IBOVESPA +1,55% | 174.577 Pontos
CÂMBIO -0,25% | 5,14/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa encerrou o pregão de terça-feira (25) em alta de 1,5%, aos 174.577 pontos, renovando a máxima do mês e estendendo para cinco pregões a sequência positiva, impulsionado pela queda dos juros futuros.
Na ponta positiva, Magazine Luiza (MGLU3, +9,1%) liderou os ganhos do Ibovespa, seguido por Assaí (ASAI3, +7,8%), Cury (CURY3, +7,5%), Cosan (CSAN3, +7,1%) e Raia Drogasil (RADL3, +6,9%). O avanço foi disseminado entre ações domésticas, em um pregão de queda dos juros futuros e maior apetite por risco.
Na ponta negativa, Braskem (BRKM5, -13,1%) voltou a cair, pressionada pelo processo de recuperação extrajudicial e por sua exclusão dos índices da B3.
Renda Fixa
Os juros futuros encerraram a terça-feira em queda, acompanhando o fechamento dos Treasuries em meio ao recuou nos preços do petróleo para abaixo de US$ 90/barril e ao aumento das expectativas de um cessar-fogo entre EUA e Irã. Nos EUA, a curva encerrou com a T-note de dois anos a 4,18% (-6 bps), a T-note de 10 anos a 4,63% (-7 bps) e o T-bond de 30 anos a 5,16% (-7 bps). No Brasil, novamente sem indicadores domésticos relevantes, a curva DI acompanhou o movimento externo e encerrou com o DI jan/27 a 13,68% (-2 bps), o DI jan/29 a 14,06% (-11 bps) e o DI jan/31 a 14,29% (-13 bps). A NTN-B encerrou com a B29 a 8,05% (vs. 8,05%), a B35 a 7,91% (vs. 7,91%) e a B50 a 7,50% (vs. 7,52%).
Mercados globais
Nesta quarta-feira (26), os futuros nos EUA operam próximos da estabilidade (S&P 500: -0,1%; Nasdaq 100: -0,2%), com os investidores em compasso de espera antes da divulgação do índice de preços PCE e do balanço da Nvidia, previsto para após o fechamento. Na Europa, o Stoxx 600 opera em leve alta de 0,2%, impulsionado principalmente pelos setores de viagens, bancos e mineração. Na Ásia, os mercados fecharam majoritariamente em alta: o Kospi (Coreia) avançou 1,0%, o Nikkei 225 (Japão) subiu 0,3%, enquanto na China o CSI 300 ganhou 0,9% e o Hang Seng (Hong Kong) avança 0,6%.
O mercado acompanha a nova queda dos preços do petróleo, após os Estados Unidos sinalizarem preferência por pressão econômica sobre o Irã em detrimento de ação militar, e diante das negociações entre Irã e Omã para estabelecer uma rota temporária segura no Estreito de Ormuz. O Brent recua cerca de 2,6%, para próximo de US$ 85/barril, pressionando o setor europeu de petróleo e gás. No campo macro, a atenção se volta para o PCE de julho, dado que antecede o Simpósio de Jackson Hole, onde o presidente do Federal Reserve (banco central americano), Kevin Warsh, discursará sobre os próximos passos da política monetária.
IFIX
O Índice de Fundos de Investimento Imobiliário (IFIX) encerrou o pregão desta terça-feira em alta de 0,62%, aos 3.700,71 pontos. O movimento foi favorecido pelo fechamento da curva de juros futuros, diante do avanço das negociações para um possível acordo de paz entre Estados Unidos e Irã e da expectativa pela divulgação do IPCA-15.
Os ganhos foram disseminados entre os principais segmentos do mercado. Os fundos de tijolo avançaram 0,72%, impulsionados principalmente pelos fundos de shoppings (+0,92%), lajes corporativas (+0,83%) e ativos logísticos (+0,64%). Os fundos híbridos também registraram desempenho positivo (+0,64%), enquanto os fundos de recebíveis apresentaram valorização de 0,45%. Já o segmento de multiestratégia/FOFs encerrou a sessão em alta de 0,52%.
Entre os destaques positivos do pregão, sobressaíram MFII11 (+12,9%), TRBL11 (+5,8%) e BBIG11 (+5,2%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por GZIT11 (-2,8%), MCRE11 (-2,3%) e VCJR11 (-1,1%).
Economia
O Departamento de Comércio dos EUA divulga hoje os dados de gastos com consumo pessoal (PCE, na sigla em inglês) e o deflator do PCE referentes a julho. O PCE fornecerá indicações sobre a força da demanda interna dos EUA, enquanto seu deflator — o indicador de inflação preferido pelo Federal Reserve — é fundamental para os próximos passos da política monetária.
No Brasil, destaque para o IPCA-15 de agosto. Esperamos queda de 0,31% M/M e alta de 4,34% A/A, com a retração mensal puxada principalmente pelos preços administrados.
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Economia
IPCA-15 no radar enquanto avanço em Ormuz reduz prêmio de risco do petróleo
- O Departamento de Comércio dos EUA divulga hoje os dados de gastos com consumo pessoal (PCE, na sigla em inglês) e o deflator do PCE referentes a julho. O PCE fornecerá indicações sobre a força da demanda interna dos EUA, enquanto seu deflator — o indicador de inflação preferido pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) — é fundamental para os próximos passos da política monetária. Na comparação mensal, a média de mercado prevê que o índice de preços PCE “núcleo” (que exclui itens voláteis) acelere levemente para 0,2% em julho, ante 0,1% anteriormente. No acumulado de doze meses até julho, a previsão é que o indicador mantenha o ritmo de 3,3% registrado em junho;
- O preço do petróleo fechou ontem em queda com o aumento do otimismo em relação à normalização da navegação pelo Estreito de Ormuz. O petróleo Brent volto para abaixo de US$ 90 por barril, após Irã e Omã anunciarem a criação de um corredor marítimo conjunto e temporário e medidas para retirada de minas da região. As negociações técnicas continuarão com o objetivo de estabelecer um corredor permanente, enquanto também surgiram relatos de que os Estados Unidos poderiam flexibilizar bloqueios e sanções em troca da reabertura do estreito. Os avanços diplomáticos reduziram o prêmio de risco geopolítico incorporado à commodity, embora o conflito permaneça sem solução definitiva;
- A disputa comercial entre Estados Unidos e Canadá voltou a escalar. O governo canadense anunciou tarifas retaliatórias sobre C$ 27,6 bilhões, equivalentes a US$ 19,94 bilhões, em produtos americanos, respondendo dólar por dólar às novas barreiras impostas por Washington. As medidas entrarão em vigor em 8 de setembro e atingirão cerca de 700 produtos, com alíquotas de 15%, 25% e 50%. Entre os setores afetados estão aço, alumínio, móveis, vestuário, eletrodomésticos e eletrônicos. Ottawa também anunciou um pacote de C$ 7,5 bilhões para apoiar empresas e trabalhadores afetados pela escalada comercial, ampliando os riscos para cadeias produtivas altamente integradas entre as duas economias;
- No Brasil, a arrecadação federal atingiu R$ 289,3 bilhões em julho, alta real de 9,0% A/A, acima do consenso e praticamente em linha com nossa projeção, representando o melhor resultado para o mês na série histórica. Apesar dos sinais de desaceleração da atividade, especialmente nas receitas de PIS/Cofins, o desempenho foi sustentado pelos preços mais elevados do petróleo, que impulsionaram IRPJ/CSLL e a tributação sobre exportações de petróleo bruto, responsável por R$ 3,2 bilhões no mês. As receitas previdenciárias também permaneceram resilientes. À frente, esperamos desaceleração gradual da arrecadação com a moderação do petróleo e da atividade, embora projetemos R$ 3,188 trilhões em receitas em 2026, alta real de 5,6%;
- O governo ampliou as medidas de apoio aos exportadores afetados pelas tarifas dos Estados Unidos. O Conselho Interministerial do Plano Brasil Soberano aprovou a aplicação de R$ 13,5 bilhões em linhas de financiamento, sendo R$ 5 bilhões para exportadores e fornecedores atingidos pelas novas tarifas americanas, R$ 3,5 bilhões para empresas expostas aos países do Golfo Pérsico e R$ 5 bilhões para setores estratégicos, incluindo fertilizantes e minerais críticos. Além disso, a MP 1.386 prorrogou por até um ano o drawback suspensão para empresas exportadoras impactadas pelo tarifaço, enquanto a MP 1.387 abriu R$ 7 bilhões em crédito extraordinário para novas linhas do programa. A MP 1.388 destinou ainda R$ 3,152 bilhões para subvenções à produção e importação de combustíveis;
- O destaque hoje será o IPCA-15, chave para a interpretação do cenário inflacionário atual. Esperamos queda de 0,31% M/M e alta de 4,34% A/A, com a retração mensal puxada principalmente pelos preços administrados. Se os detalhes do IPCA seguirem benignos como nas leituras anteriores, aumenta a probabilidade do Banco Central do Brasil seguir cortando as taxas de juros nos próximos meses.
Empresas
Mineração e siderurgia: alívio das importações encontra demanda fraca em julho de 2026
- O sentimento em relação ao setor siderúrgico brasileiro permanece misto, uma vez que menores importações e uma proteção comercial mais forte ajudaram a estabelecer um piso para os preços, mas ainda não foram suficientes para compensar a fraqueza da demanda nos mercados finais;
- As condições para os aços planos permanecem desiguais, com CRC e produtos revestidos sustentados por uma disponibilidade mais restrita, menores importações e uma demanda mais saudável dos mercados de automóveis/eletrodomésticos, enquanto o HRC continua enfrentando pressão devido à ampla oferta doméstica e à demanda mais fraca de máquinas;
- Em aços longos, a disciplina de preços deve sustentar os preços nos níveis atuais, embora as tendências de demanda ainda sejam fracas em meio às taxas de juros mais elevadas;
- No geral, acreditamos que novos ganhos de preços dependerão de uma demanda subjacente mais forte e/ou de uma disciplina de oferta mais abrangente ao longo da cadeia de valor;
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Intelbras (INTB3): rentabilidade em primeiro lugar; alocação de capital como o próximo potencial vetor de geração de valor
- Neste relatório, revisitamos a tese de investimento da Intelbras após a forte execução observada desde 2025, comparamos a Intelbras à Hikvision, avaliamos se o atual framework de alocação de capital continua sendo o mais adequado e atualizamos nossas estimativas após o 2T26;
- Nossa análise sugere que a Intelbras concluiu com sucesso sua transição para uma estratégia focada em rentabilidade, com recuperação relevante do ROIC e forte geração de fluxo de caixa livre, mesmo em um ambiente de demanda ainda desafiador;
- A utilização da Hikvision como benchmark reforça a visão de que o ciclo de rentabilidade da indústria já virou, sustentado por um ambiente de preços mais racional e pela melhora dos retornos em todo o setor;
- Com R$ 570 milhões em caixa líquido, robusta geração de fluxo de caixa livre e necessidades limitadas de investimento, acreditamos que a remuneração aos acionistas representa o próximo potencial vetor de geração de valor;
- Refletindo a maior rentabilidade, o avanço dos retornos e a melhora da posição de caixa, elevamos nossas estimativas e nosso preço-alvo para R$ 18,0/ação, mantendo nossa recomendação de Compra;
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Tellus Properties (TEPP11) | Estratégia bem definida e gestão ativa eficiente
- Nossa recomendação de COMPRA é sustentada pelos seguintes pilares:
- Estratégia de investimento bem definida e gestão ativa eficiente;
- Portfólio de alta qualidade, com desempenho operacional sólido;
- Potencial para novos ganhos de capital por meio de desinvestimentos de ativos em estágio avançado de maturação;
- Preço de negociação atrativo;
- Dividend yield convidativo, mesmo considerando a normalização do patamar de distribuição prevista para os próximos meses;
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Brava Energia (BRAV3) | Ecopetrol assume o controle
- Nesta terça-feira (25), durante o pregão, a Ecopetrol realizou uma teleconferência para discutir a aquisição de uma participação controladora de 51% na Brava Energia, detalhando os próximos passos e uma visão preliminar para a companhia;
- A principal mensagem foi capturar o potencial de geração de caixa dos ativos da Brava, equilibrando desalavancagem, dividendos e oportunidades de crescimento dentro de uma estrutura disciplinada de alocação de capital;
- Em nossa visão, a teleconferência ficou em linha com nossas expectativas e transmitiu uma mensagem positiva de mudanças graduais, e não de disrupção;
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Mineração e siderurgia: incerteza sobre o USMCA pesa sobre as siderúrgicas; ouro se recupera
- As siderúrgicas americanas tiveram desempenho inferior durante a semana, em meio às incertezas sobre potenciais acordos comerciais que poderiam reduzir as atuais tarifas de importação;
- Embora as negociações entre EUA e Canadá tenham fracassado, o México permanece otimista quanto à possibilidade de chegar a um acordo com os EUA, o que alimentou preocupações do mercado sobre os níveis de lucratividade das siderúrgicas daqui para frente;
- Nesse contexto, embora nosso cenário-base para a Gerdau já incorpore uma normalização parcial das restrições comerciais do USMCA (ainda implicando yields atrativos), esperamos que o momentum de lucros enfraqueça enquanto as discussões sobre acordos comerciais permanecerem em andamento;
- Além disso, os preços do ouro subiram +7% S/S, sustentados por um dólar mais fraco após a ampliação do programa de recompra de títulos pelo Tesouro dos EUA, renovação da demanda impulsionada por momentum e entradas em ETFs de +47 toneladas;
- Também observamos que os preços do HRC e do vergalhão permaneceram estáveis S/S no Brasil, com a paridade de importação do aço plano em +22% (estável S/S) e a paridade do aço longo em -5% (+1p.p. S/S), enquanto as importações de aço do Egito (isentas de tarifas) sugerem uma paridade de +7%;
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Renda fixa
De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa
- Casas Bahia pede à Justiça que BB devolva R$ 422 mi e tenta estancar saída de mais recursos (Valor Econômico);
- Dasa só vai avaliar novas possíveis rolagens de dívida a partir de 2028, diz CEO (Bloomberg Línea);
- CVM determina que Centaurus faça oferta pública por ações da Oncoclínicas (Bloomberg Línea);
- Fitch Eleva Ratings da Brava para ‘BB’/‘AA+(bra)’; Perspectiva Estável (Fitch Ratings).
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Estratégia
Pesquisa com assessores XP: apetite por risco cai ao menor nível desde maio de 2023
- Nesta edição da nossa pesquisa com assessores afiliados à XP, observamos uma deterioração significativa do apetite por risco e do sentimento em relação à Bolsa, em meio à correção das ações brasileiras e ao aumento da incerteza eleitoral. Os principais destaques são:
- A parcela de respondentes que planeja aumentar a alocação em ações caiu para 10% (-11 p.p. M/M), a menor leitura desde maio de 2023, enquanto 17% (+3 p.p. M/M) pretendem reduzi-la;
- O sentimento dos assessores em relação às ações recuou para 5,7, ante 6,6 em julho (em uma escala de 0 a 10), o menor nível desde janeiro de 2025;
- A projeção média para o Ibovespa no fim de 2026 caiu para 172 mil pontos, ante 184 mil anteriormente, o que implica praticamente nenhum potencial de alta em relação ao nível atual do índice;
- Riscos fiscais no Brasil (79%) e Instabilidade política/eleições (71%) são as principais preocupações para as ações brasileiras;
- 63% dos assessores reportaram que o cenário eleitoral de 2026 já influencia o posicionamento de seus clientes, ante 57% na nossa pesquisa de dezembro.
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XP Short Scout: monitor de short selling no Brasil
- O short interest mediano no Ibovespa aumentou 24 bps, para 7,2%. As posições em aberto subiram para R$ 135,1 bilhões (+2,5%).
- Grupo Mateus (GMAT3) viu sua taxa de aluguel subir para 57,0%, um aumento de 55,2 p.p. em relação a 7 de agosto. Ainda assim, o short interest caiu 0,9 p.p., para 19,1% do free float, enquanto o days to cover ficou em 19,5 dias de ADTV, uma queda de 25,7% frente a duas semanas atrás.
- Já a MRV (MRVE3) apresentou taxa de aluguel de 42,1%, alta de 42,0 p.p. em relação à atualização anterior, enquanto o short interest subiu 1,2 p.p., para 26,0% do free float, e o days to cover recuou 6,0%, para 9,3 dias de ADTV.
- Também destacamos a alta da taxa de aluguel da Minerva (BEEF3) para 27,0%, um avanço de 25,7 p.p. nas últimas duas semanas. Seu days to cover está em 11,5 dias de ADTV (-8,5%), enquanto o short interest atualmente representa 29,7% do free float (+7,8 p.p.).
- Outros nomes para acompanhar: ASAI3, CYRE3, FLRY3, GGPS3, MBRF3, BRKM5
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Alocação & Fundos
Principais notícias
- Fundos imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
- IFIX sobe 0,62% e fecha pregão de terça-feira aos 3.700 pontos (FIIs);
- PCIP11 propõe incorporar três fundos imobiliários (ClubeFII News);
- Escassez de galpões fica evidente: 80% das maiores locações do tri ocorreram antes da entrega (Revista Buildings);
- Clique aqui para acessar o relatório.
ESG
ABiogás projeta R$ 216 bilhões em investimentos privados no setor até 2035 | Café com ESG, 26/08
- O pregão de terça-feira fechou em alta, com o IBOV e o ISE avançando 1,55% e 2,36%, respectivamente.
- No Brasil, (i) a Associação Brasileira do Biogás e do Biometano (ABiogás) projeta uma mobilização de R$ 216 bilhões em investimentos privados até 2035 e R$ 57 bilhões por ano em receitas adicionais para o setor, caso haja a implementação de medidas para ampliar a produção e o uso desses gases renováveis no país – a associação também estima um potencial para evitar emissões de mais de 230 milhões de toneladas de CO2 equivalente por ano; e (ii) a Neoenergia investiu R$ 30 milhões este ano em inteligência artificial para auxiliar nas operações em cenários de eventos climáticos extremos, como a incidência do El Niño – segundo a empresa, a tecnologia passou a ser adotada em projeções climáticas de médio e longo prazo, nas quais dados meteorológicos alimentam modelos de IA para definir parâmetros de planejamento energético e a operação de ativos.
- Ainda no país, o número de empresas que divulgam informações sobre emissões de carbono ao Programa Brasileiro GHG Protocol (PBGHG), considerado um dos maiores bancos de dados nacionais a respeito dos gases de efeito estufa no mundo corporativo, bateu recorde no primeiro semestre de 2026 – de forma geral, 757 organizações entregaram inventários referentes à poluição gerada em 2025, um aumento de 12% em relação ao período anterior.
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