XP Expert

Negociações entre EUA e Irã no radar; veja o que move os mercados hoje

Na agenda desta quarta-feira, 23/09/2026, teremos apenas as leituras do índice de gerentes de compras (PMI) de serviços e composto referentes ao mês de setembro nos Estados Unidos

Compartilhar:

  • Compartilhar no Facebook
  • Compartilhar no X
  • Compartilhar no Whatsapp
  • Compartilhar no LinkedIn
  • Compartilhar via E-mail

Ouça no Spreaker


IBOVESPA +0,44% | 187.422 Pontos

CÂMBIO +0,09% | 5,11/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa encerrou a terça-feira em alta de 0,4%, aos 187.423 pontos. A queda do petróleo, diante de sinais de avanço nas negociações entre EUA e Irã, favoreceu o apetite por risco global e contribuiu para as ações brasileiras.

A ação da Suzano (SUZB3, +2,8%) avançou após a empresa anunciar reajustes nos preços da celulose. Na ponta negativa, Vivara (VIVA3, -4,4%) registrou a maior queda do índice, ao lado de outros papéis ligados ao consumo, como Natura (NATU3, -2,1%) e Raia Drogasil (RADL3, -1,8%). 

Renda Fixa

Os juros futuros encerraram ontem em leve queda, em movimento favorecido pelo alívio do cenário geopolítico. Nos EUA, as Treasuries fecharam sem direção única e com pequenos ajustes, com a T-note de 2 anos a 4,74% (-1 bp), a de 10 anos a 4,95% (0 bp) e o T-bond de 30 anos a 5,29% (+1 bp), em meio a comentários de dirigentes do Fed reforçando uma postura mais rígida no combate à inflação.

No Brasil, a curva fechou, principalmente no vértice mais curto, com o DI jan/27 a 13,53% (-3 bps), o DI jan/29 a 13,68% (0 bp) e o DI jan/31 a 13,87% (-1 bp). Além do suporte externo, a ata do Copom foi interpretada como consistente com a possibilidade de novos cortes da Selic. A NTN-B encerrou com a B29 a 7,49% (vs. 7,41%), a B35 a 7,62% (vs. 7,62%) e a B50 a 7,31% (vs. 7,33%).

Mercados globais

Nesta quarta-feira, os futuros nos EUA operam próximos da estabilidade (S&P 500: +0,1%; Nasdaq 100: +0,0%), em compasso de espera pelo PMI preliminar de setembro, após altas do Nasdaq nos últimos dias. Na Europa, o Stoxx 600 opera perto da estabilidade, com leve viés de baixa (-0,2%), sustentado pelos setores aeroespacial e de defesa, mesmo com a fraqueza em ações de consumo básico. Na Ásia, os mercados fecharam mistos: o Kospi (Coreia) subiu 0,9%, no quarto pregão consecutivo de alta, o Nikkei (Japão) perdeu 0,5%, enquanto na China, o CSI 300 perdeu 0,6% e o Hang Seng recuou 1,0%, em meio à cautela diante da cúpula entre Trump e Xi Jinping.

O mercado repercute a disparada da Meta Platforms, após o lançamento do agente de inteligência artificial Muse, o que ajudou a levar o Nasdaq a fechar em recorde. O petróleo opera em leve queda, com o Brent perto de US$ 98 por barril, depois que Estados Unidos e Irã sinalizaram avanços em conversas diplomáticas na ONU, aliviando temores de escalada. Os investidores direcionam o foco para a cúpula entre Trump e Xi Jinping em Washington nesta quinta e sexta-feira, com tarifas, terras raras e Taiwan na pauta, além da temporada de resultados, com divulgações esperadas de Costco e General Mills ao longo da semana.

IFIX

O Índice de Fundos de Investimento Imobiliário (IFIX) encerrou o pregão de terça-feira em queda de 0,41%, aos 3.746 pontos.

A pressão sobre o índice foi disseminada entre os principais segmentos do mercado. Os fundos híbridos registraram a maior queda do dia (-0,52%), seguidos pelo segmento de multiestratégia/FOFs (-0,54%) e pelos fundos de recebíveis (-0,37%). Os fundos de tijolo recuaram 0,44%, pressionados principalmente pelos fundos de shoppings (-0,42%), ativos logísticos (-0,41%) e lajes corporativas (-0,28%).

Entre os destaques positivos do pregão, sobressaíram ICRI11 (+3,4%), FATN11 (+2,9%) e MFII11 (+2,8%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por MCRE11 (-2,9%), VGIP11 (-2,7%) e ITRI11 (-2,3%).

Economia

Sinais de avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã reduziram o prêmio de risco no mercado de energia. Donald Trump classificou como “muito produtiva” a reunião entre representantes dos dois países em Nova York, enquanto surgiram notícias de que Teerã poderia reabrir o Estreito de Ormuz caso Washington suspenda o bloqueio aos portos iranianos. Nesse contexto, o Brent recua 1,8%, para US$ 98,5 por barril.

No Brasil, a Ata do Copom reforçou os sinais de desaceleração da atividade e melhora da inflação, sem alterar o balanço de riscos ou a estratégia de política monetária. Entendemos que o documento mantém um novo corte de 0,25 p.p. em novembro como cenário mais provável. A arrecadação federal, por sua vez, permaneceu forte em agosto, apoiada sobretudo pelas receitas relacionadas ao setor de petróleo.

Na agenda, teremos apenas as leituras do índice de gerentes de compras (PMI) de serviços e composto referentes ao mês de setembro nos Estados Unidos.

Veja todos os detalhes

Economia

Ata do Copom reforça cenário de continuidade dos cortes

  • As negociações entre Estados Unidos e Irã avançaram durante a Assembleia Geral da ONU, apesar da manutenção de uma retórica agressiva entre as partes. Donald Trump voltou a ameaçar o Irã caso não haja acordo, mas posteriormente classificou como “muito produtiva” a reunião de três horas entre Steve Witkoff, Jared Kushner e representantes iranianos em Nova York, afirmando que um novo encontro já está sendo planejado. Segundo a mídia estatal iraniana, Teerã apresentou condições para a reabertura do Estreito de Ormuz, incluindo o fim do bloqueio naval e a liberação de ativos iranianos congelados, enquanto notícias divulgadas pela manhã indicaram que o estreito poderia ser reaberto caso os EUA suspendam o bloqueio aos portos iranianos. A perspectiva de avanço diplomático reduziu o prêmio de risco no mercado de energia, levando o petróleo tipo Brent a cair 1,8%, para US$ 98,5 por barril;
  • No Brasil, a Ata do Copom reforçou os sinais de desaceleração da atividade e de melhora da inflação. O Comitê destacou a “moderação gradual da atividade econômica”, principalmente nos setores mais cíclicos, e observou que as medidas subjacentes de inflação desaceleraram. O documento trouxe ainda uma análise mais detalhada do mercado de crédito, cuja dinâmica recente foi considerada consistente com desaceleração do crescimento em meio a uma política monetária restritiva. Apesar disso, o Copom reiterou que a atividade ainda parte de um nível forte, a inflação permanece acima da meta e o cenário externo continua sendo fonte de risco. Como os trechos referentes ao balanço de riscos e à estratégia de política monetária permaneceram inalterados, entendemos que um novo corte de 0,25 p.p. em novembro continua sendo o cenário mais provável. Esperamos cortes de 0,25 p.p. nas próximas reuniões, levando a Selic a 13,25% no fim de 2026, e eventual aceleração para cortes de 0,50 p.p. a partir da segunda reunião de 2027, com a taxa alcançando 11,50% em meados do ano. Os principais riscos seguem relacionados ao petróleo, ao El Niño e à volatilidade dos ativos durante o processo eleitoral. Para detalhes, acesse Ata do Copom: Atividade em desaceleração e inflação mais baixa reforçam continuidade do ciclo de cortes de juros em meio a incertezas elevadas.
  • A arrecadação federal atingiu R$ 235,6 bilhões em agosto, crescimento real de 8,3% a/a e melhor resultado para o mês na série histórica, praticamente em linha com nossa projeção de R$ 236,1 bilhões e abaixo do consenso de R$ 239,0 bilhões. No acumulado do ano, as receitas somam R$ 2,112 trilhões, alta real de 7,1%. O desempenho foi impulsionado sobretudo pelo setor de petróleo: IRPJ/CSLL avançou 13,1%, enquanto outras receitas administradas pela Receita Federal cresceram 32,0%, beneficiadas pela tributação das exportações de petróleo, que gerou R$ 1,9 bilhão no mês. A arrecadação previdenciária também permaneceu forte (+4,3%), enquanto o IRRF sobre rendimentos do trabalho caiu 8,9%, refletindo a isenção para rendimentos de até R$ 5 mil mensais. Para os próximos meses, esperamos que os preços mais elevados do petróleo continuem sustentando as receitas apesar da desaceleração da atividade e projetamos arrecadação de R$ 3,196 trilhões em 2026, alta real de 6,0%;
  • Na agenda, teremos apenas as leituras do PMI de serviços e composto do mês de setembro para os Estados Unidos.

Empresas

Mineração e Siderurgia: uma semana positiva para as commodities metálicas

  • Os preços do cobre subiram +5% S/S, sustentados por uma demanda chinesa mais forte e disponibilidade spot mais restrita, com o projeto Furnas da Ero Copper reforçando a opcionalidade de crescimento de longo prazo do cobre da Vale Base Metals;
  • Ainda sobre a Vale, a companhia concordou em adquirir uma participação de 30% na Ligga por ~US$190 milhões, garantindo o offtake de uma operação cuja produção deve aumentar de ~2Mtpa para ~8Mtpa até 2028E e adicionando volumes de alta qualidade próximos ao seu Sistema Norte;
  • Enquanto isso, os preços do minério de ferro aumentaram +2% S/S, impulsionados pela recomposição de estoques na China antes do feriado, embora margens fracas das siderúrgicas e uma demanda final incerta continuem limitando o upside;
  • O ouro também subiu +1% S/S, sustentado pela demanda por ativos seguros, embora as expectativas de taxas de juros mais altas por mais tempo nos EUA tenham limitado os ganhos (as entradas em ETFs foram de +27 toneladas);
  • Também observamos que os preços do HRC e do vergalhão no Brasil recuaram -3% e -1% S/S, respectivamente, com a paridade de importação do aço plano em +16% (-3p.p. S/S) e a paridade do aço longo em -11% (-3p.p. S/S), enquanto as importações de aço do Egito (isentas de tarifas) sugerem uma paridade de -1%;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Renda Fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa

  • Crédito privado: negociação cai e oferta de incentivadas despenca 91% (Valor Investe);
  • Renegociação de dívidas do agro deve avançar em 30 dias, diz ministra (CNN Brasil Agro);
  • Suzano confirma novo aumento no preço da celulose (CNN Brasil Agro);
  • Negativa da Aneel deve inviabilizar acordo sobre térmicas da Eneva (CanalEnergia).
  • Clique aqui para acessar o clipping.

Estratégia

XP Short Scout: monitor de short selling no Brasil – 22/09/2026

  • O short interest mediano no Ibovespa aumentou 57 bps, para 7,1%. As posições em aberto subiram para R$ 123,8 bilhões (+2,3%).
  • Frasle Mobility (FRAS3) viu sua taxa de aluguel subir para 14,6%, um aumento de 2,4 p.p. em relação a 4 de setembro. O short interest permaneceu praticamente estável em 4,5% do free float, enquanto o days to cover ficou em 28,7 dias de ADTV, uma alta de 21,3% frente a duas semanas atrás.
  • Já o Itaú Unibanco (ITUB3) apresentou taxa de aluguel de 2,7%, alta de 1,6 p.p. em relação à atualização anterior, enquanto o short interest subiu 0,3 p.p., para 14,3% do free float, e o days to cover avançou 2,2%, para 39,6 dias de ADTV.
  • Também destacamos a alta da taxa de aluguel da PetroReconcavo (RECV3) para 4,8%, um avanço de 3,5 p.p. nas últimas duas semanas. Seu days to cover está em 12,3 dias de ADTV (-13,8%), enquanto o short interest atualmente representa 8,1% do free float (-2,0 p.p.).
  • Outros nomes para acompanhar: AZZA3, CVCB3, CXSE3, ECOR3, EZTC3, LREN3, MOVI3, OPCT3.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • IFIX fecha terça-feira em queda de 0,41%, em 3.746 pontos (FIIs);
    • Seis gigantes do e-commerce gastam cerca de R$ 2,08 bilhões em aluguéis em condomínios logísticos (SiiLA);
    • O plano para colocar a Zona Oeste de SP no mapa da inovação (Metro Quadrado);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Patria Log (HGLG11) | Processo de qualificação do portfólio em andamento
    • Recomendamos COMPRA para o HGLG11, com base nos seguintes fatores:
      • Gestão qualificada, com histórico consistente de geração de valor;
      • Preço de negociação atrativo, com desconto de 10,8% em relação ao valor patrimonial (VM/VP de 0,89x) e potencial de valorização de 18,3% frente à nossa estimativa;
      • Portfólio diversificado e em processo de evolução qualitativa, impulsionado pela gestão ativa, recentes aquisições e futura consolidação;
      • Potencial de captura de ganho real por meio de renovações e revisionais contratuais;
      • Yield de 9,5%, com perspectivas positivas para a distribuição de rendimentos;
    • Clique aqui para mais informações.
  • ETF Brief: Tributação de ETFs de renda fixa entra no centro do mercado brasileiro, enquanto fluxos voltam a favorecer cripto
    • Anbima defende alíquota de 15% de IR para ETFs de crédito privado (Valor Investe)
    • Bitcoin ETF Flows Turn Positive After $4.6 Billion Rebound (Bloomberg)
    • BlackRock, Vanguard Muni ETFs See Record Inflows After Bond Rout (Bloomberg)
    • Clique aqui para acessar a página

ESG

Susep abre consulta pública para aprimorar reporte de sustentabilidade no setor | Café com ESG, 23/09

  • O pregão de terça-feira fechou em território levemente positivo, com o IBOV e o ISE avançando 0,44% e 0,24%, respectivamente;
  • No Brasil, (i) a Superintendência de Seguros Privados (Susep) abriu uma consulta pública para atualizar as regras de sustentabilidade das empresas do setor, com o objetivo de aprimorar os requisitos de divulgação e gestão de riscos de sustentabilidade – entre as mudanças propostas, destacam-se alterações nas tabelas que integram o relatório de sustentabilidade das companhias com metas e métricas mais objetivas sobre governança, responsabilidades da administração, e processos de gestão de riscos; e (ii) após receber em setembro a autorização do Ibama, a Petrobras deve começar a perfurar os três novos poços na Bacia da Foz do Amazonas em janeiro, segundo a diretora de engenharia da companhia, Renata Baruzzi – de acordo com a empresa, as novas perfurações vão permitir delimitar melhor a descoberta e avaliar a quantidade de óleo e se há comercialidade;
  • No internacional, um estudo realizado em parceria pelo think tank Chatham House e pelo grupo de certificação Forest Stewardship Council (FSC) mostrou que a produção global de biocombustíveis pode crescer 70% até 2030 em relação aos níveis de 2025, à medida que os principais países produtores avançam com o aumento das obrigações de mistura em resposta à crise energética desencadeada pela guerra envolvendo o Irã – segundo os autores, diante da competição entre a produção de biocombustíveis e a produção de alimentos em algumas regiões, sobretudo na Europa, ao priorizar a segurança energética no curto prazo, algumas respostas políticas podem acabar gerando um aumento da insegurança alimentar no médio prazo;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

XPInc CTA

Se você ainda não tem conta na XP Investimentos, abra a sua!

XP Expert

Avaliação

O quão foi útil este conteúdo pra você?


Disclaimer:

  • Este relatório de análise foi elaborado pela XP Investimentos CCTVM S.A. (“XP Investimentos ou XP”) de acordo com todas as exigências previstas na Resolução CVM 20/2021, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A XP Investimentos não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelo cliente com base no presente relatório.
  • Este relatório foi elaborado considerando a classificação de risco dos produtos de modo a gerar resultados de alocação para cada perfil de investidor.
  • O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à XP Investimentos e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado, e que sua(s) remuneração(es) é(são) indiretamente influenciada por receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela XP Investimentos.
  • O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Resolução CVM nº 20/2021 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório.
  • Os analistas da XP Investimentos estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC Brasil para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários da XP Investimentos.
  • O atendimento de nossos clientes é realizado por empregados da XP Investimentos ou por assessores de investimento que desempenham suas atividades por meio da XP, em conformidade com a Resolução CVM nº 178/2023, os quais encontram-se registrados na Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários – ANCORD. O assessor de investimento não pode realizar consultoria, administração ou gestão de patrimônio de clientes, devendo atuar como intermediário e solicitar autorização prévia do cliente para a realização de qualquer operação no mercado de capitais.
  • Para fins de verificação da adequação do perfil do investidor aos serviços e produtos de investimento oferecidos pela XP Investimentos, utilizamos a metodologia de adequação dos produtos por portfólio, nos termos das Regras e Procedimentos ANBIMA de Suitability nº 01 e do Código ANBIMA de Distribuição de Produtos de Investimento. Essa metodologia consiste em atribuir uma pontuação máxima de risco para cada perfil de investidor (conservador, moderado e agressivo), bem como uma pontuação de risco para cada um dos produtos oferecidos pela XP Investimentos, de modo que todos os clientes possam ter acesso a todos os produtos, desde que dentro das quantidades e limites da pontuação de risco definidas para o seu perfil. Antes de aplicar nos produtos e/ou contratar os serviços objeto deste material, é importante que você verifique se a sua pontuação de risco atual comporta a aplicação nos produtos e/ou a contratação dos serviços em questão, bem como se há limitações de volume, concentração e/ou quantidade para a aplicação desejada. Você pode consultar essas informações diretamente no momento da transmissão da sua ordem ou, ainda, consultando o risco geral da sua carteira na tela de carteira (Visão Risco). Caso a sua pontuação de risco atual não comporte a aplicação/contratação pretendida, ou caso existam limitações em relação à quantidade e/ou volume financeiro para a referida aplicação/contratação, isto significa que, com base na composição atual da sua carteira, esta aplicação/contratação não está adequada ao seu perfil. Em caso de dúvidas sobre o processo de adequação dos produtos oferecidos pela XP Investimentos ao seu perfil de investidor, consulte o FAQ. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.
  • A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes.
  • Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da XP Investimentos, incluindo assessores de investimentos da XP e clientes da XP, podendo também ser divulgado no site da XP. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da XP Investimentos.
  • 0800 77 20202. A Ouvidoria da XP Investimentos tem a missão de servir de canal de contato sempre que os clientes que não se sentirem satisfeitos com as soluções dadas pela empresa aos seus problemas. O contato pode ser realizado por meio do telefone: 0800 722 3710.
  • O custo da operação e a política de cobrança estão definidos nas tabelas de custos operacionais disponibilizadas no site da XP Investimentos: www.xpi.com.br.
  • A XP Investimentos se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo.
  • A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas.
  • Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto.
  • O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto.
  • O investimento em termos são contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem.
  • O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.
  • ESTA INSTITUIÇÃO É ADERENTE AO CÓDIGO ANBIMA DE DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS DE INVESTIMENTO.
  • A XP Investimentos CCTVM S/A, inscrita sob o CNPJ: 02.332.886/0001-04, é uma instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Toda comunicação através de rede mundial de computadores está sujeita a interrupções ou atrasos, podendo impedir ou prejudicar o envio de ordens ou a recepção de informações atualizadas. A XP Investimentos exime-se de responsabilidade por danos sofridos por seus clientes, por força de falha de serviços disponibilizados por terceiros. A XP Investimentos CCTVM S/A é instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.


    Este site usa cookies e dados pessoais de acordo com a nossa Política de Cookies e a nossa Política de Privacidade.