IBOVESPA +0,46% | 183.872 Pontos
CÂMBIO +0,14% | 5,21/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa encerrou a terça-feira em alta de 0,5%, aos 183.828 pontos, interrompendo uma sequência de quatro quedas consecutivas. Após uma abertura mais negativa, o índice ganhou força ao longo da tarde, sustentado pelas ações domésticas, em sessão de queda dos juros futuros e de posicionamento dos investidores às vésperas das eleições de domingo.
Azzas 2154 (AZZA3, +10,5%) liderou as altas em meio a especulações sobre uma possível transação envolvendo a Farm Rio, com o prazo para apresentação de propostas não vinculantes se aproximando do fim.
Já CSN (CSNA3, -9,9%) e CSN Mineração (CMIN3, -5,7%) registraram as maiores quedas do índice. A mineradora reduziu temporariamente a produção de minério de menor teor no Complexo Pires, cortou as projeções de produção e compras de terceiros para 2026 e elevou a estimativa de custos, citando o encarecimento do frete.
Renda Fixa
Os juros futuros encerraram ontem em direções mistas. Nos EUA, as Treasuries curtas devolveram parte da abertura após declarações do presidente do Fed de Nova York, John Williams, sinalizarem que não há urgência para novos aumentos de juros, apesar da possibilidade de mais um ajuste ainda neste ano, enquanto os vértices longos seguiram pressionados. A T-note de 2 anos encerrou a 4,89% (-3 bps), a T-note de 10 anos a 5,25% (+2 bps) e o T-bond de 30 anos a 5,58% (+3 bps).
No mercado doméstico, a curva acompanhou o certo alívio observado no exterior ao longo do dia, mesmo com dados mais fortes do mercado de trabalho brasileiro, incluindo o Caged acima das expectativas. O movimento também foi favorecido pela queda dos preços do petróleo. Nesse contexto, o DI jan/27 encerrou a 13,55% (0 bp), o DI jan/29 a 13,76% (-14 bps) e o DI jan/31 a 13,94% (-11 bps). A NTN-B encerrou com a B29 a 7,47% (vs. 7,55%), a B35 a 7,58% (vs. 7,65%) e a B50 a 7,22% (vs. 7,30%).
Mercados globais
Nesta quarta-feira, os futuros nos EUA operam próximos da estabilidade (S&P 500: 0,0%; Nasdaq 100: -0,1%), em compasso de espera pelo no índice de inflação PCE e pelo balanço da Micron. Na Europa, o Stoxx 600 opera perto da estabilidade (+0,1%), sustentado pelo setor de mineração. Na Ásia, os mercados fecharam majoritariamente em alta: o Kospi (Coreia) recuou 0,5%, pressionado pela venda de estrangeiros, o Nikkei 225 (Japão) subiu 1,4%, impulsionado por ações ligadas à inteligência artificial, enquanto na China, o CSI 300 avançou 0,3% e o Hang Seng ganhou 0,4%, na véspera do feriado do Dia Nacional.
O petróleo opera em alta, com o Brent subindo 1,1%, para próximo de US$ 97/barril, depois que Donald Trump negou negociações para alívio das sanções ao Irã. Os investidores também direcionam o foco para a temporada de resultados, com a Micron após o fechamento, Nike, e para o relatório de emprego de setembro, na sexta-feira.
IFIX
O Índice de Fundos de Investimento Imobiliário (IFIX) encerrou o pregão de terça-feira em alta de 0,09%, aos 3.740,56 pontos.
O desempenho dos segmentos foi predominantemente positivo ao longo da sessão. O segmento de multiestratégia/FOFs liderou os ganhos do dia, com valorização de 0,44%, seguido pelos fundos de recebíveis (+0,18%) e pelas lajes corporativas (+0,19%). Os fundos de tijolo avançaram 0,07% no agregado, refletindo o desempenho positivo de parte dos subsegmentos, enquanto os fundos híbridos e os ativos logísticos registraram leves recuos de 0,08%. Os fundos de shoppings encerraram o pregão estáveis.
Entre os destaques positivos do pregão, sobressaíram HSAF11 (+1,5%), BTCI11 (+1,4%) e BCRI11 (+1,4%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por TOPP11 (-1,7%), CYCR11 (-1,5%) e MCRE11 (-1,3%).
Economia
Nos Estados Unidos, dirigentes do Fed (banco central) sinalizaram novas altas de juros, mas com ênfases distintas. Michael Barr afirmou que novos aumentos provavelmente serão necessários diante de riscos inflacionários maiores, enquanto John Williams disse não haver urgência para o próximo movimento, o que reduziu para cerca de 50% a probabilidade de alta em outubro. Paralelamente, segundo o Financial Times, Trump avalia medidas para conter a alta dos combustíveis, incluindo uma possível proibição das exportações de diesel. Na China, o PMI industrial voltou à zona de expansão em setembro.
No Brasil, os dados de mercado de trabalho continuam a indicar resiliência, com perda gradual de fôlego. A taxa de desemprego permaneceu em 5,3%, e nossa estimativa mensal dessazonalizada atingiu mínima histórica, enquanto o Caged surpreendeu com criação líquida de 165,8 mil vagas. No fiscal, o Governo Central registrou déficit de R$ 13,6 bilhões em agosto, melhor que o esperado, apoiado por receitas relacionadas ao petróleo. Ao mesmo tempo, a inadimplência do sistema financeiro atingiu novo recorde.
Na agenda, o principal destaque internacional é o PCE dos Estados Unidos, indicador de inflação preferido do Fed, especialmente relevante diante da indefinição sobre nova alta de juros em outubro. No Brasil, será divulgado o resultado primário do Setor Público, para o qual esperamos déficit de R$ 14,4 bilhões.
Veja todos os detalhes
Economia
Mercado de trabalho segue resiliente, enquanto inadimplência alcança novo recorde
- Nos Estados Unidos, dirigentes do Federal Reserve (banco central) sinalizaram novas altas de juros. O diretor Michael Barr afirmou que novos aumentos provavelmente serão necessários para garantir a convergência da inflação à meta de 2%. Segundo ele, ainda não há uma tendência clara de retorno à meta, e os riscos inflacionários aumentaram com os preços de energia, associados ao conflito no Oriente Médio, e com a demanda ligada aos investimentos em inteligência artificial. Barr avaliou ainda que o mercado de trabalho permanece sólido e que o PIB deve acelerar moderadamente em relação ao ritmo de 2% do primeiro semestre. Por sua vez, o presidente do Fed de Nova York, John Williams, afirmou que, depois da alta de setembro, para o intervalo de 3,75% a 4,00%, não há urgência para novo aumento, e que mais um ajuste pode ser apropriado no fim do ano, caso o cenário se confirme. Após as falas de Williams, a probabilidade atribuída pelo mercado a nova alta de 0,25 p.p. em outubro caiu para cerca de 50%, ante aproximadamente 70% na semana anterior, segundo o CME FedWatch;
- Ainda nos Estados Unidos, a pesquisa JOLTS mostrou recuo das vagas em aberto de 7,34 milhões para 7,08 milhões em agosto, abaixo do consenso de 7,23 milhões. As contratações, porém, subiram para 5,19 milhões e as demissões recuaram para 1,64 milhão, o que sustenta a leitura de um mercado de trabalho ainda resiliente;
- O presidente Donald Trump avalia medidas para conter a alta dos preços domésticos de combustíveis, incluindo uma possível proibição das exportações de diesel, segundo o Financial Times. Integrantes do governo discutiram restrições às vendas externas do combustível e informaram aliados, como o Reino Unido, sobre possíveis interrupções de oferta. Um funcionário da Casa Branca afirmou que ainda não há decisão. O diesel chegou a 6,53 dólares por galão na semana passada, mais de 70% acima do nível anterior à guerra com o Irã;
- Na China, o PMI industrial, divulgado pelo Escritório Nacional de Estatísticas (NBS), subiu de 49,8 para 50,1 pontos em setembro, em linha com o consenso, e voltou à zona de expansão. O PMI é uma pesquisa mensal com empresas sobre produção, pedidos, emprego e estoques, em que leituras acima de 50 indicam expansão da atividade e abaixo de 50, contração. Os componentes de produção (51,7) e de novos pedidos (50,5) também ficaram acima de 50. A melhora refletiu principalmente a demanda associada à inteligência artificial. O PMI não industrial, que cobre serviços e construção, avançou de 49,0 para 50,2, acima da expectativa de 49,3. Ainda assim, a recuperação da economia chinesa segue modesta e concentrada na indústria, com vendas no varejo e investimento ainda fracos;
- No Brasil, a Pnad reforçou a leitura de um mercado de trabalho ainda robusto, mas com sinais graduais de desaceleração. A taxa de desemprego permaneceu em 5,3% no trimestre móvel encerrado em agosto, em linha com nossa projeção e o consenso. Em nossas estimativas mensais dessazonalizadas, a taxa recuou de 5,42% para 5,32%, mínima histórica. O emprego avançou 0,1% m/m, para 103,4 milhões de ocupados, décima alta consecutiva, embora com perda de ritmo em diversos setores. A formalização segue como destaque: o emprego formal cresceu 0,3% m/m e 2,3% em 12 meses, enquanto a ocupação informal caiu 0,4% na margem. A renda também voltou a crescer no terceiro trimestre, com alta de 0,5% m/m e de 4,8% a/a na massa real de rendimentos. Projetamos desemprego dessazonalizado de 5,6% no fim de 2026 e 6,5% no fim de 2027;
- O Caged registrou criação líquida de 165,8 mil vagas formais em agosto, bem acima da nossa projeção de 86,6 mil e do consenso de 106,9 mil. Em nossa série dessazonalizada, o saldo passou de 49 mil para 83 mil vagas, e a média móvel de três meses subiu de 63 mil para 71 mil. A melhora refletiu principalmente a queda de 1,8% m/m nos desligamentos, enquanto as admissões recuaram 0,3%, o que recomenda cautela na interpretação da surpresa positiva. Em conjunto com a PNAD, os dados apontam para arrefecimento gradual, e não contração, do mercado de trabalho. Projetamos criação líquida de aproximadamente 900 mil empregos formais em 2026;
- O Governo Central registrou déficit primário de R$ 13,6 bilhões em agosto, melhor que nossa projeção de R$ 14,1 bilhões, que o consenso de R$ 14,4 bilhões e que o déficit de R$ 15,5 bilhões observado um ano antes. A receita líquida cresceu 3,5% a/a, beneficiada pela alta de 33,1% nas receitas de exploração de recursos naturais, incluindo royalties de petróleo, além do avanço das contribuições previdenciárias e dos impostos sobre importações. As despesas cresceram apenas 1,9%, apesar das pressões de benefícios previdenciários, seguro-desemprego e subsídios aos combustíveis. Para o ano, projetamos déficit de R$ 40,4 bilhões, ou 0,3% do PIB, equivalente a superávit de R$ 19,5 bilhões, ou 0,1% do PIB, quando excluídas as despesas fora da meta, resultado acima do limite inferior da meta fiscal;
- As condições de crédito seguem como importante ponto de atenção para a atividade doméstica. O estoque das operações do Sistema Financeiro Nacional cresceu 0,5% m/m em agosto, para R$ 7,4 trilhões, impulsionado pelo avanço de 0,8% no crédito às famílias, enquanto o saldo das empresas recuou 0,1%. Apesar da expansão do estoque, a inadimplência total atingiu o recorde de 5,04%, e a taxa das famílias subiu para 6,0%, também máxima histórica. A taxa média de juros das novas concessões alcançou 32,3% a.a., e o spread bancário subiu para 21,2 p.p. A combinação de inadimplência recorde, juros elevados e spreads maiores reforça nossa avaliação de que o canal de crédito deverá pesar sobre o consumo e a atividade nos próximos meses;
- Na agenda internacional, o destaque é o PCE de agosto nos Estados Unidos, indicador de inflação preferido do Federal Reserve, especialmente relevante diante da indefinição sobre nova alta de juros em outubro. No mesmo horário sai a terceira estimativa do PIB do 2º trimestre, com a revisão anual das contas nacionais. Também serão divulgados o relatório ADP de emprego privado nos Estados Unidos e a prévia da inflação de setembro na Alemanha. No Brasil, será divulgado o resultado primário do Setor Público consolidado, para o qual esperamos déficit de R$ 14,4 bilhões.
Empresas
Mineração e Siderurgia: CMIN reduz guidance de 2026E à medida que a pressão dos fretes se intensifica
- Hoje, a CSN Mineração reduziu seu guidance de volumes para 2026 para 39-41Mt, de 45-47Mt, e aumentou seu guidance de custo caixa C1 para US$25-26/t, de US$22-23,5/t, refletindo os fretes elevados e os cortes na produção de menor teor em Pires;
- Vemos o anúncio como negativo para a geração de caixa da CMIN, com um impacto mais relevante para a CSN, dada sua alavancagem e dependência dos fluxos de caixa da mineração;
- Além disso, os preços do minério de ferro recuaram -4% S/S diante das maiores chegadas aos portos, da fraca demanda por aço e das margens historicamente baixas das siderúrgicas;
- Os preços do ouro recuaram -5% S/S, uma vez que a forte alta dos yields dos títulos do Tesouro dos EUA e as expectativas de novas altas de juros pelo Fed pesaram sobre o ouro;
- Também observamos que os preços do HRC permaneceram estáveis e os do vergalhão recuaram -1% S/S no Brasil, com a paridade de importação do aço plano em +16% (estável S/S) e a paridade do aço longo em -14% (-2p.p. S/S), enquanto as importações de aço do Egito (isentas de tarifas) sugerem uma paridade de -4%;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
CSN (CSNA3) & CSN Mineração (CMIN3): condições desafiadoras de mercado implicam downside para o 2S26E
- A CSN Mineração anunciou hoje uma revisão do guidance, reduzindo sua perspectiva de produção para 2026E (incluindo compras de minério de terceiros) para 39-41Mt (de 45-47Mt);
- E aumentando o guidance de custo caixa C1 para US$25-26/t (de US$22,0-23,5/t), refletindo a piora da atratividade econômica do minério de ferro de menor teor em meio aos fretes elevados;
- Estimamos um impacto negativo de ~R$1,2 bilhão sobre o EBITDA do 2S26E (vs. nossas estimativas anteriores), impulsionado por menores volumes de envios, custos unitários mais altos e fretes de ~US$40/t na rota Brasil-China;
- Embora seja claramente negativo para os lucros e a geração de caixa no curto prazo, o anúncio também reforça nossa visão de que os níveis atuais de frete estão retirando a oferta marginal de menor teor do mercado transoceânico, dinâmica que poderia, em última análise, sustentar marginalmente os fundamentos do minério de ferro e os prêmios de qualidade ao longo do tempo;
- Reiteramos nossa recomendação Neutra para CSN e CSN Mineração;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Tenda (TEND3): execução continua impressionando, apesar dos atritos de curto prazo
- Visitamos o empreendimento Città, da Tenda, em São Paulo, vendido por meio do programa habitacional Pode Entrar;
- Os principais destaques foram: (i) o Città demonstrou a capacidade da Tenda de executar em grande escala, mobilizando aproximadamente 600 trabalhadores e avançando materialmente à frente do cronograma da Cohab;
- (ii) os atrasos nos pagamentos, apesar das proteções contratuais, reforçaram os riscos de capital de giro e de contraparte associados aos contratos públicos de habitação;
- (iii) a internalização da mão de obra, as rotinas padronizadas e uma força de trabalho maior estão sustentando ciclos mais curtos e maior previsibilidade nas entregas;
- (iv) condições de crédito mais restritivas e pressões de custos estão surgindo como desafios, parcialmente compensados pela melhora do perfil de crédito dos clientes;
- No geral, seguimos construtivos com a Tenda e reiteramos nossa recomendação de Compra, sustentada pelo momento operacional positivo e por um valuation atrativo de 4,3x P/L 2027;
- Embora os gargalos relacionados à Caixa possam gerar impactos negativos no curto prazo, esses desafios permanecem consistentes com as dinâmicas discutidas em nosso relatório recente, Gargalo no financiamento imobiliário e as implicações para as incorporadoras de baixa renda, e não alteram nossa visão positiva para a companhia;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Cogna (COGN3) | De volta às aulas: mapeando a recuperação de Enfermagem
- O novo marco regulatório do ensino a distância está remodelando a oferta de Enfermagem antes de sua implementação integral em 2027;
- À medida que o curso migra para o formato presencial Conforme discutido em nosso relatório de início de cobertura, as aprovações pelo processo acelerado da Cogna devem apoiar a recuperação de uma vertical que enfrentou pressões relevantes no 1S26;
- Neste relatório, mapeamos a oferta atual e a precificação dos cursos de Enfermagem entre as instituições privadas de ensino, além de apresentarmos uma análise inicial da implementação do processo acelerado da Cogna;
- Nosso mapeamento identificou 391 localidades atualmente abertas para captação, com a Cogna representando aproximadamente 43% dessa presença;
- Dos 113 polos aprovados pelo processo acelerado, foram abertas turmas em 50% durante o ciclo inicial de captação de inverno, com ticket médio de Enfermagem de aproximadamente R$ 700/mês;
- Embora esperemos uma contribuição financeira limitada no 2S26, de até aproximadamente 1% da receita líquida do ensino superior, o relatório oferece uma visão inicial sobre a disponibilidade, a precificação e o posicionamento competitivo antes do ciclo de captação mais relevante de 2027;
- Clique aqui para acessar o relatório.
Renda fixa
De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa
- Vale mira captar até US$ 522 mi na China com emissão de ‘panda bonds’, dizem fontes (Bloomberg Línea);
- Brasil atinge cota de carne bovina na China e passa a enfrentar tarifa extra de 55% (Bloomberg Línea);
- CSN Mineração corta produção de minério de ferro com disparada do frete (Bloomberg Línea);
- Por que as hidrelétricas estão voltando com tudo (Brazil Journal).
- Clique aqui para acessar o clipping.
Alocação & Fundos
Principais notícias
- Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
- IFIX fecha terça-feira em alta de 0,09% e recupera os 3.740 pontos (FIIs);
- FIIs: quanto custa perder os melhores dias do mercado? XP mostra impacto (InfoMoney);
- Como aproveitar o ciclo de investimento em FIIs de hotéis (Clube FII News);
- Clique aqui para acessar o relatório.
- Poucos pregões, grande impacto: o custo de ficar de fora dos FIIs
- Em ambientes de mercado marcados por elevada incerteza e volatilidade, muitos investidores podem optar por reduzir a exposição aos fundos imobiliários e aguardar maior visibilidade antes de retornar ao mercado;
- No entanto, historicamente, a recuperação desses ativos costuma ser rápida e concentrada em poucos pregões, o que dificulta antecipar esses movimentos;
- Os dados apresentados neste relatório indicam que ficar de fora desses dias de forte valorização pode comprometer de forma relevante o retorno acumulado dos investimentos em Fundos Imobiliários no longo prazo;
- Clique aqui para acessar o relatório completo e conhecer em detalhes a nossa análise.
ESG
Acionistas da Copasa elegem novo conselho e diretoria | Café com ESG, 30/09
- O pregão de terça-feira fechou em território positivo, com o IBOV e ISE avançando 0,46% e 0,97%, respectivamente.
- Do lado das empresas, os acionistas da Copasa elegeram ontem um novo conselho e diretoria, consolidando a mudança de comando da empresa após sua privatização pelo Governo de Minas Gerais, concluída em junho – a Equatorial, que se tornou a investidora de referência após a desestatização, indicou Tinn Amado para a presidência do conselho, além de Leonardo Tavares de Lima como vice-presidente e Felipe Dutra como conselheiro, enquanto o Governo de Minas, que tem 5% da companhia e um golden share, manteve Gustavo Barbosa no colegiado.
- No tema de minerais críticos, (i) a Atlas Critical Minerals informou ter identificado 24,2 milhões de toneladas de minério de grafite no projeto de Malacacheta (MG), insumo que serve principalmente para a fabricação de baterias de carros elétricos – a divulgação do recurso indica que existe mineral com potencial de extração, mas a viabilidade econômica ainda precisa ser confirmada, o que a empresa pretende fazer com uma avaliação preliminar prevista para o segundo trimestre de 2027; e (ii) a Associação de Minerais Críticos e o Serviço Geológico do Brasil, empresa pública vinculada ao Ministério de Minas e Energia (MME), devem assinar hoje um protocolo de intenções para ampliar o conhecimento geológico brasileiro – atualmente, estima-se que menos de um terço do território possui mapeamento geológico em escala, fazendo com que a etapa de conhecimento seja importante no Brasil, ajudando no desenvolvimento de novos projetos.
- Clique aqui para acessar o relatório completo.

Se você ainda não tem conta na XP Investimentos, abra a sua!