IBOVESPA -0,18% | 206.506 Pontos
CÂMBIO +0,17% | 5,02/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa encerrou o pregão de quarta-feira (14) em queda de 0,2%, aos 206.506 pontos, na segunda baixa consecutiva, repercutindo os dados de inflação americana acima do esperado e a queda das bolsas globais.
Na ponta positiva, PRIO (PRIO3, +2,3%) e Petrobras (PETR4, +2,2%; PETR3, +1,9%) acompanharam a alta do petróleo.
Na ponta negativa, as construtoras Tenda (TEND3, -5,5%) e Cyrela (CYRE3, -4,3%) recuaram em meio à pressão sobre o setor e à repercussão de prévias operacionais mais fracas do terceiro trimestre de 2026 (3T26), com vendas abaixo das expectativas na Tenda e queda de lançamentos e vendas na Cyrela.
Renda Fixa
Os juros futuros encerraram esta quarta-feira com direções mistas. No exterior, apesar da reação inicial negativa ao dado de inflação americano, a curva de Treasuries perdeu força ao longo do dia. A T-note de dois anos fechou a 4,80% (+1 bp), enquanto a T-note de 10 anos recuou para 5,18% (-3 bps) e o T-bond de 30 anos para 5,52% (-4 bps). No Brasil, os juros futuros acompanharam apenas parcialmente o alívio observado na ponta longa da curva americana em meio a um ambiente de cautela eleitoral, após a forte valorização dos ativos domésticos observada na última semana. O DI jan/28 fechou a 12,74% (-1 bp), o DI jan/29 a 12,48% (-3 bps) e o DI jan/31 a 12,54% (+2 bps). A curva NTN-B encerrou com a B29 a 6,73% (vs. 7,0%), a B35 a 6,76% (vs. 6,95%) e a B50 a 6,72% (vs. 6,62%).
Mercados globais
Nesta quinta-feira (15), os futuros nos EUA operam em queda (S&P 500: -0,3%; Nasdaq 100: -1,1%), pressionados pela forte realização em tecnologia e inteligência artificial, depois que a inflação ao consumidor de setembro ampliou as apostas em novas altas de juros do Federal Reserve, o banco central do país, e as preocupações com o financiamento dos investimentos em IA. Na Europa, o Stoxx 600 opera em queda de 0,1%, pressionado pelo setor de semicondutores e equipamentos industriais, enquanto telecomunicações e seguros limitam o recuo. Na Ásia, os mercados fecharam em forte queda: o Kospi (Coreia) recuou cerca de 7,6%, com acionamento de circuit breaker de venda, o Nikkei 225 (Japão) caiu cerca de 3%, enquanto o CSI 300 (China) recuou 1,2% e o Hang Seng (Hong Kong) perdeu 1,0%, em meio à cautela com a tecnologia e as tensões comerciais com a União Europeia.
O mercado acompanha a continuidade da aversão ao risco em ativos de IA, após o Nasdaq registrar na quarta-feira a maior queda diária desde julho, com CoreWeave e Oracle recuando cerca de 15% e 8%, respectivamente, em meio a temores sobre o endividamento de operadoras de data centers. O yield do Treasury de 10 anos recua para perto de 5,1%, mínima de três semanas, com a busca por segurança, enquanto o CME FedWatch precifica cerca de 65% de chance de alta dos juros em dezembro. O Brent cede cerca de 2%, para próximo de US$ 104/barril, com o mercado pesando os riscos de oferta no Estreito de Ormuz contra a demanda mais fraca. Os investidores também direcionam o foco para os índices de preços ao produtor e as vendas no varejo de setembro nos EUA, além dos discursos de Bowman e Hammack, do Fed, e da temporada de resultados, com divulgações de Tesla, Meta Platforms e IBM na próxima quarta-feira.
IFIX
O Índice de Fundos de Investimento Imobiliário (IFIX) encerrou o pregão desta quarta-feira em alta de 0,07%, aos 3.953,80 pontos.
O movimento foi mais equilibrado ao longo do dia. Entre os destaques positivos, as lajes corporativas avançaram 0,45%, seguidas pelos fundos multiestratégia (+0,43%), multiestratégia/FOF (+0,26%) e recebíveis (+0,13%). Na ponta negativa, os fundos de fundos recuaram 0,52%, enquanto os segmentos de shoppings e ativos logísticos registraram quedas de 0,20% e 0,18%, respectivamente. No agregado, os FIIs de tijolo encerraram o pregão com valorização de 0,03%.
Entre os destaques positivos do pregão, sobressaíram MCRE11 (+3,6%), BCRI11 (+1,7%) e VGHF11 (+1,4%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por URPR11 (-1,8%), HSLG11 (-1,7%) e HCTR11 (-1,6%).
Economia
No Brasil, o plenário do Senado aprovou em dois turnos, pelo placar de 75 votos a um em ambas as votações, a proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6×1. A tendência é para que a medida seja promulgada pelas mesas do Congresso na semana que vem, às vésperas do segundo turno eleitoral. Ainda no cenário doméstico, a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) surpreendeu negativamente em agosto, com queda de 0,1% M/M, ante expectativa de alta de 0,8%, reforçando a desaceleração da atividade. A fraqueza dos transportes e a estagnação dos serviços de informação e comunicação levaram à revisão do nosso tracker de PIB do 3T26, de -0,08% para -0,15% T/T, enquanto os serviços prestados às famílias permaneceram resilientes.
Nos Estados Unidos, a inflação ao consumidor acelerou para 3,7% A/A em setembro, com alta de 0,6% M/M, impulsionada principalmente pelos combustíveis. O núcleo também surpreendeu para cima, reforçando os riscos de persistência inflacionária. O Livro Bege do Fed confirmou a intensificação das pressões de custos, enquanto o mercado de trabalho permanece pouco dinâmico. Nesse cenário, dirigentes do Fed continuam sinalizando a necessidade de aperto monetário adicional, embora uma pausa em outubro permaneça possível. No cenário global, o FMI alertou para a necessidade de consolidação fiscal diante da alta dos juros soberanos e do endividamento público.
Na agenda internacional, o destaque será o PPI dos Estados Unidos, especialmente relevante após a aceleração do CPI, além dos pedidos iniciais de seguro-desemprego e das vendas no varejo. No Brasil, será divulgada a Pesquisa Mensal do Comércio de agosto, para a qual esperamos crescimento de 1,0% M/M no varejo restrito e 1,1% M/M no ampliado, com recuperação concentrada nos segmentos que recuaram em julho.
Veja todos os detalhes
Economia
Inflação americana reacelera; aprovação da PEC do fim da escala 6×1 no Senado e varejo brasileiro no radar
- Nos Estados Unidos, o índice de preços ao consumidor (CPI) acelerou para 0,6% M/M em setembro, em linha com o consenso, levando a inflação anual de 3,4% para 3,7%. A gasolina subiu 9,1% no mês, respondendo por mais da metade da variação do índice, enquanto outros combustíveis, incluindo diesel, avançaram 11,9% M/M e 60,9% A/A. O núcleo do CPI aumentou 0,3% M/M, acima da expectativa de 0,2%, e acelerou de 2,4% para 2,6% A/A, com pressões disseminadas entre habitação (+0,4%), serviços (+0,4%), passagens aéreas (+1,2%), veículos usados (+0,7%) e brinquedos (+4,2%). O Livro Bege do Fed também apontou intensificação das pressões de custos em diversas regiões, principalmente por combustíveis, tarifas e outras commodities, enquanto o mercado de trabalho permaneceu caracterizado por contratações e demissões reduzidas. Nesse contexto, a probabilidade implícita de uma alta de juros em outubro avançou de aproximadamente 22% para 37%. Mary Daly, do Fed de San Francisco, considera provável um novo aumento até o fim do ano, mas admite uma pausa em outubro diante da necessidade de avaliar novos dados. Austan Goolsbee, do Fed de Chicago, também manifestou preocupação com a inflação e os riscos associados aos investimentos em inteligência artificial. A maioria dos economistas continua esperando manutenção dos juros em outubro e novo aumento em dezembro;
- O FMI (Fundo Monetário Internacional) intensificou os alertas sobre a necessidade de consolidação fiscal nas grandes economias, defendendo que os governos adotem medidas antes que a deterioração das condições financeiras imponha ajustes mais abruptos. Segundo o Fundo, a alta dos juros soberanos deixou de ser apenas um risco e já se materializou, elevando os custos de serviço da dívida a patamares não observados desde os anos 1990 em diversas economias. A combinação de endividamento elevado, déficits persistentes e juros mais altos amplia as necessidades de financiamento e os prêmios de risco, podendo gerar um ciclo de deterioração fiscal. A instituição também destacou a competição por capital entre governos e empresas ligadas à inteligência artificial, especialmente em investimentos em data centers e infraestrutura energética, além do transbordamento dos juros elevados nas economias avançadas para os emergentes. Diante dos riscos associados a conflitos geopolíticos, energia, alimentos e tensões comerciais, o Fundo recomendou aumento de receitas, racionalização de despesas e medidas de apoio focalizadas, preservando a sustentabilidade fiscal;
- A economia do Reino Unido cresceu 0,1% em agosto, superando as previsões de contração, com a taxa anual atingindo 2,1% — o maior nível desde o final de 2022 — impulsionada principalmente por um forte avanço no setor de programação de computadores e manufatura, ambos influenciados pela inteligência artificial. O dado mais forte que o esperado dá ao ministro das Finanças, John Healey, um alívio antes do envio de seu orçamento, mas ele ainda enfrenta um caminho apertado para cumprir as regras fiscais em meio aos elevados custos de captação de longo prazo. Os números também sugerem que as atuais taxas de juros podem ser menos restritivas do que o Banco da Inglaterra supunha, o que pode complicar a próxima decisão de política monetária da instituição e reforçar a visão de que os ganhos de produtividade impulsionados pela IA estão remodelando as perspectivas econômicas do país.
- No Brasil, o plenário do Senado aprovou em dois turnos, pelo placar de 75 votos a 1 em ambas as votações, a proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6×1. O resultado é uma vitória do governo Lula, que emplacou uma das principais bandeiras da campanha às vésperas do segundo turno. Diante do impacto popular da proposta, a oposição evitou posicionamentos contrários ao tema, e não endossou sugestões que poderiam enviar o texto à Câmara para uma segunda votação. Emendas e destaques foram rejeitados. A tendência é para que a medida seja promulgada pelas Mesas do Congresso na semana que vem, às vésperas do segundo turno eleitoral. A PEC estabelece o repouso semanal remunerado de dois dias na escala 5×2, preferencialmente aos domingos, e reduz a jornada máxima de trabalho semanal de 44 para 40 horas, sem redução salarial. A transição ocorrerá em duas etapas: dois meses após a publicação da emenda, a jornada máxima cai para 42 horas semanais; um ano e dois meses depois, para 40 horas. Convenções ou acordos coletivos poderão estabelecer escalas diferentes, desde que garantida a média de duas folgas por semana no mês. Ficam excluídos das novas regras os empregados com diploma superior que recebam ao menos 2,5 vezes o teto do RGPS (cerca de R$ 21,2 mil), salvo por liberalidade do empregador ou previsão em acordo coletivo. Lei complementar poderá prever regras de transição para MEIs, microempresas e pequenas empresas, condicionadas à manutenção do nível de emprego. Já nos contratos vigentes da administração pública, a redução de jornada só valerá após aditamento contratual, a ser formalizado em até um ano.
- Ainda no cenário doméstico, o volume real de serviços recuou 0,1% M/M em agosto, significativamente abaixo da nossa projeção de alta de 0,8% e do consenso de 0,5%. Na comparação anual, o setor cresceu apenas 0,6%, ante expectativas de 1,9% da XP e 1,3% do mercado. A principal surpresa negativa veio de Transportes, Serviços Auxiliares aos Transportes e Correio (-0,2% M/M; -2,8% A/A), especialmente transporte terrestre (-1,4% M/M) e transporte rodoviário de cargas (-2,2% A/A), provavelmente refletindo os custos elevados dos combustíveis e seus efeitos sobre o deflator. Outros Serviços também recuaram 1,0% M/M, enquanto Informação e Comunicação ficou estável, sem recuperar a queda de julho. Em contrapartida, Serviços Prestados às Famílias avançaram 2,1% M/M e 4,2% A/A, sustentados pelo mercado de trabalho apertado e pelo crescimento da renda real. O carregamento estatístico dos serviços para o 3T26 ficou em 0,0% t/t, ante crescimento de 0,4% no trimestre anterior. Com a surpresa negativa, revisamos nosso XP Tracker para o PIB do 3T26 de -0,08% para -0,15% t/t, enquanto a projeção para o IBC-Br de agosto caiu de 0,7% para 0,4% M/M. O resultado reforça o cenário de desaceleração disseminada da atividade, com o setor de serviços deixando de compensar a fraqueza dos demais segmentos;
- Na agenda internacional, o principal destaque será o índice de preços ao produtor (PPI) dos Estados Unidos, especialmente relevante após a aceleração do CPI de setembro, por permitir avaliar a persistência das pressões de custos e possíveis repasses à inflação ao consumidor. Também serão divulgados os pedidos iniciais de seguro-desemprego e as vendas no varejo, trazendo informações adicionais sobre o mercado de trabalho e a força da demanda doméstica americana. No Brasil, será divulgada a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) de agosto, para a qual esperamos crescimento de 1,0% M/M e 1,8% a/a no varejo restrito, e de 1,1% M/M e 2,1% A/A no ampliado. A recuperação deverá se concentrar em vestuário e calçados (+2,8% M/M) e móveis e eletrodomésticos (+2,4% M/M), revertendo parte das quedas de julho, enquanto veículos devem continuar em destaque (+2,8% M/M e +7,3% A/A). Caso nossas projeções se confirmem, o carregamento estatístico para o 3T26 passará a ser positivo, em 0,2% T/T no varejo restrito e 0,4% T/T no ampliado.
Empresas
Caixa Seguridade (CXSE3): greve pesa sobre as vendas, mas não sobre a tese
- Estamos publicando nossa prévia de resultados do 3T26 para a Caixa Seguridade (CXSE3) e atualizando nossas estimativas;
- Esperamos um trimestre impactado por uma breve interrupção nas originações de crédito imobiliário da CEF no início de julho e, principalmente, pela greve na CEF em setembro, que deve pesar sobre as novas vendas de produtos de bancassurance;
- Ainda assim, uma base crescente de prêmios recorrentes e uma sinistralidade benigna devem manter os lucros em trajetória de alta;
- Além disso, conforme discutido em nosso relatório temático (link), esperamos uma desaceleração no crédito imobiliário, porém de forma gradual;
- Combinada à exigência de entrevistas presenciais, essa dinâmica deve continuar sustentando a originação de produtos relacionados ao crédito imobiliário;
- Como resultado, elevamos nossas estimativas de lucro líquido para 2026-28 em 2-6% e introduzimos nosso preço-alvo para o final de 2027 de R$25,0/ação (de R$20,0), refletindo um crescimento mais forte do crédito imobiliário, maior resultado de equivalência patrimonial de seguros e previdência e o avanço do horizonte do nosso modelo;
- Com CXSE3 negociando a 12,1x P/L 27, um dividend yield de ~7,6% em 2027 e potencial de valorização de ~20%, reiteramos nossa recomendação de Compra;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
BR Partners (BRBI11): alta recente reduz o potencial de valorização; seguimos construtivos
- Estamos publicando nossa prévia de resultados do 3T26 para o BR Partners (BRBI11) e atualizando nossas estimativas;
- Esperamos que o 3T26 seja o trimestre mais fraco do ano, uma vez que o cronograma de fechamento das transações deve postergar parte das receitas de IB para o 4T26;
- Dessa forma, reduzimos nossa estimativa de lucro líquido para 2026 em 14%, para R$149 milhões, enquanto elevamos nosso preço-alvo para o final de 2027 para R$22,0/unit (de R$21,0), uma vez que um menor custo de capital próprio mais do que compensa a revisão dos lucros;
- A alta recente (+33% desde nosso último relatório) consumiu boa parte do potencial de valorização, que agora está em ~18%;
- Ainda assim, mantemos uma visão construtiva sobre o nome, sustentada por um 2026 mais concentrado no final do ano, com um 4T26 muito mais forte, uma melhora das perspectivas para o mercado de capitais em 2027, uma franquia resiliente de reestruturação, uma posição de capital cada vez mais sólida e o crescente interesse de investidores estrangeiros;
- Portanto, mantemos nossa recomendação de Compra;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
VIVT3 e TIMS3: prévia de resultados do 3T26
- Apresentamos nossas estimativas para o 3T26 da Vivo (VIVT3) e da TIM (TIMS3);
- Esperamos que a Vivo seja o destaque do trimestre, mantendo seu forte momento operacional, sem desaceleração relevante em MSR;
- Para a TIM, esperamos que tendências mais fracas em MSR sejam parcialmente compensadas pelo crescimento das receitas de serviços fixos e pela continuidade da expansão da margem operacional;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Do resíduo ao negócio: um estudo sobre o mercado de biometano no Brasil
- Explorando o caminho entre potencial de produção, demanda e viabilidade econômica
- O biometano vem ganhando protagonismo no Brasil, sobretudo por seu potencial de descarbonizar aplicações de difícil eletrificação, dar destinação produtiva a resíduos orgânicos e aproveitar a infraestrutura de gás já existente;
- O avanço do arcabouço regulatório também tem contribuído para estimular a demanda e viabilizar novos investimentos na oferta;
- Nesse contexto, este relatório, elaborado pelos times ESG e Utilities do Research da XP, analisa o mercado de biometano no Brasil sob as perspectivas econômica e ESG, entendendo a dinâmica de oferta, demanda e preços, os principais vetores regulatórios, os gargalos na expansão do setor e as implicações para os investimentos;
- Clique aqui para acessar o relatório.
Financials: caminhos divergentes em um ambiente mais desafiador
- Para o 3T26, esperamos mais um trimestre de tendências de resultados cada vez mais divergentes entre os grandes bancos brasileiros, com a qualidade dos ativos e a resiliência das margens permanecendo como os principais fatores;
- O Itaú deve continuar estabelecendo a referência de rentabilidade, apoiado pelo crescimento disciplinado da carteira de crédito, NII ajustado ao risco resiliente e controle de custos, apesar de receitas de serviços mais fracas e uma alíquota de imposto ligeiramente maior;
- O Bradesco deve apresentar novo avanço operacional, impulsionado pelo forte NII com clientes e por ganhos de eficiência, embora o aumento do custo de crédito e a diluição temporária de capital devam manter o ROE praticamente estável na comparação trimestral, em 16,2%;
- O Santander segue sob pressão, à medida que a migração para linhas de crédito de menor margem, a compressão da NIM e as provisões elevadas pesam sobre os resultados, com o ROE recuando para 11,5%;
- Por fim, o Banco do Brasil deve apresentar mais um trimestre fraco, com provisões mais elevadas e pressão sobre as margens ajustadas ao risco levando a uma queda de 29% nos lucros na comparação trimestral e a um ROE de 6,0%;
- De forma geral, os resultados devem reforçar a crescente distância entre os bancos que estão conseguindo preservar a rentabilidade e aqueles que ainda absorvem as pressões do ciclo de crédito;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Renda fixa
De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa
- Moody’s Local Brasil atribui ratings AA.br ao Mercantil; perspectiva estável (Moody’s Local);
- Conselho do Grupo Casas Bahia aprova contratação de nova linha de crédito de até R$ 250 mi junto ao BB (Valor Econômico);
- Crédito de Lucas Kallas cria confronto entre conselheiros da Oncoclínicas (Pipeline Valor);
- Americanas garante venda de imóveis por R$ 130 milhões após ausência de concorrentes (Valor Econômico).
- Clique aqui para acessar o clipping.
Alocação & Fundos
Principais notícias
- Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
- IFIX avança 0,07% e fecha pregão em 3.953,80 pontos (Suno Notícias);
- Grande ABC, Barueri e Jundiaí têm menos de 1% de vacância e falta de novo estoque cria gargalo entre demanda e área disponível (SiiLA);
- HGRE11 tem resultado de R$ 1,03 por cota, mas distribui R$ 0,85 (FIIs);
- Clique aqui para acessar o relatório.
ESG
Agência Nacional de Mineração abre consulta pública para regras de segurança para pilhas de rejeitos | Café com ESG, 15/10
- O pregão de quarta-feira fechou em território negativo, com o IBOV e ISE recuando 0,18% e 0,40% respectivamente.
- No Brasil, (i) a White Martins anunciou o início de suas operações de comercialização e distribuição de biometano – a companhia já atua, desde os anos 2000, na distribuição de gás natural liquefeito (GNL) off-grid, e amplia, agora, sua presença no mercado a partir do fornecimento do gás renovável; e (ii) o BNDES aprovou um financiamento de R$ 181,8 milhões para a Renault Geely do Brasil desenvolver tecnologia de propulsão híbrida que será aplicada em uma futura versão eletrificada de um veículo com lançamento em 2027 – o projeto faz parte do ciclo de investimentos da marca para o país de R$ 5,8 bilhões entre 2025 e 2027.
- Ainda no país, a Agência Nacional de Mineração (ANM) colocou em consulta pública uma minuta de resolução que estabelece critérios específicos para pilhas de rejeito (o que sobra após o processamento do minério) e de rochas sem valor comercial retiradas para permitir o acesso ao minério, chamadas de estéril – a proposta também abrange pilhas de minério extraído, produtos resultantes do processamento mineral e estruturas de lixiviação, processo que utiliza soluções químicas para separar os minerais de interesse da rocha.
- Clique aqui para acessar o relatório completo.

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