Economia em Destaque: seu resumo semanal de economia no Brasil e no mundo

Bateria de indicadores no Brasil, atenções voltadas para o fiscal


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Resumo

No cenário internacional, os destaques foram a aprovação do pacote de infraestrutura de 1,2 tri pelo senado americano e a divulgação dos dados de inflação nos EUA, que sustentam os argumentos do Fed sobre a transitoriedade da pressão inflacionária.

No Brasil, semana repleta de indicadores de inflação e atividade, dentre os quais se destacam o IPCA de julho (com resultado dentro do esperado) e o IBC-Br de junho (surpreendendo positivamente). O campo político foi fortemente agitado por discussões acerca do novo programa de transferência de renda (Auxílio Brasil), da PEC dos precatórios e da Reforma Tributária.

Para a próxima semana, destaque para a ata da última reunião do comitê de política monetária dos EUA (FOMC) e dados internacionais de atividade econômica. No Brasil, atenções voltadas para o cenário político, que seguirá com as pautas dessa semana.

Atualizações Covid-19

A disseminação da variante Delta segue avançando e causando preocupação ao redor do mundo, suscitando discussões acerca da possível necessidade de aplicação de uma terceira dose. Até o momento, entretanto, a visão geral é que a nova variante não afetará severamente a recuperação global, especialmente diante dos dados favoráveis em relação a redução de hospitalizações e mortes entre vacinados. Entretanto, o receio de novas medidas de restrição, como observadas na China, segue impactando o apetite ao riso global.

Enquanto isso, no Brasil, os dados seguem apresentando melhora: queda na média de casos e óbitos, além da ocupação de leitos ser a melhor desde outubro de 2020. Os dados coletados pelo projeto Coronavírus Brasil indicam que alcançamos um novo recorde de vacinação diária, com mais de 2,3 milhões de doses aplicadas. Até agora, 112,3 milhões de brasileiros receberam ao menos a primeira dose, enquanto, 48,4 milhões estão com o esquema vacinal completo (22,85% da população).

Cenário Internacional

Estados Unidos

Na seara de indicadores, os grandes eventos da semana foram as divulgações dos números de inflação ao consumidor (CPI) e ao produtor (PPI). Já no campo político, o destaque foi a aprovação do pacote de infraestrutura no Senado.  

Inflação

O índice de preços ao consumidor dos EUA (CPI) subiu 0,5% m/m em julho (desacelerando ante a elevação de 0,9% m/m em junho), em linha com as expectativas do mercado. No acumulado em 12 meses até julho, o indicador registrou alta de 5,4%. Por sua vez, a medida de núcleo da inflação, que exclui itens voláteis de alimentos e energia, avançou 0,3% em julho (após aumento de 0,9% em junho), a menor taxa de variação em quatro meses; com isso, o indicador teve elevação de 4,3% em 12 meses.

Projetamos que a medida de núcleo da inflação ao consumidor nos EUA encerrará 2021 com elevação de 4,25%. Olhando para 2022, por sua vez, acreditamos que o indicador voltará a ficar abaixo de 2%, devido a fatores como: (I) desaceleração do crescimento econômico; (II) falta de capital político para aprovação de estímulos adicionais aos consumidores; e (III) pressões desinflacionárias de longo prazo que irão permanecer no cenário pós-pandêmico.

Por outro lado, o índice de preços ao produtor (PPI) registrou alta acima do consenso de mercado, de 1,0% m/m, levado principalmente por altas em bens e serviços ligados à normalização da atividade, além de itens como tabaco e plástico.  

Não obstante a surpresa do PPI, os dados de inflação de julho sustentam o argumento do Federal Reserve (Fed, banco central americano) de que a pressão inflacionária atual tem caráter predominantemente transitório. Portanto, mantemos a expectativa de que o anúncio da redução gradual das compras de ativos por parte do Fed (tapering) será realizado em setembro (com início efetivo em dezembro), e que a primeira elevação da taxa básica de juros ocorrerá no 3º trimestre de 2022.  

Cenário político-econômico

A agenda do presidente dos EUA, Joe Biden, teve duas grandes vitórias no Senado nessa semana.

Após meses de negociações, o Senado aprovou pacote de USD 1,2 trilhão que contempla USD 550 bilhões em novos gastos para o setor. Com 69 votos a favor e 30 em contra, a aprovação foi também uma vitória para moderados que negociaram para quebrar a polarização na Casa.  

Em seguida, o Senado voltou as atenções para o Plano das Famílias Americanas, que contempla uma série de medidas sociais e de proteção ao meio ambiente. Democratas aprovaram uma resolução orçamentária de USD 3.5 trilhões, que deve atuar como base para o projeto. O valor era resistido por moderados e ainda pode sofrer alterações após o recesso parlamentar de agosto, mas deve favorecer o andamento do pacote de infraestrutura na Câmara – onde a ala mais à esquerda vincula seu apoio ao projeto ao andamento do Plano.

Europa

Na Zona do Euro, a semana contou com a divulgação de indicadores de atividade, dentre os quais a produção industrial, que registrou queda de 0,3% em junho, frustrando as expectativas do mercado. O fraco desempenho da indústria refletiu, mais uma vez, problemas na cadeia de suprimentos, especialmente a escassez de matérias-primas.

Enquanto isso, o PIB do Reino Unido cresceu 4,8% no 2º trimestre deste ano em relação ao trimestre imediatamente anterior, permanecendo em trajetória de recuperação e alcançando patamar 4,4% inferior ao pré pandemia.  

Em um dado mais recente, o Índice de Expectativas da Europa Zew caiu para 42,7 de 61,2 em agosto, em meio a preocupações com a variante delta do Coronavírus. O indicador eliminou os ganhos apresentados neste ano e voltou ao nível mais baixo desde o final do ano passado. É o primeiro sinal de que a nova variante pode de fato afetar globalmente a recuperação econômica.

A inflação ao consumidor atingiu 1,2% ano a ano em julho na França, em linha com as expectativas. O número reforça a visão de que a inflação está bem contida na Europa, e aponta que o Banco Central Europeu não terá que reverter medidas expansionistas tão cedo.

China

Na China, o destaque da semana ficou para a divulgação dos dados do setor externo de julho, que apontaram desaceleração da economia, porém em ritmo bastante gradual. As exportações cresceram 19,3% frente ao ano passado, um pouco abaixo do consenso do mercado (20,0%). As importações, por sua vez, cresceram 28,1%.

Também foram divulgados dados de crédito e agregados monetários mais fracos, mas já há expectativa de reversão com novos estímulos para combater uma potencial desaceleração causada por novas restrições para combater um novo avanço do Coronavírus no país.

Finalmente, a inflação ao consumidor em julho ficou em 1%, estável em relação a junho (1,1%).

Enquanto Isso no Brasil…

Cenário Político-Econômico

No cenário doméstico, o destaque seguiu sendo a questão fiscal, com discussões acerca do pagamento de precatórios no orçamento do ano que vem, e a criação de um novo programa de transferência de renda.

No início da semana, o Executivo encaminhou ao Congresso um Projeto de Emenda Constitucional (PEC) visando o parcelamento do pagamento de parte das dívidas judiciais para o ano que vem. De acordo com a proposta, o pagamento seguirá à vista para dívidas até R$ 66 mil, enquanto aquelas acima de R$ 66 milhões serão ser pagas em dez parcelas, sendo 15% à vista e o restante em parcelas anuais. Outros precatórios poderão ser parcelados caso a soma total for superior a 2,6% da receita corrente líquida da União, sendo o critério sempre os de maior valor.

A PEC também inclui a mudança no índice de correção dos precatórios, que passarão (se aprovada a proposta) a ser corrigidos pela Taxa Selic – o que hoje só acontece com os precatórios tributários. Finalmente, a proposta cria um fundo de investimento fruto de dividendos e vendas de ativos da União (como imóveis e participação em estatais), que poderão ser usados para abater dívida pública ou antecipar o pagamento dos precatórios parcelados. Dada a natureza do fundo, as despesas não serão contabilizadas no teto de gastos.

A proposta ainda passará por inúmeras fases de tramitação no Congresso para aprovação, mas o principal risco reside em uma mudança no arcabouço fiscal para permitir ampliação das despesas, elevando ainda mais a incerteza quanto à sustentabilidade dos gastos do governo e da dívida no longo prazo.

Auxílio Brasil

Tivemos também os primeiros vislumbres do desenho que o governo tem para o Auxílio Brasil.

O presidente Jair Bolsonaro apresentou nessa semana à Câmara a Medida Provisória do novo programa social que vai substituir o Bolsa Família. Os valores serão definidos depois, primeiras sinalizações do Ministério da Economia indicam novo valor médio pouco abaixo de R$ 300, e aumento do número de beneficiários para 17 milhões – zerando a atual fila para entrada no programa Bolsa Família.

A estimativa é de um gasto adicional próximo a R$ 28 bilhões para o orçamento do ano que vem. Portanto, a aprovação da PEC dos precatórios (ou outra medida que reduza o dispêndio com tais dívidas no ano que vem) torna-se essencial para a aprovação do novo programa, se seguirem respeitadas as restrições impostas pelo teto de gastos.

Reforma Tributária

Após pedido de líderes de bancadas na Câmara, o presidente Arthur Lira decidiu adiar para a próxima terça-feira a votação do projeto de lei com a reforma do imposto de renda. Ainda há divergências sobre a matéria, principalmente sobre o impacto das mudanças na arrecadação de estados e municípios.

Na versão mais recente do texto, o deputado Celso Sabino tenta reduzir essa resistência prevendo uma redução menor do IRPJ em 8,5 p.p. (25% para 16,5%) e da CSLL, que pode chegar a 20% na legislação atual, em 1,5 p.p.. Em relação à tributação de lucros e dividendos, há isenção para micro e pequenas empresas com faturamento até R$ 4,8 milhões por ano e para integrantes do Simples.

Indicadores

IPCA

O IPCA de julho registrou alta de 0,96%, ficando levemente abaixo da nossa estimativa (1%) e em linha com a mediana das expectativas de mercado (0,95%). Devido à pressão de custos (especialmente energia elétrica), elevamos a nossa projeção de IPCA para o final de 2021 a 7,3% (6,7% antes) e para 2022 a 3,7% (3,6% antes).

Apesar do impacto na inflação, por ora vemos o risco de racionamento como limitado. Porém, segue fundamental ter um bom período de chuvas, começando em setembro.

Ata do Copom

O Banco Central publicou a ata da sua última reunião do Copom. O documento reforçou a necessidade de um aumento além do nível neutro da taxa de juros para manter a inflação dentro da meta no horizonte relevante da política monetária, reforçando o discurso hawkish, mais duro na perseguição à meta. O destaque da ata foi a menção ao risco fiscal, o que na nossa visão implica que a Selic pode ser elevada a níveis ainda mais altos caso o balanço de riscos se deteriore.

Nossa projeção para a Selic ao final de 2021 e de 2022 é de 7,25% a.a., porém já antevemos a possibilidade de aumentos até 9,5% em um cenário mais adverso para o fiscal – como discutido em nosso relatório mensal, indicado abaixo.

Vendas no Varejo

As vendas do varejo do mês de junho contraíram no conceito ampliado 2,3% m/m (contra expectativa de queda de 1,8% m/m pelo mercado), após forte recuperação vista em abril e maio como reflexo do aumento da mobilidade e da nova rodada de auxílio emergencial. O fraco desempenho do varejo ao final do 2º trimestre foi mais disseminado do que o esperado, já que seis das dez atividades acompanhadas tiveram queda na comparação mensal. A despeito da perda de fôlego em junho, as vendas do varejo ampliado cresceram 3,0% no último trimestre.

Acreditamos que as vendas varejistas irão apresentar tendência de crescimento moderado ao longo do 2º semestre. O consumo das famílias tende a ser proporcionalmente mais forte em serviços nos próximos meses (efeito de “deslocamento dos gastos” do mercado de bens para o setor de serviços), o que ajuda a explicar o ritmo mais fraco de crescimento do comércio. Como fator de risco relevante para o cenário prospectivo das vendas no varejo, destacamos a persistência da pressão inflacionária.

Serviços

A receita do setor de serviços cresceu 1,7% m/m em termos reais em junho, muito acima da nossa expectativa e do consenso de mercado (0,5%). Comparado a junho de 2020, a atividade de serviços aumentou 21,1% contra o ano passado (previsão XP e consenso em 18,2%).

Olhando para frente, os serviços para as famílias continuarão a liderar a recuperação do setor terciário (e do PIB total) ao longo do segundo semestre, em linha com a reabertura da economia, os programas de suporte do governo relacionadas ao Coronavírus, e a gradual recuperação do mercado de trabalho.

IBC-Br

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) cresceu 1,1% entre maio e junho, após ajuste sazonal, acima da nossa expectativa e do consenso do mercado (ambos em 0,5% m/m). Na comparação com junho de 2020, a proxy mensal do PIB registrou crescimento de 9,1%.

Acreditamos que o IBC-Br trimestralizado e o PIB total apresentarão resultados próximos para o 2º trimestre, contrastando com o observado no trimestre anterior e mantemos a estimativa de crescimento de 0,2% para o PIB total no 2º trimestre, em comparação ao trimestre imediatamente anterior e após ajuste sazonal (expansão de 12,8% ante o 2º trimestre de 2020).

Os resultados do PIB serão publicados pelo IBGE em 01/09. Divulgaremos em breve nossas estimativas detalhadas para o PIB do 2º trimestre (todos os componentes pelas óticas da demanda e da oferta).

Publicações

Nessa semana, publicamos nosso relatório Brasil Macro Mensal, destacando o risco fiscal no Brasil, que pode levar a aumento expressivo da taxa Selic em um cenário mais estressado. A inflação segue pressionada por aumento de custos e pela retomada econômica. Mantivemos as nossas projeções para o crescimento da economia brasileira, porém revisamos para cima os números de inflação e da taxa básica de juros para o final de 2021 e 2022.

O que esperar?

Para a semana que vem, o destaque será a divulgação da ata da última reunião do comitê de política monetária dos EUA, o FOMC. Na seara de dados internacionais, a atividade econômica fica em evidência, com indicadores de vendas no varejo e produção industrial na China e nos Estados Unidos. Também na China acontecerá a decisão das taxas de juros de 1 e 5 anos.

No Brasil, atenções voltadas para o cenário fiscal, com destaque para a PEC dos Precatórios e a tramitação da reforma tributária, que enfrenta dificuldades para chegar à votação em plenário. No campo político, seguem as investigações da CPI da Pandemia. Por sua vez, o calendário de indicadores será menos agitado, e contará apenas com a divulgação de alguns índices de inflação da FGV (IGP-M, IPC e IGP-10).

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