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Mercados globais mistos, enquanto aguardam divulgação de inflação nos EUA

Inflação nos EUA e vendas no varejo brasileiro são alguns dos temas de maior destaque nesta quarta-feira, 13/07/2022

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IBOVESPA +0,1% | 98.271 Pontos

CÂMBIO +1,1% | 5,44/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Destaque do dia

Na pauta de hoje, o principal destaque é o CPI e o núcleo de inflação nos EUA. O consenso de mercado é um aumento de 1,1% e 0,6%, respectivamente, atingindo uma inflação acumulada em 12 meses de 8,8% e 5,7%. No Brasil, o IBGE deve anunciar as vendas no varejo de maio. O mercado espera um aumento de 0,9% M/M e 2,3% A/A e estimamos um crescimento de 1,0% M/M e 2,5% A/A. Além disso, a conclusão da votação da “PEC dos Benefícios” na Câmara dos Deputados.

Brasil

O Ibovespa fechou em leve alta de 0,06% nesta terça-feira (12), aos 98.271 pontos, após dia marcado por aversão ao risco.

Os juros futuros terminaram o dia em queda. No cenário internacional, o recuo nos preços das commodities (queda de mais de 7% do petróleo), somado à perspectiva da PEC dos Benefícios que seria aprovada logo após o fechamento de mercado pela Câmara, foram suficientes para reverter o movimento de elevação das taxas locais na abertura do mercado. Porém, a influência negativa da desvalorização do câmbio segue sendo um direcionador para pressionar os prêmios na curva de juros, com o mercado mais avesso ao risco e receios em torno do crescimento de casos de covid-19 na China. DI jan/23 fechou em 13,85%; DI jan/24 em 13,74%; DI jan/25 em 13,05%; DI jan/27 encerrou em 12,94%; e DI jan/29 em 13,08%.

Setor de Serviços

No Brasil, a receita real do setor de serviços cresceu 9,2% a/a em maio, ligeiramente acima da nossa estimativa (9,0%) e do consenso de mercado (8,5%). O indicador subiu 0,9% em relação a abril, bem mais forte que nossa projeção (0,3%) e a mediana dos analistas de mercado (0,2%). A leitura de maio registrou crescimento generalizado nas atividades de serviços, já que todos os cinco grupos pesquisados pelo IBGE avançaram na comparação mensal. Mais uma vez, os Serviços Prestados às Famílias ganharam destaque, com alta de 1,9%, após altas de 2,6% e 3,4% registradas em abril e março, respectivamente. O afrouxamento das políticas de restrição de mobilidade em conjunto com o aumento da renda disponível das famílias continua a impulsionar a demanda por esses serviços no curto prazo.

Lei de Diretrizes Orçamentárias

O Congresso aprovou a Lei de Diretrizes Orçamentárias, que estabelece parâmetros para a lei orçamentária anual. Algumas alterações foram feitas na proposta original apresentada pelo Executivo, incluindo a possibilidade de alteração da estimativa de inflação que corrige o teto de gastos pelo Congresso e a recriação de emendas parlamentares pelo relator e comissão.

Mundo

Bolsas internacionais amanhecem mistas (EUA +0,2% e Europa -0,7%) enquanto investidores aguardam novos dados da inflação ao consumidor nos EUA, a serem divulgados ainda nesta manhã. Estimativas dos analistas, compiladas pelo consenso da Bloomberg, apontam que o dado deverá atingir 8,8% no comparativo anual, marcando um novo recorde desde 1981. Ainda em território americano, o Fundo Monetário Internacional cortou sua projeção de crescimento para o país de 2,9% para 2,3%. A nova redução reflete os riscos sistemáticos que os países enfrentam com a alta generalizada da inflação. Na Europa, a produção industrial da zona do euro surpreendeu positivamente em maio, saltando 1,6% ano contra ano vs. 0,3% das expectativas dos analistas. Na China, o índice de Hang Seng (-0,2%) encerra em leve baixa ainda reverberando os riscos de novos lockdowns em virtude do aumento nos casos da Covid-19. O sentimento negativo foi levemente compensando pelo aumento de 17,9% nas exportações vs. o mesmo período do ano anterior em junho, bem acima das projeções que apontavam para 12%, segundo a Reuters.

Atividade Econômica Global

A economia britânica cresceu surpreendentemente em maio, com construção, serviços de saúde e viagens apresentando um desempenho forte e diminuindo os temores de que o país esteja entrando em recessão. O Produto Interno Bruto cresceu 0,5%, o melhor desempenho em cinco meses, graças a um aumento de 1,4% na construção e sólidos aumentos na produção industrial e manufatureira. Os analistas atribuem isso ao alívio das interrupções na cadeia de suprimentos que permitiram que as empresas alcançassem o cumprimento de pedidos pendentes. Nos três meses até maio, o PIB cresceu 0,4%, bem acima de uma previsão de estagnação. Os dados são um alívio bem-vindo para os ativos do Reino Unido após um grande choque na confiança do consumidor e das empresas devido ao forte aumento nos preços da energia e ao aumento mais amplo da inflação.

A produção industrial da zona do euro aumentou mais do que o esperado em maio, uma vez que a produção de bens de capital e bens de consumo não duráveis aumentou acentuadamente durante o mês, mostraram dados na quarta-feira. A agência de estatísticas da União Europeia, Eurostat, disse que a produção industrial nos 19 países que compartilham a moeda única do euro aumentou 0,8% em relação ao mês anterior e 1,6% em relação ao ano anterior. O consenso do mercado foi um aumento modesto de 0,2% m/m.

As exportações da China cresceram em sua taxa mais rápida este ano em junho, já que o afrouxamento dos bloqueios no principal centro de Xangai aliviou os gargalos ao redor do maior porto do mundo e permitiu que os produtores restaurassem as operações ao normal. As exportações subiram 17,9% no ano, uma aceleração de 16,9% no ano até maio e bem acima das previsões do consenso de crescimento de 12,0%. As importações, por outro lado, cresceram apenas 1,0% no ano, mostrando estagnação nos últimos quatro meses. Os dados apontam para uma melhora nas condições das cadeias de suprimentos globais que desempenharam um papel tão importante na condução da inflação para as máximas de 40 anos na Europa e na América do Norte este ano. No entanto, os números das importações apontam para um arrefecimento contínuo da atividade: as importações de metais básicos, que impulsionam os principais setores manufatureiros e industriais, foram amplamente menores – assim como as importações de combustíveis fósseis, em um cenário de alta dos preços.

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Agenda de resultados

Calendário do 2T22

Economia

CPI nos EUA pode definir os próximos passos do Fed. No Brasil, serviços expandiram mais do que o esperado em maio

  • A economia britânica cresceu surpreendentemente em maio, com construção, serviços de saúde e viagens apresentando um desempenho forte e diminuindo os temores de que o país esteja entrando em recessão. O Produto Interno Bruto cresceu 0,5%, o melhor desempenho em cinco meses, graças a um aumento de 1,4% na construção e sólidos aumentos na produção industrial e manufatureira. Os analistas atribuem isso ao alívio das interrupções na cadeia de suprimentos que permitiram que as empresas alcançassem o cumprimento de pedidos pendentes. Nos três meses até maio, o PIB cresceu 0,4%, bem acima de uma previsão de estagnação. Os dados são um alívio bem-vindo para os ativos do Reino Unido após um grande choque na confiança do consumidor e das empresas devido ao forte aumento nos preços da energia e ao aumento mais amplo da inflação;
  • A produção industrial da zona do euro aumentou mais do que o esperado em maio, uma vez que a produção de bens de capital e bens de consumo não duráveis ​​aumentou acentuadamente durante o mês, mostraram dados na quarta-feira. A agência de estatísticas da União Europeia, Eurostat, disse que a produção industrial nos 19 países que compartilham a moeda única do euro aumentou 0,8% em relação ao mês anterior e 1,6% em relação ao ano anterior. O consenso do mercado foi um aumento modesto de 0,2% m/m;
  • As exportações da China cresceram em sua taxa mais rápida este ano em junho, já que o afrouxamento dos bloqueios no principal centro de Xangai aliviou os gargalos ao redor do maior porto do mundo e permitiu que os produtores restaurassem as operações ao normal. As exportações subiram 17,9% no ano, uma aceleração de 16,9% no ano até maio e bem acima das previsões do consenso de crescimento de 12,0%. As importações, por outro lado, cresceram apenas 1,0% no ano, mostrando estagnação nos últimos quatro meses. Os dados apontam para uma melhora nas condições das cadeias de suprimentos globais que desempenharam um papel tão importante na condução da inflação para as máximas de 40 anos na Europa e na América do Norte este ano. No entanto, os números das importações apontam para um arrefecimento contínuo da atividade: as importações de metais básicos, que impulsionam os principais setores manufatureiros e industriais, foram amplamente menores – assim como as importações de combustíveis fósseis, em um cenário de alta dos preços;
  • No Brasil, a receita real do setor de serviços cresceu 9,2% A/A em maio, ligeiramente acima da nossa estimativa (9,0%) e do consenso de mercado (8,5%). O indicador subiu 0,9% em relação a abril, bem mais forte que nossa projeção (0,3%) e a mediana dos analistas de mercado (0,2%). A leitura de maio registrou crescimento generalizado nas atividades de serviços, já que todos os cinco grupos pesquisados ​​pelo IBGE avançaram na comparação mensal. Mais uma vez, os Serviços Prestados às Famílias ganharam destaque, com alta de 1,9%, após altas de 2,6% e 3,4% registradas em abril e março, respectivamente. O afrouxamento das políticas de restrição de mobilidade em conjunto com o aumento da renda disponível das famílias continua a impulsionar a demanda por esses serviços no curto prazo;
  • O Congresso aprovou a Lei de Diretrizes Orçamentárias, que estabelece parâmetros para a lei orçamentária anual. Algumas alterações foram feitas na proposta original apresentada pelo Executivo, incluindo a possibilidade de alteração da estimativa de inflação que corrige o teto de gastos pelo Congresso e a recriação de emendas parlamentares pelo relator e comissão;
  • Na pauta de hoje, o principal destaque é o CPI e o núcleo de inflação nos EUA. O consenso de mercado é um aumento de 1,1% e 0,6%, respectivamente, atingindo uma inflação acumulada em 12 meses de 8,8% e 5,7%. No Brasil, o IBGE deve anunciar as vendas no varejo de maio. O mercado espera um aumento de 0,9% MoM e 2,3% A/A e estimamos um crescimento de 1,0% MoM e 2,5% A/A. Além disso, a conclusão da votação da “PEC dos Benefícios” na Câmara dos Deputados.

Empresa

AmBev (ABEV3) prévia do 2º trimestre de 2022: sem motivos para brindar, ainda

  • Após a AmBev apresentar um 1T22 fraco, e apesar de alguns sinais de melhora dos preços das commodities, o 2T22 não deve animar os investidores, uma vez que mesmo com crescimento na receita líquida/hl, os custos ainda serão um vento contrário, ainda com um aumento nas despesas de SG&A pressionando o resultado final;
  • Esperamos um aumento nas vendas de cerveja no Brasil, seguindo a tendência do setor reportada até maio (índice IBGE), mas CAC e Canadá estão atrasados, enquanto LAS é misto. Apesar desse gostinho de cerveja choca, a AmBev sempre foi um forte player nas embalagens retornáveis, cujas vendas já estão acima de 2019, apesar de ainda atrás para a garrafa de 600ml;
  • Assim, à medida que o on-trade (bares e restaurantes) continua se recuperando e com as perspectivas das eleições e da Copa do Mundo, continuamos otimistas;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Lavvi (LAVV3): Sólidos resultados operacionais apoiados pelo desempenho de vendas resiliente no 2T22

  • A Lavvi apresentou dados operacionais sólidos, explicados pela expressiva recuperação das vendas líquidas (100%), atingindo R$ 450 milhões (+177,2% T/T e -11,5% A/A), e totalizando R$ 613 milhões em 2022 (+3,3% vs. 6M2021). Como resultado, a velocidade de vendas (VSO) recuperou-se significativamente, atingindo níveis robustos de 36% no trimestre (+16 p.p. T/T);
  • Além disso, os lançamentos (100%) alcançaram R$ 628 milhões (-11% A/A e +173% T/T), o que consideramos saudável considerando o cenário macro desafiador. Esse volume foi composto por 2 empreendimentos, Verdant Parque Resort, com VGV de R$ 292 milhões, e Green View, com VGV de R$ 336 milhões, que já possuem 91% e 56% das unidades vendidas, respectivamente, o que consideramos como indicativo da sólida demanda pelos projetos da Lavvi, abrindo espaço para continuar aumentando lançamentos seletivos durante os próximos trimestres, especialmente com foco no segmento de alta renda;
  • Por fim, a empresa conseguiu manter os níveis de distratos saudáveis em 2% das vendas brutas, o que é estável ​​em relação ao 1T22;
  • Dito isso, podemos ver uma reação positiva do mercado e mantemos nossa visão positiva para LAVV3 com preço-alvo de R$11.50/ação;
  • Clique aqui para acessar o relatório.

Melnick (MELK3): Desempenho de vendas robusto impulsionando a VSO no 2T22

  • A Melnick reportou uma sólida prévia operacional no 2T22, apoiada principalmente pelo excelente desempenho das vendas líquidas (%MELK), atingindo R$ 286 milhões (148% A/A e +229% T/T) e totalizando R$ 373 milhões nos 6M2022 (+66% vs. 6M21). Além disso, destacamos o aumento de vendas de estoque para R$ 239 milhões (+130% vs. 2T21), levando a uma velocidade de vendas (VSO) de estoque de 19% (+16 p.p. T/T), e a VSO de lançamentos atingindo 40% (+ 13 p.p. T/T). Como resultado, a VSO se recuperou para 21% no trimestre (+14 p.p.), o que consideramos saudável;
  • Adicionalmente, os lançamentos (100%) atingiram R$ 210 milhões (+57% A/A e -64% T/T), totalizando R$ 788 milhões em 2022 (+30% vs. 6M21). Esse volume foi composto por 2 empreendimentos (i) Nilo Square – Mix, com VGV de R$ 182 milhões; (ii) Open Canoas – F3 com VGV de R$ 28 milhões. Por fim, a Melnick conseguiu reduzir significativamente seus distratos como percentual das vendas brutas para 12% vs. 28% no 1T22;
  • Dito isso, esperamos uma reação positiva do mercado e reiteramos nossa recomendação de compra para MELK3 com TP de R$9,00/ação;
  • Clique aqui para acessar nosso relatório.

EVEN (EVEN3): Dados operacionais positivos impulsionados pela recuperação das vendas no 2T22

  • A Even divulgou dados operacionais sólidos, explicados pelas vendas líquidas (%Even) recuperando-se significativamente para R$ 479 milhões (+35,3% A/A e +90,1% T/T), totalizando R$ 731 milhões no 6M2022 vs. R$ 940 milhões no 6M2021. Como resultado, a velocidade de vendas (VSO) se recuperou para 15% (+7 p.p. T/T e -1 p.p. A/A), ajudada pelas vendas de estoque com VSO atingindo 12% no 2T22 (+7 p.p. QoQ);
  • Adicionalmente, os lançamentos (100%) atingiram R$ 608 milhões (+126% A/A e -21,9% T/T), totalizando R$ 1,4 bilhão em 2022 (+15,4% vs. 6M2021), o que vemos como níveis saudáveis ​​dado o cenário macro desafiador. Além disso, destacamos a maior participação de empreendimentos de alto padrão, (Mairin Ibirapuera R$ 334 milhões em VGV), atingindo 55% do total de lançamentos, que vemos como mais resilientes no curto prazo. Por fim, a Even manteve os distratos em 13,4% das vendas brutas (vs. 14% no 1T22);
  • Mantemos nossa recomendação neutra para EVEN3 com TP de R$ 13,00/ação;
  • Clique aqui para acessar nosso relatório.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas e Energia (óleo & gás e elétricas).

  • Notícias Diárias do Setor Financeiro
    • Volume médio de ações negociado na B3 cai 25% em junho, para R$ 27,7 bi (Valor);
    • Private do Itaú quer ultrapassar R$ 1 tri em ativos (Valor);
    • Metade dos brasileiros prioriza segurança na hora de escolher forma de pagamento, diz Mastercard (Estadão);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo
    • Pioneira em varejo ‘pet’, Cobasi investe para retomar liderança no setor (Estado);
    • Amazon compra fatia da Total (Valor);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Agro, Alimentos & Bebidas: confira as principais notícias
    • Medo de recessão assombra commodities (Valor);
    • Exportações globais de carne suína devem cair com queda de 39% na China (Bloomberg);
    • Bares e restaurantes aproveitam reaquecimento, mas sofremcom endividamento e alta dos custos (Guia da Cerveja);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Radar Energia XP: Notícias diárias do setor de energia
    • Petróleo fecha em queda de mais de 7% e perde nível dos US$ 100 com temores sobre demanda;
    • Conta de luz vai ficar 19,5% mais barata, calcula Ministério de Minas e Energia;
    • Opep mantém projeção da demanda de petróleo em 2022 inalterada;
    • Clique aqui para acessar o relatório.

Mercados

Radar Global: Análises das principais empresas e tendências sob o nosso Radar | Walmart desenvolve sistema próprio de armazenamento na nuvem

  • Walmart deixa de depende totalmente de provedores de nuvem, desenvolvendo modelo híbrido;
  • Foxconn expande investimentos em semicondutores na China;
  • Spotify anuncia compra do Heardle, jogo musical inspirado no Wordle;
  • Mesmo com Prime Day, os olhos do mercado estão para o segmento de nuvem da Amazon;
  • Acesse aqui o relatório internacional.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • Vendas de FIIs de shopping crescem até 19% em relação ao período pré-pandemia (InfoMoney);
    • O que é melhor para viver de renda? Tesouro Direto ou fundos imobiliários? (Uol);
    • Vale a pena investir em fundos imobiliários para a aposentadoria? (Valor).

ESG

BID ajuda empresas na América Latina e no Caribe a emitirem US$ 1 bilhão em títulos ESG | Café com ESG, 13/07

  • O mercado fechou o pregão de terça-feira em território positivo, com o Ibov e o ISE em alta de +0,1% e +1,0%, respectivamente;
  • No Brasil, a estruturação de programas de remuneração variável dos funcionários atrelados à metas ESG vem ganhando adesão por parte das companhias, sobretudo nas de grande porte, ainda que lentamente – uma pesquisa realizada pela Mereo, HR Tech e plataforma de gestão de desempenho de pessoas, mostrou que de 149 grandes e médias empresas, 26% contemplam metas associadas a indicadores ESG nos bônus do C-Level;
  • No internacional, (i) o braço de investimentos privados do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) está ajudando empresas na América Latina e no Caribe a emitirem cerca de US$ 1 bilhão em títulos de cunho ESG à medida que o financiamento sustentável ganha força na região; e (ii) um estudo de dois pesquisadores de Dartmouth, divulgado ontem, mostrou novos números que quantificam o que os especialistas chamam de “desigualdade nos históricos climáticos nacionais” – quando as nações ricas se beneficiam e os países pobres sofrem com a produção das emissões de gases do efeito estufa. Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG.
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