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Temporada de Resultados, Economia Americana, Bolsa Chinesa e Big Techs | ūüĆé Top 5 temas globais da semana

1. Temporada de resultados: Setores de sa√ļde e comunica√ß√Ķes se destacam 2. Economia Americana: Dados apontam desacelera√ß√£o 3. Economia Americana 2: Pol√≠tica Fiscal preocupa 4. Bolsa chinesa: Apareceu um comprador 5. Big Techs: Expectativas importam

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1. Temporada de resultados: Setores de sa√ļde e comunica√ß√Ķes se destacam – Ap√≥s semana mais agitada da temporada, 80% do total de empresas reportadas apresenta surpresa positiva nos lucros

2. Economia Americana: Dados apontam desaceleração РPIB dos EUA vem consideravelmente abaixo das expectativas

3. Economia Americana 2: Pol√≠tica Fiscal preocupa – Privil√©gio exorbitante n√£o exime os EUA de preocupa√ß√Ķes com a trajet√≥ria das contas p√ļblicas

4. Bolsa chinesa: Apareceu um comprador – Fundo estatal injeta mais de US$ 41 bilh√Ķes em a√ß√Ķes chinesas no primeiro trimestre de 2024

5. Big Techs: Expectativas importam РMais uma vez o dia foi salvo, graças às empresas super poderosas

1. Temporada de resultados: Setores de sa√ļde e comunica√ß√Ķes se destacam

Ap√≥s a semana mais importante da temporada (em termos de capitaliza√ß√£o de mercado), 46% das empresas dos S&P 500 j√° reportaram. At√© o momento, os n√ļmeros t√™m vindo fortes, com 80% de supresas positivas nos lucros e uma m√©dia de 9,1% acima das estimativas. Vamos aos principais destaques:

  1. Sa√ļde: Com 40% das empresas j√° havendo reportado resultados, todas as 25 vieram com lucros acima do esperado e a surpresa m√©dia foi de 10,1%.
  2. Comunica√ß√Ķes: Impulsionado pelas gigantes Alphabet, Meta e Netflix o setor apresenta a maior m√©dia de magnitude das surpresas nos lucros: 13,2%
  3. Energia: Sofrendo os efeitos de maiores custos de refino e menor demanda por gás natural nos EUA devido ao inverno com temperaturas mais altas que a média, o setor tem apenas 64% de surpresas positivas em lucros com 0,8% de média.

Em termos agregados, as estimativas de lucro por ação do S&P 500 foram levemente para cima e ficam, agora, 1,8% abaixo da previsão inicial, antes do início da temporada. O mercado, agora, espera um LPA de US$ 53,48 (crescimento de apenas 1,6% ante mesmo período no ano anterior).

Para mais detalhes, confiram:

A p√°gina com todos os relat√≥rios e coment√°rios das empresas: Temporada de Resultados 1¬ļ trimestre de 2024 – Internacional – XP Investimentos

Nossa pr√©via da temporada: Pr√©via da temporada de resultados do 1¬ļ trimestre de 2024 nos EUA: Boa, mas sem grandes surpresas – XP Investimentos

 O calend√°rio de divulga√ß√Ķes: A√ß√Ķes internacionais: Calend√°rio da temporada de resultados do primeiro trimestre de 2024 – XP Investimentos

Agenda de resultados da próxima semana

2. Economia Americana: Dados apontam desaceleração

Nesta semana, a divulga√ß√£o dos dados do PIB do primeiro trimestre e do deflator de consumo pessoal de mar√ßo, medida de infla√ß√£o preferida pelo Federal Reserve, foram os principais catalizadores de movimentos das treasuries, com abertura adicional das taxas, dando sequ√™ncia ao movimento das √ļltimas semanas. A taxa de 10 anos encerrou a semana em 4,66% (contra 4,62% do fechamento da semana passada, e tendo chegado a atingir 4,74% na quinta-feira), e a taxa de 30 anos encerrou a semana em 4,78% (contra 4,71% na semana anterior, tendo atingido 4,84% na quinta-feira).

Os dados de PIB divulgados na quinta-feira surpreenderam fortemente: em termos interanuais, a economia americana cresceu 1,6% no 1T24, forte desaceleração ante o trimestre anterior (3,4% A/A no 4T23) e consideravelmente abaixo das expectativas do mercado (consenso de 2,5% A/A no 1T24). A desaceleração da economia, benigna para o curso da política monetária, não veio acompanhada de boas notícias. O deflator do índice trimestral de consumo pessoal contribuiu para estressar o mercado das treasuries ao vir acima do esperado (3,7% T/T contra consenso de 3,4%, e acelerando de 2,0% no 4T23).

A surpresa baixista no PIB pode ser explicada pela queda nos estoques e pelo forte crescimento em importa√ß√Ķes. O dado ainda reflete uma demanda interna resiliente. No lado do consumo, o avan√ßo foi de 2,5%, abaixo das expectativas (3,0%) mas acima do n√≠vel que equilibraria a economia.

Com a publica√ß√£o dos dados mensais de mar√ßo do deflator do √≠ndice de consumo pessoal (PCE), o mercado p√īde dar um leve suspiro de al√≠vio: a infla√ß√£o n√£o foi t√£o ruim quanto se temia a partir do dado trimestral, registrando alta de 0,32% no m√™s, e 2,82% no acumulado em 12 meses (contra 2,84% em fevereiro). Na quebra dos dados, o √≠ndice de pre√ßos de servi√ßos seguiu persistentemente elevado, refor√ßando a necessidade de manuten√ß√£o da taxa de juros em um patamar elevado por mais tempo. Outro sinal de alerta foi uma revis√£o para cima no dado de janeiro, demonstrando necessidade adicional de cautela.

Considerando a resili√™ncia da atividade econ√īmica e a persist√™ncia da infla√ß√£o de servi√ßos, a menos que ocorra algum evento que afete profundamente a liquidez da economia, a XP acredita que o Federal Reserve dever√° realizar cortes de juros a partir de dezembro de 2024 para que a infla√ß√£o americana convirja para a meta de 2%.

3. Economia Americana 2: Política Fiscal preocupa

Quando o ministro das finan√ßas franc√™s Giscard d‚ÄôEstaing acusou o d√≥lar de possuir um ‚Äúprivil√©gio exorbitante‚ÄĚ na d√©cada de 1960, ele n√£o imaginava que poucos anos depois a moeda n√£o teria mais conversibilidade para o ouro e que seria bem-sucedida na mudan√ßa. Imaginava menos ainda que d√©cadas depois o d√≥lar ainda ocuparia posi√ß√£o central no com√©rcio global, garantindo aos Estados Unidos a possibilidade de se endividar sem sofrer o mesmo custo interno da infla√ß√£o que as demais na√ß√Ķes.

A posi√ß√£o privilegiada do d√≥lar no sistema econ√īmico mundial permite que os EUA emitam moeda (que √© o mesmo que se endividar) que √© rapidamente absorvida pelo restante do mundo, efetivamente exportando a infla√ß√£o produzida por aumento de base monet√°ria. Quando o Federal Reserve assume, no auge da crise de 2008, o papel de emprestador de √ļltimo recurso de toda a economia global e n√£o apenas do sistema financeiro americano ao expandir o seu balan√ßo e realizar opera√ß√Ķes de Quantitative Easing, ocorre uma nova mudan√ßa importante de paradigma, n√£o vista desde a queda do padr√£o d√≥lar-ouro em 1971.

Para al√©m de seu papel central no sistema financeiro mundial, os Estados Unidos, em seu autoimposto papel de basti√£o da liberdade no mundo do p√≥s-segunda guerra mundial, tamb√©m s√£o o financiador de √ļltimo recurso de pa√≠ses aliados, especialmente em situa√ß√Ķes de conflito. Em momentos passados, o financiamento de uma guerra j√° foi motivo de estresse no mercado de d√≠vida americano. Na conjuntura atual, o fiscal americano sofre o peso n√£o apenas de uma, mas de duas guerras por procura√ß√£o (proxy wars), na Ucr√Ęnia e no Oriente M√©dio, contra a R√ļssia e o Ir√£.

Pesam tamb√©m sobre as contas p√ļblicas americanas toda a expans√£o recente dos gastos p√ļblicos dom√©sticos legada do combate √† pandemia da Covid-19 e seus efeitos econ√īmicos, e de pacotes como o Inflation Reduction Act, entre tantos outros. O mundo tamb√©m √© outro ap√≥s a pandemia. Com os desarranjos nas cadeias de produ√ß√£o e solidifica√ß√£o da posi√ß√£o da China na economia global, o mundo volta a tomar contornos de multipolaridade.

O mercado ent√£o come√ßa a questionar se o privil√©gio exorbitante do d√≥lar e dos Estados Unidos foi longe demais. Em um relat√≥rio recente, o Fundo Monet√°rio Internacional (FMI) alertou para o risco que o d√©ficit fiscal americano representa para a economia global, com a publica√ß√£o de nova edi√ß√£o de seu monitor fiscal, que projeta para os Estados Unidos um n√≠vel de d√©ficit consideravelmente superior a outras economias desenvolvidas.  

Nesta semana, o Congresso dos Estados Unidos aprovou um pacote de US$ 95 bilh√Ķes de apoio √† defesa da Ucr√Ęnia, Israel e Taiwan (mesmo pacote em que tamb√©m foi aprovada lei que obriga a chinesa ByteDance a vender o TikTok ou sair dos EUA). A aprova√ß√£o se deu com maioria de votos por ambos os partidos, mas n√£o sem obje√ß√Ķes de membros fiscalmente mais conservadores do partido Republicano. Deste montante, US$ 60 bilh√Ķes ser√£o destinados para a Ucr√Ęnia, para compra de armamentos produzidos nos Estados Unidos.

A situa√ß√£o fiscal ainda n√£o pesa de forma t√£o significativa sobre o comportamento dos mercados americanos quanto sobre pa√≠ses mais vulner√°veis a fluxos cambiais, mas √© um fator que n√£o deve ser desprezado e cuja relev√Ęncia √© crescente.

Bond Vigilantes, se estiverem na escuta, esse Top5 foi para voc√™s! 

4. Bolsa chinesa: Apareceu um comprador

Nesta semana, o FXI, ETF representativo das grandes empresas chinesas, disparou impressionantes 7,1%. O motivo? Apareceu um comprador!

Foi noticiado que o fundo estatal Central Huijin Investment comprou pelo menos 300 bilh√Ķes de yuans (cerca de US$ 41 bilh√Ķes) em a√ß√Ķes de grandes empresas chinesas (blue chips) ao longo do primeiro trimestre, numa tentativa de refor√ßar o fluxo de capitais para evitar um aprofundamento da queda nos mercados locais, que chegaram a atingir m√≠nimas em 5 anos.

Ainda nessa semana, o minist√©rio das finan√ßas chin√™s expressou apoio a que o banco central (PBoC) volte a realizar compras no mercado de t√≠tulos p√ļblicos, que n√£o s√£o feitas desde outubro do ano passado. A medida teria como objetivo melhorar a coordena√ß√£o entre as pol√≠ticas monet√°ria e fiscal do governo.

O governo chin√™s d√° sinais de estar tentando pivotar sua rela√ß√£o com o mercado e o setor privado desde o in√≠cio do ano, como quando o governo voltou atr√°s com um projeto de lei que seria prejudicial para o setor de jogos online ap√≥s recep√ß√£o ruim do mercado, quando anunciou medidas de est√≠mulo fiscal, e quando o presidente Xi Jinping se reuniu com CEOs de empresas americanas e participou de reuni√Ķes sobre novas reformas para o setor privado.

Isto faria parte dos esforços para melhorar a confiança do investidor estrangeiro, estimulando fluxos de capitais e investimentos na região.

5. Big Techs: Expectativas importam

Na semana, tivemos a divulgação de 4 das 8 principais empresas ligadas a Tecnologia, as chamadas Big Techs. Uma curiosidade interessante: A Tesla subiu mais de 12% após resultados ruins e a Meta caiu mais de 10% após resultados fortes!

O que explica essa diferença tão grande de performance e o movimento contraintuitivo? Expectativas!

A Tesla chegou ao dia de sua divulga√ß√£o de resultados caindo mais de 40% no ano, rodeada de not√≠cias negativas sobre entregas, demiss√Ķes, cortes de pre√ßos, concorr√™ncia chinesa e rumores de que abandonaria seu projeto de um modelo mais acess√≠vel. Pois bem, os n√ļmeros vieram ruins, como se esperava, mas Elon Musk soube dar ao mercado o que ele queria: expectativas! O CEO anunciou que, n√£o somente n√£o havia abandonado o sonho de produzir um carro ‚Äúpopular‚ÄĚ mas, al√©m disso, iria antecipar o seu lan√ßamento! A√ß√Ķes para cima!

A Meta, com mais de 40% de alta no ano e ap√≥s uma sequ√™ncia de resultados surpreendentemente fortes nos √ļltimos trimestres, chegava ao seu dia D com a barra alt√≠ssima. E n√£o decepcionou! A receita cresceu 27% o lucro veio 9,3% acima do que os analistas esperavam e tudo parecia estar bem, exceto por um detalhe: expectativas! De nada adiantou o grande resultado se Mark Zuckerberg anunciou que: i) a receita do 2¬ļ trimestre viria em linha ou abaixo do que o mercado j√° esperava (beat and no raise?) e; ii) a empresa iria gastar, e MUITO, nos pr√≥ximos anos para desenvolver suas capacidades de AI sem mostrar uma clara estrat√©gia de monetiza√ß√£o. A√ß√Ķes pra baixo!

A Alphabet, que tamb√©m vinha com expectativas baixas devido √† concorr√™ncia e √†s falhas constrangedoras em seus modelos de AI, reportou resultados muito fortes ainda deu um presente para seus acionistas ao anunciar dividendos pela primeira vez na hist√≥ria. A√ß√Ķes pra cima!

E por fim, a Microsoft (nossa representante das Big Tech na XP Top A√ß√Ķes Internacionais) tinha altas expectativas e entregou! A maior empresa do mundo segue entregando bons resultados em todas as linhas de neg√≥cios e tem uma clara estrat√©gia de monetiza√ß√£o dos seus investimentos em AI via: i) venda do servi√ßo Copilot Pro para sua base de clientes usu√°rios do Windows e pacote Office e; ii) processamento de linguagem e aplica√ß√Ķes em seu bra√ßo de cloud, o Azure, que vem ganhando participa√ß√£o de mercado. A√ß√Ķes pra cima (mas n√£o muito porque, afinal, as expectativas j√° estavam altas!).

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