XP Expert

IBC-Br de agosto e produção industrial dos EUA movimentam o dia

IBC-Br e dados da indústria dos EUA são alguns dos temas de maior destaque nesta sexta-feira, 16/10/2026

Compartilhar:

  • Compartilhar no Facebook
  • Compartilhar no X
  • Compartilhar no Whatsapp
  • Compartilhar no LinkedIn
  • Compartilhar via E-mail

IBOVESPA -1,06% | 204.324 Pontos

CÂMBIO +1,17% | 5,08/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa encerrou o pregão de quinta-feira (15) em queda de 1,1%, aos 204.324 pontos, na terceira baixa consecutiva, repercutindo um aumento na cautela dos investidores em relação à política fiscal, o que pressionou principalmente os papéis cíclicos domésticos.

Na ponta positiva, Embraer (EMBJ3, +2,7%) liderou as altas e foi a maior contribuição positiva para o índice, seguida por Yduqs (YDUQ3, +2,1%), Caixa Seguridade (CXSE3, +1,7%) e TIM (TIMS3, +1,4%).

Na ponta negativa, o setor de construção continuou pressionado pela repercussão das prévias operacionais e pela alta dos juros futuros. Direcional (DIRR3, -9,3%) liderou as quedas após divulgar, na noite anterior, menores vendas e lançamentos e distratos elevados no 3T26. MRV (MRVE3, -4,9%) e Cury (CURY3, -3,8%) também recuaram. 

Renda Fixa

Os juros futuros encerraram esta quinta-feira em direções mistas. No exterior, os Treasuries registraram fechamento das taxas, apesar de dados de inflação ao produtor (PPI) dos Estados Unidos (EUA) acima do esperado, com o mercado ajustando as perspectivas para a trajetória da política monetária do Federal Reserve, o banco central americano. A T-note de dois anos fechou a 4,75% (-5 bps), enquanto a T-note de 10 anos recuou para 5,09% (-9 bps) e o T-bond de 30 anos para 5,43% (-9 bps). No Brasil, o movimento foi na direção oposta. O mercado seguiu ajustando as expectativas para o segundo turno das eleições gerais, com menor clareza sobre os rumos da política fiscal. Nesse contexto, o DI jan/27 fechou a 13,52%, o DI jan/29 a 12,73% (+25 bps) e o DI jan/31 a 12,76% (+22 bps). A curva NTN-B encerrou com a B29 a 6,77% (vs. 6,73%), a B35 a 6,85% (vs. 6,76%) e a B50 a 6,78% (vs. 6,72%).

Mercados globais

Nesta sexta-feira (16), os futuros nos EUA operam próximos da estabilidade (S&P 500: 0,2%; Nasdaq 100: 0,1%), com os investidores ainda cautelosos com as perspectivas para a inteligência artificial, depois de as bolsas americanas recuperarem perdas iniciais na véspera, quando o CEO da Nvidia, Jensen Huang, afirmou não ver necessidade de um resgate da CoreWeave. Na Europa, o Stoxx 600 opera em alta de 0,6%, impulsionado principalmente pelos setores de tecnologia e industrial. Na Ásia, os mercados fecharam majoritariamente em alta: o Kospi (Coreia) subiu 2,1%, o Nikkei 225 (Japão) recua 0,2%, enquanto na China o CSI 300 subiu 0,1% e o Hang Seng (Hong Kong) avançou 0,5%.

O mercado segue monitorando o financiamento dos investimentos em IA, após uma semana de forte volatilidade em semicondutores, mesmo com a TSMC reportando lucro recorde no terceiro trimestre. O yield do Treasury de 10 anos opera próximo de 5,1%, com o presidente do Fed, Kevin Warsh, sem sinalizar alta iminente de juros, apesar da inflação ao consumidor de setembro acima do esperado (3,7%, contra consenso de 3,6%). O Brent recua 0,7%, para próximo de US$ 105/barril, mas caminha para ganho semanal, sustentado pelas tensões no Estreito de Ormuz após o ataque iraniano a um navio porta-contêineres. Os investidores também direcionam o foco para a temporada de resultados, com divulgações esperadas de Netflix, General Motors, Tesla, Meta, IBM e Procter & Gamble ao longo da próxima semana, além da reunião do Fed em 28 de outubro.

IFIX

O Índice de Fundos de Investimento Imobiliário (IFIX) encerrou o pregão desta quinta-feira em alta de 0,06%, aos 3.956,29 pontos. O desempenho dos segmentos foi positivo na maior parte do mercado. Os fundos de shoppings lideraram os ganhos do dia, com valorização de 0,34%, seguidos pelos FIIs de tijolo (+0,21%), pela categoria multiestratégia/FOF (+0,16%) e pelos ativos logísticos (+0,15%). Na sequência, os fundos de recebíveis avançaram 0,10% e as lajes corporativas registraram alta de 0,09%, enquanto os fundos híbridos recuaram 0,11%.
Entre os destaques positivos do pregão, sobressaíram BRCR11 (+3,4%), VGRI11 (+2,5%) e URPR11 (+2,3%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por RZTR11 (-5,4%), GZIT11 (-2,5%) e JSRE11 (-2,1%).

Economia

Nos Estados Unidos, a inflação ao produtor disparou em setembro, com alta de 1,3% M/M e 6,3% A/A, muito acima das expectativas e no maior patamar em mais de quatro anos. A aceleração foi impulsionada principalmente pelos preços de energia, mas também atingiu o núcleo do índice, reforçando as preocupações com a persistência inflacionária. Ao mesmo tempo, as vendas no varejo cresceram 0,8% M/M, acima do consenso, enquanto os pedidos de auxílio-desemprego permaneceram baixos, em 199 mil.

No Brasil, o varejo surpreendeu negativamente em agosto, com crescimento de apenas 0,1% M/M no índice restrito e queda de 0,2% no ampliado. A retração das atividades sensíveis ao crédito reforçou os efeitos defasados dos juros elevados sobre o consumo, levando nosso acompanhamento do PIB do terceiro trimestre de 2026 (3T26) a indicar contração de 0,2% T/T. Na seara fiscal, o Senado aprovou a ampliação do limite de faturamento e o perdão de dívidas dos MEIs, com impacto fiscal estimado em R$ 3 bilhões.

Na agenda internacional, serão divulgadas a produção industrial dos Estados Unidos e os índices de preços de importações e exportações, relevantes para avaliar o ritmo da atividade e a persistência das pressões inflacionárias. No Brasil, o destaque será o IBC-Br de agosto, para o qual esperamos alta de 0,3% M/M e 1,1% A/A, incorporando a fraqueza recente dos serviços e do comércio.

Veja todos os detalhes

Economia

Inflação ao produtor dispara nos EUA e amplia pressão sobre o Fed

  • Nos Estados Unidos, o índice de preços ao produtor (PPI) avançou 1,3% M/M e 6,3% A/A em setembro, significativamente acima das expectativas de 0,5% e 5,3%, respectivamente, atingindo o maior nível em mais de quatro anos. A energia foi o principal fator de pressão, respondendo por aproximadamente 80% da alta de 2,9% nos preços dos bens, em meio às restrições de oferta provocadas pelo conflito no Oriente Médio. Ao mesmo tempo, as vendas no varejo cresceram 0,8% M/M em setembro, acima do consenso de 0,3%, totalizando US$ 745 bilhões, com alta de 5,5% A/A. Excluindo automóveis, as vendas avançaram 0,9% M/M. Apesar da desaceleração frente ao crescimento de 1,3% em agosto, a surpresa positiva indica demanda nominal ainda resiliente, embora parte da expansão reflita preços mais elevados. A combinação de inflação ao produtor acima do esperado e atividade relativamente firme reforça os argumentos favoráveis à manutenção de uma postura monetária restritiva pelo Fed;
  • No Brasil, as vendas no varejo surpreenderam significativamente para baixo em agosto, com o varejo restrito avançando apenas 0,1% M/M, ante nossa projeção de 1,0% e consenso de 0,8%, enquanto o varejo ampliado recuou 0,2% M/M, frente às expectativas de alta de 1,1% da XP e 1,0% do mercado. Na comparação anual, os indicadores ficaram praticamente estagnados, com altas de 0,4% e 0,1%, respectivamente. A fraqueza se concentrou nos segmentos de maior peso, especialmente móveis e eletrodomésticos (-4,2% M/M), veículos (-1,0%) e materiais de construção (-2,0%). O principal destaque analítico foi a divergência entre os grupos de consumo: atividades sensíveis à renda avançaram 0,2% M/M e 1,2% A/A, enquanto atividades sensíveis ao crédito recuaram 1,3% M/M e 1,2% A/A. Após a divulgação, revisamos nossa projeção para o IBC-Br de agosto de 0,4% para 0,3% M/M, enquanto nosso acompanhamento do PIB do 3T26 passou a indicar contração de 0,2% T/T. O resultado reforça os efeitos defasados da política monetária restritiva sobre a demanda doméstica. Mantemos crescimento do PIB de 1,7% em 2026 e 1,0% em 2027;
  • O Senado aprovou o projeto de lei complementar que amplia o limite de faturamento dos MEIs e prevê o perdão de dívidas tributárias, encaminhando o texto à sanção presidencial. O teto anual passará dos atuais R$ 81 mil para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028, com autorização para contratação de um segundo funcionário. O impacto fiscal estimado é de R$ 1,57 bilhão em 2027, R$ 3,15 bilhões em 2028 e R$ 3,38 bilhões em 2029. O projeto também prevê o perdão de débitos inscritos ou não na Dívida Ativa da União, beneficiando aproximadamente 3,6 milhões de MEIs a partir de 2027. O estoque de dívidas abrangido, inicialmente estimado em R$ 12 bilhões, foi ampliado em cerca de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões durante a tramitação, embora o impacto fiscal estimado permaneça próximo de R$ 1 bilhão por ano durante três anos, considerando a baixa recuperabilidade dos créditos;
  • Na agenda internacional, serão divulgadas a produção industrial dos Estados Unidos, importante para avaliar o ritmo da atividade manufatureira, e os índices de preços de importações e exportações, que ajudarão a identificar pressões inflacionárias associadas ao comércio exterior, especialmente após a forte aceleração dos preços ao produtor. No Brasil, o destaque será o IBC-Br de agosto, indicador de atividade econômica do Banco Central, para o qual esperamos alta de 0,3% M/M e 1,1% A/A. A projeção incorpora a fraqueza recente dos serviços e do comércio, reforçando a perspectiva de desaceleração da atividade econômica no terceiro trimestre.

Empresas

XP Saúde | PEC da jornada 6×1: potenciais impactos para o setor de saúde

  • A PEC 221/2019, que substitui a tradicional jornada 6×1 pelo regime 5×2, foi aprovada pelo Congresso e aguarda promulgação;
  • Embora uma regulamentação futura possa mitigar parte dos potenciais efeitos, avaliamos os principais riscos com base no texto atual;
  • As principais exposições do setor de saúde incluem: (i) profissionais de Enfermagem contratados sob uma jornada semanal de 44 horas; (ii) profissionais que trabalham em regime 12×36; (iii) funcionários de call center que atualmente operam em escala 6×1; e (iv) profissionais administrativos com contratos de 44 horas semanais;
  • Entre as companhias de saúde sob nossa cobertura, acreditamos que os prestadores de serviços de diagnóstico e hospitalares sejam os mais expostos, enquanto as farmacêuticas enfrentam riscos diretos mais limitados;
  • As operadoras de planos de saúde podem sofrer impactos indiretos por meio de preços mais elevados cobrados pelos prestadores de serviços;
  • A seguir, apresentamos os principais impactos para cada segmento do setor de saúde;
  • Clique aqui para acessar nosso relatório.

XP Saúde | Prévia do 3T26: parte II

  • Após a Parte I da nossa prévia do 3T26 para o setor de saúde, esperamos resultados mistos entre as demais companhias sob nossa cobertura;
  • No setor, as operadoras hospitalares devem continuar apresentando um sólido crescimento de receita, sustentado por tickets médios mais elevados, com a Mater Dei registrando uma melhora mais expressiva da margem EBITDA (A/A);
  • No segmento farmacêutico, esperamos resultados mistos, com a melhora do desempenho operacional da Blau contrastando com a pressão sobre o desempenho do portfólio atual da Hypera;
  • Em diagnósticos, a Dasa deve apresentar expansão da margem EBITDA e forte geração de caixa. Por fim, a Qualicorp deve registrar níveis controlados de churn;
  • Clique aqui para acessar nosso relatório.

XP Educação | PEC da jornada 6×1: potenciais impactos para o setor de educação

  • A aprovação da PEC 221/2019, que substitui a tradicional jornada de trabalho 6×1 pelo regime 5×2, levanta questões importantes para o setor de educação, especialmente em relação aos professores horistas;
  • A principal preocupação está relacionada ao tratamento do descanso semanal remunerado (DSR), uma vez que esses professores recebem atualmente um adicional de 1/6 sobre sua remuneração pelas aulas a título de DSR, mesmo quando as aulas normalmente estão concentradas em cinco dias da semana;
  • Ainda não está claro se a estrutura atual de remuneração será preservada ou se o DSR será tratado como um dia adicional remunerado, o que poderia elevar em aproximadamente 20% os custos de folha relacionados ao DSR;
  • Embora possa haver algum impacto sobre as instituições públicas, a exposição parece ser maior no setor privado: apenas 13% dos professores do ensino superior público trabalham em regimes horistas ou de tempo parcial, ante 69% nas instituições privadas;
  • Clique aqui para acessar nosso relatório.

Bens de capital: expectativas macroeconômicas encontram uma recuperação desigual

  • Vemos a temporada de resultados do 3T26 se aproximando após uma forte valorização das ações domésticas desde o início de outubro, com as expectativas de juros mais baixos renovando a atenção para as empresas domésticas;
  • Ainda assim, esperamos que os resultados reforcem que o ambiente operacional no Brasil continua desafiador, com uma recuperação desigual entre as empresas;
  • Para a WEG, esperamos resultados marginalmente positivos, com a rentabilidade permanecendo em níveis fortes e bases de comparação mais fáceis sustentando alguma reaceleração do crescimento, enquanto os investimentos recentes em capacidade permanecem em estágio inicial de ramp-up (considerando o posicionamento relativamente leve dos investidores, vemos o 3T sugerindo uma assimetria positiva);
  • Esperamos que a Embraer apresente um bom trimestre, sustentado pelas entregas divulgadas anteriormente, permanecendo no caminho para entregar seu guidance (limite superior para receita/rentabilidade, em nosso cenário-base);
  • Entre as empresas de Autopeças, vemos a Marcopolo como o destaque negativo, uma vez que um intervalo entre os programas Caminho da Escola levou a volumes de produção abaixo do esperado, conforme reportado pela Fabus;
  • Por fim, Tupy e Randoncorp devem reportar resultados em recuperação, embora ainda abaixo do que consideramos níveis normalizados de rentabilidade;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa

  • Garantia da União para empréstimo de R$ 7 bi dos Correios pode ficar para depois da eleição (Valor Econômico);
  • Magazine Luiza faz parceria para vender seus produtos na plataforma do Mercado Livre (Valor Econômico);
  • Casas Bahia propõe acordo de mais de R$ 100 milhões por demissões (Valor Econômico);
  • Acionistas da Oncoclínicas travam guerra de liminares (Valor Econômico).
  • Clique aqui para acessar o clipping.

Estratégia

Entradas de estrangeiros aceleram fortemente. Vão continuar? – Fluxo em foco

  • Em setembro, os investidores estrangeiros voltaram à bolsa brasileira, com entradas líquidas totais de R$ 8,1 bi (+R$ 9,1 bi no mercado à vista e -R$ 1,0 bi em futuros), a maior entrada mensal no mercado à vista desde março. Como discutimos em nosso último Raio-XP, o movimento ocorreu apesar da disparada dos juros das Treasuries americanas, à medida que os investidores começaram a se posicionar para as eleições locais;
  • Dito isso, as entradas aceleraram fortemente em outubro: no acumulado do mês, os estrangeiros registraram entradas líquidas totais de R$ 19,1 bi, já o mês mais forte desde janeiro, incluindo R$ 10,1 bi no mercado à vista no primeiro pregão após o primeiro turno da eleição, a maior entrada diária da história;
  • Como argumentamos em nosso recente relatório Medindo o Potencial de Alta da Bolsa Brasileira, vemos espaço para entradas adicionais significativas na bolsa nos próximos meses em um cenário otimista, lideradas inicialmente pelos estrangeiros e seguidas pelos investidores domésticos;
  • Na indústria de fundos, os resgates líquidos somaram R$ 29,8 bi em setembro, o pior mês desde dezembro, puxados pelos fundos de renda fixa;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • IFIX fecha pregão em alta de 0,06%, em 3.956,29 pontos (Suno Notícias);
    • Casas Bahia paga R$ 2,9 milhões, mas FII mantém ações de despejo (FIIs);
    • CVM acompanha compras de imóveis com cotas de FIIs (ClubeFII);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

ESG

B3 se torna registradora de Certificado de Garantia de Origem de Biometano (CGOB) | Café com ESG, 16/10

  • O pregão de quinta-feira fechou em território negativo, com o IBOV e ISE recuando 1,06% e 1,40% respectivamente.
  • No Brasil, (i) a aprovação da B3 como a terceira (além de ACX Brasil e Instituto Totum) entidade registradora de Certificado de Garantia de Origem de Biometano (CGOB) foi oficializada ontem com a publicação de um despacho da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) no Diário Oficial da União – em nota, a agência afirma que o novo credenciamento fortalece a infraestrutura necessária para a futura emissão, registro, negociação, baixa e aposentadoria dos títulos; e (ii) a mineradora australiana BCM (Brazilian Critical Minerals) anunciou, nesta quinta-feira, que recebeu o aval do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) no Amazonas para avançar com o projeto de terras raras Ema, localizado no município de Apuí, no sul do estado – a autorização envolve um acordo de acesso a áreas que estão sob administração do Incra.
  • No internacional, em resposta ao teto de importações de veículos híbridos imposto pela UE, a fornecedora alemã de peças automotivas Aumovio concordou em fechar uma parceria com a Chery Automobile para lançar a produção da fabricante chinesa de veículos na Europa – a Aumovio, uma spinoff da fabricante de pneus Continental, informou que contribuirá com todo o seu portfólio, capacidade de pesquisa e desenvolvimento e rede de produção europeia para apoiar a Chery.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

XPInc CTA

Se você ainda não tem conta na XP Investimentos, abra a sua!

XP Expert

Avaliação

O quão foi útil este conteúdo pra você?


Disclaimer:

  • Este relatório de análise foi elaborado pela XP Investimentos CCTVM S.A. (“XP Investimentos ou XP”) de acordo com todas as exigências previstas na Resolução CVM 20/2021, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A XP Investimentos não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelo cliente com base no presente relatório.
  • Este relatório foi elaborado considerando a classificação de risco dos produtos de modo a gerar resultados de alocação para cada perfil de investidor.
  • O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à XP Investimentos e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado, e que sua(s) remuneração(es) é(são) indiretamente influenciada por receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela XP Investimentos.
  • O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Resolução CVM nº 20/2021 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório.
  • Os analistas da XP Investimentos estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC Brasil para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários da XP Investimentos.
  • O atendimento de nossos clientes é realizado por empregados da XP Investimentos ou por assessores de investimento que desempenham suas atividades por meio da XP, em conformidade com a Resolução CVM nº 178/2023, os quais encontram-se registrados na Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários – ANCORD. O assessor de investimento não pode realizar consultoria, administração ou gestão de patrimônio de clientes, devendo atuar como intermediário e solicitar autorização prévia do cliente para a realização de qualquer operação no mercado de capitais.
  • Para fins de verificação da adequação do perfil do investidor aos serviços e produtos de investimento oferecidos pela XP Investimentos, utilizamos a metodologia de adequação dos produtos por portfólio, nos termos das Regras e Procedimentos ANBIMA de Suitability nº 01 e do Código ANBIMA de Distribuição de Produtos de Investimento. Essa metodologia consiste em atribuir uma pontuação máxima de risco para cada perfil de investidor (conservador, moderado e agressivo), bem como uma pontuação de risco para cada um dos produtos oferecidos pela XP Investimentos, de modo que todos os clientes possam ter acesso a todos os produtos, desde que dentro das quantidades e limites da pontuação de risco definidas para o seu perfil. Antes de aplicar nos produtos e/ou contratar os serviços objeto deste material, é importante que você verifique se a sua pontuação de risco atual comporta a aplicação nos produtos e/ou a contratação dos serviços em questão, bem como se há limitações de volume, concentração e/ou quantidade para a aplicação desejada. Você pode consultar essas informações diretamente no momento da transmissão da sua ordem ou, ainda, consultando o risco geral da sua carteira na tela de carteira (Visão Risco). Caso a sua pontuação de risco atual não comporte a aplicação/contratação pretendida, ou caso existam limitações em relação à quantidade e/ou volume financeiro para a referida aplicação/contratação, isto significa que, com base na composição atual da sua carteira, esta aplicação/contratação não está adequada ao seu perfil. Em caso de dúvidas sobre o processo de adequação dos produtos oferecidos pela XP Investimentos ao seu perfil de investidor, consulte o FAQ. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.
  • A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes.
  • Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da XP Investimentos, incluindo assessores de investimentos da XP e clientes da XP, podendo também ser divulgado no site da XP. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da XP Investimentos.
  • 0800 77 20202. A Ouvidoria da XP Investimentos tem a missão de servir de canal de contato sempre que os clientes que não se sentirem satisfeitos com as soluções dadas pela empresa aos seus problemas. O contato pode ser realizado por meio do telefone: 0800 722 3710.
  • O custo da operação e a política de cobrança estão definidos nas tabelas de custos operacionais disponibilizadas no site da XP Investimentos: www.xpi.com.br.
  • A XP Investimentos se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo.
  • A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas.
  • Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto.
  • O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto.
  • O investimento em termos são contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem.
  • O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.
  • ESTA INSTITUIÇÃO É ADERENTE AO CÓDIGO ANBIMA DE DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS DE INVESTIMENTO.
  • A XP Investimentos CCTVM S/A, inscrita sob o CNPJ: 02.332.886/0001-04, é uma instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Toda comunicação através de rede mundial de computadores está sujeita a interrupções ou atrasos, podendo impedir ou prejudicar o envio de ordens ou a recepção de informações atualizadas. A XP Investimentos exime-se de responsabilidade por danos sofridos por seus clientes, por força de falha de serviços disponibilizados por terceiros. A XP Investimentos CCTVM S/A é instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.


    Este site usa cookies e dados pessoais de acordo com a nossa Política de Cookies e a nossa Política de Privacidade.