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Aumento das percepções de risco fiscal no Brasil segue em pauta

Escalada do risco fiscal no Brasil e confiança do consumidor nos EUA são alguns dos temas de maior destaque nesta sexta-feira, 11/11/2022

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IBOVESPA -3,35% | 109.775 Pontos

CÂMBIO +4,14% | 5,39/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Destaque do dia

Mercados amanhecem positivos, reverberando os dados de Índice de Preços ao Consumidor (CPI) dos EUA mais fracos do que o esperado – sinalizando que a inflação pode ter atingido o pico, o que pode encorajar o Federal Reserve a reduzir o ritmo de aperto monetário – e o anúncios de flexibilização de restrições ao Covid na China. Na agenda de hoje, destaque principal para o índice de confiança do consumidor feito pela Universidade de Michigan e, no Brasil, pesquisa de serviços de setembro.

Brasil

O Ibovespa fechou recuando -3,35%, a 109.775 pontos. O principal índice da Bolsa brasileira, performou na contramão de seus pares globais, reverberando o aumento da percepção de risco fiscal no Brasil, depois de falas do presidente eleito, Luis Inácio Lula da Silva, e anúncios na equipe de transição. O dólar comercial subiu 4,14%, a R$ 5,39, em sua maior alta desde março de 2020. As taxas futuras de juros fecharam em forte alta, reagindo ao discurso do presidente eleito. DI jan/23 fechou em 13,716%; DI jan/24 foi para 13,635%; DI jan/25 encerrou em 12,95%; DI jan/27 fechou em 12,90%; e DI jan/29 foi para 12,96%.

Mundo

Bolsas internacionais amanhecem positivas (EUA +0,6% e Europa +0,3%) após dados da inflação ao consumidor (CPI) virem abaixo do esperado nos EUA e sinais de flexibilização da política de zero-covid na China. Nesta quinta-feira, a inflação ao consumidor americano registrou um aumento de 0,4% mês a mês e 7,7% no acumulado anual, surpreendendo positivamente as expectativas do consenso de 7,9%. Com o arrefecimento da inflação, investidores agora ponderam se o Federal Reserve poderá desacelerar o ritmo do aperto monetário. Na Europa, Andrew Bailey, governador do Banco da Inglaterra, afirmou que os esforços para controlar a inflação no Reino Unido deverão durar entre 18 meses e 2 anos, uma vez que a inflação segue muito acima da meta. Ainda em solo europeu, a inflação ao consumidor na Alemanha registrou 10,4% no acumulado anual, em linha com as expectativas do consenso. Na China, o índice de Hang Seng (+7,7%) encerra em forte alta após veículo de mídia governamental anunciar a flexibilização de algumas medidas contra a Covid-19. A China reduzirá o tempo de quarentena para viajantes internacionais de sete dias para cinco dias, a partir desta sexta-feira, e se comprometeu a minimizar as consequências econômicas de sua política.

Índice de preços ao consumidor dos EUA

O Índice de Preços ao Consumidor (CPI) dos Estados Unidos avançou 0,4% em outubro ante setembro, exatamente em linha com as expectativas da equipe de Macro Global da XP e aquém do consenso de mercado, que indicava alta de 0,6%. Com isso, a inflação acumulada em 12 meses recuou de 8,2% para 7,7%. A medida de núcleo da inflação – que exclui os itens de alimentos e energia – subiu 0,3% na comparação mensal, ao passo que a variação anual arrefeceu de 6,6% para 6,3%. Desta forma, nossa equipe de Macro Global mantém o cenário de que o Federal Reserve desacelerará o ritmo de alta da taxa de juros de 0,75 p.p. para 0,50 p.p. em sua reunião de dezembro, tendo em vista o significativo aperto monetário já implementado. As surpresas benignas com a inflação ao consumidor levaram a forte elevação das bolsas americanas. O índice Dow Jones saltou 3,7% na sessão de ontem. Na mesma linha, os índices S&P-500 e Nasdaq dispararam 5,5% e 7,4%, respectivamente, o melhor desempenho desde o 2º trimestre de 2020. O maior apetite por ativos de risco também impulsionou os mercados de renda fixa e moedas.

IPCA no Brasil

No Brasil, o IPCA apresentou elevação mensal de 0,59% em outubro, muito acima das estimativas da equipe de Economia da XP e do consenso de mercado (0,46% e 0,49%, respectivamente). No acumulado em 12 meses, por sua vez, a inflação ao consumidor cedeu de 7,2% para 6,5%. A diferença entre as projeções e o resultado efetivo deveu-se, em grande medida, ao aumento mais acentuado do que o previsto nos preços de combustíveis e produtos de higiene pessoal. Por outro lado, o grupo de serviços apresentou variação abaixo do esperado. Destaque para a desaceleração dos serviços subjacentes – mais sensíveis ao ciclo econômico – de 0,61% em setembro para 0,36% em outubro. Em linhas gerais, apesar da surpresa desfavorável com o índice cheio, avaliamos a abertura do IPCA de outubro como relativamente benigna. A projeção da equipe de Economia da XP para a variação do IPCA em 2022 subiu ligeiramente de 5,6% para 5,8%, e, para 2023, a projeção é de 5,2%.

Aumento da percepção de risco fiscal no Brasil

A comunicação recente do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, combinada a indicações e rumores envolvendo a equipe de transição de governo – além das dúvidas sobre a composição ministerial – pesaram muito sobre os ativos financeiros. Sinalizações de enfraquecimento do arcabouço fiscal vigente e de expansão significativa das despesas públicas geraram quedas pronunciadas no mercado acionário, além de uma disparada da taxa de câmbio (alta diária de 4,2%, chegando perto de R$/US$ 5,40) e piora da curva de juros.

Veja todos os detalhes

Agenda de resultados

Kora Saúde  (KRSA3):  Após o fechamento
Boa Safra (SOJA3):  Após o fechamento
Omega Energia (MEGA3):  Após o fechamento
M. Dias Branco (MDIA3):  Após o fechamento
Itausa (ITSA4):  Após o fechamento
Cia Energetica de Minas Gerais (CMIG4):  Após o fechamento
Ser Educacional (SEER3): Antes da abertura

Calendário do 3T22
Temporada de resultados do 3º trimestre 2022 – o que esperar?

Economia

Inflação ao consumidor dos EUA vem abaixo das expectativas e bolsas americanas disparam; no Brasil, riscos fiscais crescentes pesam fortemente sobre os ativos financeiros

  • Conforme publicado ontem (10), o índice de preços ao consumidor dos Estados Unidos – CPI, na sigla em inglês – avançou 0,4% em outubro ante setembro, exatamente em linha com a nossa expectativa e aquém do consenso de mercado (0,6%). Com isso, a inflação acumulada em 12 meses recuou de 8,2% para 7,7%. A medida de núcleo da inflação – exclui os itens de alimentos e energia – subiu 0,3% na comparação mensal, também em linha com a nossa projeção e abaixo da mediana das estimativas dos analistas (0,5%), ao passo que a variação anual arrefeceu de 6,6% para 6,3%. Houve alívio importante nos grupos de bens industrializados e na dinâmica de serviços subjacentes, mais sensíveis ao ciclo econômico. Em relação à política monetária, mantemos o cenário de que o Federal Reserve (Fed, banco central americano) desacelerará o ritmo de alta da taxa de juros de referência de 0,75pp para 0,50pp em sua reunião de dezembro, tendo em vista o significativo aperto monetário já implementado. Olhando adiante, a necessidade de elevações adicionais na taxa básica de juros (Fed Funds target rate, atualmente no intervalo entre 3,75% e 4,0%) dependerá da evolução dos dados de inflação e mercado de trabalho no 4º trimestre. Projetamos que o Fed fará uma pausa no ciclo de aperto monetário após a decisão de dezembro, com a taxa básica permanecendo no intervalo entre 4,25% e 4,5%. Por sua vez, o mercado precifica atualmente uma taxa terminal de aproximadamente 4,9%, abaixo do pico recente ao redor de 5,25%. Além disso, o mercado passou a assumir uma taxa de juros mais baixa ao final de 2023, na ordem de 4,4% (ante 4,7% na última quarta-feira);
  • As surpresas benignas com a inflação ao consumidor levaram a forte elevação das bolsas americanas. O índice Dow Jones saltou 3,7% na sessão de ontem, um aumento próximo a 1.200 pontos. Na mesma linha, os índices S&P-500 e Nasdaq dispararam 5,5% e 7,4%, respectivamente, o melhor desempenho desde o 2º trimestre de 2020. O maior apetite por ativos de risco também impulsionou os mercados de renda fixa e moedas;
  • Na agenda internacional desta sexta-feira (11), destaque para a publicação da sondagem do consumidor da Universidade de Michigan referente a novembro. Conforme já divulgado nesta manhã, o PIB do Reino Unido recuou 0,6% em setembro ante agosto e 0,2% no 3º trimestre versus o trimestre imediatamente anterior. Segundo dados da agência ONS, o PIB britânico registrou alta de 2,4% em relação ao 3º trimestre de 2021. A mediana de previsões do mercado indicava contração de 0,5% na comparação trimestral e aumento de 2,1% na base interanual. Esses dados recentes provavelmente significam o início de uma desaceleração relevante da economia britânica, que pode durar até o final do próximo ano;
  • No Brasil, o IPCA apresentou elevação mensal de 0,59% em outubro, muito acima da nossa estimativa e do consenso de mercado (0,46% e 0,49%, respectivamente). No acumulado em 12 meses, por sua vez, a inflação ao consumidor cedeu de 7,2% para 6,5%. A diferença entre a nossa projeção e o resultado efetivo deveu-se, em grande medida, ao aumento mais acentuado do que o previsto nos preços de combustíveis e produtos de higiene pessoal (ambos com contribuição relativa de 0,05pp na surpresa altista geral). Por outro lado, o grupo de serviços apresentou variação abaixo do esperado. Destaque para a desaceleração dos serviços subjacentes – mais sensíveis ao ciclo econômico – de 0,61% em setembro para 0,36% em outubro. Em linhas gerais, apesar da surpresa desfavorável com o índice cheio, avaliamos a abertura do IPCA de outubro como relativamente benigna. Nossa projeção para a variação do IPCA em 2022 subiu ligeiramente de 5,6% para 5,8%, o que considera os dados divulgados ontem, preços de combustíveis mais elevados em novembro e alguma compensação parcial da campanha promocional Black Friday. Além disso, a dinâmica mais favorável do grupo de serviços pode sustentar perspectivas mais favoráveis para o IPCA de 2023. Por ora, prevemos inflação de 5,2% no ano que vem. Este cenário incorpora a volta da cobrança de PIS/COFINS sobre combustíveis; sem tal premissa, a estimativa anual chegaria a 4,7%. Todavia, a existência de uma “âncora fiscal” crível também compõe nosso cenário-base;
  • Neste sentido, destaque ontem para o aumento acentuado da percepção de risco fiscal no cenário doméstico. A comunicação recente do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, combinada a indicações e rumores envolvendo a equipe de transição de governo (além das dúvidas sobre a composição ministerial) pesaram muito sobre os ativos financeiros. Sinalizações de enfraquecimento do arcabouço fiscal vigente e de expansão significativa das despesas públicas geraram quedas pronunciadas no mercado acionário, além de uma disparada da taxa de câmbio (alta diária de 4,2%, chegando perto de R$/US$ 5,40) e piora da curva de juros. Divulgamos ontem um estudo com simulações do impacto potencial da elevação de despesas primárias e do enfraquecimento da regra constitucional do teto de gastos sobre a trajetória da dívida pública – XP Macro Especial: Impacto fiscal do “waiver”;
  • Na agenda doméstica desta sexta-feira, destaque para a divulgação da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) referente a setembro. Estimamos alta de 0,6% ante agosto e salto de 8,5% em comparação ao mesmo mês do ano passado. Por sua vez, o consenso de mercado aponta para crescimento de 0,3% na base mensal e de 8,1% em termos interanuais. Se nossa expectativa estiver correta, as receitas reais do setor terciário irão apresentar ganhos pelo quinto mês consecutivo, reforçando seu papel protagonista na dinâmica recente da atividade econômica brasileira.

Empresas

Itaú Unibanco (ITUB4): Resultados positivos em geral

  • Vemos os resultados do Itaú Unibanco como positivos, estando em linha com nossas estimativas de cima para baixo. Os seus resultados continuaram a se beneficiar do recente crescimento da sua carteira de crédito, bem como de uma gestão de risco equilibrada (que lhe permitiu manter sua inadimplência sob controle);
  • O crescimento da carteira de crédito do Itaú manteve-se forte, crescendo 15,5% A/A no total e 20,8% no Brasil, em linha com o guidance para o ano;
  • Seu índice de inadimplência (NPL) consolidado aumentou marginalmente para 2,8% (+10bps T/T), enquanto o NPL no Brasil atingiu 3,2% (+20bps T/T). Isso levou o banco a aumentar levemente a provisão no trimestre para R$ 8,0 bilhões (+6,1% T/T), implicando em um índice de cobertura relativamente estável de 215% (-3pp T/T), que ainda vemos como saudável;
  • Isso permitiu ao banco reportar melhores resultados e rentabilidade robusta (ROAE de 21,0% no 3T22). Dito isso, esperamos uma reação positiva do mercado e reiteramos o Itaú (ITUB4) como nosso atual Top Pick do setor (Compra, preço-alvo de R$ 31,00/ação);
  • Clique aqui para conferir o conteúdo completo.

B3 (B3SA3): Resultados sólidos apesar do ADTV pressionado

  • Os sólidos resultados da B3 no 3T22 foram suportados principalmente pela maior receita de seus serviços de mercado de Balcão (OTC) e Tecnologia, que compensou a menor receita de seu segmento Listado devido a um menor volume transacionado médio diário (ADTV) nos últimos trimestres;
  • A receita líquida pressionada e as despesas operacionais mais altas também afetaram o lucro líquido do período, levando a uma leve queda de 11% A/A;
  • A Receita Líquida da B3 atingiu R$ 2,3 bilhões no 3T22, permanecendo estável A/A e praticamente em linha com nossa estimativa para o trimestre;
  • Por outro lado, a empresa conseguiu manter uma rentabilidade sólida apesar das margens mais baixas e esperamos que o volume de negócios se recupere gradualmente nos próximos trimestres. Isso levou a um EBITDA recorrente de R$ 1,7 bilhão (8,2% menor A/A e marginalmente abaixo da nossa estimativa), implicando em uma margem EBITDA ainda robusta de 74% (-6,7p.p. A/A);
  • Como resultado, não esperamos que isso seja um gatilho para a ação e mantemos nossa visão conservadora sobre o nome (Neutro, preço-alvo R$14,0/ação);
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B3 (B3SA3): B3 (B3SA3) anuncia a compra de 100% da Neurotech, empresa de Inteligência Artifical, Machine Learning e Big Data

  • A B3 (B3SA3) anunciou hoje (10) que celebrou contrato que resultará na aquisição de 100% da Neurotech, empresa de tecnologia especializada na criação de sistemas e soluções de inteligência artificial, machine learning e big data. Vemos a aquisição como marginalmente positiva por permitir à B3 impulsionar sua estratégia no negócio de dados e analytics, além de a atuação a ser integrada com B3 e Neoway alavancar o potencial de crescimento do negócio. No entanto, vemos essa estratégia gerando frutos num horizonte mais longo, tendo pouco impacto no curto prazo;
  • Estratégia da B3 por trás dessa operação é de impulsionar o crescimento da sua linha de receita com dados e análises através da ampliação da oferta nas verticais de crédito, riscos e seguros;
  • Dito isso, mantemos a nossa visão mais conservadora para a ação (recomendação Neutra e preço-alvo de R$ 14,0/ação);
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Vitrine XP – Resultados do 3T22: Via, Americanas, Magalu, Enjoei, Vivara, Multi, Grupo Mateus e Panvel

  • Nós tivemos as últimas oito empresas da nossa cobertura reportando hoje: Americanas, Magalu, Via, Enjoei, Vivara, Grupo Mateus, Panvel e Multilaser;
  • O destaque foi PNVL, com um SSS sólido (e o maior vs. seus pares) e melhora de rentabilidade;
  • VIVA, GMAT e ENJU reportaram resultados mistos uma vez que todos tiveram um crescimento de receita sólido e:
    • i) VIVA teve expansão de margem bruta decorrente da maior participação da Life mas com uma margem EBITDA levemente pressionada;
    • ii) GMAT também teve melhora na margem EBITDA vs. o 2T22 mas com uma queima de caixa (que já está sendo endereçada no 4T); e
    • iii) ENJU também melhorou a margem bruta mas o EBITDA segue negativo;
  • Finalmente, as empresas de ecommerce (AMER, MGLU, VIIA) e MLAS tiveram resultados fracos, com o primeiro bloco reportando um top line pressionado e queima de caixa enquanto o último está sofrendo com o cenário macro desafiador.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo de Via;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo de Americanas;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo de Magalu;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo de Enjoei;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo de Vivara;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo de Multi;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo de Grupo Mateus;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo de Panvel.

Rumo (RAIL3) – 3T22: Surpresa Positiva nos Yields Suportando Retorno nos Investimentos Futuros; Positivo

  • A Rumo apresentou resultados positivos no 3T22, com EBITDA de ~R$ 1,4 bilhão (+57% A/A), em linha com nossas estimativas;
  • Notamos um desempenho forte de receita, combinando
    • (i) níveis recordes de volume (20,3 bilhões de TKUs; +24% A/A, +9% T/T) e
    • (ii) yields mais fortes do que o esperado (R$125/TKU; +23% A/A, +10% T/T e 7% acima da nossa estimativa).
  • Vemos esses resultados como um marco bem-sucedido e importante para a Rumo no processo de: (i) recuperação de yields e rentabilidade versus níveis subótimos do 1S22; e (ii) validação das expectativas da empresa de melhorar a competitividade daqui para frente (notadamente após o novo guidance da LRV).
  • Reiteramos nossa recomendação de Compra e visão positiva sobre a Rumo, apoiada pelo momento positivo esperado à frente (apoiado pela revisão de 5% para cima hoje do guidance de EBITDA para 2022 [+35% para o 4T22]).
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

JBS (JBSS3) – 3T22: a diversificação mostra sua força mais uma vez

  • A JBS (JBSS3) reportou números acima do esperado no 3T22, estabelecendo um novo recorde de receita líquida de R$ 2,97 bilhões, apesar da acomodação do EBITDA ajustado de R$ 9.546 milhões (-31% A/A e +12% vs. XPe);
  • Do lado positivo, destacamos o bom momento das operações de aves – Seara e PPC que ajudaram a compensar a acomodação nas operações de carne bovina nos EUA;
  • Do lado negativo, a JBS Brasil reportou EBITDA ajustado de R$ 826 milhões (-13% A/A e -18% vs. XPe), a JBS Beef North America e Austrália (ainda com perspectiva desafiadora) também apresentaram números fracos, em linha com nossas estimativas;
  • Por fim, reforçamos nossa visão de uma possibilidade única de se investir em um player não cíclico de commodities protegido no âmbito de clima, desafios sanitários e econômicos dentro de sua posição global.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Raízen (RAIZ4) – 3T22: resultados fracos em tempos turbulentos

  • A Raízen (RAIZ4) apresentou resultados mais fracos em seu 2T23 (ano-fiscal 3T22), principalmente devido as condições adversas no setor de distribuição de combustíveis que sofreu em meio a turbulências políticas e importantes mudanças tributárias;
  • Na operação de Açúcar, os custos elevados impactaram o resultado, ficando abaixo das nossas estimativas, mas forte crescimento ano contra ano. Olhando para frente, a perspectiva é positiva diante da dinâmica global favorável;
  • Importante ressaltar que vemos a Raízen seguindo seu plano anunciado no IPO, algo a ser valorizado
  • Por fim, continuamos otimistas com a exposição da Raízen ao processo de transição energética, principal motivo da nossa recomendação de Compra;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

brMalls (BRML3) | Resultados do 3T22 – Forte receita de aluguel e crescimento do FFO acima das nossas estimativas

  • A brMalls apresentou resultados positivos conforme o esperado no 3T22;
  • O SSR teve um crescimento forte no 3T22, atingindo +37,8% vs. 2019, e levando a uma sólida aceleração da receita de locação, atingindo R$ 275 milhões (+27,6% vs. 2019 e +23,9% A/A). Como resultado, a receita líquida atingiu R$ 371 milhões (+21,5% vs. 2019 e +21,1 A/A);
  • No 3T22, a brMalls continuou apresentando maior efetividade nas regras de cobrança de inadimplentes, conforme esperávamos, levando a uma taxa de inadimplência líquida negativa de -2,5% (vs. -1,4% no 2T22), apesar do sólido crescimento de SSR no trimestre. Como consequência, as taxas de ocupação caíram ligeiramente para 96,8% (-20bps vs. 2T22), embora vejamos esses níveis como saudáveis;
  • As despesas com vendas diminuíram 78,8% em relação a 2021, principalmente pela reversão da provisão para devedores duvidosos (PDD), atingindo R$ 3,6 milhões. Por outro lado, as despesas gerais e administrativas aumentaram 16,2% A/A, explicadas por maiores gastos com pessoal. Ainda assim, o EBITDA Ajustado (excluindo eventos não recorrentes) teve um desempenho positivo, atingindo R$ 262 milhões, e impulsionando a margem EBITDA ajustada para 70,5% (+9,6 p.p. A/A). Com isso, o FFO ajustado acelerou para R$ 167 milhões (+56,5% vs. 2021), superando nossas estimativas em 10,6%;
  • Operacionalmente, as vendas aumentaram 17,7% vs. 2019, impulsionadas por setembro com um crescimento de 19,1% vs. 2019;
  • Dito isso, mantemos nossa recomendação de compra para BRML3 com um preço-alvo de R$ 13,00/ação;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Construtoras | Resultados 3T22: Analisando os resultados de CYRE3, EZTC3, PLPL3, MELK3 e EVEN3

  • Neste relatório, apresentamos nossa revisão dos resultados do 3º Trimestre de 2022 para Cyrela, EZTec, Plano&Plano, Melnick e Even;
  • Destaques:
    • Vimos resultados ligeiramente positivos para todos os segmentos, com algumas incorporadoras relatando expansão de margem bruta, auxiliadas pela desaceleração dos custos de construção e dados operacionais resilientes em termos de vendas líquidas e lançamentos;
    • A Cyrela foi o destaque neste trimestre, combinando sólida geração de caixa e melhora da margem bruta;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Sabesp (SBSP3): Resultados sólidos no 3T33, reajuste tarifário totalmente capturado no trimestre

  • Os resultados da Sabesp no 3T22 superaram nossas expectativas. O reajuste tarifário foi totalmente capturado no trimestre mais do que compensando o aumento do PMSO;
  • Os resultados refletem um aumento de 17% na receita A/A, principalmente devido a uma combinação de (i) reajuste tarifário de 12,8% desde Mai-22; (ii) aumento da tarifa média em função do melhor mix de clientes e (iii) aumento de 1,6% no volume total faturado A/A. Ao contrário do trimestre anterior, o aumento do PMSO não compensou o reajuste tarifário.
  • Temos uma avaliação positiva dos resultados da Sabesp no 3T22. Vemos as ações da Sabesp negociadas a 0,75x EV/RAB, próximo à média histórica de 0,80x, e uma melhora na percepção de risco após o reajuste tarifário e a perspectiva de privatização. Mantemos nossa recomendação neutra na Sabesp, com preço-alvo de R$ 52/ação.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Copel (CPLE6): Sem surpresas no 3T22, distribuição impulsionando os resultados

  • A Copel apresentou resultados neutros no 3T22, em linha com nossas expectativas. Os destaques positivos vieram da Copel DIS, entre eles: (i) o crescimento de 1,0% no volume faturado; (ii) o aumento médio de 16,5% na TUSD; e (iii) a redução de -21% A/A nos custos com pessoal como resultado de um programa de PDV bem sucedido. Os resultados positivos foram parcialmente compensados pela falta de despacho da UTE Araucária e reperfilamento da RBSE na GeT;
  • Aquisição de Santa Rosa & Mundo Novo. No 3T22 a Copel comprou dois Complexos Eólicos da EDP Renováveis, com 260,4 MW de capacidade instalada. Vimos a transação como um positiva para a Copel, pois estimamos uma TIR real de 10,3%. Clique aqui para mais detalhes;
  • Temos uma avaliação neutra dos resultados da Copel no 3T22 e mantemos nossa recomendação de Compra na Copel, com preço-alvo R$ 8,0/ação. Clique aqui para acessar o relatório completo

Locaweb (LWSA3): Expansão de margem EBITDA no caminho certo; resultados do 3T22

  • A Locaweb (LWSA3) reportou resultados sólidos, embora em linha com nossas estimativas no 3T22. A receita líquida cresceu +45,5% A/A, impulsionada principalmente pelo crescimento de +87,1% A/A no segmento de Commerce e a margem EBITDA expandiu +2,3pp T/T e +0,5pp A/A, o que reforça o discurso da empresa sobre a recuperação da margem daqui para frente;
  • Além disso, a conversão de caixa aumentou +18,1pp A/A e 10,7% T/T, atingindo 48,8%. Com isso, mantemos nossa recomendação de Compra e preço-alvo de R$12,0/ação para o final de 2022;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

BR Partners (BRBI11): Resultados pressionados por receitas mais fracas, mas perspectiva continua positiva

  • Embora os resultados de BR Partners tenham ficado um pouco aquém de nossas estimativas para o trimestre e menores A/A, seus números permaneceram em níveis saudáveis;
  • Apesar do ambiente macro abaixo do ideal para banco de investimento no trimestre, o BRBI conseguiu apresentar números resilientes, suportados principalmente pelas linhas de Remuneração do Capital e Mercado de Capitais. Isso levou o banco a registrar um lucro líquido de R$ 33,1 bilhões, que apesar de ser 21% menor A/A, ainda implica em um ROAE saudável de 17% neste trimestre desafiador (20% nos 9M22);
  • Daqui para frente, esperamos um ambiente mais favorável para o mercado de capitais em geral, o que deve levar à recuperação dos números do BRBI nos próximos trimestres. Com isso, não esperamos que isso seja um gatilho para a ação e mantemos nossa visão positiva sobre o case (Compra, preço-alvo R$ 17,00/unit);
  • Por último, mas não menos importante, a BR Partners também anunciou uma distribuição adicional de dividendos de R$ 18.899.226,72 (R$ 0,18/unit) em 30 de novembro, implicando um dividend yield de 1,3%;
  • Clique aqui para conferir o conteúdo completo.

Azul (AZUL4) – 3T22: Melhora da Margem Mesmo em Ambiente Difícil de Custos; Neutro

  • Azul reportou resultados mistos no 3T22, com EBITDA aj. de R$925 milhões (+91% A/A e +51% T/T);
  • Combinação da recuperação da demanda (RPK +22% A/A) e maiores preços unitários (yields +39% A/A) levando ao recorde de receita da empresa de R$ 4,4 bilhões (+61% A/A), com RASK também melhorando significantemente (+35% A/A) mesmo com cenário de custos ainda desafiador (CASK Fuel +81% A/A), Azul conseguiu melhorar sua rentabilidade (margem EBITDA aj. +3,3p.p. A/A e +5,5p.p. T/T) como resultados dos ajustes de tarifa e maior fator de ocupação, entre outras iniciativas;
  • O lucro líquido de R$-1,6 bilhão (vs R$-2,2 bilhões no 3Q21) ainda foi pressionada por maiores custos financeiros no período;
  • Mantemos nossa recomendação Neutra para o setor de linhas aéreas e Azul;
  • Clique aqui para acessar o relatório

Cogna (COGN3) – 3T22: Melhoras operacionais, mas ainda pressionada pelo endividamento

  • A Cogna reportou resultados levemente positivos no 3T22, com um prejuízo líquido ajustado de R$147M;
    • A Kroton finalmente reverteu sua trajetória negativa de queda de receita, alavancada por números positivos de captação em ambas as frentes de alta e baixa presencialidades e, como resultado, as margens expandiram;
    • A Vasta entregou a receita do guidance de R$1B com subscrições no ciclo de 2022 e sinalizou um Valor Anual de Contrato (ACV) de R$1,23B para o ciclo de 2023;
    • A alavancagem segue sendo um grande problema para a Cogna, à medida que os resultados financeiros acabam comprometendo o lucro líquido, mas a empresa está focada na gestão de suas dívidas para reduzir os custos do endividamento.
  • Este foi mais um trimestre com sinais positivos, mas é incerto quando o lucro da empresa voltará a patamares positivos;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Pardini (PARD3) – 3T22: Resultados prejudicados pela normalização do mix de vendas

  • O Pardini (PARD3) reportou resultados levemente negativos no 3T22, com um lucro líquido de R$30M;
    • A receita aumentou 3,8% A/A (-5% A/A organicamente) com contribuições de ambas as unidades de negócios, mas vale destacar a expansão robusta da frente de PSC. Notamos que excluindo os testes de Covid-19 e aquisições, a receita aumentou 19% A/A;
    • Mais uma vez, a margem EBITDA foi impactada por um mix de receita desfavorável – que, em nossa visão, é improvável que melhore nos próximos períodos – e o lucro líquido acompanhou a queda dos resultados operacionais.
  • Mantemos a nossa visão cautelosa para o papel em virtude da dinâmica incerta de margens e crescimento orgânico;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Aeris Energy (AERI3) – 3T22: Problemas de Produção Levam a Resultados Fracos Como Esperado

  • A Aeris apresentou resultados fracos no 3T22, como esperado, com EBITDA de R$65 milhões +6% A/A e -7% T/T (e em linha com nossa estimativa), sem alterações no guidance de 2022;
  • Vemos a fraca produção da empresa como o destaque negativo durante os resultados de hoje,  com volumes faturados de 739MW implicando uma baixa taxa de utilização de capacidade de 55% durante o 3T22 (vs. 95% em 2T22), explicada principalmente por uma curva de maturação mais longa do que o esperado de algumas linhas de lâmina grande (ROIC anualizado de ~15% para linhas maduras em 3T22 -5p.p. vs. ~20% em 2T22 indica um nível de retorno ainda subótimo das duas linhas de produção que amadureceram em 3T22, em nossa opinião);
  • Nesse sentido, a empresa mencionou que as mudanças operacionais implementadas nos últimos meses já mostram melhora no curto prazo. Finalmente, em termos de rentabilidade e retornos , notamos que a margem EBITDA e o ROIC permaneceram em um nível de ~10% (estável vs. 2T22 e 1T22);
  • Reiteramos nossa recomendação de Compra para Aeris;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Jalles Machado (JALL3) – 2T23 (ano-fiscal 3T22): resultados mais fracos com pressão de custos

  • A Jalles Machado (JALL3) reportou resultados mais fracos, principalmente devido ao aumento de custos que pressionou as margens, apesar dos números ainda acima dos níveis históricos;
  • O destaque foi a recuperação da cadeia de fornecimento de açúcar orgânico, embora que ainda não totalmente, com os volumes aumentando quase 60% A/A;
  • Apesar de ainda não consolidada, a aquisição da Santa Vitória será positiva nas margens da JALL em nossa opinião, mas o valuation atual não corresponde com essa visão;
  • Adicionalmente, vemos o plano de recompra de ações como muito atrativo e reforçamos nossa recomendação de Compra, apesar da perspectiva incerta para a indústria de A&A;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo

PetroReconcavo (RECV3): Mais um trimestre com EBITDA acima do esperado

  • A PetroReconcavo reportou outro conjunto de resultados fortes;
  • O EBITDA ajustado (incluindo resultados de hedge) ficou em R$ 423 milhões, 4% acima da nossa estimativa e 10% acima do consenso, apesar das perdas de crédito de R$ 38 milhões relacionadas ao contrato de swap com a Petrobras (sem isso, o EBITDA da empresa seria +13% vs XPe);
  • A empresa anunciou a aprovação para a construção de uma pequena Unidade de Tratamento de Gás na Bahia (capacidade de 0,4 mi m3/d) permitindo a venda de gás seco diretamente à malha da Bahiagás;
  • Esperamos mais notícias positivas para a companhia nos próximos meses e reforçamos nossa recomendação de Compra;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Bemobi (BMOB3): Resultados sólidos no 3T22, como esperado

  • A Bemobi reportou resultados resilientes, apoiados pela diversificação e avanços contínuos em soluções de pagamento e microfinanças. A receita atingiu R$ 141,3 milhões, 87% A/A, em linha com nossa estimativa, puxada pelas recentes aquisições de TIAXA e M4UO EBITDA ajustado totalizou R$ 45,4 milhões, + 44% A/A, atingindo uma margem EBITDA de 32,1% (-9,4 pp). A redução na margem deve-se à consolidação das empresas adquiridas que possuem margem inferior, principalmente a TIAXA. A margem teve uma pequena redução de 0,4 pp na comparação trimestral;
  • Por fim, o lucro líquido foi de R$ 40 milhões no 3T22 (+73% A/A), o aumento foi impulsionado principalmente pelo maior resultado financeiro e também pelos contratos de swap vinculados à recompra de ações (não caixa). Por fim, mantemos nossa recomendação de Compra e preço-alvo de R$35/ação para o final de 2022 de BMOB3;
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Randon (RAPT4) – 3T22: Recuperação Sequencial da Margem EBITDA Impulsiona o Sólido Desempenho Operacional

  • A Randon apresentou resultados sólidos no 3T22, com o EBITDA ajustado de R$419 milhões +8% A/A e +16% T/T (e +5% vs. nossa estimativa);
  • Notamos um forte desempenho no faturamento, com receita líquida de R$ 3,0 bilhões +23% A/A e +10% T/T, refletindo principalmente: (i) forte desempenho do mercado externo (+46% A/A e +15% vs. T/T, com a comparação com o 2T22 beneficiada pela desvalorização do real no trimestre); (ii) sólido desempenho da divisão de implementos, refletindo a estratégia da Randon de retomar participação de mercado neste segmento (com impactos negativos na rentabilidade, no entanto); e (iii) melhoria de volumes e preços na divisão de Autopeças;
  • Em termos de rentabilidade, vemos a melhora na margem da divisão da divisão de Autopeças da Randon como o principal destaque (+1,1p.p. A/A e +2,9p.p. T/T), refletindo sua capacidade bem sucedida de repasse de aumentos de custos, com a divisão de implementos como o principal destaque negativo (-4,1p.p. A/A e -1,6p.p. T/T);
  • Reiteramos nossa visão positiva sobre a Randon;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Marfrig 3Q22: resultados em linha com o esperado, refletindo a desaceleração da América do Norte

  • A Marfrig (MRFG3) apresentou resultados em linha no 3T22, sendo o principal driver a acomodação do resultado de América do Norte, apenas parcialmente compensado pela melhora na América do Sul;
  • A operação BRF da Marfrig ajudou a fechar essa lacuna, o EBITDA consolidado de R$ 3.792 milhões, 19,9% menor A/A;
  • Por fim, embora vejamos as margens melhorando na operação da América do Sul, a empresa já está enfrentando uma comparação muito difícil e, portanto, esperamos um resultado mais fraco devido à sua alta exposição à carne bovina da América do Norte;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Oncoclínicas (ONCO3) – 3T22: Forte crescimento e margens saudáveis

  • A Oncoclínicas (ONCO3) apresentou resultados positivos no 3T22, com lucro líquido ajustado de R$70M;
    • A receita aumentou 29% no trimestre devido: (i) à aquisição da Unity, que estimamos ter gerado uma receita de R$150M no trimestre; (ii) aumento orgânico de volumes em 10,5% T/T; e (iii) aumento orgânico de 2% T/T no ticket médio;
    • A margem EBITDA ajustada se beneficiou do mix, condições favoráveis ​​de compras e diluição de despesas, com melhorias adicionais a serem entregues no futuro;
    • O lucro líquido ainda sofre com uma alta alavancagem financeira, embora a empresa pareça estar resolvendo as suas ineficiências fiscais.
  • Vemos os resultados como positivos e esperamos que os lucros acelerem à medida que a empresa reduz a sua alavancagem;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Vittia 3T22: resultados fortes e acima das nossas estimativas

  • Vittia apresentou resultados acima do esperado no 3T22 com EBITDA aj. de R$ 116mi (+27% A/A e +18% vs. XPe), apesar da receita abaixo das nossas estimativas;
  • O setor de insumos enfrentou uma das piores crises em 2022, com os preços do NPK disparando devido ao risco de desabastecimento. No entanto, os agricultores continuam no eterno processo de adoção de tecnologia, com soluções biológicas ainda pouco presentes e com um oceano azul para crescer, portanto, apesar da turbulência, a demanda segue resiliente;
  • A maioria das linhas de produtos apresentou forte crescimento de receita, com destaque para o aumento de 41% em produtos biológicos;
  • Dessa forma, continuamos otimistas com a posição única da Vittia no setor de especialidades e com o aumento do investimento em P&D para 2,9% da receita líquida nos 9M23 (vs. 2,5% nos 9M21), por isso reiteramos nossa recomendação de Compra;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Hidrovias do Brasil (HBSA3): Volume mais forte com melhoras operacionais no corredor Norte; positivo

  • Hidrovias do Brasil postou resultado positivo no 3T22, com EBITDA aj. de R$222 milhões melhora de 26% A/A (-12% T/T) e em linha com nossas estimativas;
  • Destacamos o forte resultado operacional da companhia, com a receita positivamente suportada por:
  • Melhora significativa de volume no Corredor Norte (+10% vs. 2T22 e +105% A/A em relação a uma base de comparação fraca devido à quebra da safra de milho em 2021). Levando a sólida margem EBITDA aj. de 63,5% (-0,6p.p. A/A);
  • Melhora continua no Corredor Sul, com receita +78% A/A devido a nível mais normalizado do calado do Rio Paraná-Paraguai durante o 3T22 (mesmo que em níveis não ótimos);
  • Mantemos nossa visão positiva de longo prazo para a Hidrovias do Brasil e recomendação de Compra, principalmente suportada pela nossa visão positiva para as exportações de grãos brasileiras;
  • Clique aqui para acessar o relatório.

CCR (CCRO3) – 3T22: Performance Positiva de Tráfego, Como Esperado; Neutro

  • A CCR apresentou resultados neutros no 3T22, com EBITDA recorrente de R$ 1,977 bilhão (+15% A/A, +3% T/T e em linha com nossas estimativas), refletindo um desempenho estável de rodovias e melhorias em aeroportos e na mobilidade urbana;
  • Observamos
    • (i) a melhoria contínua do tráfego nos aeroportos e na mobilidade urbana como o destaque positivo, ainda positivamente impactados pela flexibilização das restrições de mobilidade (tráfego comparável de +47% e +42% A/A, respectivamente); e
    • (ii)  crescimento do EBITDA de +15% de A/A, impactado pela recuperação de tráfego acima mencionada e pelas inclusões de concessão mais recentes (excluindo impactos não recorrentes, conforme detalhado nas notas 1 a 3).
  • Finalmente, em relação ao nível de alavancagem da empresa, vemos uma leve melhora sequencial atingindo 2,8x dívida líquida/EBITDA ajustado UDM (vs. 3,0x no 2T22);
  • Reiteramos nossa recomendação Neutra para a CCR;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Yduqs (YDUQ3) – 3T22: Resultados sem destaques impactados por uma temporada de captação negativa

  • A Yduqs (YDUQ3) reportou resultados negativos no 3T22, com lucro líquido ajustado de R$67M;
    • A unidade de negócios Premium continua apresentando números fortes, com a receita melhorando continuamente e promovendo a expansão das margens;
    • Por outro lado, as frentes de Presencial e Digital continuam com dificuldades, com a base de alunos diminuindo após uma fraca temporada de admissão no 2S22, compensando o desempenho positivo do segmento Premium e prejudicando a expansão da margem;
    • Além disso, notamos que a empresa possui um alto endividamento, pressionando ainda mais o lucro líquido.
  • Apesar dos resultados negativos, atribuímos o baixo desempenho recente da ação (-27% no mês) ao cenário macroeconômico;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas e Energia (óleo & gás e elétricas).

  • Notícias Diárias do Setor Financeiro
    • Volume transacionado com cartões tem alta de 20% no 3º trimestre, diz Abecs (Valor);
    • Itaú Unibanco tem lucro líquido de R$ 8,079 bilhões no 3º tri, alta de 19,2% em um ano (Estadão);
    • B3 (B3SA3) tem lucro recorrente de R$ 1,15 bi no terceiro trimestre, queda de 10,7% (Estadão);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Radar Tech XP: Notícias diárias do setor de Telecom e Tecnologia
    • Unifique quer rede móvel em 2023 com roaming e compartilhamento (Teletime);
    • Oi projeta redução de investimento para o patamar de R$ 1,2 bilhão em 2023 (Valor);
    • Ex-ministro Paulo Bernardo e mais três vão liderar comunicações na transição de governo (Teletime);
    • Cresce demanda por anúncio em tela de LED (Valor);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo
    • Vem aí, uma nova marca Arezzo ( ARZZ3): Birman assina memorando e garante novas aquisições em 2023 (Terra);
    • André Mendonça vota pela cobrança do Difal em 2023 Ministro acompanhou o posicionamento de Edson Fachin (Poder360);
    • Por que o 11.11, o Dia dos Solteiros na China, se tornou uma data importante para o varejo? (Exame);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Radar Energia XP: Notícias diárias do setor de energia
    • Eletrobras deve identificar a nova estrutura de holding e subsidiárias até fim do mês (Valor Econômico);
    • Eneva planeja novas campanhas exploratórias para 2023 (Petróleo Hoje);
    • PRIO mantém produção em outubro (Petróleo Hoje)
    • Clique aqui para acessar o relatório.

Mercados

XPresso: Sinais de riscos fiscais começam a aparecer, o que fazer para se proteger?

  • De “Buy Brazil”….Os ativos brasileiros oferecem: 1) exposição aos setores que investidores querem comprar no momento, como bancos e commodities, que se beneficiam de um cenário de inflação alta e juros altos, 2) altas taxas de juros, que ajudam a proteger a moeda a não ter uma grande depreciação e diminui o risco inflacionário, e 3) valor atrativo, dado que o Preço/Lucro da Bolsa segue próximo a 7x, quase 40% de desconto em relação à média histórica. Além disso, os grandes problemas que outros grandes mercados emergentes passam (China, Rússia, Turquia e outros) fez com que os investidores se voltassem ao Brasil como uma opção atrativa de investimento;
  • …para “Bye Brazil”? Mas essa percepção mudou. Os sinais transmitidos de Brasília têm vindo na outra direção. O discurso do presidente eleito Lula remete ao passado de forte expansão dos gastos governamentais, possível eliminação do teto de gastos e questionamento da necessidade de equilíbrio fiscal no Brasil. Além disso, as notícias e os discursos recentes indicam um valor significativo sendo negociado de despesas fiscais fora do teto de gastos em 2023, algo em torno de R$175 bilhões. Como resultado, os preços dos ativos brasileiros começaram a reagir fortemente. Os sinais de preço que indicavam um mercado “tranquilo” tiveram uma forte guinada;
  • O mercado, via a precificação dos principais ativos financeiros, sinaliza que mais uma aventura fiscal poderá custar caro para o Brasil. Com a moeda se desvalorizando, a inflação tende a subir e isso pode forçar o Banco Central a elevar ainda mais as taxas de juros – como resultado, o poder de compra é corroído;
  • Mas e a Bolsa? Existem alguns caminhos possíveis adiante, mas dado os destinos muito diferentes em cada um deles, vale a pena se manter defensivo. A Bolsa tende a sofrer nesses cenários de taxas de juros maiores e elevação do prêmio de risco do país, mas vale lembrar alguns pontos importantes: 1) a Bolsa brasileira já negocia com 40% desconto em relação a sua média histórica, 2) 68% da Bolsa brasileira é composta por setores que não são muito afetados por inflação e câmbio mais altos (financeiro, commodities e setor elétrico), e 3) as empresas do Ibovespa são líderes de mercado, e conseguem repassar para seus preços um cenário de inflação elevada. Portanto, a Bolsa no longo prazo também funciona como uma boa proteção à inflação;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Brasil Quant Mensal: Um bom mês para os fatores de estilo; Momentum continua a brilhar em 2022

  • Neste relatório, estamos atualizando nossas visões para ações brasileiras baseadas em nossos modelos quantitativos para outubro.
  • No mês destacamos:
    • Momentum continua sendo o fator com melhor desempenho no acumulado do ano e o único fator que superou o Ibovespa, juntamente com nossa estratégia de Baixo Risco;
    • as ações relacionados a commodities seguiram em direções opostas mais uma vez, com Papel e Celulose, Óleo e Gás e Agro se recuperando de um setembro rui, enquanto as ações de Mineração e Siderurgia sofreram com preços mais baixos de minério de ferro em outubro; e
    • valor de posições vendidas em ações que compõem o Ibovespa subiram +13,5% no mês; no geral, outubro terminou com quase R$113 bilhões em aberto.
  • Clique aqui para acessar nosso relatório completo:

Radar Global: Análises das principais empresas e tendências sob o nosso Radar | Fabricante chinesa Nio reporta resultados fortes e se prepara para salto de produção no fim do ano

  • Nio relata forte receita no terceiro trimestre e se prepara para impulsionar produção no final do ano;
  • Ação da Rivian aprecia após companhia manter a meta de produção de veículos elétricos para 2022;
  • Foxconn, fornecedora da Apple, pretende continuar planos de expansão na China;
  • Acesse aqui o relatório internacional.

Criptoativos

Principais notícias

  • Hoje em Criptos: Hoje em Criptos | FTX busca novos fundos após colapso de acordo com Binance
    • FTX busca novos fundos após colapso de acordo com Binance (Investing);
    • Binance compartilha endereços e atividades de carteira (Cointelegraph);
    • Tether congela US$ 46 milhões em USDT da FTX (InfoMoney);
    • Mastercard realizará festival de música latino-americano no metaverso (Cointelegraph);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa

  • Mercados
    • Temor fiscal derruba mercados (Valor Econômico);
    • Ciclo de alta da inadimplência pressiona bancos (Valor Econômico).
  • Noticiário Corporativo
    • Desembolsos do BNDES em 2022 devem ficar acima de R$ 90 bi, diz Montezano (Valor Econômico);
    • Eletrobras deve identificar a nova estrutura de holding e subsidiárias até fim do mês (Valor Econômico).
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Alocação & Fundos

Onde estão investindo os multimercados globais: Bridgewater Core Global Macro

  • Quais oportunidades que a diversificação proporciona? Apresentaremos nessa série “Onde estão investindo os multimercados globais”;
  • Sabemos quão desafiador está sendo investir em ativos e fundos no exterior, mas o investidor experiente não olha a rentabilidade passada, mas sim, olha para frente buscando entender qual o valor dos ativos atualmente e julga as melhores oportunidades e os gestores em diferentes momentos de mercado;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • ‘Tenho R$ 420 mil em FIIs e ganho até R$ 3.500 por mês’, diz Gabriel Porto (Uol);
    • Carteira Smart IFIX – Parceria XP e Levante (Expert XP);
    • Construção civil: Custos reduzem alta para 0,38%, mostra IBGE; Ifix tem ligeira queda (MoneyTimes);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.

ESG

Brasil vai participar de aliança apelidada “Opep das florestas” | Café com ESG, 11/11

  • • O mercado fechou o pregão de quinta-feira em território negativo, com o Ibov e o ISE em queda de -3,3% e -4,6%, respectivamente;
  • • No Brasil, a deputada federal eleita Marina Silva disse ao chegar na COP27 que a grande mensagem do país no evento é a sua volta ao protagonismo no multilateralismo ambiental climático, mencionando o tripé da prosperidade econômica com justiça social e proteção ambiental, e a tolerância zero com o desmatamento ilegal, referindo-se à esperada participação do presidente eleito Lula, que chega ao Egito na semana que vem;
  • • No exterior, (i) no início da semana que vem será lançada uma aliança entre os três maiores países com florestas tropicais do mundo (Brasil, Indonésia e o Congo), apelidada de “Opep das florestas”, que deve ser divulgado simultaneamente na COP27, no Egito, e na Indonésia, na reunião do G20 – a aliança pretende ser uma coordenação entre os três países em termos ambientais, tendo o financiamento como o foco principal; e (ii) as Nações Unidas (ONU) e a Organização Internacional de Padronização (ISO) lançaram em conjunto uma série de diretrizes para ajudar as organizações na construção de planos de net-zero – à medida que os reguladores se concentram cada vez mais em lidar com reivindicações ambientais corporativas fracas e os investidores pedem por padrões globais harmonizados, a ONU e a ISO disseram que seu trabalho funcionaria como um texto de referência central sobre o que incluir em seus planos net-zero;
  • Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG.
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