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Bolsas em queda repercutindo Fed; no Brasil, reforma tributária deve ser votada hoje

Reforma tributária no Brasil e ata do Federal Reserve são alguns dos temas de maior destaque nesta quinta-feira, 06/07/2023

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IBOVESPA +0.40% | 119.549 Pontos

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O que pode impactar o mercado hoje

Destaque do dia

As bolsas globais amanhecem em queda com sinais de que bancos centrais devem continuar a subir as taxas de juros a fim de controlar a inflação.

Na agenda econômica de hoje (6), destaque para a divulgação de indicadores de atividade nos Estados Unidos: pedidos de auxílio-desemprego; geração de empregos no setor privado (relatório ADP) em junho; índice de Serviços ISM e PMIs (Índices de Gerentes de Compras) de Serviços e Composto de junho. Conforme já divulgado nesta manhã, as vendas no varejo da zona do euro ficaram estáveis entre abril e maio, frustrando a projeção de aumento de 0,3%. Enquanto isso, na Alemanha, as encomendas à indústria cresceram 6,4% na mesma comparação mensal, bem acima das expectativas do mercado (alta de 1,5%).

Mercado no Brasil ontem

O Ibovespa fechou a quarta-feira (5) em alta de 0,4%, aos 119.549 pontos. Ao longo do dia, o principal índice brasileiro chegou a superar os 120 mil pontos à medida que as discussões da reforma tributária avançaram, mas corrigiu levemente após a ata do Federal Reserve (Fed). No câmbio, com o dólar fechou dia em alta de 0,2%, cotado a R$ 4,85.

As taxas futuras de juros fecharam em alta, em um pregão focado nas negociações das pautas econômicas em Brasília. Além disso, a alta no rendimento (yields) dos títulos do Tesouro americano (Treasuries) foi outro fator que impulsionou as taxas locais. DI Jan/24 foi de 12,785% para 12,82%; DI Jan/25 passou de 10,705% para 10,78%; DI Jan/26 subiu de 10,06% para 10,19%; e DI Jan/27 foi de 10,075% para 10,23%.

Reforma tributária

O deputado federal Aguinaldo Ribeiro, relator da reforma tributária, apresentou ontem à noite a nova versão da proposta no plenário da Câmara dos Deputados. O texto ainda deve passar por ajustes finais, incluindo acordos que serão feitos nesta quinta-feira. Segundo o Presidente da Câmara, Arthur Lira, a intenção é colocar o texto definitivo para votação em primeiro turno hoje, por volta das 18h. A reforma unifica cinco tributos (IPI, PIS, Cofins, ICMS e ISS) em dois: o IBS (municipal e estadual) e a CBS (federal). Ambos passam a valer em 2026, com prazo de transição até 2033. Segundo o relator da proposta, o Fundo Nacional de Desenvolvimento Regional – fundo de compensação – terá R$ 40 bilhões por ano, a serem aportados pela União em valores crescentes a partir de 2025.

Ata do Federal Reserve

Na reunião de junho, o Federal Reserve deixou sua taxa de juros de referência inalterada pela primeira vez desde janeiro de 2022, entre 5,00% e 5,25%. A ata da sua última reunião, publicada ontem, não trouxe surpresas. O documento veio em linha com as comunicações recentes e reforçou a intenção do banco central de continuar elevando os juros. Devido à ausência de dados que poderiam deixar o Fed mais confiante de que a inflação está em trajetória de convergência para a meta de 2%, parece se tornar cada vez mais provável que a autoridade monetária dos EUA eleve a taxa de juros em 0,25 p.p. em julho. Hoje, os mercados precificam probabilidade ao redor de 80%. O quadro geral permanece: o Fed está se aproximando do fim do ciclo de aperto, embora a política monetária deva permanecer restritiva por mais tempo em meio à inflação elevada e o mercado de trabalho apertado.

Mercados globais

Refletindo a preocupação com a política monetária mais apertada e uma desaceleração econômica, bolsas caem nessa manhã na Europa (Stoxx 600 -1,3%). Bolsas chinesas também fecharam o dia em queda (Hang Seng -3,0%, CSI 300 -0,7%), ainda repercutindo dados econômicos que seguem mostrando que a recuperação econômica no país perdeu força.

Nos EUA, tanto futuros do S&P 500 quanto do Nasdaq caem 0,4%, repercutindo a ata da última reunião de política monetária do Comitê de Política Monetária dos EUA (FOMC). Agora, investidores seguem atentos a dados de empregos dos EUA que serão divulgados ainda nessa semana, que podem dar mais pistas dos próximos passos da política monetária.

Enquanto isso, a secretária do Tesouro americano, Janet Yellen, chegou hoje à China, onde tem reuniões com autoridades locais e busca estreitar relações entre as duas maiores economias do mundo.

Macro Mensal

No Brasil, o time de Macro da XP revisou suas projeções de inflação e taxa de juros. No relatório Brasil Macro Mensal, publicado ontem, as estimativas para o IPCA foram ajustadas para baixo: de 4,9% para 4,7% em 2023, e de 4,5% para 4,1% em 2024. O recuo da inflação reforça o cenário da XP para a taxa Selic, o qual considera corte de juros de 0,25 p.p. em agosto e cortes de 0,50 p.p. nas reuniões seguintes. A taxa básica é projetada em 12,0% no final de 2023 e 10,5% no final de 2024. No entanto, riscos inflacionários de médio prazo persistem, devido sobretudo ao viés expansionista da política fiscal. Para acessar o relatório completo, clique aqui.

Onde Investir no 2º semestre de 2023

Publicamos uma atualização do “Onde Investir 2023”, dessa vez olhando para o segundo semestre de 2023. Na última edição do nosso relatório geral de expectativas, o “100 Dias de 2023: Onde Investir Agora”, faltavam respostas sobre a política fiscal do novo governo e a Bolsa brasileira vinha apresentando desempenho inferior aos pares globais. Porém, o cenário vem se tornando mais positiva e a nossa Bolsa vem apresentando fortes ganhos. Globalmente, a postura dos bancos centrais continua dura, enquanto as economias têm apresentado maior resiliência do que o esperado. Os mercados globais tiveram desempenho forte nos últimos meses, puxado principalmente pelo tema da Inteligência Artificial, e a expectativa de recessão continua não sendo uma realidade. Mas, de maneira geral, é importante notar que o nível de preço da Bolsa americana está elevado. Neste relatório, reunimos as revisões de expectativas dos nossos times de estratégia, macroeconomia, política, alocação e análise de mercado. Recalculamos nossa rota visando ajudar você a selecionar os melhores caminhos para os seus investimentos nos próximos seis meses. Clique aqui para o conteúdo completo.

Veja todos os detalhes

Economia

Ata do Fed reforça a intenção de aperto monetário adicional; no Brasil, proposta de reforma tributária pode ser votada hoje

  • Na reunião de junho, o Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) deixou sua taxa de juros de referência inalterada pela primeira vez desde janeiro de 2022 (entre 5,00% e 5,25%). No comunicado pós-reunião, o Fed enfatizou que a decisão não marcou necessariamente o fim do ciclo de aperto monetário, já que pretende aumentar os juros um pouco mais. A ata da última reunião do Fed, publicada ontem (5), não trouxe surpresas. O documento destacou que quase todos os participantes consideraram uma pausa na reunião de junho como “apropriada ou aceitável”, embora julgassem que “aumentos adicionais nas taxas durante 2023 seriam apropriados”. Portanto, a ata veio em linha com as comunicações recentes do Fed e reforçou a intenção do banco central de continuar elevando os juros. Devido à ausência de dados que poderiam deixar o Fed mais confiante de que a inflação está em trajetória de convergência para a meta de 2%, parece se tornar cada vez mais provável que a autoridade monetária dos EUA eleve a taxa de juros em 0,25pp em julho (os mercados precificam probabilidade ao redor de 80%). Ainda acreditamos que o Fed pode decidir adiar – e eventualmente até desistir – da decisão de aumentar os juros, mas isso exigiria que os dados de inflação e mercado de trabalho referentes a junho viessem consideravelmente mais benignos do que o mercado espera. A nosso ver, o quadro geral permanece: o Fed está se aproximando do fim do ciclo de aperto, embora a política monetária deva permanecer restritiva por mais tempo em meio à inflação alta e o mercado de trabalho apertado. Acreditamos que o Fed começará a cortar a taxa de juros no primeiro semestre de 2024, de forma gradual, mantendo as taxas reais restritivas até o final do ano;  
  • No Brasil, o time de pesquisa econômica da XP revisou suas projeções de inflação e taxa de juros. No relatório Brasil Macro Mensal, publicado ontem, as estimativas para o IPCA foram ajustadas para baixo: de 4,9% para 4,7% em 2023, e de 4,5% para 4,1% em 2024. As expectativas de inflação do mercado continuam em queda, em linha com os resultados correntes mais benignos e a decisão do CMN (Conselho Monetário Nacional) de manter a meta em 3,0%. O recuo da inflação reforça o cenário da XP para a taxa Selic, o qual considera corte de juros de 0,25pp em agosto e cortes de 0,50pp nas reuniões seguintes. A taxa básica é projetada em 12,00% no final de 2023 e 10,50% no final de 2024 (previsão anterior: 11,00%). No entanto, riscos inflacionários de médio prazo persistem, devido sobretudo ao viés expansionista da política fiscal. Para acessar o relatório completo, clique aqui (link);
  • O deputado federal Aguinaldo Ribeiro, relator da reforma tributária, apresentou ontem à noite a nova versão da proposta no plenário da Câmara dos Deputados. O texto ainda deve passar por ajustes finais, incluindo acordos que serão feitos nesta quinta-feira. De acordo com o Presidente da Câmara, Arthur Lira, a intenção é colocar o texto definitivo para votação em primeiro turno hoje, por volta das 18h. A reforma unifica cinco tributos (IPI, PIS, Cofins, ICMS e ISS) em dois: o IBS (municipal e estadual) e a CBS (federal). Ambos passam a valer em 2026, com prazo de transição até 2033. Segundo o relator, o Fundo Nacional de Desenvolvimento Regional – fundo de compensação – terá R$ 40 bilhões por ano, a serem aportados pela União em valores crescentes a partir de 2025. Os Estados defendiam R$ 75 bilhões por ano. Os critérios de distribuição dos recursos serão definidos por lei complementar. Houve criação de um segundo fundo, para a compensação de benefícios fiscais do ICMS válidos até 2032. Este fundo também será abastecido pela União e receberá aporte de R$ 60 bilhões entre 2025 e 2032. Em relação ao tema envolvendo a tributação da cesta básica, o relator anunciou a criação de uma lista nacional de produtos – hoje, cada Estado tem sua própria lista. A cesta básica nacional terá alíquota zero no novo sistema tributário. A definição dos produtos que irão compor esta cesta também ficou para lei complementar;
  • Na agenda econômica desta quinta-feira (6), destaque para a divulgação de indicadores de atividade nos EUA: pedidos de auxílio-desemprego na semana passada; geração de empregos no setor privado (relatório ADP) em junho; índice de Serviços ISM e PMIs (Índices de Gerentes de Compras) de Serviços e Composto de junho. Conforme já divulgado nesta manhã, as vendas no varejo da zona do euro ficaram estáveis entre abril e maio, frustrando a projeção de aumento de 0,3%. Enquanto isso, na Alemanha, as encomendas à indústria cresceram 6,4% na mesma comparação mensal, bem acima das expectativas do mercado (alta de 1,5%).

Empresas

Saúde: Data Expert | ANS Tracker de Maio de 2023

  • Este é o nosso ANS Tracker, no qual acompanhamos e analisamos os dados mensais da ANS sobre os beneficiários de planos de saúde. Os destaques são:
    • O mercado de saúde apresentou crescimento por mais um mês;
    • O segmento de planos corporativos foi o único responsável ​​pelo crescimento do mercado no mês;
    • Cooperativas Médicas foram responsáveis ​​por 83% do crescimento total no mês;
    • A Região de MG foi o destaque positivo, enquanto SP foi o destaque negativo;
    • A Hapvida perdeu 64k beneficiários em maio, possivelmente como resultado de uma política de preços mais agressiva para planos corporativos na Regional II; e
    • Amil, Unimed-SP e CNU foram os destaques positivos do mês.
  • Apesar do desempenho positivo, ainda temos uma visão cética quanto ao potencial de crescimento do setor e à atual situação financeira das operadoras;
  • Acreditamos que o desempenho de algumas empresas já esteja refletindo esse cenário e ressaltamos que ainda não vemos fortes sinais de recuperação no mercado de planos de saúde;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Santos Brasil (STBP3) –  Acompanhamento Mensal do Setor Portuário | Junho de 2023

  • Em nosso tracker mensal dos Operadores Portuários de Jun’23, destacamos:
    • Os volumes totais da Santos Brasil caíram 7% A/A em Jun/23, impulsionados principalmente pelo Tecon Santos (-7% A/A), um fraco desempenho operacional devido a contínua desaceleração da demanda global por bens de consumo (com expectativa de melhora de volume no 2S23);
    • Terminal TEV apresentou resultados operacionais fracos, com 21k veículos movimentados (-34% A/A) implicando 86% de utilização da capacidade LTM;
    • Utilização da capacidade do Porto de Santos ainda elevada em abr/23 (81% LTM vs 80% em 2022 e 84% em 2021);
  • Reiteramos nossa recomendação de Compra para a Santos Brasil e esperamos melhorias de volume no 2S23;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas e Energia (óleo & gás e elétricas).

  • Notícias Diárias do Setor Financeiro
    • Banco Inter anuncia mudanças na alta administração (Valor);
    • Banco Sicredi cresce 14% e atinge marca de 7 milhões de associados (Broadcast);
    • Senado aprova marco que pode destravar crédito no País e texto voltará para a Câmara (Estadão);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Radar Tech XP: Notícias diárias do setor de Telecom e Tecnologia
    • Vivo lança novos Planos Controle com serviços digitais (telesintese);
    • 5G completa um ano presente em 150 cidades, destaca Conexis (TELETIME);
    • TIM e Huawei testam 5G no espectro de 6GHz (telesintese);
    • Aprender Conectado: Positivo inicia produção dos kits (telesintese);
    • Clique Aqui para acessar o relatório.
  • Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo
    • Em expansão no país, Shein aluga novo galpão da GLP (Valor);
    • Reforma Tributária: Ao lado do governador do Amazonas, Haddad defende regime diferenciado para Zona Franca até 2073 (O Globo);
    • Redes de supermercados do Nordeste se preparam para oportunidades em período de festa julina (Supervarejo);
    • Cobasi reformula aplicativo e amplia serviços com personalização (Mercado e Consumo);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Combustível XP: As principais notícias que movem o setor de Óleo & Gás
    • Petrobras precisa apresentar um plano para ampliar volume de gás, diz ministro (Valor Econômico);
    • Petrobras quer sócio estratégico no setor (Valor Econômico);
    • MME e BNDES vão estudar investimentos prioritários em transição energética (EPBR);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

Estratégia

2023 Mid-Year Outlook

  • Na última edição do nosso relatório geral de expectativas, o “100 Dias de 2023: Onde Investir Agora”, faltavam respostas sobre a política fiscal do novo governo e a Bolsa brasileira vinha apresentando desempenho inferior aos pares globais. Porém, trouxemos uma visão construtiva, baseada nos níveis atrativos de preços naquele momento. Meses depois, o arcabouço fiscal está em fases finais de tramitação, começamos a vislumbrar o desenho da reforma tributária e aguardamos o início do ciclo de afrouxamento da política monetária — com o primeiro corte da Selic já em agosto;
  • Neste desenho, nossa bolsa vem apresentando fortes ganhos recentes, mas os preços ainda seguem em níveis atrativos, na nossa visão. Isso é corroborado por dados históricos, que mostram a Bolsa brasileira valorizando até três vezes mais que o CDI durante períodos de ciclos de cortes de juros;
  • Globalmente, a postura dos bancos centrais continua dura, enquanto as economias têm apresentado maior resiliência do que o esperado e a inflação vem desacelerando. Os mercados globais tiveram desempenho forte nos últimos meses, puxado principalmente pelo tema da Inteligência Artificial, e a expectativa de recessão continua não sendo uma realidade. Mas, de maneira geral, é importante notar que o nível de preço da Bolsa americana está elevado. Portanto, ao contrário do que vemos no Brasil, seguimos com maior cautela para mercados globais, mantendo a preferência pela Renda Fixa nos EUA;
  • Esse conteúdo, reunimos as revisões de expectativas dos nossos times de estratégia, macroeconomia, política, alocação e análise de mercado. Recalculamos nossa rota visando ajudar você a selecionar os melhores caminhos para os seus investimentos nos próximos seis meses;
  • Clique aqui para acessar o relatório.

Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa

  • Fed reforça tom duro em ata e pressiona juros globais (Valor Econômico);
  • CVM traz securitizadora para ‘token’ de renda fixa (Valor Econômico);
  • Aneel intima a Light a apresentar, em 15 dias, novo plano de recuperação (O Globo);
  • Fitch Eleva Rating da Central Cresol Baser para ‘A(bra)’; Perspectiva Positiva (Fitch);
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • Retorno dos FIIs de shopping é mais do que o dobro da média do mercado; há espaço para subir mais? (InfoMoney);
    • Fundos imobiliários: Ifix flerta com níveis de 2019. É hora de sonhar? (Money Times);
    • Fundo imobiliário vende ativos por valor milionário; qual será o impacto nos dividendos? (FIIs);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

ESG

Neoenergia assina financiamento verde de US$100mn com Instituto de Crédito Oficial | Café com ESG, 06/07

  • O mercado encerrou o pregão de quarta-feira em território positivo, com o Ibov e o ISE em alta de +0,39% e +0,63%, respectivamente;
  • No Brasil, (i) a Neoenergia assinou um contrato de financiamento ‘verde’ no valor de US$100 milhões com o Instituto de Crédito Oficial (ICO), sendo o primeiro financiamento direto do ICO a uma empresa do setor de energia no Brasil e o primeiro Sustainability Linked Loan assinado pela organização na América; e (ii) a Secretaria Especial do Programa de Parcerias de Investimentos (SEPPI) prevê um investimento de R$ 21,8 bilhões em investimentos na área de resíduos sólidos por meio de 39 consórcios que envolvem 511 municípios e 10,8 milhões de habitantes – a estimativa é resultado de um chamamento público realizado em conjunto pela Caixa Econômica Federal e pelo BNDES;
  • No internacional, a Comissão Europeia apresentou ontem uma proposta para fazer a indústria têxtil pagar pelos custos da gestão de seus resíduos, visando fazer com que as companhias acelerem as iniciativas de coleta, reciclagem e reuso – a ideia é que as empresas que comercializam roupas, sapatos e demais têxteis sejam responsabilizadas pelo ciclo de vida completa de seus produtos, replicando a experiência aplicada em setores como embalagens, baterias e equipamentos eletrônicos;
  • Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG.

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