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Sinais de alívio na inflação americana e os quatro destaques corporativos em meio a temporada de resultados no Brasil

Tudo o que você precisa saber sobre os mercados nacional e internacional, com análises econômicas e políticas sobre fatos que podem impactar seus investimentos.

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IBOVESPA -0,12% | 122.056 Pontos

CÂMBIO 0,57% | 5,22/USD

O que pode impactar o mercado hoje

O Ibovespa encerrou a sessão da quarta-feira (11) em leve queda de 0,12%, atingindo 122.056 pontos. Este movimento, mais uma vez, descolou da elevação das principais bolsas internacionais, especialmente das americanas, após dados da inflação americana virem em linha com o esperado e sugerirem que não está fora de controle. Nesta manhã, mercados globais operam sem movimentos expressivos (EUA 0,0% e Europa + 0,1%), enquanto na China (-0,8%), o mercado encerra em leve queda devido à possível desaceleração da economia com o avanço dos casos da variante Delta na Ásia.

Enquanto isso, a cotação do dólar comercial avançou 0,57% ontem, fechando a R$ 5,22. As taxas futuras de juros fecharam o dia de ontem em leve alta, após iniciarem o dia em baixa com dados positivos de vendas no varejo local e inflação nos EUA. Já na parte da tarde, incertezas domésticas em relação ao cenário político e à inflação levaram as taxas a terminarem a sessão com viés de alta. DI jan/22 fechou em 6,545%; DI jan/24 foi para 8,815%; DI jan/26 encerrou em 9,32%; e DI jan/28 fechou em 9,57%.

Em relação ao cenário econômico internacional, os dados da inflação ao consumidor nos Estados Unidos em julho trouxeram alívio aos mercados. A medida de núcleo apresentou a menor taxa de variação em quatro meses, e itens que pesaram bastante sobre o índice de preços nas divulgações anteriores (destaque para carros usados) exibiram descompressão importante em julho. Esses resultados sustentam a avaliação do Federal Reserve (Fed, banco central americano) de que a pressão inflacionária atual tem caráter predominantemente transitório. Acreditamos que o anúncio da redução gradual das compras de ativos por parte do Fed (tapering) será realizado em setembro, com início efetivo em dezembro. Por sua vez, a produção industrial na zona do euro contraiu em junho e frustrou as expectativas do mercado, que apontavam para ligeira alta. O fraco desempenho da indústria europeia refletiu, novamente, problemas na cadeia de suprimentos (escassez de matérias-primas). Já o PIB do Reino Unido exibiu crescimento robusto no 2º trimestre, permanecendo em rota de firme recuperação (o PIB Britânico situa-se cerca de 4,5% abaixo dos níveis pré-pandemia).

No Brasil, as vendas no varejo recuaram em junho, após terem exibido resultados bastante sólidos em abril e maio na esteira do aumento da mobilidade e do retorno do auxílio emergencial. Prevemos tendência de crescimento moderado das vendas varejistas ao longo do 2º semestre. O consumo das famílias tende a ser proporcionalmente mais forte em serviços nos próximos meses, o que ajuda a explicar o ritmo mais fraco de expansão do comércio. Como fator de risco relevante para o desempenho do setor, destacamos a persistência da pressão inflacionária. Na agenda de hoje, atenção voltada para a publicação das receitas reais do setor de serviços em junho, que devem confirmar a retomada dos serviços prestados às famílias em meio ao processo de reabertura econômica.    

Do lado das empresas, quatro destaques:
A JBS reportou um 2T21 misto entre suas operações da América do Norte (inclui EUA, Canadá, Austrália e Nova Zelândia) e América do Sul (Brasil), porém no geral os resultados foram fortes com recorde no EBITDA e no Lucro Líquido, anunciando pagamento de dividendos de R$ 2,5bi (3% dividend yield) e, ainda que tenha mantido seu objetivo de longo prazo de diversificação geográfica e de portfólio via M&As, manteve a alavancagem em níveis historicamente baixos (1,75x em USD). Nós reiteramos nossa recomendação de Compra e reforçamos a posição da JBS como top pick (relatório completo).

A Hapvida apresentou um desempenho positivo em termos de beneficiários e ticket médio, que levou a um crescimento de receita de 3% no trimestre, mas a sinistralidade mais alta, principalmente devido à Covid, resultou em um queda de 33% no EBITDA no trimestre. No entanto, devemos observar que o número de casos Covid está diminuindo rapidamente e devemos observar uma melhora na sinistralidade já no 3T21, o que reforça nossa visão de que a pressão nos resultados é transitória. Além disso, continuamos otimistas quanto às perspectivas de fusão com a GNDI, o que nos leva a reiterar nossa recomendação de Compra.

A Americanas anunciou a aquisição da Hortifruti Natural da Terra por R$ 2,4 bilhões. Vemos a aquisição como positiva estrategicamente, pois adiciona uma nova categoria com alta recorrência ao portfólio, além da HNT ser um ativo de alta qualidade.

Por fim, a Aeris (AERI3) divulgou resultados do 2T21 mais fracos que o esperado, sendo que nesse sentindo, após incorporar os recentes resultados divulgados pela companhia, estamos mudando nossa recomendação de Compra para Neutro (com preço-alvo de R$10/ação para o fim de 2022 substituindo nosso preço-alvo anterior de R$15/ação para o fim de 2021), devido à (i) recuperação mais lenta de seus níveis de retorno (ROIC de ~11-20% em 2021-23, contra ~21% em 2020), e (ii) menores expectativas para os lucros dos próximos anos.

Tópicos do dia

Agenda de resultados

CCR (CCRO3): antes do fechamento
Rumo (RAIL3): antes do fechamento
Magazine Luiza (MGLU3): após o fechamento
Grupo Soma (SOMA3): após o fechamento
Lojas Renner (LREN3): após o fechamento
Americanas SA (AMER3): após o fechamento
Bemobi (BMOB3): após o fechamento
Sabesp (SBSP3): após o fechamento
Alliar (AALR3): após o fechamento
Aeris (AERI3): após o fechamento
Arezzo (ARZZ3): após o fechamento
Bradespar (BRAP4): após o fechamento
EzTec (EZTC3): após o fechamento
Simpar (SIMH3): após o fechamento
SLC Agricola (SLCE3): após o fechamento
Banrisul (BRSR6): após o fechamento
Lavvi (LAVV3): após o fechamento
Trisul (TRIS3): após o fechamento
Grupo Mateus (GMAT3): após o fechamento
Cury (CURY3): após o fechamento
Plano & Plano (PLPL3): após o fechamento
BRF (BRFS3): após o fechamento
Lojas Americanas (LAME4): após o fechamento
Mills (MILS3): após o fechamento
Br Malls (BRML3): após o fechamento
Orizon (ORVR3): após o fechamento

Calendário do 2T21
Temporada de resultados do 2º trimestre 2021 – o que esperar?

Economia

  1. Sinais de alívio na inflação dos Estados Unidos

Política

  1. Em meio a incertezas regulatórias, o governo chinês anunciou um plano de cinco anos detalhando  estratégia de regulação mais agressiva em diversos setores
  2. Nos EUA, parlamentares americanos se preparam para série de batalhas após o recesso, que acaba na última semana do mês
  3. Governo e Câmara seguem em busca de acordo para votação da reforma do Imposto de Renda

Empresas

  1. Temporada de resultados 2º trimestre: 69% dos resultados em linha ou acima das nossas expectativas até agora
  2. B3 (B3SA3): Acima das expectativas; embora com algumas surpresas na linha de despesas | Revisão 2T21
  3. Americanas s.a. (AMER3): Seguindo os passos da Amazon; Adicionando frescor ao portfólio
  4. Aeris Energy (AERI3) 2Q21: Resultados Mais Fracos do que o Esperado; Mudando Recomendação para “Neutro”
  5. JBS (JBSS3): estabelecendo novos recordes para EBITDA e Lucro Líquido
  6. Copel (CPLE6): Resultado do 2T21 sólidos em meio à crise; Mantemos a recomendação de compra
  7. SulAmérica (SULA11): Impactado pela elevada sinistralidade | Revisão 2T21
  8. Hapvida (HAPV3) – 2T21: Crescimento da receita ofuscado pela pressão de margem; no entanto, o pico da sinistralidade são águas passadas
  9. MRV (MRVE3) – 2T21: Contração na margem bruta dado o maior custo de construção compensou a receita maior
  10. TAESA (TAEE11): Resultados do 2T21 em linha com nossas estimativas; Mantemos Neutro
  11. Estapar (ALPK3): Ainda estacionado; perspectivas melhoram, mas endividamento preocupa
  12. Via (VVAR3): Aceleração do marketplace como o principal destaque do 2T21
  13. Locaweb (LWSA3): Resultados do 2T21 – outro trimestre sólido, apesar da pressão de margem
  14. Equatorial Energia (EQTL3): Bons volumes trazem bons resultados no 2T21
  15. d1000 (DMVF3): Revertendo a tendência; Fortes resultados de 2T21
  16. Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo nacional e internacional
  17. Agro, Alimentos & Bebidas: confira as principais notícias de hoje do setor

Internacional

  1. CONEXÃO GLOBAL | BDRs que pagam dividendos acima da taxa Selic
  2. Radar Global: Análises das principais empresas e tendências sob o nosso Radar | Aquisições cibernéticas

ESG

  1. Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 12/08

Veja todos os detalhes

Economia

Sinais de alívio na inflação dos Estados Unidos

  • O índice de preços ao consumidor dos EUA subiu 0,5% m/m em julho (desacelerando ante a elevação de 0,9% m/m em junho), em linha com as expectativas do mercado. No acumulado em 12 meses até julho, o indicador registrou alta de 5,4%. Por sua vez, a medida de núcleo da inflação, que exclui itens voláteis de alimentos e energia, avançou 0,3% em julho (após aumento de 0,9% em junho), a menor taxa de variação em quatro meses; com isso, o indicador teve elevação de 4,3% em 12 meses. Em relação à abertura da inflação, destaque para os preços de carros e caminhões usados, que foram responsáveis por parte relevante do salto da inflação nos meses anteriores, mas subiram apenas 0,2% m/m em julho (houve elevação de 10,5% em junho). Por sua vez, os preços de serviços de hospedagem/hotelaria aumentaram cerca de 6% m/m no mês passado, após terem crescido ao redor de 7% m/m em junho, mas tal movimento está fortemente associado à reabertura econômica e não deve persistir por muito tempo;
  • Desta forma, prevemos que a medida de núcleo da inflação ao consumidor nos EUA encerrará 2021 com elevação de 4,25%. Olhando para 2022, por sua vez, acreditamos que o indicador voltará a ficar abaixo de 2%, devido a fatores como: (I) desaceleração do crescimento econômico; (II) falta de capital político para aprovação de estímulos adicionais aos consumidores; e (III) pressões desinflacionárias de longo prazo que irão permanecer no cenário pós-pandêmico. Em síntese, os dados de inflação ao consumidor de julho sustentam o argumento do Federal Reserve (Fed, banco central americano) de que a pressão inflacionária atual tem caráter predominantemente transitório. Portanto, mantemos a expectativa de que o anúncio da redução gradual das compras de ativos por parte do Fed (tapering) será realizado em setembro (com início efetivo em dezembro), e que a primeira elevação da taxa básica de juros ocorrerá no 3º trimestre de 2022; 
  • Na agenda econômica de hoje, destaque para a publicação da inflação ao produtor (PPI) em julho (consenso: 0,6% m/m; anterior: 1,0% m/m) e dos pedidos semanais de seguro-desemprego nos Estados Unidos (consenso: 375 mil; anterior: 385 mil). Já publicada nesta manhã, a produção industrial da zona do euro registrou queda de 0,3% entre maio e junho, frustrando as expectativas do mercado, que apontavam para alta de 0,2% (em comparação a junho de 2020, o volume produzido aumentou 9,7%, enquanto a mediana das projeções indicava crescimento de 10,5%). O fraco desempenho da indústria refletiu, mais uma vez, problemas na cadeia de suprimentos (escassez de matérias-primas). Por sua vez, o PIB do Reino Unido cresceu 4,8% no 2º trimestre deste ano em relação ao trimestre imediatamente anterior, segundo dados preliminares divulgados nesta manhã (expansão de 22,2% ante o 2º trimestre de 2020), permanecendo em trajetória de firme recuperação. Com isso, o PIB britânico atingiu patamar 4,4% inferior ao registrado no final de 2019, antes da eclosão da pandemia;
  • No Brasil, as vendas varejistas contraíram em junho (-2,3% ante maio no conceito ampliado, que inclui veículos e materiais de construção), após forte recuperação vista em abril e maio como reflexo do aumento da mobilidade e da nova rodada de auxílio emergencial. O fraco desempenho do varejo ao final do 2º trimestre foi mais disseminado do que o esperado, já que seis das dez atividades acompanhadas tiveram queda na comparação mensal. A despeito da perda de fôlego em junho, as vendas do varejo ampliado cresceram 3,0% no último trimestre, compensando grande parte do recuo observado entre janeiro e março (-3,5%). Acreditamos que as vendas varejistas irão apresentar tendência de crescimento moderado ao longo do 2º semestre. O consumo das famílias tende a ser proporcionalmente mais forte em serviços nos próximos meses (efeito de “deslocamento dos gastos” do mercado de bens para o setor de serviços), o que ajuda a explicar o ritmo mais fraco de crescimento do comércio. Como fator de risco relevante para o cenário prospectivo das vendas no varejo, destacamos a persistência da pressão inflacionária. Na agenda de hoje, destaque para a publicação dos resultados do setor de serviços em junho (projeção XP e consenso de mercado em 18,2% a/a), que devem confirmar a trajetória de recuperação dos serviços prestados às famílias em meio ao processo de reabertura econômica.    

Política

Em meio a incertezas regulatórias, o governo chinês anunciou um plano de cinco anos detalhando  estratégia de regulação mais agressiva em diversos setores

  • Em meio a incertezas regulatórias, o governo chinês anunciou um plano de cinco anos detalhando  estratégia de regulação mais agressiva em diversos setores, inclusive tecnologia e saúde. Apesar do documento não conter um ‘passo a passo’ da estratégia, deixou claro que o processo observado nos últimos meses deve apenas se intensificar.  

Nos EUA, parlamentares americanos se preparam para série de batalhas após o recesso, que acaba na última semana do mês.

  • Além das divergências entre democratas sobre o Plano das Famílias Americanas colocarem em risco o andamento do pacote de Infraestrutura na Câmara, os parlamentares têm briga comprada sobre os projetos de gasto público e aumento do teto de dívida, necessários para garantir recursos para agências de governo e evitar um shutdown.   

Governo e Câmara seguem em busca de acordo para votação da reforma do Imposto de Renda

  • O ambiente de discussão eleitoral e as divergências que ainda persistem sobre o relatório de Celso Sabino para a reforma do imposto de renda dificultam o calendário de votação da matéria. A resistência de Estados e municípios permaneceu, mesmo depois de Sabino ter redistribuído a redução da tributação entre IRPJ e CSLL. Há também pontos sem consenso dentro do governo, como a inclusão de um representante da OAB em comitê com a Receita que define regras aplicáveis à gestão financeira. Enquanto isso, no Senado, Rodrigo Pacheco fala em dar sequência à tramitação da PEC 110, que trata da unificação de impostos sobre consumo, embalado pela manifestação favorável de entidades — sinal de que a reforma do Imposto de Renda não terá vida fácil por lá.

Empresas

Temporada de resultados 2º trimestre: 69% dos resultados em linha ou acima das nossas expectativas até agora

  • A divulgação dos resultados do 2° trimestre de 2021 (2T21) das empresas listadas na Bolsa começou na semana do dia 19 de julho e, até agora, 83% das empresas do Ibovespa já reportaram seus resultados;
  • Vemos os resultados do segundo trimestre como sólidos até agora, com 69% das empresas reportando Lucros Operacionais (EBITDA) em linha ou acima do que esperávamos;
  • 54% das empresas superaram nossas expectativas, 15% foram em linha e 31% vieram abaixo. Já em relação ao consenso, 57% dos resultados vieram acima dos números projetados pelo mercado, 9% em linha, enquanto 35% foram abaixo das estimativas;
  • Um sinal claro de que a temporada de resultados está sendo sólida é que os lucros do Ibovespa seguem sendo revisados para cima. Desde o início da temporada de resultados, as estimativas do consenso para o Lucro Por Ação (LPA) do Ibovespa para os próximos 12 meses, para 2021 e para 2022, já subiram  +10. E desde o início do ano, as estimativas de LPA já subiram em +52% para os próximos 12 meses, de 8,993 pontos em Dezembro para 13,694 pontos atualmente;
  • Clique aqui para ver o relatório completo.

B3 (B3SA3): Acima das expectativas; embora com algumas surpresas na linha de despesas | Revisão 2T21

  • A B3 publicou o resultado do 2T21 acima das expectativas, com lucro recorrente de R$1,23 bi (vs. R$1,15 bi do consensus Eikon) expandindo 21,6% A/A e diminuindo 7,9% na comparação trimestral, e EBITDA de R$1,85 bi (vs. R$1,65 bi do consensus) expandindo 30,6% A/A e diminuindo 4,8% T/T;
  • A empresa continua a se beneficiar de: i) ADTV elevado, expandindo 17,1% A/A; ii) atividade recorde de ECM, totalizando 13 IPOs e 10 follow-ups no trimestre; e iii) aumento de receitas em todos os segmentos;
  • Esperamos uma reação positiva no pregão de hoje e reiteramos nossa recomendação Neutra para as ações B3SA3 e preço-alvo de R$21,7/ação , uma vez que acreditamos que o preço da empresa está refletindo a maioria das melhorias operacionais e crescimento que virão;
  • Clique aqui para ler o relatório.

Americanas s.a. (AMER3): Seguindo os passos da Amazon; Adicionando frescor ao portfólio

  • A Americanas anunciou a aquisição da Hortifruti Natural da Terra (HNT) por um EV de R$ 2,4 bilhões (valor patrimonial de R$ 2,1 bilhões). Isso implica em um múltiplo de aquisição de 9x EV/EBITDA 2021e (após sinergias);
  • Vemos a aquisição como estrategicamente positiva, pois adiciona uma nova categoria com alta recorrência ao portfólio, além da HNT ser um ativo de alta qualidade. No entanto, observamos que o valuation não foi barato, pois está praticamente em linha com os varejistas de alimentos e ligeiramente abaixo da AMER (em 9,6x EV / EBITDA 2021e);
  • Nós mantemos nossa recomendação de Compra e preço alvo de R$82,0 por ação para AMER3 e R$12,0 para LAME4;
  • Clique aqui para ver o relatório.

Aeris Energy (AERI3) 2Q21: Resultados Mais Fracos do que o Esperado; Mudando Recomendação para “Neutro”

  • A Aeris reportou resultados do 2T’21 mais fracos que o esperado, com o EBITDA de R$49 milhões 20% abaixo de nossas estimativas;
  • Nesse sentindo, após incorporar os recentes resultados divulgados pela companhia, estamos mudando nossa recomendação para a Aeris de Compra para Neutro, devido à (i) recuperação mais lenta de seus níveis de retorno (ROIC de ~11-20% em 2021-23, contra ~21% em 2020), e (ii) menores expectativas para os lucros dos próximos anos;
  • Nesse relatório:
    • Introduzimos preço-alvo para 2022 de R$10/ação (reduzido de um preço-alvo para 2021 de R$15/ação); e
    • Estamos mudando nossas estimativas, com: (a) receitas de longo prazo estáveis inalteradas; mas com (b) menores expectativas para EBITDA e lucro líquido, em contrapartida a uma pior curva de rentabilidade (principal fator de redução do preço-alvo).
  • Em relação a valuation, mesmo com um sólido crescimento esperado de lucro de 42% ao ano nos próximos anos, vemos um espaço limitado para alta das ações (P/L em 2022 de 32x bem acima da média de ~26x de empresas expostas à energia eólica, com nosso preço-alvo de R$10/ação implicando em múltiplo alvo de ~24x, mais próximo do setor);
  • Clique aqui para ver o relatório.

JBS (JBSS3): estabelecendo novos recordes para EBITDA e Lucro Líquido

  • A JBS reportou Lucro Líquido recorde no 2T21 de R$ 4,4 bilhões (+29,7% A/A), EBITDA aj. recorde de R$ 11,7 bilhões (+10,3% A/A) e distribuição de dividendos de R$ 2,5 bilhões (rendimento de 3%);
  • Enquanto as receitas aumentaram em todas as operações, no comparativo trimestral houve melhora no EBITDA da JBS USA Beef (o que já era esperado), na Pilgrim’s Pride (resultado reportado ao final de julho e já absorvido pelo mercado) e JBS Brasil (que foi uma surpresa positiva);
  • A busca da JBS por diversificação geográfica e de portfólio é algo que enxergamos como positiva, aproveitando o momento positivo nas operações dos EUA para expandir em novas frentes, enquanto mantém uma alavancagem historicamente baixa (1,73x USD);
  • Reiteramos nossa recomendação de Compra com preço-alvo de R$ 40/ação para 2021YE e também reforçamos a posição da JBS como nossa principal escolha para o setor;
  • Clique aqui para ler o relatório completo.

Copel (CPLE6): Resultado do 2T21 sólidos em meio à crise; Mantemos a recomendação de compra

  • Em 11 de agosto, a Copel reportou um EBITDA Ajustado de R$ 1.432,5 milhões no 2T21, 18% acima da nossa estimativa de R$ 1.217,6 milhões e 15% acima do consenso da Bloomberg de R$ 1.248,0 milhões. O Lucro Líquido foi de R$ 1.004,5 milhões, superando nossa estimativa de R$ 603,2 milhões, e do consenso da Bloomberg de R$ 862,0 milhões;
  • O resultado reflete a combinação de (i) um crescimento de 10,0% na receita de “fornecimento de energia elétrica” em razão, sobretudo, do maior volume de energia vendida para consumidores livres da Copel Mercado Livre, parcialmente compensado por (ii) um aumento no custo da “energia elétrica comprada para revenda” devido ao menor GSF em junho (0,70 ante 0,77 em junho de 2020) e ao maior PLD médio no trimestre (R$ 233,36 / MWh ante R$ 75,47 / MWh no 2T20); e, (iii) crescimento de 126,2% na linha “encargos de uso da rede elétrica”;
  • Vemos o resultado da Copel no 2T21 como positivo, visto que o EBITDA Ajustado do período veio acima das nossas expectativas. Por fim, aproveitamos para elogiar o esforço contínuo em direção a operações mais eficientes. Mantemos nossa recomendação de compra, com preços-alvo de R$ 7,5 / ação para CPLE6 e R$ 37,5/unit para CPLE11;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

SulAmérica (SULA11): Impactado pela elevada sinistralidade | Revisão 2T21

  • A SulAmérica reportou resultados abaixo do esperado no segundo trimestre de 2021 (2T21), com lucro líquido de R$ 29,3 milhões (vs. R$ 115 milhões do consenso Reuters), implicando um Retorno Sobre Patrimônio Líquido Médio (ROAE) de 23,9%;
  • O destaque negativo do trimestre foi o elevado índice de sinistralidade nos segmentos Saúde e Vida, principalmente impactados pela maior frequência de sinistros relacionados à pandemia em conjunto à retomada dos procedimentos eletivos, que já alcançam níveis próximos a normalidade;
  • Esperamos uma reação negativa no próximo pregão, mas reiteramos nossa recomendação de Compra e preço-alvo de R$ 58,00/ação, uma vez que o trimestre não deve ser tratado como recorrente;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Hapvida (HAPV3) – 2T21: Crescimento da receita ofuscado pela pressão de margem; no entanto, o pico da sinistralidade são águas passadas

  • A Hapvida apresentou um desempenho positivo em termos de beneficiários e ticket médio que levou a um crescimento de receita de 3% no trimestre, mas a sinistralidade mais alta, principalmente devido à Covid, resultou em um queda de 33% no EBITDA no trimestre;
  • O número de beneficiários de planos de saúde atingiu 4,1 milhões, um aumento de 17% A/A (+2% orgânico) – 0,8% acima vs XPe. O número de beneficiários de planos odontológicos atingiu 3,1 milhões, um aumento de 13% em relação ao ano anterior;
  • A receita líquida atingiu R$2,4 bilhões, aumento de 16% A/A e +2% vs XPe;
  • A sinistralidade caixa atingiu 66,6%, 2,2p.p. vs XPe e 14p.p. acima do ano anterior. É importante destacar que em julho o número de internações relacionadas à Covid já era 50% menor que a média mensal do 2T21 e continua em tendência de queda. Assim, acreditamos que deveremos observar uma redução importante da sinistralidade no 2S21 vs 1S21;
  • Além da maior sinistralidade, despesas de vendas, gerais e administrativas acima do esperado (especialmente com pessoal) levaram a um EBITDA 23% inferior às nossas estimativas, que atingiu R$312 milhões, queda de 49% A/A;
  • Continuamos otimistas quanto às perspectivas de fusão com a GNDI, o que nos leva a reiterar nossa recomendação de Compra para HAPV3 e preço-alvo de R$19/ação;
  • Clique aqui para o relatório completo.

MRV (MRVE3) – 2T21: Contração na margem bruta dado o maior custo de construção compensou a receita maior

  • MRV apresentou resultados ligeiramente acima das nossas estimativas. A receita líquida foi um pouco acima dos nossos números, mas foi compensado pela margem bruta abaixo do esperado devido ao maior custo de construção. Adicionalmente, seus resultados foram impulsionados pela venda de dois empreendimentos da AHS, gerando um lucro líquido um pouco acima do esperado. No balanço patrimonial, a empresa registrou uma leve queima de caixa de R$30 milhões, levando sua alavancagem para 39% dívida líquida/PL no segundo trimestre. Assim, não vemos o resultado como um gatilho para a ação e mantemos nossa recomendação neutra e preço-alvo de R$23,0/ação;
  • A receita líquida foi acima das nossas expectativas e atingiu R$1.816 milhões (+11% vs. estimativas da XP; +10% ano contra ano), mas a margem bruta abaixo das expectativas de 27,5% (-1,9 p.p dos nossos números e -3,5 p.p. ano contra ano), impactada pela maior inflação de materiais de construção. Assim, o EBITDA de R$296 milhões (+3% contra XP, +30% ano contra ano) e o lucro líquido de R$203 milhões (+10% contra XP e +86% ano contra ano) foram ligeiramente acima do esperado, impactado positivamente pela venda de dois empreendimentos da AHS (subsidiária da MRV nos Estados Unidos);
  • No balanço patrimonial, MRV reportou uma pequena queima de caixa de R$30 milhões em razão das mudanças de critério da Caixa Econômica Federal nos recebimentos das parcelas e também na antecipação de compra de matéria prima  visando conter aumentos adicionais nos custos de materiais. Como resultado, dívida líquida/PL atingiu 39% no segundo trimestre. No entanto, MRV anunciou a venda do seu portfólio de pró-soluto pós chaves pelo valor de R$241 milhões (montante líquido de R$198 milhões) em agosto, o que deve aliviar parcialmente sua alavancagem nos próximos trimestres;
  • Para mais detalhes, acesse o relatório completo.

TAESA (TAEE11): Resultados do 2T21 em linha com nossas estimativas; Mantemos Neutro

  • Em 11 de agosto, após o fechamento do mercado, a Taesa reportou um EBITDA Ajustado de R$ 331,1 milhões, em linha com nossa estimativa de R$ 310,0 milhões (+ 6,8%) e com o consenso da Bloomberg de 340,0 milhões (-2,6%). Os resultados refletem: (i) despesas gerenciáveis (PMSO) em linha com nossas estimativas (135,6 vs. 132,9 XPe); (ii) atualização monetária da RAP do ciclo 2020-2021 (6,51% do IGP-M e 1,88% do IPCA), parcialmente compensada por; (iii) redução pré-determinada da RAP de algumas concessões;
  • O Lucro Líquido foi de R$ 111,9 milhões, abaixo de nossa estimativa de R$ 273,7 milhões, refletindo principalmente um resultado de equivalência patrimonial abaixo do esperado;
  • Temos uma avaliação neutra dos resultados da Taesa no 2T21, uma vez que os números do EBITDA Ajustado vieram em linha com nossas estimativas. Embora tenhamos uma visão positiva sobre a estabilidade do segmento de transmissão, com base em uma estrutura de receita fixa, vemos a ação já precificada corretamente. Mantemos nossa recomendação Neutra na TAESA, com um preço-alvo de R$ 37/unit;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Estapar (ALPK3): Ainda estacionado; perspectivas melhoram, mas endividamento preocupa

  • Estapar divulgou resultados fracos no 2T21 conforme o esperado, devido ao endurecimento das restrições de mobilidade social ao longo de abril e maio. Diante desse cenário, a receita líquida atingiu R$175,6 milhões (+104,6% vs 2T20; -34,8% vs 2T19), enquanto a margem bruta caixa de 36% veio levemente abaixo do 1T21 (36,5%). No entanto, a companhia deu indícios de que o pior ficou para trás após os dados de julho evidenciarem uma melhora relevante em todas as linhas de negócios por conta do afrouxamento das restrições. 
  • Apesar de acreditarmos em uma melhora sequencial dos resultados, mantemos nossa recomendação Neutra (preço-alvo R$9,7/ação) devido às incertezas em relação ao elevado patamar de endividamento da companhia.
  • Clique aqui para ler o relatório completo

Via (VVAR3): Aceleração do marketplace como o principal destaque do 2T21

  • Via reportou resultados mistos referentes ao segundo trimestre de 2021 (2T21), com uma forte performance no marketplace mas EBITDA pressionado por maiores despesas operacionais;
  • Esperamos uma reação mista do mercado, uma vez que a companhia continuou a entregar uma aceleração do 3P, porém com um crescimento de GMV online inferior ao reportado pelo Mercado Livre no Brasil (+20% Via vs. +44% A/A MELI) e com uma margem EBITDA mais pressionada;
  • Mantemos nossa recomendação de Neutro para as ações VVAR3 e preço alvo de R$20,0;
  • Clique aqui para ver o relatório.

Locaweb (LWSA3): Resultados do 2T21 – outro trimestre sólido, apesar da pressão de margem

  • Locaweb reportou resultados sólidos no segundo trimestre, ligeiramente acima de nossas estimativas. O forte desempenho da receita líquida (+ 57,1% A/A) foi impulsionado principalmente pelo crescimento de + 159,3% A/A no segmento de Commerce. Destacamos a aceleração no ritmo de adição de novas lojas no 2T21 mesmo com a reabertura da economia, contribuindo para o aumento da participação do segmento na receita total (de 27,9% no 2T20 para 46,0% no 2T21);
  • Esperamos uma reação positiva do mercado refletindo os resultados sólidos no 1T21, bem como o resultado positivo das recentes integrações de empresas adquiridas. Conforme mencionado em nosso relatório recente, continuamos otimistas com as perspectivas futuras, visto que vemos espaço para uma maior consolidação do mercado, dada a sólida posição de caixa após seu recente aumento de capital, enquanto acreditamos que a Locaweb possui um ecossistema digital completo para capturar e reter pequenas e médias empresas no canal digital. Com isso, mantemos nossa recomendação de Compra para as ações LWSA3 e preço alvo de R$32,0 por ação para o fim de 2021;
  • Clique aqui para conferir o conteúdo completo.

Equatorial Energia (EQTL3): Bons volumes trazem bons resultados no 2T21

  • No dia 11 de agosto, a Equatorial Energia reportou seus resultados do 2T21. O lucro líquido veio em R$509.7milhões, em linha (-0.6%) com nossos R$512.9 mn e com o consenso de R$541.3 (-5.8%). O EBITDA Ajustado foi de R$1,148.0 milhões, acima da nossa estimativa de R$914.8 milhões, mas em linha com o consenso de R$1,091.0 (+5.2%);
  • Os destaques operacionais incluem:  o volume que atingiu 5.921 GWh, com um crescimento consolidado de 10.7% na comparação com o mesmo trimestre do ano passado. Evidenciamos também as concessões do Piauí e Pará, que reportaram um crescimento de 14.7% e 13.2%, respectivamente, na comparação com o 2T20;
  • Nós temos uma visão positive sobre o resultado da Equatorial, dado que o EBITDA veio acima de nossas expectativas. Mantemos nossa recomendação Neutra em Equatorial, com um preço alvo de R$24/ação;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

d1000 (DMVF3): Revertendo a tendência; Fortes resultados de 2T21

  • A d1000 reportou sólidos resultados no segundo trimestre de 2021 (2T21), com um forte crescimento de receita bruta (+27% A/A), beneficiadas pela volta parcial das lojas de shopping e pelo impacto positivo do reajuste de medicamentos;
  • O EBITDA veio 42% acima do esperado, explicado por uma diluição de despesas com vendas mais forte do que esperado e receitas referentes à reversão de provisões de aluguel. Finalmente, destacamos que a companhia gerou caixa no trimestre, após três trimestre consecutivos de queima de caixa;
  • Mantemos nossa recomendação de Compra e preço alvo de R$13,0 por ação para o fim de 2021 para DMVF3;
  • Clique aqui para ver o relatório.

Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo nacional e internacional

  • Nesta publicação diária, trazemos as principais notícias do setor de varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.) nacional e internacional, complementando nossa visão sobre as tendências e acontecimentos mais importantes do dia. Além disso, o relatório contém um resumo dos múltiplos e recomendações para as empresas de nossa cobertura;
  • Clique aqui para acessar o relatório.

Agro, Alimentos & Bebidas: confira as principais notícias de hoje do setor 12/08

  • Quais tópicos costumamos abordar? Notícias relevantes para os segmentos de proteínas (bovina, suína e frango); açúcar & etanol; milho e soja; exportações brasileiras; dentre outras. Confira os destaques de hoje:
    • Nos EUA, USDA pode revisar projeções para a safra de grãos, mas mercado teme conservadorismo (Notícias Agrícolas);
    • Na China, em julho, volume de importação de carnes cai 14% A/A (Euromeat News);
    • No Brasil, JBS tem melhor resultado trimestral de sua história, Raízen conclui compra da Biosev e controladores da Minerva discutem fechamento de capital (Valor Econômico)
  • Clique aqui para acessar o relatório completo: Clipping XP Agro, Alimentos e Bebidas.

Internacional

CONEXÃO GLOBAL | BDRs que pagam dividendos acima da taxa Selic

  • O Banco Central elevou a taxa Selic pela 4ª vez no ano, para 5,25%, maior alta desde 2003;
  • Levantamos os BDRs que pagam dividendos acima da Selic, entre eles, Exxon Mobil e AT&T;
  • Confira a lista completa.

Radar Global: Análises das principais empresas e tendências sob o nosso Radar | Aquisições cibernéticas

  • Ebay reporta receitas e lucros em linha com o consenso, mas registra queda em número de usuários ativos e volume de transações;
  • A NortonLifeStock, dona do Norton Antivírus, anunciou a aquisição do Avast por US$ 8,3 bi;
  • A Southwest Airlines reduziu suas estimativas de receitas operacionais para o mês de agosto ao passo que os casos da variante delta se multiplicam;
  • O tempo de espera entre os pedidos e entregas de chips aumentou no último mês, sugerindo que a crise de semicondutores não está próxima do fim;
  • Acesse aqui o relatório internacional.

ESG

Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 12/08

  • Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo falam sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança;
  • Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance histórica do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP;
  • Por que essas informações são importantes? Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias;
  • Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG.

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