IBOVESPA -0,46% | 197.737 Pontos
CÂMBIO +0,24% | 4,99/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa encerrou a quarta-feira em queda de 0,5%. aos 197.737 pontos, interrompendo uma sequência de 11 altas consecutivas. Além disso, o movimento foi na contramão dos mercados globais, que continuaram avançando à medida que os investidores esperam uma redução do conflito no Oriente Médio.
MBRF (MBRF3, -10,4%) liderou as perdas do índice em meio a notícias de uma venda um bloco de cerca de 70 milhões de ações. Na ponta positiva, Iguatemi (IGTI11, +3,1%) avançou, acumulando uma alta de 60,1% em 2026.
Para o pregão de quinta-feira, destaque para o IBC-Br de fevereiro no Brasil.
Renda Fixa
Os juros futuros tiveram acomodação nesta quarta-feira, após duas sessões de queda, em meio à perda de fôlego do otimismo com um acordo de paz entre Estados Unidos e Irã e à piora do cenário geopolítico no Oriente Médio. As Treasuries voltaram a subir: a T Note de 2 anos encerrou em 3,76% (+1 bp), a T Note de 10 anos em 4,28% (+3 bps) e o T Bond de 30 anos em 4,89% (+3 bps). No Brasil, a curva ganhou inclinação, com leve recuo nas taxas curtas em meio a dados de atividade mais fracos e alta nos vértices longos: o DI jan/27 fechou em 13,96% (‑3 bps), o DI jan/29 em 13,22% (+2 bps) e o DI jan/31 em 13,35% (+5 bps).
Mercados globais
Nesta quinta-feira, os futuros nos EUA operam em alta (S&P 500: +0,1%; Nasdaq 100: +0,4%), após uma sessão histórica na véspera que levou o S&P 500 e o Nasdaq Composite a renovarem suas máximas, sustentada pela expectativa de um acordo entre EUA e Irã. No radar, temporada de resultados segue intensa, com empresas como PepsiCo, US Bancorp e Charles Schwab divulgando números, além de dados de atividade (produção industrial) e mercado de trabalho.
Na Europa, as bolsas operam em leve alta (Stoxx 600: +0,2%), acompanhando o tom positivo global, embora com composição mista entre setores. O movimento é sustentado por dados mais fortes no Reino Unido, com o PIB crescendo 0,5% em fevereiro (vs. 0,1% esperado), mas ainda com incertezas sobre o impacto do conflito no crescimento à frente.
Na China, os mercados fecharam em alta (HSI: +1,7%; CSI 300: +1,1%), acompanhando o rali global impulsionado pela expectativa de desescalada no Oriente Médio. O pano de fundo segue sendo a melhora no sentimento global, combinada com dados sólidos de atividade na China, cujo PIB cresceu 5% no 1T, acima das expectativas (4,8%).
IFIX
O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão desta quarta-feira com leve alta de 0,04%, impulsionado principalmente pelos Fundos de Recebíveis, que avançaram 0,19%, com destaque para os fundos indexados ao IPCA. Entendemos que esses fundos podem se beneficiar de um ambiente mais inflacionário, dada a possibilidade de efeitos positivos sobre as distribuições. Na sequência, os Fundos de Fundos subiram 0,06%. Os Fundos de Tijolo recuaram 0,04%, pressionados sobretudo pelos Fundos de Lajes Corporativas, que caíram 0,19%, enquanto os Fundos de Logística e de Shoppings encerraram o pregão praticamente estáveis. Já os Fundos Multiestratégia e os Fundos Híbridos fecharam em queda de 0,11% e 0,04%, respectivamente. Entre os destaques de alta, sobressaíram BLMG11 (+1,6%), SNFF11 (+1,4%) e VRTA11 (+1,3%). No campo negativo, as maiores quedas foram observadas em VGRI11 (-2,8%), RBRL11 (-2,2%) e KORE11 (-1,4%).
Economia
O bloqueio naval dos Estados Unidos a todos os portos do Irã permanece, mas os ativos de risco se valorizam refletindo sinais de que contatos diplomáticos serão retomados. Os dois países cogitam estender por mais duas semanas o cessar-fogo vigente. Em relação aos indicadores econômicos, o PIB da China cresceu 5,0% no 1º trimestre de 2026 em relação ao 1º trimestre de 2025, um pouco acima da expectativa de mercado (4,8%). No entanto, outros indicadores de atividade trouxeram sinais fracos, especialmente as vendas no varejo e os investimentos em ativos fixos.
No Brasil, as vendas varejistas cresceram pelo segundo mês consecutivo. O índice de varejo ampliado subiu 1,0% em fevereiro comparado a janeiro. A recuperação do comércio, em conjunto com a melhora dos serviços prestados às famílias, reforça nossa avaliação de aceleração do consumo no início de 2026. Prevemos elevação de 1,1% para o PIB no 1º trimestre e de 2,0% em 2026.
O governo anunciou a ampliação do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), elevando a meta de contratações de 2 para 3 milhões de unidades até o fim de 2026. O pacote inclui aporte adicional de R$ 20 bilhões do Fundo Social. Além disso, o governo enviou ao Congresso o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2027. O texto manteve a meta de superávit primário de 0,5% do PIB (R$ 73,4 bilhões). Como destaque, o projeto trouxe que 39,4% do estoque de precatórios e requisições de pequeno valor (RPVs) devem ser contabilizados para fins de aferição da meta de 2027, acima do mínimo exigido (10%).
No campo político, a pesquisa Quaest apontou o senador Flávio Bolsonaro numericamente à frente do presidente Lula em cenário de segundo turno na corrida presidencial. A vantagem de 2 pontos percentuais está dentro da margem de erro.
Veja todos os detalhes
Economia
PIB da China cresce (um pouco) acima das expectativas no 1º trimestre; no Brasil, atividade acelera no curto prazo e governo anuncia novas medidas de estímulo
- O bloqueio naval dos Estados Unidos a todos os portos do Irã permanece, mas os ativos de risco se valorizam refletindo sinais de que contatos diplomáticos serão retomados. Os dois países cogitam estender por mais duas semanas o cessar-fogo vigente. Os principais índices acionários americanos avançaram entre 0,8% e 1,6% ontem, enquanto o preço do petróleo (Brent) ficou praticamente estável em US$ 95 por barril;
- O PIB da China cresceu 5,0% no 1º trimestre de 2026 em relação ao 1º trimestre de 2025, um pouco acima da expectativa de mercado (4,8%). Em comparação ao 4º trimestre do ano passado, o indicador avançou 1,3%, enquanto a mediana das projeções indicava alta de 1,2%. No entanto, outros indicadores de atividade trouxeram sinais fracos. As vendas no varejo subiram 1,7% em março de 2026 versus março de 2025, abaixo da previsão de 2,3%. Os investimentos em ativos fixos também mostraram aumento mais moderado (1,7% vs. 1,9% no acumulado do ano), enquanto a taxa de desemprego subiu de 5,3% em fevereiro para 5,4% em março (estimativa: 5,2%). Em sentido contrário, a produção industrial teve desempenho um pouco melhor que o antecipado (5,7% vs. 5,5% na métrica interanual). Pelo fato de ser o maior importador de energia do mundo e ter uma economia voltada para as exportações, a China está bastante exposta ao choque do petróleo, que já está desacelerando o comércio internacional, pressionando os custos de produção e tornando o cenário bastante incerto;
- Nos Estados Unidos, o Federal Reserve (Fed, o banco central) divulgou o Livro Bege, seu relatório bimestral de condições econômicas regionais. Segundo o documento, o conflito no Oriente Médio foi considerado por empresas de todos os distritos como “a principal fonte de incerteza, complicando as decisões de contratação, precificação e investimento, com diversas firmas adotando postura de esperar para ver”. A combinação de atividade ainda resiliente com crescente cautela empresarial reforça nossa expectativa de que o Fed manterá os juros inalterados ao longo deste ano;
- No Brasil, as vendas no varejo cresceram pelo segundo mês consecutivo. O índice de varejo ampliado avançou 1,0% em fevereiro na comparação com janeiro, enquanto o conceito restrito – que exclui as vendas de veículos, materiais de construção e atacado especializado de alimentos, bebidas e fumo – registrou alta de 0,6%. A recuperação do comércio varejista, em conjunto com a melhora dos serviços prestados às famílias, corrobora nossa avaliação de aceleração do consumo no início de 2026. A renda real disponível permanece em trajetória de expansão, em linha com o mercado de trabalho aquecido e o aumento das transferências fiscais. Além disso, um amplo conjunto de medidas governamentais deve sustentar a demanda interna no curto prazo. De acordo com nossos cálculos, essas iniciativas (via impulsos de renda e crédito) podem adicionar mais de 1,0 p.p. ao crescimento do PIB este ano. Nesse contexto, projetamos elevação de 1,1% para o PIB no 1º trimestre e de 2,0% em 2026;
- Além disso, o governo federal anunciou a ampliação do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), elevando a meta de contratações de 2 para 3 milhões de unidades até o fim de 2026. O pacote inclui aporte adicional de R$ 20 bilhões do Fundo Social, levando o orçamento total de habitação para R$ 200 bilhões no ano — recorde histórico do programa. O anúncio ocorre em ano eleitoral e o MCMV é o programa de maior aprovação popular do governo, com 90% de favorabilidade segundo a pesquisa Quaest. Os recursos adicionais mobilizam o Fundo Social, que não é contabilizado diretamente nos limites do arcabouço fiscal;
- O governo enviou ao Congresso Nacional o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2027. O texto manteve a meta de superávit primário de 0,5% do PIB (R$ 73,4 bilhões). No que diz respeito aos principais parâmetros macroeconômicos, o PLDO considera: crescimento real do PIB de 2,6%; inflação (IPCA) de 3,1%; taxa Selic (over) de 10,55%; taxa de câmbio de R$/US$ 5,47; e salário-mínimo de R$ 1.717/mês. Como destaque, o projeto trouxe que 39,4% do estoque de precatórios e requisições de pequeno valor (RPVs) devem ser contabilizados para fins de aferição da meta de 2027. O governo optou por estabelecer um percentual acima do mínimo exigido (10%), que não poderá ser alterado ao longo da programação orçamentária anual e nos relatórios bimestrais de receitas e despesas;
- No campo político, a pesquisa Quaest apontou o senador Flávio Bolsonaro numericamente à frente do presidente Lula em cenário de segundo turno na corrida presidencial. A vantagem de 2 pontos percentuais está dentro da margem de erro;
- Na agenda internacional de hoje, destaque para a divulgação de indicadores de atividade nos Estados Unidos: produção industrial de março (expectativa: 0,1% m/m; anterior: 0,2% m/m) e pedidos iniciais de seguro-desemprego na semana passada (expectativa: 215 mil; anterior: 219 mil). O último, acompanhado de perto pelo Fed, serve como termômetro do mercado de trabalho. No Brasil, atenções voltadas para a publicação do IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central), uma proxy mensal do PIB. Esperamos alta de 0,6% em fevereiro comparado a janeiro, enquanto a mediana das projeções de mercado aponta para elevação de 0,5%.
Empresas
Vitrine XP – O que esperar dos resultados do 1T26
- Esperamos uma temporada de resultados de 1T relativamente morna, com tendências sólidas de receita na maioria das companhias, embora com pressão de margem EBITDA em cerca de ~70% da nossa cobertura, decorrente de desalavancagem operacional ou investimentos;
- Varejistas de vestuário de baixa/média renda devem apresentar um trimestre relativamente sólido, com melhora de SSS t/t e expansão de margem bruta, compensadas por margens EBITDA menores devido a crédito mais restritivo;
- Farmácias devem novamente se destacar, entregando crescimento sólido apesar da escassez temporária de Mounjaro e expansão de margens EBITDA;
- No e-commerce, o GMV do MELI deve permanecer forte, embora com compressão de margens por sazonalidade e investimentos, enquanto o mix de canais deve pressionar as margens de BHIA e MGLU; varejistas alimentares devem seguir pressionados por SSS fracos em um macro desafiador;
- No geral, vemos Farma, ALPA e VIVA como os destaques, e AZZA e GMAT como os piores desempenhos, com espaço para surpresas positivas em LREN e ALPA (citada como destaque por 20% da nossa pesquisa);
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
B3 (B3SA3): As tendências operacionais começam o ano em ritmo forte
- Em 15 de abril, a B3 divulgou seus números operacionais referentes a março de 2026 e ao 1T26;
- De forma geral, avaliamos os dados mensais como positivos;
- No segmento de renda variável, o ADTV foi o principal destaque positivo, alcançando um ritmo de crescimento de 48,3% A/A no mês, refletindo o forte desempenho de ações à vista e do mercado de opções, que cresceram 46,5% e 132,6% A/A, respectivamente, compensando o mês mais pressionado do mercado a termo e de futuros de ações, que recuaram 5,2% A/A;
- O giro de mercado caiu para 166,1% (-343 bps M/M), enquanto a capitalização média de mercado recuou 3,2% M/M. O número de investidores institucionais permaneceu praticamente estável no mês, enquanto estrangeiros e pessoas físicas cresceram 14,2% e 6,2% A/A, respectivamente;
- Destacamos que os derivativos ex-índice de ações reverteram a tendência negativa observada nos últimos meses, com o ADV avançando 36,8% A/A, impulsionado principalmente pelo crescimento de 91,1% A/A em contratos de taxas de juros em BRL, enquanto o RPC total caiu 14,8% A/A;
- A renda fixa também apresentou desempenho positivo, com novas emissões crescendo 17,9% A/A. Por fim, a utilização mensal em tecnologia desacelerou levemente seu ritmo de crescimento para 6,3% A/A (vs. 7,0% em fev/26);
- Após o forte desempenho observado em março, entendemos que os resultados do 1T superaram nossas expectativas em termos operacionais. Estimamos uma receita de R$2,9 bilhões no 1T26, um resultado 15% acima do XPe, impulsionado pelo forte ingresso líquido de capital estrangeiro observado no início do ano. Embora reconheçamos a melhora dos fundamentos, acreditamos que a ação já reagiu de forma relevante (~+50% no ano), o que limita o potencial de alta na ausência de uma melhora mais significativa do cenário macroeconômico. Dessa forma, reiteramos nossa recomendação Neutra.
- Clique aqui para acessar o relatório completo
Eneva (ENEV3): Precificando o LRCap e Mapeando Novas Opcionalidades
- Estamos atualizando nossas estimativas para a Eneva após incorporarmos os resultados do LRCap, estabelecendo um novo preço-alvo de final de ano 2023 de R$ 30,3/ação e mantendo nossa recomendação de Compra;
- Os resultados da ENEV no LRCap não nos surpreenderam, já que já havíamos mapeado todas as vantagens competitivas da companhia em nosso IoC (leia aqui);
- Agora vemos ENEV negociando a uma TIR real razoável de 9,3%, em uma trajetória que ainda deve trazer novas opcionalidades no curto e médio prazo;
- Nesse sentido, após analisarmos em detalhe os vencedores de nova capacidade no LRCap, decidimos explorar a opcionalidade de a ENEV eventualmente adquirir os projetos arrematados pelo desenvolvedor ION/EPP;
- Com 1,7 GW de capacidade contratada para 2028-29, acreditamos que um caminho natural para eles será buscar parceiros operacionais (e financeiros) para vender esses projetos ou permanecer como minoritários, dado que possivelmente não dispõem de capital e de contratos de suprimento de gás suficientes para garantir a entrega no prazo;
- Se a ENEV viesse a adquirir a totalidade desses ativos, estimamos que os VPLs poderiam variar entre R$ 1,0–2,0/ação;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Renda fixa
De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa
- J&F junta negócios de energia e gás e já escolheu CEO (Valor Econômico).
- Minerva capta US$ 600 milhões driblando mau humor do estrangeiro com dívida corporativa brasileira (Pipeline Valor)
- Regime Fácil simplifica crédito para média empresa (Valor Econômico).
- Fitch Rebaixa Rating da Alliança Saúde Para ‘RD(bra)’ (Fitch Ratings).
- Clique aqui para acessar o clipping.
Estratégia
Calendário de resultados do 1º trimestre de 2026
- A partir do dia 24 de abril, a temporada de resultados do 1º trimestre de 2026 das empresas brasileiras começará com força;
- Clique aqui para acessar o calendário completo.
Alocação & Fundos
Principais notícias
- Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
- Radar de Fundos Cetipados | 1T26 (Research XP);
- Kinea Índices de Preços (KNIP11) | Baixo risco de crédito e proteção contra a inflação (Research XP);
- IFIX fecha em leve alta e mantém patamar acima dos 3.900 pontos (FIIs);
- Clique aqui para acessar o relatório.
- ETFs: confira as principais notícias dos índices e movimentos setoriais
- Ibovespa bate novo recorde com fluxo estrangeiro e otimismo sobre acordo entre EUA e Irã: O Ibovespa renovou máxima histórica impulsionado pelo forte fluxo estrangeiro e pelo otimismo com um possível acordo entre EUA e Irã, com destaque para a entrada via ETFs globais, que seguem como um dos principais canais de alocação em ações brasileiras. (Valor Econômico);
- First Rare‑Earths ETF Cuts Out China: ETF.com highlights the launch of the first rare‑earths ETF designed to exclude China, offering targeted exposure to non‑Chinese miners and processors amid growing geopolitical concerns around supply‑chain concentration and export controls. The product reflects rising investor demand for strategic metals exposure via ETFs aligned with industrial policy, clean energy, and national‑security themes (etf.com);
- Ashmore registra saída trimestral de US$ 900 milhões com guerra no Oriente Médio pressionando emergentes: A Ashmore, gestora britânica focada em mercados emergentes, reportou saídas líquidas de US$ 900 milhões no trimestre, refletindo a redução do apetite ao risco em meio à guerra no Oriente Médio; segundo a Reuters, o ambiente geopolítico adverso tem pesado especialmente sobre fundos ativos de emergentes, enquanto parte dos fluxos segue concentrada em ETFs, usados como veículos mais táticos de exposição à classe (Reuters);
- Goldman’s Bitcoin ETF Push Signals Wall Street Taming of Crypto: Goldman Sachs filed for a Bitcoin Premium Income ETF, using an options‑based strategy to generate yield while limiting upside, signaling Wall Street’s shift toward packaged, lower‑volatility crypto exposure through ETFs and reinforcing the broader institutionalization of Bitcoin for mainstream investors (Bloomberg).
- Acesse o relatório completo aqui
ESG
Tarcísio, governador de São Paulo, defende maior uso de etanol pelo Brasil contra crises do petróleo | Café com ESG, 16/04
- O mercado encerrou o pregão de quarta-feira em território negativo, com o IBOV e o ISE recuando 0,46% e 0,33%, respectivamente;
- No lado das empresas, (i) a White Martins, fabricante brasileira de gases industriais, alcançará a marca de mil toneladas de hidrogênio verde produzida por ano com a inauguração, nesta quarta-feira (15), da usina de produção do insumo em Jacareí, em São Paulo – a planta, que tem capacidade de processar 800 toneladas de hidrogênio verde por ano, fornecerá o produto para clientes industriais do sudeste que busquem descarbonizar operações; e (ii) a Petrobras informou que recebeu de acionistas que detêm, em conjunto, mais de 5% das ações ordinárias da companhia, a solicitação de adoção de voto múltiplo na eleição de membros do Conselho de Administração – o pleito ocorrerá na assembleia geral ordinária (AGO), que será realizada hoje;
- Na política, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, cobrou avanços no uso do etanol pelo Brasil para minimizar os efeitos de crises do petróleo, como a causada atualmente pela guerra no Oriente Médio – segundo ele, o país poderia estar muito mais avançado, dado que a tecnologia do etanol foi desenvolvida localmente e está disponível para escala;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.

Se você ainda não tem conta na XP Investimentos, abra a sua!
![YA_2026_Banner_Intratexto_-_download[1]](https://conteudos.xpi.com.br/wp-content/uploads/2025/12/YA_Banner_Intratexto_-_download1.jpg)
