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Bolsas mistas com foco na invasão russa na Ucrânia

Tudo o que você precisa saber sobre os mercados nacional e internacional, com análises econômicas e políticas sobre fatos que podem impactar seus investimentos.

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IBOVESPA -0,4% | 111.592 Pontos

CÂMBIO +2,0% | 5,12/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Destaque do dia

A invasão russa à Ucrânia continua a ser o principal determinante dos preços nos mercados financeiros. Veja a nossa cobertura sobre a crise. O presidente dos EUA Joe Biden anunciou sanções mais duras à Rússia, mas o país não foi desconectado do SWIFT, o que era defendido por alguns líderes, como o primeiro-ministro do Reino Unido Boris Johnson. O SWIFT é a estrutura de mensagens financeiras que conecta bancos ao redor do mundo. O medo era de que tirar a Rússia do comércio exterior pode intensificar as interrupções na cadeia de suprimentos e a inflação global de custos. As sanções anunciadas pelos líderes ocidentais não reverteram, por ora, o avanço do exército russo, que ja atingiu a capital Kiev.

No calendário econômico, o destaque de hoje é o Deflator de Despesas de Consumo Pessoal (PCE) dos EUA, indicador de inflação favorito do banco central americano.

Brasil

O Ibovespa fechou a sessão de quinta-feira (3) em queda de -0,4% aos 111.592 pontos, em dia de forte volatilidade com os mercados repercutindo a crise geopolítica. Enquanto isso, o dólar  também reagiu e subiu +2,0% e fechou voltou para os R$ 5,12. No mercado de juros, os juros futuros fecharam o dia com alta em todos os vértices após a concretização da invasão russa na Ucrânia. Em movimento de aversão ao risco, a depreciação cambial e aumento em projeções de inflação refletem nessa alta dos juros. Além disso, o mau humor levou o Tesouro Nacional reduzir a oferta dos prefixados no leilão programado, chegando a zerar o volume emitido das NTN-Fs e vendendo apenas 1,5 milhão de LTNs. DI jan/23 fechou em 12,445%; DI jan/24 foi para 11,915%; DI jan/26 encerrou em 11,215%; e DI jan/28 fechou em 11,32%.

Mundo

Mercados globais amanhecem mistos (EUA -0,6% e Europa +1,2%) enquanto investidores ainda avaliam riscos e consequências do avanço das tropas russas no território ucraniano. Na China, o índice de Hang Seng (-0,6%) encerra em campo negativo, acompanhando a volatilidade global e também devido a temporada de resultados. O Alibaba reportou o seu menor crescimento de receitas desde 2014. Por fim, commodities também amanhecem mistas: ouro (-0,8%) e o petróleo (+0,3%).

Holofotes internacionais voltados para a guerra na Ucrânia

Forças russas avançam rapidamente pelo território ucraniano, pressionando bases militares, grandes cidades, entre elas Kiev. Segundo relatos, as forças poderiam tomar a capital em questão de dias. Em pronunciamento, o presidente Volodomyr Zelensky anunciou que 137 ucranianos faleceram como resultado do conflito nesta quinta-feira (24). Não há dados de possíveis mortes russas. Vale destacar que os Estados Unidos e aliados anunciaram sanções mais duras em resposta às ações de Moscou. O governo Biden, por exemplo, sancionou quatro bancos russos, como VTB e Sberbank, e uma nova lista de indivíduos russos e empresas. Ações mais severas, como expulsão da Rússia do sistema de comunicação financeira SWIFT ou sanções contra alumínio e o setor de energia, não foram adotadas pelos aliados.

Dados econômicos no Brasil

No Brasil, a taxa de desemprego encerrou 2021 próximo aos níveis pré-pandemia. Conforme publicado na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) do IBGE, a taxa de desemprego no Brasil recuou para 11,1% no quarto trimestre de 2021, de 11,6% no trimestre móvel até novembro, praticamente em linha com nossa expectativa (11,2%). Vale lembrar que o desemprego estava um pouco acima de 11,5% pouco antes da crise da COVID-19. Estimamos que a taxa de desemprego brasileira com ajuste sazonal chegará a 11% no 2T22 e aumentará ligeiramente ao longo do segundo semestre deste ano.

Além disso, o resultado fiscal primário do governo central registrou superávit de R$ 76,5 bilhões em janeiro, o melhor do período da série histórica (desde 1997). O resultado veio acima do consenso de mercado (R$ 63,9 bilhões) e um pouco acima da nossa projeção (R$ 75,7 bilhões). Nossas estimativas indicam que o governo central terá um déficit maior este ano (R$ 89,1 bilhões) quando comparado a 2021 (R$ 35,1 bilhões). No entanto, apesar do aumento das despesas com programas de transferência de renda neste ano, os resultados positivos de janeiro e as perspectivas de arrecadação nos próximos meses trazem um viés de alta em nossas estimativas.

Temporada de resultados no Brasil

Por fim, em empresas, a temporada de resultados do quarto trimestre de 2021 segue em destaque. Ontem, publicamos os resultados das empresas sob nossa cobertura:VALE3, JHSF3, RAPT4, HYPE3, AMER3, BKBR3, SAPR11, GRND3.

Veja todos os detalhes

Agenda de resultados

Marcopolo SA (POMO4): Após o fechamento

Calendário do 4T21

Temporada de resultados do 4º trimestre 2021 – o que esperar?

Economia

EUA e aliados impõem novas sanções à Rússia. Exército russo alcança Kiev

  • A invasão russa à Ucrânia continua a ser o principal determinante dos preços nos mercados financeiros. Ontem, o presidente dos EUA Joe Biden anunciou sanções mais duras à Rússia, que imporiam “custos severos à economia russa”, segundo o presidente. Ainda assim, a Rússia não foi desconectada do Swift, o que era defendido por alguns líderes, como o primeiro-ministro do Reino Unido Boris Johnson. Swift é a estrutura de mensagens financeiras que conecta bancos ao redor do mundo. O medo era de que tirar a Rússia do comércio exterior pode intensificar as interrupções na cadeia de suprimentos e a inflação global de custos;
  • As sanções anunciadas pelos líderes ocidentais não reverteram, por ora, os planos do presidente Putin. As forças russas voltaram a bombardear a Ucrânia nas primeiras horas desta sexta-feira, com o centro de Kiev atingido por explosões. Os preços do petróleo Brent estão em torno de 100 dólares por barril esta manhã, depois de terem chegado perto dos 106 dólares durante o pregão de ontem;
  • No calendário econômico, o destaque de hoje é o Deflator de Despesas de Consumo Pessoal (PCE) dos EUA, indicador de inflação favorito do Fed (banco central americano). O consenso do mercado espera que o indicador tenha atingido 5,2% ano a ano em janeiro, o nível mais alto desde 1983. O deflator do PCE é um ingrediente-chave para prever os passos futuros da política monetária dos EUA;
  • Os dados econômicos na Europa continuam mostrando um crescimento robusto e pressões inflacionárias. O PIB alemão caiu menos do que o esperado no quarto trimestre, -0,3% (ante -0,7% esperado). Na França, o PIB cresceu 0,7%, conforme o esperado. O indicador de sentimento econômico da Comissão Europeia subiu para 114 em fevereiro, de 112 em janeiro. Na frente da inflação, o Índice de Preços ao Consumidor francês saltou 0,7% em fevereiro (0,4% esperado). Em termos anualizados a inflação atingiu 3,6%, acima da meta de 2% do Banco Central Europeu;
  • No Brasil, a taxa de desemprego encerrou 2021 próximo aos níveis pré-pandemia. Conforme publicado na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) do IBGE, a taxa de desemprego no Brasil recuou para 11,1% no quarto trimestre de 2021, de 11,6% no trimestre móvel até novembro, praticamente em linha com nossa expectativa (11,2% ). Com base na série com ajuste sazonal (método próprio), estimamos que a taxa de desemprego caiu de 12,0% em novembro para 11,7% em dezembro. Vale lembrar que o desemprego estava um pouco acima de 11,5% pouco antes da crise do COVID-19. Estimamos que a taxa de desemprego brasileira com ajuste sazonal chegará a 11% no 2T22 e aumentará ligeiramente ao longo do segundo semestre deste ano. A taxa anual de desemprego será de 11,6% em 2022, em nossa visão;
  • O resultado fiscal primário do governo central registrou superávit de R$ 76,5 bilhões em janeiro, o melhor do período da série histórica (desde 1997), atingindo déficit acumulado em 12 meses de 0,02% do PIB (0,4% em dezembro). O resultado veio acima do consenso de mercado (R$ 63,9 bilhões) e um pouco acima da nossa projeção (R$ 75,7 bilhões). Nossas estimativas indicam que o governo central terá um déficit maior este ano (R$ 89,1 bilhões) quando comparado a 2021 (R$ 35,1 bilhões). No entanto, apesar do aumento das despesas com programas de transferência de renda neste ano, os resultados positivos de janeiro e as perspectivas de arrecadação nos próximos meses trazem um viés de alta em nossas estimativas. Para o setor público consolidado, projetamos superávit de R$ 91,8 bilhões em janeiro.

Política

Holofotes internacionais voltados para a guerra na Ucrânia

  • Forças russas avançam rapidamente pelo território ucraniano, pressionando bases militares, grandes cidades, entre elas Kiev. Segundo relatos, as forças poderiam tomar a capital em questão de dias. Em pronunciamento, o presidente Volodomyr Zelensky anunciou que 137 ucranianos faleceram como resultado do conflito nesta quinta-feira (24). Não há dados de possíveis mortes russas;
  • Vale destacar que os Estados Unidos e aliados anunciaram sanções mais duras em resposta às ações de Moscoú. O governo Biden, por exemplo, sancionou quatro bancos russos, como VTB e Sberbank, e uma nova lista de indivíduos russos e empresas;
  • Ações mais severas, como expulsão da Rússia do sistema de comunicação financeira SWIFT ou sanções contra alumínio e o setor de energia, não foram adotadas pelos aliados.

Empresas

Vale (VALE3) – Resultados 4T21: (Mais) Uma Rodada de Aumento nas Provisões

  • A Vale apresentou resultados financeiros piores do que o esperado no 4T21;
  • O EBITDA ajustado (exclui despesas de doações Covid-19 e Brumadinho e) ficou em US$ 6,9 bilhões, em linha com nossas estimativas e consenso;
  • O EBITDA de minério de ferro atingiu US$ 6,4 bilhões (+8% T/T) e foi 8% superior às nossas estimativas e +13% acima do consenso. A alta em relação as estimativas veio principalmente como resultado de um custo caixa (“C1”) mais baixo. Já a divisão de Metais Básicos reportou um EBITDA de US$ 811 bilhões (-23% T/T), -23% abaixo de nossas estimativas e -11% em relação ao consenso;
  • Embora o EBITDA tenha ficado em linha com nossas estimativas, a geração de fluxo de caixa foi próxima de nula, causada por uma saída de caixa negativa de US$ 7,1 bilhões em pagamentos de capital de guro, impostos, CAPEX e Brumadinho;
  • Mas o destaque negativo do trimestre foi a (nova) rodada no aumento das provisões relacionadas aos acidentes de Brumadinho e Samarco (US$ 2,1 bilhões ou ~3% do valor de mercado atual). Desde o 4T19, as provisões aumentaram de US$ 7,1 bilhões para US$ 10,1 bilhões no 4T21. Durante esses dois anos, US$ 3,3 bilhões foram desembolsados, resultando em um impacto de US$ 6,3 bilhões (~7% do valor de mercado atual);
  • Em suma, vemos os resultados como ligeiramente negativos. No entanto, mantemos nossa recomendação de compra no nome principalmente calcada por valuation: a Vale está negociando a 3,9x EV/EBITDA 2022 contra 4,5x da BHP e 4,3x da Rio Tinto;
  • Clique aqui para o relatório completo.

Americanas (AMER3): Resultados do 4T21 em linha; Resiliência frente ao macro desafiador

  • A Americanas reportou resultados em linha com as nossas estimativas de dados operacionais, mas com um lucro acima por conta de um efeito positivo não recorrente na linha de imposto;
  • O principal destaque do resultado foi o crescimento de receita, com resiliência das lojas físicas e um crescimento robusto do canal online, porém com uma margem EBITDA pressionada principalmente devido à maior participação do online;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Hypera (HYPE3): Resultados do 4T21 – Boa performance operacional que pode melhorar ainda mais

  • A Hypera apresentou resultados ligeiramente positivos no 4T21, com lucro líquido ajustado totalizando R$ 366M:
    • A receita cresceu 15,2% A/A organicamente e 43,3% A/A considerando aquisições (2,5 p.p. acima do crescimento do mercado);
    • A margem EBITDA cresceu 4,1 p.p. A/A, para 34,9%, impulsionada principalmente pelas sinergias das aquisições recentes;
    • As despesas financeiras líquidas foram um grande detrator para o lucro, pois a dívida líquida foi 6,7x o valor do 4T20.
  • Embora abaixo do esperado, consideramos os resultados positivos e esperamos que o desempenho operacional melhore ainda mais no 1T22;
  • Acesse o relatório completo aqui.

Azul (AZUL4) 4T21 – Forte Desempenho de Receita e Margens Impulsionado por Tarifas Fortes; Positivo

  • Positivos: (i) continuidade de recuperação de receita (+109% A/A e +26% QoQ), impulsionada por: (a) volumes, com aumentos de capacidade (ASK +47% A/A e +9% T/T); e (b) tarifas médias maiores (+49% A/A e +26% T/T), repassando inflação de custos em geral e aumento dos custos de combustível para sustentar as margens; (ii) Margem EBITDA acima do esperado de 27,5% (+17p.p. A/A e +10p.p. T/T), refletindo os aumentos tarifários acima mencionados;
  • Negativos: (i) aumento sequencial nos custos de combustível, com combustível de aviação/litro em R$3,95 (+80% A/A e +21% T/T), elevando o custo unitário com combustível (CASK fuel +77% A/A e +22% T/T); (ii) aumento da posição da dívida líquida para ~R$17,8 bilhões no 4T21, vs. ~R$15,7 bilhões no 3T21 e ~R$12,3 bilhões no 4T20 (embora os níveis cambiais atualmente mais baixos devam ajudar a posição da dívida em reais para o 1T22);
  • Números do 4T21: Receita líquida de R$ 3,7 bilhões (+109% A/A); EBITDA ajustado de R$ 1,0 bilhão (+5x A/A); e prejuízo líquido de R$ 950 milhões;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Sanepar (SAPR11): Melhor hidrologia, tarifas e volume, embora os riscos regulatórios persistam

  • Destaques Financeiros: A Sanepar apresentou EBITDA Ajustado de R$ 601,8 milhões, em linha (+3,9%) com nossa estimativa de R$ 579,0 milhões e acima do consenso de mercado de R$ 348,3 milhões. O Lucro Líquido foi de R$ 332,0 milhões, acima de nossa estimativa de R$ 254,6 milhões, refletindo principalmente uma equivalência patrimonial abaixo do esperado e despesas financeiras acima do esperado;
  • Os fortes resultados podem ser explicados por: (i) reajuste tarifário de 5,11% a partir de 5 de fevereiro de 2021; (ii) revisão tarifária de 5,77% a partir de 17 de maio de 2021; (iii) crescimento do volume faturado de água e esgoto; e (iv) o aumento do número de ligações. Do lado negativo, destacamos o impacto dos maiores custos com energia elétrica;
  • Temos uma avaliação neutra dos resultados da Sanepar no 4T21, uma vez que o EBITDA Ajustado ficou em linha com nossas estimativas;
  • Continuamos acreditando que o risco regulatório persiste, e ainda há incertezas em relação à 2ª e última fase da revisão tarifária, que será aplicada em 22/05. Mantemos nossa recomendação neutra em SAPR11, com preço-alvo de R$ 26,0/unit;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Omega Energia (MEGA3): Resultados mais fracos do 4T21 como resultado da piora meteorológica

  • Destaques Financeiros: Em 24 de fevereiro, antes do mercado, a Omega Geração (MEGA3) divulgou seus resultados do 4T21. O EBITDA (ajustado pelas participações minoritárias) foi de R$ 406,4 milhões, menor em 22% em relação à nossa estimativa de R$ 523,1 milhões. Os resultados ficaram abaixo do guidance da companhia e podem ser explicados pelo menor resultado operacional;
  • Geração eólica abaixo do esperado parcialmente compensada pela hídrica. A consolidação de Chuí e Ventos da Bahia, combinada com uma maior produção nos ativos hídricos (+42% a.a.) foi parcialmente compensada por (i) menor incidência de recursos eólicos no Complexo Delta devido a reversão do Dipolo (-7% p.p.), (ii) Chuí com menor incidência de vento (-6% p.p.) e chuvas mais fortes em MG e BA que afetaram negativamente a incidência de vento no Polo Bahia (-10% a.a.); e (iii) Complexo Pirapora (-8% a.a.), embora o mesmo tenha beneficiado seus ativos hídricos. Como resultado, a produção de energia (-4% a.a.) e o lucro bruto de energia (-1% a.a.) ficaram um pouco abaixo da banda inferior do guidance;
  • MEGA3. A fusão entre Omega Geração e Omega Desenvolvimento foi concluída em 23 de dezembro de 2021 e algumas iniciativas de reestruturação organizacional já estão sendo implementadas. A medida que a transação reduz os riscos de partes relacionadas e permite o crescimento das energias renováveis, esperamos que a Omega tenha um desempenho melhor nas classificações ESG e comece a desenvolver projetos com mais intenção do que adquirir, como era sua moto mais antiga;
  • Temos uma avaliação ligeiramente negativa dos resultados da Omega no 4T21, dadas a piora nas condições meteorológicas, embora entendamos que não estão sob o controle da administração;
  • Continuamos a ver a Omega como uma das melhores histórias de risco-retorno em nossa cobertura e nossa top-pick no setor. Mantemos nossa recomendação de Compra da Omega Energia, com preço-alvo de R$ 17/ação;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

JHSF (JHSF3) – 4T21: Fortes resultados impulsionados pelo Boa Vista Estates

  • A JHSF (JHSF3) apresentou resultados 4T21 mais fortes do que o esperado, superando nossas estimativas. O desempenho foi explicado pelo excepcional reconhecimento de receita no segmento de desenvolvimento imobiliário (Complexo Boa Vista), impulsionado por um sólido desempenho de vendas de R$ 340,1 milhões no 4T21 (+2% vs. 3T21).  O Boa Vista Estates foi o destaque, representando 63% do total de vendas contratadas no 4T21 atingindo R$ 213 milhões. Além disso, o segmento de shoppings apresentou desempenho operacional robusto, com as vendas dos lojistas aumentando (+39% em relação ao 4T19). Portanto, podemos ver uma reação positiva do mercado e reiteramos nossa recomendação de compra para a ação (TP de R$9,70/ação);
  • Nos shoppings, varejo e segmento digital, a JHSF apresentou fortes números operacionais. A taxa de ocupação aumentou para 97,4% (vs. 96,6% no 3T21) e as vendas mesmas lojas (SSS) veio forte (+30% vs. 4T19). O aluguel mesmas lojas teve um crescimento sólido (+34% vs. 4T19) que aumentou a receita dos shoppings 4T21 para R$ 84 milhões (+37% vs 4T20).
  • Do lado financeiro, a receita líquida atingiu R$ 483 milhões vs. R$ 390 milhões no 4T20 (+69% acima da nossa previsão e +22% A//A), principalmente devido à contribuição acima do esperado de seu segmento residencial. O EBITDA ajustado chegou a R$264 milhões (+114% em relação às nossas estimativas; +10% A/A). Por fim, o lucro líquido chegou a R$ 255 milhões (+321% em relação à nossa previsão; +35% A/A);
  • Clique aqui para acessar nosso relatório.

Randon (RAPT4) 4T21: Aumento de Matérias-Primas Causando Contração de Margem; Guidance Forte para 2022

  • A Randon divulgou resultados neutros do 4T21, com aj. EBITDA de R$ 312 milhões +12% A/A e -20% T/T (ajustado pelo desconto contratual da Fras-le – vide Figura 4);
  • Destacamos:
    • (i) forte desempenho da receita, com vendas de ~R$2,6 bi +42% A/A e +3% T/T (apesar da sazonalidade de dezembro – queda de 12% vs. a média de out/nov’21 e +27% vs. dez’20), impulsionado pela continuidade do sólido desempenho dos produtos expostos ao agronegócio na divisão de montadoras e pelo bom momento do segmento de autopeças; e
    • (ii) margem EBITDA ajustada de 12,2% -3,3p.p. A/A e -3,5p.p. T/T, refletindo um ambiente de pressão de custo mais desafiador.
  • Além disso, saudamos o guidance divulgado pela Randon para 2022, com fortes indicações de crescimento para este ano (receita líquida e EBITDA +12-13% A/A na faixa intermediária do guidance);
  • Reforçamos a Randon como nosso top pick entre o espaço de Autopeças e reiteramos nosso rating de Compra e TP de R$ 18,00/ação;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Fras-le (FRAS3): Empresa Anuncia Guidance Para 2022; Neutro

  • A Fras-le divulgou em fato relevante suas expectativas para 2022 de (i) receita líquida, (ii) receita externa, (iii) margem EBITDA e (iv) investimentos;
  • Embora vejamos as perspectivas de receita da empresa para 2022 como animadoras (ponto médio do guidance de R$ 2,85 bilhões +10% A/A e em linha com nossas estimativas de ~R$ 2,8 bi), esperamos que a rentabilidade seja impactada pelo aumento contínuo de matérias-primas e um ambiente econômico mais frágil para repasse de preços (margem EBITDA de 14-16% implica EBITDA na faixa média de R$ 430 milhões, -11% vs. nossas estimativas, com nossa projeção de R$ 480 milhões EBITDA em linha com o topo do guidance da companhia);
  • Reiteramos nossa recomendação Neutra para a Fras-le e preço-alvo de R$16,00/ação;
  • Clique aqui para acessar o fato relevante.

Burger King (BKBR3): no 4T21, BK supera níveis pré-pandemia e entrega resultados muito acima do esperado

  • No quarto trimestre de 2021 (4T21), o Burger King Brasil (BKBR3) entregou resultados mais fortes do que esperávamos, superando os níveis pré-pandemia e confirmando sua recuperação robusta. A empresa teve uma receita líquida de R$ 913 milhões, 6% acima do que esperávamos e 29% acima do que foi registrado no 3T21. Destacamos a performance positiva do Popeye’s, a rede de restaurantes focada em sanduíches de frango que pertence ao BK: as vendas da marca cresceram 23% sob a base comparável;
  • Quanto às margens do BK, sua margem bruta ficou próxima ao que esperávamos, na casa dos 65%. Vale lembrar que o cenário de inflação de custos por conta da alta dos preços dos alimentos ainda estaria presente. Por outro lado, sua margem EBITDA em 18% veio muito acima do que antecipávamos. Entendemos que isso ocorreu por conta de economias em despesas gerais e administrativas maiores do que prevíamos. Além disso, também celebramos o retorno do lucro líquido do BK ao campo positivo: a empresa postou um resultado de cerca de R$ 24 milhões no 4T21. Nesse contexto, mantemos nossa visão construtiva para o BK, com recomendação de Compra;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Grendene (GRND3): empresa vende 51 milhões de pares de calçados no trimestre e receita surpreende

  • No 4T21, a Grendene reportou resultados robustos: suas margens financeiras vieram em linha com o que esperávamos, mas o seu volume de vendas nos surpreendeu, ficando cerca de 5% acima do esperado. A companhia atribui tal aumento nas vendas a uma combinação de: (i) exportações mais fortes, que teriam sido beneficiadas por um real desvalorizado, além de crescimento em volumes; (ii) um mix de maior valor agregado, o que indicaria que a Melissa teria ganho participação na receita da empresa, potencialmente;
  • Considerando dados para o ano de 2021 fechado, a Grendene registrou um aumento de 15% na comparação com 2020 em termos de receita bruta por par (uma medida aproximada para os preços de seus calçados), aliada a um ganho de 6% em volume vendido, o que nos parece um resultado robusto. Por outro lado, as margens seguem abaixo dos níveis pré-pandemia. Isso estaria acontecendo principalmente por conta do aumento do preço do PVC, que é a matéria prima mais relevante para a Grendene. Nesse sentido, no geral, mantemos nossa visão Neutra para Grendene, com preço-alvo de R$ 10,70 por ação;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Irani (RANI3): Resultados do quarto trimestre – Resultados em linha, com margens ainda segurando

  • Destaques Financeiros: O EBITDA ajustado foi de R$ 134 milhões, 2,5% acima da nossa estimativa de R$ 131 milhões. Os resultados refletem principalmente: (i) custo por tonelada melhor que o esperado (suportado por menores custos de aparas), 9,8% abaixo de nossas estimativas; (ii) volumes de Papel acima do esperado (32,3 mil toneladas, contra nossa expectativa de 30 mil toneladas); parcialmente compensado por (iii) maiores despesas administrativas e de vendas (+17,8% A/A); e (iv) menores volumes de papelão ondulado e resina;
  • Embalagens de Papelão Ondulado: Os volumes totais caíram 8% no trimestre, ficando abaixo dos números da Empapel (-5% no trimestre). Além disso, os preços ficaram praticamente estáveis ​​no trimestre, reduzindo a receita em 6% no período, em linha com nossas estimativas;
  • Papel para Embalagens: Os volumes surpreenderam nossos números em 7%, principalmente no segmento Flexível (27 mil toneladas, contra nossa expectativa de 25 mil toneladas), embora os preços realizados tenham ficado 10% abaixo das nossas estimativas, resultando em uma receita 3% abaixo dos nossos números;
  • Vemos os resultados da Irani como positivos, embora em linha com nossas estimativas, pois volumes e preços começam a cair, mas o controle de custos sustentou margens estáveis. Mantemos nossa recomendação Neutra para Irani, com preço alvo de R$8,0 por ação;
  • Para mais detalhes, acesse o relatório completo aqui.

Transportes: Compreendendo os Impactos Potenciais do Conflito Ucrânia/Rússia

  • Em Transportes, vemos dois grandes impactos sub-setoriais decorrentes do atual conflito entre Rússia e Ucrânia:
    • (i) impactos positivos para a Rumo como transportadora de commodities agrícolas destinadas à exportação (com impacto positivo parcial também para a Hidrovias do Brasil); e
    • (ii) implicações negativas para as Companhias Aéreas (Azul e Gol; ratings neutros reiterados).
  • Reiteramos a Vamos como nossa preferência no setor, com base em sua posição de liderança em um mercado ainda inexplorado (garantindo poder de precificação no atual ambiente inflacionário);
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Bens de Capital – Compreendendo os Impactos Potenciais do Conflito Ucrânia/Rússia

  • Vemos um papel defensivo na WEG (WEGE3), com a depreciação do BRL compensando impactos negativos para a Embraer (EMBR3): apesar dos potenciais impactos em seus principais mercados (redução da demanda induzida pela inflação em produtos de ciclo curto no caso da WEG, e ambiente de custos mais desafiador para as companhias aéreas no caso da Embraer), vemos ambas as empresas se beneficiando da desvalorização do BRL como papéis positivamente impactos pela depreciação do câmbio, dado o (a) perfil exportador de receita e o (b) descasamento de receitas e custos/passivos dolarizados para ambos empresas. Além disso, vemos a exposição da WEG e da Embraer para a Europa como limitada (~15% das receitas e concentrada principalmente na Europa Ocidental);
  • Esperamos um impacto maior para a Iochpe-Maxion (MYPK3): A Iochpe-Maxion é a empresa mais exposta ao continente europeu sob nossa cobertura, com a planta industrial da Turquia desempenhando um papel importante no fornecimento de seus produtos para a Europa Ocidental e Oriental. Além disso, as perspectivas de rentabilidade da empresa podem ficar sob pressão se os preços do alumínio e do aço subirem em um cenário de restrição de oferta (que teria que ser negociado e repassado às montadoras de veículos), com pouco benefício da depreciação do real (já que a Iochpe-Maxion tem pouca exposição às exportações);
  • Implicações positivas para a Tupy (TUPY3) e neutras para a Aeris (AERI3): dado o perfil de contrato de longo prazo de ambas as empresas com montadoras e cláusulas de repasse de matérias-primas, não esperamos impactos na rentabilidade devido ao aumento dos preços das commodities. No caso da Tupy, vemos a exposição geográfica da empresa para a Europa como pequena (~13% da receita), com implicações positivas marginais para as perspectivas de ROIC como resultado da depreciação do BRL dado o forte perfil de exportação da empresa (~40% da receita). No caso da Aeris, devido ao seu perfil contratual de previsibilidade de ROIC, não vemos grandes implicações positivas para seus níveis de retorno devido a um BRL depreciado;
  • Redução da demanda local induzida pela inflação potencialmente impactando Randon (RAPT4), Marcopolo (POMO4) e Fras-le (FRAS3): esperamos um impacto negativo para Randon, Marcopolo e Fras-le em meio a uma aceleração do ambiente inflacionário. Embora a depreciação do BRL possa beneficiar as perspectivas de exportação das empresas (~10-20% da receita), acreditamos que (i) a redução da demanda induzida pela inflação no mercado local brasileiro e (ii) as pressões de custos sobre os aumentos de matérias-primas devem desempenhar um papel mais relevante nas tendências de receita e margens, respectivamente (embora vale ressaltar a exposição da Randon ao agronegócio [potencialmente beneficiado por preços mais altos de commodities], que deveria compensar parcialmente este ambiente econômico mais desafiador no Brasil);
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Dados mensais de crédito (Jan/2022) – Começando 2022 a todo vapor, mas a inadimplência segue aumentando

  • O Banco Central publicou os dados de crédito referentes ao mês de janeiro/2022;
  • 2022 começou com fortes volumes de concessão. No geral, as linhas de crédito apresentaram crescimento robusto no início do ano, enquanto as taxas de inadimplência aumentaram marginalmente. Apesar de ser um único (e primeiro) dado, vemos este crescimento robusto e em linha com o guidance dos bancos para crescimento da carteira de crédito para 2022 (cerca de 11% a 15%) e sem sinais de desaceleração apesar do cenário macro desafiador. Dito isso, acreditamos que o aumento das taxas de inadimplência deve continuar sendo o tema principal;
  • Por esse motivo, mantemos nossa preferência pelo Banco do Brasil, devido ao perfil mais defensivo de sua carteira, ao maior índice de cobertura entre os pares e seus múltiplos atrativos;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.) e Energia (óleo & gás e elétricas).

  • Notícias Diárias do Setor Financeiro
    • Itaú Unibanco: Moreira Salles redistribuem equity na holding da família (Brazil Journal);
    • Sob pressão, Ana Botín cede poder no Santander (Valor);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo
    • Invasão da Ucrânia deve elevar inflação e desacelerar o PIB no Brasil, dizem economistas (Estadão);
    • Inflação persistente e juros altos devem frear mercado de trabalho em 2022 (Folha);
    • Análise: Guerra na Ucrânia agrava cenário de preços salgados para empresas de consumo (Valor);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Agro, Alimentos & Bebidas: confira as principais notícias
    • Conflito entre Rússia e Ucrânia paralisa fertilizantes no Brasil (Valor);
    • Minerva desafia ceticismo; papel sobe na contramão da bolsa (Brazi Journal);
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  • Radar Energia XP: Notícias diárias do setor de energia
    • Brent atinge a maior cotação desde 2014. (Valor Econômico);
    • Petrobras não pretende, de imediato, repassar aumento aos combustíveis. (Valor Econômico);
    • Nova lei do setor elétrico avança, mas atrai pressões por subsídios. (Valor Econômico);
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Mercados

Rússia inicia ataques à Ucrânia: os possíveis impactos na economia e nos mercados, em detalhes

  • Em pronunciamento na noite de quarta-feira, Putin anunciou a autorização de uma operação militar nas regiões separatistas do leste da Ucrânia, devido às ameaças apresentadas pelo país e prometeu liberar o povo de suposta opressão;
  • Os mercados reagiram fortemente a essas notícias, com Bolsas globais caindo acentuadamente. O índice russo caiu 33% em um único dia, registrando uma das piores quedas diárias na história do mundo; o rublo russo caiu para um recorde mínimo; os títulos de dívida russa de 10 anos subiram 450 pontos base; e o CDS de 5 anos, medida de risco-país, também saltou para o maior nível desde 2008;
  • Em todo cenário de tensões geopolíticas acentuadas, os investidores tendem a adotar uma postura de aversão a risco, ou seja, migrar seus investimentos de opções mais arriscadas para opções mais seguras. São eles: títulos de governo, dólar e ouro;
  • Com a alta tensão geopolítica, o fornecimento de algumas commodities deve ficar fortemente comprometido, acentuando ainda mais os gargalos na cadeia de suprimentos e aumento dos preços das commodities, acentuando ainda mais a inflação;
  • Vemos o Brasil como um mercado que deve sofrer menor por conta da grande exposição a commodities. Também devemos nos beneficiar de um fluxo positivo de investidores globais diminuindo exposição à Rússia, com Brasil como uma opção de mercado emergente líquido e robusto;
  • Também agregamos as perspectivas dos nossos analistas setoriais sobre os impactos do conflito nos papéis sob a nossa cobertura;
  • Veja todos os detalhes.

Pesquisa com assessores XP: Sentimento em relação Bolsa melhora, enquanto interesse em internacional reduz

  • Nos últimos dias, realizamos uma nova edição da nossa pesquisa com os assessores da XP e assessores de investimento de escritórios autônomos filiados à XP Investimentos. Temos como objetivo obter a visão dos assessores e, principalmente, dos seus clientes sobre a Bolsa brasileira. Nesta edição, obtivemos 401 respostas únicas;
  • Alocação em Renda Variável continua em baixa, mas o sentimento com a Bolsa brasileira melhorou. Em fevereiro, o percentual dos assessores que disseram que seus clientes visam diminuir a alocação em Renda Variável recuou em -12p.p M/M atingindo um patamar de 28%, menor valor desde julho de 2021. Enquanto isso, os investidores interessados em manter seus investimentos em nessa classe de ativos ficou em 59%, um aumento de +9p.p. M/M, e 13% dos clientes pretendem aumentar seus investimentos na classe de ativos, +3p.p. M/M;
  • Interesse em Renda Fixa continua alto, enquanto interesse em Investimentos em Internacionais se reduz fortemente. Os investimentos que os assessores e seus clientes se mostraram mais interessados foram: 1) Tesouro Direto e Renda Fixa (74%, -1p.p. M/M); 2) Fundos de Renda Fixa (59%, +6p.p. M/M); 3) Investimentos Internacionais (49%, -23p.p. M/M); 4) Criptoativos (35%, -9p.p.); 5) Fundos Imobiliários (46%, +6p.p. M/M); 6) Fundos Multimercado (28%, +4p.p. M/M ); 7) Fundos de Renda Variável (15%, +4p.p. M/M); e 8) Ouro (7%, +2p.p. M/M);
  • Perspectivas quanto ao Ibovespa melhoram. Segundo a pesquisa de fevereiro, 44% dos assessores acreditam que o Ibovespa ficará entre os 120.000 e 130.000 pontos ao final de 2022, um aumento de +10p.p. com relação a última pesquisa realizada em janeiro. Em seguida, 23% acreditam que o índice deve fechar o ano entre 110.000 e 120.000 pontos, uma queda de -8p.p. M/M. A média de palpites calculada foi de 124.267 pontos, um aumento de +3,1% em relação a janeiro (120.564 pontos na pesquisa passada);
  • Riscos políticos e fiscais continuam levantando preocupações. Em relação aos riscos, o destaque continuou sendo as eleições presidenciais, chegando a 34%, uma queda de -2p.p. M/M. Riscos fiscais foram vistos como o segundo maior risco em 31% (-4 p.p. M/M), seguido por alta de juros nos Estados Unidos em 11% e desaceleração econômica global 8% (-3 p.p. M/M);
  • Clique aqui para o relatório completo.

Radar Global: Análises das principais empresas e tendências sob o nosso Radar | Tesla dobra aposta na China

  • Resultados do Alibaba (BABA34) desapontam as expectativas;
  • Tesla (TSLA34) quer dobrar sua capacidade produtiva na China;
  • Meta (FBOK34) investe em IA para comandos de voz no metaverso;
  • Atividade de fusões e aquisições nos EUA já movimenta US$ 500bi em 2022;
  • Acesse aqui o relatório internacional.

ESG

Standard Ethics rebaixa a classificação da Rússia | Café com ESG, 25/02

  • Na quinta-feira, o mercado fechou em território negativo, com o Ibov e o ISE em leve queda de -0,4% e -0,1%, respectivamente;
  • No Brasil, do lado das empresas, (i) a fabricante de bebidas Ambev anunciou na sua apresentação de resultados que toda a alta liderança da companhia tem a remuneração variável ligada às metas ESG; e (ii) a Vale informou em comunicado que assinou memorando de entendimento com a companhia chinesa Hunan Valin Iron & Steel Group (Valin Group) para o desenvolvimento de soluções de descarbonização para a siderurgia;
  • No internacional, a agência de classificação de sustentabilidade Standard Ethics disse ontem que rebaixou a classificação da Federação Russa depois que ela invadiu a Ucrânia para o degrau mais baixo, definido como “não sustentável”;
  • Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG.
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