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Ata do FOMC e projeto de redução dos preços dos combustíveis em pauta

Tensões entre Rússia e Ucrânia, privatização da Eletrobras e proposta de redução nos preços dos combustíveis são alguns dos temas de maior destaque nesta quarta-feira, 16/02/2022

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IBOVESPA +0,8% | 114.828 Pontos

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O que pode impactar o mercado hoje

Destaques do dia

As tensões Rússia-Ucrânia diminuíram depois que Moscou disse que algumas tropas foram chamadas de volta da fronteira. O presidente americano Joe Biden vê espaço para uma solução diplomática para a crise, mas adota um tom cauteloso. Hoje, o destaque será a divulgação da ata do comitê de política monetária dos EUA (FOMC) de janeiro, que deve reafirmar o tom duro do Fed. No lado doméstico, as atenções se voltam para os projetos que reduzem os preços dos combustíveis que estão na pauta no Congresso.

Brasil

O Ibovespa fechou a sessão de terça-feira (15) com uma alta de +0,82% aos 114.828 pontos, registrando o sexto dia consecutivo de ganhos, o movimento foi resultado de alívio no ambiente geopolítico, com o início da retirada parcial de tropas russas da fronteira com a Ucrânia. A indicação de recuo levou maior apetite a risco em ativos emergentes e colaborou com a melhora no câmbio. A cotação do dólar caiu -0,72% e fechou em R$ 5,18. As taxas futuras de juros fecharam o dia de ontem em queda, principalmente nos vértices curtos e intermediários. Além disso, sinalizações de que a PEC dos Combustíveis não deve ser levada adiante também contribuíram com o fechamento da curva. DI jan/23 fechou em 12,37%; DI jan/25 encerrou em 11,325%; DI jan/27 foi para 11,195%; e DI jan/29 fechou em 11,37%.

Mundo

Bolsas internacionais amanhecem mistas (EUA –0,1% e Europa +0,3%) enquanto investidores ainda monitoram as tensões entre Rússia e Ucrânia. Nos EUA o foco ficará por conta da divulgação da ata do Federal Reserve, que poderá oferecer pistas sobre os novos passos da política monetária no país. Na Europa, a inflação do Reino Unido atingiu 5,5% em janeiro, no comparativo anual, registrando uma nova máxima dos últimos 30 anos. Na China, ambos CSI 300 (+0,4%) e o índice de Hang Seng (+1,5%) encerram em campo positivo com a desaceleração nos dados de inflação. Tanto a inflação ao consumidor (0,9% no comparativo anual de janeiro vs. 1,0% das projeções) quanto a do produtor (9,1% no comparativo anual de janeiro vs. 9,5% do consenso Reuters) desaceleraram e vieram abaixo das projeções, abrindo espaço para novos estímulos econômicos no país.  Por fim o petróleo (+0,7%) amanhece em alta, devolvendo parcialmente as perdas de ontem.

Além da ata do FOMC de janeiro o mercado também aguarda a divulgação dos dados de vendas no varejo dos EUA. Ainda sobre a ata, espera-se um ritmo intenso de retirada dos estímulos monetários, especialmente depois dos resultados mais fortes do mercado de trabalho e dos números da inflação em janeiro.

Os preços ao consumidor britânico subiram ao maior valor em quase 30 anos, atingindo 5,5% em janeiro, reforçando as chances de o Banco da Inglaterra aumentar as taxas de juros pela terceira reunião consecutiva. Por outro lado, a inflação ao produtor da China diminuiu para seu menor valor em seis meses e o crescimento dos preços ao consumidor também arrefeceu em meio ao enfraquecimento da demanda do setor imobiliário, novas restrições ao coronavírus e esforços do governo para conter o aumento de custos. O arrefecimento da inflação pode abrir espaço para o Banco Popular da China (PBOC) ampliar os estímulos da política monetária, indo em direção contrária aos principais bancos centrais.

Rússia e Ucrânia

As tensões Rússia-Ucrânia diminuíram depois que Moscou disse que algumas tropas foram chamadas de volta da fronteira. O presidente Vladimir Putin disse que o país está buscando uma solução diplomática para resolver disputas com a Ucrânia, reduzindo as preocupações sobre um ataque militar iminente. No entanto, no curto prazo, os riscos geopolíticos devem permanecer em foco. O presidente Joe Biden disse que vê espaço para uma solução diplomática, mas que os EUA não verificaram se tropas russas realmente estão voltando para as bases.

Eletrobras

O  TCU aprovou a primeira etapa dos estudos técnicos para privatização da Eletrobras com outorga de R$ 23,2 bilhões. Os valores aprovados agora servirão para ajudar a definir o preço da ação que será aplicado à capitalização da empresa.


Redução preços dos combustíveis

Por fim, o Senado pode votar hoje um pacote de projetos que propõe a redução dos preços dos combustíveis no país, com medidas para evitar perda de receita nos estados e ampliar a concessão de subsídios pelo governo federal. O relator Jean Paul Prates (PT-RN) não incluiu a proposta defendida pelo Executivo para reduzir os impostos incidentes sobre o diesel. Um dos projetos listados altera a arrecadação do ICMS, imposto cobrado pelos Estados. O relator garantiu autonomia a cada governador para definir a alíquota, resguardando os Estados da perda de arrecadação. O relatório também propõe a ampliação do vale-gás para 11 milhões de famílias em 2022, o que dobrará os gastos com o programa, atualmente em R$ 1,9 bilhão.

Veja todos os detalhes

Agenda de resultados

WEG (WEGE3): Antes da abertura
EDP Energias do Brasil (ENBR3):  Após o fechamento
Kepler Weber (KEPL3): Após o fechamento

Calendário do 4T21
Temporada de resultados do 4º trimestre 2021 – o que esperar?

Economia

A ata da reunião do FOMC pode indicar ritmo de aumento das taxas; No Brasil, projetos de redução do preço dos combustíveis estão em pauta

  • As tensões Rússia-Ucrânia diminuíram depois que Moscou disse que algumas tropas foram chamadas de volta da fronteira. O presidente Vladimir Putin disse que o país está buscando uma solução diplomática para resolver disputas com a Ucrânia, reduzindo as preocupações sobre um ataque militar iminente. No entanto, no curto prazo, os riscos geopolíticos devem permanecer em foco. O presidente Joe Biden disse que vê espaço para uma solução diplomática, mas que os EUA não verificaram se tropas russas realmente estão voltando para as bases;
  • Os preços ao consumidor britânico subiram ao maior valor em quase 30 anos, atingindo 5,5% em janeiro, reforçando as chances de o Banco da Inglaterra aumentar as taxas de juros pela terceira reunião consecutiva. Por outro lado, a inflação ao produtor da China diminuiu para seu menor valor em seis meses e o crescimento dos preços ao consumidor também arrefeceu em meio ao enfraquecimento da demanda do setor imobiliário, novas restrições ao coronavírus e esforços do governo para conter o aumento de custos. O arrefecimento da inflação pode abrir espaço para o Banco Popular da China (PBOC) ampliar os estímulos da política monetária, indo em direção contrária aos principais bancos centrais;
  • Os principais eventos de hoje são a divulgação dos dados de vendas no varejo dos EUA e a ata da reunião do comitê de política monetária dos EUA (FOMC) de janeiro. Esta pode reafirmar o tom mais duro dos pronunciamentos recentes de alguns membros do FOMC. O mercado já espera um ritmo intenso de retirada dos estímulos monetários, especialmente depois dos resultados mais fortes do mercado de trabalho e dos números da inflação em janeiro;
  • No Brasil, o TCU aprovou a primeira etapa dos estudos técnicos para privatização da Eletrobras com outorga de R$ 23,2 bilhões. Os valores aprovados agora servirão para ajudar a definir o preço da ação que será aplicado à capitalização da empresa;
  • O Senado pode votar hoje um pacote de projetos que propõe a redução dos preços dos combustíveis no país, com medidas para evitar perda de receita nos estados e ampliar a concessão de subsídios pelo governo federal. O relator Jean Paul Prates (PT-RN) não incluiu a proposta defendida pelo Executivo para reduzir os impostos incidentes sobre o diesel. Um dos projetos listados altera a arrecadação do ICMS, imposto cobrado pelos Estados. O relator garantiu autonomia a cada governador para definir a alíquota, resguardando os Estados da perda de arrecadação. O relatório também propõe a ampliação do vale-gás para 11 milhões de famílias em 2022, o que dobrará os gastos com o programa, atualmente em R$ 1,9 bilhão.

Endividamento familiar e incertezas permanecem no radar de riscos do sistema financeiro

  • Em relatório publicado ontem, trazemos um panorama da evolução de crédito, saldo e inadimplência do setor financeiro nacional;
  • A partir de informações operacionais divulgadas pelos quatro maiores bancos (Itaú, Bradesco, Santander e Banco do Brasil), que representam mais de 70% do crédito concedido, e do Banco Central, é possível acompanhar esta evolução;
  • O atraso e a inadimplência do SFN continuam em patamares mínimos históricos, o que pode parecer contra intuitivo, porém continuam sendo ajudados pelas medidas de auxílio no contexto da pandemia;
  • No 4º trimestre de 2021, começou-se a observar leve aumento nos indicadores de inadimplência de pessoa física;
  • Comprometimento de renda das famílias e nível de endividamento: Ambos os indicadores estão em alto patamar e com trajetória crescente, muito em função da queda da renda como um todo;
  • Para 2022 temos incertezas relevantes domésticas e externas que podem afetar a economia brasileira e que merecem atenção, como a inflação e cenário fiscal.

Política

Na seara internacional, a crise na fronteira entre Rússia e Ucrânia segue em destaque.

  • Apesar das declarações de Vladimir Putin sobre retirada de parte das tropas da fronteira trazer alívio, Joe Biden voltou a alertar nesta terça-feira (15) ao risco relevante de conflito diante da falta de movimentação concreta de tropas russas. Por outro lado, o líder ressaltou positivamente a postura do Kremlin sobre uma possível solução diplomática à disputa.  

Empresas

WEG (WEGE3) 4T21: Forte Desempenho de Receita, Parcialmente Compensado pela Contração da Margem EBITDA; Neutro

  • A WEG apresentou números sólidos no 4T21, com receita líquida de ~R$ 6,5 bilhões (+34% A/A, em linha com nossas expectativas e +4% vs. consenso) refletindo uma boa performance de ambos os mercados doméstico (+29% A/A) e externo (+38% A/A);
  • No nível de rentabilidade, a margem EBITDA em ~17,2% apresentou contração de 3p.p. A/A e 1p.p. T/T (0,7p.p. abaixo de nossas estimativas), refletindo a pressão de custo já esperada de matérias-primas e mix produtos (maior relevância dos projetos relacionados à energia eólica, com menores níveis de rentabilidade), com o ROIC permanecendo em um forte nível de ~31%;
  • Por fim, o lucro líquido de ~R$874 milhões ficou ~3% acima das estimativas XP e +4% acima das estimativas de consenso, mostrando um crescimento de 18% A/A e +8% T/T.

Rumo (RAIL3): Tracker Mensal de Ferrovias; Início de Ano Positivo em Volumes (+93% A/A, sobre Base Fraca de Soja/Milho em Jan’21)

  • A Rumo reportou volumes positivos em janeiro (+93% A/A), principalmente com (i) fortes volumes transportados de soja (~2,0 bilhões de TKUs contra apenas 0,3 bilhão em Jan’21) e (ii) manutenção de volumes sólidos de milho (~1,0 bilhão de TKUs vs. apenas ~0,1 bilhão um ano atrás);
  • Embora os preços do frete possam ter sido pressionados para suportar o aumento dos volumes, vemos os dados de janeiro como uma indicação positiva do posicionamento da Rumo para as exportações do Mato Grosso ao longo de 2022;
  • Em uma base dos últimos doze meses (UDM), a Rumo continuou a ganhar participação de mercado (44% em Jan’22 UDM, vs. 42% em 2021 e 40% em 2020), enquanto o Arco Norte (incluindo Hidrovias do Brasil) permaneceu em 31% (vs. ~34% em 2020);
  • Reiteramos nossa perspectiva positiva para as exportações de grãos do Centro-Oeste do Brasil e as recomendações de compra para RAIL3 e HBSA3;
  • Clique aqui para acessar o relatório.

Carrefour Brasil (CRFB3): Resultado do 4T21 impactado pela inflação; Aumentando sinergias do Grupo BIG

  • O Carrefour Brasil apresentou resultados mistos e praticamente em linha com nossas estimativas, com o menor poder de compra dos consumidores afetando o crescimento orgânico (vendas mesmas lojas) do Atacadão e o varejo não alimentar, enquanto a rentabilidade do Carrefour permaneceu pressionada visando evitar uma vendas mesmas lojas negativa (subindo +1,4% A/A para categoria alimentar);
  • Além disso, a companhia revisou as estimativas das sinergias do Grupo BIG em 15%, para no mínimo R$2 bilhões (de R$1,7 bilhão antes) até 2025, com a maior parte vindo de sinergias de compras, despesas operacionais e maior produtividade das lojas;
  • Clique aqui para ver o relatório completo.

Banrisul (BRSR6): Menores provisões e boa qualidade de ativos | Revisão 4T21

  • O Banrisul apresentou resultados acima do esperado no quarto trimestre de 2021 (4T21), com Lucro Líquido de R$ 248 milhões, crescendo 58% na comparação trimestral e 7% anualmente (18% acima das nossas estimativas), principalmente impulsionado pelas menores provisões, uma vez que o banco manteve uma boa qualidade de ativos, compensando a Margem Financeira Bruta (MFB) abaixo do esperado;
  • O banco foi capaz de reduzir as provisões enquanto o índice de inadimplência permaneceu saudável e consumindo marginalmente seu índice de cobertura, que permanece em níveis confortáveis (310%) em relação aos bancos incumbentes, ao passo que mantém uma carteira defendida no caso de um cenário macroeconômico mais deteriorado, com grande parcela de crédito rural e consignado;
  • Com isso, reiteramos nossa recomendação de Compra e preço-alvo de R$ 19,0/ação. Clique aqui para acessar o relatório completo.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas e Energia (óleo & gás e elétricas).

  • Notícias Diárias do Setor Financeiro
    • Bancos e carteiras digitais tiveram 22,5 milhões de downloads em janeiro; Nubank, Bitz e PicPay lideram (Valor);
    • Lucro do Banrisul recua 21,7% no 4º trimestre, para R$ 258 milhões (Valor);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo
    • Consumidor muda tamanho de embalagens na cesta de compras para driblar inflação. (Valor);
    • Consumo em restaurantes e supermercados teve recuperação em dezembro. (Estado);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Agro, Alimentos & Bebidas: confira as principais notícias
    • São Martinho vê pequeno aumento da produção no Centro-Sul em 2022/23 e mais alta de custos (Valor);
    • Fertilizante ficou ainda mais caro à medida que os preços do potássio disparam (Bloomberg);
    • Heineken alerta sobre a pior inflação da década para impactar a cerveja (Bloomberg);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Radar Energia XP: Notícias diárias do setor de energia
    • TCU aprova privatização da Eletrobras com outorga de R$ 23,2 bilhões. (Valor Econômico);
    • Preço de venda da Eletrobras é 15 vezes menor do que concorrentes, diz instituto. (UOL);
    • Petróleo fecha em forte queda com redução dos temores sobre Rússia e Ucrânia. (Valor Econômico);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

Mercados

Radar Global: Análises das principais empresas e tendências sob o nosso Radar | Índia vs. SEA

  • Airbnb surpreende com bons resultados e estimativas futuras animam os investidores;
  • Ações do Roblox caem -15,3% no pós-mercado, após resultados aquém das expectativa;
  • Sea Limited enfrenta problemas na Índia;
  • Consenso projeta desaceleração de lucros para os constituintes do S&P 500 em 2022;
  • Acesse aqui o relatório internacional.

ESG

AES Brasil e Braskem anunciam avanços na agenda ESG | Café com ESG, 16/02

  • Na terça-feira, o mercado fechou em território positivo, com o Ibov e o ISE em alta de +0,3% e +1,9%, respectivamente;
  • No Brasil, (i) a Braskem está investindo R$ 130 milhões em três projetos de economia circular, que vão do desenvolvimento de embalagens que sejam mais facilmente recicladas a operações de reciclagem mecânica e, juntamente com a francesa Veolia, vai investir R$ 400 milhões em geração de energia térmica a partir de fonte renovável em Alagoas; e (ii) a AES Brasil revisou suas metas e apresentou os Compromissos ESG 2030, alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas;
  • No internacional, mais três bancos aderiram a uma iniciativa para desenvolver uma nova plataforma para liquidar transações de créditos voluntários de carbono, de acordo com o grupo que está por trás do projeto Project Carbon: CIBC, Itaú Unibanco, National Australia Bank e NatWest Group. Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG.
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