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Mercados globais caem enquanto investidores avaliam os esforços de contenção do coronavírus

Tudo o que você precisa saber sobre os mercados nacional e internacional, com análises econômicas e políticas sobre fatos que podem impactar seus investimentos.

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IBOVESPA 1.6% | 107.224 Pontos

CÂMBIO -1,6% | 4,58/USD

O que pode impactar o mercado hoje

O Ibovespa fechou ontem em alta de 1,6% ontem aos 107.224 pontos, seguindo as bolsas americanas, que foram impulsionadas pela vitória do candidato Joe Biden na Super Terça das primárias do Partido Democrata, levando nove dos 14 estados em disputa.

Porém, nesta manhã, mercados globais voltam a operar em queda de cerca 2% para os futuros do S&P e na Europa, enquanto investidores avaliam os esforços dos governos para conter o coronavírus, e mais empresas anunciam cortes nas projeções para 2020. Apesar dos estímulos econômicos anunciados, os ativos de risco permanecem instáveis, em meio a disseminação do vírus no mundo que continuam gerando quarentenas e restrições de viagem.

No Brasil, o PIB do 4º trimestre de 2019 apresentou expansão de 0,5% com relação ao trimestre anterior, encerrando o ano de 2019 com crescimento de 1,1%. O resultado, sustentado principalmente pelo consumo das famílias, veio em linha com as expectativas, mas o aumento das incertezas quanto ao impacto do coronavírus na economia eleva a probabilidade de que a recuperação da economia brasileira aconteça de forma mais gradual do que se esperava anteriormente.

Por isso, revisamos a nossa projeção de crescimento do PIB para 1,8% em 2020 e 2,5% em 2021. Quanto à inflação, revisamos a nossa projeção para 3,00% em 2020 e 3,60% em 2021. A expectativa de menor crescimento com baixa inflação deve abrir espaço para que o Banco Central volte a cortar as taxas de juros, por isso revisamos a nossa expectativa de Selic para 3,50% ao final de 2020. Para o final de 2021, esperamos que a taxa seja de 5,00%.

Sobre o câmbio (dólar), acreditamos que o Real seguirá desvalorizado e testando as máximas por vários meses. Por isso, estimamos agora que o câmbio de final de período em 2020 chegue a 4,50 e a 4,40 ao final de 2021.

Dessa forma, também revisamos a projeção para o Ibovespa para 132,000 pontos no final de 2020 ao invés de 140,000 pontos anteriormente, por conta da estimativa de impacto nos lucros das companhias advindo de um crescimento menor.

Porém, o cenário de médio prazo continua muito favorável, por três motivos: efeito rebote na aceleração do crescimento em 2021, efeito dos juros ainda mais baixos e aumento das respostas dos bancos centrais e governos no mundo, que terão um impacto mais duradouro nas economias do que o choque de curto prazo do coronavírus. Estimamos que o índice atingira os 140,000 pontos em meados de 2021.

O petróleo amanhece em queda de 0,8% nesta manhã, próximo das mínimas recentes a US$50,7/barril do Brent. A reunião da OPEP inicia hoje, e as notícias indicam que existem desentendimentos entre a Arábia Saudita e a Rússia em relação a necessidade de cortes maiores da produção. Aparentemente a Arábia Saudita estaria pressionando para um corte de 1.5mn de barris por dia enquanto a Rússia não planeja cortar a produção até o final do 2º trimestre.

Do lado das empresas, a CSN divulgou resultados em linha no 4T19 (EBITDA de R$1.6bn). Esperamos reação neutra. Reiteramos recomendação de Compra no papel (preço-alvo de R$17,5/ação) com redução de custos na siderurgia após a volta do alto forno #3 e forte geração de caixa vindo das operações de minério de ferro.

Por fim, o presidente e o diretor financeiro do IRB renunciaram de suas posições após as ações caírem 32% ontem e a Berkshire negar ser acionista da resseguradora. Desde o dia 3 de fevereiro, o IRB acumula queda de 57,5%, seguindo uma série de acontecimentos que aumentaram a cautela dos investidores em relação as ações da empresa. Mantemos a cobertura sob revisão e fizemos um relatório completo sobre tais eventos – clique aqui.

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Brasil

  1. Diante do aumento das incertezas quanto ao impacto do coronavírus na economia e da última nota do Banco Central, revisamos as nossas projeções para 2020 e 2021

Empresas

  1. IRB (IRBR3): Esclarecimentos sobre a forte queda das ações
  2. BB Seg & IRB (BBSE3; IRBR3): Werner Suffert deixa BB Seg para IRB
  3. Copel (CPLE6): Concretização da transferência da Usina Foz de Areia para uma subsidiária, positivo para a extensão da concessão
  4. CSN (CSNA3): sólido 4T19; Desinvestimentos ainda pendentes. Reiteramos compra em nosso papel favorito do setor siderúrgico
  5. CTEEP (TRPL4): EBITDA do 4T19 acima do esperado
  6. Movida (MOVI3): Feedback de Evento sobre Certificação B (ESG)

Veja todos os detalhes

Brasil

Diante do aumento das incertezas quanto ao impacto do coronavírus na economia e da última nota do Banco Central, revisamos as nossas projeções para 2020 e 2021

  • No Brasil, o PIB do 4º trimestre de 2019 apresentou expansão de 0,5% com relação ao trimestre anterior, encerrando o ano com crescimento de 1,1%. O resultado, sustentado principalmente pelo consumo das famílias, veio em linha com as expectativas, mas o aumento das incertezas quanto ao impacto do coronavírus na economia eleva a probabilidade de que a recuperação da economia brasileira aconteça de forma mais gradual do que se esperava anteriormente. Por isso, revisamos a nossa projeção de crescimento do PIB de 2,3% para 1,8% em 2020 e de 2,3% para 2,5% em 2021;
  • Com relação à inflação, revisamos nossas projeções de 3,4% para 3,0% em 2020 e mantivemos em 3,6% para 2021. A expectativa de menor crescimento com baixa inflação deve abrir espaço para que o Banco Central volte a cortar as taxas de juros, por isso revisamos a nossa expectativa de Selic para 3,5% ao final de 2020. Para o final de 2021, esperamos que a taxa seja de 5,0%. O ciclo de alta deve se iniciar na reunião de setembro, sendo que acreditamos em 3 altas de 50 bp nas reuniões de setembro, outubro e dezembro;
  • Por fim, com relação ao câmbio, acreditamos que o Real seguirá desvalorizado e testando as máximas por vários meses. Por isso, estimamos agora que o câmbio de final de período em 2020 chegue a 4,50 (vs. projeção anterior de 4,15) e a 4,40 ao final de 2021 (vs. projeção anterior de 4,10). Clique aqui para conferir o relatório completo que fizemos com as nossas revisões.

Empresas

IRB (IRBR3): Esclarecimentos sobre a forte queda das ações

  • Conforme evidenciado pela forte volatilidade das ações do IRBR3 desde o dia 3 de fevereiro (-57,5% de queda), uma série de acontecimentos fizeram com que investidores aumentassem a cautela em relação as ações da empresa;
  • Decidimos fazer um relatório factual com o objetivo de ajudar investidores a se contextualizarem sobre a forte queda nas ações do IRB. Abordamos o contexto histórico da companhia, bem como os recentes acontecimentos como as publicações da Squadra, resultados e esclarecimentos no 4T19, a saída do Ivan Monteiro e o último episódio envolvendo a Berkshire Hathaway;
  • Ontem, após o fechamento do mercado e a publicação do nosso relatório, tivemos a notícia de que ambos CEO e CFO resignaram de suas posições na companhia.

BB Seg & IRB (BBSE3; IRBR3): Werner Suffert deixa BB Seg para IRB

  • Ambas as empresas divulgaram em fatos relevante ontem (4) anunciando que Werner Suffert deixaria o BB Seg e seguiria para o IRB. Atualmente, a Suffert não trabalha mais na maior seguradora de agronegócio do Brasil e deve continuar seu trabalho na resseguradora IRB. Quanto ao BB Seg, o CEO deve lidar com sua posição e a de Suffert. Quanto ao IRB, Suffert lidará com sua posição de CFO e CEO interino. Vale lembrar que Suffert é um ex-membro do conselho do IRB;
  • O anúncio ocorreu depois que o Sr. Cardoso e o Sr. Passos renunciaram de suas posições no IRB devido aos eventos abordados em nosso último relatório. Clique aqui para acessar nosso relatório completo;
  • IRB. Supondo que a antiga administração apresentava um problema de credibilidade com o mercado, a mudança poderia haver alguma chance de uma reviravolta. No entanto, muita coisa ainda pode acontecer, pois a nova administração provavelmente gastará tempo com números e contabilidade, tornando nossa visibilidade no curto prazo baixa. A empresa realizará uma teleconferência hoje às 10h (-03: 00 GMT) para anunciar o novo CFO e CEO interino;
  • BB Seg. Um sucesso no maior seguro de agronegócio brasileiro, pois Suffert é um executivo experiente com transições no Banco do Brasil e na BB Seguridade. Ao todo, Suffert passou quase 14 anos dentro do grupo.

Copel (CPLE6): Concretização da transferência da Usina Foz de Areia para uma subsidiária, positivo para a extensão da concessão

  • Em fato relevante divulgado ontem, a Copel concretizou a transferência da titularidade da Usina Hidrelétrica Foz de Areia (UHE Governador Bento Munhoz da Rocha Neto) para uma subsidiária após assinatura de contrato de concessão com a ANEEL. Na mesma data, a companhia se manifestou junto ao Ministério de Minas e Energia para que esta subsidiária se enquadre nos termos do Decreto Federal 9271/2018;
  • Tal manifestação tem por objetivo obter uma extensão de 30 anos para a concessão da Usina Hidrelétrica Foz do Areia, que expira em 17 de setembro de 2023. Tal extensão depende da venda do controle de tal subsidiária (levando à sua privatização) dentro do prazo de 18 meses antes do final da concessão;
  • Vemos a iniciativa como muito positiva para a Copel, tendo em vista que não assumimos a extensão da Usina de Foz de Areia em nossas estimativas e preço-alvo. Uma estimativa mais precisa do potencial ganho dependerá de qual será a participação final da Copel Geração e Transmissão na subsidiária, bem como o valor da outorga a ser desembolsado para a renovação da concessão por 30 anos. Reiteramos a recomendação da Compra das ações da Copel (CPLE6).

CSN (CSNA3): sólido 4T19; Desinvestimentos ainda pendentes. Reiteramos compra em nosso papel favorito do setor siderúrgico

  • A CSN reportou resultados em linha no 4T19, com EBITDA consolidado de R$ 1.580 milhões, 6% acima do nosso (+1% T/T e +1% A/A).  Os principais destaques foram os dados de aço mais representativos nos volumes exportados e as maiores vendas de minério de ferro. O fluxo de caixa livre de +R$ 1.103 milhões foi ajudado por uma redução de capital de giro de R$ 1,2 bilhão, uma vez que a CSN consome placas previamente adquiridas para compensar a interrupção da operação AF#3. A dívida líquida/EBITDA diminuiu para 3,74x (de 3,81x).  Vemos a estrutura de dívida atual como o principal fator de risco para a empresa, com desinvestimentos pendentes para melhorar o balanço patrimonial;
  • Esperamos uma reação neutra aos resultados do 4T. Olhando para frente, vemos uma demanda doméstica de aço ainda lenta baseado nas revisões para baixo das projeções de PIB. No entanto, vemos uma perspectiva estável para os preços do minério de ferro, apesar dos impactos do coronavírus, sobre a oferta ainda pressionada e os impactos positivos no segundo semestre devido aos estímulos do governo chinês. Vemos ações da CSNA3 sendo negociadas a 5,9x EV/EBITDA 2020, com preços de minério de ferro de ~US$ 75/t 2020 vs. preço atual em torno de US$ 90/t. Mantemos recomendação de compra, clique aqui para acessar o relatório completo

CTEEP (TRPL4): EBITDA do 4T19 acima do esperado

  • Em 4 de março, a CTEEP anunciou seu resultado do 4T19, com EBITDA ajustado de R$ 595,5mi acima (+10%) da nossa estimativa de R$ 537,0mi, principalmente devido a (i) maior devolução de receita via Parcela de Ajuste e (ii) menores custos e despesas operacionais com relação a nossas estimativas;
  • O lucro líquido foi de R$ 345,4mi acima (+10%) do nosso R$ 312,9mi, principalmente devido ao melhor resultado operacional e maior equivalência patrimonial apesar das despesas financeiras acima do que o esperado;
  • Apesar de considerarmos a CTEEP como precificada, a empresa é uma boa pagadora de dividendos, motivo pelo qual acreditamos que uma exposição às ações seja justificada no curto prazo. Mantemos nossa recomendação Neutra e preço alvo de R$ 24,00/ação, e notamos que a CTEEP faz parte da nossa carteira de dividendos.

Movida (MOVI3): Feedback de Evento sobre Certificação B (ESG)

  • Participamos ontem de um evento realizado pela Movida, cujo objetivo era compartilhar os compromissos de sustentabilidade assumidos para os próximos anos. Em janeiro a empresa havia comunicado o mercado que recebeu seu certificado de Empresa B, sendo a segunda empresa de capital aberto do Brasil e 11ª empresa de capital aberto do mundo a conseguir o selo. O evento contou com o Renato Franklin, CEO da Movida, Fernando Simões, CEO da JSL, Marcel Fukayama, diretor executivo do Sistema B internacional, Régis Neto, sócio da BCG, e outros nomes de grande importância no setor e na cadeia da indústria de aluguel de veículos. Para acessar o feedback completo do evento, clique aqui;
  • Temas relacionados a melhores práticas ambientais, sociais e de governança  (“ESG”, ou Environmental, Social and Governance) estão ganhando um foco cada vez maior no processo de tomada de decisão dos investidores. A Movida, ao receber o certificado e se comprometer com uma série de medidas se coloca em uma posição de protagonismo nesse meio.

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