“Waiver day”: Ibovespa atinge pior pontuação do ano com riscos fiscais no radar novamente

Tudo o que você precisa saber sobre os mercados nacional e internacional, com análises econômicas e políticas sobre fatos que podem impactar seus investimentos.


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IBOVESPA -2,7% | 107.735 Pontos

CÂMBIO +1,1% | 5,66/USD

O que pode impactar o mercado hoje

O Ibovespa fechou a quinta-feira (21) em queda 2,75%, abaixo dos 108 mil pontos pela primeira vez no ano, enquanto o dólar subiu 1,1% e atingiu R$ 5,66. Com a piora da situação fiscal do país, depois da fala de Paulo Guedes de aplicar um “waiver” (uma liçenca) para ampliar o teto de gastos, o índice Ibovespa chegou a cair 4% durante o dia. As taxas futuras de juros dispararam na sessão de ontem, com maior intensidade nos vencimentos intermediários, dada a percepção de perda da âncora fiscal após apoio da equipe econômica do Governo ao rompimento do teto de gastos para financiar o Auxílio Brasil. DI jan/22 fechou em 7,886%; DI jan/24 foi para 11,245%; DI jan/26 encerrou em 11,61%; e DI jan/28 fechou em 11,87%.

Hoje, os mercados globais amanhecem mistos (EUA -0,1% e Europa +0,6%) ao passo que resultados abaixo do esperado das empresas de tecnologia, Snap e Intel, amenizaram o otimismo dos investidores americanos. Até o momento, dos 101 membros do S&P 500, que divulgaram, 82,6% surpreenderam nos lucros, segundo o FactSet. Na Europa, a prévia do PMIda Zona do Euro, reunindo ambos serviços e manufatura, desacelerou de 56,2 em setembro para 54,3 neste mês, seu menor valor dos últimos 6 meses, sugerindo que os efeitos da inflação começam a impactar as companhias na região. Na China (+0,6%) o mercado encerra em campo positivo, impulsionado pelo envio de US$ 83,5mi da Evergrande (+4,3%) para uma conta fiduciária que será destinada ao pagamento juros de sua dívida com vencimento no dia 23 de setembro, ainda dentro do período de carência.

O mercado de trabalho dos Estados Unidos tem caminhado gradualmente em direção à normalidade. Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego registrados na semana passada atingiram o menor nível desde o início da pandemia, refletindo possivelmente o fim de vários benefícios governamentais (programas de transferência de renda) instituídos durante a crise da pandemia. Enquanto isso, indicadores de sentimento econômico da Zona do Euro apontam para crescimento a um ritmo mais moderado no quarto trimestre, além de sinalizarem persistência da pressão inflacionária no curto prazo.

No Brasil, as atenções do mercado estarão voltadas à repercussão dos últimos acontecimentos no ambiente político e sua relação com o quadro fiscal. Ontem, membros da área econômica do governo pediram demissão, com destaque para a saída do secretário especial do Tesouro e Orçamento, Bruno Funchal, e do secretário do Tesouro Nacional, Jefferson Bittencourt, em meio a sinais de enfraquecimento do arcabouço fiscal vigente. O deputado federal Hugo Motta, relator da PEC dos Precatórios, apresentou parecer, que foi aprovado ontem em comissão especial da Câmara, que, além de restringir o pagamento das sentenças judiciais, altera a regra de correção anual do teto de gastos. Segundo estimativas apresentadas pelo relator, a modificação da fórmula de correção do teto e o limite de pagamento dos precatórios liberam R$ 83 bilhões para despesas públicas em 2022 (alguns analistas estimam valor superior). Por fim, o Presidente Jair Bolsonaro sinalizou ontem que o governo federal irá oferecer auxílio de R$ 400,00 a cerca de 750 mil caminhoneiros autônomos para compensar a elevação do preço do diesel (custo fiscal estimado ao redor de R$ 4 bilhões), em meio ao retorno de ameaças de greve da categoria.  

Por fim, do lado de empresas, atualizamos a Seleção BDRs ESG XP (link). Na nossa visão, para investidores que buscam ampliar o leque de opções, os BDRs podem ser boas alternativas para diversificação pois, além de expandir o universo de ativos ESG, os recibos de ações estrangeiras também têm como benefício a diversificação internacional das carteiras, o que vemos como uma combinação poderosa.

Tópicos do dia

Economia

  1. Membros da área econômica do governo renunciam em meio a sinais de enfraquecimento do arcabouço fiscal

Política

  1. Nos EUA, agenda econômica de Biden é foco no Congresso
  2. E Taiwan volta a ser foco de tensões sino-americanas

Empresas

  1. Sala de Espera XP: Prévia de resultados de Saúde no 3T21
  2. Bens de Capital: Prévia de Resultados do 3T’21
  3. Transportes: Prévia de Resultados do 3T21
  4. Alimentos e Bebidas: prévia de resultados para o 3T21; resultados mistos
  5. Small Caps: Prévia de resultados do 3T21
  6. Trisul (TRIS3): Dados Operacionais Mistos no 3T21 
  7. Principais notícias dos setores

Mercados

  1. Análises das principais empresas e tendências sob o nosso Radar | Snapchat, Intel e SAP reportam

ESG

  1. O melhor dos dois mundos: Seleção BDRs & ESG; 15 nomes para exposição internacional ao tema
  2. Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 22/10


Veja todos os detalhes

Economia

Membros da área econômica do governo renunciam em meio a sinais de enfraquecimento do arcabouço fiscal

  • Conforme publicado ontem, os pedidos iniciais de auxílio-desemprego nos Estados Unidos atingiram, na semana passada, o menor nível desde o início da pandemia, possivelmente refletindo o fim de benefícios governamentais (transferências de renda) instituídos após a eclosão da crise sanitária. As solicitações totalizaram 290 mil, 6 mil a menos em relação à semana anterior e abaixo da média de projeções do mercado (300 mil). O total de pessoas que recebem benefícios dos programas estaduais e federais relacionados à pandemia caiu para 3,3 milhões, muito aquém dos 23,8 milhões de beneficiários registrados há um ano. Em suma, o mercado de trabalho americano tem caminhado gradualmente em direção à normalidade;
  • O Índice de Gerentes de Compras (PMI) Composto da Zona do Euro recuou de 56,2 para 54,3 entre setembro e outubro, de acordo com estimativas preliminares publicadas nesta manhã (a mediana das projeções do mercado apontava para 55,2). Apesar da queda na comparação mensal, o PMI da região ainda está confortavelmente acima da marca de 50 pontos, que separa crescimento de contração. O PMI de Serviços da zona do euro declinou de 56,4 para 54,7 no período, atingindo o nível mais baixo desde abril e frustrando o consenso de mercado (55,5), enquanto o PMI da Indústria ficou praticamente estável (de 58,6 para 58,5). Destacamos que o componente de preços de bens industrializados saltou de 70,4 em setembro para 72,3 em outubro, o maior patamar da série histórica de dados iniciada no final de 2002, sugerindo que a atual pressão inflacionária persistirá no curto prazo. Os PMI’s dos Estados Unidos referentes a outubro (Composto, Indústria, Serviços) também serão divulgados hoje;
  • No Brasil, o Banco Central publicará a nota do setor externo relativa a setembro, com destaque para os resultados do saldo em transações correntes (consenso: -US$ 1,5 bilhão) e de Investimento Direto no País (consenso: US$ 5,0 bilhões). Isto posto, as atenções do mercado estarão de fato voltadas à repercussão dos últimos acontecimentos no ambiente político e sua relação com o quadro fiscal. Ontem, membros da área econômica do governo pediram demissão, com destaque para a saída do secretário especial do Tesouro e Orçamento, Bruno Funchal, e do secretário do Tesouro Nacional, Jefferson Bittencourt, em meio a sinais de enfraquecimento do arcabouço fiscal vigente (flexibilização da regra do teto de gastos). O deputado federal Hugo Motta, relator da PEC dos Precatórios, apresentou parecer (aprovado ontem em comissão especial da Câmara) que, além de restringir o pagamento das sentenças judiciais, altera a regra de correção anual do teto. Atualmente, a fórmula considera o IPCA acumulado em 12 meses até junho do ano anterior para reajustar o valor do limite; com a mudança proposta, haveria utilização do IPCA acumulado até dezembro. Segundo estimativas apresentadas pelo relator, a modificação da fórmula de correção do teto de gastos combinada ao limite de pagamento dos precatórios liberam R$ 83 bilhões para despesas públicas em 2022 (alguns analistas estimam valor superior). Por fim, o Presidente Jair Bolsonaro sinalizou ontem que o governo federal irá oferecer auxílio de R$ 400,00 a cerca de 750 mil caminhoneiros autônomos para compensar a elevação do preço do diesel (custo fiscal estimado ao redor de R$ 4 bilhões), em meio ao retorno de ameaças de greve da categoria.  

Política

Nos EUA, agenda econômica de Biden é foco no Congresso

  • No Congresso americano, democratas continuam procurando alternativas para financiar o Plano das Famílias Americanas em meio a resistência da senadora Krysten Sinema aos aumentos ao imposto de renda para pessoa física, pessoa jurídica e ganhos de capitais. Com calendário apertado antes de que pautas orçamentárias precisem ser colocadas retomadas, o embate eleva as tensões no partido;
  • Entre as alternativas estudadas, o noticiário destaca um possível imposto sobre lucro não realizado para bilionários e imposto sobre a recompra de ações.

E Taiwan volta a ser foco de tensões sino-americanas

  • No lado das tensões sino-americanas, Joe Biden disse que os EUA sairia em defesa de Taiwan em caso de um ataque da China.

Empresas

Sala de Espera XP: Prévia de resultados de Saúde no 3T21

  • No geral os resultados das empresas de saúde devem ser bons no 3T21, com impactos relacionados à pandemia do Covid-19 pesando menos que no 2T21;
  • Todavia esperamos performance heterogênea para as empresas dos diversos segmentos:
    • (i) operadoras devem mostrar grandes melhorias principalmente nos custos médicos, com menos pressão de internações por Covid-19;
    • (ii) hospitais devem apresentar crescimento e ligeira redução de margens, impactadas sobretudo pelas recentes aquisições; e
    • (iii) laboratórios de diagnóstico e indústrias farmacêuticas devem apresentar performance similar ao 2T21 em termos de rentabilidade, com bom crescimento A/A.
  • Veja o relatório completo aqui.

Bens de Capital: Prévia de Resultados do 3T’21

  • Para o setor automotivo, enquanto continuamos a ver gargalos na cadeia de abastecimento impactando a produção de veículos em todo o mundo, vemos (i) um melhor desempenho relativo de veículos pesados e (ii) uma melhor perspectiva de preços compensando uma demanda ainda prejudicada para algumas empresas em 3T21;
  • No segmento de Autopeças, destacamos como pontos positivos:
    • (i) Tupy, com melhora das margens no 3T21 vs. queda sequencial nos últimos trimestres; e
    • (ii) Iochpe-Maxion, com margens permanecendo em patamar positivo de ~12%;
    • Do lado negativo,  ainda esperamos que a Marcopolo sofra com uma perspectiva de demanda impactada (receita -8% e -6% A / A e T/T, respectivamente).
  • Para a WEG, esperamos que as receitas desacelerem em uma base sequencial sob uma base comparável mais difícil e valorização do BRL (+16% A/A e -4% T/T), com as margens permanecendo em um nível sólido de ~18% (EBITDA +5% e -10% A/A e T/T, respectivamente);
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Transportes: Prévia de Resultados do 3T21

  • Destacamos:
    • (i) evolução positiva no setor de Locação de Carros, com a Unidas e a Movida atualizando os preços do Rent-a-Car (RaC), seguindo o movimento anterior da Localiza em trimestres anteriores (tarifa RaC + 14% no 3T21 vs. nível pré-pandêmico em 2019). Acreditamos que isso ajuda a aliviar as preocupações do mercado em torno dos níveis de retorno da indústria, devido ao forte aumento nos preços dos carros novos. No final das contas, vemos resultados ainda sustentados pelo forte momento de Seminovos; e
    • (ii) um trimestre fraco para ferrovias/hidrovias, com os resultados da Rumo e da Hidrovias do Brasil prejudicados pelas fracas exportações de milho (EBITDA -20% e -28% T/T, respectivamente). Observamos que esse momento negativo deve durar até o 4T21, embora os resultados de 2022 em diante devam se normalizar diante de uma perspectiva forte para as exportações de grãos.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Alimentos e Bebidas: prévia de resultados para o 3T21; resultados mistos

  • Estamos otimistas com JBS e Marfrig, mas cautelosos com BRF e Ambev;
  • No setor de Bebidas, após quatro trimestres sequenciais de recuperação, a base de comparação mais difícil é motivo suficiente para propor ceticismo, além disso, o cenário macroeconômico continua a decepcionar;
  • Para o setor de Alimentos, esperamos uma temporada de resultados mistos, confirmando nossa visão de que a diversificação geográfica tem sido mais estratégica nos resultados das empresas, mas também devido às diferentes perspectivas para cada proteína e aos eventos recentes no setor;
  • Com vários setores apresentando performance negativa, consideramos as commodities como uma boa estratégia de defesa;
  • Clique aqui para ler o relatório completo.

Small Caps: Prévia de resultados do 3T21

  • Dentro do universo de cobertura Small Caps, esperamos:
    • Um trimestre positivo para as empresas do setor de bens de capital (Mills e Priner), impulsionado por fortes indicadores operacionais, juntamente com um aumento na demanda de seus respectivos mercados;
    • Bons resultados de Allied e Vulcabras, ambas no varejo/distribuição, que devem ser impactadas positivamente pela próxima Black Friday;
    • Resultados em recuperação para os setores de estacionamento (Estapar) e restaurantes (IMC), em função de um cenário desafiador de restrições que ainda afeta as empresas;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Trisul (TRIS3): Dados Operacionais Mistos no 3T21 

  • A Trisul divulgou dados operacionais mistos no 3T21, alimentado por lançamentos sólidos, alcançando R$ 304 milhões (+ 22% A/A) no 3T21, totalizando R$ 1,045 bilhão em 9M21 vs. R$ 568 milhões em 9M20 (+84% A/A);
  • Do lado negativo, as vendas líquidas caíram (-33% A/A e -33% T/T), atingindo R$ 165 milhões no 3T21, totalizando R$ 588 milhões em 9M21 vs. R$ 554 milhões em 9M20 (+6% A/A). É importante mencionar que uma parte significativa dos lançamentos da Trisul (~40% do VGV) ocorreu no final do trimestre, afetando a velocidade de vendas negativamente, atingindo 10% no 3T21 vs. 15% no 2T21. Portanto, ainda refletindo uma demanda saudável no segmento de média e alta renda e para os produtos da Trisul, apesar das preocupações com as perspectivas da taxa de juros para o financiamento imobiliário;
  • Por fim, mantemos nossa classificação de Compra em TRIS3 e TP de R$14,0/ação, sendo negociada a 1,0x P/VP em 2021, o que vemos como atrativo.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas e Energia (óleo & gás e elétricas).

  • Notícias Diárias do Setor Financeiro
    • C6 Bank lidera ranking de reclamações do Banco Central no terceiro trimestre. Na sequência, vêm BTG Pactual/Banco Pan (65,83 pontos), Inter (55,99), Bradesco (36,03) e Santander (29,19). (Valor);
    • Seguros mantêm crescimento e agosto fecha com taxa acumulada no ano de 14,7%. Arrecadação global no ano foi de R$ 198,8 bilhões, sem saúde e sem DPVAT. A taxa anualizada até agosto é de 11,4%, depois de 11,7% em julho. (Valor);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo
    • Sem novo programa, governo considera estender o auxílio emergencial por mais dois meses. (Estado);
    • Mercado Pago amplia oferta de serviços financeiros com conta digital protegida e seguros. (Mercado e Consumo)
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Agro, Alimentos & Bebidas: confira as principais notícias
    • Carne de frango: entre os quatro itens exportados, frango inteiro é o de maior valorização no ano (AviSite);
    • JBS lança título de R$ 1 bi atrelado à meta de controle de origem do gado (Pipeline);
    • Área de consórcios de máquinas agrícolas tem forte crescimento (Valor);
  • Radar Energia XP: Notícias diárias do setor de energia
    • Governo estuda socorrer distribuidoras após aumento de despesas com a crise hídrica. (Valor Econômico);
    • Bolsonaro quer criar auxílio-diesel de R$ 400 para apaziguar caminhoneiros. (Valor Econômico);
    • José Mauro Coelho deixará o Ministério de Minas e Energia; novo secretário foi definido. (epbr);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

Mercados

Radar Global: Análises das principais empresas e tendências sob o nosso Radar | Snapchat, Intel e SAP reportam

  • Resultados mistos da Intel, SAP e Snap.
  • Donald Trump, ex-presidente dos EUA, afirmou nesta quarta-feira que lançará sua própria rede social;
  • Tesla planeja utilizar novo tipo de bateria, visando reduzir custos;
  • Dados sugerem que ainda há espaço para um novo rali das commodities;
  • Acesse aqui o relatório internacional.

ESG

O melhor dos dois mundos: Seleção BDRs & ESG; 15 nomes para exposição internacional ao tema

  • Apesar da agenda ESG ter ganhado força no Brasil mais recentemente, quando olhamos ao redor do mundo, fica evidente que o tema já é uma realidade – globalmente, mais de US$ 35 trilhões em ativos sob gestão (AuM, na sigla em inglês) são gerenciados por fundos que definiram estratégias sustentáveis;
  • Para investidores que buscam ampliar o leque de opções, os BDRs podem ser boas alternativas para diversificação pois, além de expandir o universo de ativos ESG, os recibos de ações estrangeiras também têm como benefício a diversificação internacional das carteiras, o que vemos como uma combinação poderosa;
  • A Seleção BDRs ESG XP acumula um retorno de +13,5% desde a criação, em abril deste ano, enquanto o índice de ações globais MSCI ACWI teve retorno de +2,3%. Nesse relatório atualizamos a nossa carteira, composta por 15 empresas com as melhores classificações ESG de acordo com a MSCI.​ Clique aqui para acessar.

Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 22/10

  • O mercado encerrou o pregão de ontem em território negativo, com o Ibov e o ISE em queda de -2,8% e -3,0%, respectivamente;
  • No Brasil, do lado das empresas, (i) a JBS lançou ontem a primeira oferta de títulos de dívida agro atrelados a metas de sustentabilidade do mercado de capitais local: as taxas de juros da emissão, um CRA de R$ 1 bilhão, estarão atreladas à meta do grupo de controlar a origem – direta e indireta – de 100% do gado até 2025; e (ii) a Suzano antecipou em cinco anos, de 2030 para 2025, a meta de remover 40 milhões de toneladas de gás carbônico equivalente da atmosfera, com a medida refletindo a crença, na companhia, de que iniciativas de curto prazo são “imprescindíveis” ante a emergência climática;
  • Além disso, segundo estudo da representação no país da Câmara de Comércio Internacional, o potencial de geração de receita com créditos de carbono para o país pode chegar a US$ 100 bilhões até 2030, dependendo de como o artigo 6 do Acordo de Paris for destravado e implementado;
  • Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG.
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