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Bolsas em queda após dados de inflação dos EUA; Decisões sobre juros no Brasil e nos EUA são destaques na semana

Decisões de política monetária no Brasil e nos EUA e política zero-Covid na China são alguns dos temas de maior destaque nesta segunda-feira, 13/06/2022

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O que pode impactar o mercado hoje

Destaques da semana

Mercados amanhecem em queda, após uma semana de perdas, com o sentimento dos investidores sendo dominado pela perspectiva de próximos aumentos das taxas de juros americana. A inflação ao consumidor nos EUA (CPI) de maio, que foi divulgada na última sexta-feira (10) e veio acima do esperado pelo mercado, elevou a tensão para níveis máximos, com os receios de que o pico da inflação ainda não foi atingido e que o Fed está atrás da curva. Na agenda da semana, destaque para a “super quarta”, com decisões sobre juros no Brasil e nos Estados Unidos. Nos dois casos, é esperado que a autoridades deem continuidade aos seus ciclos de aperto monetário.

Resumo da semana anterior

A semana passada foi marcada pelo pessimismo do mercado em torno da alta crescente da inflação americana e uma possível recessão econômica da economia do país. No Brasil, destaque para a divulgação do IPCA de maio, que veio abaixo do esperado. A inflação ao consumidor subiu 0,47%, abaixo dos 0,58% esperados pelo mercado e dos 0,6% esperados pela nossa equipe econômica. Esse número da inflação brasileira reforça que o ciclo de alta nas taxas de juros brasileiras pode estar próximo de seu fim.

Nos EUA, índice de preços ao consumidor, também conhecido como CPI, subiu 1,0% em maio, na comparação com o mês anterior, bem acima do que era esperado pelo mercado. Se comparado com abril de 2021 a alta foi de 8,6%, configurando o pior resultado em 12 meses desde dezembro de 1981. Já o núcleo de inflação, que exclui alimentos e energia, subiu 0,6% na comparação mensal e 6,0% na anual. O resultado, que surpreendeu negativamente o mercado, eleva os temores dos investidores de que o Fed precisará subir a taxa de juros mais do que o previsto atualmente pelo mercado para combater a inflação.

Mercados hoje

Mercados globais amanhecem negativos (EUA -2,2% e Europa -2,3%) estendendo as perdas da última semana, após dados da inflação ao consumidor nos EUA virem acima do esperado, o que amplificou os temores sobre a intensidade do aperto monetário do Federal Reseve e a possibilidade de uma recessão. Pela manhã, as taxas de juros de 2 e 10 anos nos EUA se inverteram brevemente pela primeira vez desde abril, sendo este considerado um indicador de recessão futura. Ainda em solo americano, nesta terça-feira teremos a divulgação dos dados da inflação ao produtor e na quarta-feira a divulgação da decisão de política monetária do Fed. Na Europa, o foco ficará por conta do pronunciamento do Luis De Guindos, vice-presidente do BCE, após o posicionamento do Banco Central Europeu ter sido considerado mais contracionista na última semana. Na China, o índice de Hang Seng (-3,3%) encerra em forte queda à medida que os casos da Covid-19 aumentam em Pequim, colocando em risco o processo de reabertura da cidade. Por fim, o petróleo (-1,7%) amanhece em baixa, reverberando os temores de novos lockdowns na China.

Covid zero na China

As preocupações em torno da situação do Covid na China também pesam sobre o sentimento dos investidores nesta segunda-feira (13). A cidade de Pequim suspendeu eventos esportivos offline, atrasou o retorno às escolas e reforçou outros controles, poucos dias depois de afrouxá-los.

Veja todos os detalhes

Economia

Inflação acima do esperado aumenta expectativa em relação à decisão do fed esta semana

  • No Reino Unido, o Produto Interno Bruto nos três meses até abril cresceu apenas 0,2% após 0,8% no período de três meses anterior, com a produção industrial caindo 0,6% no mês e a produção manufatureira caindo 1,0%. O índice de atividade de serviços estagnou no período. Somente em abril, o PIB caiu 0,3%, com manufatura, serviços e construção caindo simultaneamente pela primeira vez desde janeiro de 2021. Como resultado, o PIB está agora apenas 0,9% acima do nível pré-pandemia. Os dados são os mais recentes a mostrar os efeitos de um aumento acentuado nas contas reguladas de energia doméstica em abril, que reduziu imediatamente o valor que os consumidores tinham disponível para gastar em outros bens e serviços, além de ter um efeito igualmente deprimente na confiança do consumidor;
  • A inflação nos EUA subiu mais do que o esperado novamente em maio, frustrando as esperanças de que o aumento do custo de vida tenha atingido o pico. O dado, divulgado na sexta- feira dia 10, mostrou que o índice de preços ao consumidor subiu 1,0% em relação a abril, levando a taxa de inflação anual a um novo recorde de 40 anos de 8,6%. Os analistas esperavam que a taxa principal permanecesse em 8,3%, com um ganho mensal de apenas 0,7%. O núcleo da inflação, que exclui os preços voláteis de alimentos e energia, também subiu mais do que o esperado. Subiu 0,6% em relação a abril, o que significa que a taxa anual de núcleo de inflação diminuiu apenas para 6,0% de 6,2%. O Federal Reserve (Fed) se reúne esta semana, com expectativa de aumentar as taxas de juros em meio ponto percentual em uma tentativa de domar a inflação. Mas permanecem os temores de que o Fed aja de forma agressiva e potencialmente mergulhe a economia em uma recessão;
  • Na sexta, dados divulgados pelo IBGE mostraram que as vendas no varejo, incluindo automóveis e materiais de construção (índice amplo), cresceram 0,7% MoM em abril, a terceira leitura positiva consecutiva. Mas a abertura setorial das vendas no varejo não foi inspiradora. Apenas quatro das dez atividades do varejo pesquisadas pelo IBGE registraram ganhos em abril versus março. A demanda doméstica deve desacelerar nos próximos trimestres, pois as condições financeiras mais apertadas e a dissipação gradual dos benefícios da reabertura econômica devem cobrar seu preço.

Empresas

Data Expert | A Força dos Ventos – Os ventos não sopraram a favor em maio

  • Este relatório mensal tem o objetivo de acompanhar o desempenho operacional dos complexos eólicos das companhias sob nossa cobertura;
  • Em maio, a maioria dos complexos eólicos apresentou um desempenho mais fraco em termos de geração de energia, possivelmente devido à maior precipitação observada no período. Por outro lado, esperamos que esse cenário mude nos próximos meses, quando deve começar a temporada de ventos na região Nordeste;
  • Destaques positivos. O melhor desempenho em nossa cobertura foi Auren Energia. No entanto, a única empresa com melhora efetiva na geração, derivada de recursos eólicos mais favoráveis no mês, foi a Engie Brasil;
  • No lado negativo: a Copel apresentou o menor resultado em nossa cobertura. O resultado segue a tendência reportada nos resultados do 1T22 que, segundo a companhia, pode ser explicada pelos efeitos do La Niña na região Nordeste;
  • Clique aqui para acessar o conteúdo completo.

Ser Educacional (SEER3): Principais destaques das reuniões com executivos da Ser e investidores

  • Na última quinta-feira realizamos um non-deal roadshow com Janyo Diniz e Rodrigo Alves, respectivamente CEO e DRI da Ser Educacional (SEER3). Entre os assuntos discutidos, os destaques foram:
    • A rampagem de novos negócios, com potencial de geração de R$290M de receita no FY2024E
    • A recuperação dos níveis de eficiência no presencial, o que pode render ~7 p.p. de expansão da margem EBITDA;
    • Os riscos de médio prazo atrelados ao segmento de escolas de medicina, que podem pressionar preços e margens;
    • Os ventos favoráveis que podem fomentar o crescimento do segmento digital; e
    • O foco da empresa na desalavancagem ao invés de crescimento inorgânico.
  • Reiteramos nossa recomendação de compra para as ações pelo valuation descontado, uma vez que o papel atualmente está sendo negociado a múltiplos P/E e EV/EBITDA de 6,0x e 4,3x para 2023E, respectivamente;
  • Acesse o relatório aqui.

Bemobi (BMOB3): Destaques do Roadshow: Acelerando em Microfinanças e Pagamentos

  • Realizamos na última semana um non-deal roadshow (reunião com investidores institucionais) da Bemobi com a presença do Pedro Ripper (CEO) e André Veloso (CFO) quando tivemos a oportunidade discutir os planos de expansão da Companhia com a conclusão e início da integração das últimas duas aquisições no final de 2021 (Tiaxa e M4U);
  • A empresa mencionou que ambas as frentes possuem avenidas claras de crescimento que devem começar a amadurecer nos próximos trimestres. Reiteramos nossa recomendação de compra e preço alvo de R$35,0/ação para BMOB3;
  • Clique aqui para conferir o conteúdo completo.

Multilaser (MLAS3): Watts e E-moving fecham acordo para locação de motos elétricas

  • Na última sexta, a Multilaser informou que a Watts, empresa do grupo focada na fabricação de veículos elétricos, fechou uma parceria com a E-moving, startup pioneira e líder em assinaturas mensais de bicicletas elétricas e investida da Companhia, para oferecer a locação de motos elétricas;
  • As assinaturas mensais custarão a partir de R$699, com contrato mínimo de 12 meses;
  • Mantemos a recomendação de compra e preço-alvo de R$11,0/ação.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas e Energia (óleo & gás e elétricas).

  • Notícias Diárias do Setor Financeiro
    • Em fase de testes, banco digital N26 terá mais 10 mil usuários no Brasil (Estadão);
    • Open banking avançou no Brasil, mas precisa de ajustes’ (Valor);
    • Pátria compra gestora VBI e carteira imobiliária vai a R$ 5,8 bilhões (Pipeline);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo
    • Associação de supermercados nega congelamento de preços, mas sugere renegociação com fornecedores. (Estado);
    • Carrefour vai investir R$ 2,1 bilhões em conversões de lojas do Big. (Valor);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Agro, Alimentos & Bebidas: confira as principais notícias
    • PEC dos Biocombustíveis deve manter proporção das alíquotas nos Estados (Valor);
    • Frango: o que caiu no 1º trimestre foi o número de cabeças abatidas, não o volume de carne produzida (Avisite);
    • Mais uma vez, os criadores de porcos da China estão atolados no ciclo de expansão e queda (Bloomberg);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Radar Energia XP: Notícias diárias do setor de energia
    • Demanda por energia deve cair 0,8% em junho, aponta ONS. (Valor Econômico);
    • Preços de diesel e gasolina no Brasil estão defasados frente ao mercado internacional, diz IBP. (Valor Econômico);
    • Novos aumentos do petróleo à vista. (Valor Econômico);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

Mercados

Radar Global: Análises das principais empresas e tendências sob o nosso Radar | Tesla anuncia desdobramento de ações

  • Microsoft revela novos títulos e Xbox Game Pass ganha impulso;
  • A Volkswagen está trabalhando para expandir a produção próprias de baterias;
  • Tesla anuncia desdobramento de ações;
  • Com crescimento do mercado, número de usuários que assinam mais de um streaming em 2022 aumenta;
  • Acesse aqui o relatório internacional.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • Para tornar trabalho presencial mais atraente, empresas dos EUA abrem escritório onde funcionários moram (Folha);
    • Com shoppings em recuperação, BTG indica ação ‘incrivelmente atraente’ do setor (Money Times);
    • A onda de demissões de quem não quer abandonar o trabalho remoto (Uol);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.

ESG

Brasil adere à iniciativa sobre comércio e sustentabilidade ambiental na OMC | Café com ESG, 13/06

  • O mercado fechou o pregão de sexta-feira em território negativo, com o Ibov e o ISE em queda de -1,5% e -2,2%, respectivamente. Na semana, o Ibov e o ISE fecharam recuando -5,1% e -6,2%, respectivamente;
  • No Brasil, (i) segundo Francis Queen, executivo da Raízen, a companhia já tem visto uma demanda pelo etanol como uma das soluções para a redução das emissões de carbono no transporte aéreo e marítimo, entretanto, de acordo com ele, se toda a atual produção brasileira de etanol for utilizada para a fabricação do bioquerosene de aviação, seria possível atender apenas 4% da demanda para abastecer os aviões; e (ii) o Brasil aderiu a uma iniciativa sobre comércio e sustentabilidade ambiental na Organização Mundial do Comércio (OMC) ontem, conforme anúncio do chefe da delegação brasileira na conferência da entidade – com a formalização ao Tessd, sigla para Trade and Environmental Sustainability Structured Discussions, o país procura sair de postura reativa e ser mais propositivo na realidade da cena internacional, com consumidores ao redor do mundo preocupados com o modo de produção do que compram;
  • No internacional, Google, Meta (dona do Facebook) e Microsoft — três dos maiores compradores corporativos de energia limpa do mundo — levantaram pontos de atenção sobre um projeto de energia renovável de quase US$ 4 bilhões, apoiado pelo investidor bilionário Warren Buffett, em Iowa – segundo as gigantes de tecnologia, o projeto não atende necessariamente o interesse dos clientes, incluindo eles próprios. Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG.
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