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Inflação da Zona do Euro acima do esperado e reunião COPOM são os destaque hoje

Inflação da Zona do Euro acima do esperado e reunião COPOM são os destaque hoje nesta quarta-feira, 02/02/2022

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IBOVESPA +0,9% | 113.228 Pontos

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O que pode impactar o mercado hoje

Destaque do dia

Inflação da zona do euro supera expectativas e atinge novo recorde histórico, 5,1%. O diferente de seus pares nos EUA (Fed) e na Inglaterra (BOE), o Banco Central Europeu (BCE) vem dizendo que não precisa remover tão rapidamente os estímulos monetários.  No Brasil, atenções voltadas para a reunião do Copom esta noite e para a publicação da Produção Industrial de dezembro

Brasil

O Ibovespa encerrou esta terça-feira (01) com uma alta de 0,97% aos 113.228 pontos, esse é o maior patamar do índice em mais de três meses. Enquanto o dólar seguiu recuando, fechando em queda de 0,73% aos R$ 5,27. As taxas de juros fecharam o dia de ontem em queda, principalmente na parte curta da curva. O mercado reflete cada vez mais expectativas de que a Selic feche o ano em 12,25%, sendo que o aumento de 1,5 ponto percentual na reunião de hoje é dado praticamente como certo. Sendo assim, as atenções deverão se voltar ao comunicado do Copom, buscando maior visibilidade sobre os rumos da política monetária. DI jan/23 fechou em 12,165%; DI jan/25 foi para 11,1%; DI jan/27 encerrou em 11,06%; e DI jan/29 fechou em 11,22%.

Mundo

Mercados globais amanhecem positivos (EUA +0,9% e Europa +0,8%) impulsionados por bons resultados das companhias nos EUA, a narrativa micro das empresas parece ganhar relevância em meio ao cenário macroeconômico mais desfavorável. Até o momento, das 198 empresas presentes no S&P 500, 80% reportaram em linha ou superaram as projeções do consenso, segundo a Bloomberg. A temporada de resultados segue hoje com Meta (Facebook), Qualcomm e Spotify. Na China, as bolsas seguem fechadas em virtude do ano novo lunar.

Nos EUA, o importante ISM Manufacturing Survey de janeiro ficou em 57,6, em linha com as expectativas (leituras acima de 50 indicam expansão). O subíndice “Preços Pagos”, no entanto, acelerou inesperadamente de 67,0 para 76,1, sugerindo que a inflação de custos continua elevada.

Petróleo

Os preços do petróleo estão relativamente estáveis esta manhã, ainda próximos de 90 dólares por barril. A Opep e seus aliados se reúnem ainda hoje e devem ratificar outro aumento de produção de 400 mil barris por dia em março. De acordo com a Bloomberg News, o aumento da produção em fevereiro foi de apenas 50 mil barris por dia, abaixo da meta de 400 mil, devido a conflitos internos na Líbia.

Inflação na Zona do Euro

A inflação do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Zona Euro em janeiro ficou de 0,3% em relação ao mês anterior, contra -0,4% esperado. Em base anual, o IPC atingiu 5,1%, um recorde histórico na era do Euro. O núcleo da inflação, que exclui alimentos e energia, ficou em 2,3%, acima da meta do Banco Central Europeu (BCE). Apesar do tom duro vindo de seus pares, o Fed (EUA) e o BOE (Reino Unido), o BCE tem sugerido que ainda não é hora de remover os estímulos monetários. Os números do IPC de hoje testam a posição do BCE.

COPOM

Atenções voltadas para a reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central – Copom – hoje. Esperamos alta de 1,5pp na taxa Selic. Para o comunicado pós-reunião, considerando o ajuste monetário já implementado e a taxa de juros acima do patamar que acreditamos ser neutro, esperamos que o Copom deixe de sinalizar “um ajuste de mesma magnitude” na próxima reunião. O desafio é não parecer muito otimista em relação à inflação. Para tanto, entendemos que o Copom indicará que irá calibrar o próximo passo em função da evolução do cenário econômico e manterá a sinalização de “persistência”.

Outro evento importante hoje é a publicação dos dados da Produção Industrial de dezembro. Esperamos alta de 1,4% mês a mês, ligeiramente abaixo do consenso de mercado (1,6%). Se estivermos certos, será o primeiro aumento de produção após seis quedas mensais consecutivas.

Veja todos os detalhes

Economia

Inflação da zona do euro supera expectativas e atinge novo recorde histórico, pressionando o BCE. No Brasil, as atenções voltadas para a reunião do Copom esta noite

  • A inflação do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Zona Euro em janeiro ficou de 0,3% em relação ao mês anterior, contra -0,4% esperado. Em base anual, o IPC atingiu 5,1%, um recorde histórico na era do Euro. O núcleo da inflação, que exclui alimentos e energia, ficou em 2,3%, acima da meta do Banco Central Europeu (BCE). Apesar do tom duro vindo de seus pares, o Fed (EUA) e o BOE (Reino Unido), o BCE tem sugerido que ainda não é hora de remover os estímulos monetários. Os números do IPC de hoje testam a posição do BCE;
  • Nos EUA, o importante ISM Manufacturing Survey de janeiro ficou em 57,6, em linha com as expectativas (leituras acima de 50 indicam expansão). O subíndice “Preços Pagos”, no entanto, acelerou inesperadamente de 67,0 para 76,1, sugerindo que a inflação de custos continua elevada;
  • Os preços do petróleo estão relativamente estáveis esta manhã, ainda próximos de 90 dólares por barril. A Opep e seus aliados se reúnem ainda hoje e devem ratificar outro aumento de produção de 400 mil barris por dia em março. De acordo com a Bloomberg News, o aumento da produção em fevereiro foi de apenas 50 mil barris por dia, abaixo da meta de 400 mil, devido a conflitos internos na Líbia;
  • No Brasil, atenções voltadas para a reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central – Copom – hoje. Esperamos alta de 1,5pp na taxa Selic. Para o comunicado pós-reunião, considerando o ajuste monetário já implementado e a taxa de juros acima do patamar que acreditamos ser neutro, esperamos que o Copom deixe de sinalizar “um ajuste de mesma magnitude” na próxima reunião. O desafio é não parecer muito otimista em relação à inflação. Para tanto, entendemos que o Copom indicará que irá calibrar o próximo passo em função da evolução do cenário econômico e manterá a sinalização de “persistência”;
  • Outro evento importante hoje é a publicação dos dados da Produção Industrial de dezembro. Esperamos alta de 1,4% mês a mês, ligeiramente abaixo do consenso de mercado (1,6%). Se estivermos certos, será o primeiro aumento de produção após seis quedas mensais consecutivas.

Empresas

O ano de 2022: Mapeando os principais temas do Varejo Alimentar

  • Neste relatório, destacamos os principais temas que acreditamos que devem ser o foco dos investidores em 2022 para o varejo alimentar: (i) Inflação e seu impacto no poder de compra dos consumidores brasileiros; (ii) Atacarejo como uma alternativa interessante frente ao cenário macro difícil; (iii) Um consumidor cada vez mais exigente; e (iv) M&A (fusões e aquisições) no centro das atenções, mas em termos de integração;
  • Continuamos preferindo exposição ao formato de Atacarejo, sendo o Assaí nossa preferência no segmento devido às sólidas perspectivas de crescimento, presença nacional e diversificada, além de um histórico de entregas já comprovado;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Vale (VALE3): Feedback da reunião com o novo CFO

  • Ontem (1), a Vale realizou uma reunião com analistas do mercado para apresentar o novo CFO, Sr. Gustavo Pimenta. Ele ingressou na Vale em novembro do ano passado vindo da AES Corporation anteriormente;
  • Os principais temas abordados pelo Sr. Pimenta foram: (i) visão geral do mercado; (ii) estratégia de volumes da Vale; (iii) foco da gestão; (iv) estrutura de capital e (v) divisão de metais básicos;
  • Nossa opinião: Sem grandes mudanças na estratégia da Vale, por enquanto. Apenas a abordagem “valor no lugar de volumes” que difere um pouco do discurso do Vale Day, em que o aumento de volumes foi o foco. Para mais detalhes, clique aqui para acessar o relatório completo;
  • Mantemos nossa recomendação de compra com preço alvo de R$ 97/ação.

BRF (BRFS3): preço de oferta pública (follow on) fixado em R$ 20,00/ação

  • A BRF anunciou hoje que o preço da oferta pública foi fixado em R$ 20,00/ação (preço por ADS em US$ 3,79), desconto de 7,5% em relação ao fechamento de ontem, após o encerramento do processo de bookbuilding ontem;
  • A oferta será de 270 milhões de ações, com possibilidade de um adicional de 54 milhões de ações (+20%), portanto a empresa pode levantar entre R$ 5,4 e R$ 6,48 bilhões. Em nossas estimativas, com esta oferta a alavancagem da BRF cairia para 1,4x ND/EBITDA (1,3x com as ações adicionais), no final de 2022;
  • As ações da oferta pública começarão a ser negociadas amanhã (3 de fevereiro), com liquidação prevista para 4 de fevereiro;
  • Vemos o follow on como positivo, uma vez que irá desalavancar a empresa, mas o timing da oferta levanta a questão do real motivo da mesma. A Marfrig (MRFG3) anunciou esta semana que participaria do follow on, mas apenas no valor que já possui (cerca de 32%). Vemos uma possível fusão entre as empresas como positiva, principalmente devido às suas sinergias comerciais, mas ainda não está claro como a Marfrig irá proceder;
  • Diante da piora das perspectivas de preços de grãos e da piora do cenário macro afetando os resultados da BRF em 2022, reiteramos nossa recomendação Neutra para a BRF enquanto aguardamos melhores resultados.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas e Energia (óleo & gás e elétricas).

  • Notícias Diárias do Setor Financeiro
    • Santander tem lucro gerencial de R$ 3,880 bi no 4º trimestre, com queda trimestral de 10,6% e anual de 2,0%;
    • Caixa confirma seus planos para avançar na área de crédito rural;
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo
    • Carrefour faz aposta em loja autônoma em condomínios residenciais (Estado);
    • Americanas e Vibra começam a operar rede de conveniência. (Valor);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Agro, Alimentos & Bebidas: confira as principais notícias
    • BRF: com ação a R$ 20, follow-on levanta R$ 5,4 bilhões;
    • Vendas de etanol das usinas caíram 29% na primeira metade de janeiro;
    • Soja tem início de fevereiro superando os US$ 15 em Chicago e reportando negócios de R$ 200 no BR;
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Radar Energia XP: Notícias diárias do setor de energia
    • Petróleo fecha perto da estabilidade, de olho na Opep+ e balanço da Exxon Mobil. (CNN);
    • Arrecadação do ICMS bate recorde com altas da conta de luz e da gasolina. (Estadão);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

Mercados

Radar Global: Análises das principais empresas e tendências sob o nosso Radar | Google, GM e AMD reportam resultados

  • Google supera as expectativas do consenso e ações sobem +9,2% no pós-mercado;
  • Projeções da AMD para 2022 animam os investidores;
  • General Motors prevê melhora na escassez de semicondutores;
  • Ações apresentaram performances positivas em ciclos anteriores de alta nas taxas de juros;
  • Acesse aqui o relatório internacional.

ESG

Títulos de dívida ESG atingem valor recorde no mundo | Café com ESG, 02/02

  • Na terça-feira, o Ibov fechou em alta de +1,0%, enquanto o ISE recuou levemente, fechando em -0,5%;
  • No Brasil, (i) a Embraer tem trabalhado em sistemas de propulsão elétrica, uma das principais maneiras de redução do impacto ambiental da aviação, em particular a regional; e (ii) o setor mineral pretende investir US$18bn de 2022 até 2030 em projetos ESG, segundo o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram);
  • No mundo, o volume de títulos de dívida com atributos ESG foi recorde, chegando a quase US$1 trilhão em 2021, e a estimativa aponta que este ano um novo recorde deve ser atingido, com US$1,35 trilhão em bonds sustentáveis, de acordo com a Moody’s. Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG.
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