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Tech Brasil: Feedbacks da Conferência XP Tech

Realizamos essa semana a primeira edição da XP Tech Conference com a participação de 14 empresas brasileiras listadas: Allied, Bemobi, CSU, Dotz, Eletromidia, Enjoei, G2D investments, Infracommerce, Intelbras, Locaweb, Multilaser, Positivo, Totvs e Zenvia.

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Nesse relatório trazemos os principais destaques da 1ª edição da XP Tech Conference (17/05) com a participação de 14 empresas brasileiras listadas: Allied, Bemobi, CSU, Dotz, Eletromidia, Enjoei, G2D, Infracommerce, Intelbras, Locaweb, Multilaser, Positivo, Totvs e Zenvia. A conferência contou com a participação de executivos C-level das companhias listadas e mais de 100 investidores locais. Nesse cenário de incerteza com a elevação da inflação global e consequente elevação nas taxas de juros afetando as empresas de tecnologia, o momento foi muito oportuno para discutirmos os fundamentos e revisitarmos as teses de investimento da nossa cobertura.

A conferência contou com a participação de executivos C-level das companhias listadas e mais de 100 investidores locais.  

Nesse cenário de incerteza com a elevação da inflação global e consequente elevação nas taxas de juros afetando as empresas de tecnologia, o momento foi muito oportuno para discutirmos os fundamentos e revisitarmos as teses de investimento da nossa cobertura. Cabe destacar que as companhias Techs de nossa cobertura (Bemobi, Locaweb, Positivo, Allied, Totvs, Enjoei, Multilaser e G2D) possuem dinâmicas e modelos de negócio muito distintos.    

Apesar da forte queda no valor das ações listadas, algumas companhias mencionaram que não houve uma reprecificação nos deals privados, diminuindo portanto, o apetite por novos deals no curto prazo.  Por outro lado diversas startups estão mais racionais tentando reequilibrar a geração de caixa considerando o cenário atual mais desafiador para levantar capital.  

Fonte: XP

Sobre as empresas da nossa cobertura, os principais destaques foram: 

Totvs  (TOTS3 | Compra; TP R$39.0/sh)

Durante as reuniões com a companhia, recebemos Gilsomar Maia (CFO) e os principais temas abordados foram:

JV com Itaú e oportunidades em Techfin

Companhia segue confiante no modelo de negócios construído com o Itaú e mencionou as fortes ambições da JV para alavancar o crescimento nesse segmento. O mercado endereçável nesse segmento de techfin é muito grande, e mesmo obtendo uma market share pequeno, esse segmento tem potencial para alavancar bastante o crescimento consolidado da Totvs. A companhia mencionou o potencial de cross selling com a base atual de clientes em ERP. Aproximadamente 5% dos clientes Totvs em ERP não conhecem os produtos da Supplier, e segundo a companhia, a rede de franquias possui interesse em vender outros produtos além do ERP. A companhia prefere ser cautelosa em relação ao processo de aprovação do CADE e BACEN, mas acredita que até o final do ano deverá obter as respectivas aprovações regulatórias.

Oportunidades em Business Performance

Segundo a Totvs, o mercado de BP possui características diferentes em relação ao business de ERP. Apesar de não ter a mesma consistência e recorrência, é um business com potencial de crescimento maior. ERP é um segmento que demora a reagir a ciclos de mercado, quando a economia dispara ou retrai, o segmento demora mais a reagir. Em business performance essa sensibilidade é maior, pois a sua natureza é diretamente ligada ao orçamento de vendas e crescimento da companhia.

ERP

Alguns investidores questionaram a sustentabilidade desse patamar forte de crescimento após a companhia reportar um crescimento expressivo. Segundo a Totvs, a companhia tem conseguido ganhar market-share refletindo a percepção de qualidade de seus produtos e constante evolução no NPS de seus clientes. O Modelo comercial está bem ajustado nos canais de franquia.

Locaweb (LWSA3 I Compra; TP R$12,0)

Em nossas reuniões com a companhia, Rafael Chamas (CFO) e Henrique Marquezi (RI) destacaram a consistência nas entregas do 1T22, alcançando as metas internas estabelecidas principalmente em relação à rentabilidade, indicadores operacionais de adições de novos clientes e evolução no seu ecossistema avançando na integração das companhias adquiridas. Em relação as companhias adquiridas, a Locaweb destacou sua opção em manter o patamar de forte de crescimento de empresas como a Bling, que cresce mais de 70%, em detrimento de margem. Esse processo de expansão de margem e rentabilização acontecerá naturalmente, segundo a companhia, com ganhos de escala e market share ao longo dos próximos anos. Ainda sobre as margens, a companhia destacou que o CAC continua pressionado mas o churn equilibrou.

No segmento de commerce a companhia não sentiu ainda uma deterioração do macro refletindo numa desaceleração de novas lojas e aumento no churn. No entanto, a companhia segue atenta a uma eventual desaceleração do GMV. Por outro lado a companhia destacou que o numero de clientes tem aumentado mais que o número de lojas em outros marketplaces, indicando que os clientes estão buscando alternativas mais rentáveis que os marketplaces. Nesse sentido a companhia segue confiante no diferencial competitivo do ecossistema da Locaweb.

Sobre o mercado de M&A, companhia reforçou sua abordagem racional de preço e mencionou a lentidão na reprecificação nos deals privados. Segundo a companhia, esse cenário pode mudar nos próximos 6 meses quando algumas tiverem problemas de caixa. No momento atual devem desacelerar ritmo de M&A.

Companhia estuda um programa de recompra de ações mas possui restrições de balanço com pouco espaço na reserva de lucros para seguir adiante.

Positivo (POSI3 | Compra; TP R$16.0/sh)

Recebemos em nossa conferência: Helio Rotemberg (CEO), Caio Moraes (CFO) e Renata Oliva (RI). Durante as reuniões, o management reforçou sua confiança para alcançar patamar próximo do topo do range do guidance de receita bruta para o ano (R$ 5-6 bn) após um primeiro trimestre forte a despeito de uma forte queda no segmento de varejo. Esse segmento começou a normalizar agora no 2T com o sell in melhorando. A companhia reforçou a maior diversificaçãoe novas alavancas de crescimento. Os segmentos corporativos e governo continuam bastante fortes. Para os próximos 12 meses a Positivo projeta um pipeline de R$ 7bn em licitações públicas no país. Historicamente a companhia consegue vencer de 25% a 30% desses contratos.

A Positivo segue confiante com o segmento de servidores, esse segmento pode acelerar ainda mais com novas tendências do 5G (edge computing). Na frente de IoT a companhia estuda ampliar sua linha de produtos e soluções avançando para um modelo mais completo alavancando sua rede atual de revendas (30% de sua rede atua como integrador). Esse canal pode ser importante para avançar em novas linhas de soluções.

Sobre a margem, a companhia segue confiante na manutenção dos níveis reportados no 1T, o que levaria a uma elevação substancial no EBITDA. Temos hoje em nossos números um Ebitda projetado de R$439 milhões, mas assumindo uma margem consolidada de aproximadamente 12% e o topo do range de receita, estimamos que a companhia poderia alcançar um EBITDA superior a R$ 550 milhões .

O CFO destacou a estrutura de capital adequada da companhia e o tendência de aumento na geração de caixa ao longo do segundo semestre.

Allied (ALLD3 | Compra; TP R$38,0)

Durante as reuniões da Allied, recebemos Silvio Stagni, CEO, Luís Gustavo Antunes, CFO e Fabiana Lawant, RI. De maneira geral, os principais temas abordados nas reuniões foram: (i) margens pressionadas no 1T em função de um cenário mais competitivo, com a normalização e retomada no fornecimento de produtos; (ii) sólido crescimento de receita nos resultados do 1T22, suportado pela recuperação do varejo físico e vendas de distribuição em um ritmo recorde de crescimento; (iii) empresa ajustando sua estratégia de crescimento para varejo digital e reduzindo/otimizando lojas físicas daqui para frente; e (iv) “Iphone para sempre” – parceria entre Allied, Itaú e Apple – receberá de volta sua primeira rodada de Iphones em 22/05, que terá o suporte da BR Used (adquirida em 21/08).

Bemobi (BMOB3 | Compra; TP R$35,0)

Durante as reuniões de Bemobi contamos com a participação do André Veloso (CFO) e Pedro Alvarenga (Head de RI e M&A).  A companhia explorou as oportunidades no segmento de meios de pagamento, não apenas no segmento de Telecom mas também em Utilities. Esse novo segmento traz um mercado endereçável três vezes maior que o mercado de Telecom e a companhia espera anunciar o seu primeiro contrato nas próximas semanas.

Sobre a estratégia de M&A, a companhia reforçou que segue ativa tendo feito duas propostas não vinculantes. A companhia ainda possui um caixa robusto de mais de R$ 500 milhões e espera continuar o seu programa de recompra até o limite permitido.

O management também reforçou a aceleração de suas operações internacionais com a expansão recente do Loop.  A companhia segue confiante com as sinergias em microfinanças com a Tiaxa. O modelo de scoring tem sido uma grata surpresa, crescendo em ritmo acelerado e em breve deve ter um rollout para o  Brasil

Enjoei (ENJU3 | Neutro; TP R$5,0)

Recebemos Tiê Lima, CEO, Ana Mclaren, Diretora de RH e Comunicação, e Gabriela Moro, Diretora de RI. A empresa continua focada em escalar seu negócio principal de C2C, com a estratégia agora centrada em adicionar novos compradores e amadurecer a base de vendedores. O Enjoei espera melhorar seus KPIs nos próximos trimestres, após a implementação de nova política comercial no primeiro trimestre, enquanto o lucro bruto deve compensar as despesas gerais e administrativas até final do ano, enquanto o EBITDA atingir o breakeven em 2-2,5 anos.

G2D (G2DI33 | Compra; TP R$9,50)

Durante nossa reunião com o Diretor de Relações com Investidores da G2D, Carlos Pessoa, as principais conclusões foram: (i) a liquidez é a principal preocupação dos investidores para as ações daqui para frente; (ii) As companhias com investimento direto foram os  destaques positivos no 1T22 e permanecem com sólido espaço para expansão (2TM, Digibee, Blu, Quero Educação e Cerc); e (iii) em relação ao valuation das cias privadas, as companhias em estágio de maturidade inicial (early stage) apresentaram crescimento no valuation A/A, empresas médias apresentaram valuation ligeiramente acima A/A. No entanto, o principal impacto foi observado no valuation de empresas em estágio avançado. Por fim, destacamos que 2021 foi o ano de melhor desempenho para o segmento de venture capital, atingindo +US$ 621 bilhões (vs. US$ 294 bilhões em 2020).

Multilaser (MLSA3 | Compra; TP R$11,0)

Recebemos Leonardo Dib, CFO, e Juliane Goulard, Diretora de RI. No geral, as reuniões focaram nas vantagens competitivas da Multilaser e perspectivas pós resultado do 1T, com os principais destaques sendo: i) A diversificação de produtos da empresa é um diferencial, principalmente diante de um macro mais difícil; ii) as vendas para grandes varejistas devem continuar desafiadoras no 2T, embora os estoques estejam em níveis mais saudáveis; e iii) a empresa continua confiante no crescimento de um dígito alto ou duplo dígito para baixo de faturamento este ano.

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