IBOVESPA -1,04% | 132.129 Pontos
CÂMBIO +0,54% | 5,59/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa encerrou o pregão de segunda-feira em queda de 1,0%, aos 132.129 pontos, com 73 dos 84 papéis do índice no campo negativo, enquanto os investidores aguardam as decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos na quarta-feira (30), além da possível entrada em vigor das tarifas anunciadas por Donald Trump a partir de 1º de agosto.
Yduqs (YDUQ3, +2,3%) se recuperou parcialmente da queda de 4,7% registrada no pregão anterior, após o anúncio da troca do CEO da companhia. Na ponta negativa, CSN (CSNA3, -4,4%) acompanhou o recuo de 2,5% no preço do minério de ferro.
Nesta terça-feira, os destaques da agenda econômica serão o relatório JOLTs de junho e o índice de confiança do consumidor do Conference Board referente a julho, ambos nos Estados Unidos. Pela temporada de resultados do 2T25, os destaques serão Intelbras e Motiva. Já pela temporada internacional de resultados, estão previstos os balanços de AstraZeneca, Merck & Co. e Procter & Gamble.
Renda Fixa
As taxas futuras de juros encerraram a sessão de segunda-feira (28) com leve fechamento ao longo da curva. No Brasil, a percepção de que as tarifas americanas de 50% não serão revertidas até 1º de agosto contribuiu para a queda da curva de juros. Nos Estados Unidos, o mercado manteve o foco nas negociações comerciais do país e na expectativa pela reunião do Federal Reserve, marcada para quarta-feira (30/07), na qual precifica aproximadamente 97% de chance de ocorrer a manutenção dos juros entre 4,25% e 4,50%. Por lá, os rendimentos das Treasuries de dois anos terminaram o dia em 3,92% (-0,1bp vs. pregão anterior), enquanto os de dez anos em 4,41% (+1,5bp). Na curva local, o DI jan/26 encerrou em 14,93% (+0,1bp vs. pregão anterior); DI jan/27 em 14,22% (- 1,5bp); DI jan/29 em 13,54% (- 0,3bp); DI jan/31 em 13,78% (- 1,6bp).
Mercados globais
Nesta terça-feira, os futuros nos EUA operam em alta (S&P 500: +0,3%; Nasdaq 100: +0,5%) após novos recordes históricos nos índices S&P 500 e Nasdaq na véspera. O S&P 500 registrou seu 15º fechamento recorde de 2025, ainda que com leve ganho, enquanto o Nasdaq subiu 0,3%.
O avanço segue sustentado por expectativas positivas com a temporada de resultados e pela possibilidade de novos acordos comerciais antes do prazo de 1º de agosto. Trump já firmou acordos com Japão, Indonésia e União Europeia, e agora os mercados aguardam um possível entendimento com a China. As atenções também se voltam à decisão do Fed amanhã.
Na Europa, as bolsas sobem (Stoxx 600: +0,7%), com destaque para a reação positiva a resultados. A Philips avança 10% após revisar para baixo o impacto esperado das tarifas; a EssilorLuxottica sobe 6% com forte demanda por óculos inteligentes; e a AstraZeneca ganha 1,7% após divulgar lucro acima do esperado.
Na China, os mercados fecharam mistos (CSI 300: 0,4%; HSI: -0,2%), na expectativa de novo acordo comercial com os EUA.
IFIX
O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) iniciou a semana em queda de 0,41%, acumulando desvalorização de 1,51% no mês de julho até o momento. Tanto os FIIs de Papel quanto os Fundos de Tijolo registraram desempenho negativo na sessão, com recuos médios de 0,30% e 0,20%, respectivamente. As maiores altas do dia foram: RBRP11 (2,3%), RCRB11 (2,0%) e KORE11 (2,0%). Já as principais quedas ficaram por conta de IRDM11 (-1,7%), HSLG11 (-1,7%) e SNEL11 (-1,7%).
Economia
O anúncio de acordos comerciais entre os Estados Unidos e a União Europeia impulsionou a moeda norte americana – Índice do dólar (que mede a força do dólar contra uma cesta de moedas) subiu 1% – e fez o preço do petróleo – o Brent (referência para precificação do petróleo) – subir aproximadamente 2,90%, para US$ 69,60. Ontem, Estados Unidos e China se reuniram para continuar as negociações comerciais, com a principal pauta sendo a prorrogação da trégua tarifaria. A China enfrenta o prazo de 12 de agosto para um acordo duradouro com os norte-americanos. Por fim, Donald Trump afirmou que pretende estabelecer uma tarifa global de 15% a 20%.
No Brasil, o pacote com medidas de contingência para auxiliar setores foi apresentado, mas o governo buscará negociar com os Estados Unidos antes.
Na agenda internacional, o destaque fica para a divulgação do relatório JOLTs (job openings and labor turnover survey) nos Estados Unidos. Na agenda doméstica, nenhum indicador relevante.
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Economia
Estados Unidos e China retomam negociações
- Após os Estados Unidos anunciarem uma série de acordos comerciais, em especial, com a União Europeia, o Índice do dólar – mede a força do dólar contra uma cesta de moedas – subiu 1% nesta segunda-feira, para 98,6 pontos, enquanto o petróleo – precificado pelo Brent – valorizou-se aproximadamente 2,90%, para US$ 69,60, refletindo uma diminuição da incerteza global e expectativas de aumento da demanda.
- Ainda sobre as tarifas comerciais, os Estados Unidos – representados por Scott Bessent, secretário do Tesouro – e a China – representada por He Lifeng, vice-primeiro-ministro – se reuniram novamente nesta segunda-feira, tendo como pauta a prorrogação da trégua tarifária por mais 3 meses. A China enfrenta o prazo de 12 de agosto para um acordo duradouro com os norte-americanos. Segundo Donald Trump, o encontro foi positivo e que “adoraria ver a China abrir seu país”. Por fim, Trump disse que vai estabelecer uma tarifa entre 15% e 20% para o resto do mundo.
- No Brasil, o pacote com medidas de contingência para auxiliar setores foi apresentado, mas o governo buscará negociar com os Estados Unidos. Crédito subsidiado e redução de impostos estão entre as principais medidas que poderão ser adotadas. As tarifas de 50% contra os produtos brasileiros começam a valer em 1° de agosto, sexta-feira.
- O Boletim Focus registrou o nono recuo consecutivo na projeção da inflação para 2025, com a estimativa passando de 5,10% para 5,09% — reflexo provável da valorização do câmbio e da dinâmica favorável dos preços no atacado. Para 2026, a projeção também foi revisada para baixo, de 4,45% para 4,44%. Em relação ao câmbio, a expectativa para o fim de 2025 caiu de R$/US$ 5,65 para R$/US$ 5,60. Já a taxa Selic foi mantida em 15% para 2025 e 12,50% para 2026. Por fim, a projeção para o PIB deste ano aponta crescimento de 2,23%.
- Na agenda internacional, o destaque fica para a divulgação do relatório JOLTs (job openings and labor turnover survey) nos Estados Unidos. Na agenda doméstica, nenhum indicador relevante.
Empresas
Telefônica Brasil (VIVT3): receita em linha, com dinâmica positiva no pós-pago e margem acima do esperado
- A Vivo apresentou mais um trimestre resiliente, com a receita total de serviços crescendo 7,5% A/A, ligeiramente acima das nossas expectativas:
- O crescimento foi impulsionado principalmente pela contínua expansão no pós-pago móvel e FTTH, além da forte tração nos serviços digitais;
- O EBITDA cresceu 8,8% A/A (acima das nossas estimativas), com margem de 40,5% (+63bps A/A), apoiado pela alavancagem operacional;
- O lucro líquido foi de R$ 1,34 bilhão (+10,0% A/A), ligeiramente abaixo do esperado pela XP (devido a resultados financeiros mais fracos);
- Além de crescer acima da inflação, a qualidade da receita continua sendo um destaque — o ARPU móvel atingiu um recorde de R$ 31,1 (+5,1% A/A), enquanto o churn do FTTH atingiu um nível histórico baixo de 1,46%, reforçando a fidelidade dos clientes e o sucesso dos pacotes convergentes;
- O forte desempenho nas receitas de serviços reforça nossa visão positiva sobre a Vivo, apoiada por seu portfólio de alta qualidade, ecossistema digital em crescimento e capacidade de gerar fluxos de caixa estáveis e crescentes.
- Reiteramos nossa recomendação de Compra;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Vittia (VITT3) | Trimestre modesto; Prévia de Resultados do 2T25
- Esperamos números mais fracos da Vittia no 2T25, puxados principalmente pela desaceleração na comercialização de insumos.
- O ritmo mais lento parece estar ligado a relações de troca desfavoráveis — especialmente no segmento de fertilizantes — que continuam pressionando a demanda. Projetamos uma receita líquida praticamente estável em relação ao 2T24, em BRL 101 mn (+1% A/A), e um EBITDA ajustado negativo de BRL 14 mn, queda de 20% A/A.
- Apesar da contração no EBITDA, esperamos uma expansão de margem de quase 400 bps A/A, refletindo um mix de receita mais favorável e o foco contínuo da companhia no controle das despesas operacionais (SG&A).
- Clique aqui para acessar o relatório.
Vestibular XP: prévia de resultados do 2° trimestre de 2025
- Esperamos que as empresas de educação apresentem resultados mistos no 2T. Para esta temporada de resultados, os principais destaques são:
- O momentum das bases de alunos de ensino superior deve refletir no desempenho das empresas ao longo do 2T, com perspectivas mais fortes para a Cogna; e
- A alavancagem financeira deve continuar sendo uma fonte relevante de deterioração dos lucros, o que deve se suavizar nos próximos períodos à medida que as empresas melhoram seus balanços.
- Em nossa visão, a Cogna é o destaque positivo desta temporada;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Principais notícias dos setores
Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas, Energia (óleo & gás e elétricas) e Saúde.
- Notícias Diárias do Setor Financeiro
- Bancos: aperto monetário pressiona crédito e inadimplência
- Os dados de crédito do BC para junho, publicados ontem (28), mostraram um aumento de 10,7% A/A no saldo de crédito, com crescimento de 8,8% na carteira PJ e 11,9% na carteira PF:
- Esse desempenho representa uma desaceleração M/M (+11,8%) e um retorno a uma taxa de crescimento semelhante à de setembro de 2024;
- Apesar do crescimento anual ainda estar em dois dígitos, a desaceleração observada em junho reforça a visão de que o atual ciclo de aumento das taxas de juros está afetando o crédito e corrobora o discurso defendido pelos bancos incumbentes de uma acomodação gradual no ritmo de crescimento;
- Os níveis de inadimplência aumentaram levemente M/M para 3,6%, retornando a um patamar visto pela última vez em outubro de 2017;
- Isso reflete um aumento de 10bps M/M em PF, combinado com estabilidade na carteira PJ;
- No Agronegócio, pelo terceiro mês consecutivo, observamos aumento da inadimplência, atingindo um nível recorde de 3,5% para PF. Isso indica que o segmento permanece sob pressão;
- Em relação ao empréstimo consignado privado, junho marcou o terceiro mês consecutivo de aceleração no crescimento A/A (de +1,4% em março para +15,1% agora);
- As taxas médias para esse tipo de crédito tiveram leve alta para 56,3% (de 59,1% em abril para 55,6% em maio), e as taxas de inadimplência caíram pelo quinto mês consecutivo (para 6,4%);
- Vemos espaço para aumentar o ritmo de crescimento à medida que o produto amadurece e os desafios operacionais são superados, com o INBR como uma das empresas potencialmente mais positivamente impactadas;
- Por fim, embora a taxa de crescimento atual permaneça acima da faixa do guidance estabelecido pelos bancos incumbentes para 2025, concordamos que ela deve desacelerar gradualmente e convergir para níveis de dígito médio a alto.
- Mantemos uma perspectiva positiva para os grandes bancos e reiteramos o Itaú (ITUB4) como nossa top pick;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
- Agro, Alimentos & Bebidas: confira as principais notícias
- Nos grãos, China e EUA postergam acordo atual, mantendo tarifas reduzidas por mais 90 dias. Clima continua positivo para a safra americana.
- Na Argentina, governo reduz impostos de exportação de grãos, farelo, óleo de soja e carnes.
- No Brasil, preços de proteínas estão pressionados com frango ainda embargado para China e União Europeia, enquanto retração de compras de frigoríficos pesou nos preços do boi gordo após tarifas de Trump contra exportações brasileiras.
- No setor sucroenergético, é esperado colheita acelerando em julho, com expectativa para nova atualização da UNICA para essa quinta-feira. No etanol, E30 começa a valer em 4 dias.
- Clique aqui para acessar o relatório.
- Radar Energia XP: Notícias diárias do setor de energia
- Utilities | Impulsionando a semana: destaques do setor #40
- Os principais temas abordados neste relatório são:
- O consumo de energia apresentou perfil resiliente em todas as regiões, com alta na média semanal do SIN (+3% A/A em jul/25);
- Os reservatórios do SIN permaneceram estáveis, em torno de 67%;
- A Energia Natural Afluente (ENA) apresentou comportamento misto nos subsistemas na última semana, com recuperação significativa no Sul;
- Os preços de curto prazo mostraram maior volatilidade, mas se mantiveram homogêneos entre os subsistemas;
- Os preços de longo prazo caíram levemente (-0,4% em relação a semana anterior);
- A agenda semanal da ANEEL, que inclui, entre outros temas, os impactos do mecanismo competitivo previsto na MP 1.300/2025 sobre os direitos a descontos de TUST/CUSD e sobre os limites de prorrogação dos respectivos contratos de concessão.
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Renda fixa
De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa
- Bond investors warm to risk, with Fed staying put in ‘Goldilocks’ economy (Reuters);
- Tesouro reduz ritmo de emissão em julho em função de cenário mais adverso (Valor Econômico);
- BNDES financia R$ 1 bilhão para Atlas construir 11 usinas fotovoltaicas em MG (Valor Econômico);
- Clique aqui para acessar o clipping.
Estratégia
Fuja da manada: como evitar setores superconcentrados
- Em nosso monitoramento do Posicionamento dos Fundos de Ações, estimamos mensalmente o posicionamento setorial dos fundos de ações. Neste estudo temático, exploramos esses dados para entender se eles podem fornecer insights sobre o desempenho futuro das ações brasileiras. Nossas principais conclusões são:
- Setores com níveis extremos de posicionamento frequentemente passam por reversões — ou seja, setores muito comprados tendem a ver correções, enquanto setores “subcomprados” geralmente têm uma recuperação;
- Uma estratégia long/short explorando esse padrão (comprada nos setores subcomprados e vendida nos setores mais procurados) gerou retornos anualizados de 18% desde 2016. No entanto, o desempenho foi errático nos primeiros anos da amostra, quando a indústria local de fundos era menor;
- Esse efeito é mais fraco em setores com posicionamento historicamente alto e persistente. Atualmente, os setores com posicionamento mais alto são Elétricas, Papel e Celulose e Propriedades Comerciais, enquanto os setores com consenso de subalocação são Mineração e Siderurgia, Bancos e Instituições Financeiras.
- Clique aqui para acessar o relatório.
XP Short Scout: monitor de short selling no Brasil
- Atualizamos nosso monitor de vendas a descoberto com dados de 25 de agosto de 2025.
- O short interest (SI) mediano do Ibovespa permaneceu estável em 6,2%, e as posições em aberto diminuíram ligeiramente para R$ 114,9 bilhões (-0,3%).
- O SI de Marcopolo (POMO4) aumentou 3,5 pontos percentuais, alcançando 9,8%, 4,6 desvios padrão acima da média de 1 ano. O SI de Vivara (VIVA3) também subiu 2,7 pontos percentuais, para 16,7%, atingindo um recorde histórico.
- O SI de Marfrig (MRFG3) subiu para 21,1%, marcando um aumento de 6,0 pontos percentuais desde nossa última atualização, embora sua taxa de aluguel permaneça relativamente baixa, em 3,8%. Para a BRF (BRFS3), a taxa de aluguel continua elevada em 35,1%, apesar de uma queda de 23,1 pontos percentuais desde 11 de julho.
- Outros nomes para ficar de olho: BRKM5, CMIG3, EGIE3, GGBR4, GOLL54, PETZ3, RAPT4, SUZB3, TAEE11, VAMO3, VBBR3.
- Clique aqui para acessar o relatório.
Alocação & Fundos
Principais notícias
- Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
- FIIs de escritórios lideram altas; IFIX cai e se distancia de resultado positivo em julho;
- Adeus home office? FIIs de lajes corporativas batem menor vacância desde 2020;
- Os Correios deixaram de ser um inquilino desejado;
- Clique aqui para acessar o relatório.
ESG
Orizon (ORVR3) avalia fornecimento de biometano a partir do biogás em Sergipe | Café com ESG, 29/07
- O mercado fechou o pregão de segunda-feira em território negativo, com o IBOV e o ISE caindo 1,0% e 1,3%, respectivamente;
- Do lado das empresas, o Grupo Orizon e a Sergas, concessionária de gás canalizado de Sergipe, assinaram um protocolo de intenções para injeção de biometano na rede de distribuição – pelos termos do acordo, as duas empresas vão avaliar, conjuntamente, a viabilidade técnica, comercial e regulatória do fornecimento de biometano a partir do biogás gerado no aterro sanitário do município de Rosário do Catete (SE), operado pela Orizon;
- Na política, (i) o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) começou a receber ontem as contribuições da sociedade sobre os sete planos setoriais da Estratégia Nacional de Mitigação (ENM) – a consulta pública fica aberta até 18 de agosto; e (ii) o Brasil está em negociações com investidores globais, incluindo a Brookfield, para levantar cerca de US$ 4 bilhões para projetos voltados ao clima – liderada pelo banco estatal de desenvolvimento BNDES, a iniciativa é a mais recente tentativa do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de incentivar o investimento do setor privado na agenda climática da maior economia da América Latina, em meio à crescente pressão fiscal;
- Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG.

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