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Mercados internacionais iniciam a semana em queda e polarização política reacende no Brasil

Tudo o que você precisa saber sobre os mercados nacional e internacional, com análises econômicas e políticas sobre fatos que podem impactar seus investimentos.

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O que pode impactar o mercado hoje

Após semana negativa para a performance do Ibovespa, a manhã de segunda-feira se inicia com índices futuros das bolsas de Nova York e bolsas na Europa em queda, acompanhando as bolsas asiáticas, que reagiram negativamente a relatos de violência durante novas manifestações em Hong Kong.

Além disso, o avanço das negociações comerciais entre EUA e China continua incerto, gerando dúvidas no mercado sobre se e quando os países fecharão um acordo comercial preliminar. Segundo Trump, as negociações comerciais estão avançando muito bem, mas houve relatos incorretos sobre a disposição dos EUA de aumentar as tarifas sobre produtos chineses.

Do lado positivo, o PIB do Reino Unido apresentou expansão de 0,3% entre o segundo e o terceiro trimestre de 2019. Apesar da leitura levemente abaixo da expectativa de mercado (0,4%), os dados reforçaram a mensagem de que o risco de recessão das principais economias globais tem se tornado menor. 

Na Bolívia, Evo Morales renunciou ao cargo de presidente após onda de protestos violentos motivados pela suspeita de fraude eleitoral em sua reeleição. A participação de policiais em protestos e a pressão do exército aceleraram a renúncia, mas devem adicionar mais tensão na política latino-americana, que experimenta forte onda de protestos.

No Brasil, a saída de Lula da cadeia na última sexta-feira reacendeu a polarização política vista na eleição de 2018. As manifestações pró e contra Lula são sinal desse acirramento. Essa reorganização da política impacta os mercados por alguns canais. O mais evidente é que Lula é a melhor figura para conduzir seu polo político até a eleição de 2022, ainda que continue inelegível até lá.

Outro é que sua liderança política e capacidade de propagar narrativas pode atrapalhar a já difícil vida do governo no Congresso, em especial, nas pautas econômicas impopulares.

Câmara e Senado já reagem. Novo, Podemos e Cidadania anunciaram obstrução dos trabalhos até que seja aprovada uma PEC que instaure a prisão após condenação em segunda instância. O PSL flerta com a mesma posição, mas reconhece que pode ser uma estratégia que prejudique o governo.

Hoje, o governo deve apresentar o programa Trabalho Verde Amarelo, que prevê a redução de encargos trabalhistas para estimular as empresas a contratarem jovens de até 29 anos e pessoas acima de 55 anos que ainda não estejam aposentadas. A desoneração deve valer para novos contratos formais, de até 1,5 salário mínimo, e a meta é gerar 4 milhões de vagas até 2022, reduzindo a taxa de desemprego de 12% para 10%. Além disso, o governo deve apresentar ao longo dessa semana a sua proposta de Reforma Administrativa que deve atacar privilégios de novos servidores públicos, tais como estabilidade e altos salários de entrada.

Do lado das empresas, a BR Distribuidora anunciou um plano de reestruturação com objetivo de corte de custos de até R$650 milhões ao ano, notícia que vemos como positiva. O plano já era bastante esperado pelo mercado desde a privatização da companhia em julho de 2019, tendo em vista as ineficiências de custos da BR em comparação às pares privadas Ipiranga e Raízen.

Por fim, publicamos hoje nossas carteiras recomendadas com foco em pessoas jurídicas, que serão divulgadas mensalmente. Uma delas é focada em liquidez, uma composta apenas por títulos de renda fixa pós, uma conservadora e uma moderada.

Tópicos do dia

Agenda de resultados hoje

Banrisul (BRSR6): Antes da aberura
Cosan (CSAN3): Após fechamento
BR Distribuidora (BRDT3): Após fechamento
Sanepar (SAPR11): Após fechamento
Clique aqui para acessar o calendário completo
Clique aqui para acessar nossa visão sobre a temporada de resultados

Brasil

  1. Política Brasil: Polarização política reacende com a saída de Lula da cadeia
  2. Governo deve apresentar hoje o programa Trabalho Verde Amarelo
  3. Mercado eleva sua projeção de PIB para 2020

Empresas

  1. BR Distribuidora (BRDT3): Anúncio de plano de reestruturação, positivo
  2. Petrobras (PETR4):Petrobras quer antecipar acordo de coparticipação com chinesas, planeja dobrar plataformas em Búzios
  3. Copasa (CSMG3): Anúncio de pagamento de Juros sobre o Capital Próprio (JCP)

Renda Fixa

  1. Acompanhe o resumo semanal sobre o Tesouro Direto
  2. Cemig não comprará participação da Light na Renova


Veja todos os detalhes

Brasil

Política Brasil: Polarização política reacende com a saída de Lula da cadeia

  • A saída de Lula da cadeia na última sexta-feira reacendeu a polarização política vista na eleição de 2018. As manifestações pró e contra Lula são sinal desse acirramento. O ex-presidente aproveitou os palanques para atacar Bolsonaro, a Lava Jato, a política econômica e a política educacional do governo federal. A resposta de Bolsonaro veio, surpreendente, em tom comedido. Ficou para o ministro da Justiça, Sérgio Moro, o papel de rebater Lula;
  • Essa reorganização da política impacta os mercados por alguns canais. O mais evidente é que Lula é a melhor figura para conduzir seu polo político até a eleição de 2022, ainda que continue inelegível até lá. Outro é que sua liderança política e capacidade de propagar narrativas pode atrapalhar a já difícil vida do governo no Congresso, em especial, nas pautas econômicas impopulares. Um risco adicional, mas de difícil aferição, é Bolsonaro se distanciar, ainda que parcialmente, da política econômica defendida por Paulo Guedes para buscar agendas mais palatáveis ao eleitorado;
  • Câmara e Senado já reagem. Novo, Podemos e Cidadania anunciaram obstrução dos trabalhos até que seja aprovada uma PEC que instaure a prisão após condenação em segunda instância. O PSL flerta com a mesma posição, mas reconhece que pode ser uma estratégia que prejudique o governo;
  • E apesar de já esperado para essa semana, o lançamento do programa “Mais Brasil”, que dará incentivos para contratação de jovens e pessoas acima de 55 anos, ganha contorno de resposta às críticas feitas por Lula. A reforma administrativa também deve chegar essa semana ao Congresso.

Governo deve apresentar hoje o programa Trabalho Verde Amarelo 

  • De acordo com a mídia local, o governo deve apresentar hoje o programa Trabalho Verde Amarelo, que prevê a redução de encargos para estimular as empresas a contratarem jovens de 18 a 29 anos e pessoas acima de 55 anos que ainda não estejam aposentadas. A desoneração deve valer para novos contratos formais e de até 1,5 salário mínimo;
  • O pacote de medidas também permitirá às empresas o não recolhimento da contribuição patronal para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) de 20% sobre a folha de salário, e das alíquotas do Sistema S, do Salário-Educação e do Incra. A contribuição para Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) será de 2%, ante os 8% dos atuais. E o valor da multa para o empregador, em caso de demissão sem justa causa, será de 20% sobre o saldo do fundo (hoje é de 40%). Além disso, o programa prevê também medidas de estímulo ao microcréditopara cidadãos de baixa renda, um programa para reabilitar acidentados do trabalho e a inclusão de pessoas com deficiência no mercado;
  • Para os críticos do Trabalho Verde Amarelo, a desoneração por idade provocará distorções e deslocamento do emprego das faixas que ficarão fora da redução do custo de contratação para as que são prioritárias no programa. De toda a forma, a meta do governo é gerar 4 milhões de vagas até 2022, reduzindo a taxa de desemprego de 12% para 10%.

Mercado eleva sua projeção de PIB para 2020

  • Depois de uma série de revisões para baixo, o mercado elevou marginalmente sua projeção de inflação para 2019 de 3,29% na última semana para 3,31%;
  • A projeção de PIB para 2019 permaneceu estável em 0,92% enquanto a projeção para 2020 passou de 2,00% na última semana para 2,08%;
  • A projeção da taxa de câmbio para 2019 e 2020 permaneceu estável em 4,00, enquanto a projeção da taxa Selic tanto para 2019 quanto para 2020 permaneceu estável em 4,50%.  Clique aqui para acessar a nossa análise completa do resultado.

Empresas

BR Distribuidora (BRDT3): Anúncio de plano de reestruturação, positivo

  • Na sexta-feira antes do mercado, a BR Distribuidora lançou seu plano de reestruturação, com abertura de um Programa de Demissão Optativo (PDO). Segundo a empresa a redução total de custo estimada é cerca de R$ 650 milhões anualizados, cum um desembolso inicial de R$780 milhões;
  • O novo plano de transformação visa direcionar o foco da companhia para o conjunto de dez iniciativas que vêm sendo implementadas desde a privatização da companhia em julho de 2019 mediante uma oferta de ações da Petrobras;
  • Vemos o lançamento do plano de modo positivo, o que foi ilustrado no desempenho das ações na última sexta (alta de 4% durante o dia, fechando em +2%). O plano já era bastante esperado pelo mercado desde a privatização da companhia em julho de 2019, tendo em vista as ineficiências de custos da BR comparada às pares privadas Ipiranga e Raízen. Mantemos nossa recomendação Neutra na BR Distribuidora com preço-alvo de R$29,00/ação (que não incorpora o novo plano anunciado).

Petrobras (PETR4): Petrobras quer antecipar acordo de coparticipação com chinesas, planeja dobrar plataformas em Búzios

  • Em teleconferência sobre o desempenho da companhia nos leilões de petróleo sediados na semana passada, a Petrobras afirmou que tem a intenção de assinar o acordo de coparticipação com as petroleiras Chinesas CNOOC e CNODC antes do prazo estipulado no leilão dos barris excedentes da Cessão Onerosa;
  • A licitação dos barris excedentes da Cessão Onerosa indica que o limite para a Petrobras e os consórcios vencedores para assinarem um acordo vai até outubro de 2021, mas a companhia planeja fechá-lo até dezembro de 2020;
  • Além disso, o diretor de exploração e produção da Petrobras, Carlos Alberto Pereira de Oliveira, afirmou que a companhia almeja dobrar o número de plataformas em Búzios até 2024, com a instalação de cinco novas plataformas até 2024. Com relação aos investimentos necessários, o diretor afirmou que os aportes dependerão do tamanho das novas plataformas e modelo de contratação (podendo ser unidades próprias ou afretadas). A companhia também estuda elevar a capacidade de produção das plataformas em Búzios para 200 mil barris / dia, ante os atuais 150 mil;
  • Notamos que uma visibilidade maior do plano de desenvolvimento das novas reservas adquiridas pela Petrobras será necessária para a incorporação da produção futura de petróleo nas nossas estimativas. O motivo de nossa abordagem conservadora tem relação aos atrasos verificados no passado. Notamos que a Petrobras planeja apresentar seu novo plano de negócios em seu evento no início do próximo mês. Mantemos recomendação de Compra nas ações.

Copasa (CSMG3): Anúncio de pagamento de Juros sobre o Capital Próprio (JCP)

  • A Copasa anunciou via comunicado ao mercado o pagamento de Juros sobre o Capital Próprio (JCP) referentes ao terceiro trimestre de 2019. O valor bruto do pagamento é de R$0,4124 centavos por ação que será feito na data de 18 de novembro de 2019. O valor ainda terá a dedução do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF), conforme a legislação em vigor;
  • A política de dividendos da Copasa prevê uma distribuição de no mínimo 25% e no máximo 50% do lucro como proventos, o que faz dela uma empresa atrativa como pagadora de dividendos. Além disso, destacamos também a possibilidade de pagamento de dividendos extraordinários caso a empresa esteja dentro de certos limites de endividamento. Mantemos nossa recomendação Neutra com preço alvo de R$ 72,00/ação por acreditarmos que as ações estão precificadas

Renda Fixa

Acompanhe o resumo semanal sobre o Tesouro Direto

  • A partir desta semana, divulgaremos o balanço semanal sobre o Tesouro Direto em nossa página de Renda Fixa, com comentários sobre os principais destaques da semana anterior e o que pode afetar os títulos na semana atual;
  • Na semana anterior, todos os títulos (com exceção do Tesouro Selic) apresentaram desvalorização, como resultado de abertura da curva DI futuro. Essa abertura, por sua vez, ocorreu devido a acontecimentos vistos como negativos pelo mercado;
  • Para maiores detalhes, acesse nosso relatório aqui.

Cemig não comprará participação da Light na Renova

  • De acordo com o Valor Econômico, a Cemig decidiu não comprar a participação que a Light detém na Renova. Como faz parte do bloco de controle, a empresa mineira tinha direito de preferência na compra da participação e no acompanhamento da Light na venda da totalidade de sua fatia;
  • Com a saída da Light da Renova, no dia 14 de outubro, a Cemig ficou manteve 45,83% do capital da empresa. Em 16 de outubro, a Renova entrou com pedido de recuperação judicial, com dívidas de R$3,1 bilhões;
  • Na reunião em que a Cemig decidiu por não comprar a participação da Light, laudo jurídico apontou que, independentemente do tamanho da participação da Cemig na Renova, ela será corresponsável por 100% do passivo na companhia;
  • A dívida bruta da Cemig ao final do 2T19 era de R$13,9 bilhões. Caso a empresa seja responsável por 50% do passivo da Renova, a dívida passaria a R$15,4 bilhões. A alavancagem, medida por dívida líquida / EBITDA, iria de 2,5x para 2,8x.

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