda segundo a reportagem, o bloco europeu também solicitou que a China limite as exportações de outras categorias, como produtos químicos, ao mesmo tempo em que busca ampliar as compras chinesas de produtos europeus. A União Europeia não respondeu de imediato a um pedido de comentário da Reuters, que informou não ter conseguido verificar as informações de forma independente em um primeiro momento. Ontem, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou que o bloco utilizará todos os instrumentos disponíveis para reduzir o que classificou como um déficit comercial “insustentável” com a China.”
Fonte: Valor Econômico; 17/09/2026
Índices ESG e suas performances


(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG)..
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