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Temores com Coronavírus reacendem com revisão da contagem dos casos na China

Tudo o que você precisa saber sobre os mercados nacional e internacional, com análises econômicas e políticas sobre fatos que podem impactar seus investimentos.

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O que pode impactar o mercado hoje

Nesta manhã, mercados globais operam em queda generalizada, com bolsas asiáticas recuando de -0,3% a -0,6%, bolsas europeias na casa de -1% e futuros dos EUA caindo -0,6%. O movimento de aversão ao risco está relacionado à revisão da contagem de casos de Coronavírus na China, com uma adição de 14.840 casos da doença no pais e elevando o total de infectados para 59.804, com um número de mortes de 1.367.

No campo das commodities, o petróleo Brent opera em queda de mais de -1%, aos US$55,17/barril. A principal razão por trás da queda foi a revisão das projeções da Agência Internacional de Energia (AIE) para a demanda pela commodity em 2020 em vista dos impactos do Coronavirús. De acordo com a agência, mesmo após cortes de produção significativos da OPEP e seus aliados, a paralização da economia chinesa devido à epidemia e os impactos para a demanda global deverão manter o mercado de petróleo em uma condição de excesso de oferta ao longo deste ano.

Indo para o Brasil, o setor varejista apresentou queda de 0,8% entre e novembro e dezembro de 2019, frustrando tanto a nossa expectativa (-0,5%) quanto a expectativa de mercado (-0,4%). A maioria dos setores performou mal no mês, mas as vendas de materiais para escritório e veículos foram os principais destaques negativos do resultado.

Em entrevista dada ao Globo News ontem, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, reforçou a mensagem de recuperação gradual da economia brasileira. Campos disse que, dependendo do tamanho do impacto na economia chinesa, a epidemia de Coronavírus deve afetar o crescimento brasileiro, mas que ainda é cedo para prever qual será o impacto da epidemia sobre a inflação.

Na nossa visão, diante da frustração de alguns dados de atividade e dado o tom da ata do COPOM, um corte adicional de 0,25% na taxa Selic em maio não está completamente excluído. Continuaremos monitorando os próximos indicadores de inflação e de atividade (como o índice de serviços, que será divulgado às 9h de hoje), mas, por ora, continuamos acreditando que a taxa Selic será mantida em 4,25% ao ano até o primeiro trimestre de 2021.

Em política, o primeiro destaque vai para a impossibilidade de concretizar a votação do veto do presidente ao Orçamento de 2020 que exigia o empenho de R$ 30 bilhões em emendas. Sem o envio ao Parlamento de um projeto prometido pelo Executivo e com a desconfiança de partidos que obstruíram a sessão, a decisão ficou para depois do Carnaval e pode colocar mais poder na mão do Congresso para executar o orçamento. A reclamação geral no Congresso é de que faltou diálogo do governo.

Novamente, uma metáfora usada pelo ministro Paulo Guedes para tentar defender a normalidade da alta da cotação do dólar gerou polêmica. Ao falar sobre domésticas, o ministro acaba chamando mais atenção para críticas às suas falas do que para o diagnóstico e a estratégia econômica que estava tentando explicar.

Em empresas, a Suzano reportou um resultado acima do esperado no quarto trimestre, com EBITDA de R$ 2,5 bilhões, 8% acima do nosso e em linha com o consenso (+3% T/T, -31% A/A). O principal destaque positivo foi a forte redução de 650kt nos estoques. Adicionalmente, a Suzano atualizou suas estimativas de captura de sinergias com a Fibria para R$1,1 – R$1,2 bilhão, vs. R$800 – R$900 milhões anteriormente. Esperamos uma reação positiva das ações e mantemos nossa recomendação de Compra.

Lembrete: hoje no Super Clássicos da Bolsa teremos “Copel ou Cemig?”. A semana inteira traremos discussões com os analistas de ações da XP e outros especialistas do mercado para os principais confrontos setoriais da Bolsa brasileira. Para participar e assistir aos vídeos em tempo real, basta acessar a página do evento aqui e se inscrever.

Tópicos do dia

Temporada de resultados do 4º trimestre

Banco do Brasil (BBAS3): antes da abertura do mercado
Banco BMG (BMGB4): após o fechamento

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Brasil

  1. Política Brasil: Bolsonaro substitui Lorenzoni por Braga Netto na Casa Civil
  2. PEC dos fundos públicos mira flexibilização do teto de gastos em R$ 32 bilhões
  3. Setor varejista frustra as expectativas em dezembro

Internacional

  1. Política Internacional: 15.000 novos casos do coronavírus reportados após erro na contagem
  2. Expectativa da primeira queda da demanda global de petróleo em uma década devido ao coronavírus

Empresas

  1. Suzano (SUZB3): resultados acima do esperado; normalização dos estoques vai além das expectativas; atualização de sinergias com Fibria. Positivo

Veja todos os detalhes

Brasil

Política Brasil: Bolsonaro substitui Lorenzoni por Braga Netto na Casa Civil

  • Troca de ministros: Nos jornais, vemos críticas a Bolsonaro por substituir Onyx Lorenzoni pelo general Braga Netto, na Casa Civil. Para além do nome, é fato que a pasta perdeu relevância. Não trata mais de articulação política ou jurídica e perdeu a coordenação dos programas mais importantes do governo. O movimento mostra mais uma vez os militares como bola de segurança do presidente e sua dificuldade em formar um núcleo político no Planalto;
  • Orçamento – Sem consenso, sem o envio ao Parlamento de um projeto prometido pelo Executivo e com a desconfiança de partidos que obstruíram a sessão, não foi possível concretizar a votação do veto do presidente à rega do  Orçamento de 2020 que exigia o empenho de R$ 30 bilhões em emendas. A decisão ficou para depois do Carnaval e pode colocar mais poder na mão do Congresso para executar o orçamento. A reclamação geral no Congresso é de que faltou diálogo do governo. A importância desse impasse é tamanha que os presidentes do Senado e da Câmara adiaram na última hora viagem aos Estados Unidos;
  • Novamente, uma metáfora usada pelo ministro Paulo Guedes para tentar defender a normalidade da alta da cotação do dólar gerou polêmica. Ao falar sobre domésticas o ministro acaba chamando mais atenção para críticas às suas falas do que para o diagnóstico e a estratégia econômica que estava tentando explicar;
  • Administrativa – A suspensão do envio da reforma administrativa para o Congresso tem sido creditada à hesitação de Bolsonaro em ser fiador de um texto polêmico em ano eleitoral. Equipe econômica e a turma do Planalto não entram em acordo sobre a proposta. 
  • Na reforma tributária, Paulo Guedes promete para esse mês a proposta de IVA dual. Não está claro ainda se a intenção é enviar uma proposta do governo que seja acoplável ao que já tramita no Congresso ou apenas sugestões a serem entregues ao relator na Câmara.

PEC dos fundos públicos mira flexibilização do teto de gastos em R$ 32 bilhões

  • O parecer do senador Otto Alencar abre espaço para ampliar as despesas fora do teto de gastos em cerca de R$ 32 bilhões, pelo prazo de um ano. O gasto estaria condicionado ao cumprimento da meta fiscal e, de acordo com o Senador Otto Alencar, “se houver qualquer convencimento de que vai romper, eu altero, sem problema nenhum”;
  • A proposta deve ser votada na CCJ do Senado no próximo dia 19 e, de acordo com o noticiário local, a equipe econômica já considera a possibilidade de abandonar essa PEC;
  • Nosso entendimento é de que a situação fiscal do Brasil ainda preocupa. O descontrole fiscal foi a causa da maior crise econômica da história recente do Brasil e, por isso, qualquer flexibilização do teto de gastos irá impor riscos à retomada da confiança e recuperação da economia.

Setor varejista frustra as expectativas em dezembro

  • Em dezembro de 2019, o setor varejista ampliado apresentou queda de 0,8% ante novembro e expansão de 4,1% ante dezembro de 2018, frustrando tanto a nossa expectativa (-0,5% m/m e +5,2% a/a) quanto a expectativa de mercado coletada pela Bloomberg (-0,4% m/m e +4,9% a/a). A maioria dos setores performou mal no mês, mas as vendas de equipamentos e materiais para escritório e de veículos foram os principais destaques negativos;
  • Em entrevista dada ao Globo News ontem, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse que, dependendo do tamanho do impacto na economia chinesa, a epidemia de coronavírus deve afetar o crescimento brasileiro, mas que ainda é cedo para prever qual será o impacto sobre a inflação. Roberto Campos afirmou ainda que a atual desvalorização do real ante o dólar ocorre em um cenário de expectativa de inflação estável e “até caindo”;
  • Na nossa visão, diante da frustração de alguns dados de atividade e dado o tom da ata do COPOM, um corte adicional de 0,25% na taxa Selic em maio não está completamente excluído. Os próximos indicadores de inflação e de atividade, como o índice de serviços (que será divulgado às 9h de hoje) e o índice de atividade econômica do Banco Central (que será divulgado amanhã), ajudarão a determinar quais serão os próximos passos do BC.
  • Por enquanto, continuamos acreditando que a taxa Selic será mantida em 4,25% ao ano até o primeiro trimestre de 2021.

Internacional

Política Internacional: 15.000 novos casos do coronavírus reportados após erro na contagem

  • Coronavírus/Covid-19:  A OMS computa 45.171 casos confirmados no mundo e 1.115 mortes. Entretanto, a China reportou 14.840 casos mais da doença após revisão na contagem, elevando o número de infectados para 59.804 e o número de mortes para 1.367 só no país. O presidente Xi Jingping anunciou que impostos seriam reduzidos para ajudar as empresas atingidas pela epidemia.

Expectativa da primeira queda da demanda global de petróleo em uma década devido ao coronavírus

  • De acordo com a Bloomberg, a Agência Internacional de Energia (IEA) prevê que a demanda global de petróleo cairá neste trimestre pela primeira vez em mais de uma década, à medida que o coronavírus atinge a economia da China. A demanda deve cair 435.000 barris por dia no primeiro trimestre, informou a AIE em seu relatório mensal;
  • As novas estimativas mostram que os mercados de petróleo enfrentam um excedente significativo, apesar dos últimos cortes de produção da OPEP+. O petróleo já caiu para o menor preço em um ano, abaixo de US$ 54 o barril na semana passada e o impacto da epidemia será sentido ao longo do ano, informou a agência.
  • Para 2020, o vírus reduzirá o crescimento anual do consumo global em cerca de 30% a 825.000 barris por dia, o menor desde 2011, informou a IEA. Com isso, os contratos futuros de petróleo dos EUA caíram 17% este ano, com o mercado ainda avaliando o impacto da epidemia.

Empresas

Suzano (SUZB3): resultados acima do esperado; normalização dos estoques vai além das expectativas; atualização de sinergias com Fibria. Positivo

  • A Suzano reportou um resultado acima do esperado no quarto trimestre, com EBITDA de R$ 2,5 bilhões, 8% acima do nosso e em linha com o consenso (+3% T/T, -31% A/A). O principal destaque positivo foi a forte redução de 650kt nos estoques, rumo a um nível normalizado ainda no primeiro semestre de 2020. Adicionalmente, a Suzano atualizou suas estimativas de captura de sinergias com a Fibria para R$1,1 – R$1,2 bilhão, vs. R$800 – R$900 anteriormente;
  • Operacionalmente, volumes melhores do que o esperado tanto em papel quanto em celulose e custo caixa em níveis relativamente saudáveis contribuíram para um resultado acima das nossas expectativas. Do lado negativo, seguimos monitorando a alavancagem em nível elevado: Dívida Líquida/EBITDA atingiu 5x (vs. 4,7x no terceiro trimestre), com impactos de um dólar médio mais alto no período;
  • Esperamos uma reação positiva para Suzano (Compra; preço-alvo de R$45/ação). Clique aqui para acessar o relatório completo.

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