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Cessar-fogo de 10 dias entre Israel e Líbano em destaque

CPI de março no Japão e negociações geopolíticas são alguns dos temas de maior destaque nesta sexta-feira, 17/04/2026

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IBOVESPA -0,46% | 196.818 Pontos

CÂMBIO +0,16% | 5,00/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa encerrou o pregão de quinta-feira em queda de 0,5%, aos 196.819 pontos, na contramão dos mercados globais (S&P 500, +0,3%; Nasdaq, +0,5%), que seguiram avançando com o aumento do otimismo dos investidores com uma potencial resolução do conflito no Oriente Médio entre EUA e Irã.

O destaque positivo do dia foram as petroleiras, como Petrobras (PETR3,+4,2%; PETR4, +2,6%) e Prio (PRIO3, +1,7%), repercutindo o aumento do preço do petróleo. Na ponta negativa, papéis cíclicos como as varejistas Assaí (ASAI3, -8,9%), Lojas Renner (LREN3, -3,5%) e RD Saúde (RADL3, -3,4%) recuaram, repercutindo a abertura da curva de juros.

Para o pregão de sexta-feira, destaque para a divulgação do CPI de março no Japão.

Renda Fixa

Os juros futuros subiram nesta quinta-feira, em meio à persistência das incertezas em torno de um acordo de paz entre Estados Unidos e Irã, à cautela com o cenário geopolítico no Oriente Médio e a dados mistos da economia americana. As Treasuries avançaram: a T Note de 2 anos encerrou em 3,78% (+2 bps), a T Note de 10 anos em 4,31% (+3 bps) e o T Bond de 30 anos em 4,93% (+4 bps). No Brasil, a curva ganhou abertura, com pressão adicional após falas consideradas mais conservadoras do diretor do BC Paulo Picchetti e o robusto leilão de prefixados do Tesouro Nacional, que colocou integralmente NTN‑F e LTN no mercado. O DI jan/27 fechou em 14,05% (+9 bps), o DI jan/29 em 13,34% (+12 bps) e o DI jan/31 em 13,42% (+7 bps).

Mercados globais

Nesta sexta-feira, os futuros nos EUA operam em leve alta (S&P 500: +0,2%; Nasdaq 100: +0,1%), sustentando o rali recente após novos comentários de Donald Trump indicando que o conflito no Oriente Médio “deve terminar em breve”. O movimento vem após mais uma sessão positiva, com o S&P 500 (+0,3%) e o Nasdaq Composite (+0,4%) renovando máximas históricas. No radar, temporada de resultados segue com bancos regionais e instituições financeiras.

Na Europa, as bolsas operam em leve alta (Stoxx 600: 0,2%), refletindo um ambiente de cautela apesar das sinalizações positivas no front geopolítico. No corporativo, destaque negativo para a Alstom (-30%), após retirar guidance e sinalizar resultados abaixo do esperado, além da Ericsson (-1,4%), que reportou lucro abaixo das estimativas. O setor aéreo segue pressionado, com Lufthansa e EasyJet impactadas pelos custos elevados de combustível.

Na China, os mercados fecharam em queda (HSI: -0,9%; CSI 300: -0,2%), acompanhando o tom mais cauteloso da Ásia, apesar do recorde recente nos EUA. No restante da região, o movimento foi majoritariamente negativo, com o Nikkei recuando 1,8% após atingir máxima histórica na véspera e o Kospi -0,5%. O pano de fundo segue sendo a combinação de otimismo moderado com a possível resolução do conflito e incertezas sobre sua implementação prática.

IFIX

O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão em alta de 0,22%, impulsionado principalmente pelo desempenho dos Fundos de Tijolo, que avançaram 0,31% no dia. Dentro do segmento, Lajes Corporativas subiram 0,74%, Shoppings avançaram 0,32% e Ativos Logísticos registraram alta de 0,28%. Os Fundos de Recebíveis também contribuíram positivamente, com avanço de 0,12%, assim como os Fundos Híbridos, que subiram 0,12%. Entre os demais segmentos, os FOFs apresentaram alta de 0,20%, enquanto os Fundos Multiestratégia ficaram praticamente estáveis, com leve avanço de 0,02%. Entre os destaques positivos do pregão, sobressaíram VINO11 (+2,0%), RBRL11 (+2,0%) e GRUL11 (+1,7%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por VGRI11 (-1,8%), CCME11 (-1,5%) e SNFF11 (-1,3%).

Economia

Israel e Líbano anunciaram ontem um cessar-fogo de 10 dias, articulado pelos Estados Unidos. O acordo pode contribuir para desobstruir as negociações mais amplas com o Irã, uma vez que o cessar-fogo EUA-Irã não incluía o Líbano e o conflito com o Hezbollah havia se tornado um dos principais pontos de impasse diplomático. Paralelamente, o Secretário de Defesa americano reafirmou que o bloqueio naval dos portos iranianos seguirá “pelo tempo que for necessário.” 

No Brasil, o IBC-Br avançou 0,6% em fevereiro, em linha com as expectativas, com crescimento disseminado. Estimamos expansão do PIB de 1,1% no 1T26 em relação ao 4T25, mantendo a projeção de 2,0% para 2026. Em paralelo, o diretor do Banco Central Paulo Picchetti adotou tom mais conservador em evento em Washington, sinalizando que as condições não melhoraram desde o último Copom e que um cenário de inflação mais alta pode reduzir o orçamento do ciclo de cortes. 

Na agenda desta sexta-feira, destaque para o Fórum de Diplomacia de Antalya, onde o Paquistão se reúne com representantes da Arábia Saudita, Turquia e Egito para coordenar esforços antes do vencimento do cessar-fogo EUA-Irã em 22 de abril. 

Veja todos os detalhes

Economia

Cessar-fogo de 10 dias entre Israel e Líbano é anunciado

  • Israel e Líbano anunciaram ontem um cessar-fogo de 10 dias, iniciado às 17h (horário de Brasília), com o objetivo de criar condições para negociações de paz entre os dois países. O acordo, articulado pelos Estados Unidos, foi aceito pelo primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu e pelo presidente libanês Joseph Aoun. Este avanço pode ajudar a desobstruir as negociações mais amplas com o Irã, uma vez que o cessar-fogo entre EUA e Irã não incluiu o Líbano, e o conflito com o Hezbollah havia se tornado um dos principais pontos de impasse diplomático. Paralelamente, o Secretário de Defesa Pete Hegseth afirmou, em coletiva no Pentágono, que o bloqueio naval dos portos iranianos durará “pelo tempo que for necessário” e que os EUA estão preparados para retomar operações militares “em questão de minutos.” O presidente Donald Trump sinalizou, em evento em Las Vegas, que desenvolvimentos no conflito com o Irã podem ocorrer “nas próximas semanas” e sugeriu que o cessar-fogo atual poderá ser estendido caso as negociações avancem. O Brent opera próximo a US$ 95 por barril, com o cessar-fogo no Líbano contribuindo para leve alívio;
  • No Brasil, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) — proxy mensal do PIB — avançou 0,6% em fevereiro em relação a janeiro, em linha com as estimativas (XP: 0,6%; Mercado: 0,5%). O indicador registrou alta de 1,1% no trimestre móvel encerrado em fevereiro. A abertura setorial foi positiva: Indústria (+1,2% m/m, quarto avanço consecutivo), Serviços (+0,3% m/m, sétimo mês seguido) e o componente de Impostos (+0,8% m/m) contribuíram para crescimento disseminado. Apenas a Agropecuária recuou na base interanual (-1,3% a/a), com recuperação esperada em março pela maior produção de soja. Estimamos que o PIB cresceu 1,1% no 1T26 em relação ao 4T25 (1,9% a/a), e mantemos a projeção de 2,0% para 2026, sustentada por renda disponível em expansão, mercado de trabalho apertado e medidas de estímulo do governo;
  • Ademais, o diretor de Assuntos Internacionais do Banco Central, Paulo Picchetti, adotou tom mais hawkish (conservador) ontem em evento em Washington. Picchetti afirmou que o Copom acompanhará de perto as expectativas de inflação, os dados correntes do IPCA, o mercado de trabalho e as próprias projeções do Comitê para calibrar as próximas decisões. Questionado sobre eventual pausa no ciclo, disse que o Comitê optou deliberadamente por não oferecer nenhum forward guidance no momento, por não enxergar valor esperado positivo nessa sinalização. Acrescentou que as condições definitivamente não melhoraram desde o último Copom e que um cenário assimétrico de inflação mais alta pode reduzir o orçamento do ciclo de cortes — mas afirmou que isso não implica, necessariamente, em uma manutenção já na próxima reunião.
  • Na agenda, destaque para o Fórum de Diplomacia de Antalya, na Turquia, onde o Paquistão se reúne com representantes da Arábia Saudita, da Turquia e do Egito para coordenar esforços antes do vencimento do cessar-fogo EUA-Irã em 22 de abril. 

Vale (VALE3): Base Metals mostrando execução consistente e sólida

  • Relatório de produção e vendas do 1T26 A Vale reportou mais uma performance operacional sólida no 1T26, com resultados levemente acima das nossas estimativas e implicando ~5% de upside para nossa projeção de EBITDA ajustado do 1T26E (~US$4,2 bilhões vs. estimativa anterior de ~US$4,0 bilhões);
  • Destacamos: (i) operações de cobre e níquel entregando volumes acima do esperado, impulsionadas pelo forte desempenho de Salobo e Sossego, pelo trimestre completo do segundo forno de Onça Puma e pelo ramp-up de Voisey’s Bay, combinados com preços realizados de cobre mais altos;
  • (ii) produção de minério de ferro de 69,7 Mt (+3% A/A, +1% XPe), sustentada pelo Sistema Sudeste (+3,1 Mt A/A), parcialmente compensada por volumes mais fracos no Sistema Norte, implicando maiores embarques A/A (+4% A/A, +2% XPe); e
  • (iii) produção/vendas de pelotas melhorando A/A, com preços se recuperando sequencialmente;
  • No geral, embora reiteremos nossa recomendação Neutra para Vale exclusivamente por razões de valuation, reconhecemos que o momentum pode continuar sustentando o preço das ações, dada a melhora dos preços dos metais (particularmente cobre) e uma rotação mais ampla para E.M/Brasil;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Hidrovias do Brasil (HBSA3): Prévia do 1T26 + Atualização de Estimativa

  • Esperamos um trimestre fraco para a HBSA (EBITDA ‑17% A/A), refletindo:
    • Desempenho mais fraco no Corredor Norte, com pressão sobre receita e margens decorrente de volumes menores;
    • Compressão de margens no Corredor Sul, devido a operações menos eficientes em meio a condições de navegação desfavoráveis;
  • Também atualizamos nosso modelo (preço alvo para 2026 mantido em R$4,20/ação) revisando nossas estimativas de EBITDA em ‑17%/‑10%¹ em ’26/’27E, em função de:
    • Preços mais fracos e volumes reduzidos no Norte (esperados para normalizar até o 4T26); e
    • Pressão de margens no Sul devido à valorização do BRL frente ao USD e a custos variáveis mais elevados;
  • Ao mesmo tempo, retiramos do nosso modelo cortes de preços e volumes no longo prazo após a expiração dos contratos de take‑or‑pay (ToP);
    • Apesar dessas revisões e de grande parte do potencial de valorização já estar precificado após o forte rali de 2025, mantemos nossa recomendação de Compra, baseada em:
      Uma visão construtiva de longo prazo (agenda de crescimento focada em eficiência da gestão); e
    • Valuation atrativo (~12% de TIR real para o acionista);
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Camil (CAML3) | Prévia do 4T25 (Fev/26): Virando a página?

  • Estamos atualizando nossas estimativas e divulgando a prévia dos resultados do 4T25, juntamente com a revisão do nosso preço‑alvo baseado em DCF para fev/27, agora ajustado de BRL 8.60/ação para BRL 8.30/ação;
  • Após um ano de margens deprimidas para os produtores de arroz, acreditamos que o lado da oferta finalmente começa a responder. Em função das margens comprimidas, o balanço de S&D do arroz já iniciou um ajuste via redução de área plantada, embora ainda não em magnitude suficiente para sustentar uma narrativa claramente altista para preços;
  • Esperamos um trimestre mais fraco, em linha com o comportamento cauteloso observado no varejo no final do ano. Também incorporamos os preços de commodities do 4T, refletindo preços mais baixos no segmento de maior giro (‑3% T/T), parcialmente compensados por preços mais altos em produtos de maior valor agregado (+6%), impulsionados por efeitos de mix dentro de pescados;
  • Confira o relatório aqui.

Brava Energia (BRAV3) | Novo Relatório de Certificação de Reservas de 2026

  • • Nesta quarta-feira (15), após o fechamento do mercado, a Brava Energia divulgou seu relatório atualizado de certificação de reservas. Aproveitamos esta oportunidade para analisar as novas informações disponíveis;
  • • As principais conclusões são que as reservas totais diminuíram e que a curva de produção foi postergada. As reservas totais 1P diminuíram em -4% (-20 milhões de boe), enquanto as reservas 2P aumentaram ligeiramente em +1% (+6 milhões de boe). Notavelmente, Parque das Conchas (8 milhões de boe e 10 milhões de boe nas curvas 1P e 2P, respectivamente) e Urbana (25 milhões de boe na curva 2P) não foram incluídas no relatório anterior.;
  • • No cenário 1P, a produção de petróleo atinge agora um pico de 95 kbpd em 2030, contra 98 kbpd em 2029 na última certificação. O capex total (a partir de 2026) diminuiu em comparação com o relatório anterior – o capex 1P caiu para US$ 2,2 bilhões (-US$ 283 milhões ou -11%);
  • • Clique aqui para acessar o relatório completo.

  • De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa
  • Justiça autoriza pedido de cautelar da Oncoclínicas (Valor Econômico);
  • Alckmin diz que capitalização do BRB cabe ao governo do DF (Valor Econômico);
  • Vitória expressiva da Eneva em leilão de energia garante receitas, mas pressionará alavancagem, diz Fitch (Valor Econômico);
  • Negociação da Aegea com a família Feffer entrou pelo cano (Pipeline Valor).
  • Clique aqui para acessar o clipping.

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
  • Em ritmo de Ibovespa, fundos imobiliários renovam máxima histórica (InfoMoney);
  • FIIs chegam a 3,13 milhões de investidores em março de 2026, mostra B3 (FIIs);
  • BTLG11 conclui pagamento de portfólio logístico (ClubeFII);
  • Clique aqui para acessar o relatório.

ExxonMobil avança em projeto de captura e armazenamento de carbono no Texas | Café com ESG, 17/04

  • O mercado encerrou o pregão de quinta-feira em queda pelo segundo dia consecutivo, com o IBOV e o ISE caindo 0,46% e 1,40%, respectivamente;
  • No Brasil, os acionistas da Petrobras aprovaram, na AGO de quinta-feira (16), a eleição de dez membros para o conselho de administração, com mandato de dois anos até 2028 – entre os destaques, a companhia elegeu Guilherme Mello para a presidência do conselho;
  • No internacional, (i) em meio à dificuldade de importar petróleo do Oriente Médio, a maior preocupação da China com a guerra dos EUA e Israel contra o Irã tem sido a segurança energética – segundo a consultoria Argus, a guerra levou a China, a perceberem com mais clareza os efeitos da dependência do petróleo originado do Golfo Pérsico e, por consequência, a buscar novas alternativas de suprimento; e (ii) a ExxonMobil, maior empresa de petróleo e gás de capital aberto do mundo, está avançando com planos para um projeto de captura e armazenamento de carbono em larga escala no sudeste do Texas, cuja construção pode começar já em 2026 – o projeto é liderado pela divisão de soluções de baixo carbono da companhia e foi concebido para armazenar dióxido de carbono capturado em formações geológicas profundas no subsolo;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.



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