IBOVESPA +0,06 % | 188.161 Pontos
CÂMBIO – 0,24% | 5,15/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa encerrou o pregão de segunda-feira em leve alta de 0,1%, aos 188.162 pontos, com desempenho inferior aos mercados globais (S&P 500, +0,4%; Nasdaq, +0,6%). O mercado segue acompanhando de perto o conflito no Irã, com expectativas de um possível cessar-fogo à medida que se aproxima o prazo estabelecido por Donald Trump para um acordo.
Brava Energia (BRAV3, +3,1%) liderou os ganhos do índice, após notícias de possíveis negociações para venda de participação para a Ecopetrol, embora a Brava tenha negado posteriormente. Na ponta negativa, Cyrela (CYRE3, -3,4%) recuou em meio a um aumento recente na cautela dos investidores com o setor de construção civil de média e alta renda.
Para o pregão desta terça-feira, destaque para os dados da balança comercial de março no Brasil.
Renda Fixa
Os juros futuros avançaram nesta terça‑feira, em um ambiente marcado pela escalada das tensões geopolíticas entre EUA e Irã, com novas ameaças do presidente americano, Donald Trump, além da repercussão do payroll mais forte do que o esperado nos EUA, divulgado durante o feriado da maioria dos mercados. Nos EUA, a T‑Note de 2 anos encerrou em 3,85% (+5 bps vs. sexta-feira), a T‑Note de 10 anos em 4,34% (+4 bps) e o T‑Bond de 30 anos em 4,89% (+1 bp). No Brasil, o DI jan/27 fechou em 14,17% (+14 bps), o DI jan/29 em 13,73% (+10 bps) e o DI jan/31 em 13,80% (+6 bps).
Mercados globais
Nesta terça-feira, os futuros nos EUA operam em leve alta (S&P 500: +0,1%; Nasdaq 100: +0,1%), em meio à proximidade do prazo imposto por Donald Trump para a reabertura do Estreito de Ormuz. O movimento reflete um mercado ainda resiliente, mesmo diante da escalada retórica, com os índices tendo fechado em alta na véspera. O mercado segue na expectativa de um possível cessar-fogo, com negociações envolvendo um acordo de 45 dias, ainda que o risco de escalada permaneça elevado.
Na Europa, as bolsas operam em alta (Stoxx 600: +0,7%), recuperando perdas iniciais após o feriado prolongado, apesar da elevada incerteza geopolítica. O movimento reflete um posicionamento tático mais construtivo, sustentado pela expectativa de avanço nas negociações. No corporativo, destaque positivo para a Universal Music (+13%), após proposta relevante de aquisição.
Na China, os mercados ficaram estáveis (CSI 300: 0,0%), com parte da região ainda impactada por feriados. No restante da Ásia, o tom foi mais cauteloso, com movimentos limitados. O mercado segue com forte dependência de manchetes sobre o conflito, com o petróleo em alta reforçando a cautela. A proximidade do prazo para o Irã aumenta a incerteza de curto prazo, mantendo os mercados sensíveis a qualquer sinal de escalada ou resolução.
IFIX
O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão desta segunda-feira praticamente estável, com leve alta de 0,03%, em um dia marcado pela abertura da curva de juros, enquanto as tensões geopolíticas entre EUA e Irã permaneceram no radar dos investidores. Entre os segmentos do índice, os Fundos de Tijolo também fecharam próximos da estabilidade, com avanço de 0,03%, impulsionados principalmente pelos Fundos de Lajes Corporativas, que subiram 0,14%, ao passo que os Fundos de Logística recuaram 0,07%. Os Fundos Multiestratégia e os Fundos de Recebíveis encerraram o dia no campo positivo, com altas de 0,19% e 0,07%, respectivamente. Entre os destaques de alta, sobressaíram VIUR11 (+2,6%), VRTM11 (+1,5%) e JSCR11 (+1,4%). No campo negativo, as maiores quedas foram observadas em VGRI11 (-3,7%), VGIP11 (-2,1%) e SPXS11 (-1,6%).
Economia
No cenário internacional, o conflito no Oriente Médio segue sem resolução. Com relação aos indicadores, o ISM de serviços nos Estados Unidos recuou para 54 pontos em março. Apesar de permanecer em território expansionista, ficou abaixo do esperado, sinalizando desaceleração da atividade em meio à guerra com o Irã.
No Brasil, as expectativas de inflação seguem em alta, com novas revisões para 2026, 2027 e 2028 no boletim Focus, ainda refletindo os preços mais elevados do petróleo. No noticiário, o governo anunciou a ampliação das medidas para conter os efeitos da alta dos combustíveis.
Na agenda de hoje, destaque para o relatório ADP de emprego nos Estados Unidos e para a divulgação da balança comercial de março no Brasil.
Veja todos os detalhes
Economia
Balança comercial hoje deve mostrar primeiros impactos do conflito no Oriente Médio no Brasil
- Segundo o jornal Reuters, o Irã rejeitou o ultimato de Donald Trump para reabrir o Estreito de Ormuz até esta terça‑feira e ameaçou retaliar contra a infraestrutura de aliados dos Estados Unidos no Golfo. Trump afirmou que, caso o bloqueio persista após o prazo, os EUA promoverão ataques massivos contra pontes e usinas de energia iranianas. Israel passou a ameaçar diretamente a infraestrutura civil no Irã e alertou a população a evitar ferrovias, enquanto ataques recentes destruíram uma sinagoga em Teerã, segundo a mídia local. Em paralelo, os esforços diplomáticos seguem limitados, com propostas intermediadas pelo Paquistão enfrentando resistência. Os preços do petróleo permanecem elevados. O Brent subiu 1,5% e alcançou cerca de 115 dólares por barril.
- Nos Estados Unidos, o índice ISM de serviços — uma sondagem com empresas que busca medir o pulso da atividade econômica — recuou para 54,0 pontos em março, ante 56,1 em fevereiro. Leituras acima de 50 indicam expansão econômica, enquanto valores abaixo desse nível sinalizam contração. Apesar de seguir em território expansionista, o resultado ficou abaixo do esperado e apontou desaceleração da atividade em meio à guerra com o Irã. O componente de emprego caiu para o menor nível desde o fim de 2023, sugerindo perda de fôlego no mercado de trabalho do setor. Em contraste, o índice de preços pagos subiu para 70,7, a leitura mais alta desde 2022, refletindo o impacto da alta do petróleo, dos custos logísticos e das tensões no Oriente Médio. O resultado reforça a avaliação de que a inflação segue pressionada e sustenta a expectativa de manutenção dos juros pelo Fed (banco central) por um período prolongado.
- No Brasil, as expectativas de inflação do boletim Focus seguem aumentando. A mediana das projeções para o IPCA de 2026 subiu de 4,31% para 4,36%, enquanto as expectativas para 2027 avançaram de 3,80% para 3,84% e, para 2028, de 3,52% para 3,57%. As revisões seguem sendo justificadas pela alta recente do petróleo. Por sua vez, as expectativas para o PIB, taxa Selic e taxa de câmbio permaneceram estáveis. Para detalhes, leia nosso relatório “Boletim Focus: Expectativas para a inflação seguem em alta | 06/04/2026”.
- O governo anunciou uma ampliação das medidas para mitigar os efeitos da alta do petróleo. Foi publicada uma nova Medida Provisória que acrescenta R$ 0,80 por litro ao subsídio do diesel produzido no Brasil, elevando o apoio total para R$ 1,12 por litro quando somado ao programa já vigente. A MP também instituiu a subvenção de R$ 1,20 por litro ao diesel importado, dividido entre União e Estados, válida para abril e maio. Além do diesel, o texto incluiu a subvenção ao GLP importado e a desoneração de PIS/Cofins sobre querosene e biodiesel. Segundo o time de XP Política, as novas medidas utilizam o crédito extraordinário de R$ 10 bilhões já aprovado e esgotam esse montante até o fim de maio, o que levou o governo a sinalizar a possibilidade de ampliação do programa caso o conflito se prolongue. Por fim, para compensar a desoneração de PIS/Cofins, o governo anunciou elevação do IPI do cigarro de 2,25% para 3,50%, com o preço mínimo passando de R$ 6,50 para R$ 7,50.
- Na agenda de hoje, destaque para o relatório ADP de emprego nos Estados Unidos, que mede a variação do emprego no setor privado. No Brasil, será divulgada a balança comercial de março. O mercado espera de superávit de US$ 7,3 bilhões, enquanto a XP projeta US$ 8,0 bilhões. O resultado oferecerá os primeiros sinais dos impactos da guerra no Oriente Médio sobre o comércio exterior brasileiro.
Commodities
Papel e Celulose: Preços de celulose sustentam momentum em Abr’26
- Os preços de celulose iniciaram Abr’26 em ~US$600–610/t, refletindo um repasse parcial do aumento de ~US$20/t anunciado para Mar’26;
- Com momentum favorável em Abr’26 à medida que os produtores seguem apontando para um balanço mais apertado de fibra curta e custos crescentes de fibra;
- Em meio às disrupções contínuas de oferta na Indonésia após revogações de licenças florestais;
- Em relação aos dados recentes do setor, destacamos: (i) volumes de caixas de papelão ondulado totalizaram ~323 kt em Fev’26 (-6% M/M e estáveis A/A), refletindo a sazonalidade típica, segundo a Empapel;
- E marcando o terceiro ano consecutivo com volumes de fevereiro acima de 320 kt; e (ii) os preços líquidos de BHKP na China estão atualmente em US$600/t, com futuros de BHKP em US$600/t para Abr’26.
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Empresas
Mercado Livre (MELI34): O custo do crescimento; atualização de estimativas após o 4T25 e mapeamento de movimentos competitivos no ano
- Neste relatório, atualizamos nosso modelo para refletir uma perspectiva de margens mais pressionada.
- Como resultado, reduzimos nossas estimativas de EBIT e lucro líquido para 2026e em 19-22%, respectivamente.
- Em nosso mapeamento competitivo, a intensidade do MELI se destaca entre os pares, evidenciando o ciclo contínuo de investimentos estratégicos da companhia.
- Apesar da pressão sobre os resultados no curto prazo, mantemos nossa recomendação de Compra, pois acreditamos que o MELI está realizando os investimentos necessários não apenas para manter sua liderança no e-commerce brasileiro, mas também para fomentar maior penetração do comércio eletrônico e inclusão financeira.
- Em nossa visão, esse momento de resultados mais fracos parece amplamente precificado, enquanto o MELI segue como uma tese interessante de crescimento em mercados emergentes, especialmente à medida que as tensões geopolíticas arrefecem.
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Intelbras (INTB3): Melhora de margens com crescimento seletivo
- Neste relatório, apresentamos nosso preview do 1T26 e a atualização do nosso modelo para a INTB.
- Para o 1T26, esperamos uma receita líquida de R$ 1,04 bi, representando um crescimento de 13,2% A/A, refletindo uma base de comparação mais fraca, com destaque para o segmento de Segurança (+25,5% A/A), enquanto projetamos tendências mais moderadas em TIC e Energia.
- Estimamos um EBITDA de R$ 132 mi (+62,5% A/A) e lucro líquido de R$ 136 mi, um aumento de 120,6% A/A, explicado pela base de comparação favorável, melhora do mix e ganhos de eficiência em SG&A.
- Atualizamos nosso modelo incorporando o preview, juntamente com o desempenho operacional recente.
- Para 2026, projetamos um avanço de 0,5% na receita em um contexto de crescimento seletivo, EBITDA de R$ 594 mi (margem de 13,2%) e lucro líquido de R$ 584 mi (+21% A/A).
- Nosso preço-alvo permanece em R$ 17,0/ação. Com a ação negociando a 8,2x P/L 2026, reiteramos nossa recomendação de Compra.
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Vivo (VIVT3): Principais mensagens da reunião com o CEO, CFO e RI da Vivo
- Realizamos uma reunião com Christian Gebara, CEO da Vivo, Rodrigo Monari, CFO, e João Carneiro, Head de RI.
- Os principais temas discutidos incluíram: (i) consolidação de FTTH e critérios para M&A; (ii) dinâmica competitiva em móvel e banda larga; (iii) questões regulatórias e tributárias; (iv) adoção de IA e oportunidades de ganhos de eficiência; (v) frentes de crescimento em B2B; e (vi) alocação de capital e monetização de ativos legados.
- De forma geral, a reunião reforçou nossa visão de que a Vivo segue estrategicamente bem posicionada, apoiada por um core móvel robusto, uma abordagem disciplinada na consolidação de fibra e múltiplas alavancas para sustentar o crescimento no médio prazo.
- O tom da gestão foi particularmente construtivo em relação a IA, convergência e B2B, ao mesmo tempo em que continuou reconhecendo a pressão competitiva nos segmentos de pré-pago e fibra regional.
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Principais notícias dos setores
Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas, Energia (óleo & gás e elétricas) e Saúde.
- Radar Tech XP: Notícias diárias do setor de Telecom e Tecnologia
- Telecom: Data Expert | Anatel Tracker – Fevereiro 2026
- A Anatel divulgou os dados de fevereiro/26, que confirmam a continuidade da migração estrutural do mercado móvel em direção ao pós‑pago. O segmento alcançou 57% da base total e registrou 0,8 milhão de adições líquidas no mês, enquanto o pré‑pago voltou a perder acessos, com queda de 0,2 milhão. Com isso, a base móvel total atingiu 217 milhões de acessos.
- No consolidado (pós‑pago e pré‑pago), a Claro apresentou ganho líquido de 510 mil acessos no mês, beneficiada pelo crescimento no pós‑pago e pela interrupção das perdas no pré‑pago. A Vivo registrou ganho líquido de 141 mil acessos, refletindo o crescimento no pós‑pago e uma desaceleração das perdas no pré‑pago. A TIM, por sua vez, perdeu 236 mil acessos líquidos no período, uma vez que as adições no pós‑pago não foram suficientes para compensar a queda no pré‑pago.
- Na comparação anual, o padrão permanece semelhante. A Claro acumula adições líquidas positivas em 12 meses, sustentadas pelo crescimento do pós‑pago. Vivo e TIM apresentam crescimento relevante no pós‑pago, mas ainda registram perda líquida de acessos no período, em função da retração mais acentuada da base pré‑paga.
- Entre os players regionais, a Brisanet foi o principal destaque, com crescimento tanto na base mensal quanto na anual, alcançando um total de 914 mil acessos. A companhia segue ampliando sua presença no segmento pós‑pago em seus principais mercados, com participações relevantes no Ceará e no Rio Grande do Norte.
- Na banda larga, considerando todas as tecnologias, a Vivo registrou adições líquidas de clientes no mês, enquanto a Oi voltou a apresentar redução de base. Em FTTH, Claro e Vivo lideraram as adições líquidas do período. Entre os ISPs, Unifique e Brisanet registraram ganhos de clientes, a Desktop permaneceu praticamente estável, enquanto Vero e Alloha apresentaram perdas de base.
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Renda fixa
De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa
- Cade aprova venda de usina de geração distribuída da Raízen (RAIZ4) para o Grupo Gera (Money Times);
- Oncoclínicas recebe novas propostas de Mak, Porto e Starboard (Valor Econômico);
- Credores da Oi tentam barrar venda de ações da V.tal ao BTG (Pipeline Valor);
- Ministério e CVM vão desenvolver mercado de capitais para o agro (Globo Rural).
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Estratégia
Resultados do 4º trimestre de 2025: Uma temporada de resultados mais fraca do que o esperado no Brasil
- Com o fim da temporada de resultados do 4T25 no Brasil, avaliamos que ela foi mais fraca do que o esperado em geral, com 44% das empresas sob nossa cobertura superando as estimativas XP para lucro líquido e apenas 28% superando em receita, um percentual inferior ao de trimestres anteriores (50% e 34%, respectivamente);
- Na comparação anual, as empresas apresentaram crescimento de receita de 5,5% e queda de 2,7% no EBITDA, sendo este último principalmente pressionado pelos cíclicos domésticos. Por sua vez, o setor financeiro mostrou um crescimento percentual de dois dígitos em receita e lucro líquido;
- Entre os setores, os destaques positivos foram Papel & Celulose, TMT e Financeiro, enquanto Varejo e Agro ficaram entre os destaques negativos;
- Em termos de desempenho das ações após a divulgação de resultado, esta temporada trouxe um quadro levemente negativo, embora a típica dispersão entre surpresas positivas e negativas não tenha se materializado, já que as ações que frustraram expectativas tiveram desempenho superior (-0,18%) às que apresentaram surpresas positivas (-0,87%);
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XP Short Scout: Monitor de short selling no Brasil – 06/04/2026
- O short interest (SI) mediano do Ibovespa subiu para 6,4%, enquanto as posições em aberto diminuíram para R$ 148,3 bilhões desde nosso último relatório.
- A MBRF (MBRF3) teve sua taxa de aluguel elevada a 30,3%, um aumento de 30,0 p.p. em relação a 20 de março. Ainda assim, o short interest recuou 2,6 p.p. para 18,8% do free float, enquanto os days to cover situam-se em 10,4 dias de ADTV, uma queda de 20,0% frente a duas semanas atrás.
- Quanto à Cyrela (CYRE3), a taxa de aluguel alcançou 26,3%, alta de 26,0 p.p. em relação à atualização anterior, porém os days to cover caíram 27,1% para 5,0 dias de ADTV, e o short interest encontra-se em 13,8% do free float, recuo de 0,4 p.p. frente a 20 de março.
- Destacamos também o aumento da taxa de aluguel da Ecorodovias (ECOR3) para 31,1%, alta de 31,1 p.p. nas últimas duas semanas. Seus days to cover estão em 1,6 dias de ADTV (-14,6%), enquanto seu short interest representa atualmente 3,8% do free float (+0,7 p.p.).
- Outras ações para ficar de olho: ALPA4, BEEF3, BRAP3, CSMG3, GMAT3, ONCO3, ORVR3, VTRU3
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
JHSF (JHSF3): A migração para renda recorrente melhora a visibilidade de caixa
- Estamos atualizando nosso modelo para refletir os desenvolvimentos estratégicos recentes e os resultados divulgados, mantendo nossa recomendação de compra para a JHSF3. Nos últimos anos, a JHSF entrou em uma fase mais intensa de CAPEX, com o objetivo de transformar a companhia em uma plataforma predominantemente de renda recorrente. As principais iniciativas incluem novos hotéis em Londres, Miami, Milão, Cascais e Sardenha; a expansão do Catarina Outlet e do Shopping Cidade Jardim; além da abertura do Shops Faria Lima; • Também enxergamos o negócio de aeroportos como um dos ativos mais atrativos da companhia, com capacidade em expansão para 19 hangares, podendo chegar a 24 ao longo do tempo. Em nossa visão, esses projetos devem elevar a participação de receitas recorrentes para cerca de 71% do total, reduzindo materialmente o risco do negócio à medida que o desenvolvimento imobiliário perde relevância;
- Assim, mantemos uma visão positiva para a JHSF, agora uma tese de menor risco a um valuation atrativo, negociando a 6,0x EV/EBITDA 2027, com potencial de valorização de 41% em relação aos níveis atuais.
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Alocação & Fundos
Principais notícias
- Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
- Mauá Capital Recebíveis Imobiliários (MCCI11) | Baixo risco de crédito com carrego atrativo (Research XP);
- Carteira de Fundos Listados Renda Total – Abril de 2026 (Research XP);
- IFIX sobe 0,03% em dia de baixa volatilidade no mercado (Suno);
- Clique aqui para acessar o relatório.
- Mauá Capital Recebíveis Imobiliários (MCCI11) | Baixo risco de crédito com carrego atrativo
- Reiteramos a nossa recomendação de COMPRA, com base nos seguintes pilares:
- Carteira de crédito de baixo risco, com garantias robustas, incluindo imóveis performados e bem localizados;
- Reciclagem contínua de ativos a taxas de aquisição mais elevadas, resultando em aumento da rentabilidade do portfólio;
- Carrego atrativo, com rentabilidade implícita de IPCA + 9,0% ao ano e dividend yield anualizado de 12,5%.
- Bullets | Exchange-Traded Funds (ETFs)
- Guerra derruba bolsas, mas analistas veem janela para comprar big techs em abril: Apesar da queda das bolsas globais com a escalada da guerra no Oriente Médio, analistas avaliam que a correção abriu uma janela de oportunidade em ações de big techs, que passaram a negociar em níveis mais atrativos, favorecendo estratégias via ações diretas, índices e ETFs de tecnologia, combinadas com ativos de proteção contra inflação. (Valor Investe);
- Aplicações em fundos de investimentos desabam após retornos tombarem: As aplicações líquidas em fundos caíram para o menor nível do ano em março, pressionadas por retornos abaixo do CDI, pelo aumento da aversão ao risco com a guerra no Oriente Médio e por eventos de crédito; em contraste, os ETFs se destacaram, registrando a maior captação mensal de 2026, beneficiados por liquidez, transparência e negociação em bolsa. (Valor Investe);
- BlackRock Files for Nasdaq‑100 Fund, Expanding Competition With Invesco: BlackRock filed for an iShares Nasdaq‑100 ETF (ticker: IQQ), aiming to challenge Invesco’s dominance with the QQQ, one of the world’s largest ETFs, and broadening investor access to the tech‑heavy Nasdaq‑100 index, which includes companies such as Nvidia and Apple. (Reuters);
- Criptos atreladas a dólar e ouro roubam a cena nos destaques para abril: Em um ambiente de maior volatilidade e incerteza macro, analistas indicam que stablecoins lastreadas em dólar e ouro ganharam protagonismo como alternativa defensiva dentro do mercado cripto, refletindo uma migração do discurso especulativo para uso real e proteção de valor, mesmo com a liderança mantida por Bitcoin e Ethereum. (Valor Econômico).
- Acesse o relatório completo aqui.
ESG
Governo anuncia fim de impostos federais no biodiesel frente à guerra no Oriente Médio | Café com ESG, 07/04
- O mercado fechou o pregão de segunda-feira em território misto, com IBOV andando de lado (+0,06%) e o ISE recuando 0,37%;
- No Brasil, (i) de olho em governança corporativa, a Petrobras anunciou nesta segunda-feira a eleição de Marcelo Weick como presidente do conselho de administração até a próxima assembleia geral ordinária, em 16 de abril – o cargo estava vago desde terça-feira (31), quando o então ocupante da cadeira, Bruno Moretti, renunciou; e (ii) o governo federal anunciou ontem um conjunto de medidas para enfrentar os efeitos da guerra no Oriente Médio sobre o setor de combustíveis no Brasil – entre eles, destaque para a eliminação dos impostos federais sobre o biodiesel, em linha com uma demanda do agro, que defende o aumento da mistura obrigatória do biocombustível (hoje em 15%), como estratégia para mitigar a dependência de diesel importado;
- No internacional, a Amazon, Microsoft e Google estão sofrendo pressão dos acionistas sobre o impacto ambiental de seus data centers – segundo a Reuters, o tema deve aparecer nas assembleias anuais deste ano, com parte dos acionistas buscando mais dados principalmente sobre o uso da água;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.

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