IBOVESPA -0,17% | 176.975 Pontos
CÂMBIO -1,11% | 5,00/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa encerrou o pregão de segunda-feira em queda de 0,2%, aos 176.976 pontos, marcando a segunda baixa consecutiva e o menor nível de fechamento desde 20 de março. O índice foi pressionado principalmente por Vale, que recuou cerca de 2,0% acompanhando a queda do minério de ferro no exterior, e pela continuidade das tensões no Oriente Médio, que seguiram pesando sobre o apetite por risco global. A sessão teve viés negativo, com 47 dos 79 papéis do índice fechando em queda.
Na ponta positiva, Copasa (CSMG3, +3,5%) liderou os ganhos após o TCE-MG autorizar a venda de ações da companhia pelo governo de Minas Gerais no âmbito do processo de privatização. A CSN Mineração (CMIN3, -9,3%) registrou a maior queda do índice, pressionada pelo dia negativo para o minério de ferro no exterior.
Renda Fixa
Os juros futuros fecharam em queda na segunda-feira, em movimento de correção, apoiado pelo alívio parcial nas tensões entre Estados Unidos e Irã com a suspensão de um ataque planejado por Donald Trump, embora o ambiente ainda reflita prêmios de risco elevados e expectativa de Selic mais alta no Focus. Nos EUA, a T-note de 2 anos encerrou em 4,06% (-2 bps), a T-note de 10 anos em 4,60% (0 bps) e o T-bond de 30 anos em 5,13% (+1 bp). No Brasil, o DI jan/27 encerrou em 14,14% (-11 bps), o DI jan/29 em 14,00% (-18 bps) e o DI jan/31 em 14,13% (-13 bps). A curva de NTN-B apresentou abertura, com a B29 em 8,03% (vs. 7,98%), a B35 em 7,73% (vs. 7,67%) e a B50 em 7,20% (vs. 7,26%).
Mercados globais
Nesta terça-feira, os futuros nos EUA operam em queda (S&P 500: -0,4%; Nasdaq 100: -0,7%) após mais uma sessão de realização nas empresas de tecnologia. Seagate Technology caiu quase 7% após comentários do CEO levantarem dúvidas sobre a capacidade da indústria de expandir rapidamente a oferta para atender à demanda impulsionada por inteligência artificial, contaminando nomes como Micron Technology. No campo geopolítico, Donald Trump afirmou ter suspendido um ataque planejado ao Irã após pedidos de líderes do Oriente Médio, o que trouxe algum alívio aos preços do petróleo e ao sentimento de mercado.
Na Europa, as bolsas operam em alta (Stoxx 600: +0,8%), impulsionadas pelo alívio parcial nas tensões entre EUA e Irã após Trump sinalizar uma possível retomada das negociações. No Reino Unido, o mercado acompanha dados mais fracos de trabalho, com a taxa de desemprego subindo para 5,0%, acima das expectativas, reforçando preocupações sobre desaceleração econômica em meio aos impactos da guerra e dos preços elevados de energia.
Na China, as bolsas fecharam em alta (CSI 300: +0,4%; HSI: +0,5%), refletindo o recuo do petróleo e a melhora do cenário geopolítico. Investidores seguem monitorando a reunião entre Xi Jinping e Vladimir Putin em Pequim, além da evolução das negociações envolvendo o Irã. No Japão, o Nikkei caiu 0,4%, apesar de dados mostrarem crescimento anualizado de 2,1% do PIB japonês no primeiro trimestre, acima das expectativas.
IFIX
O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerrou em queda de 0,89% na segunda‑feira, aos 3.850,19 pontos, em um movimento de retração mais intenso ao longo de todo o pregão, refletindo um ambiente de maior cautela e pressão disseminada entre os ativos. A perda de 34,57 pontos em relação ao fechamento anterior reforça a perda de fôlego do índice na abertura da semana.
Entre os segmentos, os Fundos de Tijolo recuaram 0,78%, com destaque negativo para Lajes Corporativas (‑1,23%) e Shoppings (‑1,01%), além da queda em Ativos Logísticos (‑0,48%). Os Fundos de Recebíveis também tiveram desempenho mais fraco, com recuo de 1,03%, enquanto os Fundos Híbridos caíram 0,85%. Mesmo em um dia mais negativo, seguimos observando que o segmento de recebíveis tende a apresentar uma dinâmica mais defensiva ao longo de ciclos mais longos, especialmente em fundos de menor risco, que permanecem bem posicionados para o ambiente atual.
Sobressaíram RCRB11 (+2,0%), KIVO11 (+1,1%) e JSRE11 (+0,9%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por PVBI11 (-4,0%), HSML11 (-3,8%) e DEVA11 (-3,1%).
Economia
A sessão de segunda-feira foi marcada pelo impasse geopolítico em torno do Estreito de Ormuz, com Estados Unidos e Irã trocando propostas consideradas insuficientes por ambas as partes. Do ponto de vista dos ativos financeiros, porém, o principal vetor para os preços de mercado veio de uma declaração de Donald Trump no fim da tarde. O presidente afirmou que o ataque ao Irã, inicialmente previsto para hoje, não deverá ocorrer, uma vez que “negociações sérias estão em curso”. A sinalização contribuiu para aliviar o movimento de aversão ao risco observado ao longo do dia.
No Brasil, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) – proxy mensal do PIB – recuou 0,7% em março ante fevereiro, abaixo das expectativas (XP e Mercado: -0,4%). Apesar disso, o indicador cresceu 1,3% no 1º trimestre de 2026, o melhor resultado desde o 3º trimestre de 2024. A análise setorial mostrou alta disseminada no último trimestre. Nossa projeção para o crescimento do PIB em 2026 continua em 2,0%. O mercado de trabalho aquecido e um amplo conjunto de medidas governamentais de estímulo devem sustentar a demanda no curto prazo.
Além disso, o Boletim Focus do Banco Central trouxe revisão altista na projeção de mercado para a taxa Selic ao final de 2026. A mediana das expectativas subiu de 13,00% para 13,25%, após várias semanas de estabilidade. Para 2027 e 2028, as previsões continuaram em 11,25% e 10,00%, respectivamente. Enquanto isso, a mediana das projeções para o IPCA de 2026 subiu de 4,91% para 4,92% (estava em 4,80% há quatro semanas). Clique aqui para uma análise detalhada sobre a última divulgação do Boletim Focus.
Hoje, o destaque da agenda econômica será a decisão de política monetária na China. O consenso de mercado indica manutenção das taxas de juros de 1 ano e 5 anos em 3,0% e 3,5%, respectivamente. Dados de investimento estrangeiro direto na China e vendas de imóveis pendentes nos Estados Unidos (todos relativos a abril) também serão publicados. Nenhum indicador econômico relevante será divulgado no Brasil.
Veja todos os detalhes
Economia
Proxy do PIB do Brasil cresceu 1,3% no 1º trimestre
- A sessão de segunda-feira foi marcada pelo impasse geopolítico em torno do Estreito de Ormuz, com Estados Unidos e Irã trocando propostas consideradas insuficientes por ambas as partes. Do ponto de vista dos ativos financeiros, porém, o principal vetor para os preços de mercado veio de uma declaração de Donald Trump no fim da tarde. O presidente afirmou que o ataque ao Irã, inicialmente previsto para hoje, não deverá ocorrer, uma vez que “negociações sérias estão em curso”. A sinalização contribuiu para aliviar o movimento de aversão ao risco observado ao longo do dia. Nesse contexto, o preço do petróleo Brent devolveu os ganhos anteriores e encerrou a sessão em queda de 0,6%, a US$ 108,5 por barril;
- No Brasil, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) – proxy mensal do PIB – recuou 0,7% em março em comparação com fevereiro, abaixo das expectativas (XP e Mercado: -0,4%). Apesar disso, o indicador cresceu 1,3% no 1º trimestre de 2026, o melhor resultado desde o 3º trimestre de 2024. A análise setorial mostrou crescimento disseminado no último trimestre, mesmo com sinais negativos em março. Os dados do IBC-Br não são incluídos em nosso tracker (estimativa de alta-frequência) para o PIB. Isto posto, geralmente comparamos as taxas de variação trimestral entre os dois indicadores. Estimamos que o PIB tenha avançado 1,1% no 1º trimestre de 2026 em relação ao 4º trimestre de 2025. Nossa projeção para o crescimento do PIB em 2026 permanece em 2,0%. A renda real disponível às famílias continua em trajetória de alta, refletindo o mercado de trabalho aquecido e o aumento das transferências fiscais. Além disso, um amplo conjunto de medidas governamentais de estímulo deve sustentar a demanda no curto prazo. Novas iniciativas de crédito – incluindo a renegociação de dívidas das famílias (Desenrola 2.0) – tende a trazer alívio nos próximos meses. De acordo com nossos cálculos, o conjunto de medidas de estímulo pode adicionar mais de 1,0 p.p. à taxa de crescimento do PIB este ano;
- O Boletim Focus do Banco Central trouxe revisão altista na projeção de mercado para a taxa Selic ao final de 2026. A mediana das expectativas subiu de 13,00% para 13,25%, após várias semanas de estabilidade. Para 2027 e 2028, as previsões continuaram em 11,25% e 10,00%, respectivamente. O mercado enxerga menor espaço para flexibilização monetária no curto prazo, em linha com a piora no cenário de inflação. Neste sentido, a mediana das projeções para o IPCA de 2026 subiu de 4,91% para 4,92% (estava em 4,80% há quatro semanas). Para 2027, o atual horizonte relevante da política monetária, a mediana permaneceu em 4,00%; enquanto isso, a expectativa para a inflação de 2028 aumentou de 3,64% para 3,65%. Clique aqui para uma análise detalhada sobre a última divulgação do Boletim Focus.
Commodities
Mineração e Siderurgia | Papel e Celulose | Bens de Capital: Como se posicionar em meio ao aumento das incertezas macro
- As ações brasileiras permaneceram voláteis, com os recentes desdobramentos políticos domésticos se somando a uma percepção de risco global já elevada em meio às tensões em curso entre EUA e Irã;
- Embora a visibilidade sobre o caminho mais provável à frente seja baixa, vemos (i) riscos domésticos crescentes (que devem permanecer elevados ao longo do período eleitoral);
- Bem como (ii) uma desescalada mais lenta do que o esperado no conflito no Oriente Médio, como refletido em yields mais elevados nos EUA;
- Dito isso, nossa análise aponta Suzano, Klabin e WEG entre os nomes mais defensivos durante movimentos de risk-off global/doméstico, enquanto nomes de beta elevado, como CSN e Randoncorp, parecem melhor posicionados para outperform em um cenário mais risk-on no Brasil e no exterior;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Papel e Celulose: Preços de celulose sustentados por inflação de custos apesar de demanda mais fraca
- Na última semana, publicamos nosso Pulp & Paper Market Outlook para Mai’26, destacando inflação de custos e fraqueza da demanda como os principais temas para o mercado de celulose, com preços de BEKP estáveis na China em ~US$600-610/t diante da resistência dos compradores;
- Enquanto Europa e América do Norte permaneceram mais firmes, apoiadas por baixos estoques dos produtores e carteiras de pedidos resilientes;
- Apesar da demanda downstream fraca e das adições de capacidade na China limitarem o poder de precificação, custos mais elevados de cavaco/químicos e disrupções logísticas seguem sustentando os preços de celulose;
- Com custos de produtores integrados chineses estimados em ~US$538/t para madeira doméstica e ~US$560/t para madeira importada;
- Em relação aos dados recentes do setor, destacamos: (i) estoques de consumo de fibra curta na Europa avançaram +2% M/M em Abr’26 (-2% A/A), enquanto os estoques de fibra longa recuaram -5% M/M (+2% A/A) no mesmo período;
- E (ii) os preços líquidos de BHKP na China estão atualmente em US$606/t, com futuros de BHKP em US$608/t para Jun’26 (estáveis S/S), enquanto o NBSK está em US$670/t;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Empresas
Natura (NATU3) | Monitor de preços de beleza #27
- Há muito a destrinchar: novas campanhas, relançamento da Avon, análise de SHEGLAM/Wepink… Embora nenhuma mudança de preços tenha sido feita desde nossa última checagem, muita coisa está acontecendo, com os principais insights sendo:
- ii) alguns aumentos de preços podem vir no curto prazo após a mudança no regime de Substituição Tributária;
- iii) o GB está focando em melhorar a rentabilidade, possivelmente devido ao macro difícil e/ou como preparação antes da mudança da ST;
- iv) a NATU está tentando estimular a atividade das consultoras por meio de campanhas temáticas, enquanto o GB lançou recentemente algumas próprias;
- v) a estratégia omni dos players parece muito mais ajustada;
- e vi) os novos produtos da Avon estão recebendo feedback positivo, enquanto vemos consumidores ansiosos por novos lançamentos de cosméticos;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Renda fixa
De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa
- O mundo vai produzir menos milho. Para a SLC, o preço vai subir (The AgriBiz);
- Copasa tem aval do TCE para lançar oferta de privatização (Valor Econômico);
- Moody’s Ratings places Amaggi’s Ba3 ratings under review for downgrade (Moody’s);
- Moody’s Ratings downgrades CSN’s ratings to Caa1, negative outlook (Moody’s).
- Clique aqui para acessar o clipping.
Estratégia
XP Short Scout: Monitor de short selling no Brasil – 18/05/2026
- O short interest mediano do Ibovespa caiu 41 bps, para 6,5%. As posições em aberto recuaram para R$ 148,1 bilhões (-2,7%).
- O short interest de Brava Energia (BRAV3) subiu para 14,9% do seu free float, uma alta de 6,8 p.p. nas últimas duas semanas. Além disso, o days to cover avançou 157,1%, para 7,45. Por outro lado, sua taxa de aluguel permaneceu praticamente estável em 0,1%.
- A taxa de aluguel de Natura (NATU3) subiu significativamente para 44,9%, alta de 44,5 p.p. desde nosso último relatório. Ao mesmo tempo, seu short interest atingiu 13,4%, um avanço de 3,8 p.p. no mesmo período.
- Também destacamos o aumento da taxa de aluguel de Plano & Plano (PLPL3) para 17,8%, alta de 17,6 p.p. desde nossa última atualização. Ao mesmo tempo, o short interest da ação subiu para 27,0%, um avanço de 8,8 p.p.
- Outras ações para ficar de olho: AUAU3, BHIA3, BMGB4, JHSF3, MDNE3, MGLU3, TAEE11, TOTS3.
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Alocação & Fundos
Principais notícias
- Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
- IFIX cai 0,89% e fecha abaixo de 3.900 pontos na sessão (Suno);
- B3 registra recorde: 3,13 milhões investem em fundos imobiliários (Suno);
- Fundos imobiliários sofrem menos com a guerra? Entenda as oportunidades e os riscos (Valor Investe);
- Clique aqui para acessar o relatório.
- ETFs: confira as principais notícias dos índices e movimentos setoriais
- Busca por proteção dispara e ETFs “gringos” na B3 batem 2024 em apenas 4 meses: BDRs de ETFs movimentaram R$ 8,89 bi nos primeiros 4 meses de 2026, superando todo o ano de 2024. ETFs de ouro e prata concentraram 45% do volume (Infomoney);
- Bitcoin cai para faixa dos US$ 76 mil com saída de ETFs nos EUA: O movimento reforça a dificuldade da criptomoeda em sustentar preços acima dos US$ 80 mil, faixa que voltou a limitar a recuperação do ativo na semana passada (Valor Econômico);
- Investors Flock to Commodity ETFs as Iran War Fuels Energy Inflation: Investors poured ~$86M into the Invesco DB Commodity ETF (DBC) in a single day — the largest daily inflow since 2022 — as the US-Iran war drives energy inflation, mirroring the surge seen after Russia’s invasion of Ukraine. (Bloomberg);
- How to Invest in AI, Clean Energy and Other Megatrends: Guia introdutório explicando o que são ETFs temáticos — fundos que apostam em megatendências (IA, energia limpa, genômica etc.) cruzando setores — e como se diferenciam de ETFs setoriais tradicionais. Alerta para maior volatilidade, taxas mais altas e necessidade de horizonte de longo prazo. (etf.com).
- Acesse o relatório completo aqui
- Carteiras de Alocação PF: Mai/2026 (Atualização)
- Em caráter excepcional, estamos realizando uma redução tática e pontual de risco nas carteiras, revertendo parte das posições recentes em Renda Variável (Brasil e Global), após um período de forte valorização;
- A decisão também reflete um cenário global que se tornou mais desafiador, com juros em alta e inflação mais persistente, o que reduz a atratividade relativa de ativos de risco. No Brasil, o movimento também considera a ausência de novos catalisadores e o aumento recente das incertezas políticas;
- Os recursos estão sendo direcionados para caixa, elevando liquidez e preservando flexibilidade neste momento. O ajuste é tático e poderá ser revertido caso o cenário volte a melhorar.
- Acesse aqui o conteúdo completo.
ESG
Fazenda divulga hoje proposta inicial de cobertura setorial do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE) | Café com ESG, 19/05
- O mercado encerrou o pregão de segunda-feira em território negativo, com o IBOV e o ISE recuando 0,17% e 0,37%, respectivamente;
- No lado das empresas, a Omnia, do Patria Investimentos, acertou com a geradora renovável Casa dos Ventos o fornecimento de energia elétrica para o data center que está construindo no Brasil para a chinesa ByteDance, dona do TikTok, em acordo avaliado em cerca de US$ 2 bilhões – a primeira fase do projeto assinada pela ByteDance terá 200 megawatts (MW) de capacidade de TI e um consumo energético de cerca de 300 MW;
- Na política brasileira, (i) a Secretaria Extraordinária do Mercado de Carbono, do Ministério da Fazenda, apresentará nesta terça-feira (19) a proposta preliminar de definição da cobertura setorial do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE) – considerada uma das fases centrais da regulamentação do SBCE, a etapa vai indicar quais atividades econômicas estarão obrigadas a monitorar, relatar e verificar emissões de gases de efeito estufa; e (ii) o ministro da Fazenda, Dario Durigan, apresentará na reunião de ministros das Finanças e presidentes de Bancos Centrais do G7, hoje, em Paris, o objetivo do Brasil de atrair investimentos internacionais para a industrialização de minerais críticos no país – o objetivo é posicionar o Brasil como alternativa estratégica em um momento em que as nações desenvolvidas buscam meios para reduzir sua dependência da China no fornecimento de minerais, um dos temas centrais desse encontro do G7;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.

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