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Absae vê risco de déficit de potência com adiamento do leilão de baterias | Café com ESG, 11/09

Leilão de baterias e energia em destaque

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do temaESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• O pregão de quinta-feira fechou em território positivo, com o IBOV e o ISE avançando 1,42% e 1,68%, respectivamente.

• No Brasil, (i) a Superintendência de Seguros Privados (Susep) abrirá uma consulta pública com a proposta de que as seguradoras, empresas de títulos de capitalização, entidades abertas de previdência complementar e resseguradoras adotem a divulgação de informações financeiras relacionadas à sustentabilidade e clima nos padrões internacionais IFRS S1 e S2 – se aprovada, as informações de riscos e oportunidades relacionados à sustentabilidade e clima deverão ser coletadas ao longo de 2027 e divulgadas pelas empresas em 2028; e (ii) a Comgás recebeu autorização da Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp) para começar a vender biometano diretamente aos seus clientes no mercado cativo em nova modalidade chamada Mercado Cativo Verde – a companhia estima que sua infraestrutura de distribuição tem o potencial para movimentar mais de 1 milhão de m³/dia de biometano nos próximos anos.

• Ainda no país, em meio a uma discussão sobre regras e rateio dos custos dos primeiros leilões de baterias do Brasil, a Associação Brasileira de Soluções de Armazenamento de Energia (Absae) alerta que um eventual adiamento do certame pode gerar déficit de potência em 2028 – segundo o diretor-executivo da Absae, Fábio Lima, o pleito dos geradores de divisão de custos faz sentido, e ele considera que o ideal é revogar a determinação antes do leilão, embora não veja no modelo atual de rateio um impedimento à realização do certame.

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Brasil

Light encerra recuperação judicial e prevê aporte de R$ 10 bi até 2030

“A 3ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro encerrou, na quarta-feira (9), a recuperação judicial da Light. Com a decisão, a empresa vai seguir com ações para garantir máxima eficácia do caixa. As medidas incluem internalização de equipes terceirizadas e racionalização de processos. Em nota, a Light afirmou que o próximo marco fundamental da empresa é revisão tarifária da distribuição, prevista para março. A companhia disse que o objetivo principal agora é a execução de um plano de investimentos de R$ 10 bilhões até 2030. “O plano já está em andamento e prevê R$ 1,7 bilhão em investimentos no ano atual.” Na decisão, o juiz Leonardo de Castro Gomes afirmou que a empresa honrou as obrigações assumidas com credores, mesmo que compromissos do plano ainda precisem ser cumpridos.”

Fonte: Valor Econômico; 11/09/2026

Susep propõe que seguradoras adotem reporte no padrão IFRS S1 e S2

“A Superintendência de Seguros Privados (Susep) vai abrir uma consulta pública com a proposta de que as seguradoras adotem a divulgação de informações financeiras relacionadas à sustentabilidade e clima nos padrões internacionais IFRS S1 e S2. A proposta foi apresentada nesta quarta-feira (9), durante a reunião do conselho diretor do órgão regulador. Ela vale para seguradoras, empresas de títulos de capitalização, entidades abertas de previdência complementar e resseguradoras. As sociedades cooperativas de seguros também fazem parte do escopo, pois passaram a ser reguladas pela Susep em maio deste ano. Na prática, esse tipo de reporte traz duas inovações. Primeiro, exige que as empresas divulguem o impacto de sustentabilidade e clima em cifras, ou seja, de forma financeira. Segundo, pede que isso seja feito não só para riscos (impacto negativo), mas também para oportunidades, ou seja, que as empresas avaliem como a transição para uma economia de baixo carbono pode impactar positivamente os seus negócios. A nova norma vai ser submetida a uma consulta pública de 30 dias — a data não foi informada. A proposta é que ela entre em vigor em 31 de dezembro deste ano. As informações de riscos e oportunidades relacionados à sustentabilidade e clima deverão ser coletadas ao longo de 2027 e divulgadas pelas empresas em 2028.”

Fonte: Capital Reset; 10/09/2026

Riachuelo projeta 4 milhões de peças por ano com algodão reciclado

“A Guararapes, dona da Riachuelo, começou a transformar as sobras do seu próprio corte industrial em fio de algodão e projeta chegar a uma capacidade de 4 milhões de peças por ano produzidas com fibra reciclada. O volume equivale a cerca de 10% do que a companhia fabrica hoje em Natal, segundo a diretora de sustentabilidade da rede, Taciana Abreu — o que dá a dimensão tanto da ambição do projeto quanto da distância que ele ainda precisa percorrer para aparecer no resultado da companhia. A primeira coleção de jeans feita com esse material chega às lojas neste mês, com mais de 41 mil peças, e marca a entrada em operação do arranjo que a empresa chama de primeiro polo de reciclagem têxtil do Nordeste, montado com a fiação paraibana Evotex e a plataforma Cotton Move. O desenho é industrial e regional. Pela área de corte da fábrica Guararapes passaram 9,6 mil toneladas de tecido em 2025, das quais 47% são de peças 100% algodão, informa a companhia. Essas aparas são triadas em três categorias — malha, sarja e jeans — e seguem para desfibragem e fiação em João Pessoa, a cerca de três horas de Natal. A escolha da distância é o próprio argumento econômico do projeto, diz Abreu.”

Fonte: Valor Econômico; 10/09/2026

GM iniciará a montagem do Captiva híbrido plug-in no Ceará em novembro

“O presidente da General Motors na América do Sul, Thomas Owsianski, anunciou, na noite de quarta-feira, 9, que o Chevrolet Captiva PHEV, modelo SUV híbrido plug-in começará a ser montado em novembro no Ceará. Esse será o terceiro modelo eletrificado da GM, de origem chinesa, que será montado, de forma terceirizada, pela brasileira Comexport na chamada Planta Automotiva do Ceará (PACE), em Horizonte, região metropolitana de Fortaleza. Segundo o executivo, a montadora estuda agora trazer mais um modelo compacto, totalmente elétrico. Mas o plano não foi detalhado. Na fábrica do Ceará, onde era a antiga instalação da Troller, a GM já produz o Spark EUV e o Captiva EV, ambos totalmente elétricos e derivados de projetos desenvolvidos na China. A GM realizou, na noite de quarta-feira, um evento para homenagear os melhores fornecedores da empresa. A GM tem 1,5 mil fornecedores de peças no Brasil. Cem deles participaram do evento no ABC. Dez receberam prêmio internacional da montadora por estarem entre os melhores do mundo. À plateia de fornecedores, Owsianski falou sobre os desafios dos novos tempos, com mudanças de tecnologia e a expectativa de sempre buscar componentes nacionais para produzir veículos.”

Fonte: Valor Econômico; 10/09/2026

Light anuncia encerramento da recuperação judicial

“A Light S.A. anunciou, no final da noite desta quarta-feira (9/9), o encerramento da recuperação judicial da companhia. Por meio de Fato Relevante, a empresa declarou “cumpridas todas as obrigações previstas no Plano de Recuperação Judicial verificadas durante o período de fiscalização”, compreendido entre 18 de junho de 2024 a 18 de junho deste ano. O encerramento da recuperação judicial foi decretado pela Justiça do Rio de Janeiro mais cedo no mesmo dia. O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro também se manifestou favoravelmente ao encerramento do processo. Em comunicado ao mercado, a operadora de energia elétrica de 31 municípios do Rio de Janeiro informou que continuará atualizando acionistas e demais interessados sobre os desdobramentos relacionados ao processo. Entre as principais medidas implementadas pela Light estão o pagamento à vista de mais de 27 mil credores com créditos de até R$ 30 mil, a emissão e entrega dos novos instrumentos de dívida previstos no plano de recuperação judicial, a reestruturação de títulos emitidos no exterior e a realização de um aumento de capital relacionado à renovação da concessão da Light Serviços de Eletricidade.”

Fonte: Eixos; 10/09/2026

Compass se posiciona em biometano no mercado livre e no cativo com nova regulação em São Paulo

“A Comgás informou nesta quinta-feira (10/9) que recebeu autorização da Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp) para começar a vender biometano diretamente aos seus clientes no mercado cativo. A nova modalidade, chamada Mercado Cativo Verde, permite que usuários dos segmentos industrial, refrigeração, cogeração e mobilidade – incluindo frotas e postos de gás natural veicular (GNV) – possam contratar o fornecimento do gás renovável e o respectivo atributo ambiental diretamente com a distribuidora estadual. O usuário não precisa, nesse sentido, migrar para o mercado livre para acessar o biometano. A Comgás estima que sua infraestrutura de distribuição tem o potencial para movimentar mais de 1 milhão de m³/dia de biometano nos próximos anos, somando-se o mercado livre e o mercado cativo.”

Fonte: Eixos; 10/09/2026

Vale investe em fundo de floresta do Pátria em troca de créditos de carbono

“A mineradora Vale se tornou uma das investidoras do fundo de reflorestamento criado pelo Pátria Investimentos, o Reforest Fund. Como retorno, a empresa terá acesso a créditos de carbono gerados pelos projetos de restauração financiados pelo mecanismo. Os detalhes do contrato, como o valor do aporte da Vale e a quantidade de créditos de carbono esperada, não foram divulgados. A mineradora afirma que o investimento está alinhado à estratégia climática da companhia e à meta de proteger e recuperar 500 mil hectares de florestas e áreas naturais até 2030. “Nosso objetivo é contribuir para ampliar a restauração produtiva no Brasil”, disse Rodrigo Lauria, diretor de mudanças climáticas e descarbonização da Vale, em nota. Com o Reforest Fund, o Pátria tem o objetivo de captar R$ 2 bilhões para investir em terras degradadas na Mata Atlântica, com recuperação de solo e restauração de áreas com espécies nativas. A ideia é combinar o plantio de árvores com culturas agrícolas, modelo conhecido como sistema agroflorestal. Com isso, o fundo espera ter renda da venda de créditos de carbono, madeira de alto valor e produtos agrícolas.”

Fonte: Capital Reset; 10/09/2026

Aneel assina contratos de ampliação de hidrelétricas contratadas em leilão de capacidade

“A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) assinou nesta quinta-feira (10) os contratos decorrentes do Leilão de Reserva de Capacidade na forma de Potência, voltado à contratação para reforçar a segurança do sistema elétrico. O leilão de reserva de capacidade, realizado em março, foi dividido em duas etapas. Entre outras contratações, foram negociadas ampliações de cinco usinas hidrelétricas, que, juntas, representam 2,5 gigawatts de disponibilidade de potência para o Sistema Interligado Nacional (SIN), com investimentos da ordem de R$ 10 bilhões, segundo a agência. O diretor-geral da agência, Sandoval Feitosa, afirmou que os contratos celebrados no âmbito do leilão de reserva de capacidade fortalecem a segurança do suprimento ao remunerar a disponibilidade de potência das usinas. O objetivo é que elas estejam aptas a operar em momentos de maior necessidade do sistema.”

Fonte: Valor Econômico; 10/09/2026

Adiamento dos leilões de baterias pode gerar déficit de potência em 2028, diz Absae

“Em meio a uma discussão sobre regras e rateio dos custos dos primeiros leilões de baterias do Brasil, a Associação Brasileira de Soluções de Armazenamento de Energia (Absae) alerta que um eventual adiamento do certame pode gerar déficit de potência em 2028. A postergação da licitação prevista para 2 e 4 de dezembro tem sido indicada como uma possibilidade por agentes do setor, devido a indefinição de regras e críticas ao rateio dos custos da inserção de baterias no sistema elétrico somente entre os geradores. Há uma pressão por parte do mercado para que consumidores entrem na divisão. Em entrevista à agência eixos, o diretor-executivo da Absae, Fábio Lima, afirma concordar com o pleito dos geradores de divisão de custos e considera que o ideal é revogar a determinação antes do leilão, embora não veja no modelo atual de rateio um impedimento à realização do certame. Para Lima, o adiamento traz riscos ao sistema e pode custar mais caro.”

Fonte: Eixos; 10/09/2026

Como o Eco Invest pode transformar ciência em negócio

“O Brasil ocupa hoje a 52ª posição no ranking global de inovação da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI). A posição não é acidental: apenas 26% dos pesquisadores brasileiros atuam no setor privado, contra 70% ou mais nos países líderes em inovação — desequilíbrio que se reflete direto na produção de propriedade intelectual. O país registra só 0,13 pedidos de depósito de patente internacional por bilhão de PIB. A título de comparação, a Coreia do Sul produz 66 vezes mais, exigindo do Brasil R$ 7,5 bilhões de investimento por patente — custo que evidencia a correlação entre inovação e a maturidade institucional já consolidada nos países desenvolvidos. E o quadro piora: pelo World Intellectual Property Indicators, o Brasil vive o terceiro ano seguido de queda de patentes concedidas, tem a maior taxa de abandono de depósito entre os escritórios avaliados (38,3%) e aprovou menos da metade das aplicações em 2024. O diagnóstico é claro: o Brasil investe em pesquisa, mas não converte esse investimento em tecnologia competitiva. Reverter esse cenário exige integração entre poder público, setor privado, academia e sociedade — e foi para isso que o Brasil criou o Eco Invest Brasil, programa que usa capital público (catalítico) para atrair capital privado a projetos de inovação e sustentabilidade.”

Fonte: Capital Reset; 10/09/2026

Internacional

Chemours, DuPont e Corteva fecham acordo de US$ 455 mi com a Carolina do Norte por contaminação de água

“A Chemours, a DuPont e a Corteva fecharam um acordo com o Estado da Carolina do Norte e 11 comunidades locais que haviam ficado de fora de uma resolução judicial anterior sobre contaminação de água potável por substâncias tóxicas. O acordo de US$ 455 milhões encerra litígios movidos pelo Estado e por entidades municipais que alegavam que a unidade fabril de Fayetteville Works, pertencente à Chemours, vazou substâncias químicas persistentes (PFAS, conhecidas como compostos químicos eternos) e outros efluentes. Os desembolsos serão realizados ao longo de um intervalo de 15 anos. O compromisso também liquida outros processos da Carolina do Norte sobre contaminação por PFAS não relacionados àquela usina, incluindo o uso de uma substância de combate a incêndios conhecida como espuma formadora de filme aquoso (AFFF).”

Fonte: Valor Econômico; 10/09/2026

Verão de ‘calor infernal’ na UE intensifica pressões inflacionárias, diz chefe de clima da ONU

“As ondas de calor que atingiram a Europa neste verão intensificaram as pressões inflacionárias na região, que também pode enfrentar uma crise de combustível no inverno, afirmou na quinta-feira Simon Stiell, chefe de clima das Nações Unidas. Muitos países europeus vivenciaram ondas de calor intensas e incêndios florestais, sendo que agosto foi registrado como um dos meses mais quentes da história em nível global, segundo o Serviço Copernicus para Mudanças Climáticas (C3S) da União Europeia. “O verão de calor infernal na UE soma-se à crise em curso dos custos de combustíveis fósseis — e ambos estão elevando os preços para famílias, empresas e governos, em um golpe duplo devastador. A dependência da importação de combustíveis fósseis voláteis tem sido, há muito tempo, um ‘calcanhar de Aquiles’ econômico para a Europa”, disse Stiell a uma comissão do Parlamento Europeu, em Bruxelas, na quinta-feira.”

Fonte: Valor Econômico; 10/09/2026

Investimento global em hidrogênio limpo ultrapassa US$ 130 bilhões em meio ao esforço por segurança energética, diz conselho

“O investimento global acumulado em projetos de hidrogênio limpo ultrapassou US$ 130 bilhões, à medida que governos veem cada vez mais esse combustível como uma ferramenta para a segurança energética e o crescimento industrial, além da descarbonização, informou o Hydrogen Council na quinta-feira. O investimento em mais de 570 projetos confirmados sustenta uma capacidade de produção de cerca de 6,9 ​​milhões de toneladas métricas de hidrogênio limpo por ano, segundo o grupo do setor em seu relatório Global Hydrogen Compass 2026, divulgado paralelamente à Reunião Ministerial de Energia de Hidrogênio em Tóquio. Cerca de 90% dos projetos estão em construção ou já em operação, afirmou a entidade. A China detém mais da metade da capacidade global confirmada de hidrogênio renovável, enquanto a Europa ocupa o segundo lugar em investimentos e os EUA lideram a implementação de hidrogênio de baixo carbono, apontou o relatório. Políticas já em vigor poderiam sustentar uma demanda anual de 6 milhões de toneladas de hidrogênio até 2030, com a possibilidade de mais 5 milhões de toneladas caso os governos implementem plenamente as medidas existentes, segundo o conselho. No entanto, o setor continua enfrentando obstáculos significativos. Desenvolvedores de hidrogênio verde reduziram investimentos e cancelaram projetos globalmente, uma vez que os elevados custos de produção e a demanda fraca pelo combustível de baixo carbono tornaram muitos empreendimentos inviáveis.”

Fonte: Reuters; 10/09/2026

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
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