IBOVESPA +0,5% | 184.108 Pontos
CÂMBIO -0,3% | 4,89/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa encerrou a semana em queda de 1,7% em reais e 0,1% em dólares, fechando aos 184.108 pontos.
O destaque positivo foi Smart Fit (+17,1%), após a divulgação de seus resultados do 1T26 (veja mais detalhes aqui).
Na ponta negativa, Magazine Luiza (MGLU3, -13,1%) também reagiu aos seus resultados do 1T26 (veja mais detalhes aqui). Hoje, Energisa, MRV, Natura e Petrobras são alguns dos nomes que reportam hoje. Confira o resumo semanal da Bolsa.
Renda Fixa
No comparativo semanal, os juros futuros recuaram diante da combinação de um payroll mais forte, que indicou maior resiliência da atividade econômica, reduzindo a pressão por um novo aperto monetário pelo Fed, em um contexto de dólar em queda. Ainda assim, as tensões entre EUA e Irã permaneceram no radar, e o petróleo seguiu volátil. Nos EUA, a T Note de 2 anos encerrou em 3,89% (+1 bps vs. semana anterior), a T Note de 10 anos em 4,36% ( 2 bps) e o T Bond de 30 anos em 4,94% ( 4 bps). No Brasil, o DI jan/27 fechou em 14,04% ( 11 bps), o DI jan/29 em 13,50% ( 21 bps) e o DI jan/31 em 13,59% ( 15 bps).
Mercados globais
Nesta segunda-feira, os futuros nos EUA operam levemente no negativo (S&P 500: -0,1%; Nasdaq 100: -0,1%), após Donald Trump rejeitar a nova proposta iraniana para encerrar o conflito no Oriente Médio. O movimento ocorre depois de mais uma semana positiva para os mercados americanos. Ainda assim, o mercado continua sustentado por uma temporada de resultados forte e pela resiliência da tese de AI, especialmente no setor de semicondutores.
Na Europa, as bolsas operam em leve queda (Stoxx 600: -0,1%). O destaque negativo fica para o setor de defesa, que devolve parte da forte alta recente após sinais contraditórios sobre possíveis avanços diplomáticos tanto no Oriente Médio quanto na guerra da Ucrânia. O petróleo em alta mantém pressão sobre expectativas de inflação e atividade, enquanto investidores acompanham também a viagem de Trump à China nesta semana.
Na China, os mercados fecharam em alta (CSI 300: +1,6%; HSI: +0,1%), apesar de dados de inflação acima do esperado, refletindo o impacto da alta das commodities energéticas sobre os preços domésticos. Na Ásia, os mercados fecharam sem direção única, com destaque absoluto para a Coreia do Sul: o Kospi avançou +4,3% e renovou máximas históricas, impulsionado pela forte performance das empresas ligadas à AI e semicondutores. Leia os Top 5 temas globais da semana.
IFIX
O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerrou a semana com queda acumulada de 0,20%. Entre os principais segmentos, os FIIs de papel registraram desempenho de 0,20%, apesar de um pano de fundo relativamente mais favorável. Acreditamos que diante do cenário atual os FIIs de papel de risco baixo a moderado, predominantemente indexados ao IPCA+, permanecem bem posicionados para absorver os impactos de uma inflação mais elevada, refletindo a continuidade do conflito no Oriente Médio. Entendemos que as distribuições desses fundos devem seguir favorecidas por um IPCA mais alto no curto prazo, o que tende a aumentar sua atratividade relativa nos próximos meses.
Os fundos de tijolo apresentaram recuo de 0,37% na semana, pressionados principalmente pelos fundos de shoppings, que caíram 0,72%. Os fundos de lajes corporativas também encerraram o período no campo negativo, com queda de 0,13%. Apesar da performance recente, avaliamos que o segmento de escritórios atravessa um de seus melhores momentos sob a ótica fundamentalista, com absorções líquidas positivas há vários trimestres na cidade de São Paulo e quedas consistentes nas taxas de vacância.
Em sentido oposto, os fundos logísticos apresentaram desempenho positivo na semana. O segmento segue sustentado por fundamentos sólidos e se encontra em estágio mais avançado do ciclo imobiliário, apoiado por uma demanda consistente por espaços. Saiba mais.
Economia
Trump classificou como “totalmente inaceitável” a contraproposta iraniana para encerrar o conflito. O primeiro-ministro israelense Netanyahu também afirmou no fim de semana que o conflito “não acabou”. O preço do petróleo segue pressionado, com o Estreito de Ormuz praticamente fechado.
Nos Estados Unidos, o mercado de trabalho mostrou resiliência em abril, com criação de 115 mil vagas acima das expectativas. Na China, a inflação ao produtor atingiu o maior patamar em 45 meses, impulsionada pelo choque de energia da guerra.
Na agenda desta semana, destaque para o CPI e o PPI de abril nos Estados Unidos, além do IPCA de abril no Brasil, que deve registrar mais uma alta relevante.
Veja todos os detalhes
Economia
Trump rejeita contraproposta iraniana
- As negociações entre Estados Unidos e Irã seguem sem avanço concreto. Teerã enviou uma contraproposta ao plano americano para encerrar o conflito, exigindo o término dos combates em todas as frentes, compensação pelos danos de guerra e reafirmando o controle iraniano sobre o Estreito de Ormuz. Trump reagiu nas redes sociais em questão de horas, classificando a proposta como “totalmente inaceitável”. Paralelamente, o primeiro-ministro israelense Netanyahu afirmou em entrevista no fim de semana que o conflito “não acabou”, listando pendências como a retirada do urânio enriquecido do Irã e o desmantelamento de instalações nucleares. O preço de petróleo segue pressionado. O Estreito de Ormuz — rota por onde passa aproximadamente um quinto do petróleo mundial — permanece praticamente fechado, bloqueado simultaneamente pelos dois lados desde o início do conflito.
- Nos Estados Unidos, a economia criou 115 mil vagas em abril, acima da expectativa do mercado de 62 mil, segundo o relatório Nonfarm Payroll divulgado na sexta-feira. A taxa de desemprego permaneceu estável em 4,3%. O salário médio por hora subiu 3,6% em 12 meses. O resultado marca o segundo mês consecutivo de criação positiva de empregos — o melhor biênio em quase um ano — e reforça a resiliência do mercado de trabalho apesar dos custos elevados de energia decorrentes da guerra no Oriente Médio. O dado não altera a expectativa de manutenção dos juros para as próximas reuniões do Fed (banco central dos Estados Unidos).
- Na China, os dados de inflação de abril vieram acima das expectativas. O índice de preços ao produtor (PPI) subiu 2,8% em 12 meses, o maior patamar em 45 meses, bem acima da projeção do mercado de 1,6%, impulsionado pelo choque de energia decorrente da guerra no Oriente Médio — preços de mineração subiram 10,8% e os de extração de petróleo e gás, 28,6%. O índice de preços ao consumidor (CPI) avançou 1,2% na mesma base de comparação, também superando a expectativa de 0,9%, com a alta concentrada em combustíveis e gastos de viagem durante os feriados de trabalho. O núcleo da inflação, que exclui alimentos e energia, subiu 1,2%. A alta do PPI reflete predominantemente pressões de custo externas e não deve antecipar movimentos de política monetária pelo Banco Central chinês, dado que a demanda doméstica ainda mostra sinais de fraqueza.
- Na agenda desta semana, o destaque internacional fica por conta da divulgação dos índices de preços ao consumidor e ao produtor nos Estados Unidos, além dos dados de vendas no varejo e de produção industrial, todos referentes a abril. Nos Estados Unidos, o Senado também deve votar a confirmação de Kevin Warsh como presidente do Federal Reserve, em substituição a Jerome Powell, cujo mandato se encerra em 15 de maio. No Brasil, o IPCA de abril será divulgado e deve registrar mais uma alta relevante, em linha com a forte pressão de preços em alimentos e energia. Do lado da atividade econômica, o protagonismo fica com a Pesquisa Mensal de Serviços e a Pesquisa Mensal do Comércio, ambas referentes a março.
Empresas
Embraer (EMBJ3): Cadência de produção melhorando; rentabilidade recorrente ainda não acompanha
- Revisão do 1T26 A Embraer reportou resultados do 1T26 com leitura mista, com EBITDA ajustado de US$144 milhões, à medida que as iniciativas de nivelamento de produção começam a se materializar na cadência de entregas, embora isso ainda não esteja se traduzindo em margens recorrentes mais altas;
- A receita líquida cresceu em ritmo de dois dígitos em todos os segmentos, atingindo US$1,45 bilhão (+31% A/A), com destaques para Defesa & Segurança (+63% A/A), seguida por Aviação Comercial (+45% A/A) e Aviação Executiva (+30% A/A);
- A margem EBITDA ajustada foi de 9,9%, beneficiada por US$25 milhões de itens não recorrentes em Defesa & Segurança, que compensaram uma rentabilidade mais fraca em Aviação Comercial e Executiva — ajustando por esses itens, a margem EBIT ajustada recorrente ficou em ~5,7%, amplamente em linha A/A, com a alavancagem operacional esperada ainda sem se materializar;
- Olhando à frente, a isenção tarifária nos EUA remove um vento contrário embutido no guidance de 2026 e, se mantida, cria opcionalidade de upside para margens, em nossa visão;
- Embora estejamos monitorando a trajetória subjacente de margens ao longo do ano, não acreditamos que os resultados de hoje impliquem mudanças materiais em nossa perspectiva de lucros para FY2026, com EMBJ3 em -9% agora nos parecendo uma reação exagerada, em nossa visão;
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JHSF (JHSF3): EBITDA forte impulsionado por shoppings e real estate
- A JHSF apresentou resultados sólidos no 1T26, com crescimento da receita para R$ 517 milhões (+33% A/A; +10% vs. XPe), impulsionado pelo desempenho robusto dos shoppings e do segmento imobiliário. O EBITDA ajustado atingiu R$ 251 milhões (+21% A/A), sustentado pelo crescimento do topo da DRE, ainda que com compressão de margem de 2,4 p.p. A/A (+3,9 p.p. vs. XPe);
- O lucro líquido ajustado chegou a R$ 119 milhões (excluindo efeitos de valor justo e impostos diferidos), +67% A/A e 15% acima da XPe. De forma geral, destacamos a resiliência dos segmentos de renda recorrente, os resultados acima do esperado em shoppings e o forte avanço em desenvolvimento imobiliário;
- Reiteramos a recomendação de COMPRA, sustentada por menor risco de execução nos segmentos recorrentes e pela maturação dos investimentos recentes de capex;
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Plano&Plano (PLPL3): Resultados fracos pressionados por Pode Entrar
- A Plano&Plano apresentou resultados fracos no 1T26. Pelo lado positivo, o crescimento robusto da receita (+21% A/A) foi impulsionado por melhor desempenho de vendas e maior reconhecimento de PoC. Pelo lado negativo, a margem bruta ajustada recuou para 29,4% (–4,6 p.p. A/A; –0,7 p.p. T/T), explicada por maiores descontos para acelerar o SoS (speed of sales) e por margens fracas no Pode Entrar;
- Além disso, o EBITDA somou R$ 76 milhões (–26% A/A; –57% T/T), 18% abaixo da XPe, com margem de 10,3%. Por fim, o lucro líquido atingiu R$ 40,8 milhões (–39% A/A; –69% T/T), 27% abaixo da XPe, embora o ROE LTM de 36% siga como ponto positivo. A dívida líquida chegou a R$ 68,7 milhões;
- Esperamos melhora das margens à frente, à medida que o Pode Entrar perde relevância no reconhecimento de receitas, e reiteramos Compra, sustentados por valuation atrativo (4,1x P/L 2026);
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B3 (B3SA3): Trimestre recorde com atividade robusta e forte alavancagem operacional
- A B3 apresentou um 1T26 forte, apesar de os resultados terem ficado levemente abaixo das nossas estimativas acima do consenso, beneficiados por tendências saudáveis na maioria das linhas de negócio.
- A Receita Líquida atingiu R$2,9 bn (+20,3% A/A; -1,2% vs. XPe), sustentada por maior atividade em Renda Variável e Derivativos, enquanto as receitas recorrentes também continuaram a crescer, especialmente em Soluções para o Mercado de Capitais, Trillia e Tecnologia & Plataformas.
- A alavancagem operacional permaneceu forte, levando o EBITDA Recorrente a R$2,1 bn (+23,9% A/A; -1,4% vs. XPe), com expansão de margem de 207 bps A/A para 71,6%.
- Como resultado, o Lucro Líquido Recorrente alcançou R$1,5 bn (+33,1% A/A; -1,1% vs. XPe), apoiado por melhor desempenho operacional e resultado financeiro mais forte.
- No geral, avaliamos o trimestre de forma positiva.
- A B3 se beneficiou de um ambiente de mercado mais favorável, mas também demonstrou execução sólida, diversificação de receitas e controle disciplinado de custos, reforçando a qualidade e a sustentabilidade da recuperação dos lucros.
- Contudo, dado que os resultados fortes ficaram amplamente em linha com o consenso, não esperamos uma reação material no preço das ações da B3 amanhã.
- Confira o relatório completo aqui.
BR Partners (BRBI11): Receitas resilientes, com escolhas estratégicas de custos pressionando os resultados
- O BR Partners reportou resultados mais fracos no 1T26, trimestre marcado por atrasos no reconhecimento de receitas de negócios recentemente executados, maiores despesas com pessoal e um ambiente macro mais desafiador.
- O lucro líquido totalizou R$37,7 mn (‑15,3% T/T, ‑12,6% A/A e ‑4,9% vs. nossa estimativa abaixo do consenso), uma vez que o forte aumento das despesas com pessoal (+30,3% vs. XPe) mais do que compensou o beat de receitas (+16,7% vs. XPe).
- Embora isso reflita uma escolha estratégica de reforçar o capital humano da franquia — e não uma pior disciplina de custos —, resultou em um descasamento temporário entre custos e reconhecimento de receitas, levando o ROAE a 19,1% (-330 bps T/T).
- Operacionalmente, os níveis de atividade seguem construtivos, com a frente de Capital Solutions ativa, desempenho sólido em Tesouraria e Wealth Management com WuA atingindo R$6,1 bn (+10% A/A).
- À frente, no entanto, inflação e juros mais altos elevam o risco de execução e adicionam incerteza à conversão de negócios em 2026.
- Nesse contexto, caso os investimentos atuais levem mais tempo para se traduzirem em maior geração de receitas, podemos observar risco de revisão para os lucros de 2026.
- Confira o relatório completo aqui.
Caixa Seguridade (CXSE3): Trimestre forte, com crescimento saudável e rentabilidade sólida
- A Caixa Seguridade entregou mais um trimestre forte no 1T26, com resultados levemente acima das nossas estimativas e tendências saudáveis na maioria das linhas de negócio.
- As Receitas Operacionais alcançaram R$1,5 bn (+10,3% A/A), 1,5% acima da XPe, impulsionadas por maior resultado das investidas, especialmente nos negócios de Seguro Habitacional, Previdência, Capitalização e Consórcios.
- O Lucro Líquido Gerencial totalizou R$1,1 bn (+13,2% A/A), 1,6% acima da XPe, enquanto o ROE permaneceu excepcionalmente elevado, em 65,9%.
- Operacionalmente, o seguro habitacional continuou a se beneficiar do crescimento da carteira de crédito imobiliário da Caixa, enquanto as reservas de Previdência atingiram R$206,8 bn (+15,6% A/A), com entradas líquidas positivas de R$1,3 bn.
- A capitalização também seguiu como destaque, registrando o quinto trimestre consecutivo de recorde em arrecadação.
- Em rentabilidade, os índices de sinistralidade melhoraram em todos os segmentos de seguros, sustentando uma melhora de 3,1 p.p. A/A no Índice Combinado.
- No geral, avaliamos o trimestre de forma positiva.
- A Caixa Seguridade segue combinando crescimento operacional resiliente, alta rentabilidade e forte geração de dividendos, reforçando o perfil defensivo e gerador de caixa da tese.
- Confira o relatório completo aqui.
Copasa (CSMG3)| Resultados fracos no 1T26; privatização permanece como principal driver
- Atraso no Reajuste Tarifário e Inadimplência Explicam o Miss
- A Copasa reportou resultados fracos no 1T26, com um EBITDA ajustado de R$ 750 milhões (excluindo receitas não faturadas de +R$ 40 milhões), frente à nossa estimativa de R$ 820 milhões (miss de 9%);
- O desvio é explicado principalmente pelo ajuste mencionado de receitas não faturadas e por uma inadimplência maior do que o esperado, que ficou 33% acima da XPe (R$ 73 milhões vs. R$ 55 milhões);
- As receitas líquidas ajustadas ficaram 2% abaixo da XPe, com um leve miss em volumes e tarifas (-1% vs. XPe em ambos os itens);
- Temperaturas mais amenas e o atraso na implementação do reajuste tarifário foram os principais fatores;
- Custos variáveis e opex vieram amplamente em linha;
- Abaixo da linha de EBITDA, menores despesas financeiras líquidas do que o esperado e uma alíquota efetiva de imposto mais baixa levaram a um lucro líquido 30% acima da nossa estimativa;
- Esperamos uma reação neutra do mercado, já que todas as atenções seguem voltadas para o potencial processo de privatização;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Renda fixa
De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa
- Lavoro obtém proteção contra execução de credores (The AgriBiz);
- Light, de concessão renovada, investirá R$ 10 bi em cinco anos (Valor Econômico);
- Raízen e credores buscam consenso, e nova proposta deverá ser apresentada nos próximos dias (Valor Econômico);
- Moody’s Local Brasil rebaixa ratings da Enel Distribuição São Paulo para AA.br; perspectiva negativa (Moody’s Local);
- Clique aqui para acessar o clipping.
Estratégia
Prévia do rebalanceamento do MSCI Brazil
- No dia 12 de maio, a MSCI anunciará as mudanças em seus índices globais que entrarão em vigor em 1º de junho. Esperamos a inclusão de Aura Minerals (AURA33) e as ações ordinárias de Itaú Unibanco (ITUB3) no MSCI Brazil, e não esperamos exclusões.
- A capitalização de mercado de ambas as companhias está acima do patamar estimado para inclusão no índice, e elas também atendem aos demais critérios de liquidez e free float mínimo.
- Os atuais constituintes do índice também cumprem os requisitos de permanência de acordo com as regras de continuidade, embora a Stone (STOC34) seja atualmente a menor empresa do índice e esteja próxima do limite mínimo.
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Alocação & Fundos
Principais notícias
- Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
- Em breve.
- RBR Rendimentos High Grade (RBRR11) | Crédito defensivo, proteção inflacionária e retorno atrativo
- Reiteramos a nossa recomendação de COMPRA, fundamentada nos seguintes pilares:
- Gestão experiente e qualificada;
- Carteira de crédito com perfil defensivo e proteção inflacionária;
- Nível de negociação e carrego atrativos, com múltiplo VM/VP de 0,91x e rentabilidade implícita líquida de taxas próxima de IPCA + 9,2% a.a.;
- Potenciais benefícios associados a um eventual processo de consolidação no radar;
- Clique aqui para mais informações.
- PMLL11 intensifica gestão ativa e movimenta o mercado novamente
- O PMLL11 assinou um Memorando de Entendimento para a venda de 40% do Shopping Park Sul por cerca de R$ 159,5 milhões, operação que combina recebimento em caixa, parcelas corrigidas pelo IPCA e permuta por participação no Shopping Taboão;
- Paralelamente, o fundo avalia a aquisição de 13,33% do Shopping Curitiba, ativo de alta qualidade, em transação conjunta com outros investidores, reforçando o reposicionamento do portfólio para empreendimentos mais resilientes;
- Avaliamos como positivas tanto a venda do Shopping Park Sul, combinada ao aumento de exposição ao Shopping Taboão, quanto a potencial aquisição de participação no Shopping Curitiba;
- Clique aqui para mais informações.
- ETFs: confira as principais notícias dos índices e movimentos setoriais
- ETF ligado a empresas de tecnologia subiu mais de 25% em um mês; veja qual: O ETF CHIP11, focado em empresas globais de semicondutores, subiu mais de 26% no mês impulsionado por alívio nas tensões geopolíticas e fortes resultados de companhias de tecnologia, evidenciando como ETFs temáticos ligados a IA e chips vêm capturando o desempenho do setor de tecnologia. (Valor Investe);
- BlackRock Says Emerging Market Bonds Are Headed for Strong Year: BlackRock projects a strong year for emerging-market bonds, driven by a weaker dollar and better financing conditions, which supports the outlook for fixed income ETFs linked to EM debt, especially local-currency strategies that could deliver higher returns. (Bloomberg);
- BlackRock South Korea ETF Sees Record Exodus as AI Stocks Soar: Investors withdrew a record US$ 409 million from the EWY ETF, despite a strong rally in South Korean equities driven by AI-related stocks, suggesting profit-taking and rotation even as ETFs provide exposure to high-performing tech-driven markets. (Bloomberg);
- Global equity funds draw inflows for the seventh week on earnings optimism: lobal equity funds attracted inflows for a seventh straight week in the period through May 6, supported by upbeat first quarter earnings and hopes for a U.S.-Iran peace agreement. (Reuters).
- Acesse o relatório completo aqui
ESG
Agenda política do Brasil em foco: Avanço em minerais críticos e mandato de mistura de biometano | Brunch com ESG
- Pensando em melhor auxiliar os investidores, o Brunch com ESG é um relatório publicado todos os domingos pelo time ESG do Research da XP que busca destacar os principais tópicos da agenda na semana;
- Nesta semana, destacamos: (i) Câmara dos Deputados aprova marco legal de minerais críticos; e (ii) Brasil define meta de mistura de biometano no gás natural em 0,5% (vs. 1% anteriormente);
- Clique aqui pera ler o conteúdo completo.
Coalizão Aberta de Mercados Regulados de Carbono, criada na COP30, avança em sua governança | Café com ESG, 11/05
- O mercado encerrou a semana passada em território misto, com o Ibovespa caindo 1,7%, enquanto o ISE andou de lado (-0,07%). Já o pregão de sexta-feira fechou em alta, com o IBOV e o ISE subindo 0,49% e 0,69%, respectivamente;
- No Brasil, de acordo com a ABVE, à medida que o interesse do consumidor brasileiro por carros híbridos e elétricos aumenta, a maior parte das montadoras que produzem no Brasil perde espaço no mercado, enquanto os chineses ganham destaque – de janeiro a abril foram vendidos 659,5 mil automóveis, o que representou aumento de 19,4% vs. o primeiro quadrimestre de 2025, com as vendas de veículos vindos da China crescendo 81,6% no mesmo período;
- No internacional, (i) a Coalizão Aberta de Mercados Regulados de Carbono teve um avanço na última semana, após Brasil, China e União Europeia aprovarem a governança do grupo e as regras para adesão formal à iniciativa – o passo é importante para dar início de fato a uma das agendas aprovadas durante a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de Belém (COP30); e (ii) a capacidade de projetos de geração renovável com baterias acopladas na Europa deve aumentar mais de 450% até 2030, segundo relatório divulgado pela Aurora Energy Research – a alemanha foi apontada como o país mais atrativo para a construção desses projetos;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.

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