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Mais pressão por gastos públicos no Brasil; lá fora, mercados repercutem semana de decisões de política monetária

Tudo o que você precisa saber sobre os mercados nacional e internacional, com análises econômicas e políticas sobre fatos que podem impactar seus investimentos.

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IBOVESPA +0,8% | 108.326 Pontos

CÂMBIO +0,1% | 5,69/USD

O que pode impactar o mercado hoje

O Ibovespa fechou a sessão de ontem em alta de +0,8%, aos 108.326 pontos, impulsionado pelas ações de empresas de commodities e na contramão dos índices americanos. Enquanto isso, o dólar subiu +0,1% cotado a R$ 5,69. No mercado de juros, as taxas fecharam o dia de ontem em alta em todos os trechos da curva, o que foi reflexo das ações e mensagens de políticas monetárias mais duras por parte de bancos centrais no mundo, incluindo no Brasil, para conter a inflação global. Houve divulgação do Relatório de Inflação do BC, que confirmou o tom hawkish da ata do Copom e, após, a entrevista dos dirigentes confirmou a percepção de que farão o necessário para controlar a inflação, o que indica Selic alta por mais tempo. DI jan/23 fechou em 11,70%; DI jan/25 foi para 10,625%; DI jan/27 encerrou em 10,50%; e DI jan/29 fechou em 10,56%.

Hoje, os mercados globais amanhecem negativos (EUA -0,3% e Europa -0,7%) após dia marcado por venda generalizada das ações de tecnologia (Nasdaq 100 -2,6%) catalisada por decisões de políticas monetárias mais contracionistas e temores com o rápido avanço da variante Ômicron ao redor do mundo. Na China, ambos os índices CSI 300 (-1,6%) e Hang Seng (-1,2%) encerraram em campo negativo à medida que os EUA anunciaram novas sanções sobre produtos importados do país e incluiu 34 novas empresas à lista de entidades para quais a exportação de tecnologia americana é proibida. Por fim, o gás natural amanhece em queda (-2,7%) em consequência do abastecimento da commodity na Europa realizado pela Rússia.

A tendência geral de aperto da política monetária parece ser clara, embora os diferentes caminhos percorridos pelos bancos centrais sublinhem as profundas incertezas sobre como a variante Ômicron, de rápida disseminação, afetará as economias. Depois dos maiores bancos centrais da Europa tomarem medidas para combater o aumento da inflação na quinta-feira, com o Banco da Inglaterra aumentando as taxas de juros pela primeira vez desde o início da pandemia e o Banco Central Europeu dizendo que encerrará seu programa de compra de títulos de emergência em três meses, foi a vez do Banco do Japão anunciar que também reduzirá seu programa de flexibilização quantitativa no final de março, encerrando suas compras de títulos corporativos e notas promissórias.

No Brasil, após a promulgação da PEC dos Precatórios, o ano se encerra com mais pressões para gastos. Ontem, o Ministério da Economia cedeu ao presidente Bolsonaro e levará o pedido de R$ 2,8 bi para reajuste de policiais federais ao relator do orçamento, Hugo Mota. O time econômico agora tenta evitar que outros aumentos sejam dados. A cada 1% de aumento linear, o impacto é de R$ 3,0 bilhões. Há pressão também para alteração da tabela do imposto de renda (renúncia de R$ 23,5 bilhões), bolsa-caminhoneiro (R$ 4 bilhões). A prorrogação do desconto do IPI para Táxi e PCD (R$ 1,8 bilhões) e o vale-gás (R$ 1,9 bilhões) já estão certas. E nesse contexto, a Câmara aprovou o projeto de Refis para pequenas empresas, mas, por falta de acordo, adiou para 2022 a votação do benefício para médias e grandes. Antes do recesso ainda é esperado que o Congresso aprecie os 29 vetos de Bolsonaro, entre eles o fundo eleitoral, que pode chegar a R$ 5,7 bilhões.

Tópicos do dia

Economia

  1. Inflação ainda alta na Europa e desaceleração da confiança alemã estão no radar; no Brasil a pressão por gastos públicos aumenta

Política

  1. Congresso Americano aprovou projeto que deve ampliar tensões com Beijing

Empresas

  1. BRF (BRFS3): eventual follow-on deverá ser positivo para a estrutura da dívida
  2. Principais notícias dos setores

Mercados

  1. Radar Global: Análises das principais empresas e tendências sob o nosso Radar | Volkswagen corta projeções

ESG

  1. Brasil e o mercado de carbono em foco | Café com ESG | Café com ESG, 17/12

Veja todos os detalhes

Economia

Inflação ainda alta na Europa e desaceleração da confiança alemã estão no radar; no Brasil a pressão por gastos públicos aumenta

  • A inflação na zona do euro atingiu sua taxa mais alta registrada em novembro, com mais da metade do aumento devido a um aumento nos preços da energia. O departamento de estatísticas da União Europeia mostrou hoje cedo que a inflação nos 19 países que compartilham o euro subiu para 4,9%, um aumento anual em linha com uma estimativa anterior do Eurostat. Mês a mês, o aumento foi revisado para baixo para 0,4%, de 0,5% relatado anteriormente;
  • As empresas alemãs perderam a confiança nas perspectivas econômicas de curto prazo após o ressurgimento de infecções por coronavírus forçar novas restrições e aumentar a incerteza. O principal indicador de expectativas de negócios do país caiu para 92,6 em dezembro, sexta queda consecutiva, de acordo com o instituto Ifo. É um declínio maior do que o previsto por economistas em uma pesquisa da Bloomberg. As condições atuais também foram avaliadas como mais fracas do que em novembro;
  • Dados IHS Markit divulgados ontem nos EUA mostram que a prévia do PMI de manufatura caiu para 57,8 em meados de dezembro, de 58,3 em novembro. Foi o menor desde dezembro de 2020. Uma leitura acima de 50 indica expansão do setor de manufatura, que responde por 12% da economia. Os economistas previram a prévia do PMI subindo para 58,5. Apesar da desaceleração da atividade manufatureira nos EUA , há sinais de que as restrições de oferta de mão de obra e matéria-prima nas fábricas estão começando a diminuir;
  • No Brasil, após a promulgação da PEC dos Precatórios, o ano se encerra com mais pressões para gastos. Ontem, o Ministério da Economia cedeu ao presidente Bolsonaro e levará o pedido de BRL 2,8 bi para reajuste de policiais federais ao relator do orçamento, Hugo Mota. O time econômico agora tenta evitar que outros aumentos sejam dados. A cada 1% de aumento linear, o impacto é de R$ 3,0 bilhões. Há pressão também para alteração da tabela do imposto de renda (renúncia de R$ 23,5 bilhões), bolsa-caminhoneiro (R$ 4 bilhões). A prorrogação do desconto do IPI para Táxi e PCD (R$ 1,8 bilhões) e o vale-gás (R$ 1,9 bilhões) já estão certas. E nesse contexto, a Câmara aprovou o projeto de Refis para pequenas empresas, mas, por falta de acordo, adiou para 2022 a votação do benefício para médias e grandes. Antes do recesso ainda é esperado que o Congresso aprecie os 29 vetos de Bolsonaro, entre eles o fundo eleitoral, que pode chegar a R$ 5,7 bilhões.

Política

Congresso Americano aprovou projeto que deve ampliar tensões com Beijing

  • Notamos ainda que o Senado aprovou projeto que deve ampliar tensões com Beijing. A iniciativa busca proibir importações da região de Xianjing, devido ao suposto uso de mão de obra escrava na região. O projeto, que já foi aprovado na Câmara, foi enviada a Biden para sanção.

Empresas

BRF (BRFS3): eventual follow-on deverá ser positivo para a estrutura da dívida

  • Segundo o jornal Pipeline, a BRF estuda um possível follow-on, a ser discutido na próxima reunião de diretoria, em janeiro. A ideia é levantar mais de R$ 6bi (325 milhões de ações), que seriam utilizados para melhorar a estrutura da dívida atual, reduzindo o custo total e diminuindo a alavancagem de 3x de hoje para menos de 2x;
  • Após um ano desafiador com preços elevados de milho e soja, as margens da BRF foram comprimidas e devemos ver melhorias reais apenas em 2022, uma vez que a piora da situação na Ásia impactou negativamente seus resultados no 3T21. Clique aqui para ver nossas perspectivas para BRF;
  • O follow-on também pode permitir que a Marfrig compre mais ações sem acionar a poison pill em 33,3% (a Marfrig atualmente possui 33,2% das ações da BRF). No entanto, como não está claro como acontecerá o processo de aproximação da Marfrig com a BRF em 2022, tais incertezas tem mantido os investidores cautelosos;
  • Nossa recomendação para o papel é neutra com preço-alvo de R$ 30,4/sh 2022YE.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas e Energia (óleo & gás e elétricas).

  • Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo
    • Banco Central vê inflação fechando 2021 acima de 10%, maior índice desde Dilma (Estadão);
    • Assaí e Grupo Pão de Açúcar assinam contrato de cessão de até R$ 3,97 bilhões em operação que envolve Extra Hiper (Valor);
    • Acionistas da Petz aprovam incorporação da Zee.Dog e aumento de capital de R$ 535 milhões (Valor);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Radar Energia XP: Notícias diárias do setor de energia
    • Leilão para novos linhões de energia atrai investidores. (Valor Econômico);
    • Petrobras aprova venda de participação na Braskem via oferta pública de ações. (epbr);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

Mercados

Radar Global: Análises das principais empresas e tendências sob o nosso Radar | Volkswagen corta projeções

  • Governo chinês expande suas participações minoritárias em empresas privadas;
  • Volkswagen reduz previsão para produção de carros em 2021 de 9,3 milhões para 9 milhões;
  • Reddit é avaliada em US$ 10bi após rodada de investimentos liderada pela Fidelity;
  • Ações de tecnologia não lucrativas e com múltiplos elevados sofrem forte queda em 2021;
  • Acesse aqui o relatório internacional.

ESG

Brasil e o mercado de carbono em foco | Café com ESG | Café com ESG, 17/12

  • O mercado fechou o pregão de quinta-feira em território positivo, com o Ibov e ISE, em leve alta de +0,8% e +0,5%, respectivamente;
  • No Brasil, (i) a Embraer participou da audiência pública da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), onde defendeu o uso de aeronaves mais sustentáveis como critério, além da importância pelo qual esse tema seja discutido com o objetivo de, principalmente, auxiliar o país na construção de uma aviação mais sustentável, além de dar suporte ao desenvolvimento da aviação regional brasileira; e (ii) um mês depois do fim da COP 26, a Comissão de Relações Exteriores do Senado Federal aprovou a criação de uma subcomissão permanente para debater a formação de preço de carbono, dado o atraso do país frente aos demais em ter algum tipo de sistema de recompensa para as iniciativas que visam o controle do aquecimento global, e com o principal objetivo de evoluir com a regulamentação, no Brasil, do artigo 6º do Acordo de Paris, que cria o mercado global de carbono;
  • No internacional, as cadeias de supermercados europeias J Sainsbury, Carrefour e Ahold Delhaize vão parar de vender vários produtos de carne brasileiros depois que uma investigação descobriu que eles contribuíram para a destruição da floresta amazônica – o movimento acontece após a maior pressão para deter o desmatamento desde a COP26, que resultou na promessa de mais de 100 países de encerrar até 2030 a produção de carne apoiada por gado criado em terras onde as florestas tropicais e savanas foram desmatadas. Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG.
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