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Nova Política Industrial no Brasil; BNDES destina recursos na agenda verde; Emissões de dívida ESG em alta | Brunch com ESG

Nossa visão sobre as principais notícias da semana na agenda ESG

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Como avaliamos os principais acontecimentos da semana

Pensando em melhor auxiliar os investidores, o Brunch com ESG é um relatório publicado pelo time ESG do Research da XP que busca destacar os principais tópicos da agenda na semana. Considerando que informação é a melhor ferramenta para auxiliar os investidores na tomada de decisão, nosso objetivo é mantê-los atualizados com os acontecimentos mais relevantes no Brasil e no exterior da semana que passou, incluindo: (i) nossa visão sobre as principais notícias ESG; (ii) o desempenho dos principais índices ESG em diferentes países; e (iii) comparação da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial).

#1. Nova política industrial destaca sustentabilidade e agenda de transição energética

Na mídia: Biocombustíveis e elétricos são destaque em nova política industrial – Epbr, 23 de janeiro (link)

Nossa visão: Como um plano de R$300 bilhões do governo federal para estimular a indústria local até 2026, a nova política industrial está focada na renovação/modernização da indústria, com destaque para a descarbonização dos setores de transporte e energia. De forma geral, temos uma visão positiva da política, tanto do ponto de vista ESG quanto da perspectiva das empresas – de acordo com nossa equipe de Bens de Capital, há implicações positivas (diretas ou indiretas) para nomes entre a cobertura da XP (link). Entre as principais iniciativas, vale destacar: (i) a meta de aumentar a participação de biocombustíveis na matriz energética de transportes em 50% até 2033 (vs. ~21% atualmente); e (ii) promoção da gestão da cadeia de suprimentos e seu desenvolvimento para baterias e minerais críticos (com foco em cobalto, lítio, níquel e zinco); enquanto (iii) avança na produção de veículos elétricos e híbridos. Em nossa visão, a política pode acelerar a transformação industrial por meio da sustentabilidade, impulsionando o potencial “verde” do Brasil como uma vantagem competitiva.

#2. BNDES destina recursos para a sustentabilidade; Biocombustíveis em destaque

Na mídia:BNDES prevê R$ 2 bi para renovação de frota de navios com foco em combustíveis sustentáveis – Ebpr, 24 de janeiro (link)

Nossa visão: Em linha com a política ‘Nova Indústria Brasil’ anunciada pelo governo, que deverá ser financiada principalmente pelo BNDES, vemos com bons olhos o protagonismo do banco de desenvolvimento em assumir um papel mais chave no financiamento do desenvolvimento sustentável no país. Além disso, reconhecemos como positivo o foco em biocombustíveis, dado seu papel em setores de difícil descarbonização, conforme mencionado em nosso relatório temático (link).

#3. Mercado global de dívida ESG deve se recuperar em 2024, segundo Fitch

Na mídia: Emissão global de dívida ESG deve ter leve avanço em 2024 em meio a cenário desafiador, diz FitchValor Econômico, 25 de janeiro (link)

Nossa visão: Conforme mencionado em nosso relatório ‘Year Ahead ESG’ (link), vemos as finanças verdes ganhando força em 2024, demonstrando resiliência após uma queda no volume de emissões no mercado global de títulos entre 2022 e 2023 devido ao ambiente macroeconômico mais desafiador. Em nossa visão, essa tendência é impulsionada tanto por: (i) emissões corporativas, em grande parte devido ao interesse do mercado em acessar uma base de investidores mais ampla, com taxas competitivas; e (ii) títulos soberanos sustentáveis, ganhando participação no estoque total de dívida dos países.

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


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