IBOVESPA +1,42% | 188.268 Pontos
CÂMBIO +0,33% | 5,11/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa encerrou o pregão de quinta-feira em alta de 1,4%, aos 188.269 pontos, recuperando a queda da véspera. O cenário político doméstico voltou a impulsionar as ações brasileiras, especialmente os papéis sensíveis a juros. A alta do Brent também sustentou o setor de Óleo e Gás, enquanto o índice se descolou da queda das ações nos EUA.
Na ponta positiva, Assaí (ASAI3, +7,2%), Magazine Luiza (MGLU3, +6,6%) e Hapvida (HAPV3, +4,6%) lideraram os ganhos, repercutindo o fechamento da curva de juros. Já a Natura (NATU3, -3,3%) registrou a maior queda do Ibovespa após o encerramento de seu programa de recompra.
Renda Fixa
Os juros futuros tiveram fechamento misto ontem. Nos EUA, o avanço do PPI acima do esperado, a alta do petróleo Brent para acima de US$ 107 por barril e as preocupações fiscais reforçaram a percepção de juros elevados por mais tempo. A T-note de 2 anos encerrou a 4,57% (+14bps), a de 10 anos a 4,95% (+11bps) e o T-bond de 30 anos a 5,36% (+7bps).
No Brasil, apesar da pressão externa, a curva apresentou fechamento nos vértices mais longos, refletindo ruídos eleitorais e a repercussão do leilão de prefixados do Tesouro, que teve colocação bem abaixo dos volumes da semana anterior. O DI jan/27 encerrou a 13,60% (+2bps), enquanto o DI jan/29 fechou a 13,81% (-6bps) e o DI jan/31 a 14,01% (-9bps). A NTN-B fechou com a B29 a 7,63% (vs. 7,72%), a B35 a 7,64% (vs. 7,71%) e a B50 a 7,44% (vs. 7,47%).
Mercados globais
Nesta sexta-feira, os futuros nos EUA operam em alta (S&P 500: +0,6%; Nasdaq 100: +0,6%), sustentados pela expectativa em torno da leitura de inflação ao consumidor de agosto. Na Europa, o Stoxx 600 opera em alta de 0,8%, impulsionado pelos setores de telecomunicações, bancos e utilities. Na Ásia, os mercados fecharam majoritariamente em queda, ainda repercutindo o salto do petróleo na véspera e a disparada dos juros das Treasuries: o Nikkei 225 (Japão) avançou 0,6%, o Kospi (Coreia) caiu 1,8%, enquanto na China, o CSI 300 perdeu 0,8% e o Hang Seng cedeu 0,6%.
O mercado acompanha a realização nos preços do petróleo, que devolvem parte do forte avanço da véspera, quando o Brent subiu 5,9% e fechou em US$ 107,63/barril, em meio à guerra entre Estados Unidos e Irã, que entra no sétimo mês. Nesta manhã, o Brent recua cerca de 3,6%, para próximo de US$ 104/barril, aliviando a pressão sobre os ativos de risco. O foco principal está no índice de preços ao consumidor (CPI) de agosto, para o qual o consenso espera alta de 0,4% no mês, com o núcleo em 0,2%. Os investidores seguem monitorando também o mercado de Treasuries, com o rendimento do título de dez anos em torno de 4,94%, após saltar cerca de 11 pontos-base na quinta-feira.
IFIX
O Índice de Fundos de Investimento Imobiliário (IFIX) encerrou ontem em leve alta de 0,06%, aos 3.746,97 pontos. O movimento acompanhou o fechamento dos vértices mais longos da curva de juros doméstica, que registraram alívio ao longo da sessão mesmo em um ambiente externo ainda marcado por aversão a risco.
O desempenho dos segmentos foi misto ao longo do dia. Os fundos de tijolo avançaram 0,24%, impulsionados principalmente pelos fundos de shoppings (+0,40%), lajes corporativas (+0,35%) e ativos logísticos (+0,25%). O segmento de multiestratégia/FOFs também encerrou a sessão no campo positivo (+0,05%), enquanto os fundos de recebíveis recuaram 0,12%. Já os fundos híbridos apresentaram leve queda de 0,06%.
Entre os destaques positivos do pregão, sobressaíram KORE11 (+2,7%), RBRP11 (+1,6%) e PSEC11 (+1,4%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por HCTR11 (-2,9%), VGRI11 (-2,6%) e MFII11 (-2,1%).
Economia
No cenário internacional, o quadro de inflação voltou a se deteriorar: o PPI dos Estados Unidos acelerou para 5,4% a/a em agosto, pressionado principalmente por energia, elevando para cerca de 70% a probabilidade implícita de alta de juros pelo Fed na próxima semana. Na Europa, o BCE (banco central) já respondeu ao choque de energia com alta de 0,25 p.p., para 2,50%.
No Brasil, a receita de serviços ficou estável em julho, mantendo nosso tracking para o PIB do 3T26 em 0,0% t/t.
Na agenda, como citamos acima, teremos CPI dos Estados Unidos, dado decisivo para a reunião do Fed (banco central) da próxima semana. No Brasil, o principal destaque será o IPCA de agosto, para o qual esperamos deflação de 0,29% m/m e inflação de 4,25% a/a. Apesar da queda do índice cheio, serviços subjacentes e intensivos em trabalho devem permanecer pressionados.
Veja todos os detalhes
Economia
IPCA deverá registrar deflação em agosto; CPI dos EUA será decisivo para o Fed
- Nos Estados Unidos, o PPI avançou 0,4% m/m e 5,4% a/a em agosto, ante 4,8% a/a em julho. A pressão veio principalmente dos bens, com alta de 4,2% nos preços de energia e de 24,1% no diesel. Alguns componentes de serviços relevantes para o cálculo do PCE também vieram pressionados: passagens aéreas avançaram 4,2%, transporte rodoviário de mercadorias 2,0% e serviços hospitalares entre 0,4% e 0,5%. Após a divulgação, a probabilidade implícita de alta de 0,25 p.p. pelo Fed na reunião de setembro aumentou de cerca de 62% para 70%. Ainda há, contudo, divergência entre os analistas sobre uma alta já na próxima semana, tornando o CPI de hoje especialmente importante para a decisão;
- O mercado de trabalho americano continua dando espaço para o Fed (banco central) concentrar sua atenção na inflação. Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego recuaram marginalmente para 206 mil, ante expectativa de 205 mil, permanecendo dentro da estreita faixa de 189 mil a 212 mil observada desde meados de julho. O dado reforça um cenário de demissões ainda baixas. Além disso, o Nonfarm Payroll de agosto mostrou criação de 162 mil vagas, maior avanço em cinco meses, enquanto a taxa de desemprego permaneceu em 4,1%. A combinação entre mercado de trabalho estável e inflação ao produtor mais elevada reforça o debate sobre a necessidade de novo aperto monetário;
- Na Zona do Euro, o Banco Central da Europa elevou a taxa de depósito em 0,25 p.p., para 2,50%, na segunda alta de juros deste ano. A decisão responde principalmente à pressão dos custos de energia decorrente da guerra no Irã, que levou a inflação da região para acima de 3%. O BCE agora projeta inflação média de 3,0% em 2026 e 2,5% em 2027, enquanto revisou o crescimento deste ano de 0,8% para 0,9%. A autoridade vê riscos de alta para a inflação e de baixa para o crescimento, mas a desaceleração da inflação subjacente e dos salários, combinada ao aperto das condições financeiras, sugere cautela nas próximas decisões;
- Os riscos físicos no mercado de energia permanecem elevados. Segundo a Reuters, o tráfego marítimo pelo Estreito de Ormuz caiu para apenas sete embarcações, ante 12 no dia anterior e média de 14 nos últimos dez dias. Apenas quatro navios deixaram a região, incluindo um superpetroleiro transportando quase 2 milhões de barris de petróleo bruto, enquanto nenhum navio-tanque de GNL saiu do estreito. Como contraponto, a Arábia Saudita vem aumentando os embarques pelo porto de Yanbu, no Mar Vermelho, como rota alternativa. Nos Estados Unidos, os estoques de petróleo bruto recuaram 391 mil barris na última semana, para 424,1 milhões, queda menor que os 1,55 milhão esperados. Nesse contexto, o petróleo do tipo Brent encerrou a sessão em patamares próximos a US$ 108 por barril, com elevação de aproximadamente 2,5% no dia, refletindo a persistência dos riscos de interrupção da oferta. O quadro reforça que Ormuz continua sendo o principal gargalo físico para a oferta global de energia;
- No Japão, os preços ao produtor avançaram 7,6% a/a em agosto, ligeiramente abaixo dos 7,7% revisados de julho, mas acima da expectativa de 7,4%. As pressões permaneceram fortes em petróleo e carvão (+14,7%), produtos químicos (+13,9%) e informação e comunicação (+19,5%). Na margem, porém, o PPI recuou 0,2% m/m, primeira queda mensal em um ano. A leitura indica que as pressões de custos permanecem elevadas, embora haja sinais iniciais de moderação na margem;
- A economia do Reino Unido cresceu 1,6% em julho na comparação anual, o ritmo mais intenso desde fevereiro de 2025 e bem acima da expectativa dos analistas de mercado de 1,2%, impulsionada pelo boom de inteligência artificial, além de efeitos pontuais da Copa do Mundo e do clima quente. Na margem, o PIB avançou 0,4% ante junho, superando a expectativa de estabilidade, e o crescimento no trimestre até julho também veio mais forte que o esperado, em 0,4%. O resultado dá fôlego ao novo ministro das Finanças, John Healey, antes de seu primeiro orçamento em 28 de outubro, mas as perspectivas são incertas: a retomada do conflito no Irã elevou o petróleo acima de US$ 105 por barril e os custos de endividamento do governo a máximas de décadas, enquanto o Banco da Inglaterra projeta inflação ao redor de 3,2% ainda este ano. Apesar de o mercado esperar juros inalterados na próxima reunião, a probabilidade de alta até novembro cresceu, e analistas divergem sobre se o ritmo atual de crescimento é sustentável ou se perderá força no segundo semestre.
- No Brasil, a receita real do setor de serviços ficou estável em julho (0,0% m/m), ligeiramente abaixo da nossa projeção e do consenso de 0,2%, enquanto avançou 0,9% a/a. A composição foi melhor do que o headline: quatro das cinco grandes atividades cresceram no mês, com alta de 0,5% nos serviços prestados às famílias, 0,6% nos profissionais e administrativos e 0,4% nos transportes. O principal freio veio de informação e comunicação, que recuou 2,5%. Esperamos crescimento de aproximadamente 2,0% para os serviços em 2026, enquanto nosso tracking para o PIB do 3T26 permanece em 0,0% t/t (1,6% a/a). Mantemos projeções de crescimento do PIB de 1,7% em 2026 e 1,0% em 2027;
- Na agenda internacional, o destaque será a inflação ao consumidor dos Estados Unidos, divulgação particularmente importante para definir as expectativas para a decisão do Fed na próxima semana.
- No Brasil, o principal destaque será o IPCA de agosto. Esperamos deflação de 0,29% m/m, levando a inflação em 12 meses de 4,44% para 4,25%, praticamente em linha com os consensos de mercado. A queda do índice cheio deve ser explicada principalmente pelo Bônus de Itaipu nas contas de energia elétrica, com queda projetada de 7,36% nas tarifas e de 1,18% nos preços administrados. Alimentação no domicílio deve recuar 0,53%, enquanto os preços livres devem ficar praticamente estáveis (+0,02%). A composição subjacente, contudo, recomenda cautela: esperamos média dos núcleos em +0,25% m/m, com o 3M SAAR recuando de 5,5% para 5,1%, mas serviços subjacentes em +0,41%, levando seu 3M SAAR de 4,6% para 4,9%. Os serviços intensivos em trabalho devem avançar 0,54%, com o 3M SAAR subindo de 7,1% para 7,3%. Assim, a deflação do headline deverá refletir sobretudo componentes temporários, enquanto as medidas mais associadas ao ciclo doméstico e ao mercado de trabalho permanecem pressionadas.
Empresas
Educação: monitor de negociações de insiders da CVM 44
- A atividade de insiders permaneceu limitada em agosto, concentrada em poucas companhias;
- A Ânima foi o principal destaque, com compras líquidas de aproximadamente R$ 62,7 milhões em agosto e movimentações totais de cerca de R$ 176 milhões no acumulado do ano;
- A Cogna registrou compras líquidas de aproximadamente R$ 0,6 milhão por órgãos estatutários em agosto, elevando o total para R$ 2,6 milhões no ano;
- A Yduqs não registrou transações em agosto, após concluir seu programa de recompra, que totalizou aproximadamente R$ 94,1 milhões no acumulado do ano;
- Ser Educacional, Vitru e Cruzeiro do Sul não registraram movimentações relevantes em agosto.
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Marcopolo (POMO4): um 3T26 mais fraco em andamento
- A FABUS divulgou seus dados de Ago’26, com produção total de 2.390 carrocerias de ônibus, alta de +2% A/A (-4% M/M);
- A atividade permaneceu sustentada pela demanda doméstica (+5% A/A), embora o crescimento tenha continuado sendo amplamente impulsionado pelo segmento de micro-ônibus (+39% A/A), enquanto ônibus urbanos (-14% A/A) e rodoviários (-5% A/A) permaneceram pressionados;
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Nubank (NU): construindo a próxima avenida de crescimento
- Hoje, em Miami, David Vélez e Cristina Junqueira anunciaram dois passos importantes na expansão internacional da companhia: o lançamento do Nu nos Estados Unidos e a apresentação do Nu Global, uma conta digital multimoeda inicialmente disponível em mais de 35 países;
- Nossa visão: um passo estratégico importante, mas ainda mais relacionado à opcionalidade de longo prazo do que aos resultados no curto prazo;
- O Nu está entrando nos Estados Unidos com uma proposta ampla e competitiva em termos de preço desde o primeiro dia (ver página 2), utilizando inicialmente uma estrutura de banco parceiro que permite à companhia começar a adquirir clientes e aprimorar o produto antes de operar por meio de seu próprio banco;
- Enquanto isso, o Nu Global abre uma frente diferente de expansão internacional, voltada a clientes com necessidades financeiras internacionais;
- Conforme discutido em nossa última atualização (link), continuamos vendo amplas oportunidades de crescimento rentável para o banco, que estão se materializando cada vez mais;
- Reiteramos nossa recomendação de Compra;
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Mineração e Siderurgia: preços mais altos do minério de ferro, mas fundamentos permanecem mistos
- Os preços do minério de ferro se fortaleceram em Ago-Set’26, sustentados por (i) recomposição sazonal de estoques antes dos feriados chineses, (ii) aumento dos fretes e (iii) desmonte de posições que favoreciam o carvão metalúrgico em detrimento do minério de ferro;
- Contudo, os fundamentos subjacentes permaneceram relativamente fracos, com demanda chinesa por aço fraca, produção reduzida e estoques portuários elevados;
- Enquanto isso, espera-se que a oferta transoceânica aumente sazonalmente nos próximos meses, sugerindo um cenário de disponibilidade mais confortável;
- No geral, não esperamos que os preços do minério de ferro avancem de forma relevante em relação aos níveis atuais, embora (a) pressões de custos elevadas (frete + carvão + Brent) e (b) potenciais interrupções do lado da oferta possam continuar oferecendo suporte no curto prazo;
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Óleo e Gás | Pacote de combustíveis renovado
- Na quarta-feira (9), o Governo Federal anunciou um novo pacote de medidas voltado a suavizar os impactos dos preços internacionais mais altos dos combustíveis. O pacote se apoia em dois instrumentos: (i) redução de -R$0,63/l nos tributos federais sobre a gasolina; e (ii) um novo subsídio de R$1,00/l para produtores e importadores de diesel;
- Mais tarde, no mesmo dia, a Petrobras também anunciou um aumento de +R$0,44/l nos preços da gasolina (equivalente ao subsídio de R$0,44/l recentemente expirado). Em nossa visão, o pacote é positivo para a Petrobras. O aumento dos preços da gasolina não impacta o FCFE anualizado da companhia, enquanto o novo subsídio ao diesel poderia contribuir com mais +US$5,9 bilhões (+4,8 p.p. de yield);
- Também acreditamos que a dinâmica competitiva continua favorável para as principais distribuidoras de combustíveis (incluindo Vibra e Ipiranga), uma vez que os preços domésticos permanecem abaixo da paridade de importação, mesmo após considerar os subsídios;
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Alocação & Fundos
Principais notícias
- Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
- IFIX fecha em ligeira alta de 0,06% aos 3.746,97 pontos (FIIs);
- Institucional vende R$ 182 milhões em FIIs; tijolo concentra maior parte da saída (InfoMoney);
- Como a gestão de resíduos virou estratégia nas construções brasileiras (Revista Buildings);
- Clique aqui para acessar o relatório.
ESG
Absae vê risco de déficit de potência com adiamento do leilão de baterias | Café com ESG, 11/09
- O pregão de quinta-feira fechou em território positivo, com o IBOV e o ISE avançando 1,42% e 1,68%, respectivamente;
- No Brasil, (i) a Superintendência de Seguros Privados (Susep) abrirá uma consulta pública com a proposta de que as seguradoras, empresas de títulos de capitalização, entidades abertas de previdência complementar e resseguradoras adotem a divulgação de informações financeiras relacionadas à sustentabilidade e clima nos padrões internacionais IFRS S1 e S2 – se aprovada, as informações de riscos e oportunidades relacionados à sustentabilidade e clima deverão ser coletadas ao longo de 2027 e divulgadas pelas empresas em 2028; e (ii) a Comgás recebeu autorização da Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp) para começar a vender biometano diretamente aos seus clientes no mercado cativo em nova modalidade chamada Mercado Cativo Verde – a companhia estima que sua infraestrutura de distribuição tem o potencial para movimentar mais de 1 milhão de m³/dia de biometano nos próximos anos;
- Ainda no país, em meio a uma discussão sobre regras e rateio dos custos dos primeiros leilões de baterias do Brasil, a Associação Brasileira de Soluções de Armazenamento de Energia (Absae) alerta que um eventual adiamento do certame pode gerar déficit de potência em 2028 – segundo o diretor-executivo da Absae, Fábio Lima, o pleito dos geradores de divisão de custos faz sentido, e ele considera que o ideal é revogar a determinação antes do leilão, embora não veja no modelo atual de rateio um impedimento à realização do certame;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
No radar dos investidores: principais temas ESG discutidos em nossas reuniões
- Nas últimas duas semanas, realizamos uma série de reuniões com investidores institucionais em São Paulo para discutir tendências ESG e seus desdobramentos para os investimentos.
- De forma geral, o interesse por produtos ESG segue mais concentrado no mercado de crédito, refletindo tanto a expansão da oferta de fundos sustentáveis, quanto a demanda dos investidores por mandatos dedicados.
- Entre os temas mais discutidos nas conversas, destacam-se governança corporativa, o primeiro leilão de baterias no Brasil e o potencial impacto dos data centers sobre a demanda de energia.
- Além disso, o mercado regulado de carbono brasileiro e os riscos associados ao fenômeno El Niño permaneceram entre os tópicos no radar dos investidores.
- Clique aqui para o relatório completo

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