IBOVESPA -0,20% | 173.371 Pontos
CÂMBIO -0,55% | 5,08/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa encerrou o pregão de segunda-feira em queda de 0,2%, aos 173.371 pontos. O índice foi impactado principalmente pelas ações de setores domésticos e sensíveis aos juros, como educação e construção civil, que seguem pressionados pela perspectiva de juros altos por mais tempo no Brasil.
Brava Energia (BRAV3, +2,5%) liderou os ganhos do índice, beneficiada pela alta dos preços do petróleo. Embraer (EMBJ3, +2,3%) também se destacou após a Eve Air Mobility, subsidiária da companhia, anunciar dois novos acordos que poderão resultar em pedidos de até 46 aeronaves elétricas de pouso e decolagem vertical (eVTOLs). Já a Yduqs (YDUQ3, -4,7%) liderou as perdas da sessão. Braskem (BRKM5, -3,7%) também esteve entre os destaques negativos, em meio à continuidade das preocupações dos investidores com o processo de reestruturação da companhia.
Renda Fixa
Os juros futuros encerraram ontem sem direção única. Nos Estados Unidos, a T-note de 2 anos encerrou a 4,21% (+3bps), a T-note de 10 anos a 4,59% (+4bps) e o T-bond de 30 anos a 5,11% (+4bps), diante da persistência das tensões no Oriente Médio e da percepção de que o Federal Reserve pode manter uma postura mais conservadora. No mercado doméstico, em uma sessão de agenda esvaziada e marcada por ajustes técnicos, o DI jan/27 fechou em 13,92% (-5bps), refletindo a expectativa de queda da Selic no curto prazo, enquanto os vértices mais longos acompanharam a abertura da curva externa, com o DI jan/29 encerrando a 14,36% (+2bps) e o DI jan/31 a 14,55% (+2bps). A NTN-B apresentou ajustes marginais, com a B29 a 8,40% (vs. 8,34%), a B35 a 8,16% (vs. 8,09%) e a B50 a 7,57% (vs. 7,59%).
Mercados globais
Nesta terça-feira, os futuros nos EUA operam em alta (S&P 500: +0,6%; Nasdaq 100: +1,4%) após as perdas da sessão anterior. Na Ásia, o movimento foi amplamente positivo, com o Nikkei subindo 3,0%, Kospi avançado 3,6% e CSI 300 fechando em alta de 3,0%. Na Europa, a abertura dos mercados também é positiva, com o Stoxx 600 subindo 0,5%.
Apesar da continuidade das tensões no Oriente Médio, com os EUA realizando o décimo dia consecutivo de ataques ao Irã, os mercados são favorecidos pela queda do petróleo diante de novas negociações diplomáticas, incluindo propostas para um cessar-fogo de 10 dias.
A temporada de resultados ganha ainda mais protagonismo, com investidores atentos aos balanços de Alphabet, Tesla e IBM ao longo da semana, em busca de sinais sobre os investimentos em inteligência artificial. No setor de semicondutores, a TSMC planeja elevar os preços de produção em até 10% a partir de 2027, segundo a Nikkei Asia, em resposta ao aumento dos custos de materiais, equipamentos e da construção de fábricas no exterior. No pré-mercado, a Nebius sobe quase 6% após a Nvidia revelar participação de 9,3% na companhia, enquanto a Calix recua 15% após divulgar resultados trimestrais.
IFIX
O Índice de Fundos de Investimento Imobiliário (IFIX) encerrou o pregão de ontem em queda de 0,25%, aos 3.837,65 pontos. Dentre os segmentos, os fundos de tijolo recuaram 0,34%, pressionados principalmente pelas quedas em shoppings (-0,49%), lajes corporativas (-0,41%) e ativos logísticos (-0,29%). Os fundos de recebíveis também registraram desempenho negativo (-0,26%), enquanto o segmento de multiestratégia/FOFs caiu 0,19%. Na contramão, os fundos híbridos avançaram 0,12%, sendo o único segmento relevante a encerrar o dia no campo positivo. Entre os destaques positivos do pregão, sobressaíram OUPI11 (+2,2%), TGAR11 (+1,5%) e SNFF11 (+1,4%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por CACR11 (-5,6%), TRBL11 (-2,7%) e VGIP11 (-2,3%).
Economia
O conflito no Oriente Médio voltou a dominar o noticiário. No final de semana, o Irã suspendeu compromissos assumidos no memorando de entendimento com os Estados Unidos em junho, encerrando o cessar-fogo. Houve interceptação de quatro embarcações que tentavam transitar pelo Estreito de Ormuz sem seguir a rota pré-aprovada por Teerã. Os Estados Unidos responderam com ataques aéreos. Além disso, os houthis, apoiados pelo Irã, ameaçam bloquear o transporte marítimo da Arábia Saudita no Mar Vermelho. O preço do petróleo (Brent) encerrou a sessão de ontem próximo a 90 dólares por barril, acumulando aumento de cerca de 30% em relação às mínimas de julho.
Ainda no cenário internacional, o governo Trump anunciou a imposição de tarifa de 50% sobre a maioria dos bens produzidos no Canadá, com vigência a partir de 19/ago. As novas tarifas excluem produtos de energia, potássio, pescados e minerais críticos.
No Brasil, o Boletim Focus do Banco Central apresentou a terceira queda consecutiva na projeção do IPCA de 2026, que cedeu de 5,16% para 5,15%. Para 2028, por sua vez, a mediana subiu de 3,70% para 3,78%. A taxa Selic prevista para o final de 2026 permaneceu em 14,00%.
Nenhum indicador econômico relevante será divulgado hoje. Na agenda semanal, destaque para a decisão de política monetária do Banco Central Europeu (BCE) na 5ª-feira.
Veja todos os detalhes
Economia
Conflito EUA-Irã segue sem solução e mantém preço do petróleo ao redor de US$ 90 por barril; Governo Trump anuncia tarifa de 50% sobre produtos do Canadá
- O conflito no Oriente Médio voltou a dominar o noticiário ontem. Os mercados repercutiram a declaração do Irã, no final de semana, de suspensão dos compromissos assumidos no memorando de entendimento com os Estados Unidos em junho, encerrando na prática o cessar-fogo. Houve interceptação de quatro embarcações que tentavam transitar pelo Estreito de Ormuz sem seguir a rota pré-aprovada por Teerã. Os Estados Unidos responderam com ataques aéreos. Além disso, os houthis, apoiados pelo Irã, estão ameaçando bloquear o transporte marítimo da Arábia Saudita no Mar Vermelho. Nesse contexto, o preço do petróleo (Brent) encerrou a sessão de segunda-feira próximo a 90 dólares por barril, acumulando aumento de cerca de 30% em relação às mínimas de julho;
- O governo de Donald Trump anunciou, ontem à noite, a imposição de tarifa de 50% sobre a maioria dos bens produzidos no Canadá, com vigência a partir de 19/ago. A decisão foi tomada sob a alegação de que o país vizinho adota práticas comerciais discriminatórias ao setor automotivo americano, assim como a produtos lácteos e bebidas alcoólicas. As novas tarifas excluem produtos de energia, potássio, pescados e minerais críticos;
- No Brasil, o Boletim Focus do Banco Central mostrou a terceira queda consecutiva nas projeções de inflação em 2026. A mediana para o IPCA de 2026 caiu ligeiramente de 5,16% para 5,15%. Para 2027, a previsão de mercado foi mantida em 4,20%. Por sua vez, a expectativa para 2028 subiu de 3,70% para 3,78%, um movimento mais intenso do que o observado nas semanas anteriores. A taxa Selic prevista para o final de 2026 ficou estável em 14,00%, com o mercado esperando corte de 0,25 p.p. na reunião de política monetária de agosto. Além disso, a mediana das projeções de taxa de câmbio continuou em 5,20 reais por dólar no fechamento de 2026, e a estimativa de crescimento anual do PIB seguiu em praticamente 2,0%;
- Nenhum indicador econômico relevante será divulgado hoje. Na agenda semanal, destaque para a decisão de política monetária do Banco Central Europeu (BCE) na quinta-feira (23). O mercado espera manutenção das taxas de juros, com atenção à comunicação da Presidente Christine Lagarde. Ademais, também na quinta e na sexta-feira (24), serão divulgados os PMIs preliminares de julho das principais economias — Estados Unidos, Zona do Euro, Reino Unido e Japão —, que oferecerão os primeiros sinais de como a nova escalada no conflito do Oriente Médio está impactando a atividade econômica.
Commodities
Papel e Celulose: Importações chinesas de cavacos de madeira recuam em Jun’26, apesar de preços levemente mais alto
- Os volumes de cavacos de madeira importados pela China recuaram M/M em Jun’26, segundo a China Customs, impulsionados principalmente por menores importações de cavacos de não coníferas;
- Apesar da queda nos volumes, os preços médios de importação aumentaram +1% M/M, refletindo uma maior participação de embarques provenientes da Austrália;
- Com isso, nossas estimativas indicam que produtores integrados chineses que utilizam madeira doméstica apresentam atualmente custos marginais de ~US$500/t, enquanto aqueles que dependem de madeira importada devem apresentar custos de ~US$585/t em Jun’26;
- Em relação aos dados recentes do setor, observamos: (i) os preços de OCC no Brasil aumentaram +4% M/M em Jun’26;
- (ii) os estoques europeus de consumo de fibra curta recuaram -3% M/M em Jun’26 (-6% A/A), enquanto os estoques de fibra longa caíram -1% M/M (+2% A/A) no mesmo período; e
- (iii) os preços líquidos de celulose de fibra curta na China estão atualmente em US$585/t, com os futuros de celulose de fibra curta em US$593/t para Ago’26 (estáveis S/S), enquanto os futuros de celulose de fibra longa estão em US$623/t;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Agronegócio | Fraqueza do etanol desloca o mix em direção ao açúcar; Atualização proprietária de oferta & demanda da XP para açúcar & etanol
- Safra mais forte, mas com risco climático: projetamos moagem de ~639 mi t (+4,5% A/A), sustentada por expansão de área e recuperação de produtividade, enquanto o principal risco segue sendo um El Niño mais forte, que pode prejudicar a execução da colheita e reduzir o ATR;
- Açúcar ganha espaço no mix: apesar dos preços mais baixos, a competitividade relativa do açúcar melhorou frente ao etanol. Com isso, esperamos um mix mais açucareiro (~47%) e produção próxima de 40 mi t;
- Etanol segue pressionado pela oferta: os fundamentos permanecem fracos, com produção do Centro-Sul projetada em 38,1 mi m³ (+13,1% A/A), impulsionada principalmente pelo avanço do etanol de milho. Nesse contexto, o E32 deve ter impacto limitado e insuficiente para alterar significativamente o equilíbrio do mercado;
- Confira o relatório aqui.
Distribuição de combustíveis | Dados de volume de junho da ANP
- A ANP divulgou dados atualizados de volumes de distribuição de combustíveis, com novas informações para junho. De forma geral, a demanda consolidada permaneceu forte, com crescimento de c.+4% a/a, impulsionada por maiores volumes de diesel e do ciclo otto;
- Em termos de participação de mercado, Vibra e Ipiranga ganharam espaço no mercado total (+0.5pp e +0.2pp m/m, respectivamente), enquanto Raízen perdeu espaço (-0.8pp m/m). As distribuidoras afiliadas à Brasilcom ficaram amplamente estáveis (-0.0pp m/m), enquanto distribuidoras regionais e outros players bandeira branca apresentaram um aumento marginal (+0.1pp m/m);
- No diesel, a Vibra foi o principal destaque positivo (+0.9pp m/m), enquanto a Raízen registrou a maior queda (-1.3pp m/m). Na gasolina, a Ipiranga (+0.4pp m/m) capturou a maior parte da participação perdida pela Raízen e por outras distribuidoras (-0.2pp e -0.4pp m/m, respectivamente);
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Empresas
Automob (AMOB3): prévia operacional do 2T26; levemente positiva
- A Automob reportou números operacionais levemente positivos no 2T26, amplamente alinhados com nossas estimativas;
- Do lado positivo, destacamos:
- A sólida receita bruta (+13% A/A e +2% vs. XPe), sustentada por
- Força contínua em Veículos Leves (volumes de veículos novos/usados +14%/+12% A/A, respectivamente);
- Uma forte recuperação nos volumes de Caminhões & Ônibus (+15% A/A e +45% T/T), após um 1T26 mais fraco em função de gargalos na aprovação de financiamentos relacionados ao programa Move Brasil;
- O menor capex líquido (-77% A/A e -12% vs. XPe), o que deve continuar favorecendo o processo de desalavancagem da companhia;
- Do lado negativo, os volumes de Agro & Máquinas permaneceram pressionados (-24% A/A), provavelmente refletindo o ainda desafiador ambiente do agronegócio, embora as margens devam apresentar melhora sequencial;
- Mantemos nossa recomendação de Compra;
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Embraer (EMBJ3): Farnborough Airshow — Resumo do dia 1
- Consolidando os principais anúncios da concorrência;
- O primeiro dia de Farnborough começou com atividade relevante de pedidos tanto em narrowbodies quanto em widebodies, embora concentrada em poucos clientes:
- (i) em narrowbodies, a SMBC Aviation Capital liderou o fluxo de notícias com pedidos firmes de 65 Airbus A321neo e 35 A320neo, além de 60 Boeing 737 MAX 10 e 40 737 MAX 8; e
- (ii) em widebodies, Riyadh Air e Philippine Airlines anunciaram pedidos incrementais de Boeing 787 e Airbus A350;
- Embora o A320neo e o 737 MAX 8 se sobreponham indiretamente à faixa superior do mercado do E195-E2, nenhum pedido de A220 foi anunciado;
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Financials: Navegando em águas turbulentas
- Esta é a 2ª parte da nossa prévia de resultados do 2T26, cobrindo PagBank, Stone e PicPay:
- Entre os três nomes, esperamos que o PagBank entregue um conjunto equilibrado de resultados, com crescimento sequencial mais forte do TPV, rentabilidade resiliente e apenas uma deterioração modesta da qualidade dos ativos, apesar de alguma pressão vinda de um mix menos favorável e de despesas mais elevadas, levando a um lucro líquido de R$ 567 milhões (+5,6% a/a, +3,9% t/t);
- Para a Stone, antecipamos mais um trimestre desafiador, já que a melhora nas tendências de TPV deve ser mais do que compensada pela compressão dos yields de pagamentos e por despesas de provisão ainda elevadas, limitando o crescimento do lucro e tornando cada vez mais desafiador o cumprimento do guidance para o ano, resultando em lucro líquido ajustado de R$ 574 milhões (-2,2% a/a, +4,6% t/t);
- Enquanto isso, esperamos que o PicPay apresente mais um trimestre sólido, sustentado pela contínua expansão da carteira de crédito em produtos com garantia, receitas amplamente alinhadas às metas da administração e uma menor alíquota efetiva de imposto, impulsionando o lucro líquido recorrente para R$ 241 milhões (+100,4% a/a, +58,8% t/t).
- De forma geral, vemos PagBank e PicPay como os destaques relativos do trimestre, enquanto a Stone deve permanecer como o destaque negativo, diante dos contínuos desafios relacionados à qualidade do crédito e à rentabilidade.
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Renda fixa
De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa
- Raízen vende usina Caarapó por R$ 760 milhões (The Agribiz);
- Após consulta de investidor, CVM abre processo sobre apoio da Previ a candidato ao conselho da Vale (Valor Econômico);
- Bondholders fazem nova proposta à Braskem, que rechaça diluição (Pipeline Valor);
- Motiva, EPR e Arteris disputam contrato repactuado da Régis Bittencourt (Agência Infra).
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Alocação & Fundos
Principais notícias
- Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
- FIIs ganham 41 mil novos investidores em junho e chegam a 3,25 milhões na B3 (InfoMoney);
- IFIX inicia semana em baixa; OUJP11 sobe e CACR11 volta a liderar perdas (Suno Notícias);
- Os grandes escritórios estão de volta; veja as maiores locações do tri (Metro Quadrado);
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- ETFs: confira as principais notícias dos índices e movimentos setoriais
- Rush for Korean Stocks Fuels Record Inflow into BlackRock ETF: bilhões entraram no ETF de ações sul-coreanas da BlackRock mesmo com o KOSPI sacudido por oscilações violentas — e o que está por trás desse apetite ajuda a entender até onde vai a rotação para IA em emergentes. (Bloomberg)
- Daily ETF Flows: EWY Enters Top 10 (ETF.com)
- ETF de tecnologia espacial que investe na SpaceX chega à bolsa brasileira (Valor Investe)
- J.P. Morgan Asset põe fichas na expansão de ETFs no Brasil (Valor)
- Clique aqui para acessar o relatório.
ESG
Governo cria grupo de trabalho para definir diretrizes de créditos de carbono em terras públicas | Café com ESG, 21/07
- O pregão de segunda-feira fechou em leve queda, com o IBOV e o ISE recuando 0,2% e 0,57%, respectivamente.
- Do lado das empresas, segundo um novo relatório do CDP, companhias de médio e grande porte economizaram entre US$ 80 bilhões e US$ 94 bilhões com iniciativas de redução de emissões desde 2024 – a análise, que reúne informações de mais de 11,2 mil empresas, trouxe que a cada US$ 1 destinado a medidas para enfrentar riscos climáticos físicos extremos (secas, enchentes ou ondas de calor que afetam operações e cadeias de suprimento) gera, em média, um retorno de até US$ 10.
- Na política, (i) o Ministério da Fazenda e o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) criaram um grupo de trabalho para discutir diretrizes e condições para o desenvolvimento de projetos de créditos de carbono em terras públicas federais, como unidades de conservação, terras indígenas, assentamentos rurais e florestas públicas ainda não destinadas – segundo a Fazenda, tais créditos representam uma oportunidade para o país, embora haja uma série de desafios a serem endereçados; e (ii) aComissão Europeia orientou os governos dos Estados-membros da UE a suspenderem, por três anos, a aplicação de penalidades a empresas de petróleo e gás que não cumpram a regulamentação sobre emissões de metano, após pressões do governo dos EUA por maior flexibilização das regras – em contexto, a legislação previa que empresas em descumprimento das metas poderiam ser multadas em até 20% de seu faturamento anual, tornando essa uma das medidas regulatórias mais rigorosas para o setor.
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