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Reunião de Lula e Trump, balanços do 1º tri e mais

Perspectiva de encerramento do conflito entre EUA e Irã e PIM são alguns dos temas de maior destaque nesta quinta-feira, 07/05/2026

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IBOVESPA +0,50% | 187.690 Pontos

CÂMBIO +0,06% | 4,92/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa encerrou o pregão de quarta-feira em alta de 0,5%, aos 187.691 pontos, registrando o segundo avanço consecutivo e fechando no maior nível desde 28 de abril. O movimento foi sustentado por melhora do apetite por risco, em meio à expectativa de um possível acordo entre EUA e Irã, além de uma leitura positiva da temporada de resultados em nomes específicos. 

C&A (CEAB3, +6,6%) liderou os ganhos do índice, se beneficiando do fechamento da curva de juros. Na ponta negativa, TIM (TIMS3, -8,2%) caiu após resultados abaixo das expectativas. As petroleiras também ficaram no campo negativo, com Prio (PRIO3, -4,6%), Petrobras (PETR3, -4,2%; PETR4, -3,2%), PetroReconcavo (RECV3, -2,3%) e Brava (BRAV3, -2,2%), pressionadas pela queda do petróleo.

Na agenda de resultados, destaque para B3, Sabesp, Cemig, Rumo, Allos, Lojas Renner, Engie Brasil, Caixa Seguridade, Fleury, Vivara, PetroReconcavo, Magazine Luiza, Yduqs e Azzas 2154.

Renda Fixa

Os juros futuros recuaram novamente nesta quarta-feira, com Treasuries e DIs reagindo ao tombo do petróleo e ao maior otimismo com o possível fim da guerra no Oriente Médio, após declarações de Donald Trump e sinais de reabertura do Estreito de Ormuz. Nos EUA, a T Note de 2 anos encerrou em 3,87% (-7 bps), a T Note de 10 anos em 4,35% (-7 bps) e o T Bond de 30 anos em 4,94% (-5 bps). No Brasil, a curva de DIs fechou em forte queda, com maior alívio no trecho intermediário e apoio das expectativas de corte da Selic e da visão construtiva para prefixados: o DI jan/27 fechou em 14,06% (-9 bps), o DI jan/29 em 13,52% (-19 bps) e o DI jan/31 em 13,61% (-15 bps).

Mercados globais

Nesta quinta-feira, os futuros nos EUA operam em leve alta (S&P 500: +0,1%; Nasdaq 100: +0,1%), após mais uma sessão de forte alta, impulsionada pelo avanço das negociações entre EUA e Irã. O mercado reagiu positivamente às notícias de que Washington e Teerã estariam próximos de um memorando preliminar para encerrar o conflito e retomar discussões nucleares. Ainda assim, Donald Trump voltou a endurecer o discurso, ameaçando retomar ataques caso o Irã rejeite o acordo.

Na Europa, as bolsas operam em queda (Stoxx 600: -0,3%), pressionadas pelo segmento de oil & gas com recente queda do petróleo. O movimento foi impulsionado pela percepção de redução do risco de interrupção prolongada no Estreito de Ormuz. No corporativo, destaque para Novo Nordisk, que elevou guidance após desempenho acima do esperado de seus medicamentos para perda de peso.

Na China, os mercados fecharam em alta (CSI 300: +0,5%; HSI: +1,6%).  No restante da Ásia, o destaque foi o Japão, com o Nikkei (+5,0%) ultrapassando pela primeira vez os 62 mil pontos, impulsionado por tecnologia, materiais básicos e setor financeiro. SoftBank Group (+18%) esteve entre os destaques, enquanto empresas ligadas a semicondutores também registraram fortes ganhos.

IFIX

O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão desta quarta‑feira em alta, após duas sessões consecutivas de queda, ao avançar 0,6% e fechar aos 3.913,96 pontos, impulsionado principalmente pelo desempenho dos Fundos de Recebíveis, que subiram 0,80% no dia. Os Fundos Híbridos também apresentaram forte valorização, com alta de 1,20%.

No segmento de tijolo, o movimento foi positivo, com avanço de 0,37%, sustentado por Ativos Logísticos (+0,59%), Lajes Corporativas (+0,55%) e Shoppings (+0,07%). Os Fundos de Fundos registraram ganho mais moderado, de 0,10%, enquanto Multiestratégia avançou 0,26%.

Sobressaíram TGAR11 (+3,9%), HSLG11 (+3,0%) e KNRI11 (+2,9%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por CACR11 (-9,0%), TRBL11 (-4,0%) e HCTR11 (-3,3%).

Economia

A perspectiva de encerramento do conflito entre EUA e Irã dominou o noticiário global ontem. A Casa Branca apresentou a Teerã um memorando de entendimento com a previsão de reabertura gradual do Estreito de Ormuz e fim do bloqueio naval a portos iranianos. O presidente Trump afirmou que o conflito tem “grandes chances de terminar” antes de sua viagem para a China, na próxima semana, e que o Irã aceitou abrir mão de seu programa de armamento nuclear. O preço do petróleo (tipo Brent) recuou 7,5% ontem, para US$ 101,5 por barril.  

Nesta manhã, divulgamos o relatório Brasil Macro Mensal, que traz projeções para as principais variáveis da economia doméstica. Entre os destaques, a previsão de taxa de câmbio ao final de 2026 foi revisada de 5,30 para 5,00 reais por dólar, refletindo a posição do Brasil como “vencedor relativo” no atual cenário geopolítico. Apesar disso, elevamos a projeção para o IPCA de 2026, de 5,1% para 5,3%, em linha com a piora disseminada na inflação corrente e impactos adicionais da guerra no Oriente Médio. Para 2027, mantivemos a projeção em 4,0%. Em relação à política monetária, prevemos mais três cortes de 0,25 p.p. na taxa Selic este ano, para 13,75% (antes: 13,50%), seguidos por uma pausa. A nosso ver, a postura atual mais cautelosa do Banco Central e a expectativa de reformas fiscais mantêm o espaço para cortes em 2027, com a taxa básica de juros atingindo 11,50%. Para acessar o relatório completo, clique aqui.  

Hoje, a Pesquisa Industrial Mensal (PIM) de março será o destaque da agenda doméstica. Segundo nossas estimativas, a produção da indústria geral ficou estável em relação a fevereiro, mas aumentou de forma expressiva no 1º trimestre deste ano. A indústria extrativa vem crescendo substancialmente, na esteira da maior produção de petróleo, enquanto a indústria de transformação se recuperou no início de 2026 após resultados fracos no final de 2025. Além disso, atenções voltadas para a reunião entre os presidentes Trump e Lula em Washington. Os líderes devem tratar de temas como segurança e economia.

Veja todos os detalhes

Economia

Preços do petróleo recuam após sinais favoráveis das negociações entre EUA e Irã; XP revisa projeções de taxa de câmbio, inflação e juros

  • A perspectiva de encerramento do conflito entre EUA e Irã dominou o noticiário global ontem. A Casa Branca apresentou a Teerã um memorando de entendimento com a previsão de reabertura gradual do Estreito de Ormuz e fim do bloqueio naval a portos iranianos. O Presidente Trump afirmou que o conflito tem “grandes chances de terminar” antes de sua viagem para a China, na próxima semana, e que o Irã aceitou abrir mão de seu programa de armamento nuclear. O governo chinês tem pressionado por uma reabertura rápida do Estreito, enquanto mediadores do Paquistão seguem atuando como canal ativo de diálogo entre as partes. O preço do petróleo (tipo Brent) recuou 7,5% ontem, para US$ 101,5 por barril;  
  • Com a agenda de indicadores esvaziada, os analistas de mercado voltaram suas atenções para o relatório de emprego ADP, que mostrou criação líquida de 109 mil vagas nos Estados Unidos em abril, o melhor resultado desde janeiro de 2025. A mediana das projeções apontava para geração de 99 mil ocupações. Esses dados corroboram o cenário de resiliência do mercado de trabalho americano. O relatório Nonfarm Payroll, que traz as principais estatísticas de emprego e rendimentos, será publicado amanhã cedo;
  • Nesta manhã, divulgamos o relatório Brasil Macro Mensal, que traz projeções para as principais variáveis da economia doméstica. Entre os destaques, a previsão de taxa de câmbio ao final de 2026 foi revisada de 5,30 para 5,00 reais por dólar, refletindo a posição do Brasil como “vencedor relativo” no atual cenário geopolítico. A nosso ver, o aumento dos fluxos estrangeiros para o mercado local deve mitigar eventual alta nos prêmios de risco com as eleições. Apesar disso, elevamos a projeção para o IPCA de 2026, de 5,1% para 5,3%, em linha com a piora disseminada na inflação corrente e impactos adicionais da guerra no Oriente Médio. Para 2027, mantivemos a projeção em 4,0%, com a taxa de câmbio mais apreciada e a política monetária contracionista compensando a maior inércia de 2026. Neste sentido, prevemos mais três cortes de 0,25 p.p. na taxa Selic este ano, para 13,75% (antes: 13,50%), seguidos por uma pausa. Em nossa avaliação, a postura atual mais cautelosa do Banco Central e a expectativa de reformas fiscais mantêm o espaço para cortes em 2027, com a taxa básica de juros atingindo 11,50%. Para acessar o relatório completo, clique aqui;  
  • Hoje, a Pesquisa Industrial Mensal (PIM) de março será o destaque da agenda doméstica. Segundo nossas estimativas, a produção da indústria geral ficou estável em relação a fevereiro, mas aumentou de forma expressiva no 1º trimestre deste ano. A indústria extrativa vem crescendo substancialmente, na esteira da maior produção de petróleo, enquanto a indústria de transformação se recuperou no início de 2026 após resultados fracos no final de 2025. Nos Estados Unidos, os analistas acompanharão os dados de pedidos iniciais de seguro-desemprego na semana passada, além dos indicadores de produtividade e custo unitário do trabalho referentes ao 1º trimestre de 2026 (leitura preliminar). Além disso, atenções voltadas para a reunião entre os presidentes Trump e Lula em Washington, no horário de almoço. Os líderes devem tratar de temas como segurança e economia.

Empresas

Utilities: Pacote de Resultados 1T26 – AXIA, AURE e TAEE

  • Pequeno Miss para AXIA e AURE e Resultados em Linha para TAEE
  • Três companhias da nossa cobertura divulgaram resultados nesta noite: AXIA, AURE e TAEE;
  • A AXIA apresentou um pequeno miss nos resultados, mas não vemos esse desvio como algo muito preocupante (não deveria levar a revisões estruturais de lucro daqui para frente);
  • Ainda assim, esperamos uma reação levemente negativa do mercado, já que as expectativas em torno de dividendos podem ter ficado aquém do esperado;
  • A AURE também apresentou resultados ligeiramente abaixo dos nossos, com EBITDA ajustado 3% abaixo da XPe;
  • A margem bruta de energia na GenCo veio basicamente em linha, com o miss vindo das margens muito apertadas capturadas no segmento de trading;
  • No geral, não esperamos que os resultados sejam um catalisador relevante para AURE;
  • Por fim, a TAEE reportou um EBITDA ajustado 1% abaixo da XPe, praticamente em linha, o que também não deve ser um driver relevante para o papel;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Aura (AURA33): Resultados neutros; ventos contrários de custos de curto prazo devem normalizar; revisão do 1T26

  • A Aura reportou resultados neutros, com EBITDA ajustado de US$244 milhões, +17% T/T (+3% vs. XPe), apesar de desempenho misto por ativo;
  • Os custos decepcionaram ligeiramente no consolidado, refletindo menor produção em Aranzazu/Apoena devido ao sequenciamento de mina;
  • Bem como custos mais elevados em Almas relacionados ao desenvolvimento da mina e à valorização cambial, parcialmente compensados por um desempenho melhor do que o esperado em Borborema/MSG;
  • Os destaques incluem: (i) Borborema superando as expectativas, com EBITDA ajustado de US$61 milhões (+24% T/T) e a tão aguardada aprovação da realocação da estrada, reforçando o crescimento de volumes;
  • (ii) a primeira contribuição de trimestre completo da MSG, adicionando ~US$17 milhões de EBITDA (+6% vs. XPe), com desempenho esperado para melhorar no 2S26E; e (iii) preços resilientes sustentando os resultados apesar de volumes mais fracos em Aranzazu e Apoena;
  • Seguimos construtivos com as ações da Aura;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Frasle Mobility (FRAS3): Um início lento, abaixo das ambições de margem; revisão do 1T26

  • A Frasle apresentou um 1T26 fraco, mas esperado, com EBITDA ajustado de R$210 milhões (-17% A/A, -2% T/T e -2% vs. consenso);
  • Vemos um trimestre com leitura ofuscada, com as receitas do mercado doméstico como ponto negativo (-15% A/A), impactadas por itens pontuais como a mudança de ERP da Nakata e disrupções logísticas relacionadas à 4Mobility;
  • Embora parcialmente compensadas por um mercado externo mais resiliente (vemos com bons olhos as indicações da Frasle de normalização das condições para veículos pesados nos EUA);
  • Em meio a volumes menores e ventos contrários de FX, a margem EBITDA contraiu para 16,8% (abaixo do intervalo de guidance de 17,5%-20,0%);
  • Vemos positivamente as melhoras de capital de giro e geração de caixa da Frasle apesar dos eventos pontuais;
  • Dito isso, embora continuemos vendo seu perfil de receitas recorrentes como estruturalmente positivo, vemos a lucratividade de hoje sugerindo riscos negativos para o guidance e resultados, particularmente nos níveis atuais de USD/BRL;
  • Com a ação negociando a P/L de 19-14x em 2026-27, vemos os níveis atuais de valuation como relativamente exigentes;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Lavvi (LAVV3): Desempenho operacional mais fraco compensado por impostos e resultado financeiro

  • A Lavvi reportou resultados mistos no 1T26. A receita líquida totalizou R$ 373 milhões (+11% A/A; –30% T/T), ficando 7% abaixo da XPe, explicada pela ausência de lançamentos reconhecidos no trimestre, mitigada pelo reconhecimento de backlog via evolução do PoC. A margem bruta atingiu 31,9%, 260 bps acima da XPe, apesar de um mix mais fraco. A margem do backlog avançou para 38,0% (+50 bps T/T), o nível mais alto em 12 meses. O EBITDA somou R$ 72 milhões (–23% A/A), 4,9% abaixo da XPe, pressionado por opex mais elevado, parcialmente compensado por resultado de equivalência patrimonial acima do esperado;
  • O lucro líquido atingiu R$ 70 milhões, 22% acima da XPe, beneficiado por resultado financeiro melhor que o esperado e efeito positivo de impostos, apesar de maior participação de minoritários, resultando em um ROE LTM de 28%. A alavancagem ficou em 28,8% Dívida Líquida/Patrimônio, em meio a uma queima de caixa de R$ 74 milhões no trimestre (+R$ 30 milhões excluindo aquisições de terrenos e dividendos);
  • Mantemos nossa recomendação de compra, sustentada por uma visão estrutural positiva de longo prazo para a companhia;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Smart Fit (SMFT3): 1T sólido; receita forte com margens do Brasil como destaque pelo Total Pass

  • A Smart Fit reportou resultados consolidados do 1T aproximadamente em linha, embora com surpresa positiva no lucro líquido devido a melhores resultados financeiros e à consolidação da Fitmaster / TotalPass no México; 
  • Olhamos para os números excluindo essa consolidação para uma base de comparação melhor, embora destaquemos que ela deve contribuir para os resultados daqui em diante; 
  • Com base nos comentários da administração, estimamos receitas líquidas, lucro bruto e EBITDA incrementais de R$28 milhões, R$27 milhões e pelo menos R$16 milhões, respectivamente; 
  • Indo para os resultados, apesar dos números consolidados em linha, o Brasil veio muito melhor do que nossas estimativas, principalmente pelos resultados da TotalPass, enquanto México e Outros Latam compensaram essa surpresa positiva; 
  • Em nossa visão, os resultados sólidos do Brasil, combinados a margens ainda sólidas de academias maduras, devem ajudar a endereçar as preocupações dos investidores em relação a ventos contrários competitivos; 
  • Embora a receita líquida/academia tenha recuado a/a no Brasil, acreditamos que os resultados da TP pelo lado da plataforma (pagamentos de empresas e usuários) também precisam ser considerados para avaliar melhor seu valor para a SMFT; 
  • Em relação ao ritmo de expansão, a companhia abriu 51 academias no acumulado do ano, 108 estão em construção e há 170 contratos assinados, totalizando 329 academias no pipeline vs. seu guidance de 330-350 para o ano. Vale destacar que, no 1T25, esse número era de 398 academias;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo. 

Panvel (PNVL3): 1T sólido; crescimento saudável da receita, ainda que desacelerando, e expansão de margem por alavancagem operacional e ganhos de produtividade 

  • A Panvel entregou resultados sólidos no 1T, com o crescimento da receita permanecendo em patamares de dois dígitos, ainda que desacelerando, e expansão de margem impulsionada por alavancagem operacional e ganhos de produtividade; 
  • Acreditamos que a desaceleração t/t já era esperada, em meio à disrupção de oferta de GLP-1 (que parece estar majoritariamente endereçada conforme nosso XP GLP-1 Imports Tracker) e à normalização da atividade promocional da Black Friday; 
  • No entanto, como destacamos nos resultados da PGMN, acreditamos que a dinâmica de capital de giro pode ser uma fonte de desconforto para alguns investidores, o que deve ser mais explorado na teleconferência de resultados de amanhã; 
  • Em rentabilidade, como a descontinuação do atacado foi concluída no 4T24, agora vemos comparáveis mais normalizados, o que, combinado à maturação das lojas e a ganhos de produtividade, está sustentando a expansão de margem; 
  • Estamos construtivos com o novo ciclo estratégico da companhia (veja mais aqui), que deve entregar forte crescimento da receita e expansão da margem EBITDA com aceleração da expansão, mix de produtos e melhorias operacionais; 
  • Assim, mantemos nossa recomendação de Compra;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo. 

Riachuelo (RIAA3): 1T forte; tendências saudáveis e consistentes em receita e margens 

  • A Riachuelo reportou mais um conjunto de resultados fortes, com aceleração das vendas nas mesmas lojas (SSS) de vestuário e novo EBITDA recorde, à medida que a companhia continua no caminho para capturar ganhos de eficiência e alavancar sua verticalização; 
  • Em vestuário, a companhia retornou a patamares de dois dígitos, ficando ~5 p.p. acima da C&A; 
  • A Midway também foi sólida, à medida que a companhia continua expandindo sua carteira de crédito com índices de inadimplência controlados (excluindo efeitos da 4.966); 
  • Em nossa visão, o resultado confirma a tese de self-help da companhia, de melhorar sua operação e entregar resultados sólidos independentemente dos desafios macro; 
  • Reiteramos nossa recomendação de Compra;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo. 

Moura Dubeux (MDNE3): Crescimento robusto do lucro acima das nossas estimativas

  • A Moura Dubeux reportou resultados sólidos no 1T26, com surpresa positiva no lucro líquido. A receita cresceu 43% A/A, impulsionada principalmente pelo reconhecimento de receitas de urbanização em três projetos. A margem bruta ficou acima das nossas expectativas, em 40,0% (+0,7 p.p. vs. XPe), enquanto a margem do backlog avançou para 36,5% (+40 bps T/T);
  • O EBITDA aumentou de forma significativa para R$ 157 milhões (+96% vs. XPe), beneficiado por margens mais elevadas, com SG&A praticamente em linha com nossas estimativas. O lucro líquido superou nossas projeções (+20,2%) e o consenso (+4%). O ROAE LTM avançou para 27,2% (–30 bps T/T), ainda entre os mais altos da cobertura;
  • Mantemos nossa recomendação de compra para a ação;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Minerva (BEEF3) | Revisão dos resultados do 1T26: P&L acima das estimativas com BUs fora do Brasil mais fortes; FCF abaixo

  • A Minerva reportou resultados acima da XPe no nível de P&L, tanto em receita quanto em margens;
  • Ainda assim, apesar de permanecermos construtivos com o cenário de escassez global de carne bovina sustentando os preços, não acreditamos que o trimestre deva levar a revisões relevantes de lucros para cima daqui para frente, uma vez que o cenário para preços do gado no Brasil e para a demanda chinesa em meio ao cumprimento de cotas permanece incerto, enquanto o fluxo de caixa livre ficou abaixo das estimativas e permaneceu negativo no trimestre;
  • Clique aqui para acessar o relatório.

Incorporadoras: Materiais superam mão de obra como principal preocupação de custos

  • Realizamos uma reunião com o CEO do SindusCon. Os principais destaques foram: (i) o ambiente setorial segue cada vez mais desafiador, com pressões de custos migrando para preços mais elevados do diesel, restrições de mão de obra e riscos regulatórios;
  • (ii) fricções operacionais, incluindo atrasos ligados a concessionárias de serviços públicos e gargalos na cadeia de fornecedores, continuam a afetar os cronogramas de entrega; (iii) potenciais mudanças na regulamentação trabalhista representam um risco relevante de alta para custos e execução dos projetos;
  • (iv) o segmento de média renda segue com desempenho abaixo do esperado, em função de menor acessibilidade, enquanto os segmentos de baixa renda e alta renda permanecem relativamente mais resilientes; e (v) escala, histórico de execução e exposição a segmentos de demanda mais defensivos seguem como principais diferenciais competitivos no setor;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

PRIO (PRIO3) | Resultados do 1T26: Beat it, Beat it – Resultados fortes

  • Nesta terça‑feira (5), após o fechamento do mercado, a PRIO divulgou os resultados do 1T26. O EBITDA ajustado de US$ 852 milhões ficou acima das nossas estimativas (+10% vs. XPe). O EBITDA da PRIO aumentou de forma sequencial (+150% t/t), em função de preços mais altos do Brent, a US$ 83,5/bbl (+32% t/t), e de maiores volumes de offtake (+40% t/t);
  • O lucro líquido de US$ 460 milhões também superou a XPe (+31% t/t), beneficiado por ganhos em imposto diferido decorrentes da apreciação do real. Os resultados foram fortes e esperamos uma reação positiva do mercado;
  • Olhando além do 1T26, acreditamos que os investidores estarão focados em atualizações sobre a aguardada política de remuneração aos acionistas (inclusive, recentemente incluímos a PRIO na carteira Top Dividendos);
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Itaú Unibanco (ITUB4): Um trimestre sólido em um período sazonalmente mais fraco; reiteramos como nossa top pick

  • Estamos atualizando nossas estimativas para Itaú Unibanco (ITUB4), incorporando os resultados do 1T26 e nossas projeções macro, mantendo nosso preço-alvo de R$ 51/ação para o fim de 2026;
  • O Itaú entregou um 1T26 sólido, com lucro líquido recorrente de R$ 12,3 bi (-0,3% T/T; +10,4% A/A) e ROE de 24,8% (Brasil: 26,4%), sustentando uma rentabilidade entre as melhores do setor;
  • O NII atingiu R$ 32,3 bi, estável T/T e alta de 4,0% A/A, permanecendo dentro do guidance apesar do impacto mecânico negativo da antecipação da distribuição de dividendos;
  • Excluindo esse efeito, as margens com clientes teriam apresentado expansão sequencial, sustentadas por volumes e mix;
  • Como destaque positivo, a qualidade dos ativos permaneceu saudável, com NPL 90+ e custo de risco estáveis, enquanto o forte controle de custos levou o índice de eficiência a uma mínima histórica de 37,1% (Brasil: 34,9%);
  • Fizemos ajustes pontuais no nosso modelo, incluindo: (i) menor crescimento de crédito no médio prazo, (ii) maiores provisões e (iii) menores despesas;
  • No geral, ainda vemos upside de 20%, sustentado por uma tese que continua entregando resultados positivos de forma consistente, apoiada por forte disciplina de crédito e execução resiliente em meio a um cenário macro mais incerto;
  • Assim, mantemos nossa recomendação de Compra para ITUB4, que segue como nossa top pick;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Tenda (TEND3): Resultados fortes de forma disseminada

  • A Tenda apresentou resultados positivos no 1T26, acima das nossas expectativas. A receita líquida cresceu 37% A/A, embora tenha ficado 7% abaixo da nossa estimativa. A margem bruta ajustada foi o principal destaque do trimestre, atingindo 35,5% (+1,9 p.p. A/A; +3,9 p.p. vs. XPe), mesmo considerando a margem bruta negativa da Alea (–1,2%);
  • O lucro líquido consolidado (ex‑swaps) totalizou R$ 152 milhões (+104% A/A), beneficiado pela expansão da receita e das margens. Além disso, o fluxo de caixa livre ajustado alcançou R$ 112 milhões (ante R$ 57 milhões no 4T25), representando 74% do lucro líquido no trimestre. No geral, apesar do cenário ainda mais fraco da Alea no período, entendemos que os resultados seguem sustentando nossa visão construtiva sobre a companhia;
  • Mantemos nossa recomendação de compra;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Iguatemi (IGTI11): Resultados recorrentes positivos e amplamente em linha

  • A Iguatemi apresentou resultados sólidos no 1T26, sustentados por dinâmica operacional forte. As vendas dos lojistas cresceram 12,8% A/A, impulsionadas por SSS de 5,2%, SAS de 7,8% e aumento das vendas por m² (+7,3% A/A). Os indicadores de aluguel permaneceram resilientes, com SSR avançando 6,0% A/A e SAR em 6,7%, indicando reprecificação real de aluguéis, apesar do ambiente inflacionário mais brando;
  • A ocupação atingiu 97,3% (+70 bps A/A), enquanto os custos de ocupação permaneceram amplamente estáveis e a inadimplência líquida recuou, sinalizando fundamentos saudáveis dos lojistas. A receita líquida cresceu 9% A/A e veio 3% acima da XPe, impulsionada por taxas de administração e expansão da operação de varejo. EBITDA e lucro líquido foram beneficiados por ganhos de capital não recorrentes, enquanto os números recorrentes vieram em linha com nossas estimativas. A alavancagem melhorou para 1,29x dívida líquida/EBITDA ajustado, após reciclagem de ativos;
  • Mantemos nossa recomendação de compra e reiteramos a Iguatemi como nossa principal escolha entre propriedades de renda;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Klabin (KLBN11): Resultados em linha, com trajetória de custos e desalavancagem em foco

  • Resultados do 1T26 A Klabin reportou resultados do 1T26 amplamente em linha com nossas expectativas, com EBITDA ajustado de R$1.669 milhões (-9% T/T e -10% A/A, em linha vs. XPe), refletindo desempenho resiliente em papel e embalagens, parcialmente compensado por câmbio e custos mais altos;
  • Destacamos: (i) forte crescimento de volumes em containerboard (+31% A/A), sustentado por exportações apesar da parada de manutenção em Monte Alegre;
  • (ii) volumes resilientes de caixas de papelão ondulado, superando o mercado doméstico, impulsionados pelos segmentos de alimentos, higiene & limpeza e frutas; e
  • (iii) maior custo caixa de celulose por tonelada, pressionado por custos mais elevados de fibra (+R$110/t T/T) ligados a pressões logísticas e operacionais decorrentes de eventos climáticos em 2025;
  • No geral, esperamos algum alívio parcial de custos nos próximos trimestres (após a parada de manutenção no 1T26), embora acreditemos que as perguntas dos investidores devam seguir concentradas na trajetória de custos e desalavancagem nos próximos trimestres;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Banco Pine (PINE4): Rota do Yield em ação: forte crescimento e rentabilidade no 1T26

  • O Banco Pine (PINE4) entregou mais um trimestre positivo, reportando lucro líquido de R$ 150 mi (+25,4% T/T, +104,1% A/A e 11% acima da nossa estimativa) e ROAE de 37,9%;
  • Os resultados refletem a continuidade da expansão da carteira de crédito, que atingiu R$ 19,8 bi, combinada à melhora dos NIMs, em linha com a estratégia de “Rota do Yield” implementada pelo banco nos últimos anos;
  • O crescimento da carteira de crédito, de 11,8% T/T e 28,5% A/A, foi impulsionado pelo crédito consignado privado, que avançou 22,4% T/T e agora totaliza R$ 5,0 bi;
  • Apesar do forte crescimento, a qualidade dos ativos permaneceu sob controle, com NPL 90+ em 2,2% (+30 bps T/T);
  • A melhora das receitas, combinada à ampla alavancagem operacional, levou o índice de eficiência para 21,5%;
  • Também vale destacar que, no 1T26, o banco concluiu sua oferta subsequente de ações, levantando R$ 245,9 mi, o que fortaleceu os índices de capital, com o Índice de Basileia encerrando o trimestre em 14,8%, e sustenta a capacidade do banco de manter seu ritmo elevado de crescimento;
  • No geral, vemos os resultados do Banco Pine no 1T26 como positivos, reforçando nossa visão construtiva para a tese de investimento e nossa recomendação de Compra;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Banco Mercantil (BMEB4): Rentabilidade se sustenta apesar da alta no custo de risco

  • O Banco Mercantil reportou resultados robustos e amplamente em linha no 1T26, com lucro recorrente de R$ 273 mi (+14% A/A, -1% vs XPe);
  • O ROAE permaneceu muito elevado, em 42,7%, reforçando a resiliência dos resultados apesar da pressão de curto prazo sobre margem e custo de crédito;
  • No trimestre, a NIM comprimiu para 17,5% (-90 bps T/T), em meio a uma maior participação de caixa de menor yield e yields ligeiramente menores;
  • Os custos de funding permaneceram controlados, com o custo de funding estável em ~100% do CDI;
  • Em qualidade de ativos, as perdas esperadas foram o principal destaque negativo, saltando para R$ 377 mi, vs R$ 197 mi no 4T25 e -1% vs XPe, levando o custo de risco para ~6,0%;
  • Isso reflete uma postura mais conservadora, com provisões antecipadas relacionadas a mudanças no mix da carteira, enquanto fricções operacionais seguem pressionando a qualidade de crédito;
  • Durante a teleconferência de resultados, entendemos que, caso esses problemas sejam resolvidos, o banco deverá reverter parte do saldo de provisões à frente; caso contrário, esse nível de provisionamento pode ser mantido ao longo do ano;
  • Abaixo da linha, o destaque positivo foi a receita de serviços, que se destacou em R$ 372 mi (+20% T/T, +83% A/A), sustentando os resultados em conjunto com custos disciplinados;
  • No geral, seguimos construtivos com Mercantil, apoiados por sua capacidade de entregar ROEs estruturalmente elevados e previsíveis;
  • Mesmo com alguma normalização de curto prazo no crescimento da carteira, na NIM e no custo de risco, a rentabilidade permanece bem acima dos pares, enquanto o valuation parece desconectado, a ~6x P/E 2026E, sustentando nossa visão de upside relevante, de ~60%, para nosso preço-alvo de R$ 112;
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TIM (TIMS3): 1T26 misto – Top line em linha, margens e lucro líquido abaixo do esperado

  • A TIM reportou resultados mistos no 1T26;
  • A receita líquida veio 0,8% acima das nossas estimativas, impulsionada principalmente pelos serviços fixos, enquanto as receitas de serviços móveis ficaram amplamente em linha;
  • O EBITDA normalizado atingiu R$ 3,3 bi, em linha com XPe, mas com margem 55 bps abaixo da nossa projeção, sugerindo alguma pressão de custos no trimestre;
  • O principal ponto negativo foi o lucro líquido normalizado, que somou R$ 821 mi, 12,9% abaixo das nossas estimativas;
  • Como destaque positivo, a geração de caixa permaneceu sólida, com EBITDA-AL menos Capex de R$ 1,2 bi, alta de 16,8% A/A;
  • No geral, vemos o resultado como neutro a levemente negativo: a TIM segue executando bem, mas o trimestre não muda nossa visão de que o valuation já captura boa parte da melhora operacional recente, enquanto a competição e a agenda de convergência adicionam complexidade ao case de investimento;
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Itaú Unibanco (ITUB4): Um trimestre sólido em um período sazonalmente mais fraco; reiteramos como nossa top pick

  • Estamos atualizando nossas estimativas para Itaú Unibanco (ITUB4), incorporando os resultados do 1T26 e nossas projeções macro, mantendo nosso preço-alvo de R$ 51/ação para o fim de 2026;
  • O Itaú entregou um 1T26 sólido, com lucro líquido recorrente de R$ 12,3 bi (-0,3% T/T; +10,4% A/A) e ROE de 24,8% (Brasil: 26,4%), sustentando uma rentabilidade entre as melhores do setor;
  • O NII atingiu R$ 32,3 bi, estável T/T e alta de 4,0% A/A, permanecendo dentro do guidance apesar do impacto mecânico negativo da antecipação da distribuição de dividendos;
  • Excluindo esse efeito, as margens com clientes teriam apresentado expansão sequencial, sustentadas por volumes e mix;
  • Como destaque positivo, a qualidade dos ativos permaneceu saudável, com NPL 90+ e custo de risco estáveis, enquanto o forte controle de custos levou o índice de eficiência a uma mínima histórica de 37,1% (Brasil: 34,9%);
  • Fizemos ajustes pontuais no nosso modelo, incluindo: (i) menor crescimento de crédito no médio prazo, (ii) maiores provisões e (iii) menores despesas;
  • No geral, ainda vemos upside de 20%, sustentado por uma tese que continua entregando resultados positivos de forma consistente, apoiada por forte disciplina de crédito e execução resiliente em meio a um cenário macro mais incerto;
  • Assim, mantemos nossa recomendação de Compra para ITUB4, que segue como nossa top pick;
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Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa


Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • Carteira de Fundos Listados Renda Total – Maio de 2026 (Research XP);
    • IFIX sobe 0,6% e mira máxima de 52 semanas (Suno Notícias);
    • Patria conclui 1ª etapa da consolidação de FIIs de logística (ClubeFII News);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Carteira Recomendada XP FIIs – Renda Total – Maio/25
    • Atualizamos a carteira Renda Total para o mês de maio de 2026;
    • Em abril, a carteira registrou alta de 1,39%, ficando abaixo do IMA-B 5+, que avançou 2,2% no período. Além disso, gerou um dividend yield mensal de 0,99%, equivalente a 11,9% em termos anualizados;
    • Com isso, a carteira acumula valorização de 20,1% desde sua criação, em maio de 2025, correspondente a 160% do desempenho do IMA‑B 5+ no período.
    • Para mais informações, acesse o link abaixo:
      https://conteudos.xpi.com.br/fundos-imobiliarios/carteiras/carteira-de-fundos-listados-renda-total-maio-de-2026/
  • ETFs: confira as principais notícias dos índices e movimentos setoriais
    • ETF brasileiro EWZ sobe 1,7% com notícia de acordo de paz; ADR da Petrobras cai 5%: O ETF EWZ avançou com otimismo de um possível acordo de paz entre EUA e Irã, refletindo melhora no apetite por risco e fluxo para ETFs de ações brasileiras, enquanto ADRs da Petrobras caíram pressionados pela forte queda do petróleo, evidenciando a sensibilidade setorial dentro do próprio ETF. (Infomoney);
    • XP Asset estreia PREX11, seu primeiro ETF de renda fixa 100% prefixado: A XP Asset lançou o PREX11, ETF de renda fixa atrelado a títulos públicos prefixados, buscando capturar ganhos em um cenário de queda de juros, com destaque para a eficiência tributária e baixo custo típicos dos ETFs, ampliando a oferta da gestora em meio ao crescimento acelerado da indústria no Brasil. (Valor Econômico);
    • Top Thematic ETFs: Best Funds for Theme Investing in 2026: The global thematic ETF market has expanded to nearly 400 funds with over $256 billion in assets, with investor demand concentrated in AI, infrastructure, and energy transition themes, while flagship ETFs such as BAI (AI), PAVE (infrastructure), and CIBR (cybersecurity) lead in assets and flows. (etf.com);
    • BofA: investidores impulsionam recorde de entradas em ETFs de ações com forte otimismo: Clientes do Bank of America impulsionaram entradas recordes de US$ 6,8 bilhões em ETFs de ações dos EUA, o maior nível desde 2017, refletindo forte otimismo com o mercado acionário — especialmente via ETFs de large caps, mesmo em meio à incerteza geopolítica. (Investing.com).
    • Acesse o relatório completo aqui

ESG

Câmara dos Deputados aprova Política Nacional de Minerais Críticos; Texto segue para Senado | Café com ESG, 07/05

  • O mercado encerrou o pregão de quarta-feira em leve alta, com o IBOV e o ISE subindo 0,50% e 0,68%, respectivamente;
  • Na política, (i) a Câmara dos Deputados aprovou, por votação simbólica, o projeto que institui a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE), com um fundo garantidor para estimular projetos e crédito tributário de R$ 5 bilhões para incentivar o processamento de minérios no Brasil – o texto agora segue para o Senado e, se aprovado, ainda precisará ser sancionado pelo presidente Lula; e (ii) o governo federal publicou, nesta quarta (6/5), a resolução 4/2026 do Conselho Nacional de Política Energética que fixa a meta anual de 0,5% nas emissões de gases de efeito estufa no mercado de gás natural – aprovada em 1º de abril, a resolução foi publicada no Diário Oficial da União de ontem, e indica que a meta de 0,5% tem caráter excepcional, já que a lei do Combustível do Futuro determinou o início do mandato em 2026 com 1% de descarbonização;
  • No lado das empresas, a Microsoft estuda adiar, ou até rever, sua meta para 2030 de igualar todo o consumo de eletricidade com compras de energia renovável – segundo a Bloomberg, a expansão intensa e altamente intensiva em energia de data centers está colocando em xeque a viabilidade dos compromissos climáticos assumidos pela companhia antes da era da IA;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

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