IBOVESPA -0,26% | 182.991 Pontos
CÂMBIO +0,27% | 5,21/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa encerrou o pregão de segunda-feira em queda de 0,3%, aos 182.991 pontos, na quarta baixa consecutiva. A alta do petróleo e das taxas das Treasuries, após Trump rejeitar a proposta iraniana sobre Ormuz, pressionou os mercados. No Brasil, o mercado seguiu acompanhando o cenário político, enquanto dólar e juros futuros avançaram, o que pesou sobre as ações cíclicas domésticas.
Na ponta positiva, as petroleiras avançaram acompanhando a alta do petróleo, com PRIO (PRIO3, +3,8%), Brava Energia (BRAV3, +3,2%), Vibra (VBBR3, +2,3%) e Ultrapar (UGPA3, +2,1%). Petrobras (PETR4, +1,4%) foi o papel que mais contribuiu para o índice.
Na ponta negativa, Natura (NATU3, -5,8%) registrou a maior queda do índice, seguida por Azzas 2154 (AZZA3, -5,3%), em dia negativo para o varejo.
Renda Fixa
Os juros futuros encerraram ontem em alta. Nos EUA, a ausência de avanços nas negociações entre EUA e Irã, somada à expectativa de uma postura mais dura do Fed, pressionou as Treasuries. A T-note de 2 anos encerrou a 4,92% (+7 bps), a T-note de 10 anos a 5,23% (+7 bps) e o T-bond de 30 anos a 5,55% (+6 bps), renovando seu maior nível desde 2004. No mercado doméstico, a curva ganhou inclinação ao longo do dia, com os prêmios mais longos reagindo tanto ao movimento das taxas americanas quanto ao aumento da cautela em relação ao cenário fiscal e eleitoral. O DI jan/27 encerrou a 13,57% (+2 bps), o DI jan/29 a 13,89% (+6 bps) e o DI jan/31 a 14,05% (+22 bps). A NTN-B encerrou com a B29 a 7,55% (vs. 7,49%), a B35 a 7,65% (vs. 7,60%) e a B50 a 7,30% (vs. 7,31%).
Mercados globais
Nesta terça-feira, os futuros nos EUA operam próximos da estabilidade (S&P 500: 0,0%; Nasdaq 100: +0,1%), em meio à cautela com juros e petróleo elevados e à repercussão do vazamento do prospecto de IPO da Anthropic, que mira uma avaliação de até US$ 2 trilhões.
Na Europa, o Stoxx 600 opera em alta de 0,6%, impulsionado principalmente pelo setor de tecnologia, com os semicondutores à frente. Na Ásia, os mercados fecharam majoritariamente em queda: o Nikkei 225 (Japão) caiu 0,0%, o Kospi (Coreia) recuou 0,3%, enquanto na China, o CSI 300 avançou 0,1% e o Hang Seng perdeu 0,5%, em meio à cautela com o petróleo e os yields elevados.
O mercado acompanha a pressão dos juros longos, com o yield do Treasury de 10 anos encerrando a segunda-feira em 5,24%, perto das máximas em quase duas décadas, e com as apostas em uma nova alta do Fed em outubro chegando a 72%, segundo o CME FedWatch. O petróleo também sustenta a aversão ao risco, com o Brent acima de US$ 97/barril, apesar da retomada das exportações sauditas pelo oleoduto Leste-Oeste e do reinício das conversas entre EUA e Irã, mediadas por terceiros. Entre as empresas, a OpenAI, segundo o Wall Street Journal, engavetou seu novo modelo após testes internos de segurança. Os investidores também direcionam o foco para os dados de vagas em aberto (JOLTS), além dos resultados de Micron, Nike e do relatório de emprego ao longo da semana.
IFIX
O Índice de Fundos de Investimento Imobiliário (IFIX) encerrou a segunda-feira em queda de 0,12%, aos 3.737,17 pontos.
O desempenho foi misto entre os segmentos acompanhados. Os fundos de shoppings lideraram os ganhos do dia, com valorização de 0,20%, seguidos pelas lajes corporativas (+0,12%). Na outra ponta, os fundos de recebíveis recuaram 0,22%, enquanto o segmento de multiestratégia/FOFs registrou queda de 0,57%. Os fundos híbridos apresentaram desempenho próximo da estabilidade (-0,03%), e os fundos de tijolo encerraram a sessão com leve baixa de 0,05%, refletindo o desempenho misto entre seus subsegmentos.
Entre os destaques positivos do pregão, sobressaíram KORE11 (+1,9%), JSRE11 (+1,2%) e CYCR11 (+1,1%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por BTCI11 (-1,9%), PSEC11 (-1,6%) e BPML11 (-1,4%).
Economia
Os impasses geopolíticos persistem. Ontem, o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, rejeitou a proposta do Irã para um novo cessar-fogo e reabertura do Estreito de Ormuz. Por outro lado, de acordo com a CNN, Trump estaria disposto a conceder alívio de sanções e liberar fundos iranianos bloqueados em troca de “avanços concretos” sobre um acordo nuclear. Assim, o preço do petróleo, que subia 4% no início da manhã, encerrou a sessão com alta de aproximadamente 1,5%, a US$ 106 por barril (Brent).
No Brasil, o Boletim Focus do Banco Central mostrou piora adicional das expectativas de inflação, acompanhada por revisões baixistas para a atividade. A mediana para o IPCA de 2026 subiu de 4,92% para 4,99%, enquanto a mediana para 2027 avançou sutilmente de 4,30% para 4,31%. Por sua vez, a estimativa de crescimento do PIB em 2026 cedeu de 1,88% para 1,86%, e a de 2027 recuou de 1,43% para 1,41%.
Hoje, diversos indicadores econômicos serão divulgados no Brasil. A Pnad Contínua e o Caged de agosto devem mostrar sinais adicionais de desaceleração no mercado de trabalho. Os dados sobre o mercado de crédito no mês passado também serão acompanhados de perto, especialmente o comprometimento de renda das famílias com o serviço das dívidas e as taxas de inadimplência. O resultado primário do governo central em agosto e o IGP-M de setembro completam a agenda. No exterior, destaque para o relatório Jolts, que apresentará as vagas de emprego em aberto nos Estados Unidos em agosto, além do índice de confiança do consumidor americano (The Conference Board) e das sondagens empresariais PMI da China de setembro.
Veja todos os detalhes
Economia
Agenda doméstica traz dados de crédito, mercado de trabalho, contas fiscais e inflação
- Os impasses geopolíticos persistem. Ontem, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, rejeitou a proposta do Irã para um novo cessar-fogo e reabertura do Estreito de Ormuz. Por outro lado, de acordo com a CNN, Trump estaria disposto a conceder alívio de sanções e liberar fundos iranianos bloqueados em troca de “avanços concretos” sobre um acordo nuclear. Com isso, o preço do petróleo, que subia 4% no início da manhã, encerrou a sessão com alta de aproximadamente 1,5%, a 106 dólares por barril (Brent). Ainda no cenário global, as taxas de juros dos títulos públicos dos Estados Unidos (Treasuries) continuam em alta, com o papel de 10 anos próximo a 5,25%. Ademais, o mercado precifica cerca de 70% de chances de nova elevação de juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano) na reunião de política monetária de outubro;
- A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, defendeu ontem uma resposta moderada de política monetária ao choque de energia, destacando que a autoridade monetária está atenta principalmente ao risco de propagação para preços e salários. A inflação da zona do euro subiu de 2,9% em julho para 3,2% em agosto, com o componente de energia saltando 14,3%, enquanto a medida de núcleo – exclui os itens mais voláteis – cedeu para 2,4%. Até o momento, o BCE não identifica efeitos relevantes de segunda ordem. Por exemplo, a remuneração por trabalhador desacelerou de 3,6% no 1T26 para 3,3% no 2T26. Após a alta de 0,25 p.p. nas taxas de juros neste mês, Lagarde defendeu um “caminho intermediário”, argumentando que o choque de energia é relevante demais para ser ignorado, mas ainda não exige resposta mais agressiva;
- Estados Unidos e China concordaram em reduzir tarifas sobre US$ 60 bilhões no comércio bilateral, abrangendo cerca de US$ 30 bilhões em produtos de cada lado, além de prorrogarem a trégua comercial por dois meses (até 10 de janeiro). A China reduzirá tarifas sobre produtos americanos como milho, trigo, carnes, laticínios, madeira, cosméticos e dispositivos médicos, enquanto os Estados Unidos concederão tratamento mais favorável a pequenos eletrodomésticos, utensílios domésticos, brinquedos e outros produtos chineses. Os países também criarão um grupo de trabalho sobre agricultura, e a China se comprometeu a importar 10 milhões de toneladas de carvão americano por ano em 2027 e 2028. No que diz respeito à Inteligência Artificial (IA), as partes concordaram em manter um canal para comunicação de incidentes e realizar novo diálogo até o fim de novembro;
- No Brasil, o Boletim Focus do Banco Central mostrou piora adicional das expectativas de inflação, acompanhada por revisões baixistas para a atividade econômica. A mediana para o IPCA de 2026 subiu de 4,92% para 4,99%, com a leitura dos últimos cinco dias úteis chegando a 5,08%. Isso sinaliza que as revisões mais recentes ocorreram na direção altista após o IPCA-15 de setembro mais forte que o esperado. Para 2027, a projeção de inflação avançou sutilmente de 4,30% para 4,31%. Em contraste, a estimativa de crescimento do PIB em 2026 caiu de 1,88% para 1,86%, e a de 2027 recuou de 1,43% para 1,41%. A projeção para a taxa Selic permaneceu em 13,50% no final deste ano, incorporando uma pausa nos cortes em dezembro. Nosso cenário prevê mais dois cortes de 0,25 p.p. em 2026, levando taxa básica de juros para 13,25%;
- Os dados do balanço de pagamentos do Brasil de agosto, publicados ontem, mostraram déficit em conta corrente ligeiramente maior e a continuidade de fluxos massivos de Investimento Direto no País (IDP). O déficit em transações correntes alcançou US$ 5,1 bilhões no mês passado, acima da nossa projeção de US$ 4,4 bilhões e dos US$ 3,8 bilhões registrados um ano antes. Em 12 meses, o déficit chegou a US$ 63,0 bilhões (2,5% do PIB). A balança comercial continuou a desempenhar papel protagonista, com superávit de US$ 6,6 bilhões, enquanto os déficits de serviços e renda primária atingiram US$ 5,3 bilhões e US$ 7,0 bilhões, respectivamente. Na conta financeira, o IDP registrou entrada líquida de US$ 7,4 bilhões, acima da nossa projeção e do consenso de mercado, levando o acumulado em 12 meses a US$ 86,6 bilhões (3,4% do PIB). Projetamos déficit em conta corrente de US$ 66,5 bilhões (2,4% do PIB) e ingressos líquidos de IDP de US$ 88,0 bilhões (3,2% do PIB) em 2026;
- Hoje, diversos indicadores econômicos serão divulgados no Brasil. A Pnad Contínua e o Caged devem mostrar sinais adicionais de desaceleração no mercado de trabalho. Prevemos estabilidade da taxa de desemprego em 5,3% no trimestre móvel até agosto; e geração líquida de 86 mil empregos formais no mês passado (estimativas sem ajuste sazonal). Os dados sobre o mercado de crédito em agosto também serão acompanhados de perto, devido especialmente ao aumento contínuo do comprometimento de renda das famílias com o serviço das dívidas e das taxas de inadimplência. O resultado primário do governo central em agosto (exp: -R$ 14,1 bilhões) e o IGP-M de setembro (exp: 1,46% m/m; 3,23% em 12 meses) completam a agenda nesta terça-feira. No exterior, destaque para o relatório Jolts, que apresentará as vagas de emprego em aberto nos Estados Unidos em agosto (exp: 7,24 milhões), além do índice de confiança do consumidor americano – The Conference Board – (exp: 90,0) e das sondagens empresariais PMI da China de setembro –tanto do Departamento Nacional de Estatísticas (NBS) quanto da empresa de tecnologia financeira RatingDog.
Commodities
Papel e Celulose: recuperação dos preços da celulose na China está avançando, mas enfrenta alguns ventos contrários
- Na semana passada, publicamos nosso update do setor de Papel e Celulose, reiterando nossas recomendações de Compra para Suzano e Klabin, que vemos como alternativas defensivas em meio à crescente incerteza macroeconômica e valuations atrativos;
- Esperamos que a disponibilidade spot limitada e as pressões de custos no curto prazo sustentem os preços da celulose no início do 4T26E, com a Suzano oferecendo maior exposição a esse momentum, embora permaneçamos estruturalmente cautelosos devido à fraca lucratividade na ponta e às próximas adições de capacidade;
- Enquanto isso, os dados da SCI99 mostraram que a recuperação dos preços da celulose na China está avançando, mas em ritmo limitado, com os preços spot da fibra curta subindo ligeiramente, mas os estoques permanecendo amplamente estáveis e as condições na ponta enfraquecendo;
- Os menores preços da madeira doméstica e o aumento da oferta de cavacos também podem reduzir ainda mais o suporte de custos para os produtores integrados;
- Em relação aos dados recentes do setor, observamos (i) os estoques de celulose nos portos europeus aumentaram +20% M/M em Ago’26 (-12% A/A), totalizando 1.443kt, segundo a Europulp;
- E (ii) os preços líquidos da BHKP e da NBSK na China estão atualmente em US$578/t e US$643/t, respectivamente, enquanto os futuros de BHKP estão em US$585/t para Out’26 (estáveis S/S);
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Empresas
AmBev (ABEV3) | Prévia do resultado do 3T26: fim dos easy comps à frente
- Esperamos mais um trimestre sólido para a AmBev, embora os benefícios de clima favorável e easy comps devam perder força a partir do 4T, tornando a execução cada vez mais relevante;
- Em Cerveja Brasil, projetamos volumes +4,0% A/A, sustentados por um bom desempenho da indústria em jul/ago, enquanto setembro mais fraco deve limitar uma recuperação mais intensa;
- No lucro líquido, esperamos uma comparação difícil devido à ausência dos ganhos não recorrentes observados no 3T25;
- Além do operacional, acreditamos que o mercado estará atento a potenciais anúncios de alocação de capital, especialmente um novo programa de recompra de ações;
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Dasa (DASA3) | Dasa e Rede Américas: crescimento e geração de caixa em foco
- Realizamos um encontro com membros da alta administração da Dasa e da Rede Américas, incluindo Rafael Bossolani, CFO da Dasa, e Viviane Valente, CFO da Rede Américas;
- No caso da Dasa, as discussões se concentraram na geração de caixa, na expansão de margens por meio da otimização das despesas gerais e administrativas (SG&A) e no crescimento da receita e expansão dos PSCs;
- Para a Rede Américas, os principais temas incluíram a adição planejada de aproximadamente 1 mil leitos ao longo dos próximos três anos e a redução do prazo médio de recebimento como principal vetor de melhora da geração de caixa;
- De forma geral, acreditamos que a Dasa permanece bem posicionada para entregar novas melhorias nos resultados e uma geração de caixa mais consistente;
- Esperamos que a geração de caixa acelere no 2S26, encerrando 2026 em aproximadamente R$ 200 milhões;
- Reiteramos nossa recomendação de Compra;
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Resultados da Shein no 1S26: América Latina sustenta o crescimento; avanço para segmentos de maior valor pode reduzir a diferença de preços para os players locais
- Hoje, a Shein divulgou seus primeiros resultados como companhia listada, referentes ao 1S26;
- A América Latina se destacou como o motor de crescimento da empresa, impulsionando as vendas do Resto do Mundo (+22% A/A no 2T26), enquanto os EUA e a Europa recuaram;
- Para os players locais, a leitura é mista;
- Pelo lado negativo, a Shein optou por absorver os maiores custos de frete, em vez de elevar os preços, e acreditamos que sua confortável posição de caixa oferece bastante poder de fogo para continuar investindo no negócio;
- Por outro lado, a prioridade declarada pela administração para os próximos anos é migrar para marcas com preços mais elevados;
- Interpretamos isso como positivo para os varejistas brasileiros, pois poderia reduzir a diferença de preços em relação à Shein;
- Em nossa visão, embora vejamos a Shein como uma concorrente importante, especialmente em um contexto de poder de compra pressionado, acreditamos que os players locais estão bem posicionados em termos de produto e preço, enquanto seu modelo asset-light/de custos variáveis deixa as margens expostas a choques logísticos;
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Capital Goods
Bens de Capital: demanda resiliente por veículos leves, sem uma inflexão clara ainda para veículos pesados no mercado doméstico
- Os veículos leves continuam sendo o destaque positivo no mercado doméstico, com os emplacamentos aumentando +23% A/A, sustentados por incentivos, promoções das OEMs e forte concorrência;
- Contudo, entendemos que as vendas mais fortes não estão se traduzindo integralmente em atividade ao longo da cadeia de suprimentos local;
- Com as importações de veículos aumentando ~30% em Jan-Ago’26 e os modelos CKD/SKD respondendo por dois terços do aumento da produção doméstica no acumulado do ano;
- Além disso, a produção de ônibus de agosto reforçou a visão mais cautelosa por trás do nosso recente downgrade de POMO4 para Neutra;
- Enquanto a produção de carrocerias de ônibus da indústria aumentou +2% A/A em Ago’26, a produção da Marcopolo recuou -13% e a produção de chassis de ônibus caiu -29%;
- Com a produção do 3T26 ainda abaixo dos níveis do ano passado, vemos poucas evidências da aceleração sazonal anteriormente esperada para o 2S26E, mantendo os lucros de curto prazo sob pressão;
- Enquanto isso, os emplacamentos de caminhões e implementos rodoviários melhoraram +9% e +16% A/A em Ago’26, respectivamente, embora ambos tenham recuado sequencialmente (após um Jul’26 atípico);
- Fenabrave defende que o Move Brasil ajudou a reduzir a queda nas vendas de caminhões e a conter a fraqueza entre os veículos pesados;
- Embora a melhora dos números A/A possa ser encorajadora, particularmente para implementos rodoviários, a contínua dependência do programa e os elevados custos de financiamento nos deixam cautelosos em considerar isso uma recuperação sustentada;
- No exterior, os pedidos de caminhões Classe 8 nos EUA aumentaram +42% A/A, com a ACT destacando as restrições do mercado pelo lado da oferta, os fretes mais altos e a maior visibilidade em relação à EPA 2027 como ventos favoráveis para a demanda à frente, juntamente com uma sazonalidade melhor;
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Renda fixa
De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa
- Farmácias reagem e Abrafarma questiona Anvisa sobre avanço do Mercado Livre no setor (Valor Econômico);
- MBRF prepara emissão de títulos para refinanciar dívidas, segundo fontes (Bloomberg Línea);
- Ambipar obtém aval nos EUA para concentrar recuperação judicial no Brasil (InvestNews);
- Moody’s Local Brasil atribui rating AA-.br à Áster; perspectiva estável (Moody’s Local).
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Estratégia
Pesquisa com assessores XP: apetite por risco volta ao maior nível desde março
- Nesta edição da nossa pesquisa com assessores afiliados à XP, observamos uma forte recuperação do apetite por risco e do sentimento em relação à Bolsa, em meio à alta das ações brasileiras em setembro. Os principais destaques são:
- A parcela de respondentes que planeja aumentar a alocação em ações saltou para 29% (+19 p.p. M/M), a maior desde março de 2026, enquanto 11% (-6 p.p. M/M) pretendem reduzi-la;
- O sentimento dos assessores em relação às ações subiu para 6,8, ante 5,7 em agosto (em uma escala de 0 a 10), a maior melhora mensal desde meados de 2023;
- Aprojeção média para o Ibovespa no fim de 2026 subiu para 188 mil pontos, ante 172 mil anteriormente;
- Riscos fiscais no Brasil (78%) e Instabilidade política/eleições (71%) seguem como as principais preocupações para as ações brasileiras;
- 75% reportaram que a eleição de outubro já influencia o posicionamento, ante 63% em agosto.
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Alocação & Fundos
Principais notícias
- Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
- IFIX cai 0,12% e fecha pregão aos 3.737,17 pontos (Suno Notícias);
- FIIs de shopping: o que ainda pode sustentar o setor em 2026 (Clube FII News);
- São Paulo caminha para escassez de grandes escritórios? (Revista Buildings);
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ESG
De olho em data centers, WEG anuncia investimento para aumentar produção de geradores | Café com ESG, 29/09
- O pregão de segunda-feira fechou em território levemente negativo, com o IBOV e ISE recuando 0,26% e 0,95%, respectivamente.
- Do lado das empresas, a WEG anunciou um investimento de cerca de R$840 milhões para ampliar a produção de geradores na América do Norte, em um movimento que busca atender à maior demanda por energia dos Estados Unidos, impulsionada pela expansão de data centers – até 2030, a empresa espera ampliar a capacidade global de fabricação de 10 para cerca de 50 geradores por dia nas plantas do México, EUA, Brasil e China.
- Na política, (i) o governo prepara uma calculadora para medir as emissões de carbono de obras públicas e criar selos verdes para aço e cimento de menor impacto ambiental, fazendo com que licitações considerem também os gases de efeito estufa gerados pelos insumos – o cronograma prevê um protótipo da calculadora em funcionamento até março de 2027 e a conclusão das novas regras para compras públicas no primeiro semestre do próximo ano; e (ii) o Departamento de Transportes dos EUA estima que os custos tecnológicos das montadoras cairão US$ 60,6 bilhões até 2031, em decorrência da aprovação de regras de eficiência de combustível veicular mais brandas – com a nova regra, as montadoras não precisarão, por exemplo, adicionar equipamentos caros de controle de emissões para reduzir o consumo de combustível.
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Previc define novas regras ESG: um novo capítulo para os fundos de pensão
- Na semana passada, a XP realizou um evento com Ricardo Pena, Superintendente da Previc (Superintendência Nacional de Previdência Complementar), e executivos de fundos de pensão para discutir o novo arcabouço regulatório ESG da instituição;
- Embora a iniciativa represente um avanço relevante na formalização da integração de fatores ESG na governança e nos processos de investimento dos fundos, sua implementação prática tem levantado questionamentos por parte do mercado, especialmente em relação a metodologias, governança, responsabilidades e supervisão;
- Abaixo, destacamos os principais pontos discutidos no encontro;
- Clique aqui para ler o conteúdo completo.

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