IBOVESPA +0,53% | 182.514 Pontos
CÂMBIO -0,04% | 5,23/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa encerrou o pregão de segunda-feira em alta de 0,5%, aos 182.514 pontos, interrompendo uma sequência de dois dias de queda, enquanto o conflito no Oriente Médio segue no centro das atenções do mercado. Além disso, falas mais brandas do presidente do Fed, Jerome Powell, e o aumento de preocupações com os efeitos de um choque prolongado de oferta na atividade econômica, levaram a um fechamento das curvas de juros globais.
Na ponta positiva, WEG (WEGE3, +3,5%) foi o principal destaque do índice, impulsionada por uma elevação de recomendação por um banco de investimentos. Por outro lado, Lojas Renner (LREN3, -4,7%) e C&A (CEAB3, -4,3%) foram os destaques negativos após notícias indicando que o governo estaria discutindo novamente a possibilidade do fim da “taxa das blusinhas”.
Nesta terça-feira, foco para o CPI de março na Zona do Euro.
Renda Fixa
Os juros futuros recuaram nesta segunda‑feira, refletindo a crescente avaliação de que o prolongamento do conflito no Oriente Médio pode gerar efeitos negativos sobre o crescimento econômico, além do choque inflacionário de curto prazo. Esse movimento levou a um fechamento expressivo da curva americana, diante da leitura de uma política monetária potencialmente menos restritiva. Nos EUA, a T‑Note de 2 anos encerrou em 3,83% (‑8 bps), a de 10 anos em 4,35% (‑8 bps) e o T‑Bond de 30 anos em 4,91% (‑6 bps). No Brasil, além do ambiente externo, declarações do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, indicando a continuidade da calibragem da Selic, reforçaram a queda das taxas, com o DI jan/27 em 14,29% (‑9 bps), o DI jan/29 em 14,03% (‑8 bps) e o DI jan/31 em 14,10% (‑7 bps).
Mercados globais
Nesta terça-feira, os futuros nos EUA operam em alta (S&P 500: +0,8%; Nasdaq 100: +0,8%), impulsionados pela queda dos preços do petróleo após notícias de possível redução no conflito entre EUA e Irã. O movimento ocorre após uma sessão negativa na véspera. O principal driver segue sendo o petróleo, que chegou a subir com notícias de ataque a um petroleiro, mas recuou após reportagem indicando que Donald Trump estaria disposto a encerrar as hostilidades mesmo sem a reabertura completa do Estreito de Ormuz. O alívio nos preços sustentou o apetite por risco, enquanto declarações de Jerome Powell indicando inflação sob controle também contribuíram positivamente.
Na Europa, as bolsas operam em alta (Stoxx 600: +0,8%) após abertura volátil. Apesar da recuperação intradiária, o índice caminha para encerrar março com queda de aproximadamente 7,8%, o pior desempenho mensal desde 2022, refletindo o impacto prolongado do conflito e da alta dos preços de energia. No macro, a inflação da zona do euro subiu para 2,5% em março, acima da meta do BCE, pressionada pelo aumento nos custos energéticos.
Na China, os mercados fecharam mistos (HSI: +0,1%; CSI 300: -0,9%), refletindo a volatilidade do petróleo e a incerteza sobre o desfecho do conflito. A pressão foi mais intensa na Coreia do Sul, com o Kospi recuando mais de 4%. O pano de fundo segue sendo a leitura de que, apesar de sinais de possível melhora, o cenário permanece incerto, com o petróleo oscilando fortemente e o mercado ainda ajustando expectativas quanto à duração e intensidade do conflito.
IFIX
O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão desta segunda‑feira em queda de 0,19%, em um dia marcado pela abertura da curva de juros. Entre os fundos que compõem o índice, os principais destaques negativos foram os Fundos de Tijolo recuaram 0,29%, influenciados sobretudo pelo desempenho dos Fundos de Shoppings (‑0,42%) e de Ativos Logísticos (‑0,37%). Os Fundos Multiestratégia também encerraram o pregão em queda, com recuo de 0,20%. Já os Fundos de Recebíveis fecharam no campo negativo, mas com uma retração mais moderada, de 0,12%, refletindo seu perfil mais defensivo. Entre os destaques positivos do dia, chamaram atenção ITRI11 (+3,2%), SPXS11 (+3,0%) e HGCR11 (+1,4%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por VIUR11 (‑3,3%), BTAL11 (‑1,7%) e PCIP11 (‑1,6%).
Economia
Segundo o Wall Street Journal, o presidente Donald Trump indicou a assessores que pode encerrar a ofensiva militar dos EUA mesmo sem a reabertura imediata do Estreito de Hormuz. A Casa Branca entende que parte dos objetivos militares já foi cumprida e que a reabertura de Hormuz poderia ficar para uma etapa posterior. Em relação aos preços, o presidente do Fed, Jerome Powell, afirmou que o cenário para a inflação nos Estados Unidos segue sob controle. Segundo ele, as expectativas de inflação de médio e longo prazo continuam “bem ancoradas”, o que permite ao Fed olhar além das oscilações de curto prazo do petróleo, e que a taxa atual, na faixa de 3,5% a 3,75%, é adequada para um período de observação.
No Brasil, o governo central registrou déficit primário de R$ 30,0 bilhões em fevereiro. Esperamos que a arrecadação continue a crescer com a retomada da atividade econômica e a manutenção dos preços do petróleo em níveis elevados, embora a execução mais forte das despesas discricionárias e a redução da fila de pedidos de benefícios previdenciários e do BPC/LOAS sigam pressionando o resultado primário.
Na agenda doméstica, o Ministério do Trabalho apresentará o Caged de fevereiro (saldo de emprego formal), em que estimamos criação líquida de 245 mil vagas. Na agenda fiscal, temos a divulgação do resultado do Setor Público de fevereiro, que deve mostrar déficit de 16,9 bilhões de reais. Na agenda internacional, destaque para o relatório Jolts, que mostrará a abertura de vagas de emprego em fevereiro.
Veja todos os detalhes
Economia
Divulgação do Caged é o destaque do dia
- Segundo o Wall Street Journal, o presidente Donald Trump indicou a assessores que pode encerrar a ofensiva militar dos EUA mesmo sem a reabertura imediata do Estreito de Hormuz, avaliando que uma operação específica para liberar a rota ampliaria o conflito além do prazo inicialmente planejado. A Casa Branca entende que parte dos objetivos militares já foi cumprida e que a reabertura de Hormuz poderia ficar para uma etapa posterior, via pressão diplomática ou ação de aliados, ainda que Trump siga cobrando publicamente que o estreito volte a operar normalmente;
- O presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, afirmou que o cenário para a inflação nos Estados Unidos segue sob controle, apesar da alta recente dos preços de energia provocada pela guerra envolvendo o Irã, e indicou que o banco central não vê necessidade, neste momento, de elevar os juros. Segundo Powell, as expectativas de inflação de médio e longo prazo continuam “bem ancoradas”, o que permite ao Fed olhar além das oscilações de curto prazo do petróleo. Ele destacou que a taxa atual, na faixa de 3,5% a 3,75%, é adequada para um período de observação, já que subir os juros agora teria pouco efeito sobre um choque de oferta e poderia prejudicar a economia mais adiante. Após a fala do Powell, o mercado voltou a reduzir as chances de um aumento de juros neste ano;
- A inflação da Zona do Euro acelerou para 2,5% em março, superando a meta de 2% do Banco Central Europeu (BCE) e avançando frente aos 1,9% registrados em fevereiro, segundo leitura preliminar. O principal fator por trás dessa alta foi o forte aumento dos preços de energia, que passaram de queda de 3,1% em fevereiro para uma alta de 4,9%, impulsionados pelo encarecimento do petróleo e do gás após o conflito no Oriente Médio. Apesar disso, a inflação de serviços e de alimentos mostrou leve desaceleração. O resultado ficou ligeiramente abaixo do esperado pelo mercado, mas reacendeu o debate sobre novos aumentos de juros, com o BCE indicando que pode reagir caso a pressão inflacionária persista, mesmo diante de um cenário de crescimento econômico mais fraco na região;
- No Brasil, o governo central registrou déficit primário de R$ 30,0 bilhões em fevereiro, menor do que o déficit de R$ 31,6 bilhões observado no mesmo mês do ano passado. O resultado veio melhor que o consenso de mercado (déficit de R$ 30,9 bilhões), mas pior do que a nossa projeção (déficit de R$ 28,7 bilhões). No acumulado do ano de 2026, o governo central registra superávit de R$ 56,9 bilhões e, em 12 meses, déficit de R$ 58,3 bilhões, o equivalente a aproximadamente 0,45% do PIB. As receitas líquidas avançaram 5,6% em termos reais na comparação anual, enquanto as despesas totais cresceram 3,1% em fevereiro. Esperamos que a arrecadação continue a crescer com a retomada da atividade econômica e a manutenção dos preços do petróleo em níveis elevados, embora a execução mais forte das despesas discricionárias e a redução da fila de pedidos de benefícios previdenciários e do BPC/LOAS sigam pressionando o resultado primário. Nossa projeção para o fim de 2026 é de um déficit de R$ 48,9 bilhões (0,4% do PIB), ou de um superávit de R$ 1,5 bilhão (0,0% do PIB) ao excluir despesas fora da meta;
- A decisão sobre a adesão dos estados a uma subvenção ao diesel pode ser anunciada hoje. A proposta em discussão prevê um subsídio total de R$ 1,20 por litro de diesel importado, dividido igualmente entre a União e os estados, como alternativa à ideia inicial de zerar o ICMS, considerada inviável do ponto de vista técnico e fiscal. Parte dos governos estaduais já sinalizou apoio à medida, enquanto outros pediram prazo adicional para consultar seus governadores. A expectativa é que o Ministério da Fazenda divulgue o resultado em meio à tentativa de conter os impactos da disparada do petróleo, reduzir o risco de desabastecimento e amenizar pressões sobre preços, especialmente no transporte e na logística;
- O Boletim Focus mostrou mais uma alta para as expectativas de inflação. A mediana das projeções para o IPCA 2026 subiu significativamente pela 2° semana seguida, de 4,17% para 4,31%. Em 2027 e 2028, as projeções subiram para 3,84% (saindo de 3,80%) e 3,57% (saindo de 3,52%), respectivamente. Para mais informações, acesse nosso relatório aqui;
- Na agenda doméstica, o Ministério do Trabalho apresentará o Caged de fevereiro (saldo de emprego formal), em que estimamos criação líquida de 245 mil vagas. Na agenda fiscal, temos a divulgação do resultado do Setor Público de fevereiro, que deve mostrar déficit de R$ 16,9 bilhões. Na agenda internacional, destaque para o relatório Jolts, que mostrará a abertura de vagas de emprego em fevereiro.
Commodities
Papel e Celulose: Volumes de cavaco importado pela China caem, enquanto preços sobem em Fev’26
- Os volumes de cavaco importado pela China recuaram, enquanto os preços avançaram em Fev’26, de acordo com dados da Alfândega da China;
- Reforçando uma dinâmica de oferta mais apertada de cavaco para produtores integrados de celulose no curto prazo;
- Os volumes importados caíram principalmente em função do cavaco não conífero, com retração de -25% M/M, enquanto os preços subiram +3% M/M;
- Com isso, nossas estimativas indicam que produtores integrados chineses que utilizam madeira doméstica apresentam atualmente custos marginais de ~US$510/t;
- Enquanto aqueles dependentes de madeira importada devem operar em torno de ~US$560/t em Fev’26 (com novas altas esperadas para Mar’26, segundo checagens de canal);
- Em relação a outros dados recentes do setor, destacamos:
- (i) estoques de celulose em portos europeus avançaram +15% M/M em Fev’26 (+3% A/A), segundo a Europulp;
- E (ii) os preços líquidos de BHKP na China estão atualmente em US$596/t, com futuros de BHKP em US$600/t para Abr’26.
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Empresas
Orizon (ORVR3): Crescimento de gate fee à frente + feedback da visita ao local da Jaboatão
Aditivo em Maceió Garante Crescimento de Gate Fee & Atualizações Positivas em Biometano
- Entre sexta e segunda-feira, tivemos dois acontecimentos relevantes em Orizon que julgamos positivos e reforçadores da tese de investimento;
- a companhia anunciou um aditivo com o município de Maceió que estende a concessão de 2029 para 2054, juntamente com um crescimento real de gate fee de ~5–6% ao ano entre 2027 e 2030;
- visitamos o aterro de Jaboatão da ORVR e fomos atualizados pela gestão sobre a evolução dos projetos de expansão em biometano, com potencial redução de custos e de capex unitário;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Nubank (NU): Uma oportunidade atrativa com múltiplos catalisadores
- Estamos elevando a recomendação de Nubank (NU) de Neutra para Compra, pois vemos uma combinação atrativa de oportunidades de crescimento estrutural, maior visibilidade de resultados e um valuation pouco exigente.
- Olhando para 2026, um cenário macro com catalisadores, sustentado pelo aumento da renda disponível decorrente de um mercado de trabalho mais apertado e da reforma do imposto de renda, deve permitir a expansão do crédito, ainda que de forma cautelosa.
- Os empréstimos consignados, tanto do INSS quanto do setor privado, surgem como uma via oportuna para escalar crédito de menor risco, com ROEs normalizados em torno de 30%.
- O segmento de PMEs representa uma fronteira de crescimento relevante e ainda pouco penetrada, com um TAM de crédito estimado em cerca de R$ 730 bilhões, no qual o Nubank pode alavancar seu modelo de baixo custo e orientado por dados para crescer de forma rentável.
- No cenário internacional, o México vem ganhando escala mais rapidamente do que o esperado, com boa qualidade de ativos, aproximação do breakeven e um caminho claro para normalização de margens e contribuição incremental ao ROE.
- De forma relevante, a recente queda de aproximadamente 20% no preço da ação não foi acompanhada por revisões negativas relevantes de resultados, sugerindo que o movimento reflete fatores transitórios, e não deterioração dos fundamentos.
- Como resultado, a ação negocia atualmente a múltiplos historicamente baixos, de cerca de 12x P/L e 3x P/B para 2027.
- Com um preço‑alvo para o final de 2026 de US$ 21,0/ação, baseado em DDM, o que implica um upside de 54,4% assumindo um Ke de 12,7%, vemos os níveis atuais como um ponto de entrada atrativo em um negócio que segue combinando múltiplos motores de crescimento com elevada rentabilidade estrutural.
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Bemobi (BMOB3): Atualização do modelo e comentários do nosso NDR com o CFO e RI da Bemobi
- Neste relatório, apresentamos: (1) os principais pontos do NDR realizado com o CFO da Bemobi, no Rio de Janeiro; (2) a atualização de nossas estimativas; e (3) um resumo da entrevista recente que conduzimos com o CEO (link aqui).
- Além de atrair novos investidores para a tese, o NDR e a entrevista reforçaram nossa visão de que a Bemobi segue executando de forma consistente sua transição para um modelo orientado a Pagamentos e SaaS.
- Essa frente já representa cerca de ~60% da receita em 2025 e deve atingir ~70% com a consolidação da Paytime, elevando a qualidade das receitas e sustentando crescimento recorrente e alavancagem operacional ao longo do tempo.
- Com as estimativas atualizadas, elevamos nosso preço‑alvo para R$ 31,0/ação, o que implica um upside de 23%. A ação segue negociando a níveis de valuation atrativos, a 11x P/L 2026.
- Diante dos múltiplos vetores de crescimento da receita, seguimos vendo espaço para re‑rating ao longo do tempo à medida que a companhia entrega crescimento, rentabilidade e geração de caixa, e reiteramos nossa recomendação de Compra.
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Renda fixa
De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa
- Foreign central banks sell US Treasuries in wake of Iran war (Financial Times);
- JBS capta US$ 2 bilhões com bonds (Valor Econômico).
- Juros do crédito consignado privado atingem recorde de 59,4% ao ano em fevereiro (Valor Econômico).
- MRV&Co conclui venda de empreendimento nos EUA por US$ 73 milhões (Valor Econômico);
- Clique aqui para acessar o clipping.
Alocação & Fundos
Principais notícias
- Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
- IFIX recua 0,19% e fecha em 3.861,25 pontos nesta segunda (Suno);
- O mercado de escritórios em São Paulo: ciclos, transformação e perspectivas (Buildings);
- Dividendo de 12,8%: Por que este fundo imobiliário segue como compra para a XP (Money Times);
- Clique aqui para acessar o relatório.
- Bullets | Exchange-Traded Funds (ETFs)
- Na onda dos ETFs de renda fixa, Galapagos capta R$ 5 milhões por dia com novo produto: O ETF POSB11, da Galapagos, tem atraído forte demanda ao replicar um índice de renda fixa que combina Tesouro Selic e IPCA+, evidenciando o avanço dos ETFs de renda fixa como alternativa eficiente de caixa, diversificação e otimização tributária na B3. (Infomoney);
- FT: Hegseth tentou investir em fundo de defesa antes de atacar o Irã: Reportagem do Financial Times aponta que um corretor ligado ao secretário de Defesa dos EUA tentou investir em um ETF/fundo focado no setor de defesa semanas antes do ataque ao Irã, levantando questionamentos sobre conflito de interesses e chamando atenção para fundos e índices ligados à indústria militar. (Valor Econômico);
- U.S. Dividend Funds Draw Strong Flows as Investors Seek Safety: U.S. dividend-focused funds and ETFs have recorded their strongest first‑quarter inflows in four years, as investors rotate toward income‑oriented equity indices for stability amid geopolitical risks, rate uncertainty and bond‑market volatility. (Reuters);
- Bitcoin opera em alta e deve ter primeiro mês positivo desde setembroO bitcoin caminha para encerrar março em alta pela primeira vez desde setembro, sustentado por compra de investidores de longo prazo, apesar de saídas recentes em ETFs de bitcoin e de um ambiente ainda marcado por incertezas macroeconômicas e geopolíticas. (Valor Investe).
- Acesse o relatório completo aqui
ESG
Natura (NATU3) anuncia mudanças no Conselho com a saída de três fundadores | Café com ESG, 31/03
- O mercado fechou o pregão de segunda-feira em território positivo, com IBOV e o ISE avançando 0,53% e 0,41%, respectivamente;
- Do lado das empresas, (i) a Orizon inaugurou na sexta a sua segunda planta de biometano no Ecoparque Jaboatão, em Pernambuco – com investimento de R$ 258 milhões, a unidade tem capacidade de produzir cerca de 108 mil m³ por dia de gás renovável; e (ii) a Natura anunciou uma série de mudanças em sua governança, com a saída dos três fundadores do conselho de administração, a troca do chairman e a entrada da Advent como acionista – Luiz Seabra, Guilherme Leal e Pedro Passos, que fundaram a empresa, estão saindo do board pela primeira vez e passarão a integrar um conselho consultivo, que também incluirá Fábio Barbosa, o atual chairman que também está deixando o conselho;
- Na política, a Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN) publicou ontem no Diário Oficial da União duas resoluções que flexibilizam as regras para o licenciamento de usinas nucleares – a resolução ANSN 12/2026 cria a Licença Prévia de Local (LPL), que permite a avaliação e aprovação de sítios nucleares antes da definição do projeto específico da usina;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.

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