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Bolsa sobe forte às vésperas do corte de juros pelo Banco Central

Tudo o que você precisa saber sobre os mercados nacional e internacional, com análises econômicas e políticas sobre fatos que podem impactar seus investimentos.

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IBOVESPA 2,16% | 95.646 Pontos

CÂMBIO 0,31% | 5,23/USD

O que pode impactar o mercado hoje

O Ibovespa fechou em forte alta ontem, subindo 2,16% e chegando a 95,646 pontos, e descolando dos índices nos EUA e Europa, que tiveram ligeira baixa.

O volume negociado foi recorde, e chegou a quase R$70 bilhões, mais que o dobro que o volume médio de R$23 bilhões dos últimos 12 meses. O índice e o volume negociado foram impactados pelo vencimento do índice futuro ontem, e havia uma grande pressão compradora de contratos futuros do Ibovespa.

Nesta manhã, mercados internacionais operam sem uma direção definida, oscilando entre leves baixas e altas.  Índices na Europa caem -0,15% nessa manhã e -0,13% nos EUA.

O noticiário internacional destaca revelação do ex-assessor de Segurança Nacional americano John Bolton, que afirmou em seu livro de memórias que Donald Trump pediu ajuda ao presidente da China, Xi Jinping, para aumentar suas chances de reeleição. O líder republicano nega as acusações e procura obter uma liminar para impedir a publicação do livro.

No Brasil, a aguardada decisão do Banco Central do Brasil sobre a taxa básica de juros (Selic), confirmou as expectativas do mercado. De forma unânime, o BC decidiu por mais um corte de 75bps na taxa, que passou para sua nova mínima histórica, de 2,25% ao ano. A decisão veio em linha com o que nós e grande parte do mercado esperávamos. No comunicado divulgado após a reunião, a autoridade monetária indicou a continuidade do ciclo de flexibilização da política monetária.Apesar do comitê ter contrabalanceado com outros argumentos,entendemos que o BC deve ser cauteloso na próxima reunião de 5 de agosto e cortar a taxa Selic em mais 25 bps, atingindo o patamar de 2,00% ao ano.

Pela primeira vez na história, o rendimento dos dividendos (dividend yield) do Ibovespa supera a taxa Selic. Atualmente, existem R$ 7,1 trilhões investidos em ativos de renda fixa no Brasil, dos quais cerca de R$ 3 trilhões nas mãos de famílias brasileiras, segundo a ANBIMA – o que se compara a todo o valor de mercado da bolsa em R$ 3,9 trilhões. Portanto, a rotação em direção à renda variável deve continuar ganhando força. 

Na nossa visão, os setores mais beneficiados de nossa cobertura são aluguel de carros, shoppings, elétricas e varejo. Publicamos um relatório no qual apresentamos as dez ações com o maior rendimento esperado de dividendos em 2021 e as ações com a maior correlação negativa com as taxas de juros.Na política, as atenções estão voltadas para os desdobramentos da prisão de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, investigado sobre a existência de um esquema de “rachadinha” no gabinete do filho do presidente, na época em que ele era deputado estadual no Rio de Janeiro.

Do lado das empresas, para a VALE, a Subsecretaria de Inspeção do Trabalho de MG suspendeu a decisão de interdição do complexo de Itabira, determinada pela mesma em 5 de junho. As operações serão retomadas de forma gradual e não impactam o guidance de produção para o ano de 2020, que segue entre 310 e 330mt. Acreditamos em reação neutra, dado o impacto limitado na produção. Mantemos recomendação de Compra (preço-alvo de R$61/ação).

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Brasil

  1. Revisamos nossa projeção de Selic para 2020 de 2,25% para 2,00%

Internacional

  1. Política internacional: Ex-assessor de Trump diz que o presidente pediu ajuda a China para se reeleger

    Acesse aqui o relatório internacional

Empresas

  1. As ações que pagam dividendos acima da Selic
  2. Vale (VALE3): Complexo de Itabira habilitado para operar. Guidance de produção mantido
  3. Movida (MOVI3): Destaques da Teleconferência com a Companhia
  4. Setor Elétrico: Definição sobre Conta-COVID só deve ocorrer na próxima semana


Veja todos os detalhes

Brasil

Revisamos nossa projeção de Selic para 2020 de 2,25% para 2,00%

  • O Banco Central do Brasil decidiu ontem, de forma unânime, por mais um corte de 75bps na taxa Selic, que passou para sua nova mínima histórica, de 2,25% ao ano. A decisão veio em linha com o que nós e grande parte do mercado esperávamos;
  • No comunicado divulgado após a reunião, a autoridade monetária indicou a continuidade do ciclo de flexibilização da política monetária ao dizer que “… o Comitê vê como apropriado avaliar os impactos da pandemia e do conjunto de medidas de incentivo ao crédito e recomposição de renda, e antevê que um eventual ajuste futuro no atual grau de estímulo monetário será residual.”;
  • Apesar do comitê ter contrabalanceado com outros argumentos, entendemos que o BC deve ser cauteloso na próxima reunião de 5 de agosto e cortar a taxa Selic em mais 25 bps, atingindo o patamar de 2,00% ao ano.

Internacional

Política internacional: Ex-assessor de Trump diz que o presidente pediu ajuda a China para se reeleger

  • O noticiário internacional destaca revelação do ex-assessor de Segurança Nacional americano John Bolton, que afirmou em seu livro de memórias que Donald Trump pediu ajuda ao presidente da China, Xi Jinping, para aumentar suas chances de reeleição. O líder republicano nega as acusações e procura obter uma liminar para impedir a publicação do livro;
  • Em meio as tensões com a China, o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, se reuniu com o diplomata chinês, Yang Jiechi, se reuniram nesta terça-feira. Segundo fontes do governo americano, Pompeo reiterou a necessidade de relações comerciais “totalmente reciprocas” entre os países e transparência sobre informação para combater o Covid-19. Já a delegação de Yang afirmou que foi discutida a importância de que os Estados Unidos não interfira com assuntos chaves para China como Hong Kong, Taiwan e Xinjiang;
  • No lado das negociações pelo Brexit, o presidente da França, Emmanuel Macron, deve se reunir com o primeiro ministro do Reino Unido, Boris Johnson, no que será a primeira reunião após o avanço das negociações.

Empresas

As ações que pagam dividendos acima da Selic

  • Pela primeira vez na história, o rendimento dos dividendos das empresas do Ibovespa supera a taxa básica de juros brasileira – a Selic;
  • Apesar da redução das estimativas dos lucros das empresas neste ano e consequentemente, do pagamento dos dividendos (em -17% até o momento), os juros continuam em queda, com mais um corte de 75 pontos-base da Selic hoje, levando-a para 2,25% ao ano;
  • Portanto, essa comparação do rendimento dos dividendos com os juros continua positiva, o que mostra a atratividade tanto da bolsa quanto dos bons pagadores de dividendos. Clique aqui para acessar o relatório completo.

Vale (VALE3): Complexo de Itabira habilitado para operar. Guidance de produção mantido

  • A Subsecretaria de Inspeção do Trabalho de MG suspendeu a decisão de interdição do complexo de Itabira, determinada pela mesma em 5 de junho. A subsecretaria concluiu que as medidas adicionais adotadas pela Vale são satisfatórias para mitigar risco de contaminação dos trabalhadores;
  • O impacto em produção foi inferior a 1 milhão de toneladas. As operações serão retomadas de forma gradual e não impactam o guidance de produção para o ano de 2020, que segue entre 310 e 330mt;
  • Acreditamos em reação neutra, dado o impacto limitado na produção. Mantemos recomendação de Compra (preço-alvo de R$61/ação).

Movida (MOVI3): Destaques da Teleconferência com a Companhia

  • Realizamos ontem uma teleconferência com o Diretor Financeiro da Movida, o Sr. Edmar Prado Lopes. O objetivo foi discutir a evolução de alguns dos principais indicadores nos últimos meses, bem como a estratégia da companhia em meio à pandemia;
  • O tom foi positivo, e praticamente todos os segmentos têm mostrado sinais de recuperação em relação à última conversa. Ainda assim, a empresa reconhece que o processo de retomada deverá ser gradual, e tem dado passos importantes para fortalecer seu balanço e se preparar para esse período. Para acessar mais detalhes sobre a teleconferência, acesse esse link;
  • Temos recomendação de Compra para as ações da Movida, com um preço-alvo de R$ 14,0/ação.

Setor Elétrico: Definição sobre Conta-COVID só deve ocorrer na próxima semana

  • Segundo o jornal O Estado de São Paulo, a aprovação da Conta-COVID – pacote de socorro ao setor elétrico – deve ser adiada para a semana que vem. Anteriormente o diretor da ANEEL Efraim Cruz, que havia pedido vistas do processo, havia sinalizado que convocaria reunião extraordinária para sexta-feira (19/06) para trazer sua proposta. Entretanto, a notícia afirma agora que o diretor só deve trazer sua proposta na próxima terça-feira, dia 23/06 (data da reunião regular da ANEEL);
  • O pedido de vistas se deve à discordância entre diretores com respeito a dois pontos: (1) a inclusão de revisões tarifárias entre os itens a serem cobertos pela Conta-COVID, o que aliviaria o impacto de reajustes extraordinários nas distribuidoras privatizadas da Eletrobras em 2018 e (2) a possibilidade de registro contábil de ativos regulatórios associados ao empréstimo pelas distribuidoras de energia. Apesar do relatório da diretora Elisa Bastos permitir o registro destes ativos sem vinculação do lado da ANEEL em eventuais processos de revisões tarifárias extraordinárias, parte dos diretores teme que o registro destes ativos se torne referência em eventuais pedidos de reequilíbrio econômico;
  • Independente da decisão final da diretoria da ANEEL, as distribuidoras de energia vão pedir pareceres contábeis ao setor privado para o registro destes ativos regulatórios. A importância de tal registro é que seria uma forma de minimizar o risco de violação de cláusulas restritivas (ou covenants) de financiamentos, o que poderia desencadear o vencimento antecipado de dívidas ou penalização dos custos. Não concordamos com o registro de ativos regulatórios pelas distribuidoras de energia antes de um pedido de reequilíbrio econômico-financeiro em revisões tarifárias extraordinárias (RTEs). O motivo é que, caso o resultado das RTEs difira do que foi registrado anteriormente nos balanços, poderia ser necessário realizar uma baixa de ativos (ou impairment), transferindo para o futuro o risco de quebra de covenants;
  • Independente da solução de curto prazo para o setor de distribuição de energia, mantemos uma visão negativa para o setor no médio prazo em vista da potencial deterioração de resultados e indicadores como perdas não técnicas e inadimplência com a deterioração da economia, da renda das famílias e do desemprego.

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