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PL das eólicas offshore deve ser aprovado nos próximos dias, diz Abeeólica | Café com ESG, 28/03

Prumo aposta na sinergia entre a indústria petrolífera e o nascente mercado de eólicas offshore; PL voltado para energia eólica é esperado para os próximos dias

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• O pregão de quarta-feira terminou em território positivo, com o IBOV e o ISE em alta de 0,65% e 0,79%, respectivamente.

• No Brasil, (i) o primeiro leilão de cessão de áreas para eólicas offshore no Brasil será fundamental para dar o sinal positivo sobre o ambiente de negócios do segmento, segundo a presidente da Abeeólica, Elbia Gannoum – a expectativa da executiva é que o Senado aprove nos próximos dias o PL 576/2021, que cria o marco regulatório do setor, que foi aprovado na Câmara dos Deputados em dezembro; e (ii) segundo o diretor de Sustentabilidade e Relações Institucionais da Prumo, Eduardo Kantz, o Porto do Açu tem vocação para funcionar como um porto-indústria, confirmando a intenção da companhia de atrair fornecedores de bens e serviços do setor eólico para a retroárea do porto, a exemplo do que ocorreu na indústria de óleo e gás.

• No internacional, a Hyundai anunciou que investirá US$51 bilhões ao longo de três anos para reforçar seu potencial de crescimento em veículos elétricos e novos negócios de mobilidade – a iniciativa contará com a contratação de cerca de 80 mil novos funcionários e mais da metade do investimento será alocada para novas infraestruturas de pesquisa e desenvolvimento e linhas de montagem para veículos elétricos, segundo comunicado do grupo.

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Brasil

Empresas

Leilão de eólicas offshore será sinal fundamental para investidores, diz Elbia Gannoum

“O primeiro leilão de cessão de áreas para eólicas offshore no Brasil será fundamental para dar o sinal positivo sobre o ambiente de negócios do segmento, comentou a presidente da Abeeólica, Elbia Gannoum, em entrevista exclusiva ao TotalEnergies Studio, produzido pela agência epbr, no Brazil Offshore Wind Summit, no Rio de Janeiro. A expectativa da executiva é que o Senado aprove nos próximos dias o projeto de lei (PL 576/2021), que cria o marco regulatório do setor, que foi aprovado na Câmara dos Deputados em dezembro. Dois artigos colocados no texto, contudo, não estão maduros para serem aprovados na visão da presidente da Abeeólica. O primeiro fala sobre a obrigatoriedade de o investidor arcar com a transmissão e o segundo, sobre o planejamento espacial marinho. O Ministério de Minas e Energia (MME) vai começar a avaliar a regulamentação dos parâmetros para a seleção de áreas destinadas a projetos de geração eólica offshore, segundo o secretário de Transição Energética e Planejamento do ministério, Thiago Barral.”

Fonte: Epbr, 27/03/2024

Eólicas esperam lei para investir em projetos ‘offshore’

“A ausência da definição do marco regulatório para as eólicas marinhas (offshore) precisaria avançar rapidamente para que esse novo mercado possa deslanchar no país, avaliam especialistas do segmento. Em paralelo, empresas esperam apenas a aprovação do PL para aportar os primeiros investimentos, cuja maturação demanda entre sete e dez anos. O Brasil é visto como país de oportunidades no setor no momento em que os ventos estão fracos para a indústria nacional. O mais recente episódio que marca a fase adversa da indústria eólica é a decisão da WEG de paralisar temporariamente a linha de produção de turbinas em Jaraguá do Sul (SC) a partir do segundo semestre. O motivo é a baixa demanda por equipamentos eólicos e sobras contratuais de energia. Em 2023, a Siemens Gamesa hibernou as operações de sua fábrica em Camaçari, na Bahia, para ajustar sua estrutura produtiva e atender às demandas atuais do mercado. Em 2022, a americana GE Renewable Energy suspendeu a produção de novas turbinas eólicas no Brasil por questões conjunturais e de reposicionamento em função da cadeia mundial. O projeto de lei 5.932/2023, que estabelece o marco regulatório das eólicas offshore ainda tramita no Congresso Nacional, sem previsão de ser votado. O tema foi aprovado em novembro do ano passado na Câmara dos Deputados e seguiu para apreciação pelo Senado. As previsões mais recentes indicavam que a proposta pode ir à votação em abril.”

Fonte: Valor Econômico, 27/03/2024

Prumo confia na sinergia entre petróleo e eólica offshore para desenvolver o Açu

“Prumo Logística confia na sinergia entre a indústria petrolífera e o nascente mercado de eólicas offshore como um diferencial competitivo do Porto do Açu para atrair investimentos para o complexo portuário de São João da Barra, no Norte Fluminense. O diretor de Sustentabilidade e Relações Institucionais da Prumo, Eduardo Kantz, destacou nesta terça (26/3) que o Açu tem vocação para funcionar como um porto-indústria. E que a intenção da companhia é atrair fornecedores de bens e serviços do setor eólico para a retroárea do porto, a exemplo do que ocorreu na indústria de óleo e gás. “Então, quando se pensa na logística de um projeto de eólica offshore, qualquer semelhança não é mera coincidência [com a indústria do petróleo]. O modelo que se desenha para a inserção de uma eólica offshore, desde o seu primeiro estágio de desenvolvimento, passando pela instalação, a operação e manutenção, e até mesmo a fase final de descomissionamento, depende de uma logística muito semelhante ao que a gente tem hoje no Porto do Açu”, disse Kantz ao TotalEnergies Studio, produzido pela epbr na Brazil Offshore Wind Summit no Rio.”

Fonte: Epbr, 27/03/2024

Por que grandes locadoras têm reduzido a frota de carros elétricos no Brasil

“Em uma roda de conversa em um recente evento do setor automotivo em São Paulo, executivos de concessionárias e locadoras chegaram a um raro consenso no setor: os carros elétricos estão muito longe de tomar o mercado. “O mundo não vai ser elétrico”, disseram dois deles. No mercado de locação, a promessa de eletrificação parece estar ainda mais distante de se tornar realidade. Após um movimento inicial de compra de carros elétricos e híbridos, grandes locadoras estão vendendo essas frotas com prejuízos, segundo apurou a Bloomberg Línea nas últimas semanas com diferentes fontes do setor, ouvidas sob condição de anonimato porque as discussões são privadas. Uma das primeiras iniciativas consideradas mais importantes na área de eletrificação pelas locadoras aconteceu em meados de 2017 com a Localiza (RENT3). Na ocasião, a empresa fechou a compra de um lote do híbrido Prius, da Toyota. Mais recentemente, em 2021 e 2022, a Movida (MOVI3) fez uma grande aposta no segmento ao comprar lotes considerados “grandes” de carros eletrificados que incluíram o Nissan Leaf, o Renault Zoe e o Fiat 500e.”

Fonte: Bloomberg Línea, 27/03/2024

Engie assina acordo de US$ 200 milhões com Origem Energia em projeto de estocagem de gás

“A Engie Brasil informou que a Transportadora Associada de Gás (TAG) – da qual a companhia detém participação acionária – e a Origem Energia assinaram um acordo não-vinculante para uma parceria em um projeto que visa ofertar serviço de estocagem ao mercado de gás. O projeto será desenvolvido no Campo de Pilar, em Alagoas, e terá uma capacidade inicial de estocagem prevista em 106 milhões de metros cúbicos por ano de gás natural, podendo chegar, no longo prazo, a 500 milhões de metros cúbicos por ano. O investimento no projeto será de US$ 200 milhões, sendo esse valor dividido igualmente entre a TAG e a Origem Energia.”

Fonte: Valor Econômico, 27/03/2024

Setor aposta em energia solar e mercado livre para redução de custos

“A abertura do mercado livre de energia elétrica para todas as empresas ligadas à alta tensão, permitida desde janeiro deste ano, tem acelerado o processo de migração das concessionárias de saneamento ao ambiente de livre comercialização. Principal custo operacional, ao lado da folha de pagamento, o ingresso é uma forma de reduzir gastos e ter acesso à energia renovável. O setor também tem investido em projetos de geração distribuída solar como forma de gerar sua própria energia e economizar na conta de luz. “O mercado livre permite uma série de ganhos ambientais, como a redução das emissões de gases de efeito estufa e a redução dos impactos ambientais provenientes da geração de energia elétrica a partir de fontes fósseis. Após o governo ter permitido que todas as empresas ligadas à alta tensão façam sua adesão, iniciamos uma etapa de migrações que contemplará as unidades operacionais de média tensão que ainda estavam no mercado regulado”, afirma o presidente do Grupo Águas do Brasil, Claudio Abduche.”

Fonte: Exame, 26/03/2024

Iniciativas transformam lodo em tijolo e fertilizante

“O novo marco regulatório do saneamento teve impacto direto sobre a gestão de resíduos sólidos. Ao estabelecer o ano de 2033 para universalização dos serviços e ampliar investimentos na cobertura de serviços de água e esgoto em grandes cidades, foram fortalecidas iniciativas de reaproveitamento do lodo, resíduo gerado no processamento dos efluentes. O reaproveitamento ganha relevância não só pelo potencial econômico, como também evitar a sobrecarga dos aterros sanitários. Destinação correta dos resíduos ainda pode diminuir emissões de gases de efeito estufa, o que abre perspectiva futura de negociação de créditos. O grupo Águas do Brasil, que opera 15 concessões pelo país, é um exemplo do que vem sendo feito para reaproveitar o lodo. A concessionária Águas de Juturnaíba, responsável pelos municípios de Araruama, Saquarema e Silva Jardim, na região dos Lagos do Rio de Janeiro, mantém uma estação de tratamento de esgoto que recebe os resíduos e destina parte à fabricação de tijolos artesanais e outra à compostagem, transformando o resíduo em fertilizante agrícola.”

Fonte: Valor Econômico, 28/03/2024

Produção nacional de embalagens volta a crescer após dois anos e deve seguir alta em 2024

“A produção física de embalagens, considerando-se os diferentes tipos de materiais, voltou a crescer no Brasil em 2023, depois de dois anos consecutivos de queda, e o viés é de alta para 2024. No ano passado, ainda com maior participação do plástico, a indústria instalada no país produziu 1,2% mais embalagens em volume, com desempenho melhor do que o da indústria de transformação no geral, que recuou 1%, segundo estudo do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/Ibre) para a Associação Brasileira de Embalagem (Abre). O valor bruto da produção alcançou R$ 144,4 bilhões. Mais exposto ao mercado de bens não duráveis, o setor tem se beneficiado do consumo doméstico relativamente estável de alimentos e da maior procura por itens de higiene e cosméticos. De acordo com o presidente do conselho da Abre, Marcos Barros, essa tendência garantiu o desempenho relativamente mais forte de 2023 e vai se mantendo neste ano.”

Fonte: Valor Econômico, 27/03/2024

Política

Ceará mapeia investimentos em infraestrutura para atrair eólicas offshore e hidrogênio

“O Porto do Pecém iniciou estudos para identificar que investimentos serão necessários na infraestrutura do complexo portuário para atrair investimentos para projetos de eólicas offshore e hidrogênio verde para o Ceará, afirmou nesta terça (26/3) a secretária de Relações Internacionais do Estado, Roseane Medeiros. “Porque, obviamente, esses investimentos [nos projetos em renováveis] são investimentos privados. Os governos, nem do Ceará nem o governo brasileiro, têm capital suficiente para fazer esses investimentos e isso vai ser feito pela iniciativa privada. Então, o estado está se preparando, primeiro estudando a infraestrutura que vai ser necessária, que isso sim é um investimento que o estado pretende fazer: aumentar a área portuária”, disse Roseane Medeiros ao TotalEnergies Studio, produzido pela epbr na Brazil Offshore Wind Summit no Rio. Ela destaca que Pecém tem uma área disponível grande para abrigar o desenvolvimento de uma nova indústria como a do hidrogênio e eólicas offshore. Uma das propostas do Ceará, segundo ela, é justamente desenvolver, no estado, toda a cadeia de produção. “Isso [área disponível] é uma grande vantagem, porque muitos outros lugares do mundo que estão nessa corrida não têm essa vantagem de ter a área que nós temos disponíveis para oferecer para os investidores”, comentou.”

Fonte: Epbr, 27/03/2024

Dubeux evita falar da Petrobras, mas diz que planos de sustentabilidade da estatal devem se manter

“O secretário-executivo adjunto do Ministério da Fazenda, Rafael Dubeux, afirmou ao Valor, nesta quarta-feira (27), que é difícil falar previamente sobre a Petrobras, mas observou que os planos da companhia relacionados à agenda de sustentabilidade devem se manter. Dubeux é o nome indicado pela pasta para uma cadeira no conselho de administração da estatal. No dia 25 de abril, os acionistas, reunidos em assembleia geral ordinária (AGO), votarão para eleger os novos membros do colegiado para um período de dois anos. “A empresa já vem investindo mais em projetos renováveis, diversificando os investimentos, e acho que isso deve se manter”, disse Dubeux, que participou, nessa quarta-feira, do seminário “Riscos Climáticos: Agenda regulatória para o sistema financeiro”, promovido pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e pelo Banco Central (BC), no Rio. O secretário afirmou, ainda, que prefere esperar a AGO para comentar sobre a companhia e assuntos relacionados, como os dividendos. “Fiquei muito honrado com a indicação, mas não posso comentar sobre esses temas. Prefiro aguardar a assembleia”, disse. Coordenador da agenda de transição ecológica no Ministério da Fazenda, Dubeux deve ter a missão de fortalecer os debates sobre o tema na estatal, conforme o Valor noticiou quando o nome do secretário começou a ser cogitado, há duas semanas.”

Fonte: Valor Econômico, 27/03/2024

Consenso de Belém, um novo equilíbrio global

“Em meio à revisão de diretrizes de política econômica de diversas nações e aos desafios impostos pelas mudanças climáticas, a reorganização da dinâmica entre os países do Norte e do Sul global é fundamental para o desenvolvimento econômico das regiões menos favorecidas do mundo. Essa reorganização passa por uma redistribuição das cadeias de produção e suprimento, capaz de descentralizar a criação postos de trabalhos de qualidade, que hoje se concentram nas economias avançadas. Além disso, embora internacional, tal dinâmica não deve se valer apenas de acordos comerciais entre as nações: pressupõe uma organização interna das economias locais, que devem fomentar a atração de investimentos industriais, por meio de políticas públicas que favoreçam o aumento da competitividade produtiva. Para tanto, são necessários objetivos factíveis e previamente estabelecidos, regras claras e um rigoroso sistema de contrapartidas para setores eventualmente beneficiados. Isso reduz as chances de captura dessas inciativas por grupo de interesse e garante uma efetiva contribuição ao desenvolvimento e respeito às condições ambientais tanto em termos locais como globais.”

Fonte: Epbr, 27/03/2024

Petróleo dá ao Rio potencial para liderar eólica offshore, diz Felipe Peixoto

“O Rio de Janeiro tem potencial para liderar o desenvolvimento da eólica offshore no Brasil por abrigar há décadas a indústria de exploração de petróleo em águas profundas, disse o subsecretário de Energia e Economia do Mar do estado, Felipe Peixoto, nesta terça (26/3), em entrevista ao TotalEnergies Studio, produzido pela agência epbr na Brazil Offshore Wind Summit no Rio. Segundo ele, a sinergia entre os setores vai facilitar a atração de projetos e investimentos para o estado, porque permite “otimizar recursos e maximizar os benefícios econômicos e ambientais da transição para as energias renováveis”. “As empresas de petróleo estão no Rio de Janeiro, a Petrobras está no Rio de Janeiro. Então é inevitável, tendo em vista toda a estrutura que nós temos aqui, portuária de formação de mão de obra, que o Rio de Janeiro assuma esse protagonismo.” Peixoto afirmou que a regulação é fundamental para garantir estabilidade aos investidores e destacou a aprovação do PL 576/2021, aprovado em dezembro na Câmara, de onde seguiu para o Senado.”

Fonte: Epbr, 27/03/2024

Internacional

Empresas

Hyundai investirá US$ 51 bilhões em 3 anos, com ênfase em veículos elétricos

“O grupo sul-coreano Hyundai anunciou na quarta-feira que investirá 68 trilhões de wons (US$ 51 bilhões) ao longo de três anos para reforçar seu potencial de crescimento em veículos elétricos e novos negócios de mobilidade. Cerca de 80 mil novos funcionários serão contratados, segundo a empresa. Mais da metade do investimento, ou 35,5 trilhões de wons, será alocada para novas infraestruturas de pesquisa e desenvolvimento e linhas de montagem para veículos elétricos, disse o grupo em comunicado. Outros 31,1 trilhões de wons serão destinados à pesquisa e desenvolvimento em veículos elétricos, incluindo veículos definidos por software (SDVs) e tecnologia de baterias, disse a empresa. A maioria dos novos empregos criados se destinará ao trabalho de promover negócios futuros, com 44 mil novos funcionários em eletrificação, SDVs e neutralidade de carbono. O grupo Hyundai inclui o carro-chefe Hyundai Motor 005380.KS e sua afiliada Kia 000270.KS, que juntas são a terceira montadora mundial em vendas. A fabricante de peças automotivas Hyundai Mobis e Hyundai Engineering & Construction também fazem parte do conglomerado.”

Fonte: Valor Econômico, 28/03/2024

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

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O que uma eventual disputa entre Biden e Trump significa para a agenda ESG? (link)

Abastecendo o futuro: O papel dos biocombustíveis na transição energética(link)

COP28 chega ao fim: O que você precisa saber? (link)

ESG Updates

Principais destaques do Fórum de Transição Energética da BloombergNEF(link)

Feedback da reunião sobre energia nuclear com Marcelo Lopez(link)

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Câmara aprova PL Combustível do Futuro; Positivo para empresas de açúcar e etanol (link)

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