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Mercados acompanham votação de urgência do projeto do arcabouço fiscal

Arcabouço Fiscal é destaque nesta quarta-feira, 17/05/2023

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IBOVESPA -0,77% | 108.194 Pontos

CÂMBIO +1,13% | 4,94/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Destaques do dia

Hoje, as atenções estão voltadas para a votação da urgência para o projeto do novo arcabouço fiscal e para a continuação das negociações sobre o teto da dívida dos EUA. Na agenda de divulgação de dados, destaque para os números do mercado imobiliário nos Estados Unidos e das vendas do varejo no Brasil, em que esperamos uma pequena retração de 0,1% no indicador restrito e 0,2% no indicador ampliado — refletindo a política monetária mais apertada e os altos índices de inadimplência, parcialmente compensados por alguns ganhos na renda disponível das famílias.

Mercados globais

Os mercados globais amanhecem mistos (EUA +0,2%, Europa -0,1%), ainda pressionados pela preocupação com as negociações do teto de dívida dos EUA, que segue indefinido. O presidente Joe Biden decidiu encurtar sua agenda de viagem internacional, antecipando seu retorno para se encontrar mais uma vez com líderes do Congresso americano e tentar negociar uma solução. O dólar também se fortalece contra outras moedas em meio ao impasse do teto de dívida.

Na Ásia, as bolsas fecharam mistas, com Japão subindo +0,8% após divulgação do PIB do país, que mostrou uma expansão de 1,6% A/A no primeiro trimestre, acima das expectativas. Os índices chineses CSI 300 e Hang Seng caíram -0,4% e -2,1%, respetivamente, ainda pressionados pelos dados econômicos mais fracos do que esperado da China divulgados na segunda-feira.

Mudanças na política de preços da Petrobras

A Petrobras informou ontem (16) ao mercado que sua Diretoria Executiva aprovou a estratégia comercial para definir os preços do diesel e da gasolina da empresa, em substituição à política de paridade de preços, em suas refinarias. Vemos a notícia como marginalmente positiva para a Petrobras, pois remove (pelo menos temporariamente) uma das principais fontes de risco para a tese. Leia nossa análise sobre a mudança aqui.

Também foram anunciados ajustes nos preços de gasolina, diesel e gás de cozinha, que impactam o índice de inflação IPCA em -39 bps, o que reduziria nossa projeção para o ano de 6,2% para 5,8%. O fim da política de paridade internacional de preços e o cenário mais benigno para o Real e o petróleo Brent tendem a tornar tais patamares de preços mais duradouros. Portanto, esperamos agora uma inflação de 0,27% M/M em maio e 0,29% M/M em junho.

Nova proposta do arcabouço fiscal

A proposta substitutiva da nova regra fiscal foi apresentada na última segunda-feira (15), e a votação sobre a urgência desse projeto está prevista para acontecer hoje. Apesar de permitir um crescimento maior dos gastos no curto prazo, a nova proposta traz alguns avanços em relação à enviada pelo governo, como a redução das exceções à regra do limite de gastos e a retomada da obrigatoriedade do contingenciamento de gastos durante a execução do orçamento. Além disso, o não cumprimento das metas de resultado primário impõe a redução do limite de gastos de 70% para 50% do crescimento das receitas e desencadeia medidas automáticas de correção, como a proibição de aumentos de gastos acima da inflação. No geral, avaliamos que as mudanças foram neutras, já que a eficácia dessas medidas é incerta ao longo do tempo.

Mercado no Brasil ontem

O Ibovespa interrompeu a sequência de oito altas ontem e fechou em queda de -0,8%, aos 108.194 pontos. A reação favorável do mercado local à nova política de preços da Petrobras (PETR4), lida como melhor que o esperado e que fez a ação subir 2,5% no dia, não foi suficiente para manter o nível do índice. Em movimento puxado pela definição do texto do projeto de arcabouço fiscal, as taxas futuras de juros fecharam em alta, em especial os vértices intermediários e longos: DI jan/24 oscilou de 13,30% para 13,31%; DI jan/25 passou de 11,665% para 11,73%; DI jan/26 subiu de 11,12% para 11,225%; DI jan/27 avançou de 11,155% para 11,26%; e DI jan/33 subiu de 11,71% para 11,88%.

Veja todos os detalhes

Agenda de resultados

Zenvia (NASDAQ:ZENV): Depois do fechamento

Calendário do 1T23
Temporada de resultados do 1º trimestre 2023 – o que esperar?

Economia

Vendas no varejo e nova regra fiscal em destaque hoje

  • A produção nas fábricas dos EUA aumentou em abril, impulsionada por um aumento na produção das fábricas de veículos automotores, mas a fabricação continua limitada por taxas de juros mais altas. A produção manufatureira acelerou 1,0% no mês passado, informou o Federal Reserve na terça-feira. O resultado ficou acima do consenso de economistas de 0,1%. Na comparação anual, a produção caiu 0,9%. A produção de veículos automotores subiu 9,3% no mês passado, após uma queda de 1,9% em março. Excluindo veículos automotores, a produção manufatureira se recuperou 0,4%. A manufatura, que responde por 11,3% da economia dos EUA, foi afetada pelos juros mais altos, que estão prejudicando a demanda por bens, normalmente comprados a crédito;
  • Os gastos do consumidor nos Estados Unidos aumentaram solidamente em abril, mostrando resiliência diante dos crescentes ventos contrários à economia. As vendas no varejo excluindo automóveis, gasolina, materiais de construção e serviços de alimentação se recuperaram 0,7% no mês passado, acima do consenso de 0,3%. As principais vendas no varejo correspondem mais de perto ao componente de gastos do consumidor do produto interno bruto. As vendas gerais no varejo subiram 0,4% no mês passado, abaixo das expectativas dos economistas de um aumento de 0,8%, após cair 0,7% em março;
  • A inflação na zona do euro acelerou no mês passado, informou a Eurostat na quarta-feira, confirmando dados preliminares que apontam para um crescimento de preços cada vez mais persistente entre as 20 nações que usam o euro. O crescimento geral dos preços acelerou para 7,0% em abril, de 6,9% no mês anterior, com o aumento dos custos de serviços e energia compensando a desaceleração no crescimento dos preços dos alimentos. Excluindo os preços voláteis de alimentos e combustíveis, o núcleo da inflação desacelerou para 7,3%, de 7,5%, enquanto uma medida ainda mais estreita, que exclui álcool e tabaco, desacelerou para 5,6%, de 5,7%, em sua primeira queda desde junho passado. Embora o componente de serviços tenha continuado a acelerar, apontando para crescentes pressões salariais que podem manter a inflação acima da meta de 2% do BCE;
  • O setor de serviços no Brasil cresceu acima das expectativas em março, impulsionado pelas atividades de transporte rodoviário e armazenagem. A receita real do setor de serviços aumentou 0,9% MoM em março, o segundo ganho consecutivo. Nossa estimativa e o consenso de Street buscavam um avanço de 0,5% MoM. Sob lupa, a desagregação das atividades de serviços apresentou sinais heterogêneos em março. Conforme observado em fevereiro, 3 dos 5 grupos agregados de serviços cresceram mensalmente. Na comparação anual, o setor terciário cresceu 6,3%. Globalmente, continuamos a antecipar que a generalidade dos segmentos de serviços perderá força nos próximos meses, refletindo a dissipação do impulso ‘pós-Covid’, a estabilização do emprego e o agravamento do setor industrial;
  • A proposta substitutiva da nova regra fiscal foi apresentada na última segunda-feira. Apesar de permitir um crescimento maior dos gastos no curto prazo, ela traz alguns avanços em relação à proposta do governo, como a redução das exceções à regra do limite de gastos e a retomada da obrigatoriedade do contingenciamento de gastos durante a execução orçamentária. Além disso, o não cumprimento das metas de resultado primário impõe a redução do limite de gastos de crescimento de 70% para 50% do crescimento das receitas e desencadeia medidas automáticas de correção, como a proibição de aumentos de gastos acima da inflação. Em suma, avaliamos que as mudanças foram neutras, pois a eficácia dessas medidas é incerta ao longo do tempo. A votação sobre a urgência da proposta está prevista para esta quarta-feira;
  • A Petrobras anunciou uma mudança em sua política de preços, seguida de uma queda nos preços dos combustíveis, que foi antecipada na semana passada. Os reajustes de preços impactam o índice de inflação IPCA em -39bps, o que reduziria nossa projeção para o ano de 6,2% para 5,8%. O fim da paridade internacional de preços e o cenário mais benigno para o BRL e o Brent tendem a tornar tais patamares de preços mais duradouros. Esperamos agora uma inflação de 0,27% m/m em maio e 0,29% m/m em junho;
  • Na agenda de hoje, esperamos os dados sobre vendas de novas casas e licenças de construção nos EUA. No Brasil, esperamos que as vendas no varejo restrito caiam 0,1% em março e as vendas no varejo ampliado caiam 0,2%, refletindo a política monetária apertada e os altos índices de inadimplência parcialmente compensados por alguns ganhos na renda disponível das famílias.

Commodities

Data Expert | Análise do WASDE – Mai/23

  • Soja. Primeira estimativas para 22/23. A queda recente nos preços elevou as previsões de esmagamento, mas o USDA ainda prevê que a produção supere amplamente a demanda, e a proporção entre estoque e consumo deve ser a maior em cinco anos;
  • Milho. Dos principais países, só nos EUA que os estoques devem aumentar em 23/24, trazendo maior pressão quanto ao sucesso da safra americana para manutenção dos níveis de preço atuais;
  • Trigo. Como os volumes da safra velha ainda estão chegando aos importadores, é improvável que os estoques mais apertados com produções menores na Rússia, Ucrânia e Austrália em 23/24 pesem sobre os preços atuais;
  • Algodão. A demanda global deve crescer 6% em 22/23. Na China, uma safra menor traz maior demanda de importação e melhorando as perspectivas para exportações do Brasil e EUA;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Empresas

Cosan (CSAN3) | 1T23: Alavancagem sob controle

  • Este trimestre marcou um aumento no Ebitda, principalmente decorrente da Raízen, por sua vez, auxiliada por um não-recorrente tributário.
  • Por outro lado, Rumo e Compass foram melhores do que o esperado sem não recorrentes (a última, apesar de um ambiente desafiador para volumes no setor industrial).
  • Como apontado em nosso início de cobertura, A Máquina de Alocação de Capital , com a emissão de R$ 1 bilhão em debêntures ocorrida em abril, vemos a holding totalmente financiada para 2023, e estamos confiantes de que a empresa será capaz de financiar a conclusão da aquisição da Vale que começará em 2024.
  • Nos últimos dias, o desconto de holding diminuiu, mas permaneceu fechado na extremidade inferior da faixa histórica pelas múltiplas visões que usamos para analisá-lo. Mantemos nossa recomendação de compra.
  • Clique aqui para o relatório completo.

Mercado de Capitais: Destaques Operacionais da B3 – Abril 2023

  • No dia 15 de maio, a B3 (B3SA3) divulgou seus números operacionais para abril. Pelo quarto mês consecutivo, a B3 apresentou um desempenho fraco. Em termos anuais, o volume de ações (ADTV) caiu 15,9% e fechou o mês em R$ 24,7 bilhões;
  • Vale mencionar, no entanto, que esse nível ainda está acima das médias diárias pré-pandemia. No lado dos Títulos de Renda Fixa, vimos uma atividade mais fraca, provavelmente ainda devido ao fluxo de notícias sobre potenciais eventos adversos no mercado de crédito. Como resultado, as novas emissões cresceram 9,7% em relação ao ano anterior. Por outro lado, estoque manteve seu ritmo forte (+24,5% em relação ao ano anterior e +2,5% em relação ao mês anterior);
  • No geral, consideramos os números de abril como esperados, dadas as atuais condições econômicas desafiadoras, e isso nos leva a manter nossa visão conservadora para a ação (classificação neutra e preço-alvo de R$ 13,60 por ação);
  • Clique aqui para acessar o conteúdo completo.

LOG CP (LOGG3) | Mais uma venda de projeto atingindo R$ 165 milhões

  • A LOG CP divulgou um fato relevante destacando a venda de dois projetos (LOG Gravataí e LOG São José dos Pinhais), totalizando R$ 165 milhões e 70,5 mil m² de ABL;
  • A negociação implicou uma margem bruta de 31% e estimamos um cap rate de ~8,1%, o qual consideramos razoável;
  • Destacamos a venda como um indicativo positivo da recorrência na estratégia de reciclagem de portfólio e esperamos ver um impacto positivo na alavancagem financeira no curto prazo;
  • No entanto, mantemos nossa recomendação neutra para a LOG CP, pois vemos a empresa sendo negociada a um múltiplo P/FFO de 24,8x para 2023E, o que consideramos exigente;
  • Clique aqui para o relatório completo.

Ambipar (AMBP3): Resultados 1T23 – Crescimento interessante, mas altas despesas financeiras prejudicaram o lucro líquido

  • Os resultados da Ambipar no 1T23 vieram em linha com nossas expectativas. As despesas financeiras tiveram alta, reflexo da maior alavancagem e das taxas de juros no período, prejudicando o lucro líquido;
  • A Environment teve expansão de receita e margem EBITDA. Por outro lado, a Response teve uma redução de 3,2p.p. na margem EBITDA, relacionada com a incorporação da Witt O’Brien’s, que tem um nível de margem estruturalmente inferior;
  • Mantemos nossa recomendação de Compra na Ambipar com preço-alvo de R$ 50/ação;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Light (Em Recuperação Judicial) – Resultado do 1º Trimestre de 2023

  • No dia 12 de maio de 2023, a Light S.A. comunicou ao mercado, via fato relevante, o ajuizamento do pedido de Recuperação Judicial (RJ) perante a 3ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro. No dia 15 de maio, o pedido foi deferido (aceito) e a empresa encontra-se, no momento, em meio ao processo de estruturação de seu plano de recuperação. A dívida do grupo totaliza R$ 11 bilhões;
  • Em termos de geração de caixa, a Distribuidora devolveu R$ 455 milhões aos consumidores via tarifa no 1T23, enquanto compensou R$163 milhões de créditos tributários de PIS/COFINS. Essa diferença representou um consumo de caixa na ordem de R$ 292 milhões;
  • A alavancagem da Distribuidora (Light SESA) passou de 8,55x no 1T22 para 9,57x no 1T23. Já no segmento de Geração e Comercialização, a alavancagem passou de 1,12x para 1,61x na comparação trimestral;
  • Acesse aqui o relatório completo.

Petrobras (PETR4) | Quanto mais as coisas mudam, mais elas permanecem as mesmas (de novo!)

  • A Petrobras informou hoje ao mercado que sua Diretoria Executiva aprovou ontem, 15 de maio de 2023, a estratégia comercial para definir os preços do diesel e da gasolina da Petrobras, em substituição à política de preços da gasolina e do diesel comercializados por suas refinarias;
  • Segundo a estatal, a estratégia comercial utiliza referências de mercado como: (a) o custo alternativo do cliente, como valor a ser priorizado na precificação, e (b) o valor marginal para a Petrobras;
  • Vemos a notícia como marginalmente positiva para a Petrobras, pois remove (pelo menos temporariamente) uma das principais fontes de risco para a tese;
  • Ainda vemos uma re-rating significativo das ações da Petrobras como altamente improvável até que haja uma mudança significativa no cenário político;
  • No entanto, a Petrobras tem sido (e tem boas probabilidades para continuar a ser) um bom investimento de retorno total devido ao pagamento de dividendos;
  • Vemos a definição da nova política de dividendos como o próximo evento importante a ser observado. Mantemos nossa recomendação de compra;
  • Clique aqui para o relatório completo.

JHSF (JHSF3) | Compressão da receita líquida, explicada pelo segmento imobiliário

  • A JHSF apresentou resultados negativos no 1T23, refletindo ainda uma mudança na composição de projetos das operações core (segmento de incorporação);
  • A receita líquida desacelerou (-23% A/A; +5% vs. XPe), explicada por um menor percentual de conclusão (POC) nos projetos mais representativos;
  • Além disso, a margem bruta continuou desacelerando (-8,3 p.p. A/A), motivada por margens mais baixas no segmento de incorporação (vs. lotes);
  • Portanto, o EBITDA ajustado também foi afetado (-46% A/A), levando a margem de EBITDA ajustada a 39,6% (-16,4 p.p. A/A; +9,6 p.p. em vs. XPe);
  • Por fim, o lucro líquido atingiu R$ 87 milhões (-48% A/A);
  • Clique aqui para o relatório completo.  

G2D (G2DI33): Resultados do 1T23

  • A G2D reportou resultados sólidos no 1T23 em meio à deterioração macro, o que impacta negativamente as empresas de tecnologia não listadas;
  • O Valor Patrimonial Líquido (NAV) total atingiu R$ 896 milhões no 1T23 e o NAV Justo R$ 861 milhões;
  • Com isso, mantemos nossa recomendação de Compra e diminuímos o preço alvo para R$7,5/ação (de R$ 7,7/ação) para G2DI33;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas e Energia (óleo & gás e elétricas).

  • Notícias Diárias do Setor Financeiro
    • BB tem crescimento forte e nega pressões do governo (Valor);
    • Pedidos de recuperação judicial crescem 43,1% em abril, diz Serasa Experian (Valor);
    • Estrangeiros aportam R$ 392,9 milhões na Bolsa em 12 de maio (Valor);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Radar Tech XP: Notícias diárias do setor de Telecom e Tecnologia
    • TIM deverá escolher parceiro no mercado de energia em breve (mobiletime);
    • Anatel nega o ingresso da Claro no caso Winity / Vivo (telesintese);
    • BNDES cita telecom em meta de ‘dobrar desembolsos’ (telesintese);
    • E-commerce brasileiro chega a R$ 40 bi em vendas no primeiro trimestre (ecommercebrasil);
    • Clique Aqui para acessar o relatório.
  • Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo
    • Ação do Magalu tem maior tombo em um ano e meio após desempenho da empresa frustrar mercado (Folha);
    • Grupo Mateus alcança 8 inaugurações de lojas em 2023 e chega a Fortaleza (Valor);
    • Gigante da moda Shein levanta US$ 2 bilhões, mas reduz valuation em um terço, relata WSJ (Reuters);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Agro, Alimentos & Bebidas: confira as principais notícias
    • Alimentos e Bebidas
      • BRF negocia R$ 2 bilhões em precatórios e ativos judiciais com o BTG – Valor;
      • Marfrig (MRFG3) diz ver preços se recuperando, com volta de exportação à China, mas busca novos mercados – InfoMoney;
    • Agro
      • Anúncios da Petrobras têm impacto limitado sobre setor de etanol – Valor;
      • Abisolo: expectativa é que vendas de fertilizantes especiais cresçam 32% neste ano – Broadcast;
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Radar Energia XP: Notícias diárias do setor de energia
    • Debenturistas da Light recorrem contra RJ. (Valor Econômico);
    • Credores vão à Justiça contra decisão que concedeu recuperação judicial à Light. (Valor Econômico);
    • EDP inaugura subestação no ES e dobra aportes na distribuição até 2025. (Canal Energia);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Combustível XP: As principais notícias que movem o setor de Óleo & Gás
    • Lula afirma que Petrobras começa a ‘abrasileirar’ preços (Valor Econômico);
    • Silveira nega intervenção do governo na Petrobras e diz que preços dos combustíveis devem atender ao país (Valor Econômico);
    • 3R interrompe temporariamente produção do Polo Papa-Terra (Petróleo Hoje);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa

  • Após fortes quedas, CRIs e CRAs voltam ao radar de gestores (Valor Econômico);
  • Fed alerta bancos regionais sobre risco crescente de exposição ao setor de imóveis comerciais (Valor Econômico);
  • Mudança de preços da Petrobras é pequena, na teoria; questão vai ser a prática (Folha de S. Paulo);
  • Rating da Aço Verde do Brasil S.A. elevado de ‘brAA-’ para ‘brAA’ por baixa alavancagem; perspectiva estável (S&P Global);
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

ESG

EUA e França avançam em subsídios e créditos fiscais ‘verdes’ | Café com ESG, 17/05

  • O mercado encerrou o pregão de terça-feira em queda, com o Ibov e o ISE caindo -0,76% e -1,87%, respectivamente;
  • No Brasil, a AXS Energia captou R$ 320 milhões em debêntures para viabilizar a expansão de seu portfólio de usinas fotovoltaicas voltadas para geração distribuída – a ideia é comercializar a energia, por meio de uma plataforma tecnológica, entre clientes de pequeno e médio porte (pessoas físicas e jurídicas) com um modelo de compensação de energia por assinatura;
  • No internacional, (i) o governo Biden anunciou ontem que cooperativas elétricas rurais, serviços públicos e outros fornecedores de energia poderão solicitar, a partir de 31 de julho, cerca de US$ 11 bilhões em empréstimos e doações para projetos de energia limpa, financiados pela Lei de Redução da Inflação (IRA, na sigla em inglês), sancionada em agosto passado; e (ii) o governo francês apresentou ontem um pacote de medidas verdes, incluindo créditos fiscais e subsídios para produção de veículos elétricos, equipamentos de energia renovável e baterias, buscando rivalizar com os subsídios dos EUA a suas empresas na transição para uma economia com emissões mais baixas de carbono – a expectativa é distribuir 500 milhões de euros por ano por meio do programa e responder aos subsídios americanos da Lei de Redução da Inflação;
  • Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG.
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