IBOVESPA -1,52% | 174.041 Pontos
CÂMBIO -0,28% | 5,06/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa encerrou a semana passada em alta de 0,3% em reais e de 1,3% em dólares, por conta da apreciação de 0,6% do real, aos 174.185 pontos.
CSN Mineração foi o destaque positivo da semana (CMIN3, +7,7%), dando continuidade ao movimento das últimas semanas, impulsionado pela aceleração de seu programa de recompra de ações. Por outro lado, Hapvida (HAPV3, -12,8%) foi o destaque negativo, recuando junto com outras companhias do setor de saúde em meio ao aumento da cautela em relação aos resultados do 2T26. Leia o resumo da Bolsa.
Outro destaque da semana passada foi a Expert XP 2026, maior festival de investimentos do mundo. Na sexta-feira, o evento recebeu autoridades brasileiras, como Dario Durigan e Gabriel Galípolo, além de nomes internacionais. Veja os destaques aqui.
Renda Fixa
No comparativo semanal, os juros futuros encerraram a semana em alta. Nos EUA, os rendimentos das Treasuries avançaram ao longo da maior parte da semana, impulsionados pela escalada das tensões no Oriente Médio e pela disparada do petróleo, fatores que elevaram as preocupações com os impactos inflacionários e com uma possível postura mais cautelosa do Federal Reserve. Na sexta-feira, entretanto, sinais de negociações diplomáticas envolvendo o conflito entre Estados Unidos e Irã e o recuo do petróleo favoreceram um recuo parcial das taxas. Ainda assim, os rendimentos encerraram a semana em patamar superior ao observado na semana anterior. A T-note de 2 anos encerrou a 4,33% (+15 bps vs. semana anterior), a T-note de 10 anos a 4,68% (+13 bps) e o T-bond de 30 anos a 5,16% (+9 bps).
No Brasil, os juros futuros apresentaram elevada volatilidade ao longo da semana, acompanhando as oscilações do cenário externo. Na sexta-feira, a melhora da percepção de risco global favoreceu um forte fechamento das taxas, revertendo parte do movimento observado nos dias anteriores. Nesse contexto, o DI jan/27 encerrou a 13,96% (estável vs. semana anterior), o DI jan/29 a 14,46% (+12 bps) e o DI jan/31 a 14,63% (+10 bps).
Mercados globais
Nesta segunda-feira, os futuros nos EUA operam em forte alta (S&P 500: +1,0%; Nasdaq 100: +1,6%) após a redução das tensões entre Estados Unidos e Irã. O petróleo recua após a pausa não oficial nos confrontos entre os países, com o Brent caindo cerca de 11,5% em relação à sexta-feira, para US$ 85,68/barril, aliviando preocupações sobre inflação e oferta global. Assim, no setor de Energia, Chevron, ExxonMobil, ConocoPhillips, BP, Shell e TotalEnergies recuam acompanhando a queda do petróleo.
Na Europa, o Stoxx 600 sobe 0,7%, com alta generalizada entre os setores, enquanto o setor de energia fica pressionado. Na Ásia, o desempenho também foi positivo, com destaque para China (CSI 300: +1,2%; HSI: +1,0%) e Coreia (Kospi: +1,0%). Na semana, o foco se volta para ao balanços das Big Techs (Amazon, Apple, Meta e Microsoft), que serão decisivos para avaliar a continuidade dos elevados investimentos em inteligência artificial, além da reunião do Federal Reserve, cuja decisão será divulgada na quarta-feira. Confira o Top 5 temas globais.
IFIX
O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) registrou queda de 1,10% no acumulado da semana passada. Entre os principais segmentos, os FIIs de papel que compõem o índice apresentaram um desempenho de -1,20%, enquanto os fundos de tijolo registraram resultado de -1,19%. O reflexo mais relevante para a classe veio da curva de juros doméstica, que abriu ao longo do período, sobretudo nos vértices intermediários e longos. Além do canal do petróleo, pesou a redução das apostas em cortes adicionais da Selic após a reunião de agosto.
Entre os segmentos de tijolo, as maiores pressões vieram de shoppings (-1,27%) e lajes corporativas (-1,97%), seguidos por ativos logísticos (-0,95%). Os fundos de multiestratégia também tiveram desempenho negativo relevante (-1,13%).
Entre os destaques positivos do pregão de sexta-feira (24), sobressaíram DEVA11 (+2,2%), LIFE11 (+2,1%) e VRTA11 (+1,9%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por GZIT11 (-3,9%), BRCR11 (-2,6%) e RBRL11 (-2,1%).
Economia
Os Estados Unidos e o Irã completaram dois dias consecutivos sem ataques mútuos. Teerã declarou que manterá suas ofensivas suspensas enquanto a pausa norte-americana for preservada. O preço do petróleo (tipo Brent) recua nesta manhã para cerca de US$ 90 por barril, após ter superado brevemente US$ 100 na semana passada.
No Brasil, o Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias referente ao 3º bimestre não trouxe contingenciamento e reduziu o bloqueio de despesas em R$ 5,7 bilhões, para R$ 17,9 bilhões. Mantemos o cumprimento da meta como cenário-base. Além disso, entrou em vigor a nova sobretaxa de 12,5% aplicada pelos Estados Unidos a produtos brasileiros, que eleva a 37,5% a alíquota sobre parte das exportações.
Na agenda internacional desta semana, destaque para a decisão de política monetária do banco central (Fed) nos Estados Unidos, além do PIB do segundo trimestre e do índice PCE de junho (indicador de inflação favorito do Fed). No Brasil, serão divulgados o IPCA-15 e o IGP-M de julho, os principais dados de mercado de trabalho referentes a junho e as estatísticas fiscais, do balanço de pagamentos e do mercado de crédito.
Veja todos os detalhes
Economia
Estados Unidos e Irã suspendem ataques
- Os Estados Unidos e o Irã completaram dois dias consecutivos sem ataques mútuos, após Washington interromper, sem anúncio oficial, a sequência de 13 dias de bombardeios noturnos. Segundo o jornal New York Times, a decisão refletiu limitações logísticas das forças americanas na região, além do receio de que o conflito se amplie para outros países do Golfo. Já o embaixador dos Estados Unidos na ONU, Mike Waltz, minimizou essa avaliação e afirmou que Trump busca “dar espaço às negociações”. Segundo a Reuters, Teerã declarou que manterá suas ofensivas suspensas enquanto a pausa norte-americana for preservada. O preço do petróleo (tipo Brent) recua nesta manhã para cerca de US$ 90 por barril, após ter superado brevemente US$ 100 na semana passada;
- No Brasil, o Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias (RARDP) referente ao 3º bimestre não trouxe contingenciamento e reduziu o bloqueio de despesas em R$ 5,7 bilhões, para um total de R$ 17,9 bilhões. Publicado a cada dois meses pelo Poder Executivo, o documento atualiza as projeções de receitas e despesas do governo central. As receitas foram revisadas para cima, sobretudo em função do desempenho mais forte da arrecadação. Do lado da despesa, houve revisões para cima em crédito extraordinário e gastos discricionários e para baixo em benefícios previdenciários e BPC/LOAS, de modo que a projeção de despesa total subiu apenas R$ 4,0 bilhões. Com isso, a projeção de déficit primário do governo central em 2026 passou de R$ 60,3 bilhões para R$ 52,0 bilhões. Mantemos o cumprimento da meta como cenário-base e passamos a ver espaço para desbloqueios adicionais nos próximos relatórios bimestrais, embora as medidas de mitigação dos preços do petróleo permaneçam como fonte de risco;
- Entrou em vigor a nova sobretaxa de 12,5% aplicada pelos Estados Unidos a produtos brasileiros, resultado da investigação da Seção 301 sobre trabalho forçado, em substituição à tarifa global de 10%. Somada à sobretaxa de 25% que passou a valer na semana passada, parte das exportações brasileiras passa a pagar 37,5%. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, as medidas atingem US$ 9,3 bilhões em vendas ao mercado americano: a alíquota combinada de 37,5% alcança 16,5% das exportações brasileiras aos Estados Unidos, ou US$ 6,6 bilhões, ao passo que as novas tarifas da Seção 301 cobrem 23,1% da pauta e 52,7% permanece fora dessas sobretaxas. Máquinas e equipamentos, madeira, gorduras e óleos, calçados, móveis e confecções estão entre os itens afetados. As exportações brasileiras aos Estados Unidos recuaram de US$ 40,4 bilhões em 2024 para US$ 37,7 bilhões em 2025 e seguem em queda neste ano;
- Na agenda internacional desta semana, o destaque será a decisão de política monetária pelo Fed (banco central) nos Estados Unidos, para a qual se espera manutenção da taxa de referência. Além disso, o PIB do segundo trimestre e o índice PCE referente a junho – indicador de inflação favorito do Fed – serão publicados. No Japão e no Reino Unido, os respectivos bancos centrais também anunciarão suas decisões para a taxa básica de juros. Por fim, na Zona do Euro, haverá a divulgação do índice de preços ao consumidor (CPI) de julho e do PIB do segundo trimestre;
- No Brasil, agenda de indicadores cheia nesta semana. Do lado da inflação, o IPCA-15 e o IGP-M de julho serão divulgados, com alívio esperado em preços de combustíveis e alimentos. Além disso, os principais dados de mercado de trabalho referentes a junho, como a taxa de desocupação (PNAD Contínua) e a geração de empregos formais (Caged), serão conhecidos. A agenda também inclui estatísticas fiscais (resultados do governo central e do setor público consolidado), do balanço de pagamentos e do mercado de crédito – todos referentes a junho.
Empresas
SLC (SLCE3) | Prévia de resultados do 2T26: todos os olhos na estratégia de hedge
- Esperamos que a SLC apresente um conjunto misto de resultados, sustentado pelo avanço da colheita em regiões de maior produtividade e por volumes de venda mais fortes A/A;
- Esse efeito deve ser parcialmente compensado por preços realizados mais fracos em algumas culturas, especialmente algodão, à medida que a companhia continua comercializando estoques da safra 2024/25;
- Confira o relatório completo aqui.
MBRF (MBRF3) | Prévia dos resultados do 2T26: sólido, apesar da baixa visibilidade para o médio prazo
- Esperamos um trimestre sólido, sustentado por sazonalidade favorável e uma dinâmica de exportações mais forte em praticamente todas as operações;
- National Beef deve apresentar melhora sequencial, mas a principal discussão segue sendo a baixa visibilidade para oferta e demanda no 2S26;
- Na BRF, a normalização das margens de frango e a pressão em suínos devem ser compensadas por um ambiente de exportações favorável e pela forte rentabilidade da Sadia Halal;
- Apesar dos resultados positivos, a combinação de baixa visibilidade de lucros, alavancagem e volatilidade das ações deve continuar limitando uma reprecificação mais significativa do papel no curto prazo;
- Confira o relatório aqui.
Feedback da Reunião com o Diretor da ANEEL, Sr. Mosna
- Atualizações sobre temas-chave como Enel, Curtailment e a Agenda Regulatória das Distribuidoras de Energia
- Na última quarta-feira, realizamos uma reunião com o diretor da ANEEL, Sr. Fernando Mosna;
- O encontro teve foco em três temas principais: i) o debate em torno do processo de renovação/caducidade da concessão da Enel SP; ii) a CP45 e os possíveis caminhos para o tema do curtailment; e iii) a agenda regulatória para as distribuidoras;
- Nossas principais conclusões: i) o processo de caducidade da concessão da Enel SP avança, com expectativa de que a ANEEL delibere sobre a recomendação de caducidade em agosto/26, mas a decisão final ainda depende do MME;
- ii) embora o debate sobre curtailment deva se intensificar, a discussão ainda está longe de ser encerrada, e podemos ver mudanças na proposta atual apresentada na CP45;
- iii) a audiência pública sobre o Fator X pode passar por algumas evoluções em relação à proposta atual, e a audiência pública que discutirá perdas em áreas de alto risco e inadimplência regulatória deve ser divulgada em algum momento do 2S26;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Embraer (EMBJ3): Pedidos de Defesa impulsionam forte desempenho do backlog
- A Embraer reportou números operacionais positivos no 2T26, com backlog recorde de US$34,5 bilhões (+16% A/A)
- Continuando a proporcionar visibilidade de receitas até o fim da década, apesar das incertezas geopolíticas e da volatilidade dos preços de combustíveis;
- Esse desempenho foi sustentado por uma atividade saudável de pedidos em todas as divisões, com o book-to-bill LTM permanecendo acima de 1,0x em todo o portfólio;
- Defesa & Segurança se destacou, com o backlog aumentando de US$4,4 bilhões para US$6,1 bilhões e o book-to-bill atingindo 2,6x após o pedido dos Emirados Árabes Unidos de 10 C-390;
- Com base no aumento do backlog, o contrato implica um valor de aproximadamente US$180–190 milhões por aeronave;
- Sugerindo uma rentabilidade sólida para esses pedidos e validando ainda mais a crescente aceitação internacional e o posicionamento competitivo do C-390;
- Com os pedidos de Farnborough ainda a serem refletidos no backlog do próximo trimestre, continuamos vendo a carteira de pedidos da Embraer como um importante fator de redução de risco para os resultados futuros e o crescimento de lucros, reiterando nossa recomendação de Compra;
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Renda fixa
De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa
- Frango brasileiro fica suspenso na UE até novembro, dizem fontes (The AgriBiz);
- MP entra com ação contra Neoenergia Brasília por “falhas” no serviço (Agência Infra);
- Conselho da Brava dá parecer favorável à oferta pública da Ecopetrol (Valor Econômico);
- Governo deve abrir nova disputa com EUA por tarifaço na OMC (Valor Econômico).
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Alocação & Fundos
Principais notícias
Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
JSRE11 conclui aquisição das Torres I e II do WTorre Nações Unidas
- O JSRE11 concluiu a aquisição indireta de 100% das Torres I e II do WTorre Nações Unidas (Pinheiros/SP), via JSRI, por R$ 580 milhões (R$ 15.140/m²), somando 38,4 mil m² de ABL, 966 vagas e 15 locatários; a ABL própria do fundo passa a ~200 mil m² (99% em SP);
- Cap rate de entrada de 6,7% é pouco atrativo isoladamente, mas com a convergência dos aluguéis atuais (R$84/m²) à média de mercado (~R$166/m²), pode subir para 11%-13%, suportado pela vacância baixa (7,3%) e flight-to-price da Faria Lima;
- Rendimentos projetados sobem de R$0,48 para R$0,63/cota até 2029 (+31%), com R$0,52/cota já em 2026 (+8,3%) e DY anualizado de 10,5%;
- Ponto de atenção: cota subordinada do JSRI cai temporariamente (R$0,13→R$0,06/cota) antes de retomar crescimento; benefícios da tese dependem da execução das premissas projetadas;
- Avaliamos a operação como positiva qualitativamente;
- Acesse o link e entenda mais sobre a nossa visão
Fundos Imobiliários (FIIs)
- IFIX fecha sexta praticamente estável, mas registra recuo de 1,1% na semana (FIIs);
- Selic ainda elevada muda o jogo dos FIIs? Veja quais segmentos saem na frente (InfoMoney);
- Nos FIIs, o maior alfa está no mercado de escritórios (Metro Quadrado);
- Clique aqui para acessar o relatório.
ETFs: confira as principais notícias dos índices e movimentos setoriais
ETF Brief: Mercado brasileiro de ETFs acelera enquanto perdas do Trump Trade e saída de fluxos de Bitcoin reforçam busca por diversificação
- Brazil ETF Market Triples in Boom for New Latin America Funds. (Bloomberg)
- Trump Trade está se tornando uma aposta perdedora no mercado de ações (Valor)
- Kioxia Faces More Volatility as Leveraged ETFs Hit Japan Stocks (Bloomberg)
- Bitcoin ETFs End Inflow Streak as Fed Rate Concerns Mount (Bloomberg)
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ESG
ANP aprova consulta pública para discutir biodiesel e diesel verde no transporte marítimo | Café com ESG, 27/07
- O mercado encerrou a semana passada em território misto, com o Ibovespa avançando 0,18% e o ISE recuando 1,62%. Já o pregão de sexta-feira fechou em queda, com o IBOV e o ISE caindo 1,52% e 1,64%, respectivamente.
- No Brasil, a diretoria da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovou na última sexta a abertura de consulta pública para alinhar a regulação nacional a normas internacionais para combustíveis aquaviários – a proposta é facilitar o uso de biodiesel e diesel verde como alternativas ao bunker derivado de petróleo nas embarcações.
- No internacional, (i) a Iniciativa Cinturão e Rota (BRI), o principal programa de infraestrutura internacional de Xi Jinping (Presidente da China), elevou seu financiamento de energia verde ao recorde de US$ 20,1 bilhões no primeiro semestre de 2026, à medida que a guerra dos EUA no Irã impulsiona a demanda por energia renovável mais barata – o valor dos acordos de energia verde da BRI chinesa nos primeiros seis meses de 2026 já superaram o total registrado em todo o ano de 2025, segundo pesquisas da Universidade de Queensland (Austrália) e do Green Finance & Development Center (Xangai); e (ii) um iminente “super” El Niño deve causar um impacto financeiro combinado de US$ 10 bilhões a US$ 20 bilhões aos países africanos afetados e desencadeará migrações em massa a partir das áreas mais atingidas, afirmou o Banco Africano de Desenvolvimento (BAfD) – meteorologistas alertam que o fenômeno El Niño pode se tornar um dos mais intensos já registrados caso as atuais tendências de aquecimento do Oceano Pacífico persistam.
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
China acelera expansão de energias renováveis; Brasil destrava projetos de crédito de carbono em terras públicas | Brunch com ESG
- Pensando em melhor auxiliar os investidores, o Brunch com ESG é um relatório publicado todos os domingos pelo time ESG do Research da XP que busca destacar os principais tópicos da agenda na semana;
- Nesta semana, destacamos: (i) China deve atingir meta de energia renovável para 2030 com quatro anos de antecedência; e (ii) Governo do Brasil avança com marco para créditos de carbono em terras federais
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