XP Expert

Mercados acompanham acordos comerciais e resultados do 2º tri; saiba mais

Agenda desta terça-feira, 29/07/2025, inclui a divulgação do relatório JOLTs nos Estados Unidos

Compartilhar:

  • Compartilhar no Facebook
  • Compartilhar no X
  • Compartilhar no Whatsapp
  • Compartilhar no LinkedIn
  • Compartilhar via E-mail
YA_2026_Banner_Intratexto_-_download[1]Onde Investir 2026 mobile

Ouça no Spreaker


IBOVESPA -1,04% | 132.129 Pontos

CÂMBIO +0,54% | 5,59/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa encerrou o pregão de segunda-feira em queda de 1,0%, aos 132.129 pontos, com 73 dos 84 papéis do índice no campo negativo, enquanto os investidores aguardam as decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos na quarta-feira (30), além da possível entrada em vigor das tarifas anunciadas por Donald Trump a partir de 1º de agosto.

Yduqs (YDUQ3, +2,3%) se recuperou parcialmente da queda de 4,7% registrada no pregão anterior, após o anúncio da troca do CEO da companhia. Na ponta negativa, CSN (CSNA3, -4,4%) acompanhou o recuo de 2,5% no preço do minério de ferro.

Nesta terça-feira, os destaques da agenda econômica serão o relatório JOLTs de junho e o índice de confiança do consumidor do Conference Board referente a julho, ambos nos Estados Unidos. Pela temporada de resultados do 2T25, os destaques serão Intelbras e Motiva. Já pela temporada internacional de resultados, estão previstos os balanços de AstraZeneca, Merck & Co. e Procter & Gamble.

Renda Fixa

As taxas futuras de juros encerraram a sessão de segunda-feira (28) com leve fechamento ao longo da curva. No Brasil, a percepção de que as tarifas americanas de 50% não serão revertidas até 1º de agosto contribuiu para a queda da curva de juros. Nos Estados Unidos, o mercado manteve o foco nas negociações comerciais do país e na expectativa pela reunião do Federal Reserve, marcada para quarta-feira (30/07), na qual precifica aproximadamente 97% de chance de ocorrer a manutenção dos juros entre 4,25% e 4,50%. Por lá, os rendimentos das Treasuries de dois anos terminaram o dia em 3,92% (-0,1bp vs. pregão anterior), enquanto os de dez anos em 4,41% (+1,5bp). Na curva local, o DI jan/26 encerrou em 14,93% (+0,1bp vs. pregão anterior); DI jan/27 em 14,22% (- 1,5bp); DI jan/29 em 13,54% (- 0,3bp); DI jan/31 em 13,78% (- 1,6bp).

Mercados globais

Nesta terça-feira, os futuros nos EUA operam em alta (S&P 500: +0,3%; Nasdaq 100: +0,5%) após novos recordes históricos nos índices S&P 500 e Nasdaq na véspera. O S&P 500 registrou seu 15º fechamento recorde de 2025, ainda que com leve ganho, enquanto o Nasdaq subiu 0,3%.

O avanço segue sustentado por expectativas positivas com a temporada de resultados e pela possibilidade de novos acordos comerciais antes do prazo de 1º de agosto. Trump já firmou acordos com Japão, Indonésia e União Europeia, e agora os mercados aguardam um possível entendimento com a China. As atenções também se voltam à decisão do Fed amanhã.

Na Europa, as bolsas sobem (Stoxx 600: +0,7%), com destaque para a reação positiva a resultados. A Philips avança 10% após revisar para baixo o impacto esperado das tarifas; a EssilorLuxottica sobe 6% com forte demanda por óculos inteligentes; e a AstraZeneca ganha 1,7% após divulgar lucro acima do esperado.

Na China, os mercados fecharam mistos (CSI 300: 0,4%; HSI: -0,2%), na expectativa de novo acordo comercial com os EUA.

IFIX

O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) iniciou a semana em queda de 0,41%, acumulando desvalorização de 1,51% no mês de julho até o momento. Tanto os FIIs de Papel quanto os Fundos de Tijolo registraram desempenho negativo na sessão, com recuos médios de 0,30% e 0,20%, respectivamente. As maiores altas do dia foram: RBRP11 (2,3%), RCRB11 (2,0%) e KORE11 (2,0%). Já as principais quedas ficaram por conta de IRDM11 (-1,7%), HSLG11 (-1,7%) e SNEL11 (-1,7%).

Economia

O anúncio de acordos comerciais entre os Estados Unidos e a União Europeia impulsionou a moeda norte americana – Índice do dólar (que mede a força do dólar contra uma cesta de moedas) subiu 1% – e fez o preço do petróleo – o Brent (referência para precificação do petróleo) – subir aproximadamente 2,90%, para US$ 69,60. Ontem, Estados Unidos e China se reuniram para continuar as negociações comerciais, com a principal pauta sendo a prorrogação da trégua tarifaria. A China enfrenta o prazo de 12 de agosto para um acordo duradouro com os norte-americanos. Por fim, Donald Trump afirmou que pretende estabelecer uma tarifa global de 15% a 20%.

No Brasil, o pacote com medidas de contingência para auxiliar setores foi apresentado, mas o governo buscará negociar com os Estados Unidos antes.

Na agenda internacional, o destaque fica para a divulgação do relatório JOLTs (job openings and labor turnover survey) nos Estados Unidos. Na agenda doméstica, nenhum indicador relevante.

Veja todos os detalhes

Economia

Estados Unidos e China retomam negociações

  • Após os Estados Unidos anunciarem uma série de acordos comerciais, em especial, com a União Europeia, o Índice do dólar – mede a força do dólar contra uma cesta de moedas – subiu 1% nesta segunda-feira, para 98,6 pontos, enquanto o petróleo – precificado pelo Brent – valorizou-se aproximadamente 2,90%, para US$ 69,60, refletindo uma diminuição da incerteza global e expectativas de aumento da demanda.
  • Ainda sobre as tarifas comerciais, os Estados Unidos – representados por Scott Bessent, secretário do Tesouro – e a China – representada por He Lifeng, vice-primeiro-ministro – se reuniram novamente nesta segunda-feira, tendo como pauta a prorrogação da trégua tarifária por mais 3 meses. A China enfrenta o prazo de 12 de agosto para um acordo duradouro com os norte-americanos. Segundo Donald Trump, o encontro foi positivo e que “adoraria ver a China abrir seu país”. Por fim, Trump disse que vai estabelecer uma tarifa entre 15% e 20% para o resto do mundo.
  • No Brasil, o pacote com medidas de contingência para auxiliar setores foi apresentado, mas o governo buscará negociar com os Estados Unidos. Crédito subsidiado e redução de impostos estão entre as principais medidas que poderão ser adotadas. As tarifas de 50% contra os produtos brasileiros começam a valer em 1° de agosto, sexta-feira.
  • O Boletim Focus registrou o nono recuo consecutivo na projeção da inflação para 2025, com a estimativa passando de 5,10% para 5,09% — reflexo provável da valorização do câmbio e da dinâmica favorável dos preços no atacado. Para 2026, a projeção também foi revisada para baixo, de 4,45% para 4,44%. Em relação ao câmbio, a expectativa para o fim de 2025 caiu de R$/US$ 5,65 para R$/US$ 5,60. Já a taxa Selic foi mantida em 15% para 2025 e 12,50% para 2026. Por fim, a projeção para o PIB deste ano aponta crescimento de 2,23%.
  • Na agenda internacional, o destaque fica para a divulgação do relatório JOLTs (job openings and labor turnover survey) nos Estados Unidos. Na agenda doméstica, nenhum indicador relevante.

Empresas

Telefônica Brasil (VIVT3): receita em linha, com dinâmica positiva no pós-pago e margem acima do esperado

  • A Vivo apresentou mais um trimestre resiliente, com a receita total de serviços crescendo 7,5% A/A, ligeiramente acima das nossas expectativas:
  • O crescimento foi impulsionado principalmente pela contínua expansão no pós-pago móvel e FTTH, além da forte tração nos serviços digitais;
  • O EBITDA cresceu 8,8% A/A (acima das nossas estimativas), com margem de 40,5% (+63bps A/A), apoiado pela alavancagem operacional;
  • O lucro líquido foi de R$ 1,34 bilhão (+10,0% A/A), ligeiramente abaixo do esperado pela XP (devido a resultados financeiros mais fracos);
  • Além de crescer acima da inflação, a qualidade da receita continua sendo um destaque — o ARPU móvel atingiu um recorde de R$ 31,1 (+5,1% A/A), enquanto o churn do FTTH atingiu um nível histórico baixo de 1,46%, reforçando a fidelidade dos clientes e o sucesso dos pacotes convergentes;
  • O forte desempenho nas receitas de serviços reforça nossa visão positiva sobre a Vivo, apoiada por seu portfólio de alta qualidade, ecossistema digital em crescimento e capacidade de gerar fluxos de caixa estáveis e crescentes.
  • Reiteramos nossa recomendação de Compra;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Vittia (VITT3) | Trimestre modesto; Prévia de Resultados do 2T25

  • Esperamos números mais fracos da Vittia no 2T25, puxados principalmente pela desaceleração na comercialização de insumos.
  • O ritmo mais lento parece estar ligado a relações de troca desfavoráveis — especialmente no segmento de fertilizantes — que continuam pressionando a demanda. Projetamos uma receita líquida praticamente estável em relação ao 2T24, em BRL 101 mn (+1% A/A), e um EBITDA ajustado negativo de BRL 14 mn, queda de 20% A/A.
  • Apesar da contração no EBITDA, esperamos uma expansão de margem de quase 400 bps A/A, refletindo um mix de receita mais favorável e o foco contínuo da companhia no controle das despesas operacionais (SG&A).
  • Clique aqui para acessar o relatório.

Vestibular XP: prévia de resultados do 2° trimestre de 2025

  • Esperamos que as empresas de educação apresentem resultados mistos no 2T. Para esta temporada de resultados, os principais destaques são:
  • O momentum das bases de alunos de ensino superior deve refletir no desempenho das empresas ao longo do 2T, com perspectivas mais fortes para a Cogna; e
  • A alavancagem financeira deve continuar sendo uma fonte relevante de deterioração dos lucros, o que deve se suavizar nos próximos períodos à medida que as empresas melhoram seus balanços.
  • Em nossa visão, a Cogna é o destaque positivo desta temporada;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas, Energia (óleo & gás e elétricas) e Saúde.

  • Notícias Diárias do Setor Financeiro
    • Bancos: aperto monetário pressiona crédito e inadimplência
    • Os dados de crédito do BC para junho, publicados ontem (28), mostraram um aumento de 10,7% A/A no saldo de crédito, com crescimento de 8,8% na carteira PJ e 11,9% na carteira PF:
    • Esse desempenho representa uma desaceleração M/M (+11,8%) e um retorno a uma taxa de crescimento semelhante à de setembro de 2024;
    • Apesar do crescimento anual ainda estar em dois dígitos, a desaceleração observada em junho reforça a visão de que o atual ciclo de aumento das taxas de juros está afetando o crédito e corrobora o discurso defendido pelos bancos incumbentes de uma acomodação gradual no ritmo de crescimento;
    • Os níveis de inadimplência aumentaram levemente M/M para 3,6%, retornando a um patamar visto pela última vez em outubro de 2017;
    • Isso reflete um aumento de 10bps M/M em PF, combinado com estabilidade na carteira PJ;
    • No Agronegócio, pelo terceiro mês consecutivo, observamos aumento da inadimplência, atingindo um nível recorde de 3,5% para PF. Isso indica que o segmento permanece sob pressão;
    • Em relação ao empréstimo consignado privado, junho marcou o terceiro mês consecutivo de aceleração no crescimento A/A (de +1,4% em março para +15,1% agora);
    • As taxas médias para esse tipo de crédito tiveram leve alta para 56,3% (de 59,1% em abril para 55,6% em maio), e as taxas de inadimplência caíram pelo quinto mês consecutivo (para 6,4%);
    • Vemos espaço para aumentar o ritmo de crescimento à medida que o produto amadurece e os desafios operacionais são superados, com o INBR como uma das empresas potencialmente mais positivamente impactadas;
    • Por fim, embora a taxa de crescimento atual permaneça acima da faixa do guidance estabelecido pelos bancos incumbentes para 2025, concordamos que ela deve desacelerar gradualmente e convergir para níveis de dígito médio a alto.
    • Mantemos uma perspectiva positiva para os grandes bancos e reiteramos o Itaú (ITUB4) como nossa top pick;
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Agro, Alimentos & Bebidas: confira as principais notícias
    • Nos grãos, China e EUA postergam acordo atual, mantendo tarifas reduzidas por mais 90 dias. Clima continua positivo para a safra americana.
    • Na Argentina, governo reduz impostos de exportação de grãos, farelo, óleo de soja e carnes.
    • No Brasil, preços de proteínas estão pressionados com frango ainda embargado para China e União Europeia, enquanto retração de compras de frigoríficos pesou nos preços do boi gordo após tarifas de Trump contra exportações brasileiras.
    • No setor sucroenergético, é esperado colheita acelerando em julho, com expectativa para nova atualização da UNICA para essa quinta-feira. No etanol, E30 começa a valer em 4 dias.
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Radar Energia XP: Notícias diárias do setor de energia
    • Utilities | Impulsionando a semana: destaques do setor #40
    • Os principais temas abordados neste relatório são: 
    • O consumo de energia apresentou perfil resiliente em todas as regiões, com alta na média semanal do SIN (+3% A/A em jul/25);
    • Os reservatórios do SIN permaneceram estáveis, em torno de 67%; 
    • A Energia Natural Afluente (ENA) apresentou comportamento misto nos subsistemas na última semana, com recuperação significativa no Sul; 
    • Os preços de curto prazo mostraram maior volatilidade, mas se mantiveram homogêneos entre os subsistemas;
    • Os preços de longo prazo caíram levemente (-0,4% em relação a semana anterior);
    • A agenda semanal da ANEEL, que inclui, entre outros temas, os impactos do mecanismo competitivo previsto na MP 1.300/2025 sobre os direitos a descontos de TUST/CUSD e sobre os limites de prorrogação dos respectivos contratos de concessão.
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa

  • Bond investors warm to risk, with Fed staying put in ‘Goldilocks’ economy (Reuters);
  • Tesouro reduz ritmo de emissão em julho em função de cenário mais adverso (Valor Econômico);
  • BNDES financia R$ 1 bilhão para Atlas construir 11 usinas fotovoltaicas em MG (Valor Econômico);
  • Clique aqui para acessar o clipping.

Estratégia

Fuja da manada: como evitar setores superconcentrados

  • Em nosso monitoramento do Posicionamento dos Fundos de Ações, estimamos mensalmente o posicionamento setorial dos fundos de ações. Neste estudo temático, exploramos esses dados para entender se eles podem fornecer insights sobre o desempenho futuro das ações brasileiras. Nossas principais conclusões são:
  • Setores com níveis extremos de posicionamento frequentemente passam por reversões — ou seja, setores muito comprados tendem a ver correções, enquanto setores “subcomprados” geralmente têm uma recuperação;
  • Uma estratégia long/short explorando esse padrão (comprada nos setores subcomprados e vendida nos setores mais procurados) gerou retornos anualizados de 18% desde 2016. No entanto, o desempenho foi errático nos primeiros anos da amostra, quando a indústria local de fundos era menor;
  • Esse efeito é mais fraco em setores com posicionamento historicamente alto e persistente. Atualmente, os setores com posicionamento mais alto são Elétricas, Papel e Celulose e Propriedades Comerciais, enquanto os setores com consenso de subalocação são Mineração e Siderurgia, Bancos e Instituições Financeiras.
  • Clique aqui para acessar o relatório.

XP Short Scout: monitor de short selling no Brasil

  • Atualizamos nosso monitor de vendas a descoberto com dados de 25 de agosto de 2025.
  • O short interest (SI) mediano do Ibovespa permaneceu estável em 6,2%, e as posições em aberto diminuíram ligeiramente para R$ 114,9 bilhões (-0,3%).
  • O SI de Marcopolo (POMO4) aumentou 3,5 pontos percentuais, alcançando 9,8%, 4,6 desvios padrão acima da média de 1 ano. O SI de Vivara (VIVA3) também subiu 2,7 pontos percentuais, para 16,7%, atingindo um recorde histórico.
  • O SI de Marfrig (MRFG3) subiu para 21,1%, marcando um aumento de 6,0 pontos percentuais desde nossa última atualização, embora sua taxa de aluguel permaneça relativamente baixa, em 3,8%. Para a BRF (BRFS3), a taxa de aluguel continua elevada em 35,1%, apesar de uma queda de 23,1 pontos percentuais desde 11 de julho.
  • Outros nomes para ficar de olho: BRKM5, CMIG3, EGIE3, GGBR4, GOLL54, PETZ3, RAPT4, SUZB3, TAEE11, VAMO3, VBBR3.
  • Clique aqui para acessar o relatório.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • FIIs de escritórios lideram altas; IFIX cai e se distancia de resultado positivo em julho;
    • Adeus home office? FIIs de lajes corporativas batem menor vacância desde 2020;
    • Os Correios deixaram de ser um inquilino desejado;
    • Clique aqui para acessar o relatório.

ESG

Orizon (ORVR3) avalia fornecimento de biometano a partir do biogás em Sergipe | Café com ESG, 29/07

  • O mercado fechou o pregão de segunda-feira em território negativo, com o IBOV e o ISE caindo 1,0% e 1,3%, respectivamente;
  • Do lado das empresas, o Grupo Orizon e a Sergas, concessionária de gás canalizado de Sergipe, assinaram um protocolo de intenções para injeção de biometano na rede de distribuição – pelos termos do acordo, as duas empresas vão avaliar, conjuntamente, a viabilidade técnica, comercial e regulatória do fornecimento de biometano a partir do biogás gerado no aterro sanitário do município de Rosário do Catete (SE), operado pela Orizon;
  • Na política, (i) o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) começou a receber ontem as contribuições da sociedade sobre os sete planos setoriais da Estratégia Nacional de Mitigação (ENM) – a consulta pública fica aberta até 18 de agosto; e (ii) o Brasil está em negociações com investidores globais, incluindo a Brookfield, para levantar cerca de US$ 4 bilhões para projetos voltados ao clima – liderada pelo banco estatal de desenvolvimento BNDES, a iniciativa é a mais recente tentativa do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de incentivar o investimento do setor privado na agenda climática da maior economia da América Latina, em meio à crescente pressão fiscal;
  • Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG.

XPInc CTA

Se você ainda não tem conta na XP Investimentos, abra a sua!

XP Expert

Avaliação

O quão foi útil este conteúdo pra você?


Disclaimer:

  • Este relatório de análise foi elaborado pela XP Investimentos CCTVM S.A. (“XP Investimentos ou XP”) de acordo com todas as exigências previstas na Resolução CVM 20/2021, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A XP Investimentos não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelo cliente com base no presente relatório.
  • Este relatório foi elaborado considerando a classificação de risco dos produtos de modo a gerar resultados de alocação para cada perfil de investidor.
  • O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à XP Investimentos e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado, e que sua(s) remuneração(es) é(são) indiretamente influenciada por receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela XP Investimentos.
  • O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Resolução CVM nº 20/2021 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório.
  • Os analistas da XP Investimentos estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC Brasil para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários da XP Investimentos.
  • O atendimento de nossos clientes é realizado por empregados da XP Investimentos ou por assessores de investimento que desempenham suas atividades por meio da XP, em conformidade com a Resolução CVM nº 178/2023, os quais encontram-se registrados na Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários – ANCORD. O assessor de investimento não pode realizar consultoria, administração ou gestão de patrimônio de clientes, devendo atuar como intermediário e solicitar autorização prévia do cliente para a realização de qualquer operação no mercado de capitais.
  • Para fins de verificação da adequação do perfil do investidor aos serviços e produtos de investimento oferecidos pela XP Investimentos, utilizamos a metodologia de adequação dos produtos por portfólio, nos termos das Regras e Procedimentos ANBIMA de Suitability nº 01 e do Código ANBIMA de Distribuição de Produtos de Investimento. Essa metodologia consiste em atribuir uma pontuação máxima de risco para cada perfil de investidor (conservador, moderado e agressivo), bem como uma pontuação de risco para cada um dos produtos oferecidos pela XP Investimentos, de modo que todos os clientes possam ter acesso a todos os produtos, desde que dentro das quantidades e limites da pontuação de risco definidas para o seu perfil. Antes de aplicar nos produtos e/ou contratar os serviços objeto deste material, é importante que você verifique se a sua pontuação de risco atual comporta a aplicação nos produtos e/ou a contratação dos serviços em questão, bem como se há limitações de volume, concentração e/ou quantidade para a aplicação desejada. Você pode consultar essas informações diretamente no momento da transmissão da sua ordem ou, ainda, consultando o risco geral da sua carteira na tela de carteira (Visão Risco). Caso a sua pontuação de risco atual não comporte a aplicação/contratação pretendida, ou caso existam limitações em relação à quantidade e/ou volume financeiro para a referida aplicação/contratação, isto significa que, com base na composição atual da sua carteira, esta aplicação/contratação não está adequada ao seu perfil. Em caso de dúvidas sobre o processo de adequação dos produtos oferecidos pela XP Investimentos ao seu perfil de investidor, consulte o FAQ. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.
  • A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes.
  • Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da XP Investimentos, incluindo assessores de investimentos da XP e clientes da XP, podendo também ser divulgado no site da XP. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da XP Investimentos.
  • 0800 77 20202. A Ouvidoria da XP Investimentos tem a missão de servir de canal de contato sempre que os clientes que não se sentirem satisfeitos com as soluções dadas pela empresa aos seus problemas. O contato pode ser realizado por meio do telefone: 0800 722 3710.
  • O custo da operação e a política de cobrança estão definidos nas tabelas de custos operacionais disponibilizadas no site da XP Investimentos: www.xpi.com.br.
  • A XP Investimentos se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo.
  • A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas.
  • Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto.
  • O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto.
  • O investimento em termos são contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem.
  • O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.
  • ESTA INSTITUIÇÃO É ADERENTE AO CÓDIGO ANBIMA DE DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS DE INVESTIMENTO.
  • A XP Investimentos CCTVM S/A, inscrita sob o CNPJ: 02.332.886/0001-04, é uma instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Toda comunicação através de rede mundial de computadores está sujeita a interrupções ou atrasos, podendo impedir ou prejudicar o envio de ordens ou a recepção de informações atualizadas. A XP Investimentos exime-se de responsabilidade por danos sofridos por seus clientes, por força de falha de serviços disponibilizados por terceiros. A XP Investimentos CCTVM S/A é instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.


    Este site usa cookies e dados pessoais de acordo com a nossa Política de Cookies (gerencie suas preferências de cookies) e a nossa Política de Privacidade.