XP Expert

Tensão no Irã e resultado da Petrobras em destaque hoje; saiba o que esperar nesta semana

Resultados do 1T26 e tensões geopolíticas são alguns dos temas de maior destaque nesta segunda-feira, 11/05/2026

Compartilhar:

  • Compartilhar no Facebook
  • Compartilhar no X
  • Compartilhar no Whatsapp
  • Compartilhar no LinkedIn
  • Compartilhar via E-mail
YA_2026_Banner_Intratexto_-_download[1]Onde Investir 2026 mobile

Ouça no Spreaker


IBOVESPA +0,5% | 184.108 Pontos

CÂMBIO -0,3% | 4,89/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa encerrou a semana em queda de 1,7% em reais e 0,1% em dólares, fechando aos 184.108 pontos.

O destaque positivo foi Smart Fit (+17,1%), após a divulgação de seus resultados do 1T26 (veja mais detalhes aqui).

Na ponta negativa, Magazine Luiza (MGLU3, -13,1%) também reagiu aos seus resultados do 1T26 (veja mais detalhes aqui). Hoje, Energisa, MRV, Natura e Petrobras são alguns dos nomes que reportam hoje. Confira o resumo semanal da Bolsa.

Renda Fixa

No comparativo semanal, os juros futuros recuaram diante da combinação de um payroll mais forte, que indicou maior resiliência da atividade econômica, reduzindo a pressão por um novo aperto monetário pelo Fed, em um contexto de dólar em queda. Ainda assim, as tensões entre EUA e Irã permaneceram no radar, e o petróleo seguiu volátil. Nos EUA, a T Note de 2 anos encerrou em 3,89% (+1 bps vs. semana anterior), a T Note de 10 anos em 4,36% ( 2 bps) e o T Bond de 30 anos em 4,94% ( 4 bps). No Brasil, o DI jan/27 fechou em 14,04% ( 11 bps), o DI jan/29 em 13,50% ( 21 bps) e o DI jan/31 em 13,59% ( 15 bps).

Mercados globais

Nesta segunda-feira, os futuros nos EUA operam levemente no negativo (S&P 500: -0,1%; Nasdaq 100: -0,1%), após Donald Trump rejeitar a nova proposta iraniana para encerrar o conflito no Oriente Médio. O movimento ocorre depois de mais uma semana positiva para os mercados americanos. Ainda assim, o mercado continua sustentado por uma temporada de resultados forte e pela resiliência da tese de AI, especialmente no setor de semicondutores.

Na Europa, as bolsas operam em leve queda (Stoxx 600: -0,1%). O destaque negativo fica para o setor de defesa, que devolve parte da forte alta recente após sinais contraditórios sobre possíveis avanços diplomáticos tanto no Oriente Médio quanto na guerra da Ucrânia. O petróleo em alta mantém pressão sobre expectativas de inflação e atividade, enquanto investidores acompanham também a viagem de Trump à China nesta semana.

Na China, os mercados fecharam em alta (CSI 300: +1,6%; HSI: +0,1%), apesar de dados de inflação acima do esperado, refletindo o impacto da alta das commodities energéticas sobre os preços domésticos. Na Ásia, os mercados fecharam sem direção única, com destaque absoluto para a Coreia do Sul: o Kospi avançou +4,3% e renovou máximas históricas, impulsionado pela forte performance das empresas ligadas à AI e semicondutores. Leia os Top 5 temas globais da semana.

IFIX

O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerrou a semana com queda acumulada de 0,20%. Entre os principais segmentos, os FIIs de papel registraram desempenho de 0,20%, apesar de um pano de fundo relativamente mais favorável. Acreditamos que diante do cenário atual os FIIs de papel de risco baixo a moderado, predominantemente indexados ao IPCA+, permanecem bem posicionados para absorver os impactos de uma inflação mais elevada, refletindo a continuidade do conflito no Oriente Médio. Entendemos que as distribuições desses fundos devem seguir favorecidas por um IPCA mais alto no curto prazo, o que tende a aumentar sua atratividade relativa nos próximos meses.

Os fundos de tijolo apresentaram recuo de 0,37% na semana, pressionados principalmente pelos fundos de shoppings, que caíram 0,72%. Os fundos de lajes corporativas também encerraram o período no campo negativo, com queda de 0,13%. Apesar da performance recente, avaliamos que o segmento de escritórios atravessa um de seus melhores momentos sob a ótica fundamentalista, com absorções líquidas positivas há vários trimestres na cidade de São Paulo e quedas consistentes nas taxas de vacância.

Em sentido oposto, os fundos logísticos apresentaram desempenho positivo na semana. O segmento segue sustentado por fundamentos sólidos e se encontra em estágio mais avançado do ciclo imobiliário, apoiado por uma demanda consistente por espaços. Saiba mais.

Economia

Trump classificou como “totalmente inaceitável” a contraproposta iraniana para encerrar o conflito. O primeiro-ministro israelense Netanyahu também afirmou no fim de semana que o conflito “não acabou”. O preço do petróleo segue pressionado, com o Estreito de Ormuz praticamente fechado.

Nos Estados Unidos, o mercado de trabalho mostrou resiliência em abril, com criação de 115 mil vagas acima das expectativas. Na China, a inflação ao produtor atingiu o maior patamar em 45 meses, impulsionada pelo choque de energia da guerra.

Na agenda desta semana, destaque para o CPI e o PPI de abril nos Estados Unidos, além do IPCA de abril no Brasil, que deve registrar mais uma alta relevante.

Veja todos os detalhes

Economia

Trump rejeita contraproposta iraniana

  • As negociações entre Estados Unidos e Irã seguem sem avanço concreto. Teerã enviou uma contraproposta ao plano americano para encerrar o conflito, exigindo o término dos combates em todas as frentes, compensação pelos danos de guerra e reafirmando o controle iraniano sobre o Estreito de Ormuz. Trump reagiu nas redes sociais em questão de horas, classificando a proposta como “totalmente inaceitável”. Paralelamente, o primeiro-ministro israelense Netanyahu afirmou em entrevista no fim de semana que o conflito “não acabou”, listando pendências como a retirada do urânio enriquecido do Irã e o desmantelamento de instalações nucleares. O preço de petróleo segue pressionado. O Estreito de Ormuz — rota por onde passa aproximadamente um quinto do petróleo mundial — permanece praticamente fechado, bloqueado simultaneamente pelos dois lados desde o início do conflito.
  • Nos Estados Unidos, a economia criou 115 mil vagas em abril, acima da expectativa do mercado de 62 mil, segundo o relatório Nonfarm Payroll divulgado na sexta-feira. A taxa de desemprego permaneceu estável em 4,3%. O salário médio por hora subiu 3,6% em 12 meses. O resultado marca o segundo mês consecutivo de criação positiva de empregos — o melhor biênio em quase um ano — e reforça a resiliência do mercado de trabalho apesar dos custos elevados de energia decorrentes da guerra no Oriente Médio. O dado não altera a expectativa de manutenção dos juros para as próximas reuniões do Fed (banco central dos Estados Unidos).
  • Na China, os dados de inflação de abril vieram acima das expectativas. O índice de preços ao produtor (PPI) subiu 2,8% em 12 meses, o maior patamar em 45 meses, bem acima da projeção do mercado de 1,6%, impulsionado pelo choque de energia decorrente da guerra no Oriente Médio — preços de mineração subiram 10,8% e os de extração de petróleo e gás, 28,6%. O índice de preços ao consumidor (CPI) avançou 1,2% na mesma base de comparação, também superando a expectativa de 0,9%, com a alta concentrada em combustíveis e gastos de viagem durante os feriados de trabalho. O núcleo da inflação, que exclui alimentos e energia, subiu 1,2%. A alta do PPI reflete predominantemente pressões de custo externas e não deve antecipar movimentos de política monetária pelo Banco Central chinês, dado que a demanda doméstica ainda mostra sinais de fraqueza.
  • Na agenda desta semana, o destaque internacional fica por conta da divulgação dos índices de preços ao consumidor e ao produtor nos Estados Unidos, além dos dados de vendas no varejo e de produção industrial, todos referentes a abril. Nos Estados Unidos, o Senado também deve votar a confirmação de Kevin Warsh como presidente do Federal Reserve, em substituição a Jerome Powell, cujo mandato se encerra em 15 de maio. No Brasil, o IPCA de abril será divulgado e deve registrar mais uma alta relevante, em linha com a forte pressão de preços em alimentos e energia. Do lado da atividade econômica, o protagonismo fica com a Pesquisa Mensal de Serviços e a Pesquisa Mensal do Comércio, ambas referentes a março.


Empresas

Embraer (EMBJ3): Cadência de produção melhorando; rentabilidade recorrente ainda não acompanha

  • Revisão do 1T26 A Embraer reportou resultados do 1T26 com leitura mista, com EBITDA ajustado de US$144 milhões, à medida que as iniciativas de nivelamento de produção começam a se materializar na cadência de entregas, embora isso ainda não esteja se traduzindo em margens recorrentes mais altas;
  • A receita líquida cresceu em ritmo de dois dígitos em todos os segmentos, atingindo US$1,45 bilhão (+31% A/A), com destaques para Defesa & Segurança (+63% A/A), seguida por Aviação Comercial (+45% A/A) e Aviação Executiva (+30% A/A);
  • A margem EBITDA ajustada foi de 9,9%, beneficiada por US$25 milhões de itens não recorrentes em Defesa & Segurança, que compensaram uma rentabilidade mais fraca em Aviação Comercial e Executiva — ajustando por esses itens, a margem EBIT ajustada recorrente ficou em ~5,7%, amplamente em linha A/A, com a alavancagem operacional esperada ainda sem se materializar;
  • Olhando à frente, a isenção tarifária nos EUA remove um vento contrário embutido no guidance de 2026 e, se mantida, cria opcionalidade de upside para margens, em nossa visão;
  • Embora estejamos monitorando a trajetória subjacente de margens ao longo do ano, não acreditamos que os resultados de hoje impliquem mudanças materiais em nossa perspectiva de lucros para FY2026, com EMBJ3 em -9% agora nos parecendo uma reação exagerada, em nossa visão;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

JHSF (JHSF3): EBITDA forte impulsionado por shoppings e real estate

  • A JHSF apresentou resultados sólidos no 1T26, com crescimento da receita para R$ 517 milhões (+33% A/A; +10% vs. XPe), impulsionado pelo desempenho robusto dos shoppings e do segmento imobiliário. O EBITDA ajustado atingiu R$ 251 milhões (+21% A/A), sustentado pelo crescimento do topo da DRE, ainda que com compressão de margem de 2,4 p.p. A/A (+3,9 p.p. vs. XPe);
  • O lucro líquido ajustado chegou a R$ 119 milhões (excluindo efeitos de valor justo e impostos diferidos), +67% A/A e 15% acima da XPe. De forma geral, destacamos a resiliência dos segmentos de renda recorrente, os resultados acima do esperado em shoppings e o forte avanço em desenvolvimento imobiliário;
  • Reiteramos a recomendação de COMPRA, sustentada por menor risco de execução nos segmentos recorrentes e pela maturação dos investimentos recentes de capex;
  • • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Plano&Plano (PLPL3): Resultados fracos pressionados por Pode Entrar

  • A Plano&Plano apresentou resultados fracos no 1T26. Pelo lado positivo, o crescimento robusto da receita (+21% A/A) foi impulsionado por melhor desempenho de vendas e maior reconhecimento de PoC. Pelo lado negativo, a margem bruta ajustada recuou para 29,4% (–4,6 p.p. A/A; –0,7 p.p. T/T), explicada por maiores descontos para acelerar o SoS (speed of sales) e por margens fracas no Pode Entrar;
  • Além disso, o EBITDA somou R$ 76 milhões (–26% A/A; –57% T/T), 18% abaixo da XPe, com margem de 10,3%. Por fim, o lucro líquido atingiu R$ 40,8 milhões (–39% A/A; –69% T/T), 27% abaixo da XPe, embora o ROE LTM de 36% siga como ponto positivo. A dívida líquida chegou a R$ 68,7 milhões;
  • Esperamos melhora das margens à frente, à medida que o Pode Entrar perde relevância no reconhecimento de receitas, e reiteramos Compra, sustentados por valuation atrativo (4,1x P/L 2026);
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

B3 (B3SA3): Trimestre recorde com atividade robusta e forte alavancagem operacional

  • A B3 apresentou um 1T26 forte, apesar de os resultados terem ficado levemente abaixo das nossas estimativas acima do consenso, beneficiados por tendências saudáveis na maioria das linhas de negócio.
  • A Receita Líquida atingiu R$2,9 bn (+20,3% A/A; -1,2% vs. XPe), sustentada por maior atividade em Renda Variável e Derivativos, enquanto as receitas recorrentes também continuaram a crescer, especialmente em Soluções para o Mercado de Capitais, Trillia e Tecnologia & Plataformas.
  • A alavancagem operacional permaneceu forte, levando o EBITDA Recorrente a R$2,1 bn (+23,9% A/A; -1,4% vs. XPe), com expansão de margem de 207 bps A/A para 71,6%.
  • Como resultado, o Lucro Líquido Recorrente alcançou R$1,5 bn (+33,1% A/A; -1,1% vs. XPe), apoiado por melhor desempenho operacional e resultado financeiro mais forte.
  • No geral, avaliamos o trimestre de forma positiva.
  • A B3 se beneficiou de um ambiente de mercado mais favorável, mas também demonstrou execução sólida, diversificação de receitas e controle disciplinado de custos, reforçando a qualidade e a sustentabilidade da recuperação dos lucros.
  • Contudo, dado que os resultados fortes ficaram amplamente em linha com o consenso, não esperamos uma reação material no preço das ações da B3 amanhã.
  • Confira o relatório completo aqui.

BR Partners (BRBI11): Receitas resilientes, com escolhas estratégicas de custos pressionando os resultados

  • O BR Partners reportou resultados mais fracos no 1T26, trimestre marcado por atrasos no reconhecimento de receitas de negócios recentemente executados, maiores despesas com pessoal e um ambiente macro mais desafiador.
  • O lucro líquido totalizou R$37,7 mn (‑15,3% T/T, ‑12,6% A/A e ‑4,9% vs. nossa estimativa abaixo do consenso), uma vez que o forte aumento das despesas com pessoal (+30,3% vs. XPe) mais do que compensou o beat de receitas (+16,7% vs. XPe).
  • Embora isso reflita uma escolha estratégica de reforçar o capital humano da franquia — e não uma pior disciplina de custos —, resultou em um descasamento temporário entre custos e reconhecimento de receitas, levando o ROAE a 19,1% (-330 bps T/T).
  • Operacionalmente, os níveis de atividade seguem construtivos, com a frente de Capital Solutions ativa, desempenho sólido em Tesouraria e Wealth Management com WuA atingindo R$6,1 bn (+10% A/A).
  • À frente, no entanto, inflação e juros mais altos elevam o risco de execução e adicionam incerteza à conversão de negócios em 2026.
  • Nesse contexto, caso os investimentos atuais levem mais tempo para se traduzirem em maior geração de receitas, podemos observar risco de revisão para os lucros de 2026.
  • Confira o relatório completo aqui.

Caixa Seguridade (CXSE3): Trimestre forte, com crescimento saudável e rentabilidade sólida

  • A Caixa Seguridade entregou mais um trimestre forte no 1T26, com resultados levemente acima das nossas estimativas e tendências saudáveis na maioria das linhas de negócio.
  • As Receitas Operacionais alcançaram R$1,5 bn (+10,3% A/A), 1,5% acima da XPe, impulsionadas por maior resultado das investidas, especialmente nos negócios de Seguro Habitacional, Previdência, Capitalização e Consórcios.
  • O Lucro Líquido Gerencial totalizou R$1,1 bn (+13,2% A/A), 1,6% acima da XPe, enquanto o ROE permaneceu excepcionalmente elevado, em 65,9%.
  • Operacionalmente, o seguro habitacional continuou a se beneficiar do crescimento da carteira de crédito imobiliário da Caixa, enquanto as reservas de Previdência atingiram R$206,8 bn (+15,6% A/A), com entradas líquidas positivas de R$1,3 bn.
  • A capitalização também seguiu como destaque, registrando o quinto trimestre consecutivo de recorde em arrecadação.
  • Em rentabilidade, os índices de sinistralidade melhoraram em todos os segmentos de seguros, sustentando uma melhora de 3,1 p.p. A/A no Índice Combinado.
  • No geral, avaliamos o trimestre de forma positiva.
  • A Caixa Seguridade segue combinando crescimento operacional resiliente, alta rentabilidade e forte geração de dividendos, reforçando o perfil defensivo e gerador de caixa da tese.
  • Confira o relatório completo aqui.

Copasa (CSMG3)| Resultados fracos no 1T26; privatização permanece como principal driver

  • Atraso no Reajuste Tarifário e Inadimplência Explicam o Miss
  • A Copasa reportou resultados fracos no 1T26, com um EBITDA ajustado de R$ 750 milhões (excluindo receitas não faturadas de +R$ 40 milhões), frente à nossa estimativa de R$ 820 milhões (miss de 9%);
  • O desvio é explicado principalmente pelo ajuste mencionado de receitas não faturadas e por uma inadimplência maior do que o esperado, que ficou 33% acima da XPe (R$ 73 milhões vs. R$ 55 milhões);
  • As receitas líquidas ajustadas ficaram 2% abaixo da XPe, com um leve miss em volumes e tarifas (-1% vs. XPe em ambos os itens);
  • Temperaturas mais amenas e o atraso na implementação do reajuste tarifário foram os principais fatores;
  • Custos variáveis e opex vieram amplamente em linha;
  • Abaixo da linha de EBITDA, menores despesas financeiras líquidas do que o esperado e uma alíquota efetiva de imposto mais baixa levaram a um lucro líquido 30% acima da nossa estimativa;
  • Esperamos uma reação neutra do mercado, já que todas as atenções seguem voltadas para o potencial processo de privatização;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa

  • Lavoro obtém proteção contra execução de credores (The AgriBiz);
  • Light, de concessão renovada, investirá R$ 10 bi em cinco anos (Valor Econômico);
  • Raízen e credores buscam consenso, e nova proposta deverá ser apresentada nos próximos dias (Valor Econômico);
  • Moody’s Local Brasil rebaixa ratings da Enel Distribuição São Paulo para AA.br; perspectiva negativa (Moody’s Local);
  • Clique aqui para acessar o clipping.

Estratégia

Prévia do rebalanceamento do MSCI Brazil

  • No dia 12 de maio, a MSCI anunciará as mudanças em seus índices globais que entrarão em vigor em 1º de junho. Esperamos a inclusão de Aura Minerals (AURA33) e as ações ordinárias de Itaú Unibanco (ITUB3) no MSCI Brazil, e não esperamos exclusões.
  • A capitalização de mercado de ambas as companhias está acima do patamar estimado para inclusão no índice, e elas também atendem aos demais critérios de liquidez e free float mínimo.
  • Os atuais constituintes do índice também cumprem os requisitos de permanência de acordo com as regras de continuidade, embora a Stone (STOC34) seja atualmente a menor empresa do índice e esteja próxima do limite mínimo.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • Em breve.
  • RBR Rendimentos High Grade (RBRR11) | Crédito defensivo, proteção inflacionária e retorno atrativo
  • Reiteramos a nossa recomendação de COMPRA, fundamentada nos seguintes pilares:
    • Gestão experiente e qualificada;
    • Carteira de crédito com perfil defensivo e proteção inflacionária;
    • Nível de negociação e carrego atrativos, com múltiplo VM/VP de 0,91x e rentabilidade implícita líquida de taxas próxima de IPCA + 9,2% a.a.;
    • Potenciais benefícios associados a um eventual processo de consolidação no radar;
    • Clique aqui para mais informações.
  • PMLL11 intensifica gestão ativa e movimenta o mercado novamente
    • O PMLL11 assinou um Memorando de Entendimento para a venda de 40% do Shopping Park Sul por cerca de R$ 159,5 milhões, operação que combina recebimento em caixa, parcelas corrigidas pelo IPCA e permuta por participação no Shopping Taboão;
    • Paralelamente, o fundo avalia a aquisição de 13,33% do Shopping Curitiba, ativo de alta qualidade, em transação conjunta com outros investidores, reforçando o reposicionamento do portfólio para empreendimentos mais resilientes;
    • Avaliamos como positivas tanto a venda do Shopping Park Sul, combinada ao aumento de exposição ao Shopping Taboão, quanto a potencial aquisição de participação no Shopping Curitiba;
    • Clique aqui para mais informações.
  • ETFs: confira as principais notícias dos índices e movimentos setoriais
    • ETF ligado a empresas de tecnologia subiu mais de 25% em um mês; veja qual: O ETF CHIP11, focado em empresas globais de semicondutores, subiu mais de 26% no mês impulsionado por alívio nas tensões geopolíticas e fortes resultados de companhias de tecnologia, evidenciando como ETFs temáticos ligados a IA e chips vêm capturando o desempenho do setor de tecnologia. (Valor Investe);
    • BlackRock Says Emerging Market Bonds Are Headed for Strong Year: BlackRock projects a strong year for emerging-market bonds, driven by a weaker dollar and better financing conditions, which supports the outlook for fixed income ETFs linked to EM debt, especially local-currency strategies that could deliver higher returns. (Bloomberg);
    • BlackRock South Korea ETF Sees Record Exodus as AI Stocks Soar: Investors withdrew a record US$ 409 million from the EWY ETF, despite a strong rally in South Korean equities driven by AI-related stocks, suggesting profit-taking and rotation even as ETFs provide exposure to high-performing tech-driven markets. (Bloomberg);
    • Global equity funds draw inflows for the seventh week on earnings optimism: lobal equity funds attracted inflows for a seventh straight week in the period through May 6, supported by upbeat first quarter ​earnings and hopes for a U.S.-Iran peace agreement. (Reuters).
    • Acesse o relatório completo aqui

ESG

Agenda política do Brasil em foco: Avanço em minerais críticos e mandato de mistura de biometano | Brunch com ESG

  • Pensando em melhor auxiliar os investidores, o Brunch com ESG é um relatório publicado todos os domingos pelo time ESG do Research da XP que busca destacar os principais tópicos da agenda na semana;
  • Nesta semana, destacamos: (i) Câmara dos Deputados aprova marco legal de minerais críticos; e (ii) Brasil define meta de mistura de biometano no gás natural em 0,5% (vs. 1% anteriormente);
  • Clique aqui pera ler o conteúdo completo.

Coalizão Aberta de Mercados Regulados de Carbono, criada na COP30, avança em sua governança | Café com ESG, 11/05

  • O mercado encerrou a semana passada em território misto, com o Ibovespa caindo 1,7%, enquanto o ISE andou de lado (-0,07%). Já o pregão de sexta-feira fechou em alta, com o IBOV e o ISE subindo 0,49% e 0,69%, respectivamente;
  • No Brasil, de acordo com a ABVE, à medida que o interesse do consumidor brasileiro por carros híbridos e elétricos aumenta, a maior parte das montadoras que produzem no Brasil perde espaço no mercado, enquanto os chineses ganham destaque – de janeiro a abril foram vendidos 659,5 mil automóveis, o que representou aumento de 19,4% vs. o primeiro quadrimestre de 2025, com as vendas de veículos vindos da China crescendo 81,6% no mesmo período;
  • No internacional, (i) a Coalizão Aberta de Mercados Regulados de Carbono teve um avanço na última semana, após Brasil, China e União Europeia aprovarem a governança do grupo e as regras para adesão formal à iniciativa – o passo é importante para dar início de fato a uma das agendas aprovadas durante a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de Belém (COP30); e (ii) a capacidade de projetos de geração renovável com baterias acopladas na Europa deve aumentar mais de 450% até 2030, segundo relatório divulgado pela Aurora Energy Research – a alemanha foi apontada como o país mais atrativo para a construção desses projetos;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

XPInc CTA

Se você ainda não tem conta na XP Investimentos, abra a sua!

XP Expert

Avaliação

O quão foi útil este conteúdo pra você?


Disclaimer:

  • Este relatório de análise foi elaborado pela XP Investimentos CCTVM S.A. (“XP Investimentos ou XP”) de acordo com todas as exigências previstas na Resolução CVM 20/2021, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A XP Investimentos não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelo cliente com base no presente relatório.
  • Este relatório foi elaborado considerando a classificação de risco dos produtos de modo a gerar resultados de alocação para cada perfil de investidor.
  • O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à XP Investimentos e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado, e que sua(s) remuneração(es) é(são) indiretamente influenciada por receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela XP Investimentos.
  • O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Resolução CVM nº 20/2021 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório.
  • Os analistas da XP Investimentos estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC Brasil para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários da XP Investimentos.
  • O atendimento de nossos clientes é realizado por empregados da XP Investimentos ou por assessores de investimento que desempenham suas atividades por meio da XP, em conformidade com a Resolução CVM nº 178/2023, os quais encontram-se registrados na Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários – ANCORD. O assessor de investimento não pode realizar consultoria, administração ou gestão de patrimônio de clientes, devendo atuar como intermediário e solicitar autorização prévia do cliente para a realização de qualquer operação no mercado de capitais.
  • Para fins de verificação da adequação do perfil do investidor aos serviços e produtos de investimento oferecidos pela XP Investimentos, utilizamos a metodologia de adequação dos produtos por portfólio, nos termos das Regras e Procedimentos ANBIMA de Suitability nº 01 e do Código ANBIMA de Distribuição de Produtos de Investimento. Essa metodologia consiste em atribuir uma pontuação máxima de risco para cada perfil de investidor (conservador, moderado e agressivo), bem como uma pontuação de risco para cada um dos produtos oferecidos pela XP Investimentos, de modo que todos os clientes possam ter acesso a todos os produtos, desde que dentro das quantidades e limites da pontuação de risco definidas para o seu perfil. Antes de aplicar nos produtos e/ou contratar os serviços objeto deste material, é importante que você verifique se a sua pontuação de risco atual comporta a aplicação nos produtos e/ou a contratação dos serviços em questão, bem como se há limitações de volume, concentração e/ou quantidade para a aplicação desejada. Você pode consultar essas informações diretamente no momento da transmissão da sua ordem ou, ainda, consultando o risco geral da sua carteira na tela de carteira (Visão Risco). Caso a sua pontuação de risco atual não comporte a aplicação/contratação pretendida, ou caso existam limitações em relação à quantidade e/ou volume financeiro para a referida aplicação/contratação, isto significa que, com base na composição atual da sua carteira, esta aplicação/contratação não está adequada ao seu perfil. Em caso de dúvidas sobre o processo de adequação dos produtos oferecidos pela XP Investimentos ao seu perfil de investidor, consulte o FAQ. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.
  • A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes.
  • Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da XP Investimentos, incluindo assessores de investimentos da XP e clientes da XP, podendo também ser divulgado no site da XP. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da XP Investimentos.
  • 0800 77 20202. A Ouvidoria da XP Investimentos tem a missão de servir de canal de contato sempre que os clientes que não se sentirem satisfeitos com as soluções dadas pela empresa aos seus problemas. O contato pode ser realizado por meio do telefone: 0800 722 3710.
  • O custo da operação e a política de cobrança estão definidos nas tabelas de custos operacionais disponibilizadas no site da XP Investimentos: www.xpi.com.br.
  • A XP Investimentos se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo.
  • A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas.
  • Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto.
  • O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto.
  • O investimento em termos são contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem.
  • O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.
  • ESTA INSTITUIÇÃO É ADERENTE AO CÓDIGO ANBIMA DE DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS DE INVESTIMENTO.
  • A XP Investimentos CCTVM S/A, inscrita sob o CNPJ: 02.332.886/0001-04, é uma instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Toda comunicação através de rede mundial de computadores está sujeita a interrupções ou atrasos, podendo impedir ou prejudicar o envio de ordens ou a recepção de informações atualizadas. A XP Investimentos exime-se de responsabilidade por danos sofridos por seus clientes, por força de falha de serviços disponibilizados por terceiros. A XP Investimentos CCTVM S/A é instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.


    Este site usa cookies e dados pessoais de acordo com a nossa Política de Cookies e a nossa Política de Privacidade.