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Incertezas no cenário internacional e saneamento em destaque no Brasil

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O que pode impactar o mercado hoje

O Ibovespa fechou em alta de 0,7% no dia de ontem, na esteira do cenário internacional positivo. A curva DI futuro encerrou em baixa na parte mais longa e estável nas expectativas de curto prazo, reflexo da ata do Copom em linha com o comunicado divulgado na semana passada. Já na parte intermediária e longa da curva, a queda do dólar e o enfraquecimento do CDS do Brasil (refletindo redução de risco-país) levaram à queda nas expectativas. DI jan/21 ficou em 2,03%; DI jan/23 caiu para 4,13% contra 4,18% na segunda-feira e DI jan/25 terminou o dia em 5,83%, contra 5,91% no fechamento anterior.

Nesta manhã, mercados internacionais abrem na contramão de ontem e derrapam quase 1% nos EUA e 2% na Europa, com aumento do números de contágios por coronavírus e notícias de que o governo norte-americano estaria considerando impor US$ 3,1bi em tarifas a produtos europeus, gerando incertezas sobre o comércio global. Na Ásia, bolsas fecharam em território neutro para positivo.

No Brasil, o Senado aprovou ontem proposta de emenda à Constituição que altera a data das eleições municipais deste ano para 15 e 29 de novembro. Para ter validade, a emenda precisa ser aprovada também pelos deputados, mas ainda não há maioria na Câmara nesse sentido, segundo Rodrigo Maia. Na agenda para hoje, senadores discutem em sessão a partir das 16h o novo marco regulatório do saneamento básico. Para ser aprovado, o Projeto de Lei depende de no mínimo 41 votos a favor dentre os 81 senadores, e a tendência é que o projeto seja aprovado sem alterações que exijam uma nova votação pela Câmara. A partir da aprovação, o presidente Jair Bolsonaro tem 15 dias para sancionar o projeto ou apresentar vetos a seu conteúdo.

Já na economia, em mais uma tentativa de socorrer as empresas de menor porte durante a pandemia, o Banco Central do Brasil anunciou ontem um segundo pacote de medidas para estimular o acesso ao crédito. As seis ações anunciadas têm potencial de injetar R$ 272 bilhões na área de crédito e representam um esforço do BC para direcionar recursos, principalmente, para micro, pequenas e médias empresas durante a pandemia do novo coronavírus. Entre as diversas medidas para fazer o crédito chegar à ponta, o BC disse que punirá com corte de remuneração de compulsório os bancos que não direcionarem recursos dos encaixes da poupança para as companhias do segmento. No pacote, o BC incluiu também a liberação do uso de imóvel já financiado como garantia para um novo empréstimo – anunciando a modalidade “home equity” ventilada no início do ano.

Ainda na pauta econômica, o Ministério da Economia avalia prorrogar o auxílio emergencial, mas em parcelas gradativamente menores do que a atual. Entre as alternativas em estudo está a possibilidade do pagamento de mais três parcelas em valores decrescentes, de R$ 500 em julho, R$ 400 em agosto e R$ 300 em setembro. Já na agenda de indicadores e eventos do dia, os destaques serão a divulgação de dados do setor externo de maio e da confiança do consumidor de junho. É esperado ainda que o FMI divulgue suas projeções de PIB para a economia mundial, incluindo o Brasil.

Do lado das empresas, outra medida anunciada ontem pelo Banco Central afetou negativamente a Cielo. Sob a justificativa de que a realização das transações sem a supervisão adequada do regulador pode gerar danos ao Sistema de Pagamentos Brasileiro, o Banco Central determinou à Visa e Master que cessem o uso do WhatsApp Payments. A Cielo seria a única processadora de pagamentos B2C e B2B até que outra adquirente fechasse um acordo com o Facebook, o que possivelmente aumentaria os volumes da empresa a uma taxa atrativa de 3,99%. Acreditamos que a Cielo tinha melhores chances de ser a primeira a se beneficiar das transações iniciais, portanto, um adiamento é prejudicial para a incumbente e esperamos que o mercado reaja negativamente a notícia na sessão de hoje. Finalmente, na esteira da discussão do marco regulatório do saneamento no Congresso, acreditamos que as ações do setor sejam impulsionadas pela expectativa com aprovação do projeto.

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Internacional

  1. Petróleo: Expectativas do mercado de um aumento de 0,3 milhões de barris nos estoques dos EUA

    Acesse aqui o relatório internacional

Empresas

  1. Setor Elétrico: Aneel aprova Conta-COVID com R$16,1 bi para distribuidoras
  2. Cielo (CIEL3): Banco Central determinou Visa e Master que cessem o uso do WhatsApp Payments
  3. Copasa (CSMG3): Agência Reguladora define reajuste tarifário de 3,04% e posterga sua aplicação
  4. Frigoríficos (JBS3, MRFG3, BRFS3): programa de testes de covid-19 evita interdição de planta da Marfrig em Goiás
  5. Saneamento: Sessão para votação do Novo Marco do Saneamento acontece hoje, a partir das 16 horas
  6. WEG (WEGE3): Aquisição da Mvisia, Startup de Inteligiência Artificial
  7. IRB Re (IRBR3): mudanças no estatuto
  8. Possível aumento imposto de instituições financeiras
  9. Shoppings (CCPR3): Reabertura do Shopping Cerrado


Veja todos os detalhes


Internacional

Petróleo: Expectativas do mercado de um aumento de 0,3 milhões de barris nos estoques dos EUA

  • O relatório oficial de fornecimento da Agência de Informação de Energia dos EUA (EIA) deve ser publicado hoje às 11:30 da manhã (horário de Brasília), com expectativas do mercado de um aumento de +0,299 milhões de barris nos estoques dos EUA;
  • Os estoques de petróleo dos EUA cresceram +1,215 milhões de barris na semana passada acima da expectativa de mercado de -0,152 milhões de barris, dado interpretado como negativo por sinalizar um excesso de oferta frente à demanda;
  • Nessa manhã de quarta-feira, os preços de petróleo operam em território negativo, em queda de -1,36% em US$42,05/barril (Brent).

Empresas

Setor Elétrico: Aneel aprova Conta-COVID com R$16,1 bi para distribuidoras

  • Ontem, a diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica aprovou as condições de contratação da operação financeira da Conta-Covid, estabelecendo o teto de R$ 16,1 bilhões para o empréstimo que vai dar liquidez às distribuidoras de energia elétrica. O valor da operação não contempla recursos destinados à redução do impacto das revisões tarifárias previstas para 2020. Os custos da operação serão divididos entre consumidores e empresas;
  • Além disso, a Aneel deixou para um segundo momento o tratamento a ser dado aos pedidos de reequilíbrio econômico (em Revisões Tarifárias Extraordinárias, ou RTEs) dos contratos de concessão das empresas. A relatora, Elisa Bastos Silva, retirou o dispositivo que permitiria às distribuidoras contabilizarem nos balanços ativo regulatório relacionado a um eventual direito ao reequilíbrio contratual. O tema será tratado em uma nova etapa de consulta pública, que deverá ser aberta em 60 dias;
  • A operação vai cobrir impactos financeiros da pandemia, o que inclui efeitos da sobrecontratação provocada pela redução de mercado e da queda de arrecadação pela inadimplência. Os recursos para custear a sobrecontratação e os encargos setoriais, serão repassados às distribuidoras entre abril e dezembro desse ano. Os valores a serem pagos serão homologados mensalmente pela Aneel, que vai estabelecer cotas específicas da Conta de Desenvolvimento Energético para amortização das operações contratadas, com a criação de encargo tarifário adicional, a CDE Covid. As cotas da CDE correspondentes ao pagamento do empréstimo serão incluídas nos reajustes de 2021 e permanecerão na conta até a amortização total do empréstimo;
  • Vemos como positivo para o setor elétrico como um todo que a Conta-COVID tenha sido finalmente aprovada, garantindo a preservação dos fluxos de caixa para todos os elos do setor (distribuição, transmissão e geração). Apesar da aprovação ter acontecido durante o pregão de ontem, acreditamos em uma reação negativa do setor de distribuição de energia à exclusão da permissão de registro de ativos regulatórios em seus balanços, apesar de vermos como positivo que a ANEEL abra em 60 dias consulta pública sobre pedidos de reequilíbrio econômico das distribuidoras de energia.

Cielo (CIEL3): Banco Central determinou Visa e Master que cessem o uso do WhatsApp Payments

Copasa (CSMG3): Agência Reguladora define reajuste tarifário de 3,04% e posterga sua aplicação

  • Ontem, a Agência Reguladora de Serviços de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário do Estado de Minas Gerais (ARSAE) aprovou o reajuste tarifário anual da Copasa no valor de 3,04%. Além disso, a ARSAE determinou a postergação de sua aplicação em 90 dias a partir de 1º de agosto de 2020;
  • Com a mudança, o reajuste nas contas de água e de esgoto passa a vigorar somente no dia 1 de novembro de 2020. No entanto, segundo a resolução publicada pela ARSAE, a agência calculará e realizará a devida compensação pela postergação do reajuste em 90 dias;
  • Vemos a notícia como neutra para as ações da Copasa, pois apesar da postergação do reajuste o valor já foi definido e a agência reguladora realizará compensação à companhia pelo adiamento. Mantemos nossa recomendação de Venda nas ações da Copasa com preço alvo de R$ 46,00/ação.

Frigoríficos (JBS3, MRFG3, BRFS3): programa de testes de covid-19 evita interdição de planta da Marfrig em Goiás

  • Segundo o Valor Econômico, o programa de realização de testes para covid-19 previsto no Termo de Ajuste de Conduta (TAC) firmado pela Marfrig com o Ministério Público do Trabalho (MPT) evitou o fechamento temporário da planta da empresa em Mineiros (GO);
  • Na segunda-feira (22), a prefeitura de Mineiros publicou um decreto determinando a fechamento da unidade da Marfrig até 29 de junho. No entanto, o decreto teve os efeitos suspensos após a companhia apresentar o protocolo de segurança que vem adotando. Com isso, unidade funciona normalmente;
  • Em outra notícia positiva para a empresa, a Marfrig anunciou a nomeação de Marcelo Furtado, ex-diretor executivo do Greenpeace Brasil, como o mais novo integrante do seu Comitê de Sustentabilidade.  A nomeação do ativista faz parte da política da Marfrig de assumir compromissos mais claros na área ambiental;
  • Por fim, a Administração Geral de Alfândegas da China (GACC, na sigla em inglês) teria retirado o frigorífico Agra, de Rondonópolis (MT), da lista de estabelecimentos autorizados a exportar carne bovina para o país. Recentemente, o GACC  já havia estipulado a suspensão temporária de importações a partir de uma planta da Tyson Foods, nos EUA, e de uma planta da Tulip, empresa pertencente à JBS, no Reino Unido;
  • No entanto, vale lembrar que, segundo a Reuters, os frigoríficos brasileiros JBS, Marfrig e Minerva já teriam assinado declarações solicitadas pelas autoridades chinesas dizendo que suas exportações estão livres de coronavírus. A BRF também estaria planejando assinar a declaração.

Saneamento: Sessão para votação do Novo Marco do Saneamento acontece hoje, a partir das 16 horas

  • O Presidente do Senado, Senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) convocou sessão para hoje tendo o Marco Legal do Saneamento (PL 4162/2019) como único item na pauta. A sessão tem previsão de começar às 16 horas;
  • Para ser aprovado, o Projeto de Lei depende de no mínimo 41 votos a favor dentre os 81 senadores. De acordo com o jornal O Estado de São Paulo, levantamento realizado pela BMJ Consultores aponta que o o Projeto de Lei conta com 48 votos a favor da proposta e 17 contrários, enquanto 10 parlamentares têm posicionamento indefinido até o momento. Caso seja aprovado sem alterações (e portanto não precise retornar à Câmara dos Deputados), o Novo Marco vai para sanção do Presidente da República, que tem 15 dias para realizar vetos e sancionar o Projeto de Lei;
  • Acreditamos que as ações do setor de saneamento sejam impulsionadas pela expectativa com aprovação do projeto. No entanto, entre candidatas à privatização, continuamos a favorecer Sabesp (Neutro) ante Copasa (Venda) por considerarmos muito improvável que ocorra a privatização da estatal de Minas Gerais. Também mantemos recomendação de Compra nas units da Sanepar. Para se informar mais sobre o assunto, destacamos relatório recente com publicamos sobre as principais questões referentes ao Novo Marco do Saneamento.

WEG (WEGE3): Aquisição da Mvisia, Startup de Inteligiência Artificial

  • A WEG anunciou ontem a compra da Mvisia, uma Startup de Inteligência Artificial e Visão Computacional. Com o acordo, a WEG passa a ter 51% da Mvisia, com possibilidade, prevista em contrato, de aumentar sua participação futuramente;
  • A companhia não informou o valor da transação, que possui representatividade baixa. Apesar disso, a aquisição faz parte da estratégia de ampliar seu segmento de soluções digitais, a WEG Digital Solutions e a plataforma IoT WEGnology. Temos recomendação Neutra para as ações.

IRB Re (IRBR3): mudanças no estatuto

  • Ontem de noite o IRB anunciou 3 medidas em seu estatuto: i) possibilidade de deliberação sobre o aumento de capital; ii) flexibilidade na composição da diretoria executiva; e iii) criação de uma reserva de lucros estatutária;
  • As medidas tem como objetivo: i) possibilidade de adotar medidas relativas à sua capitalização; ii) dimensionar melhor a quantidade de executivos de acordo com as necessidades da resseguradora; e iii) assegurar que o IRB possui os requeridos níveis de liquidez e solvência requeridos por reguladores;
  • Nossa visão é mista. Acreditamos que a primeira medida seja negativa, pois pode implicar uma emissão primária de capital para resolver, entre outros, os problemas de liquidez com a SUSEP, o que poderia diluir os acionistas atuais em um momento em que a ação está historicamente baixa. Por outro lado, a medida de flexibilização dos executivos e a criação de uma reserva de lucro nos parecem positivas, uma vez que possuem o potencial de reforçar a gestão e melhorar os problemas de liquidez da resseguradora, embora nossa visão seja de que os dois últimos sejam questões menores de menor relevância no atual momento.

Possível aumento imposto de instituições financeiras

Shoppings (CCPR3): Reabertura do Shopping Cerrado

  • A CCP informou ontem que o Shopping Cerrado, localizado em Goiânia, retomou suas operações ontem (23), em horário reduzido das 12h às 20h. O empreendimento representou ~11% da ABL total de shoppings. Somente um dos ativos permanece fechado, e a companhia possui 90% da sua ABL de shoppings sob operação;
  • Para acompanhar os shoppings que já tiveram suas atividades retomadas, bem como a data de abertura, a representatividade na receita e a operadora, acesse nosso relatório de acompanhamento, que será sempre atualizado conforme novos ativos forem reabertos.

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