IBOVESPA +1,38% | 209.067 Pontos
CÂMBIO -0,78% | 4,98/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa encerrou a semana em alta de 8,8% em reais e 14,0% em dólares, por conta da apreciação de 4,4% do real, aos 209.067 pontos.
Magazine Luiza (MGLU3, +60,6%) foi o destaque positivo da semana, acompanhando o forte fechamento da curva de juros doméstica, que beneficiou varejistas e outros nomes sensíveis à curva.
Por outro lado, Embraer (EMBJ3, -9,2%) foi o destaque negativo, com valorização do real e rotação de investidores de empresas com receitas dolarizadas para ações mais ligadas ao mercado doméstico.
Renda Fixa
No comparativo semanal, os juros futuros encerraram a semana com direções mistas entre Estados Unidos e Brasil. Nos EUA, os Treasuries oscilaram em meio ao petróleo acima de US$ 100 por barril e às sinalizações do Federal Reserve (banco central norte-americano), mas recuaram parcialmente nos últimos pregões. A T-note de dois anos encerrou a 4,79% (-4 bps vs. semana anterior), a de 10 anos a 5,24% (-4 bps) e o T-bond de 30 anos a 5,60% (-3 bps). No Brasil, a curva apresentou forte fechamento, sobretudo nos vértices intermediários e longos, impulsionada pela redução dos prêmios de risco após o primeiro turno das eleições, apesar do IPCA acima das expectativas. O DI jan/27 encerrou a 13,44% (-7 bps), o jan/29 a 12,22% (-147 bps) e o jan/31 a 12,25% (-168 bps). Na curva NTN-B, a B29 fechou a 6,66% (vs. 7,46%), a B35 a 6,72% (vs. 7,65%) e a B50 a 6,62% (vs. 7,27%).
Mercados globais
Nesta terça-feira (13), os futuros nos EUA operam mistos (S&P 500: 0,0%; Nasdaq 100: -0,5%), com as ações de tecnologia pressionadas pela forte liquidação de semicondutores na Ásia, após notícias de que a chinesa CXMT avançou em um novo projeto de memória DRAM, e pela cautela antes dos balanços dos grandes bancos e do relatório de inflação. Na Europa, o Stoxx 600 opera em alta de 0,6%, impulsionado principalmente pelos setores de varejo e saúde. Na Ásia, os mercados fecharam majoritariamente em queda: o Kospi (Coreia) recuou mais de 5,4%, arrastado por Samsung e SK Hynix, o Nikkei 225 (Japão) caiu cerca de 0,4%, o CSI 300 (China) perdeu 0,3% e o Hang Seng (Hong Kong) avançou 0,3%.
O mercado acompanha a aversão ao risco no setor de tecnologia, com Micron e SK Hynix sinalizando abertura em queda, depois que o CEO da Broadcom, Hock Tan, classificou o investimento em inteligência artificial como um “cassino”, ampliando as dúvidas sobre o retorno do setor. Os investidores aguardam os resultados de JPMorgan, Goldman Sachs, Wells Fargo e Citigroup antes da abertura, em busca de sinais de que os juros elevados começam a afetar as receitas de trading. O Treasury de 10 anos opera próximo de 5,2%, com o mercado precificando cerca de 70% de chance de alta de 25 pontos-base do Fed em dezembro, enquanto a presidente do Fed de Cleveland, Beth Hammack, alertou que juros mais altos podem ser necessários para conter o “ciclo de expectativas inflacionárias”. O Brent recua cerca de 1,9%, para perto de US$ 104/barril, em meio aos ataques houthis ao aeroporto de Riyadh e à incerteza sobre as exportações russas de diesel. Na agenda, o CPI de setembro sai amanhã, com consenso de alta de 3,6% em 12 meses, além dos balanços de Bank of America e Morgan Stanley.
IFIX
O Índice de Fundos de Investimento Imobiliário (IFIX) encerrou o pregão de sexta-feira em alta de 0,98%, aos 3.988,54 pontos.
Com o resultado, o índice acumulou valorização de 5,74% na semana, impulsionado principalmente pelos segmentos mais descontados e mais sensíveis às variações dos juros de mercado. Entre eles, destacaram-se os fundos de tijolo, que historicamente se comportam como ativos de duration mais longa e avançaram 6,97%, com destaque para os segmentos de lajes corporativas (+9,10%) e shopping centers (+6,96%). Os fundos multiestratégia e os FOFs, por sua vez, acumularam ganhos médios próximos de 7,10%. Já os fundos de recebíveis — menos sensíveis às oscilações da curva de juros e relativamente mais bem precificados que as demais subclasses — registraram valorização mais moderada, de 3,88%.
Entretanto, diferentemente de ciclos anteriores, nos quais o IFIX costumava apresentar acomodação entre os turnos eleitorais, os últimos pregões foram marcados por elevada volatilidade, refletindo a rápida e intensa reprecificação dos fundos imobiliários. Olhando à frente, acreditamos que os FIIs seguirão beneficiados caso se confirme o cenário positivo atualmente precificado pelo mercado, especialmente os FOFs/multiestratégia e os fundos de tijolo, que ainda negociam em patamares de preço atrativos e apresentam, de forma geral, fundamentos setoriais sólidos.
Entre os destaques positivos do pregão de sexta-feira, sobressaíram TGAR11 (+6,4%), MFII11 (+3,8%) e DEVA11 (+3,1%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por ICRI11 (-1,8%), CACR11 (-1,4%) e TOPP11 (-1,3%).
Economia
As negociações entre Irã e Estados Unidos para a reabertura do Estreito de Ormuz voltaram a travar no fim de semana, em meio a novos ataques dos houthis à Arábia Saudita e a petroleiros na região. Em sentido oposto, Donald Trump anunciou um acordo para ampliar a oferta de diesel russo e um cessar-fogo energético entre Rússia e Ucrânia, ainda não confirmado pelas partes.
No Brasil, o IPCA subiu 0,82% em setembro, conforme divulgado na última sexta-feira, acima das expectativas (0,76%). Em 12 meses, a inflação atingiu 4,58%, acima do limite superior da meta, e a média dos núcleos também superou o teto. No mesmo dia, o governo ampliou por 30 dias os subsídios e as desonerações sobre gasolina, etanol e diesel importado. Caso haja repasse integral às bombas, estimamos impacto de até -0,14 p.p. no IPCA.
Na agenda internacional desta semana, destaque para a inflação ao consumidor de setembro nos Estados Unidos. Também saem o índice de preços ao produtor, a produção industrial, as vendas no varejo e o Livro Bege. Na China, serão divulgados os índices de inflação e a balança comercial de setembro. No Brasil, atenções voltadas para os indicadores de atividade econômica de agosto (PMC, PMS e IBC-Br).
Veja todos os detalhes
Economia
IPCA de setembro acelera, e núcleos ultrapassam o limite superior da meta
- As negociações entre Irã e Estados Unidos para a reabertura do Estreito de Ormuz voltaram a travar no fim de semana. Segundo Mohsen Rezaei, secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, Teerã considerou insuficiente a resposta americana à sua proposta e suspendeu novas comunicações via mediadores do Catar até que Washington esclareça os termos pendentes. O Irã afirma que o tráfego marítimo pode ser normalizado em sete dias caso suas condições sejam atendidas, mas que a passagem seguirá fechada a embarcações americanas enquanto persistirem as divergências. Também no fim de semana, os houthis atacaram o aeroporto internacional de Riade, na Arábia Saudita, em uma das ofensivas mais letais contra o país desde o início do conflito, e dois petroleiros foram atingidos nas proximidades de Omã e do Estreito de Ormuz;
- Em sentido oposto, Donald Trump suspendeu temporariamente, na última sexta-feira, sanções sobre combustíveis russos e anunciou um acordo para ampliar a oferta de diesel da Rússia ao mercado global. No fim de semana, afirmou ainda que Rússia e Ucrânia concordaram em interromper ataques à infraestrutura energética. O cessar-fogo, porém, não foi confirmado pelos dois países, e há relatos de novos ataques russos a alvos energéticos ucranianos após o anúncio. Na Rússia, o vice-primeiro-ministro Alexander Novak afirmou que as exportações de diesel do país poderão superar os volumes previstos no acordo com os Estados Unidos. O petróleo (tipo Brent) é negociado ao redor de US$ 105 por barril;
- No Brasil, o IPCA subiu 0,82% em setembro ante agosto, conforme divulgado na última sexta-feira, acima da mediana das expectativas de mercado (0,76%). No acumulado em 12 meses, a inflação aumentou de 4,22% para 4,58%, acima do limite superior do intervalo da meta. A alta foi puxada pelos preços administrados, particularmente de energia elétrica (pressionada pelo fim do Bônus de Itaipu) e de gasolina. Os preços de alimentos no domicílio também voltaram a subir. A composição do IPCA também piorou: a média dos núcleos, que exclui itens com preços voláteis, acelerou e também superou o teto da meta. A medida de serviços subjacentes ganhou força, refletindo a resiliência do mercado de trabalho. Em nossa avaliação, as leituras benignas de inflação parecem ter ficado para trás. O grupo de serviços deve seguir resistente, os alimentos tendem a ser pressionados pelo El Niño, e a alta do petróleo adiciona pressão sobre combustíveis e passagens aéreas. Para detalhes, acesse nosso relatório “IPCA de setembro: núcleos ultrapassam o limite superior da meta“;
- Também na última sexta-feira, o governo anunciou nova ampliação dos subsídios e das desonerações sobre combustíveis, com validade de 30 dias, a pouco mais de duas semanas do segundo turno das eleições presidenciais. A redução de tributos sobre a gasolina passa de R$ 0,63 para R$ 0,89 por litro, o que zera PIS/Cofins e Cide. No etanol hidratado, a desoneração de R$ 0,19 por litro foi mantida, e a subvenção subiu de R$ 0,25 para R$ 0,43 por litro, para preservar o diferencial competitivo do combustível. O diesel importado receberá benefício adicional de R$ 1,40 por litro, somado aos R$ 2,12 já em vigor. Segundo o Ministério do Planejamento, o custo mensal será de R$ 3,6 bilhões para gasolina e etanol e de R$ 1,6 bilhão para o diesel, com compensação via receitas extraordinárias de petróleo da União. Caso haja repasse integral às bombas, como espera o governo, estimamos queda de até 2,7% no preço da gasolina, com impacto de até -0,14 p.p. no IPCA;
- Na agenda internacional desta semana, atenções voltadas para a inflação ao consumidor (CPI) de setembro nos Estados Unidos. O dado tende a ser importante para as apostas sobre a próxima decisão de juros do Fed. Ainda sobre a economia americana, serão divulgados o índice de preços ao produtor, a produção industrial e as vendas no varejo, todos referentes a setembro. Também será divulgado o Livro Bege, relatório do Fed que reúne avaliações sobre as condições econômicas e de mercado nas diversas regiões do país. Na China, os índices de inflação (ao produtor e ao consumidor) e a balança comercial de setembro serão os destaques. Na Zona do Euro, a leitura final da inflação do mês passado será acompanhada de perto;
- No Brasil, destaque para indicadores de atividade econômica. A PMC (Pesquisa Mensal do Comércio) e a PMS (Pesquisa Mensal de Serviços) devem mostrar recuperação das vendas varejistas e das receitas de serviços em agosto, respectivamente. Na mesma linha, o IBC-Br (proxy mensal do PIB calculada pelo Banco Central) tende a registrar crescimento na margem, embora não o suficiente para reverter a expectativa de resultado ao redor da estabilidade no 3º trimestre.
Commodities
Mineração e siderurgia: minério de ferro se recupera, mas fundamentos permanecem fracos em setembro
- Os preços do minério de ferro se recuperaram modestamente ao longo de Sep’26, sustentados por (i) uma recomposição temporária de estoques antes dos feriados chineses, (ii) fretes elevados afetando a oferta marginal brasileira e (iii) preços mais firmes do aço chinês;
- No entanto, os fundamentos permaneceram fracos, com produção contida de aço e ferro-gusa, rentabilidade pressionada das siderúrgicas e estoques portuários elevados;
- Enquanto isso, a disponibilidade no mercado transoceânico permaneceu confortável, apesar dos cortes de produção no Brasil e das disrupções decorrentes da crescente influência da CMRG nas compras;
- No geral, esperamos que os preços do minério de ferro permaneçam dentro de uma faixa, com espaço limitado para um movimento sustentado acima de US$100/t, embora os fretes elevados e as disrupções de oferta possam oferecer suporte no curto prazo;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Óleo e gás | O preço do alívio – Pacote de combustíveis renovado
- Governo Federal anunciou um novo pacote de medidas para amenizar os impactos dos preços mais altos dos combustíveis sobre os consumidores. Em destaque, o governo (i) ampliou a desoneração tributária da gasolina para -R$0,89/l (vs. -R$0,63/l anteriormente) e (ii) aumentou em +R$1,40/l o subsídio ao diesel para importadores;
- Neste relatório, analisamos as medidas e avaliamos os principais impactos para as empresas sob nossa cobertura. Em nossa visão, o pacote é negativo para as refinarias domésticas (incluindo a Petrobras), uma vez que o subsídio adicional ao diesel não se aplica aos produtores domésticos. A medida também é potencialmente negativa para Vibra e Ultrapar, pois transforma uma vantagem de preço em uma desvantagem de custo para distribuidoras com maior participação de produtos oriundos da Petrobras em seu mix de suprimento;
- Os fornecedores estruturais do mercado, como as grandes distribuidoras, dependem mais de produtos adquiridos em refinarias domésticas do que de importações oportunísticas. O principal ponto positivo é que tanto a Petrobras quanto as distribuidoras também atuam como importadoras;
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Utilities
Hidrologia mais favorável mantém os preços de curto prazo sob pressão, enquanto o longo prazo permanece intacto
- Nesta edição do nosso Market Dispatch mensal, trazemos atualizações sobre os mapas climáticos para os próximos meses e fazemos uma retrospectiva do que foi um mês negativo para os preços de energia de curto prazo (queda mensal de 54% para out/26 e de 44% para nov/26);
- Setembro foi marcado por pressão adicional de baixa na ponta curta da curva, com apenas pequenas mudanças no longo prazo (lembramos que a liquidez na ponta longa da curva é muito limitada);
- O que observamos foi uma combinação de hidrologia mais forte no Sul/Sudeste, temperaturas mais amenas e geração eólica acima das expectativas iniciais, o que reduziu a necessidade de despacho térmico e manteve os preços de curto prazo pressionados;
- Ao mesmo tempo, as preocupações com um cenário mais adverso de El Niño diminuíram marginalmente, embora a incerteza permaneça elevada a partir de dezembro;
- Nesse sentido, mais uma vez realizamos nossa análise de valor justo, que agora aponta para mudanças limitadas em nossas estimativas e retornos implícitos para as geradoras que cobrimos, indicando que a curva de preços voltou novamente ao que assumimos em nossos modelos;
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Empresas
CSN (CSNA3): acordo vinculante para venda do ativo siderúrgico alemão reforça tendência de desalavancagem
- O que há de novo? A CSN anunciou a assinatura de um term sheet vinculante para vender 100% da Stahlwerk Thüringen (SWT), sua operação de aços longos na Alemanha, ao grupo espanhol Megasa;
- O acordo implica um enterprise value de €550 milhões (sujeito aos ajustes usuais) e inclui um período de exclusividade de até 10 semanas para a negociação dos contratos definitivos;
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Agronegócio
Agronegócio | Produtividades dos EUA mudam o jogo: revisão do WASDE de outubro
- O milho foi a principal surpresa do relatório deste mês, já que estoques iniciais mais elevados e um forte aumento na produtividade dos EUA elevaram os estoques finais para 1,85 bilhão de bushels, melhorando significativamente a perspectiva de oferta e enfraquecendo a narrativa altista de curto prazo;
- Na soja, produtividades mais altas também resultaram em uma safra maior, mas o balanço continua amplamente dependente de exportações mais fortes, reforçando nossa visão de que as premissas de demanda do USDA seguem excessivamente conservadoras;
- No trigo, o balanço americano afrouxou marginalmente, enquanto a redução das exportações russas e mais um corte na produção da União Europeia mantiveram os fluxos do Mar Negro no centro das atenções para o cenário global;
- No algodão, o USDA elevou a produção e os estoques finais após aumentar a produtividade e manter a área colhida, apesar da deterioração das condições das lavouras;
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Renda fixa
De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa
- CSN vende subsidiária europeia SWT por meio bilhão de euros (InvestNews);
- Investors brave US Treasury rout to lock in highest yields in decades (Financial Times);
- Perspectiva do rating da Vero alterada para negativa por piora operacional e pressão sobre os covenants; ratings ‘brA+’ reafirmados (S&P National);
- Na Camil, o pior ficou para trás. CEO vê aceleração da desalavancagem (The Agribiz).
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Alocação & Fundos
Principais notícias
- Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
- IFIX sobe 0,98%, fecha em 3.988 pontos e alta de 5,74% na semana (FIIs);
- Tecnologia e estoques urbanos viabilizam a logística das entregas turbo no e-commerce (SiiLA);
- BRCO11 vê espaço para alta de até 50% nos aluguéis de galpões logísticos (FIIs);
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ESG
NOAA eleva a probabilidade de um El Niño muito forte; veículos elétricos seguem ganhando participação de mercado no Brasil | Brunch com ESG
- Pensando em melhor auxiliar os investidores, o Brunch com ESG é um relatório publicado todos os domingos pelo time ESG do Research da XP que busca destacar os principais tópicos da agenda na semana;
- Nesta semana, destacamos: (i) NOAA (EUA) eleva para 81% a probabilidade de um El Niño muito forte (vs. 63%), com previsão de persistência das condições até 2027; e (ii) Veículos eletrificados atingem 19,8% das vendas de veículos leves no Brasil, vs. 9,2% um ano antes
- Clique aqui para ler o conteúdo completo.
União Europeia impõe teto de importação de veículos híbridos a partir de dezembro | Café com ESG, 13/10
- O mercado encerrou a semana passada em território positivo, com o Ibovespa e o ISE avançando 8,79% e 13%, respectivamente. O pregão de sexta-feira também fechou em alta, com o IBOV subindo 1,36%, e o ISE 1,93%.
- No Brasil, (i) a TransJordano inaugurou em Sumaré (SP) o Corredor Verde, projeto criado para ampliar a utilização do biometano no transporte rodoviário de cargas e estruturar um novo eixo de abastecimento entre o interior paulista e a região do Porto de Santos – segundo a companhia, a iniciativa inaugura o início da implantação de um projeto que prevê 100 caminhões movidos a biometano até dezembro de 2026; e (ii) segundo levantamento do Instituto Locomotiva, nove a cada dez brasileiros já enxergam a compra de um carro elétrico como uma alternativa de mobilidade, principalmente devido à alta no preço dos combustíveis – contudo, o instituto pondera que, embora o interesse seja elevado, ainda há uma distância entre considerar a compra e acessar a tecnologia.
- No internacional, a União Europeia estabelecerá um limite de importação máximo de 350 mil veículos híbridos chineses por ano, com esse limite aumentando 6% ao ano durante quatro anos – o acordo, que entrará em vigor já a partir de 1º de dezembro, será aplicado a todas as importações de veículos híbridos, e não apenas às originárias da China, a fim de cumprir o princípio de não discriminação da OMC.
- Clique aqui para acessar o relatório completo.

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